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IBM ajuda a construir o futuro da América Latina com Inteligência Artificial, Cloud e Blockchain – Por Ana Paula Assis

Nos últimos anos, vimos empresas de todo o mundo se reinventando digitalmente, transformando seus modelos de negócio e criando novas experiências para seus clientes. As inovações que antes levavam meses para chegar ao mercado hoje ocorrem em apenas poucos dias.

A América Latina não está alheia a este movimento. Segundo o IDC, somente nos 2 últimos anos, o investimento em inteligência artificial triplicou na região e o investimento mundial em sistemas cognitivos e inteligencia artificial chegará a 42 bilhões de dólares em 2020.

O combustível deste fenômeno é o mar de dados. Atualmente são gerados mundialmente 2,5 bilhões de gigabytes por dia, o equivalente a 170.000 jornais distribuidos a cada uma das 7 bilhões de pessoas em todo mundo. Até 2020, este número aumentará exponencialmente.

Desta forma, os dados são o novo recurso natural do século XXI; mas também podem ser um problema. Isso porque 80% dos dados não são estruturados, ou seja, são invisíveis aos sistemas computacionais tradicionais e, por isso, não são explorados de maneira adequada.

Quem terá vantagem competitiva neste mundo onde praticamente todos são digitais? Aqueles que tenham capacidade de gerenciar esses dados de maneira inteligente para tomar decisões assertivas – que representam hoje somente um terço das decisões tomadas. A inteligência artificial pode gerar esta capacidade de encontrar informação útil dentro dos ‘dados obscuros’, ou seja, gerar valor nesses dados invisíveis.

Na América Latina, a IBM já está ajudando centenas de empresas de todos os tamanhos a tirar proveito das soluções de inteligência artificial empresarial, associadas ao expertise de indústria, para transformar seus própios negócios. De fato, 2017 foi O ano da adoção de IBM Watson na nossa região. Dezenas de casos reais em saúde, educação, varejo, bancos, assim como no turismo, cultura e outras áreas, evidenciam o poder da inteligência artificial para redefinir as indústrias e profissões, além de capturar oportunidades que eram impensadas até agora.

Essa tendência é apenas o começo. Um recente estudo da IBM mostrou que 50% dos CEOs planejam adotar computação cognitiva até 2019. Queremos que cada empresa e cada profissional possam aproveitar ao máximo todo conhecimeto gerado pela imensidade de dados produzidos todos os dias.

Por isso, a IBM está impulsionando a transformação das empresas na América Latina com a inteligência artificial, a computação em nuvem e blockchain, com convicção de que as organizações que coletam, armazenam, administram e processam dados têm a obrigação de tratá-los com responsabilidade.

A confiança e transparência são os ativos mais valiosos na operação de toda instituição. Na IBM, levamos essa confiança muito a sério, gerenciando os dados dos nossos clientes com base em práticas e princípios éticos.

Também estamos conscientes da necessidade de desenvolver novas capacidades e conhecimentos nos profissionais de hoje e de amanhã, para que possam capitalizar todos os benefícios que estas tecnologias trazem. Segundo dados do World Economic Forum, 65% das crianças que estão na escola primária hoje trabalharão em empregos que não existem atualmente.

A atuação conjunta das instituições públicas e privadas em educação na América Latina será de vital importância para aproveitar as oportunidades que surgirão em um futuro muito próximo. Para isso, já estamos trabalhando com instituições como Saint Paul, no Brasil, e Innova Schools, com a Cognitiva, no Peru, com objetivo de ajudar a redesenhar esses “skills”, utilizando capacidades de inteligência artificial.

Este ano celebramos nosso centenário na América Latina. En 1917 nos tornamos a primeira sede da IBM fora dos Estados Unidos. Durante esses 100 anos, contribuímos com as transformações e avanços da região, comprometidos com o progresso das organizações e da sociedade. Para nós, 2018 já começou e estamos preparados para acompanhar as empresas da região a construir uma nova era de conhecimento e crescimento exponencial: a era cognitiva.

Ana Paula Assis, Gerente Geral da IBM América Latina

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Pela primeira vez, Impostômetro da ACSP registra R$ 2,1 trilhões; marca será alcançada amanhã, às 8h

Nesta quinta-feira (21/12), por volta das 8 horas, o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) baterá um recorde e chegará à marca de R$ 2,1 trilhões. O valor projetado abarca todos os tributos (impostos, taxas e contribuições) pagos pelos brasileiros desde o primeiro dia do ano para a União, os estados e os municípios.

