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Worldline, líder europeia em meios de pagamento, chega ao mercado brasileiro

Com a missão de fortalecer a dinâmica de uma sociedade sem dinheiro, a Worldline ingressa no mercado brasileiro de meios de pagamentos. A companhia é líder europeia no segmento de pagamento e serviços transacionais e amplia a sua atuação no Brasil com o objetivo de facilitar, conectar e proteger os pagamentos no e-commerce de forma eficiente permitindo com que seus clientes ofereçam aos consumidores experiências de compra online simples e segura em qualquer lugar e dispositivo.

No Brasil atua como processadora de pagamento (gateway) global ao conectar o varejista online (especialmente aqueles considerados tier 1) com os vários adquirentes locais. Além disso, possui estratégia de diferenciação bem definida: com alta capacidade de processamento industrial que permite movimentar bilhões de transações eletrônicas, a Worldline atua também como inteligência de negócios para seus clientes por meio de trabalho consultivo constante que permite alavancar performance do e-commerce a trazer resultados operacionais.

A atuação no País é resultado da aquisição da Digital River World Payments, empresa sueca de soluções para o comércio online de classe mundial, firmada no final de 2017 e que já conta em seu portfólio marcas globais do setor de produtos digitais, entretenimento, turismo e venda direta. “A empresa começa no mercado brasileiro, com a experiência de 45 anos no mercado Europeu o que proporciona sinergia tecnológica, eficiência, performance e segurança no processamento de pagamento de e-commerces nacionais que buscam uma atuação global e vice-versa”, explica Thais Fischberg, head Latino América para aceitação de pagamentos online da Worldline.

Sobre Worldline: líder europeia no setor de processamento de pagamento e serviços transacionais no e-commerce. Com 45 anos de experiência e presença em mais de 29 países, a Worldline cria e opera sistemas de pagamento transacional em tempo real para permitir que comerciantes, bancos, governos e outras organizações possam emitir, aceitar, liquidar e gerenciar todos os tipos de transações digitais com seus clientes além dos pagamentos como pedidos, compensação e liquidações, sinistros, bilhetes pré-pagos e prêmios de fidelidade.

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A Inteligência Artificial vai roubar seu emprego?

Por Leonardo Bossan

Recentemente, uma das maiores referências em inovação da atualidade, Elon Musk, falou mais uma vez sobre seus receios em relação aos avanços da Inteligência Artificial (IA). Antes de partir, em março, um dos maiores gênios do nosso tempo, Stephen Hawking, também se manifestou com preocupação sobre o andar do machine learning: “pode ser a melhor ou a pior coisa que já aconteceu à humanidade”.

Opiniões como essas somadas à estranheza causada pelas referências cinematográficas – que vêm automaticamente à nossa mente com flashes de filmes futurísticos, muitas vezes apocalípticos, –, dão um toque de temor ligado à aderência destas tecnologias. É uma nova versão da Revolução Industrial? A Inteligência Artificial vai roubar o seu, o meu emprego?

O ser humano, desde seus primeiros registros, busca alternativas para aumentar a sua produtividade ao criar ferramentas para ajudá-lo em tarefas que são mecânicas e mantêm um padrão. Por isso, quando consegue resolver uma nova equação neste sentido, o conflito é sempre originado da sensação de “criação superando o criador”.

Analisando a questão por diversas óticas, entendo que a pergunta já não é mais se a IA é uma realidade ou não em nossas vidas. A questão agora é: quais são as oportunidades de negócios e de empregos neste novo mundo que está em desenvolvimento?

Fábio Scopeta, diretor de Engenharia e Inovação da Microsoft LATAM, disse, em aula para a série Trends, do meuSucesso.com, que não é tão claro para as pessoas que o avanço da Inteligência Artificial tem o intuito de aumentar a capacidade humana e não de substituir o humano.

Já Bruno Bratti, engenheiro-chefe da Wave Computing – uma startup do Vale do Silício especializada em big data e IA – afirmou, na mesma série, que o futuro das companhias em todo o mundo passará por modelos híbridos de trabalho, em que humanos estarão, juntamente com as máquinas, buscando soluções e novas alternativas para consumidores e diversos mercados. Isso significa que a Inteligência Artificial não tem capacidade de gerar valor por si só, a menos que seja em parceria com a criatividade humana.

Assim como Scopeta e Bratti, acredito que o único caminho para este “admirável mundo novo” é encarar o machine learning como uma realidade, ao invés de lutar contra ele. Observamos inúmeros profissionais e companhias perderem oportunidades ao tentar manter o status, baseados em modelos de negócios ou funções obsoletos. Um exemplo recente é o movimento de taxistas no Brasil que tentaram combater novas formas de transporte coletivo. Não é um caso com aplicação de IA, mas ilustra bem a resistência da categoria ao não conseguir deter avanços de novas empresas oferecendo serviços semelhantes a custos menores – e muitas vezes, até com mais qualidade. Isso significa que o tempo investido na resistência foi praticamente inútil.

Obviamente, grandes pensadores como Hawking têm razão em nos alertar sobre os possíveis caminhos da IA no mundo e seus impactos ainda imensuráveis. Porém, para aqueles que não desejam ser levados pela onda do “avanço”, o ideal é observar (e entender) todas estas mudanças com otimismo, abrindo, assim, caminhos para novas ideias e oportunidades que surgirão e que já estão surgindo.

Leonardo Bossan é diretor da escola digital de negócios meuSucesso.com.

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Indústria paulista gera 9,5 mil postos de trabalho em abril, aponta Fiesp

A indústria paulista encerrou abril com geração de 9,5 mil novos postos de trabalho, uma alta moderada de 0,44% em relação a março na série sem ajuste sazonal. No acumulado do ano, o resultado também sofreu variação positiva, com 32 mil novas vagas (+1,50%). Com ajuste sazonal, o índice apresentou recuo de -0,18% no mês. Os dados de Nível de Emprego do Estado de São Paulo foram divulgados nesta quarta-feira (16/05) pela Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo.

De acordo com o segundo vice-presidente da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, o resultado mostra um viés de baixa para o emprego na indústria paulista. “Apesar de este ser o segundo ano consecutivo em que o emprego em abril apresenta um resultado positivo, os dados estão aquém do esperado, com o nível de emprego industrial exibindo uma recuperação bastante lenta. Por conta ainda de um ambiente de incertezas no cenário político, e dos elevados níveis dos spreads bancários, percebemos que há uma perda de fôlego no processo de retomada da atividade econômica”, avalia Roriz.

Setores e regiões

Entre os 22 setores acompanhados pela pesquisa para o mês de abril, 13 ficaram positivos, 3, estáveis e 6, negativos.

Entre os positivos, os destaques ficaram por conta de produtos alimentícios, com geração de 5.817 postos de trabalho, seguido por coque, derivados de petróleo e biocombustíveis (+1.435), produtos de metal (+1.397) e veículos automotores, reboques e carroceria (+810).

