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Creditas realiza a maior captação do mercado de fintechs em 2017 no total de R$ 165 milhões

Com o propósito de democratizar o acesso ao crédito com garantia e baixar as taxas de juros no Brasil, a Creditas, plataforma digital de empréstimos, anuncia a captação de mais R$ 165 milhões em investimentos na Série-C. A nova rodada teve como líder a Vostok Emerging Finance (VEF), fundo de investimento cotizado na Bolsa da Suécia focado em fintechs de mercados emergentes. Além do novo sócio, também participaram os atuais investidores da Creditas, incluindo Kaszek Ventures, Quona Capital, QED Investors, International Finance Corporation (“IFC” do Banco Mundial) e Naspers Fintech.

A Creditas cresceu 7 vezes nos últimos 12 meses e pretende utilizar os recursos para dar suporte ao plano de expansão da fintech, com os investimentos direcionados principalmente para tecnologia e expansão da base de clientes. Com 285 funcionários, a Creditas quer desenvolver novos produtos e explorar novos mercados no próximo ano.

“Queremos manter esse ritmo de crescimento acelerado nos próximos anos. Estamos só no começo, em 3 anos queremos crescer 30 vezes. Além disso, nosso objetivo é liderar a disseminação do crédito com garantia como instrumento para reduzir a taxa de juros do consumidor, fomentando o uso produtivo do endividamento”, aponta o CEO e fundador da Creditas, Sergio Furio.

A Creditas é uma plataforma de empréstimo de crédito segura e digital, com a missão de reduzir o peso das dívidas no bolso dos brasileiros, oferecendo empréstimos com garantia ao consumidor com as taxas mais acessíveis do mercado, a partir de 1,15% a.m.

No Brasil, 70% dos imóveis e veículos estão quitados, mesmo assim, os proprietários acabam pagando uma das maiores taxas de juros no planeta em empréstimos sem garantia. A Creditas usa esses ativos como garantia para oferecer empréstimos mais baratos, seguindo o mesmo modelo dos EUA e a Europa.

“Acreditamos que o Brasil oferece a maior oportunidade para fintechs do mundo e a Creditas está atacando essa oportunidade com um enfoque totalmente diferente. A empresa tem uma das equipes de gestão mais fortes que temos visto, por isso, estamos ansiosos para apoiá-los nesta jornada à frente”, aponta o diretor da Vostok Emerging Finance, Dave Nangle.

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Sete tipos de bancos na selva da revolução digital

Por Daniel Domeneghetti

Se os bancos fossem uma grande fauna, quais tipos de operações e marcas personificariam o instinto animal? Qual grife bancária seria um predador como os tubarões? Ou inerte feito um paquiderme? Quem seria o mais camaleônico? E a cobra por agir rápido e rasteiro nos negócios?

Diante da selva disruptiva que se tornou o setor bancário, fruto da Transformação Digital, não se sabe atualmente o grau de maturidade de disrupção e inovação dos bancos. Todos se movimentam rumo à digitalização. Isso é fato. Mas quem dá passos mais largos e quem atua mais timidamente?

Pensando nisso, após o desenvolvimento do estudo “Régua da Transformação Digital no Setor Financeiro”, eu tive a ideia de compartilhar as sete categorias “selvagens” de player existentes no mercado atualmente com o objetivo de materializar de maneira lúdica como o segmento bancário brasileiro se porta frente à jornada da transformação digital. Lembrando que tais categorias não estão ligadas à competividade geral dos bancos.

O ponto de partida foi o darwinismo, que em linhas gerais afirma que os seres vivos evoluem de acordo com a necessidade de adaptação à natureza. A natureza, neste caso, é o meio digital e a adaptação reside na capacidade dos bancos em suportarem as mudanças. Tem Zumbi Digital, Presas Futuras, Sobrevivente Internos, dentre outros tipos de operações.

Na sua opinião, o Itaú, considerado o maior banco privado do País, está enquadrado em qual categoria? Descubra abaixo.

Zumbis Digitais – São operações que ainda vivem no mundo web, não entendendo a diferença entre web e digital porque estão mortos para a evolução. Os exemplos são Banco da Amazônia, Sicredi, BMG, Modal, Fibra, Tribanco, ABC Brasil e Rodobens.

Inerciais –São organizações poderosas, porém lentas. Atuam em várias frentes da transformação digital, mas com fraca estratégia e modelo. Não transformam nada para a ótica de quem o interessa, o usuário final, e, em geral, são reféns dos modelos de negócios e mercados tradicionais. Neste modelo cabem Citi, Safra, Banrisul e Banco do Nordeste.

Presas Futuras – São operações menores, rápidas em responder a ameaças, mas que no final costumam perder o jogo, sendo mortos ou adquiridos de forma subvalorizada pelos sobreviventes, especialmente pela categoria dos Inerciais. Nesta categoria enquadram-se Banco Votorantim, Banco Pan, Banco Alfa e Crefisa.

Wannabes – São marcas relevantes do mercado que adotam evidências externas de transformação digital, como aplicativos, por exemplo. São motivadas pelo novo, mas preferem parecer a ser ou simular a fazer tudo por falta de coragem, recursos e competências. É sucumbida por perceberem que vivem de aparência. Vale citar Daycoval, Pine, BTG Pontual, Sofisa e Agiplan.

Sobreviventes Eternos – Grupo formado por instituições líderes do setor bancário. Protagonistas, são os players sobreviventes a todas as transformações de era porque detêm ativos valiosos e são agressivos o suficiente para antecipar tendências. Em linhas gerais, não propõem a disrupção, mas são rápidos em reagir. Provavelmente estarão aí nos próximos 100 anos. Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa são a personificação do grupo dos sobreviventes eternos.

Bichos Diferentes – Nu Bank, Banco Original, Uno Bank, Neon e Inter fazem parte deste grupo híbrido. Adjetivados como estranhos, porém muito inovadores, difíceis de categorizar e imitar porque atuam em mercados diferentes, com lógicas e propostas de valor diferenciados. Ameaçam a todos os demais players e causam transformações definitivas nos mercados que atuam. É pura disrupção.

Smart Killers – São pequenos e recentes, entretanto capazes de ameaçar grandes presas sem serem percebidos inicialmente. Por isso, são comprados a preço de ouro pelo nicho dos “Sobreviventes” e, principalmente, pelos “Inerciais”. O Next figura sozinho como exemplo de marca neste critério.