Para 31/12/17, a estimativa da ACSP é de que o painel alcance valor próximo de R$ 2,170 trilhões, o que representa elevação de 8,4% em relação à arrecadação total de 2016 (em 31/12/16, o painel marcou R$ 2,004 trilhões). Os números informados pelo Impostômetro são nominais (sem descontar a inflação). “O que mais contribuiu para esse aumento de um ano para o outro foi a retomada da atividade econômica, principalmente do setor industrial, que, quando está em expansão, recolhe mais tributos”, explica Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

Ele aponta outros dois fatores para o resultado de 2017: a elevação de alíquotas no primeiro semestre deste ano e a inflação. “Quando os produtos e serviços ficam mais caros, o valor arrecadado em imposto também cresce. Mesmo com recuos em 2017, a inflação ainda está em patamar elevado. A mordida maior do Leão afasta a necessidade de aumentos ou recriação de impostos e reforça a urgência de se administrar melhor os gastos ”, finaliza Burti.

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Rede colaborativa reduz impacto do Fisco

Antecipar-se às novidades do Fisco. Essa é a meta de muitos profissionais das áreas que lidam diretamente com a instituição fiscal. Mas diante da complexidade do sistema tributário brasileiro, são poucas as empresas que conseguem antecipar ações que visem diminuir o impacto das constantes mudanças da legislação tributária. No entanto, um grupo de profissionais está conseguindo êxito mesmo com toda a dificuldade do sistema. Trata-se do GUS – Grupo de Usuários SYNCHRO.

Sempre que o Governo lança uma nova regra ou atualização que impactará na governança fiscal e tributária das companhias, é comum surgirem questionamentos sobre a adaptação. Para suprir essa necessidade, o GUS serve como um dos canais que a SYNCHRO utiliza para esclarecer as dúvidas dos clientes.

Para o Vice Coordenador do GUS, Renato Lima, o grupo tem ajudado a entender as consequências das mudanças legais nas operações de cada empresa. “Eu consigo me antecipar às mudanças que terei que fazer nos sistemas e como coordenar essas mudanças com os demais projetos em andamento”, afirma Lima, que é Coordenador de Projetos da Xerox. Além de mitigar possíveis impactos nos negócios, para o executivo, o grupo ajuda a “identificar a melhor solução a ser oferecida usando o sistema disponível”.

Nos encontros, o grupo dá feedbacks sobre a linha de produtos, apontando suas dificuldades em determinadas soluções e projetos, ajudando a empresa a propor melhorias e atender a demanda dos negócios.

Segundo Renato Lima, o GUS acaba se tornando uma ferramenta de aperfeiçoamento das soluções oferecidas pela SYNCHRO. “Recentemente, enfrentamos dificuldades com a implementação da EFD Reinf. Apontamos as possibilidades de melhorias e o retorno da SYNCHRO foi rápido e muito satisfatório”, comenta Lima. Outro benefício do GUS para o executivo é a possibilidade de se criar um networking que ajuda na troca de experiências, conhecimentos nas áreas fiscais, negócios e de TI.

Para o Gerente de Projetos da SYNCHRO, Wildemberg Prado Lopes, a interação do grupo ajuda a empresa a aperfeiçoar o produto. “No caso da EFD Reinf, criamos um conjunto de soluções para atender as solicitações do grupo e a aceitação da tecnologia foi quase unânime”, diz Lopes. O Gerente ressalta que o resultado da ação foi satisfatório para ambas as partes, pois além de atender as necessidades dos clientes, também foi importante para o aperfeiçoamento do produto. “O GUS é uma ótima ferramenta para nos orientar a seguir o melhor caminho”.

Sobre o GUS

O GUS – Grupo de Usuário da SYNCHRO – foi criado em 2010 com o objetivo de ser um canal para trocar experiências e tirar dúvidas sobre as atualizações do Fisco e sobre as soluções da SYNCHRO. Por meio de conference call e encontros presenciais, os membros do grupo podem ampliar o networking, discutir as novidades do cenário tributário, fiscal, negócios e de TI, além de compartilhar ideias e conhecimentos.

A interação do Grupo tem ajudado as empresas a se manterem atualizadas e se adaptarem às obrigatoriedades dentro do prazo estipuladas pelo Governo. Em mais de 7 anos de atividades, o GUS já abordou mais de 150 temas diferentes e possui 60 empresas e 240 usuários.

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Mercedes-Benz firma sociedade com o TruckPad, aplicativo de carga

A Mercedes-Benz se associa ao TruckPad, aplicativo que conecta o caminhoneiro autônomo à carga. Oficializada no mês de dezembro, a parceria reconhece os benefícios que a startup pode trazer para a maior fabricante de veículos comerciais da América Latina, de forma rápida e informal, usando de sua expertise em tecnologia, logística e inteligência de mercado.