No campo negativo ficaram, principalmente, confecção de artigos do vestuário e acessórios (-941) e produtos têxteis (-380).

A pesquisa apura também a situação de emprego para as grandes regiões do estado de São Paulo e em 36 Diretorias Regionais do CIESP. Por grande região, a variação no mês ficou positiva igualmente em 0,44% no Estado de São Paulo e no Interior paulista. Já na Grande São Paulo, houve queda (-0,07%).

Entre as 36 diretorias regionais, houve variação nos resultados. Nas 27 que apontaram altas, destaque por conta de Franca (2,97%), influenciada pelo setor de artefatos de couro e calçados (4,10%) e produtos alimentícios (2,71%); Sertãozinho (2,58%), por produtos alimentícios (2,41%) e produtos de metal (1,46%) e Piracicaba (2,56%), por produtos alimentícios (9,94%) e veículos automotores e autopeças (1,87%).

Já das 8 negativas, destaque para Jaú (-2,22%), por artefatos de couro e calçados (-28,98%) e produtos de metal (-7,14%); Santos (-1,86%), por impressão e reprodução gravações (-13,82%) e confecção de artigos do vestuário (-13,33%); São Caetano do Sul (-1,37%), influenciado por produtos de metal (-2,65%) e produtos alimentícios (-0,79%).

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Blockchain e seu papel na contabilidade

O blockchain nasceu ligado à bitcoin. Apesar da associação direta, esse tipo de base de dados, vai muito além das criptomoedas.

Para contabilidade, por exemplo, os benefícios são tão significativos que vão afetar (para melhor) a rotina tributária das pessoas físicas e jurídicas. O Livro Razão – modelo obrigatório, porém ultrapassado, de aferição contábil das empresas foi atropelado pelo blockchain, que funciona, também, como um livro contábil, com o registro de todas as transações.

Essa tecnologia é um caminho para os contadores, quase que uma tendência – apesar de ainda pouco fomentada. De acordo com pesquisa da Thomson Reuters, apenas 4% dos entrevistados selecionaram ‘blockchain’ como um modelo de grande impacto em seus negócios em 25 anos.

“É uma plataforma revolucionária e inviolável, que vai transformar a economia global. Uma cadeira de dados descentralizada e segura. A contabilidade é uma das primeiras a sentir este movimento. Aqueles que não se aprofundarem no assunto, têm muito a perder”, avalia Claudio Cifali, empresário contábil e especialista de outsourcing.

As informações armazenadas no sistema, criado em cima da tecnologia P2P, são resistentes a alterações e não podem ser modificadas retroativamente, ou seja, os registros são à prova de adulteração. Desta forma, o sistema coibirá fraudes e sonegações.

Embora a adoção da tecnologia seja fundamental, com a otimização dos processos, muitos profissionais vão perder espaço, inclusive na área de contábil. “A cada 10 funcionários, oito fazem os registros. Se essas informações vão vir prontas com a implementação do blockchain, não vai ter mais papel para esses profissionais. Ou eles se reinventam ou vão perder funcionalidade”, pondera Claudio Cifali.

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Venture Capital e startups: os dois lados da moeda

Por Bernardo Srulzon, diretor de negócios do GetNinjas.com.br

Deixar um emprego formal. Ter uma ideia. Encontrar um co-founder. Criar um MVP. Captar uma rodada de investimento com um fundo de Venture Capital. Este é o processo que a maioria dos empreendedores de tecnologia segue quando está começando um novo negócio, mas poucos de fato entendem a dinâmica destes fundos de investimento e como impactam no dia a dia de suas startups.

Tive a incrível oportunidade de conhecer os dois lados da moeda. Trabalhei na Monashees, um dos principais fundos de Venture Capital brasileiros. Lá pude atuar lado a lado com empreendedores para identificar novas oportunidades de investimento, além de prestar auxílio às empresas que já receberam algum fundo, naquilo que fosse necessário. Hoje, faço parte do time do GetNinjas, desenvolvendo equipes com foco em dados, marketing de performance e produto.

Ao longo dos últimos anos, recebi perguntas sobre os dois lados e espero que esse artigo ajude a consolidar esse conhecimento e sirva como referência para outros empreendedores.

Primeiro, para que servem os fundos de Venture Capital (VC)?

Venture Capital pode ser definido como uma “tecnologia de aceleração de crescimento”. Ou seja, os fundos investem em empresas com potencial para serem muito grandes e injetam dinheiro para acelerar esta jornada em troca de ações da empresa. Este é o caso dos unicórnios brasileiros 99 e Nubank, que em menos de 10 anos construíram empresas que valem mais de U$ 1 bilhão.

De onde vem esse dinheiro?

Na maior parte das vezes, os fundos de Venture Capital investem capital de terceiros, principalmente bancos de investimento, famílias com grande patrimônio, hedge funds e outras instituições financeiras – ou seja, os investidores também possuem investidores! Essas instituições são atraídas para o modelo de venture capital na expectativa de retornos maiores do que as aplicações tradicionais: esperam pelo menos 20% ao ano. Essa é uma forma eficiente de diversificar os investimentos e maximizar o retorno da carteira.

Portfólio: reduzindo riscos

Para conseguir entregar essa rentabilidade, os fundos de Venture Capital também buscam diversificar seus investimentos ao investir em startups de diferentes segmentos – assim, reduzem o risco e conseguem fazer apostas mais ousadas sem prejudicar o retorno final do fundo aos seus investidores.

Um portfólio típico tem de 30 a 50 empresas, investidas ao longo de 5 a 10 anos. São investimentos que demoram para “maturar” (nenhuma empresa grande é construída da noite para o dia), e têm baixíssima liquidez (os fundos não podem retirar o dinheiro da startup após ter investido). Considerando um retorno de 20% ao ano, ao final de 7 anos o fundo precisará ter mais do que triplicado de tamanho!

Como são feitas as decisões de investimento?

Apesar do modelo de portfólio suportar a quebra de algumas empresas sem prejudicar o retorno final, a escolha desse portfólio é crítica para o sucesso do fundo. No momento do investimento, todas têm o potencial de ser o “home run” – aquele investimento que supera todas as expectativas e “paga a conta” das demais empresas.

O principal fator para uma decisão de investimento é o time de fundadores. Mesmo que o mercado seja gigante, que o modelo de negócios esteja bem pensado, um time que não tem visão de longo prazo e capacidade de execução terá chances muito menores de sucesso. Por isso, boa parte das conversas são para entender o que motiva os empreendedores, quais são seus skills, que tipo de cultura incentivam na empresa, quais são seus estilos de liderança, como lidam com situações de incerteza, que relacionamento têm com outros empreendedores, etc.

