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Starter Acceleration Program seleciona startups para módulo da América Latina

A EDP, empresa que atua em todos os segmentos do setor elétrico, anuncia as startups que participarão do módulo América Latina de seu programa global de aceleração de startups, o Starter Acceleration Program. As 10 eleitas, vindas do Brasil e do México, desenvolvem soluções de inteligência artificial, big data, energias renováveis e smart grids (veja a lista).

“As startups selecionadas atuam com tecnologias emergentes que capazes de alavancar a transformação do setor de energia. Com a globalização do Starter, queremos reforçar o apoio ao ecossistema empreendedor brasileiro e, também, expandir nossa presença com inovação aberta em países da América Latina, fomentando novas soluções para o nosso negócio,” destaca Livia Brando, Head de Inovação e Ventures da EDP Brasil.

O programa, que neste ano passou a ser global, com módulos em três regiões – Europa (em Madri, Espanha), América Latina (em São Paulo, Brasil) e América do Norte (em Houston, Estados Unidos) – teve aproximadamente 500 inscrições. Foram escolhidas 10 startups para cada módulo, as quais passarão por uma semana de imersão para o desenvolvimento das propostas de projetos-piloto junto à EDP, com apoio do time de especialistas da Empresa, além das mentorias das aceleradoras.

Ao fim desse processo haverá um Demoday, no qual as startups farão os pitches. Após essa etapa, que, no País, acontece no dia 19 de julho no Unibes Cultural, em São Paulo, aquelas com maior potencial participarão da grande final em novembro, em Lisboa, durante o Web Summit, um dos maiores eventos de inovação, empreendedorismo e tecnologia do mundo. As escolhidas terão um stand no local, podendo apresentar suas soluções ao mercado e prospectar novas oportunidades de negócio durante o Congresso. A startup vencedora será premiada com 50 mil euros

Desde 2008 os veículos de Venture Capital do grupo EDP já aplicaram globalmente mais de 30 milhões de euros em 26 startups, que juntas empregam mais de 750 colaboradores e têm mais de 100 milhões de euros de receita por ano. No país, a EDP ventures Brasil é o 1º Corporate venture capital voltado ao setor de energia, lançado em 2018 já conta com duas startups investidas que passaram também pelos programas de aceleração da EDP.

Novos parceiros

Três parceiros internacionais se juntaram a esta primeira edição do Starter Acceleration Program: a American Eletric Power, utility que tem mais de cinco milhões de clientes em 11 estados norte-americanos; a Turning Tables, uma empresa de inovação do grupo espanhol Cuerva; e a Verbund, maior fornecedora de eletricidade da Áustria, com quase meio milhão de clientes. O programa conta também com a L Marks e a Ace, duas especialistas em projetos de inovação e empreendedorismo e presença mundial.

Conheça o perfil das startups selecionadas:

Loud Voice – São Paulo (Foco em soluções para Clientes): plataforma de comunicação que permite uma conversa real entre bots e humanos gerando uma experiência de qualidade.

Neras – São Paulo (Smart Grids): solução com IoT voltada para a gestão eficiente do consumo de energia em estabelecimentos comerciais e industriais.

ColabApp – São Paulo (Foco em soluções para Clientes): plataforma que conecta consumidores à administração pública ou a empresas a melhoria da qualidade dos serviços prestados.

BLU365 – São Paulo (Foco em soluções para Clientes): plataforma de negociação de dívidas para gerar valor para credores e devedores por meio da combinação de ciência de dados, CRM e marketing orientado para o desempenho e suporte aos credores.

Fhinck – São Paulo (Inteligência Artificial): utiliza a tecnologia de IoT para eficácia e produtividade da força de trabalho, fornecendo análise em tempo real para melhorar processos e aumentar o desempenho e eficiência das equipes

Rio Analytics – Rio de Janeiro (Inteligência Artificial): empresa focada na aplicação de inteligência artificial para prever falhas de ativos industriais. A plataforma digital, através de algoritmos de aprendizagem promovendo aumentando a eficiência da produção.

Já Entendi – Paraná (Inovação em processos internos): startup de inteligência educacional que oferece uma metodologia capaz de transformar qualquer conteúdo de treinamento, como livros, manuais e folhetos em videoaulas com o uso de câmeras e dispositivos inteligentes.