O TruckPad vem, desde 2013, promovendo a inclusão digital nas estradas brasileiras e revolucionando o sistema de transporte de cargas no país, o que resulta em aumento da produtividade deste setor e a consequente melhoria da qualidade de vida desses caminhoneiros autônomos, que são os verdadeiros “empreendedores das estradas” (só para dar uma ideia de grandeza, são mais de 1 milhão rodando pelo Brasil).

Empresas de transportes, indústrias, atacadistas e comerciantes se beneficiam do trabalho do TruckPad, que traz considerável melhoria na performance logística de seus clientes – aumentando o nível de serviço operacional e reduzindo custos com transporte de cargas. Isso é possível porque a plataforma elimina atravessadores neste processo de contratação. “Somos uma plataforma disruptiva”, afirma Carlos Mira, idealizador do aplicativo.

Do outro lado, caminhoneiros chegam a faturar até 50% a mais com seus caminhões quando passam a utilizar o app para localizar um próximo frete. “Pelo aplicativo eu peguei uma carga por R$ 1.500,00 de frete. Nas agências de carga, por este mesmo transporte, os atravessadores pagavam apenas R$ 1.100,00”, comenta o motorista Ademir Rogerio Hofmann, de Porto Alegre.

Por ser o primeiro e maior marketplace de contratação de caminhoneiros do país, o TruckPad possui um enorme banco de dados com informações sobre os motoristas de caminhão que circulam por todo o país. A inteligência do app consegue mapear e saber muito sobre o comportamento dos caminhoneiros nas estradas, suas necessidades e preocupações. Atualmente, são mais de 600 mil downloads do app e mais de 8 mil empresas que utilizam essa plataforma.

Com uma grande quantidade de informações na nuvem, o TruckPad proporciona às grandes indústrias do setor, serviços de relacionamento com os motoristas nas estradas. Tudo é feito de forma assertiva e geolocalizada.

“A Mercedes-Benz entende os benefícios que o TruckPad pode trazer: nós temos o mote ‘As estradas falam. A Mercedes-Benz ouve’ e o aplicativo é a ferramenta que operacionaliza a captação das opiniões e sugestões dos caminhoneiros nas estradas e faz a interface com a marca – além de ser um canal onde caminhoneiros podem, no conforto de sua cabine do caminhão, comprar peças e serviços online. Inclusive, em pesquisa realizada pelo Estadão com mais de 1500 motoristas no aplicativo TruckPad, a Mercedes-Benz foi citada como a marca mais desejada e lembrada pelos profissionais do volante”, afirma Ari de Carvalho, diretor de Vendas e Marketing Caminhões da Mercedes-Benz do Brasil.

A parceria entre as duas empresas existe desde 2016, com a participação do TruckPad no programa de aceleração Startup AutoBahn, um canal de via rápida de relacionamento das empresas do grupo com startups. Na ocasião, o TruckPad concorreu com cerca de 300 outras empresas e ficou entre os oito finalistas, sendo o único brasileiro.

“A nossa visão é continuar criando soluções para o dia a dia dos motoristas nas estradas”, finaliza Mira, comemorando este momento da empresa.

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TIVIT fornece serviços para suportar plano da Alelo de ampliar operações até 2020

A TIVIT – empresa líder em serviços integrados de tecnologia na América Latina – tem apoiado a Alelo, empresa líder no setor de benefícios e gestão de despesas corporativas, a promover uma grande transformação na infraestrutura tecnológica.

“A TIVIT é um parceiro estratégico que vem acompanhando essa evolução da Alelo” afirma Danilo Zimmermann, diretor executivo de TI e Operações da Alelo. “Nos últimos anos, a Companhia nos apoiou na evolução da infraestrutura de TI, com mais robustez, segurança e aprimoramento dos processos”, complementa.

A parceria entre as duas companhias teve início há mais de seis anos e, atualmente a Alelo conta com um escopo completo de gestão de infraestrutura de tecnologia. Dentre os principais serviços prestados pela TIVIT estão o gerenciamento de ambientes, Governança, Cloud Services, Cyber Security, soluções de armazenamento e backup, hospedagem dos servidores da Alelo, além de serviços voltados ao usuário final.

O contrato com a TIVIT teve início quando a Alelo buscava um fornecedor que pudesse migrar todo seu ambiente de TI, em um curto prazo, e que suportasse melhor sua expectativa de crescimento do negócio. Os principais atributos que pesaram na decisão por contratar os serviços foram a flexibilidade, agilidade e confiança.