Smart Money: como investidores agregam valor além do dinheiro

Após o investimento, boa parte dos fundos de Venture Capital brasileiros exerce um papel de consultoria para as empresas investidas – é o que chamamos na indústria de “smart money”. Ou seja, além do dinheiro investido, também pode acelerar o crescimento das startups por meio da sua rede de contatos, ajuda nas contratações de diretores, eventos para networking entre empresas do portfólio, contato para outros fundos de VC, etc.

Um ponto importante é que a decisão final sobre o negócio sempre é do time de fundadores – apesar de ter aportado capital e eventualmente possuir a maioria das ações da empresa, os fundos não costumam comprar o controle da empresa (o que é especialmente verdade nos estágios de Seed, Series A e Series B).

Do outro lado da moeda: a experiência numa startup

Quando fiz a mudança da Monashees para o GetNinjas, tive um choque de realidade, percebi que o mindset e a forma de trabalho de um Venture Capital e uma startup são muito diferentes, apesar de estarem inseridos no mesmo contexto.

Em primeiro lugar, é muito importante escolher bem seu investidor. Existem investidores especializados em um modelo de negócios (marketplaces, software-as-a-service, fintechs, big data, e-commerce, etc), outros atuam com uma abordagem generalista; alguns com experiência “mão na massa”, outros mais distantes da gestão; alguns com “bolso fundo” para investir nas rodadas seguintes, outros focados em estágios iniciais; alguns que se propõe a ser “smart money”, outros que só oferecem o dinheiro. Dependendo de quais são os desafios da empresa, diferentes perfis de investidores podem acelerar seu crescimento de forma mais eficiente.

Segundo, em uma startup você não tem um portfólio – é tudo ou nada. Os riscos são grandes, assim como a expectativa de retorno. E isso muda o mindset dos empreendedores em uma série de fatores:

Gerenciar bem o caixa torna-se uma obsessão, já que esta é uma das principais métricas da saúde de uma empresa. Sem uma posição confortável de caixa, todo o poder de negociação fica nas mãos dos investidores.

A preocupação com a qualidade do time é constante. Precisamos atrair os melhores talentos em todas as áreas e em todos os níveis, então investimos semanas em processos seletivos rigorosos. Confiamos em quem contratamos e damos autonomia para o time tomar decisões importantes.

Os objetivos e metas precisam estar claros. Utilizamos a metodologia de OKRs, em que definimos objetivos e metas trimestrais para todos os times. Os times ficam mais engajados, propõe soluções melhores e continuam alinhados com os objetivos da empresa.

Decisões não podem ser baseadas em “achismo”, então investimos em uma infraestrutura de dados que nos ajuda a tomar todas as decisões importantes de negócio e de produto.

Qualquer um pode ter boas ideias – o que realmente faz a diferença é a execução. Para cada startup bem sucedida, havia centenas de competidores que foram deixados para trás por um time de melhor qualidade, com maior atenção aos detalhes e entregas mais eficientes.

Por fim, uma das características mais importantes de empreendedores bem-sucedidos é a resiliência. Algumas empresas estão construindo novos mercados, novas tecnologias e novas tendências, que podem levar tempo até se tornarem realidade. Os times que lidam bem com o fracasso, que estão preparados para adaptar sua estratégia e trabalhar incansavelmente, são os que provavelmente conseguirão construir grandes empresas.

Após vivenciar os dois lados da moeda, em Venture Capital e numa startup, avalio que ainda estamos desenvolvendo um ecossistema de tecnologia no Brasil, com maior qualificação dos empreendedores, talentos sendo formados pelas principais universidades, crescimento dos fundos de investimento e alguns casos de vendas e IPOs de empresas brasileiras que valem mais de 1 bilhão de dólares. Por isso, trata-se de um excelente momento para investir ou trabalhar em tecnologia no Brasil e incentivo todo mundo a se arriscar como eu.

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T-Systems e microsoft anunciam parceria para cloud pública

A T-Systems, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, e a Microsoft acabam de anunciar uma parceria estratégica para a oferta de serviços em nuvem pública com foco em quatro pilares: aplicativos SAP; serviços gerenciados para Microsoft Azure e Microsoft 365; soluções digitais baseadas em inteligência artificial (IA); e realidade aumentada em conjunto com Internet das Coisas (IoT).

Em um primeiro passo, as duas companhias vão intensificar sua cooperação no campo da Internet das Coisas, anunciaram o CEO da T-Systems, Adel Al-Saleh, e o vice-presidente executivo da Microsoft, Jean-Philippe Courtois, durante a Hannover Messe, na última segunda-feira (07/05).

“Um dos blocos centrais do recente realinhamento da T-Systems é nossa estratégia ‘Public Cloud First’. Estou mais do que satisfeito em poder combinar as ofertas em nuvem da Microsoft com nossos serviços e produtos”, afirma Al-Saleh.

“Na Microsoft, oferecemos uma infraestrutura de nuvem com escala global combinada com o poder de dados inteligentes e IA de nossa plataforma Microsoft Azure Cloud. Ela será combinada com a excelência das ofertas da T-Systems em operação de negócios que atendem as demandas dos clientes”, diz Courtois.

IoT como serviço, da plataforma às soluções fim a fim

A primeira área de colaboração entre as duas empresas será IoT: utilizando a Azure como nuvem preferencial, a T-Systems desenvolveu e vai operar a “Cloud of Things – built on Azure”. A solução oferece serviços IoT pré-configurados, como monitoramento remoto para logística, soluções de pós-vendas para o setor automotivo e soluções de rastreamento e monitoramento.

A arquitetura aberta e modular é baseada nos serviços IoT Microsoft Azure, garantindo adaptação eficiente e extensão flexível da plataforma. Todas as funcionalidades necessárias para a construção de uma solução IoT, com gerenciamento de equipamentos e usuários, gerenciamento de eventos, simulações, analytics e dashboards configuráveis estão disponíveis diretamente e podem ser customizados de acordo com as necessidades dos clientes. A arquitetura aberta permite também serviços adicionais e integração entre máquinas e equipamentos, permitindo que as empresas usuárias construam soluções fim a fim completas.

A Microsoft Azure permite aos seus usuários atingir escala global, com as 50 regiões da Azure – mais do que qualquer outro provedor. A Microsoft continua priorizando a expansão geográfica da Azure, respondendo à demanda de algumas das maiores companhias do mundo por desempenho e disponibilidade, atendimento a regras locais e preferências dos clientes sobre a localização de seus dados.

Ao mesmo tempo, os serviços em nuvem vêm se tornando mais importantes para soluções de negócios com foco em grande volume de clientes. Muitas empresas têm movido suas aplicações para a nuvem para tirar vantagem da rápida escalabilidade, eficiência e custos mais baixos. A T-Systems suporta seus clientes com serviços gerenciados de infraestrutura, plataformas e aplicações a partir da nuvem, permitindo que eles se concentrem em seus negócios.