Vimos que em meio às pegadas da revolução digital já deixadas pelo mundo, o setor financeiro sinaliza transformações intensas, puxadas por novos sistemas tecnológicos, físicos e por que não biológicos – como vimos acima- capazes de criar modelos inéditos nas suas estruturas corporativas globais. Basta saber quem sobreviverá à mudança de era se adaptando “darwinisticamente” ao seu hospedeiro maior, o cliente.

Daniel Domeneghetti é especialista em inovação corporativa e CEO da e-Consulting, boutique de estratégia, líder em criação, desenvolvimento e implementação de serviços profissionais em TI, Telecom e Internet para empresas líderes em seus mercados.

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VTEX anuncia compra da Xtech Commerce por 14 milhões

A VTEX, a principal multinacional latino americana de cloud commerce, destaque no Quadrante Mágico da Gartner, anuncia durante o VPS 2017, evento global do ecossistema Vtex que reúne cerca de 1 mil pessoas no Brasil, a compra da startup Xtech Commerce, plataforma de e-commerce para PME’s, por R$ 14 milhões. O objetivo da aquisição é unificar, junto com a Loja Integrada, a divisão de Small and Medium Business da VTEX em uma atuação global. A partir de agora, Alfredo Soares passa a ser Co-Head Global SMB da companhia ao lado do também sócio, Breno Nogueira.

“Nossa empresa atende 30% das companhias mais valiosas do mundo, mas entende que a cauda longa é fundamental para o ecossistema de lojas virtuais. Nosso principal objetivo com a união é criar a melhor solução do mundo para pequenos e médios lojistas e a Xtech possui tanto o time e a cultura que buscamos”, ressalta Mariano Gomide Faria, fundador e Co-CEO da Vtex.

Com a fusão da Xtech com a Loja Integrada, a divisão de SMB da VTEX passa a contar com mais de 26 mil lojas ativas, que juntas transacionam aproximadamente um bilhão de reais por ano.

O objetivo da fusão é, além da consolidação da VTEX no mercado nacional, ampliar a oferta da solução omnichannel para pequenas e médias empresas na América Latina e, na sequência, nos mercados norte-americano e europeu. Atualmente, a VTEX já atende marcas como Walmart, Disney, Boticário, Coca-Cola e Avon, além de ter outras 2 mil lojas espalhadas em 27 países.

“Nos sentimos muito honrado de sermos adquirido por um dos maiores players globais neste segmento, pois comprova o trabalho de qualidade que estamos fazendo junto com nosso time nos últimos três anos. Passamos por muitas dificuldades, e me orgulho em dizer que mesmo sem ajuda financeira de investidores, conseguimos revolucionar o mercado de lojas virtuais PME’S, e ser uma das poucas empresas bem sucedida do setor de tecnologia que não recebeu capital. Agora o desafio é unificar a oferta para esse tipo de empresa em escala global.”, afirma Alfredo Soares, Co-Head Global SMB da companhia e ex CEO da Xtech Commerce.

A Xtech Commerce cresceu 200% em 2017 e atualmente conta com mais de 45 mil lojas criadas, que juntas são responsáveis por um faturamento anual acima de R$ 200 milhões. A marca começou suas operações criando 35 lojas e hoje já passa de 160 e-commerces sendo abertos diariamente pela plataforma. A meta da empresa para o próximo ano é manter o crescimento acelerado, investir em produto e iniciar o processo de internacionalização.

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Grupo New Space é certificado como Empresa Estratégica de Defesa no Brasil

Selo EED é concedido para a unidade de negócios NS Prevention, especializada em inteligência cibernética, prevenção de fraude e análise de risco

O Grupo New Space, um dos líderes em serviços de tecnologia para o setor financeiro no Brasil, anuncia a conquista da certificação de Empresa Estratégica de Defesa – EED. O selo é concedido somente às companhias que fazem investimentos de porte em desenvolvimento tecnológico e industrial que pode beneficiar as Forças Armadas do Brasil.

A homologação, concedida pelo Ministério da Defesa, atesta que a NS Prevention, unidade especializada em inteligência cibernética, prevenção a fraudes e análise de riscos, detém conhecimento e domina tecnologias essenciais para a manutenção da soberania nacional.

“Todos os produtos e serviços que fazem parte de nossa plataforma de inteligência receberam a certificação do Ministério da Defesa. Esse reconhecimento traz ainda mais credibilidade para os nossos serviços e soluções, já que se trata de um processo de certificação extremamente rigoroso. Atualmente, existem menos de 80 companhias brasileiras em todos os setores da indústria com esse nível de qualidade”, comemora Thiago Bordini, Diretor de Inteligência Cibernética do Grupo New Space.

Para receber o selo EED, uma empresa precisa preencher uma série de requisitos como, por exemplo, ter sua sede administrativa e industrial no Brasil, investir constantemente em atividades de pesquisa e ter maioria de brasileiros em seu quadro de acionistas. Além disso, uma das condições mais importantes diz respeito ao compartilhamento tecnológico, uma vez que as empresas certificadas devem dividir com as Forças Armadas do Brasil os direitos de propriedade intelectual e industrial de seus produtos. Em contrapartida, são autorizadas a ter acesso à estrutura das Forças Armadas para desenvolver novas tecnologias, sua estrutura de inovação e aprimorar sua capacidade tecnológica.

O processo de avaliação durou aproximadamente dois anos. O Grupo New Space foi analisado por diversas comissões do Centro de Defesa Cibernética do Exército (CDCIBER) e pelo Ministério da Defesa antes de conquistar o selo EED.

“A certificação permitirá que o Grupo New Space dê um salto tecnológico em suas ofertas, beneficiando seus clientes de todos os segmentos, inclusive o financeiro. Para o Governo, o Grupo New Space poderá expandir sua presença, participando com prioridade de licitações públicas”, explica o executivo.

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CommScope premia os parceiros de maior destaque no ano, durante o CALA Partner Challenge

Pelo décimo ano, a CommScope, empresa global e líder no mercado de soluções de infraestrutura, realizou seu encontro anual CALA Partner Challenge. O local escolhido para a edição 2017 foi a Praia do Forte, na Bahia, onde 45 de seus revendedores e 5 de seus distribuidores mais importantes da região se reuniram com o objetivo de manter uma colaboração próxima e reconhecer seu trabalho conjunto, tendo em vista os desafios futuros.

“Realizar o Partner Challenge a cada ano é de suma importância para nós. Desta forma podemos continuar fortalecendo nossa relação com os parceiros de negócio e, trabalhando juntos, os estimulando a não só oferecer produtos, mas ir além para que possam apoiar os clientes com soluções completas”, comentou Matias Fagnilli, diretor de vendas da CommScope para a região do Caribe e América Latina. “Da mesma maneira, os parceiros que vão ao evento podem conhecer em primeira mão a estratégia para o próximo ano, além de se manterem em dia com tudo o que virá no futuro.”