Após a migração completa do ambiente de TI, a Alelo conquistou com a TIVIT a maturidade que buscava para suas operações, com alta qualidade de entrega e otimização dos recursos utilizados. Além disso, a operação está toda adaptada às necessidades do cliente, para que possa ser reestruturada de acordo com as demandas e crescimento.

“Para a TIVIT esse projeto com a Alelo reforça nossa capacidade de entregar serviços diferenciados aos clientes e que contribuam, de forma eficiente, para os resultados dos negócios. É uma satisfação saber que estamos contribuindo, a partir de melhorias na infraestrutura tecnológica e de processos, com o crescimento da empresa.”, afirma Carlos Gazaffi, COO da TIVIT.

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BotChain, da Talla, vai tornar robôs empresariais auditáveis e sujeitos à compliance

Ao anunciar a venda de seu token de utilidade nesta semana, a Talla, líder em software de inteligência artificial (IA) empresarial, informou hoje o desenvolvimento de sua nova rede BotChain. Após dois anos e mais de 2.500 instalações de bots da Talla em várias empresas, a Talla reconheceu a necessidade de bots empresariais serem sujeitos à compliance e de as ações de bots serem auditadas e inspecionadas.

Como a inteligência artificial torna os agentes e bots mais autônomos e o aprendizado de reforço os torna mais imprevisíveis, a necessidade de refrear e capturar suas ações para treinamento, auditoria e compliance se torna mais urgente. O trabalho da BotChain é criar certificados digitais com cada ação do bot e armazenar esses certificados em um blockchain (protocolo de confiança), para criar uma identidade para cada bot. As empresas com chaves de decriptação podem então auditar ou inspecionar esses certificados e isso ajudará a monitorar as atividades dos bots.

“Conforme mais organizações empregam processos robóticos inteligentes, a necessidade pela BotChain só irá crescer. A compliance é extremamente importante para grandes empresas”, disse o ex-CTO de blockchain da Ernst and Young, Michael Maloney. Sua declaração foi repercutida por Chris Curran da PricewaterhouseCoopers (PwC): “Conforme os processos de bots crescem dentro das organizações, faz sentido que eles estejam sujeitos a riscos e exigências de compliance, tal como qualquer outro trabalhador”.

Isso se torna crescentemente importante, porque os bots começam a manejar fluxos de trabalho que requerem certificação, como HIPAA, SOC2, etc. A BotChain permite aos editores confirmar que os bots estão em conformidade com as exigências desses fluxos de trabalho. A BotChain também gerencia o registro e a identificação de bots.

“Os bots estão começando a ser falsos. Os hackers os estão usando para roubar informações e, por causa disso, a identidade do bot está se tornando rapidamente um problema. A BotChain é uma solução de identidade para bots, de forma que conforme os humanos interagem com mais bots ou os bots interagem entre si, eles podem estabelecer confiança rapidamente”, disse o CEO da Talla, Rob May.

A BotChain fornece sistemas críticos para qualquer um que use produtos alimentados por inteligência artificial, bem como para aqueles que os desenvolvem. Por exemplo, usuários finais de qualquer sistema autônomo, alimentado por inteligência artificial, irá ganhar um caminho auditável de interações e decisões tomadas, efetuado ao reciclar informações sobre cada tarefa de agente no blockchain, de forma que é imutável. As identidades dos bots são verificadas com certeza para os humanos que os usam e para outros bots, impedindo uso de IP falso (spoofing) e spamming de bots.

Desenvolvedores, empresas e indivíduos irão precisar de Botcoins, o token da BotChain, para fazer transações. A venda de tokens é uma forma de colocar tokens no mercado no lançamento. Já é previsto que dos tokens inicialmente criados, 50% serão vendidos ao público e aqueles que não forem vendidos serão queimados. Além disso, está previsto que 20% dos tokens serão reservados para os parceiros, consultores e desenvolvedores da BotChain. Os termos da venda de tokens de utilidade da BotChain permanecem sujeitos à mudança. As empresas interessadas em aproveitar a BotChain devem contatar a Talla, para saber mais, em hello@talla.com.

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Paperless encerra 2017 com 25% de share no mercado nacional de documentos fiscais

A Paperless no Brasil, operação brasileira da multinacional líder na geração, gestão e guarda de documentos eletrônicos tributários em toda a América Latina, irá fechar o ano de 2017 com grandes conquistas. Detentora de um share de 25% do mercado no País, o que significa dizer que 1 a cada 4 cupons fiscais é emitido e gerenciado por meio das suas soluções, a empresa foi considerada a 21ª companhia que mais cresce entre as PMEs no território nacional, a 10ª do estado de São Paulo e a 1ª entre as que atuam com tecnologia fiscal segundo ranking da consultoria Deloitte.