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Presidente da Algar Tech é mentora em programa de desenvolvimento da liderança feminina

Tatiane Panato, presidente da Algar Tech, foi escolhida para participar como mentora na segunda edição do programa “As Executivas do Amanhã”. Promovido pela EXEC, o objetivo é estimular o empoderamento da mulher e a liderança feminina nas organizações.

Dez estudantes do último e penúltimo ano da graduação de todo o país serão escolhidas para se conectarem com executivas que se destacam em sua área de atuação. Serão três encontros em que cada mentora orientará uma universitária. Haverá, ainda, um encontro geral para discutir o tema diversidade de gêneros. As inscrições estão abertas por meio do site: https://bit.ly/2IgVvjF

O índice de mulheres que ocupam cargos de CEO no Brasil é de apenas 16%, segundo pesquisa da Women in Business, da Grant Thornton. Embora esse número tenha aumentado nos últimos anos, ainda é muito baixo. “O fato de ser possível formatar um programa como este já é um grande avanço”, afirma Panato. “Porém, ainda temos um longo caminho a percorrer”.

A executiva iniciou sua carreia na área financeira e está no grupo Algar há 19 anos. Após adquirir ampla experiência em atividades administrativas de Finanças e Negócios no segmento TIC (Telecom e TI), em 2013 assumiu a função de diretora Financeira e de Relações com Investidores na Algar Telecom. Na Algar Tech, atuou como vice-presidente de Operações, respondendo pelas áreas de operações, marketing, vendas e negócios internacionais. No início deste ano se tornou a primeira mulher a ocupar o cargo de presidente em uma das empresas do grupo Algar.

Graduada em Ciências Contábeis pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), é especializada em Finanças e Planejamento Empresarial também pela UFU, com MBA em Gestão Avançada de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e em Finanças e Relações com Investidores pela Fipecafi. Tem ainda participações em treinamentos internacionais nas instituições Insead e IMD.

“A Algar Tech é uma empresa que valoriza a diversidade e igualdade de gênero dos seus 12 mil associados e possui as mulheres em sua maioria, sendo que 54% dos colaboradores são mulheres e 52% dos cargos de liderança da organização são ocupados por mulheres. Quando faço uma reflexão sobre toda minha trajetória até aqui, vejo quanta coisa aprendi. E agora tenho a oportunidade de passar para frente esses ensinamentos que poderão, quem sabe, fazer a diferença na carreira de uma jovem mulher. É gratificante fazer parte deste programa”, ressalta Tatiane Panato.

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GFT figura no último relatório da Gartner sobre blockchain

Para bancos, seguradoras e provedores de serviços de pagamento, o blockchain oferece agora soluções que não eram possíveis com as tecnologias convencionais de antes. Um exemplo disso é o faturamento avançado (advanced invoicing), que usa uma solução de blockchain para fornecer economias de custo significativas no mundo real e reduzir drasticamente o risco de fraude.

Uma das principais conclusões do relatório da Gartner foi como o pool de experientes fornecedores de serviços de blockchain está expandindo rapidamente, com os serviços de consultoria existentes sendo complementados pela expansão de provedores de serviços especialistas em blockchain. Como o interesse em cases de blockchain aumentou para além das ofertas de serviços financeiros originais, toda a geografia e todo setor vertical agora têm uma infinidade de provedores específicos.

Como mencionado no relatório da Gartner: “A GFT oferece aproveitamento de ponta-a-ponta de soluções de blockchain e de DLT para resolver desafios de negócios e apoiar a criação de ‘provas de conceitos’ (POCs) para testar soluções potenciais, seguido de expansão para aplicações industriais quando apropriado. ”

O relatório também destaca várias fraquezas no mercado atual. “Todavia, há uma escassez de pessoal qualificado que entenda a tecnologia blockchain e que consiga ajudar a alinhar essa solução com potenciais negócios”. Isso, no entanto, é um dos pontos fortes dos serviços de blockchain da GFT, especialmente porque a companhia também tem uma vantagem adicional, com recursos nearshore, para redução ainda maior dos custos.

Em 2015, a GFT Reino Unido criou um modelo para DLTs dentro do setor de commodities. A criação deste aplicativo fazia parte de um programa ainda em curso, chamado “Projeto Júpiter”, cujo objetivo é incubar ideias de negócios disruptivos e de soluções de prototipagem rápida em torno da tecnologia blockchain. Desde então, foram implementados protótipos na Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido para vários cases, incluindo: empréstimos, transações de pagamento, fundos distribuídos e compensação e liquidação transnacionais.

Por exemplo, um aplicativo foi criado para o Royal Bank of Scotland com base no ethereum para testar o conceito de pagamentos interbancários entre uma rede conectada de bancos. A prototipagem flexível dos cases na incubadora GFT e nos Laboratórios de Inovação Digital da companhia permite que os desenvolvedores rejeitem rapidamente abordagens não promissoras e invistam apenas em design eficazes. A GFT tem como objetivo ajudar seus clientes a entender as inúmeras maneiras pelas quais eles podem alavancar o DLT e estabelecer os seus próprios modelos de negócios viáveis.

De acordo com o managing director latam da GFT, Marco Santos, “a inclusão no relatório do Gartner enfatiza que a GFT é vista como um player estratégico para transformação digital baseada em Blockchain e Ledger Distribuído”. Já Richard Miller, chefe de estratégia de tecnologias disruptivas da GFT, afirma que “nós estamos vendo um enorme interesse de clientes que desejam examinar como a tecnologia de Ledger Distribuído pode agregar valor aos seus negócios. As empresas estão reconhecendo que agora é a hora de utilizar DLT e blockchain para cases não críticos que têm potencial para ser verdadeiramente transformadores”.

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Fintechs comemoram aprovação do Cadastro Positivo e criam manifesto de apoio ao Projeto de Lei

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou o texto-base do Projeto de Lei Complementar (PLP) 411/17, que prevê a inclusão automática de consumidores no Cadastro Positivo.

O Cadastro Positivo é uma alternativa aos problemas enfrentados pelo setor de crédito e às altas taxas de juros praticadas na concessão de crédito, com base no Cadastro Negativo – que considera apenas as informações de inadimplência ou atrasos de pagamentos e não as informações positivas, mesmo quando o cliente possui um bom histórico de pagamentos – e aplica taxas de juros mais altas, de acordo com o teor negativo do histórico. Por ser a única fonte de informações utilizada pelas empresas e instituições financeiras, o Cadastro Negativo é uma das razões que contribuem para que o spread bancário seja alto.