Durante o evento, que acontece em um momento de evolução dinâmica da tecnologia, dos modelos de negócio e do desenvolvimento do mercado na América Latina, salientou-se a importância para a CommScope de trabalhar muito próximo a seus parceiros, algo diferente do que é feito no setor, e que destacou a empresa em toda região.

“O evento girou em torno do compartilhamento de visão, estratégia e táticas para que, junto com a comunidade de canais e distribuidores possamos oferecer não apenas a melhor tecnologia, mas o melhor serviço e suporte para os usuários finais. Também nos familiarizamos com as mudanças que estão acontecendo nos centros de computação, redes corporativas e mercados verticais de rápido crescimento e investimento, tudo com a finalidade de estar preparados para os novos desafios”, acrescentou Carlos Morrison Fell, diretor de engenharia para a região do Caribe e América Latina na Commscope.

Para Matias Fagnilli e Carlos Morrison Fell, um dos aspectos mais relevantes que o Partner Challenge tem é a possibilidade de compartilhar a estratégia global corporativa da empresa, tanto de estrutura interna, capacidade de inovação e manufatura, como seu programa de desenvolvimento de parceiros de negócio e seu foco local para América Latina, por meio do qual os parceiros de negócio tornam-se consultores de confiança para os clientes.

“Este ano contamos com a presença de mais de 100 participantes de 45 de nossos parceiros de países como México, Argentina, Brasil, Colômbia e Costa Rica; além de cinco dos principais distribuidores, que compareceram como patrocinadores e compartilharam toda sua experiência de trabalho com os clientes de maneira mais próxima. É importante assinalar que, para que os parceiros possam comparecer a este evento, devem atender a certos requisitos ao longo do ano e alcançar objetivos determinados”, acrescentou Matias Fagnilli.

Durante o encontro foram entregues os CALA Awards 2017 aos parceiros que mais se destacaram em diversas categorias: Newcom como ‘Partner com o rendimento de treinamento que mais se destacou’; PGCOM, como ‘Partner com a implementação mais bem-sucedida imVision’; ERA Telecomunicações como ‘Partner com os rendimentos mais altos’; e RETO como ‘Partner com o desempenho que mais se sobressaiu no processo de garantias”, entre outros.

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Youtube Live com CEOs discute Futuro da Indústria para 2018

A GE, líder da transformação digital da indústria, realiza em 14 de dezembro mais uma transmissão ao vivo, pelo Youtube e Facebook, para discutir os passos práticos e possibilidades que acompanham a transformação digital. Para discorrer sobre o tema e apontar possibilidades para o próximo ano, companhia contará com a presença de CEOs do setor de tecnologia e inovação. São eles: Alex Szapiro, Country Manager da Amazon.com.br; Milton Beck, Diretor Regional do LinkedIn para a América Latina; e Laércio Cosentino, fundador e CEO da TOTVS. Pela GE, Viveka Kaitila, CEO da operação Brasil integrará o painel compartilhando os passos que a empresa vem dando nos últimos anos. A proposta é abordar três principais pilares que tornam a digitalização real: Transparência, Confiança e Treinamento. Para moderar o debate as empresas contarão com Fabiana Pires, editora do The Brief.

Juntos, os executivos vão discutir os entraves para a digitalização das empresas, os primeiros passos práticos para que ela se concretize, além do papel da tecnologia e da inovação neste processo. Segundo um estudo da GE, elaborado nos Estados Unidos com 250 executivos provenientes dos setores de energia, transporte, abastecimento de água etc., foi constatado que 80% deles acreditam que o processo de digitalização industrial será importante para assegurar a competitividade de suas empresas. Ao mesmo tempo, a maior parte não acha que essa transformação possa ocorrer nos próximos oitos anos. E cerca de 90% não estão dando os passos necessários para aproveitar as oportunidades que visualizam no futuro.

“Precisamos mostrar para as pessoas que a transformação digital já começou e é necessário dar os primeiros passos em direção a ela: agora”, afirma Viveka Kaitila, CEO da GE Brasil e representante da GE durante a transmissão. “A digitalização da indústria já deixou de ser tendência e começa a trazer frutos de produtividade para as empresas que a adotaram, mas sabemos que implementar essas soluções ainda é um desafio. É por isso que essa iniciativa é tão importante”, finaliza Viveka.

A transmissão acontecerá em 14 de dezembro, às 15 horas, ao vivo nos canais do YouTube e Facebook da GE, e contará com a participação do público online. Quem participar pode ter suas perguntas respondidas pelos executivos participantes. Não deixe de conferir! No Facebook, a GE está promovendo um evento que reúne todas as informações e novidades, acesse.

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Mercado brasileiro de tablets volta a cair no terceiro trimestre, constata estudo da IDC Brasil

Foram comercializadas 1,02 milhão de unidades entre os meses de julho e setembro de 2017, 3% a menos do que no mesmo período de 2016; Receita foi de R$ 485 milhões, ou seja, queda de 6% em comparação com o mesmo período do ano passado

Já, quando comparado com o segundo trimestre deste ano, mercado teve aumento de 30% em vendas e de 33% em receita.

O mercado de tablets continua em queda. De acordo com o estudo IDC Brazil Tablets Tracker, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, as vendas do dispositivo caíram 3% no terceiro trimestre de 2017 em comparação ao mesmo período de 2016. Foram vendidas 1,02 milhão de unidades contra 1,05 milhão em 2016. A receita total foi de R$ 485 milhões, 6% a menos do que no terceiro trimestre de 2016, quando a receita chegou a R$ 516 milhões. Já na comparação com o segundo trimestre de 2017 as vendas cresceram 30% e a receita total teve alta de 33%, em função, basicamente, das compras antecipadas para o Dia das Crianças.

“Mesmo com o varejo estocando tablets para atender a demanda do Dia das Crianças, o mercado apresentou queda. Porém, foi uma retração menor do que a apresentada nos terceiros trimestres dos últimos dois anos”, afirma Wellington La Falce, analista de mercado da IDC Brasil. Segundo ele, a data influenciou também a queda no tíquete médio no período. “Houve grande procura por aparelhos mais baratos e promoções. Por isso, o preço médio dos aparelhos passou de R$ 488, no terceiro trimestre de 2016, para R$ 472 no mesmo período de 2017, ou seja, queda de 3%”, completa.