Os resultados entregues aos clientes, dos quais fazem parte grandes varejistas regionais e internacionais como GPA, Mc Donald´s, Walmart, CENCOSUD, SODIMAC e Raia Drogasil, permitem que a Paperless no Brasil esteja em constante desenvolvimento. Nos últimos 2 anos, apesar da crise econômica e política, seu crescimento alcançou taxa superior aos 200%. E todo o trabalho foi coroado com o Prêmio de Excelência da Indústria organizado pela Associação Brasileira de Automação para o Comércio (AFRAC). O evento premia as empresas de maior relevância e crescimento da automação para o comércio e o comitê julgador é composto por representantes da indústria do varejo e associações de classe como FECOMERCIO, ASSESPRO, ABRAS, SESCOM, FIESP, entre outras.< /p>

“A Paperless foi eleita destaque na categoria de ‘Documentos Eletrônicos’, refletindo todo esforço e experiência em trazer ao mercado uma solução de nível mundial e operá-la no país por meio de processos mundialmente certificados e reconhecidos como melhores práticas”, declara o gerente geral da operação brasileira, Paulo Eduardo Guimarães (ou Peguim, como é mais conhecido no mercado desde uma das suas ocupações anteriores, na IBM).

Nascida no Chile há cerca de 15 anos, a companhia atua em outros quatro países latinos (Peru, Colômbia, Argentina e México) e detém 80% de participação no mercado regional. Recentemente, a Paperless passou a integrar o grupo SOVOS, multinacional americana líder no mercado global, com operações em todos os continentes e com 35 anos de experiência no compliance fiscal. Esta união consolida a operação como a maior do mundo quando o assunto é gerenciamento de documentação fiscal e produção de relatórios em tempo real.

A companhia saiu na frente da concorrência para atender a demanda existente no Brasil (seja por meio do atendimento ao cliente direto ou por meio de software house) exatamente pelo fato de contar com uma estrutura internacional. “O Brasil foi o último país da América Latina a digitalizar o varejo. Quando a obrigatoriedade da nota fiscal eletrônica passou a valer por aqui, em 2014, nós já tínhamos a experiência de ter passado por esse processo em outros países e agregamos todo esse conhecimento para as operações locais”, complementa Peguim. Com isso, a empresa acumula 120 milhões de documentos fiscais emitidos e gerenciados mensalmente.

Os números da Paperless no Brasil e no mundo são reflexo da sua atuação, que vai além da gestão simples dos documentos fiscais e incorpora inteligência ao processo. A equipe própria de desenvolvedores e o time de negócios trabalham para desenvolver serviços que tratam de todo o ciclo de vida desses cupons, desde a emissão e mensageria com a Secretaria da Fazenda, passando pela gestão e contingência com o espelhamento de informações em um servidor em cloud, até a etapa de custódia para que tudo fique armazenado em ambiente seguro, de fácil consulta e em conformidade com as leis.

Esse funcionamento centralizado facilita o monitoramento de cada PDV, de cada SAT e dos certificados digitais, assim como permite a consulta, regularização de pendências e o cancelamento e inutilização de NF-e, NFC-e e CF-e. Isso agrega em rapidez, eficiência e segurança para os documentos das empresas, já que, desse modo, o gestor tem visão total de seus cupons desde a geração até o envio para os órgãos fiscais, evitando multas por notas não enviadas.

Para 2018 a expectativa é manter a Paperless como um aliado para a área tributária, principalmente para aquelas regiões que estão passando recentemente pelo processo de digitalização, como Minas Gerais. Mas, além disso, a companhia tem se dedicado a transformar o que é meramente compliance em ferramentas de alto valor agregado nas áreas de experiência do consumidor, live data, performance operacional e inteligência de mercado.

“No primeiro momento resolvemos a questão fiscal que é a necessidade mais latente. No segundo, agregamos valor à operação dos nossos clientes, porque nossos relatórios podem dar vida a dados que ele não enxergaria sozinho. Para isso, trabalhamos em projetos de valor agregado e em serviços periféricos que permitem que o lojista possa se relacionar com o consumidor depois que ele sai da loja, de forma que vai além do ecommerce”, detalhe o gerente geral da operação brasileira.

Entre os serviços periféricos que o gerente geral comenta está a operação assistida dedicada à complexidade do varejo, que atua em diferentes estados, com horários estendidos e que lida o desafio de padronizar o atendimento fiscal para as diferentes lojas e, principalmente, identificar e corrigir os problemas a tempo. Para isso, a equipe da Paperless no Brasil trabalha para pró-ativamente identificar incidentes de emissão de NFC-e / CF-e SAT, corrigir notas com problemas, acionar lojas para corrigir incidentes de comunicação e apontar riscos à operação.