De acordo com a Nexoos – fintech líder de mercado na modalidade Peer to Peer Lending (P2P) – empréstimo coletivo – que conecta pequenas e médias empresas que necessitam de empréstimos a potenciais investidores, o compartilhamento de informações positivas pode modificar este cenário e beneficiar todos os envolvidos, como já foi comprovado com base nos 120 países que adotam o cadastro positivo e praticam taxas de juros muito inferiores às praticadas no Brasil, como Estados Unidos, Inglaterra e países da América do Sul. “Essas mudanças irão ajudar os consumidores a terem muitos ganhos, como juros mais adequados a seu perfil”, explica Daniel Gomes, CEO da Nexoos.

Em parceria com a Associação Brasileira de Crédito Dgital (ABCD) e as demais fintechs associadas, a Nexoos declarou apoio tanto ao conceito de cadastro positivo quanto ao Projeto de Lei Complementar (PLS 212/2017), por meio de manifesto de apoio publicado em fevereiro deste ano.

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Maior evento de tecnologia para o mercado financeiro da América Latina será realizado de 12 a 14 de junho

O CIAB FEBRABAN – Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras – será realizado entre os dias 12 e 14 de junho, no Transamerica Expo Center, em São Paulo. A 28ª edição do maior evento de tecnologia para o mercado financeiro da América Latina será ainda maior e ocupará sete halls do Centro de Convenções, um a mais do que as edições anteriores, totalizando 36 mil m2, além disso, contará com mais de 140 expositores confirmados, 47 patrocinadores e mais de 270 palestrantes, que apresentarão as mais importantes tecnologias e inovações do setor para um público estimado de mais de 20 mil visitantes.

“O CIAB FEBRABAN é o principal ponto de encontro entre executivos do segmento financeiro. Este ano, temos expectativas de um grande evento e de novo recorde de participações, já que a edição anterior, em 2017, registrou crescimento de 18% de público”, comenta Gustavo Fosse, diretor setorial de Tecnologia Bancária da FEBRABAN.

Estarão presentes empresas multinacionais, startups, companhias internacionais e fornecedores de diferentes soluções tecnológicas para o mercado financeiro. Além da participação de grandes e reconhecidas multinacionais, o Lounge Fintech, integrado à exposição e presente pela terceira vez no evento, reunirá startups em um ambiente propício para o networking com os executivos do setor.

Além disso, o lounge contará com um “Sandbox”, ambiente para demonstração e experiências com novas tecnologias. Em 2018, o campeonato de fintechs e as finais do Hackathon acontecerão dentro do lounge propiciando, assim, uma maior interação com o público da exposição.

Neste ano, Inteligência Exponencial será o tema central que norteará todo o conteúdo do evento, com debates sobre como o desenvolvimento de tecnologias como Inteligência Artificial, Machine Learning, Blockchain, Open Banking e IOT implicam em constantes alterações no comportamento social, e como tais alterações podem rapidamente criar ou destruir negócios.

O assunto será explorado por renomados palestrantes durante o CIAB FEBRABAN. O fórum, dividido em oito auditórios, reunirá palestrantes nacionais e internacionais em debates sobre inovações tecnológicas, transformações digitais e o futuro do sistema financeiro. Especialistas como Ben Pring, diretor do Centro para o Futuro do Trabalho da Cognizant Technology Solutions e Marie Wieck, gerente geral de Blockchain da IBM, já confirmaram presença.

O público participante também poderá acompanhar as discussões que serão lideradas por importantes keynote speakers. O presidente do Itaú Unibanco, Candido Bracher; a engenheira, empreendedora e filósofa futurista, Nell Watson; e o futurista e humanista, CEO da Agência do Futuro, Gerd Leonhard, estão entre as personalidades confirmadas.

O evento promoverá, ainda, o já tradicional CIAB Fintech Day, um dos mais importantes encontros entre instituições financeiras e fintechs do Brasil. Neste ano, o campeonato envolverá fintechs e insurtechs, e, pela primeira vez, terá a participação de startups latino-americanas. O objetivo da competição é identificar startups que tenham sinergia e potencial para colaborar com bancos, seguradoras e instituições financeiras.

Para conferir a programação completa, acesse: www.ciab.org.br.

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Braspag viabiliza pagamentos pelo Apple Pay

A Braspag, empresa do grupo Cielo, viabiliza pagamentos realizados pelo Apple Pay, serviço que a Apple acaba de lançar no país. Com a solução é possível realizar pagamentos usando os dispositivos da marca – celular ou relógio – por aproximação, substituindo-se, assim, o cartão. Também é viável pagar compras em lojas e aplicativos, semelhante ao funcionamento de uma carteira digital.

Neste segundo formato, a cada transação, o consumidor escolhe em sua carteira digital com qual cartão deseja pagar (ele pode armazenar quantos desejar). O lojista recebe, a partir do aparelho, os dados do cartão de forma criptografada. Essa criptografia é transmitida à Braspag, decodificada pela empresa e transmitida ao adquirente. Neste processo, ninguém tem acesso aos dados abertos do cartão em nenhum momento e somente a Braspag é capaz de decodificar os dados criptografados, proporcionando, assim, mais segurança ao lojista e ao portador.

A Nextel e a Ticket 360 são os primeiros clientes Braspag a oferecer o novo método. O lojista interessado em operar com o Apple Pay deverá ser homologado pela Braspag que entregará a ele uma espécie de chave para cifrar os dados do cartão de crédito do cliente. Tais dados estarão salvos na carteira digital do cliente, ou seja, armazenados no aparelho compatível com a tecnologia: o Apple Pay é compatível com iPhones, iPads e Macs com sensor biométrico – ou reconhecimento facial, no caso do iPhone X.

“Acreditamos muito no potencial do Apple Pay. A Braspag está sempre buscando possibilitar aos lojistas que ofereçam as mais variadas formas de pagamento aos seus clientes, trazendo praticidade para o dia a dia da operação, segurança e ampliando, assim, as chances de conversão de vendas”, afirma Rogério Signorini, diretor geral da Braspag.

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Laboratório de tecnologia itinerante da IBM volta à estrada para capacitar estudantes em Internet das Coisas

A IBM Brasil anuncia o início de uma nova viagem do Hackatruck, projeto de educação da companhia, que conta com o apoio da Apple e Flex, e execução do Instituto Eldorado. Nessa segunda viagem, o caminhão itinerante passará por 11 universidades localizadas de ponta a ponta do Brasil e terá como objetivo capacitar estudantes de cursos relacionados à tecnologia da informação sobre IoT (Internet of Things). Desta vez, o caminhão funcionará como um “makerspace”, ou seja, um espaço onde os alunos poderão criar e desenvolver protótipos de projetos relacionados ao tema.

A Internet das Coisas vem se popularizando com rapidez no mercado brasileiro. Com grande potencial de crescimento, tem atraído cada vez mais profissionais e estudantes da área. De acordo com dados da consultoria IDC, IoT deve movimentar US$ 8 bilhões no Brasil neste ano. Os principais investimentos na tecnologia devem partir de setores como saúde, indústria, agricultura e infraestrutura urbana.