Thermo-Off – Santa Catarina (Energia Limpa): possui um revestimento (como uma tinta), desenvolvido com base em nanotecnologia, com um alto poder de reflexão dos raios infravermelhos, ajudando grandes empresas a reduzir custos e economizar energia.

Pix Force – Rio Grande do Sul (Inteligência Artificial): desenvolve soluções usando tecnologias de visão computacional, inteligência artificial e machine learning para tratamento e interpretação de imagens e vídeos.

Trato – México (Inovação em processos internos): oferece uma plataforma para gerenciamento e interface de contratos jurídicos utilizando a tecnologia blockchain.

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Corporate Venture in Brasil chega à quarta edição apostando em tecnologia

Passaram-se três anos desde que a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) deu seu primeiro passo para aquecer o cenário de investimento corporativo no Brasil. Provocada pelo mercado, a Agência mergulhou no ecossistema empreendedor e estruturou o Corporate Venture in Brasil, cuja primeira edição ocorreu em 2015. O esforço valeu a pena: até hoje, o evento contribuiu para o aporte de mais de US$ 175 milhões em investimentos no país. A quarta edição do Corporate Venture in Brasil acontece nos dias 02 e 03 de outubro no Hotel Intercontinental, em São Paulo, e a expectativa é exibir ao mercado as oportunidades no setor de Energia e em Construtech, Agritech, HealthTech (respectivamente, tecnologias em construção civil, mineração e mercado imobiliário; tecnologias para a agricultura; e tecnologias para saúde).

A quarta edição do Corporate Venture in Brasil já tem mais de 600 inscritos, de diversas nacionalidades, número que supera os 525 inscritos da edição de 2017. Desde sua primeira edição, em 2015, mais de 1000 pessoas participaram do evento, e centenas de reuniões privadas foram facilitadas pela Apex-Brasil e pela ABVCAP (Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital). “Esse crescimento constante do interesse nas oportunidades de investimento, mesmo durante a crise recente no país, demonstra que o ecossistema brasileiro de investimento corporativo inspira confiança nos investidores e grandes empresas internacionais e nacionais”, destaca a diretora da Negócios da Apex-Brasil, Márcia Nejaim.

No campo da construção civil, mercado imobiliário e mineração, englobados pelo termo Construtech, a janela de oportunidade para inovação tecnológica é bastante ampla. O setor representa cerca de 22% do PIB do país e vivenciou o surgimento inicial de startups focadas em processos, como a compra e aquisição de materiais de construção, equipamentos e a necessidade de gerenciamento eficiente de projetos em geral, que anteriormente dependia da tecnologia “papel e caneta”. Atualmente, no entanto, muitas startups estão navegando a onda de modelagem de informação de construção (BIM), a tecnologia que permite o projeto cross-design e uma abordagem holística e digital para projeto e execução, muito superior ao CAD. O campo de Construtech também está aquecido em realidade virtual e aumentada, no qual startups estão trazendo o modelo 3D do edifício para o canteiro de obras.

“Podemos também ver a ascensão em aplicações de Internet de coisas e wearables que podem melhorar consideravelmente a gestão da mão-de-obra e segurança, bem como a produtividade alavancadas pelo uso de analytics de pessoas, grandes dados e algoritmos preditivos”, destaca o Gerente de Investimentos da Apex-Brasil, Ricardo Santana. Já no campo de tecnologia para o Agronegócio, fica evidente uma nova dinâmica. No centro desse cenário estão as startups, com características difíceis de replicar em grandes organizações (velocidade, energia/engajamento do time, propensão ao risco e cultura de inovação) e conectadas com todos os atores do ecossistema de inovação do país: produtores, cooperativas, revendas, investidores, academia, corporações entre outros. O aquecimento deste mercado pode ser ilustrado pela aquisição, em março deste ano, da Strider pela Syngenta, por exemplo, mas também se nota um forte movimento em busca da co-criação de valor em toda a cadeia.

“O cenário de investimentos também está evoluindo no agronegócio. Grandes cooperativas estão atentas às oportunidades. É o caso da Coplacana, que anunciou recentemente investimento em duas startups, e ainda o primeiro equity crowdfunding para uma startup de Agritech”, complementa Santana. Além disso, merece menção o envovimento da Raízen, com o The Pulse, em Piracicaba (SP) e os investimentos da Monsanto Growth Partners, junto com Microsoft e Qualccomm, em empresas de Agtritech.