Já os projetos de valor agregado objetivam a melhor performance de vendas, com a prática do Live Data, por exemplo. O nome traduz a ideia central da solução: fornecer dados reais e em tempo real. A aplicação disso é bastante ampla:

É possível utilizar-se dos dados levantados a partir da emissão de nota fiscal para saber o desempenho de cada PDV e, com isso, corrigir possíveis problemas no momento em que acontecem ou monitorar variáveis necessárias a um projeto, como exibir dados de vendas de itens específicos e o total do valor em reais convertidos para uma causa social em uma ação promocional, por exemplo.

Essa aplicação pode também apoiar a área de marketing para entender certos contextos e alavancar com estratégias diferentes a comercialização de itens atrelados a eles. Isso porque, a partir dos dados registrados nos cupons fiscais é viável apontar quais produtos vendem mais, em quais dias da semana e com quais outros artigos a venda está geralmente associada (como fraldas e cervejas, às quartas-feiras nas farmácias);

E, por fim, há ainda a possibilidade de os departamentos de inteligência de mercado aplicarem os dados e o conhecimento gerado por meio deles para o desenvolvimento de programas de fidelidade baseados nas preferências de compra e na personalização das promoções, por exemplo.

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Consultoria realiza processo seletivo de intercâmbio para o Japão

A Eureca!, consultoria especializada em conectar a energia jovem com o mundo do trabalho, está promovendo neste mês, o Shizen Global Talent. Será um intercâmbio de trabalho de até três meses (e com possibilidade de efetivação no final) para atuar na sede da uma das principais empresas de energia renovável do mundo em Tokyo, no Japão. Esta chance dará ao jovem uma experiência internacional em uma empresa de ponta, possibilidade de atuar em um setor sustentável e ainda ter a chance de propor soluções para ampliar o alcance Shizen.

Poderão participar alunos dos cursos de Administração de Empresas, Relações Internacionais, Economia, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Marketing, Matemática, Estatística e de todas as Engenharias. As principais atividades serão com os profissionais da Shizen entendendo o dia a dia das plantas de energia renovável e a criação do desenho de estratégias de expansão da Shizen pelo mundo.

Desde 2011, o Grupo Shizen Energy, detentora de outras cinco empresas, Shizen Energy Inc, Juwi Shizen Energy Inc, Shizen Energy Farm Inc, Juwi Shizen Energy Operation Inc, Alamport Inc, busca desencadear os potenciais da natureza usando as tecnologias mais recentes e transformando-as eficientemente em energias renováveis. Com a visão “Mudando o mundo com a energia”, a Shizen se esforça para criar energia para um futuro mais sustentável em todo o mundo, em todos os países.

Os pré-requisitos são: ser apaixonado(a) por relacionamento, excelência e pelo meio ambiente; graduação entre Dezembro de 2015 e Dezembro de 2018; inglês fluente – japonês e mandarim são diferenciais e, o mais importante, ter disponibilidade de participar do intercâmbio de trabalho entre os meses de Março e Maio de 2018 em Tokyo, Japão. (Datas ainda a definir dependendo do processo de obtenção do visto)

Datas:

Inscrições: 28/Nov – 09/Jan

Envio dos desafios Online: 28/Nov – 10/Jan

Entrevistas Online com Eureca: 17/Jan – 20/Jan

Entrevistas Online com Shizen: 20/Jan – 25/Jan

Aprovados: 26/Jan

Início da imersão: a partir de Março/2018

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Liga Ventures fecha parceria com Grupo Pão de Açúcar para impulsionar startups de varejo

Com o objetivo de acompanhar as inovações e tendências do mercado de varejo e buscar novas ideias para o segmento, a Liga Ventures – aceleradora focada em gerar negócios entre startups e grandes corporações – acaba de fechar parceria com o GPA, um dos principais grupos varejistas do Brasil, controlador das bandeiras Pão de Açúcar e Extra, entre outras. O GPA fará parte dos dois próximos ciclos de aceleração da Liga Retail – programa que prospecta, seleciona e acelera startups com soluções para otimização de lojas, inteligência artificial, uso de dados e big data, e etc-, previstos para o segundo trimestre de 2018.

Para Rogério Tamassia, co-fundador da Liga Ventures, a chegada do grupo fará com que o programa comece com grandes expectativas. “A entrada de um parceiro como o GPA permite que o programa de aceleração Liga Retail fique ainda mais interessante para as startups de varejo, além de ser uma grande oportunidade do próprio GPA de estreitar seu relacionamento com quem está inovando”, comenta.