O curso oferecido pela IBM é gratuito e tem 6 semanas de duração, com carga horária de 120 horas. Durante este período, os alunos selecionados para as aulas serão capacitados na linguagem de programação Swift para iOS, utilizarão metodologias avançadas de desenvolvimento (DevOps, Agile, Scrum e Design Thinking) e tecnologias voltadas a Internet das Coisas. Além disso, todos os participantes poderão desenvolver protótipos de suas ideias. Neste ano, os alunos serão desafiados a criar projetos relacionados a sete temas de grande importância para a sociedade: Saúde, Educação, Indústria 4.0, Varejo, Segurança, Mobilidade Urbana e Sustentabilidade. Além da grade oficial, haverá palestras sobre novas tecnologias, como Inteligência Artificial, Computação Quântica e Blockchain, e carreiras em TI.

Na primeira fase do projeto, realizada entre setembro de 2014 e dezembro de 2017, o Hackatruck percorreu mais de 48.000 km e passou por 10 universidades em todas as regiões do País. Cerca de 4 mil alunos assistiram às aulas e workshops. “É nossa missão ajudar na capacitação de futuros profissionais em novas tecnologias, para que cheguem ao mercado bem preparados para inovar e atender às demandas das empresas. O Hackatruck é um projeto muito importante nesse sentido e os resultados da primeira fase nos deixam muito felizes e engajados para lançar uma nova edição”, afirma Carlos Hopf, Líder de Parcerias Educacionais e Pesquisa & Desenvolvimento da IBM Brasil.

Itinerário e inscrições

A segunda fase do Hackatruck Makerspace será realizada entre maio e dezembro deste ano e passará por seis universidades nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. As datas de chegada do caminhão nas outras cinco universidades serão divulgadas posteriormente.

PUC Campinas (SP): 2 de maio a 8 de junho;
Universidade Católica de Brasília (DF): 25 de junho a 3 de agosto;
PUC-PR (Curitiba/PR): 7 de agosto a 18 de setembro;
PUC-RS (Porto Alegre/RS): 24 de setembro a 7 de novembro;
Unichapeco (Chapecó/SC): 12 a 30 de novembro;
Unicesumar (Maringá/PR): 3 a 21 de dezembro.

Os interessados em participar do Hackatruck devem ser alunos das instituições parceiras e deverão completar um curso de ensino a distância disponível no site do projeto. Os participantes com a melhor pontuação serão selecionados para as aulas presenciais no caminhão-escola. Para mais informações, acesse www.hackatruck.com.br.

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Conflito entre sócios é uma das principais causas de mortalidade entre as startups

Em média, 25% das PMEs no Brasil fecham suas portas com apenas dois anos de atividade, sendo que com cinco anos este índice aumenta para mais de 50%, de acordo com dados do Sebrae. Os principais motivos são baixos lucros, alto endividamento e principalmente baixo nível de gestão empresarial. Entre as startups, estudos mostram que 74% fecham as portas após cinco anos de abertura – e uma das principais causas de mortalidade dessas empresas é o conflito entre sócios, seja pelo desacordo entre os papéis ou até mesmo pela distribuição das cotas relacionados ao negócio.

Para fugir deste cenário, que pode prejudicar a imagem da startup perante investidores, uma boa alternativa é apostar em ajuda jurídica especializada. Pedro Schaffa, sócio-fundador da SBAC Advogados – escritório especializado em startups e PMEs -, explica que uma consultoria pode orientar os empreendedores no início da jornada com questões burocráticas, além de prever possíveis adversidades no caminho.

De acordo com o especialista “uma consultoria especializada conhece os problemas comuns às startups e atuando de forma preventiva, sendo capaz de elaborar um contrato que proteja a empresa e os sócios de possíveis contratempos”.

Schaffa listou algumas dicas para a parceria entre os sócios se manter de forma saudável durante todas as etapas do negócio:

1 – Estude o mercado

A falta de estudo sobre o mercado, afinidade com o segmento de atuação, concorrência, fornecedores e público-alvo é um erro bastante comum entre os empreendedores que não conseguem se manter no mercado. Ao abrir uma sociedade, vale levar em conta se os dois sócios estão focados nos mesmos objetivos, com expectativas alinhadas e interesses em comum para evitar dores de cabeça no futuro.

2- Crie um acordo entre os sócios

Segundo Pedro Schaffa, o ideal é preparar um Acordo entre Sócios logo no início da jornada empreendedora, a fim de evitar qualquer problema na relação dos fundadores da empresa. “Este documento deve, preferencialmente, ser negociado junto com a abertura da sociedade (contrato social), pois é muito mais difícil negociá-lo com a empresa em andamento”, afirma o advogado.

3 – Defina os papéis

Entre as funções do Acordo de Sócios estão as questões de governança, ou seja, explicar qual sócio é responsável por qual área da empresa, como cada um se dedicará a suas funções. Isso irá ajudar também a prever questões relacionadas à venda da empresa – determinando a proteção do minoritário e a proteção do majoritário.

Além disso, o documento deve conter cláusulas informando como a empresa se relacionar com parentes dos sócios e ter uma previsão de punição para sócios inadimplentes com suas obrigações sociais.

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Programa de Inovação visa aproximar grandes empresas e startups

Mais que contribuírem para oportunidade de negócios e emprego, as startups são a chave para levar inovação aos mercados tradicionais, trabalhando na solução de desafios encontrados em diversos setores. Pensando neste objetivo, a Organica, empresa líder em aceleração de negócios, desenvolveu um Programa de Inovação aberta com o objetivo de aproximar startups e grandes empresas que possuem objetivos semelhantes.

A ideia é buscar startups que auxiliem as grandes empresas a encontrarem soluções para algumas áreas internas da companhia. “Ao final do programa, o objetivo é que as empresas tradicionais vejam as startups como futuros fornecedores ou mesmo passem a investir na compra de participações nesse setor, revolucionando e trazendo soluções novas para seus mercados”, explica Pedro Paulo Moraes, sócio da Organica.

Nesta semana, a aceleradora deu início a sua primeira ação que será realizada no setor de saneamento: o Iguá Lab, que encontrará auxílio para a Iguá Saneamento, empresa que atua no gerenciamento e na operação de sistemas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário. O projeto, realizado em parceria com o BrazilLAB, selecionará startups com soluções voltadas aos cinco desafios lançados. São eles:

Desafio Fintech: como diminuir a inadimplência e a evasão de receitas?

Desafio Perdas: como reduzir os índices de perda de água e fraude?

Desafio Comunicação: como melhorar a comunicação entre a Iguá e seus clientes?

Desafio Treinamento: como disseminar o treinamento aos mais de 1.500 colaboradores da Iguá?