Outra aposta, para o Corporate Venture deste ano são as tecnologias em saúde, conhecidas como Healtechs. Para compreender a inovação no Brasil e promover a efetividade de parcerias internacionais neste setor, Apex-Brasil, Fundação Biominas e Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos (Abiquifi) realizaram, no primeiro semestre de 2018, um mapeamento de soluções inovadoras no país. A pesquisa mapeou 1066 organizações (incluindo projetos de pesquisa, startups e empresas) em 20 Estados brasileiros e no Distrito Federal. Destas, as startups eram o tipo de organização mais recorrente (45%), seguida por empresas (30%), e somente então projetos de pesquisa (25%). Em relação à concentração geográfica das organizações, observou-se que a região sudeste brasileira reúne o maior número de iniciativas, em torno de 71%. O resto é distribuído em todo o Sul (16%), Nordeste (8%), Midwest (5%) e norte (1%) regiões.

“Além da busca ativa por organizações, identificamos um total de 354 soluções para o setor, relacionando o potencial das tecnologias, negócios e para internacionalização. Especificamente, quanto ao estágio de maturidade das organizações, cerca de 59% estão na prototipagem suas ideias e projetos e 43,5% dos entrevistados têm algum tipo de atividade internacional. Há uma possibilidade e uma vontade por essas organizações de explorar as atividades internacionais para garantir a sua presença em novos mercados”, ressalta Santana. Em razão de todas as oportunidades mapeadas, nos diversos setores prioritários, a agenda do Corporate Venture deste ano inclui também espaço para que cerca de 20 startups apresentem suas soluções e oportunidades de investimento, além das dezenas de reuniões entre investidores, empreendedores, aceleradoras e grandes empresas investidoras.

Corporate Venture in Brasil

DATA: 02 e 03 de outubro

HORA: 9h – 18h

LOCAL: Hotel Intercontinental (Alameda Santos, 1123, São Paulo)

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Mercado brasileiro de infraestrutura movimentará R$ 719,2 bilhões até 2023, segundo estudo da Neoway

A Neoway, plataforma de inteligência de negócios que monitora instantaneamente fontes públicas e mercadológicas, coletou e organizou os dados sobre o mercado de infraestrutura no Brasil inteiro. A compilação de todas essas informações, levantadas pela ferramenta e analisadas por especialistas, originou o Brasil visto pela Neoway Infraestrutura. O estudo contempla o período de 2018 a 2023, relaciona fatores como fase do empreendimento, região em que está localizado e os investimentos previstos para as obras e construtoras de abrangência nacional.

“A Neoway traz, em segundos, dados que uma empresa inteira de pesquisa levaria dias, meses ou anos para conseguir. Com as informações que podem ser extraídas da plataforma, é possível fazer um acompanhamento perfeito da evolução do setor. Fato que permite às empresas tomarem decisões mais assertivas para seu negócio”, comenta Cristina Penna, CMO e head de Construção Civil da Neoway.

O estudo divide a área de infraestrutura em seis categorias principais: energia, saneamento, indústria, infraestrutura esportiva, transporte e óleo & gás. Os destaques da pesquisa são:

– As obras previstas para o período de 2018 a 2023 somam R$ 719,2 bilhões em investimentos.

– O valor destinado às obras em projeto e intenção, incluindo as sem data para início, é de R$ 627,6 bilhões, número 2,5% maior do que o esperado entre 2017 e 2022.
O – setor de transportes e vias urbanas continua sendo o que mais recebe aportes no Brasil, concentrando 48,9% do montante total no período de 2018 a 2023.

– De uma maneira geral, a região Sudeste permanece com a maior concentração dos investimentos em obras em andamento com 34,4%. Na sequência estão o Nordeste (30,6%), Centro-Oeste (11,2%), Sul (9,7%) e Norte (3,0%).

– Já no ranking de obras em projeto e intenção, o nordeste fica na primeira colocação com 31,3% dos investimentos. O sudeste (27,9%), sul (15,8%), norte (12%) e centro-oeste (6,2%), respectivamente, completam a lista.

“Toda essa infinidade de informações só é possível, pois os profissionais têm em suas mãos, ao mesmo tempo, acesso às informações de fontes primárias, secundárias e próprias da Neoway. Isso faz da solução uma aliada extremamente estratégica a qualquer negócio, independentemente da área de atuação”, conclui Penna.

A Neoway conta com produtos e serviços para 15 verticais. Bancos, seguradoras, bens de consumo, construção, automotiva e saúde são alguns exemplos de áreas contempladas.

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