Do outro lado, participar da aceleração permite que o GPA contribua para o desenvolvimento de inovações que devem revolucionar o mercado de varejo e buscar soluções que impulsionem o negócio da companhia. “Atuamos a partir do estímulo à cultura da inovação, conectando as pessoas às novas tendências, além de promover o desenvolvimento contínuo de novas soluções e explorando tendências de mercado em experiência com o consumidor”, explica Illan Israel, Head de Inovação do GPA.

Um exemplo do DNA inovador do grupo foi a realização do concurso de inovação para startups da bandeira Pão de Açúcar, o “Pitch Day Pão de Açúcar”, em agosto deste ano. A ação teve como objetivo aproximar a companhia do ecossistema de inovação dos empreendedores digitais no varejo. Do concurso, foram selecionados três vencedores, que já estão desenvolvendo projetos-pilotos no GPA. “O diferencial da Liga é que se trata de um programa estruturado com mentoria e capacitação, entre outras etapas, o que permitirá ao GPA atuar com mais efetividade na aproximação com as startups”, completa Israel.

Programa de Aceleração Liga Retail

As inscrições para o programa de aceleração iniciam-se em janeiro, mas as startups já podem fazer a pré-inscrição pelo site http://liga.ventures/retail/. Após o encerramento, serão selecionadas quatro startups que tenham inovações relacionadas à otimização de lojas, inteligência artificial, uso de dados, big data e engajamento do consumidor, entre outras.

Durante quatro meses, as startups escolhidas passarão por um programa de aceleração na sede da OasisLab, primeiro espaço brasileiro de inovação especializado em varejo, que tem o apoio da Sociedade Brasileira de Varejo e Comércio e conta com um ecossistema completo de parceiros como startups, desenvolvedores de tecnologia, consultores, associações e varejistas. Os empreendedores poderão explorar oportunidades de negócios com as grandes empresas participantes, receber mentoria de executivos da Liga Ventures, além de acessar um amplo networking com parceiros e possíveis investidores. Nenhuma contrapartida em participação societária ou propriedade intelectual é exigida das startups aceleradas.

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Um raio X do consumo do e-commerce em 2017 no Brasil

Javier Goilenberg, CEO e Co-fundador da Real Trends

A indústria online segue crescendo e o Brasil se consolida como um dos países mais desenvolvidos em termos de ecommerce.

Uma pesquisa anual feita pela Real Trends – plataforma líder de ferramentas de gestão e análise no Mercado Livre- demonstra o crescimento do setor e revela os hábitos do consumidor online em 2017.

– No segundo semestre o consumo do ecommerce foi histórico.
– Acessórios para veículos foi a categoria com maior volume de vendas.
– São Paulo e Rio de Janeiro seguem em primeiro no pódio do consumo online.
– O usuário faz compras mobile antes e depois do trabalho.
– 53% dos usuários utiliza Android.
– O Natal se encontra no topo das datas especiais.

“O crescimento do ecommerce esteve em ascensão durante o ano de 2017. No primeiro semestre, o setor demonstrou um crescimento comparado com o mesmo período do ano anterior e o segundo semestre do ano evidenciou um arranque com crescimento histórico, sobretudo para certas categorias”, analisou Javier Goilenberg, CEO e Co-fundador da plataforma.

Neste sentido as categorias mais compradas e com maior faturamento foram:

1) Acessórios para Veículos
2) Casa, Móveis e Decoração
3) Celulares e Telefones
4) Informática
5) Eletrônicos, Áudio e Vídeo

Por sua vez, no que diz respeito às localidades com maior movimento:

– 60% do tráfego se concentrou em São Paulo
– 8% no Rio de Janeiro
– 32% entre Minas Gerais, Santa Catarina, Goias e Rio Grande do Sul.

O m-commerce e seus horários:

Segundo estimativas da pesquisa 2017 feita pelo site especializado em comércio eletrónico Profissional de e-commerce, atualmente no Brasil, 41% das lojas virtuais estão “bem preparadas” para vender através da opção m-commerce. Por sua vez, as vendas por meio de smartphones representam até 10% das vendas totais para 38,4% de lojistas virtuais no país.

Em concordância com o auge do m-commerce, na Real Trends foi registrado um aumento no uso do mobile.

“Os horarios de maior tráfego mobile são de 8 às 9h, de 12 às 13h e de 19 às 23h, o que é natural visto que são os horários em que os vendedores se levantam pela manhã e respondem antes de ir ao trabalho, logo durante o almoço e especialmente no horário que deixam o trabalho e continuam respondendo a caminho de casa ou mesmo da cama antes de dormirem”, salientou Goilenberg.