Desafio Tecnologia: quais as melhores tecnologias para realizar investimentos mais eficientes?

As startups vencedoras poderão se beneficiar de duas formas: por meio de contratos de fornecimento de soluções por um ano firmados com a Iguá Saneamento ou com investimento direto de forma minoritária. Com a parceria, ainda receberão mentoria de executivos da companhia e terão a oportunidade de apresentar as soluções para um grupo de investidores.

As inscrições para o Iguá Lab vão até o dia 15 de junho no endereço http://igualab.com.br/. No site também estão detalhadas todas as etapas e detalhes do programa.

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EqSeed prorroga até 20 de maio inscrições para startups captarem até R$2 milhões cada no segundo semestre

A EqSeed, plataforma que conecta startups a investidores, prorrogou até 20 de maio seu processo de seleção de startups. A fintech está selecionando empresas interessadas em participar de rodadas individuais de investimento para captar entre R$ 300 mil e R$ 2 milhões cada no segundo semestre de 2018. Serão escolhidas até dez startups e as inscrições devem ser feitas por meio do site www.eqseed.com/captar. A expectativa da plataforma é que cerca de mil empresas apliquem para o processo seletivo.

“Estamos recebendo muitas propostas interessantes e por isso decidimos oferecer mais uma semana. Mais de 2 mil startups já aplicaram para nossos processos de seleção de empresas, e dessas empresas somente as 18 consideradas as mais promissoras foram selecionadas para efetuar suas rodadas de investimento pela plataforma. Esse rigor na avaliação, afinal o índice de aprovação é de 1%, é o que garante a qualidade das empresas, e que, por sua vez, atrai os investidores para construam seus portfolios de investimento em startups conosco”, afirma Greg Kelly, sócio-fundador da fintech.

No que diz respeito ao perfil das empresas potencialmente selecionáveis, Kelly explica que a plataforma procura por startups já com um produto ou serviço pronto e tração nos seus mercados.”Procuramos escalabilidade e disrupção nos modelos de negócios, que são os alicerces das startups que tendem a se transformar nas próximas empresas de grande porte no médio e longo prazo. Também avaliaremos em detalhe a equipe, seu plano de negócios e mercado alcançável, além de um due diligence, verificando se a empresa não tem pendências ou dívidas. Startups de qualquer setor que atendam aos pré-requisitos do processo podem concorrer”, explica.

Investimentos em franca expansão

A EqSeed vive um momento de intenso crescimento, principalmente após se tornar a primeira plataforma de investimentos em startups aprovada pela Comissão de Valores Mobiliários em janeiro desse ano. Entre outros vários indicadores, a empresa ultrapassou a marca dos R$ 5 milhões investidos e registrou crescimento de 20% na sua base de investidores somente em 2018, base que hoje conta com mais de 12 mil investidores pessoa jurídica e pessoa física. O ticket médio dos investidores na plataforma superou R$ 11 mil em todas as rodadas nos últimos 12 meses.

O último processo de seleção, do primeiro semestre de 2018, já confirmou 8 rodadas de investimento, sendo que 4 já foram concluídas (Housed, DinDin, Allugator, Kokar), duas estão abertas (GreenAnt e Sirius), e mais duas estão por iniciar ainda no primeiro semestre. Agora, a empresa busca até 10 startups para rodadas no segundo semestre. Dessa forma, a meta total somente em 2018 é totalizar R$ 12 milhões investidos em até 20 rodadas de investimento.

“As rodadas de investimento na EqSeed são concluídas em somente 9-60 dias dado nosso foco intenso na qualidade das empresas selecionadas, e a reputação que isso em torno gera com os nossos investidores. Ainda, com a aprovação da plataforma pela CVM, o investidor agora pode investir em startups e empresas em expansão de maneira segura e confiável. Por isso que cada vez mais empresários, executivos, professionais e até investidores pessoas jurídicas estão construindo suas carteiras de investimentos em startups via EqSeed.”, finaliza.

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Entender o comportamento do consumidor tornou-se ponto-chave no eCommerce

Por Juan D’Antiochia, Gerente Geral da Worldpay para a América Latina

O comércio eletrônico tem conquistado a América Latina por ser uma maneira prática e rápida de comprar produtos com segurança. De acordo com o Relatório Global Payments 2017 da Worldpay1, o crescimento global do eCommerce deverá ser de 11% até 2021 e a América Latina é uma das regiões de destaque.

Os consumidores estão entusiasmados com a possibilidade das compras online e, ao mesmo tempo, as empresas estão investindo para oferecer opções e preços competitivos. O setor varejista nunca esteve tão dinâmico, como demonstrou a notícia divulgada recentemente sobre o início da venda de eletrônicos pela Amazon. As empresas estão aprendendo a ir além – desenvolvendo um profundo conhecimento sobre o perfil de cada consumidor e suas preferências no momento da compra online.

As marcas estão usando o eCommerce para obter mais vendas de novos clientes, à medida que mais e mais brasileiros se sentem confortáveis com as compras on-line. Assim, existem dois tipos de comportamentos: compras transacionais puras e compras experienciais. A primeira, compras puramente transacionais, reflete os consumidores que procuram pelos menores preços e não se importam com o processo ou com a loja em que ele está comprando– e este tem sido um comportamento comum levando-se em consideração o crescimento dos sites comparativos de preços no país. O segundo grupo, compras com experiência, está relacionado aos consumidores que priorizam todo o processo e que ofereça simplicidade, transparência e uma jornada personalizada durante as compras.

Para garantir a relevância e a fidelidade dos clientes, as empresas que operam online no Brasil podem implantar uma série de técnicas, tais como: oferecer alertas para notificar o consumidor quando um produto estiver disponível ou aplicar descontos especiais para compradores on-line pela primeira vez. Estes são os tipos de benefícios já oferecidos pelas empresas e apreciados pelos consumidores em muitas lojas físicas, mas, nos próximos anos, deve ocorrer mais investimento na experiência de compra geral e uma menor distinção entre lojas online e off-line.

Grandes redes varejistas, que começaram seus negócios em lojas físicas, estão de olho no aumento de seus ganhos ao investir exponencialmente no comércio eletrônico e se adaptar às compras com experiência. Considerando que os consumidores estão cada vez mais conectados, é essencial que as empresas melhorem seus processos de gerenciamento de métodos de pagamento com o intuito de oferecer uma experiência personalizada de compra.

Segundo o Relatório Global Payments da Worldpay, o método mais popular de pagamento no Brasil são os cartões de crédito (61%), seguidos pelos boletos bancários (15%) . Mas existe uma tendência que as e-wallets e os pagamentos contactless aumentem suas participações no mercado, assim como sua popularidade, porque deixam os pagamentos via smartphone mais fáceis e seguros. O mCommerce no Brasil deverá atingir US$ 10,1 bilhões até 2021 devido à alta penetração de smartphones – com 1.3 dispositivo móvel per capita, de acordo com a Worldpay.