Para o quarto trimestre, a IDC prevê a comercialização de 1,18 milhão de tablets, com uma receita semelhante a do mesmo período de 2016, quando foram movimentados R$ 600 milhões. “Acreditamos que serão vendidos 3,76 milhões de tablets em 2017, 5% menos do que em 2016, quando chegamos a 3,98 milhões de unidades comercializadas. A receita total de 2017 deve ser de R$ 1,85 milhão, o que representa uma retração de 10% na comparação com o último ano”, conclui La Falce.

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Engineering do Brasil é selecionada para integrar projeto Ítalo-Brasileiro de inovação tecnológica nas áreas de Big Data e Indústria 4.0

O projeto da Engineering – multinacional italiana fornecedora de soluções e serviços de TI – foi selecionado dentre os demais concorrentes para receber financiamento e integrar o “Joint Lab on Big Data for Industry 4.0”, uma iniciativa da Fundação Cultural Ítalo-Brasileira (Fibra) – órgão criado pela Embaixada do Brasil em Roma e pela Universidade de Bologna (UNIBO) para a promoção da ciência e de pesquisas entre os dois países. O projeto conta ainda com a participação da prestigiada Universidade de Santa Catarina (UDESC) em conjunto com o Laboratório de Tecnologias de Gestão (LabGES), além de outras empresas brasileiras e italianas.

A ideia é implementar um Joint Lab ítalo-brasileiro entre as duas instituições de educação e empresas privadas da área, com a colaboração de acadêmicos, estudantes e especialistas das empresas, para desenvolver pesquisas e soluções em Big Data para Indústria 4.0, com foco principal em Manufatura e Gerenciamento de Água. Mais especificamente, o projeto visa estudar modelos inovadores e ampliar o valor agregado da Tecnologia da Informação nas empresas, analisando soluções existentes para Joint Labs atuais e propondo novas abordagens para fomentar desenvolvimentos tecnológicos.

O laboratório visa criar uma troca de informações entre diferentes parceiros com diferentes origens e reunir o mundo acadêmico e as indústrias com uma abordagem multidisciplinar para promover o nascimento de novas ideias e iniciativas. Será a reunião das melhores competências do mercado e das universidades para alcançar inovações analisando soluções existentes e desenvolvendo projetos de pesquisa para aperfeiçoar tecnologias voltadas para diversas áreas.

O desenvolvimento dessas pesquisas e soluções proporcionarão não somente inovação, mas também uma maior segurança e assertividade para os Gestores, que poderão apoiarem-se em dados aprofundados para legitimar suas decisões na administração.

“A Engineering está muito feliz em fazer parte deste projeto ambicioso e enriquecedor e disponibilizará os melhores profissionais e recursos para atender esta demanda. Com certeza servirá para troca de informações, intercâmbio de profissionais, rompendo as fronteiras por meio da tecnologia e se transformando no alicerce necessário para a inovação nos futuros projetos, principalmente os voltados para Manufatura e Gerenciamento de Água”, explica o CEO da Engineering do Brasil, Filippo di Cesare.

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Capgemini apoia Governo do Reino Unido na robotização de processos

A Capgemini anuncia um acordo de 2 anos com o Governo Britânico para desenvolver um Centro de Excelência (CoE) em Robotização de Processos (RPA-Robotic Process Automation). O CoE, pronto e em pleno funcionamento, ajudará a acelerar a adoção da RPA em todo o Governo Central, prestando suporte a diversos departamentos no desenvolvimento de planos específicos para automatizar alguns de seus processos administrativos e documentais.

Considerado o maior facilitador da transformação do setor público, o RPA é uma metodologia na qual o software é programado para realizar tarefas básicas de forma autônoma em todas as aplicações, reduzindo a carga de tarefas repetitivas e simples executadas pelos funcionários. Capaz de ser desenvolvida e implementada em questão de semanas, a RPA tem ótima relação custo-benefício e, geralmente, pode apresentar ROI (retorno sobre o investimento) em poucos meses. Conhecida por melhorar drasticamente a velocidade e a precisão do processamento, ela resultará em um serviço rápido e de qualidade superior para a população.

O RPA ajudará os departamentos governamentais a utilizarem a tecnologia para executar tarefas repetitivas, que podem envolver informações de diferentes bancos de dados – como, por exemplo, para verificar um pedido de serviço, concessão ou benefício. O novo CoE reúne um time de profissionais especializados e experientes em tudo o que está na vanguarda desta tecnologia, aplicada para os setores público e privado. Servindo como uma vitrine para atividades de RPA, ao fornecer treinamentos e demonstrações, e também auxiliando departamentos a identificarem potenciais iniciativas de RPA e a realizar uma análise detalhada dos benefícios potenciais antes da decisão de implementação.

“A automação é um elemento-chave da solução de transformação digital da Capgemini. Estamos muito satisfeitos por termos sido selecionados para trabalhar com o Gabinete do Reino Unido em um projeto tão estratégico”, comentou Christine Hodgson, presidente da Capgemini UK. “O RPA abre uma excelente oportunidade para que as organizações do setor público conquistem ganhos significativos de produtividade e para que se concentrem em serviços de valor agregado. Com base nos trabalhos realizados para o setor público do Reino Unido e em nossa experiência global em RPA, estamos confiantes de que o Centro de Excelência terá um papel fundamental no apoio à transformação dos serviços públicos”.

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Startups e pequenas empresas estão com mais de 50 vagas abertas

Depois de o País ter passado por uma das piores crises econômicas de sua história, uma pesquisa recente da Fundação Getúlio Vargas (FGV) sinalizou um aumento favorável no mercado de trabalho nos próximos meses. As startups e PMEs estão colaborando com este crescimento. Um estudo inédito feito pelo Sebrae apontou que os pequenos negócios são os responsáveis pela geração de renda de 70% dos brasileiros. Confira algumas das melhores vagas abertas atualmente:

Contabilizei

A Contabilizei, reconhecida pelo prêmio da Love Mondays como uma das melhores empresas (PME) para se trabalhar em 2017, está com mais de 25 oportunidades abertas para profissionais juniores, plenos e seniores. A empresa procura pessoas que tenham finalizado ou estejam cursando o ensino superior, sejam organizadas, disciplinadas e adorem tecnologia. Para a cidade de São Paulo, eles buscam um Inside Sales e um Consultor Contábil Júnior. As outras vagas são para Curitiba.

Inscrições: todas as vagas estão disponíveis no link

Easy Carros

Eleita a melhor startup do Brasil e a segunda melhor do mundo pela G-Startup no Vale do Silício em 2016, a Easy Carros está com diversas vagas abertas para a cidade de São Paulo. As oportunidades são para Desenvolvedor, Analista UX e Head de Sales. Eles vão priorizar os candidatos resilientes, motivados, com boa comunicação, dinâmicos, empáticos e organizados. A startup, que está presente em mais de 70 cidades, usa tecnologia para conectar motoristas e frotas de empresa a profissionais da área automotiva, como lavagem ecológica, troca de óleo, bateria e outros serviços.

Inscrições: As vagas estão disponíveis no link ou pelo próprio linkedin da empresa.

GetNinjas

Listada pela Forbes como uma das empresas mais promissoras do Brasil, o GetNinjas, maior plataforma de contratação de serviços do País, está em busca de Product Manager para o time de pagamentos e Product Manager para aquisição. Há vaga aberta para estagiário de Business Intelligence também. A empresa busca pessoas apaixonadas por tecnologia e que estejam dispostas a aprender sempre mais. A startup de alto crescimento já captou mais de R$ 47 milhões de investimento da Tiger Global, Monashees Capital e Kaszek Ventures – alguns dos mais reconhecidos fundos de venture capital.

Inscrições: todas as vagas estão disponíveis no link

Rappi

Criada no Vale do Silício e acelerada pelo Y Combinator, a mais importante incubadora de startups do mundo, a Rappi, startup que disponibiliza assistentes pessoais pela cidade para delivery de qualquer produto, está em busca de profissionais de Growth & Performance Marketing (Marketing de crescimento e desempenho). A startup levantou 50 milhões de dólares no Vale do Sílicio e está em pleno crescimento, por isso não limita o número de talentos que podem ser contratados.

Inscrições: Envie um e-mail para trabalheconosco@rappi.com com seu Linkedin.

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1° projeto do Brasil em vendas assistidas: FH faz implementação de SAP Hybris na Leroy Merlin

Antes, os clientes chegavam à loja, discutiam com o vendedor o projeto de sua casa, verificavam o preço e a disponibilidade de estoque de determinado produto. Hoje, por meio do multiatendimento, usando o site e o celular, os vendedores podem ofertar mais informações sobre cada produto, o que transforma a compra em uma experiência única e diferenciada. Com essa integração entre site e mobile, a Leroy Merlin se tornou a primeira rede no setor de Varejo de Materiais de Construção (multiespecialista do lar, especializada em construção, acabamento, bricolagem, decoração e jardinagem) a atuar 100% no modelo omnichannel.

O primeiro projeto em vendas assistidas omnicanal do Brasil, com a ferramenta SAP Hybris, foi implementado pela FH, empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software, na Leroy Merlin, o projeto iniciou em janeiro de 2016 e teve duração de um ano e meio. A unidade piloto, ou seja, a loja 3D foi a de São Bernardo do Campo.

Segundo o Diretor de TI e Inovação da Leroy Merlin, Matthieu Grymonprez, após a implementação na loja de São Bernardo do Campo, com o go live em julho de 2017, a Leroy deve fazer o rollout na loja da marginal Tietê. “Na realidade, em um prazo de oito meses almejamos implementar o mesmo sistema nas 41 lojas da rede. 2018 será um ano transformador para Leroy”, acrescenta.

Grymonprez diz, ainda, que o omnicommerce é uma tendência que os varejistas devem seguir para manter a competitividade no mercado. Ele comenta que, junto com a FH, foi criada uma ferramenta sob medida para Leroy. “É fundamental ter um parceiro estratégico, que entende o negócio, as necessidades e a velocidade que se pretende implementar os desafios. A escolha da FH foi satisfatória pela experiência em SAP e SAP Hybris”.

Atendimento customizado, serviço sob medida para os clientes e vendas 100% assistidas. “É isso que a Leroy vem fazendo”, afirma o Head of Technology Business Unit FH, Sandro Stanczyk, que destaca a importância de acompanhar os clientes em toda a jornada de compras.

Stanczyk explica que a solução SAP Hybris dá suporte completo ao vendedor em um processo de venda assistida. “Por exemplo, o cliente vai até a loja e o vendedor acessa direto do celular os produtos e informações específicos sobre o mesmo (características, promoções, quantidade disponível), se por ventura aquela mercadoria não estiver na loja, ele consegue visualizar o estoque das outras unidades. Ou seja, com essa ferramenta, o atendente amplia as possibilidades de venda”, esclarece.

Em resumo, conforme expõe o Head da FH, a venda assistida omnicanal além de melhorar o controle de estoque; flexibilizar e aprimorar os fluxos de saída de vendas; compartilhar oportunidades em todos os canais de venda; também diminui o tempo de atendimento; possibilita ofertas personalizadas; proporciona o multiatendimento, ou seja, permite atender vários clientes ao mesmo tempo, com mais de um carrinho por pessoa; determina o melhor fluxo logístico; entre outros benefícios.

Acompanhar a jornada de compras dos clientes faz a diferença

O Diretor de TI e Inovação da Leroy Merlin confirma que as conversões aumentaram: “80% dos clientes que iniciam a jornada no site finalizam a compra na loja. A interatividade entre o site e a loja é alta, isso porque os clientes verificam informações dos produtos, baixam tutoriais, tiram dúvidas. Anteriormente, havia distorção entre as ferramentas de e-commerce e das lojas. Então, para garantir uma experiência diferenciada e ‘sem costura’, resolvemos unificá-las em uma mesma plataforma e criamos um carrinho compartilhado. Isso significa que o cliente inicia sua jornada de compra em casa, no tablet, no celular e termina a compra na loja”.

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Duratex abre inscrições para Hackathon 2017

Buscando cada vez mais o uso da inovação em seus processos e produtos, a Duratex, maior empresa produtora de painéis de madeira industrializada e de louças e metais sanitários do Hemisfério Sul, além de líder no mercado brasileiro de pisos laminados, realiza, entre os dias 18 e 20 de dezembro, seu Hackathon. O evento reunirá pessoas empreendedoras para uma maratona de criatividade, prototipagem e colaboração. Juntos, os participantes serão responsáveis por elaborar e gerar novas aplicações, produtos e negócios para a Unidade de Negócio Madeira, uma das divisões da companhia.

Com inscrições abertas até o dia 10 de dezembro, o projeto é destinado aos colaboradores da Duratex e ao público externo com idade a partir de 18 anos e residentes em território nacional. Do total de inscritos, 75 pessoas serão selecionadas e divididas em três grupos, sendo eles: público externo, colaboradores com vínculo direto ao negócio Madeira e funcionários sem ligação com o produto.