Um outro levantamento conduzido pela Abcomm e Atlas2 indicou que as compras com smartphones cresceram 9% no primeiro semestre de 2017 em relação ao mesmo período do ano passado. Os jovens, entre 25 e 34 anos, são o grupo com maior penetração de dispositivos móveis (38%), apesar do perfil ter mudado bastante nos últimos anos, com os adultos aumentando o tempo de permanência para compras online, e utilizando os smartphones para isso.

Os comerciantes precisam estar preparados para essa nova onda no comércio eletrônico no Brasil, adaptando seus sites para a versão móvel e oferecendo os métodos de pagamento preferidos dos clientes. As compras com experiência são uma nova oportunidade para converter vendas, estar perto dos consumidores e conquistar novos negócios!

1 Global Payments Report 2017 da Worldpay

2 Pesquisa “E-commerce Radar 2017” da Abcomm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) e Atlas

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Ascenty inicia construção de novo data center em Jundiaí

A Ascenty, empresa líder no mercado de data center com foco na América Latina, anuncia a construção de uma segunda unidade no município de Jundiaí, a nona da empresa no Brasil. A primeira fase projeto conta com um aporte de R$150 milhões e deverá ser concluída no primeiro semestre de 2019.

“Jundiaí é um polo de negócios, industrial e logístico de importância nacional, que nos oferece uma excelente infraestrutura e localização, por isso, apostamos na construção de mais uma unidade no município. O data center Jundiaí 2 está estrategicamente localizado ao lado da unidade Jundiaí 1, o que permite uma ampliação das oportunidades aos clientes”, comenta Roberto Rio Branco, diretor institucional e marketing da Ascenty.

O novo investimento da companhia está em linha com o crescimento do mercado e visa atender a demanda das empresas por infraestrutura de qualidade. De acordo com o Gartner, os investimentos com sistemas de data center devem crescer 3,7% em 2018. A Ascenty atua no segmento com o modelo de colocation, que oferece aos clientes a infraestrutura necessária (espaço, refrigeração, energia elétrica, segurança predial etc.) para que eles montem e operem seus centros de dados.

“Neste ano, iniciaremos a construção de seis novas unidades no Brasil. O mercado continua com forte demanda por data centers de classe mundial, com alta conectividade e baixa latência, um dos diferenciais das ofertas da Ascenty”, afirma Roberto.

Com oito anos de mercado, a Ascenty oferece uma infraestrutura segura e totalmente redundante, certificada pelos principais órgãos internacionais. Todas as unidades da empresa possuem sistema de distribuição tri-bus (três linhas de energia estável atendendo cada módulo) e sistemas de diesel que permitem aos geradores uma autonomia de mais de 48 horas sem reabastecimento. No quesito segurança física, existe um monitoramento 24×7 com detecção automática de movimento em alta definição, além de uma equipe de segurança própria altamente capacitada.

Além disso, os data centers da companhia estão interconectados por redes de fibra óptica proprietárias, com mais de 4.500 km de extensão. Todas as unidades possuem certificações Tier III do Uptime Institute e TR3 da TÜV Rheinland, que atestam a qualidade da infraestrutura.

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Startup facilita a gestão de reembolsos de viagens corporativas

A rotina de quem trabalha no mercado financeiro pode ser bastante estressante e tensa. Dados da Previdência Social mostram que, no último ano, no Brasil, mais de 199 mil empregados foram afastados dos seus cargos por motivos de saúde, sendo que os atuantes no mercado financeiro lideram esse ranking.

Quando se trabalha em uma consultoria financeira, essa rotina pode se tornar ainda mais tensa. Além da preocupação com a saúde financeira dos seus clientes, esses profissionais precisam também se organizar com as visitas aos clientes, gerenciando todo o processo de reembolso de despesas como alimentação, hospedagem, entre outros gastos.

Vivendo neste cenário quase que diariamente, os empreendedores Bruno Pain e Thiago Campaz, que trabalharam por mais de cinco anos como consultores financeiros no setor de Agronegócios, se uniram para criar uma solução mais tecnológica, simples e menos burocrática para otimizar o processo de reembolso de viagens corporativas.

“A gente trabalhava muito e viajava com frequência para atender clientes e um dia pensamos que, com o auxílio da tecnologia, poderíamos criar algo para otimizar todos esses processos – escanear notas e preencher relatórios. Isso ajudaria não só os funcionários, mas também a empresa, gerando economia de tempo e também dinheiro”, explica Bruno Pain, co-fundador e diretor do VExpenses.

Os empreendedores apresentaram a ideia a dois colegas que possuíam conhecimento técnico e que poderiam viabilizar a criação da plataforma imaginada. Leandro Martins e Káliman Borges gostaram do projeto e aceitaram o desafio.

Assim nasceu o VExpenses, um aplicativo que vem ajudando empresas de diversos segmentos a ganhar mais agilidade e ter mais transparência na prestação de contas com seus clientes e colaboradores. O app facilita o reembolso e a gestão das despesas como deslocamentos, custos e pagamentos em geral. A plataforma já conta com clientes espalhados por todo o Brasil e na América Latina.

Facilidade em um clique

O VExpenses funciona assim: após uma despesa, o funcionário tira foto do recibo com a câmera do celular e o sistema identifica automaticamente os dados, atualizando o responsável da área com relatórios para o monitoramento e aprovação das despesas. Com a tecnologia, é possível fazer análises, limitar despesas, visualizar de forma rápida o gasto médio dos funcionários e controlar o cartão corporativo. Outra vantagem é aumentar a produtividade. Pesquisa da ferramenta mostrou que – com uso do app – é possível reduzir em 88% o tempo gasto pela empresa com estas tarefas.

Tempo é dinheiro

Ainda de acordo com Pain, a tecnologia não substitui o profissional que antes era responsável por organizar os reembolsos, mas sim otimiza e automatiza esses processos, fazendo com que ele tenha mais tempo para se dedicar a outras tarefas, podendo pensar em nossas estratégias que poderão gerar mais negócios para a empresa. “Era muito chato ter que, após uma viagem cansativa, separar todos os comprovantes de despesas, digitalizar esses documentos e, ainda, colocar um por um em uma planilha. Para os funcionários, percebemos que era um tempo perdido em que ele poderia estar se dedicando a tarefas mais produtivas”.

Diminuição de fraudes

Outra grande aplicação do app é no controle de fraudes. Segundo a consultoria de gestão Hands on Solution, as empresas perdem cerca de 8% de seu faturamento em desvios e o reembolso é uma das maneiras mais fáceis de adulterar processos. Com o uso do app, é possível fazer comparativos, tendências e fiscalizar os gastos.

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