Para Gabriela Rezende, responsável por esta iniciativa, a inovação está no DNA da Duratex e a realização do evento possibilita a mobilização de colaboradores e sociedade na busca por resultados cada vez mais expressivos para a companhia. “Nosso objetivo é promover novas ideias e ações pioneiras, por isso, decidimos expandir esse conceito e acelerar o nosso processo de inovação por meio da troca de informações e conhecimento, fomentando a criatividade dos colaboradores e ampliando o relacionamento com o mercado”, diz.

Seguindo a metodologia do Startupi Education em parceria com a Baita Aceleradora, no Hackathon, os grupos irão trabalhar no desenvolvimento de novas ideias e aplicações para a divisão que possui a unidade florestal e fábrica de painéis e pisos laminado. Ao término do período de construção e estudo, haverá uma banca examinadora que avaliará os projetos considerando a expressividade, qualidade, inovação e impacto das soluções. Os vencedores do desafio receberão vale-presente no valor de um mil reais e terão suas propostas analisadas pelo núcleo de inovação da Duratex, que pretende implementar as melhores práticas apresentadas.

A Duratex tem apostado cada vez mais em inovação e mobiliza seus colaboradores para que se engajem e tragam atitudes e ideias inovadoras para o ambiente de trabalho. Além disso, ao longo dos últimos anos, a companhia criou novas áreas específicas para produtos digitais e também uma equipe voltada para experimentações de novos negócios e tecnologias, como o Núcleo de Inovação, composto por representantes das marcas da empresa. O grupo é responsável por conduzir todas as iniciativas da Duratex de forma multidisciplinar e transversal, estimulando o surgimento de ideias que gerem impacto positivo para os resultados.

Para se inscrever no Hackathon, acesse: https://www.sympla.com.br/inscricao?id=218225

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ESET, Microsoft e agências de segurança destroem malware que afetava milhões de sistemas

Investigadores de segurança da ESET, líder em detecção proativa de ameaças, com ajuda da Microsoft e agências de segurança, como FBI, Interpol e Europol, desmantelaram uma importante operação de botnet conhecida como Gamarue, que já infectou milhões de vítimas desde 2011.

O dia 29 de novembro de 2017 foi o começo de um trabalho coordenado que possibilitou que agências policiais de todo o mundo pudessem deter e interromper a atividade maliciosa desta família de malwares, responsáveis por infectar mais de 1,1 milhões de sistemas por mês. Na América Latina, Peru e México estão entre os cinco países com maior quantidade de detecções.

Os investigadores da ESET e da Microsoft compartilharam análises técnicas, informações estatísticas e domínios de servidores de Comando e Controle (C&C) para ajudar a interromper a atividade maliciosa do grupo. A ESET contribuiu para a ação com o conhecimento que adquiriu ao longo dos anos sobre o Gamarue, obtido por meio do monitoramento contínuo e pelo impacto do malware nos últimos tempos.

O Gamarue foi criado por criminosos cibernéticos em setembro de 2011 e vendido em fóruns clandestinos da Deep Web como um kit de cibercrime. O objetivo do Gamarue era roubar credenciais, e ainda, baixar e instalar um malware adicional no sistema dos usuários.

Esse tipo de malware é um botnet e permite que o atacante crie e utilize complementos personalizados nos equipamentos das vítimas. Dentro dessas características de ameaça, o cibercriminoso também consegue roubar o conteúdo inserido em formulários na web ou ter o acesso remoto ao sistema para controla-lo à distância.

Sua popularidade deu lugar a uma série de botnets Gamarue independentes. A ESET descobriu que suas amostras foram distribuídas em todo o mundo através de redes sociais, mensagens instantâneas, dispositivos USB, spam e exploitkits.

Os investigadores da ESET e da Microsoft coletaram informações utilizando o serviço ESET Threat Intelligence. A ESET desenvolveu um programa que se comporta como um bot e, com isso, pode comunicar-se com o servidor de Comando & Controle (C&C) da ameaça, e, a partir destas conexões, acompanhar de perto o comportamento dos botnets do Gamarue do último um ano e meio. A partir das informações coletadas neste tempo, foi possível identificar os servidores de Comando & Controle (C&C) para logo desmontá-los, além de monitorar a forma como operava e de que maneira localizar outros domínios utilizados por cibercriminosos.

“No passado, essa foi a família de malwares mais detectada entre os usuários da ESET, portanto, quando a Microsoft veio até nós para que juntos tentássemos interrompê-la e, assim, proteger melhor nossos usuários e o público em geral, concordamos imediatamente”, disse Jean-Ian Boutin, pesquisador sênior de malwares da ESET. “Esta ameaça em particular existe há muitos anos e é capaz de se reinventar constantemente, o que pode dificultar seu monitoramento. Mas, ao usar o ESET Threat Intelligence e ao trabalhar em colaboração com os investigadores da Microsoft, fomos capazes de acompanhar as mudanças no comportamento do malware e, consequentemente, fornecer dados processáveis que se mostraram fundamentais aos esforços de eliminação da ameaça”.

Os cibercriminosos comumente utilizam o Gamarue para redirecionar usuários domésticos e poder roubar credenciais de sites por meio de seu plugin de captura de formulário. No entanto, os pesquisadores da ESET viram o malware ser usado recentemente para instalar vários bots de spam em máquinas comprometidas no chamado esquema de pagamento por instalação.

A ESET está assessorando os usuários que acreditam que seu sistema Windows possa estar comprometido e recomendam a utilização do ESET Online Scanner, que eliminará qualquer ameaça que esteja no sistema, incluindo o Gamarue. Para uma proteção mais complexa de seus dispositivos, visite o site da ESET.

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A era da advocacia 2.0 chegou

Por Fernanda Vignoli Cabral, Gerente Jurídica da Sonda Ativas

Durante os meus anos de carreira na área jurídica, percebo que a advocacia é um dos mercados que menos mudou sua forma de executar trabalhos nas últimas décadas. Porém, o que tenho percebido é que esse cenário tende a se transformar radicalmente, principalmente com a implementação de novas ferramentas tecnológicas para a prestação de serviços legais e jurídicos. A necessidade de inovação é evidente, convertendo a cultura de antigos modelos de escritórios para organizações jurídicas profissionais, independentemente do tamanho da companhia.

Até meados da década de 90, o computador era apenas uma ferramenta para acelerar o processo de digitação de documentos. Os advogados trabalhavam individualmente, promovendo o atendimento pessoal do cliente, buscando arquivos necessários, atendendo telefone, dirigindo-se ao fórum para ingressar com a ação, realizando a audiência e fazendo a cobrança final dos honorários. Estou falando de um cenário de quase 30 anos atrás! Mas será que houve realmente uma mudança significativa nessas últimas décadas? Será que os advogados estão preparados para o mundo digital de hoje?

Como acontece com qualquer profissão, o que era inovador em uma época se torna ultrapassado no presente. O avanço da Internet passou a exigir uma advocacia mais moderna, que acompanhe as transformações tecnológicas e se adapte a elas.

Vejo hoje, cada vez mais, Lawtechs ou Legaltechs (termos que se referem a startups que criam serviços e/ou produtos voltados ao mercado jurídico) criarem plataformas para explorar as atuais falhas que esse setor ainda apresenta, mesmo com tanta tecnologia à disposição. Essas plataformas são utilizadas na terceirização de serviços advocatícios, tais como na elaboração automatizada de petições, análise de documentos, confecção de contratos, gestão de prazos e pendências, entre outros. A tecnologia vem fazendo um movimento disruptivo irreversível.

Os advogados e demais agentes do Direito precisam estar prontos para acompanhar essa revolução, que acontecerá em uma velocidade cada vez mais rápida. Quem não se atualizar certamente ficará para trás no mercado. É necessária uma mudança urgente de pensamento dos profissionais de Direito, pois a chegada dessas plataformas e aplicativos jurídicos estão impondo aos advogados a necessidade de adequação à modernidade.

Vale destacar, no entanto, que o advogado não será obrigado a possuir todas as habilidades referentes à advocacia: captação de clientes, gestão de trabalhos, execução, conhecimentos técnicos, desenvoltura oral etc. O que quero transmitir aqui é que essas ferramentas chegam para auxiliar o trabalho mais burocrático para, assim, o profissional focar suas energias e esforços no desenvolvimento de suas melhores competências e otimizar tarefas mecânicas, reduzindo o custo e o tempo de atendimento aos clientes.

Sempre digo a todos em meu ambiente de trabalho que precisamos lembrar que advocacia é sobre pessoas. Justamente por isso não poderemos e nem conseguiremos automatizar tudo. Porém, afirmo que, dentro das possibilidades, devemos cada vez mais utilizar a tecnologia a nosso favor. Somente dessa forma seremos capazes de otimizar a nossa rotina, aperfeiçoar os nossos serviços e, por consequência, melhorar o atendimento aos nossos clientes. Você está preparado?

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FGV EAESP faz debate sobre fintechs e a inclusão financeira no país

O Centro de Microfinanças e Inclusão Financeira (GVcemif) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) em parceria com o International Finance Corporation (IFC) e patrocínio do Itaú realizarão na próxima terça-feira (12), a partir das 9h, uma palestra gratuita os desafios e as oportunidades da inclusão financeira no Brasil. Participam: Erica Siqueira (GVcemif); Alexandre Darzé (IFC); Flavio Pripas (Cubo Itaú); Bernardo Bonjean (Avante); Helene Meurisse (IFC); Bruno Sayão (IOUU); Eduardo Ferreira (IFC); Ricardo Laureano (Koin) e Adrian Cernev (GVcemif). A coordenação será do professor da FGV EAESP, Eduardo Diniz.

“A disseminação generalizada de tecnologias digitais no Brasil representa uma grande promessa no continuado esforço para promover um sistema financeiro verdadeiramente inclusivo. As Fintechs têm contribuído para um avanço desse segmento. Neste ano, o FintechLab registrou registra cerca de 250 startups em diferentes categorias de serviços. A ideia desse evento é expor alguns modelos de negócio emergentes direcionados para segmentos da sociedade já estão conectados digitalmente embora ainda não plenamente atendidos pelo sistema financeiro”, explica Eduardo Diniz, professor da FGV EAESP.

Caros jornalistas, para participar do evento é preciso fazer credenciamento na Assessoria (11) 3284-6147 – luana.magalhaes@insightnet.com.br

PROGRAMAÇÃO

9:00: Abertura: Luiz Brito (Diretor FGV EAESP)

9h10: Introdução: Papel das Fintechs na inclusão financeira e na promoção do desenvolvimento

Erica Siqueira (GVcemif)

Alexandre Darzé (IFC)

Flavio Pripas (Cubo Itaú)

Moderador: Eduardo Diniz (GVcemif)

10h30: Fintech Social

Bernardo Bonjean (Avante)

Moderador: Helene Meurisse (IFC)

11h15: P2P lending

Bruno Sayão (IOUU)

Moderador: Eduardo Ferreira (IFC)

12h00: Arranjos de pagamento

Ricardo Laureano (Koin)

Moderador: Adrian Cernev (GVcemif)

12h45: Encerramento

Serviço

Data: 12 de dezembro de 2017 (terça-feira)

Horário: 9h às 12h45

Local: FGV EAESP: Rua Itapeva, 432 –4°andar – Salão Nobre– Bela Vista – SP

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Visões sobre o ecossistema de tecnologia em Israel – Por Francisco Ferreira

Recentemente, passei uma semana em Israel para conhecer um pouco sobre a veia empreendedora da região, que se tornou o terceiro maior ecossistema de tecnologia do mundo. A gênese deste fenômeno de empreendedorismo aconteceu no início dos anos 90, quando o governo resolveu fomentar a indústria de venture capital por meio dos fundos Yozma (Iniciativa em hebraico).

Por meio deste programa, o Estado passou a oferecer incentivos fiscais para investidores interessados na nascente indústria de tecnologia do país. Em alguns casos, o governo chegou a oferecer um retorno mínimo para os interessados ou o direito de recompra de sua participação a uma taxa pré-fixada. De lá para cá, os resultados foram formidáveis.

Hoje, existem mais de 6000 empresas de tecnologia ativas em Israel. Existem mais startups em Israel, um país com 8 milhões de habitantes do que no Brasil. O sucesso foi construído com ingredientes fundamentais: a tolerância ao erro e a contestação do status quo. Os israelenses fazem isso melhor do que ninguém.

Eles criaram a expressão “Chutzpah” (é a qualidade da audácia, para o bem ou para o mal), parte da cultura local. Dos funcionários das empresas aos recrutas da IDF 8200, unidade de elite do exército responsável por desenvolver tecnologia de ponta e maior celeiro de empreendedores do país, todos podem contestar os líderes e desafiar autoridades. Ou seja, os líderes precisam aprender a conviver em um ambiente onde a contestação faz parte da busca pelo sucesso e pelos melhores resultados, uma característica ainda difícil de encontrar nas startups brasileiras.

Outro ponto que atraiu bastante a minha atenção na viagem foi o aguçado senso de comunidade que os Israelenses possuem. Eles sentem um profundo orgulho do ecossistema que criaram e sempre procuram promovê-lo. Não é incomum ver fundadores citando outras empresas e outras pessoas, exaltando as características únicas que fazem o país se destacar.

Durante a semana que estive por lá, visitamos diversas empresas e conversamos com muitos fundadores. É impressionante como o discurso é alinhado. Quase todos repetem os mesmos princípios que guiam a indústria: “conteste tudo”; “pense como uma empresa global”; “trabalhe duro”; “encontre as melhores pessoas” e “não tenha medo de errar e falhar”. Mais do que frases, esses pensamentos estão cristalizados e refletem o senso comum do que é preciso para fazer uma empresa dar certo. São passados de geração a geração de empreendedores e aplicados diariamente.

Então, o que precisamos fazer para mudar a mentalidade no Brasil? Por que nós buscamos tanto a utopia da “estabilidade”? Creio que as respostas para essas perguntas estão na própria comunidade empreendedora do Brasil. Precisamos nos engajar mais, desenvolver um senso de coletivo e nossa própria maneira de construir empresas de sucesso. Esta receita precisa ser comprovada com casos reais de empresas brasileiras e divulgada amplamente com o intuito de influenciar novas gerações de empreendedores.

Esta mudança já está acontecendo, porém ainda não atingimos o tipping point. Ainda precisamos coordenar melhor os diferentes stakeholders: empreendedores, investidores, incubadores e aceleradoras, governo, universidade e grandes empresas. Só a combinação das capacidades de cada um desses grupos permitirá que o Brasil atinja um novo patamar de desenvolvimento da indústria de tecnologia.

Francisco Ferreira, Sócio-fundador da BizCapital, fintech que tem como principal objetivo desburocratizar e tornar mais eficiente o processo de concessão de crédito para o micro e pequeno empreendedor.

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Plusoft anuncia novo Diretor de Marketing

A Plusoft, maior fabricante brasileira de CRM e plataformas digitais de relacionamento, anuncia a contratação de Raphael Feliz como novo Diretor de Marketing da empresa. O executivo tem como principal desafio ampliar o posicionamento da companhia como líder nos mercados de CRM Omnichannel, Assistente Virtual Inteligente (AVI) e SAC 3.0 no Brasil.

“Estou bastante entusiasmado em fazer parte do time da Plusoft nessa nova etapa de minha carreira. Atuarei com foco no planejamento de marketing para implementar uma estratégia de crescimento exponencial em um momento no qual a empresa se prepara para conquistar novos mercados”, afirma Raphael Feliz.

Graduado em Publicidade e Propaganda pela USP (Universidade de São Paulo), o executivo já trabalhou na comunicação do Ministério do Turismo e executou campanhas de lead generation para empresas como Pró-Corpo Estética, TIM e Ticket Restaurante.

A Plusoft, maior fabricante brasileira de CRM e plataformas digitais de relacionamento, possui quase 30 anos de atuação no mercado, 300 clientes e 70.000 usuários, incluindo as maiores companhias de áreas como varejo, saúde, seguros, previdência, educação, telecomunicações e alimentos. Pioneira no desenvolvimento de ferramentas multicanais para o relacionamento com clientes, oferece a mais completa solução Omnichannel, reconhecida pelo mercado com mais de 50 prêmios. Foi a primeira companhia de gestão de clientes utilizando a inteligência artificial no Brasil. Suas soluções em Nuvem, no formato SaaS, proporcionam qualidade de atendimento em qualquer lugar do país e no canal de preferência do cliente, gerando retenção e engajamento. A Plusoft é composta por quatro unidades de negócios: Omni Plusoft, Virtual Interactions, iCustomer e SOW Connect.

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Instrumentos robóticos miniaturizados aumentam as possibilidades das intervenções cirúrgicas

World’s Smallest Robotic Wrist (PRNewsfoto/MMI Srl)

A Medical Microinstruments S.r.l. (MMI), desenvolvedora de soluções robóticas inovadoras para necessidades médicas ainda não atendidas, apresentou hoje sua plataforma robótica especificamente projetada para microcirurgia aberta. A plataforma permite que o cirurgião controle dois microinstrumentos articulados minúsculos que simplificam os procedimentos de reconstrução depois de lesões traumáticas e depois da retirada de tumores em tecidos moles e ossos, e oferece a possibilidade de melhores taxas de sucesso cirúrgico e melhores resultados para os pacientes.

Os instrumentos da MMI possuem os menores pulsos articulados, com 3 mm de diâmetro externo e pontas com apenas 150 mícrons de largura. O pulso é decisivo para a realização da microcirurgia robótica em ambientes clínicos reais e permite a fácil manipulação de suturas pequenas, com tamanhos de 9-0 a 12-0.

“Graças ao uso de materiais avançados e de processos inovadores de microfabricação, projetamos o menor pulso articulado para fornecer aos microcirurgiões destreza no uso dos instrumentos e precisão robótica inéditas”, disse Massimiliano Simi, cofundador e vice-presidente de Pesquisa e Desenvolvimento.

O cirurgião opera os microinstrumentos sentado no console cirúrgico e fazendo a monitoração através do microscópico cirúrgico. A plataforma robótica da MMI captura os movimentos da mão do cirurgião, e uma imagem reduzida do movimento é imposta sobre os microinstrumentos.

“Desenvolvemos essa tecnologia pioneira junto com microcirurgiões, desde a concepção do produto; o feedback positivo e as respostas que recebemos desde então têm sido realmente impressionantes e nos fazem crer que estamos no caminho certo para desenvolver um robô feito pelos microcirurgiões e para eles”, disse Hannah Teichmann, cofundadora e vice-presidente clínica.

O prof. Marco Innocenti, chefe de microcirurgia reconstrutiva e plástica do Hospital da Universidade Careggi em Florença e consultor clínico da MMI, que apresentou o trabalho pré-clínico com o robô da MMI no 9º Congresso da Sociedade Mundial para Microcirurgia Reconstrutiva em Seul, inclusive anastomose vascular robótica de 0,35 mm, comentou:

“Creio que a plataforma robótica da MMI impulsionará a microcirurgia para além das capacidades da mão humana, permitindo assim que mais cirurgiões executem procedimentos mais complexos e possibilitando também a supermicrocirurgia, como reconstrução linfática, para aqueles mais especializados.”

O presidente e cofundador da MMI, Giuseppe Maria Prisco, estima que o potencial anual de oportunidade de mercado seja de cerca de $ 2,5 bilhões.

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