No que diz respeito ao sistema operacional, 53% dos usuários vendedores responderam do Android versus 47% do iOS (Apple). Os modelos de dispositivos mais populares foram o iPhone, o Samsung Galaxy J5, o Samsung Galaxy S7 Edge e o Motorola Moto G4.

O top das datas especiais:

De maio a novembro foi o período com maior movimento no e-commerce. Aqui, se podem ver as datas mais escolhidas pelos brasileiros na hora de comprar:

1. Black Friday – Total de vendas: R$600.000.000
2. Dia das Mães -Total de vendas: R$ 280.000.000
3. Dia das Crianças -Total de vendas: R$330.000.000
4. Dia dos Pais – Total de vendas: R$350.000.000

Conclui-se que, em sua maioria, os “eDay” tais como Blackfriday cobram um protagonismo maior, as datas chave mais “tradicionais” como o Dia das Mães, Dia dos Pais e Dia das Crianças seguem tendo grande relevância.

Resta esperar, como em 2016, que após o final do ano o Natal seja a grande data em termos de vendas e faturamento. Dezembro se converterá, assim, no mês foco para todo vendedor, podendo duplicar ou mesmo triplicar o faturamento de um mês convencional.

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Provider IT fecha contrato com a TAESA para implementar solução de governança de TI

Otimizar a performance de seus ambientes de TI e melhorar o tempo de resposta para as demandas. Com esses objetivos, a Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. – TAESA, um dos maiores grupos concessionários de energia elétrica do país, acaba de investir na implementação de uma solução de governança de TI, que permitirá melhorar seus processos, reduzir custos, além de garantir maior segurança, conformidade com normas regulatórias e manutenção e disponibilidade dos serviços de TI. O projeto será conduzido pela Provider IT, uma das principais consultorias e provedoras de serviços de TI com 20 anos de existência. Este primeiro contrato firmado com uma empresa do setor de energia é decorrente da estratégia de expansão da consultoria com presença consolidada em mercados como financeiro e de seguros.

“É de importancia estratégica para as companhias de capital aberto, sobretudo as que atuam em mercados com regulação, a ampliação dos seus sistemas de controles em todos os âmbitos corporativos, inclusive na área de TI. A adoção dessa plataforma permitirá à Taesa configurar e controlar todas as demandas operacionais que chegam à área de TI oriundas dos diferentes setores da empresa, inclusive os processos que entram em produção”, explica Evandro Abreu, diretor executivo da Provider IT.

A ferramenta adotada para governança de TI, SAP Solution Manager, apoia a gestão de projetos SAP e processos de negócios, monitora sistemas, interfaces e processos, além gerenciar incidentes e problemas no dia a dia. Com a implementação da plataforma, a TAESA terá benefícios como a melhor visibilidade, execução, alinhamento e melhorias nos processos de negócios, harmonizando e administrando os dados empresariais, além de fortalecer a governança empresarial, garantindo a conformidade, segurança e controle de riscos.

O projeto terá duração de quatro meses, além de um mês adicional de operação assistida pelo time de especialistas da Provider IT. Parte da equipe da consultoria realiza as operações remotamente e, outra, tem atuação presencial na TAESA.

A Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. – TAESA – é um dos maiores grupos privados de transmissão de energia elétrica do Brasil em termos de Receita Anual Permitida (RAP). A companhia é exclusivamente dedicada à construção, operação e manutenção de ativos de transmissão, com aproximadamente 10 mil Km de linhas de transmissão em operação, mais sete concessões adquiridas em leilão, que somam um total de 2.099 km de extensão em construção. Além disso, a TAESA possui ativos em 70 subestações em operação com nível de tensão entre 230 e 525kV, presença em todas as regiões do país e um Centro de Operação e Controle localizado em Brasília. Atualmente a companhia detém 34 concessões de transmissão, possuindo 100% dos ativos de quinze concessões, participação na ETAU, Brasnorte, Paraguaçu e Aimorés, ERB1 e em 14 concessões da TBE.

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Banco Agiplan lança biometria facial para maior segurança dos clientes

O Banco Agiplan mais uma vez inova e usa a tecnologia como ferramenta para proporcionar maior segurança e comodidade para os seus clientes. O novo recurso é a Biometria Facial, que aumenta ainda mais a segurança no momento da contratação de produtos do Banco.

O processo é simples, a complexidade foi resolvida com software inovador, o cliente tem uma foto capturada para posterior verificação em um banco de imagens. Em questão de segundos, o rosto é escaneado, a foto é analisada e comparada, e o resultado dessa comparação autoriza ou não a transação. E o melhor: já que o conjunto de medições do rosto é único para cada um de nós, a precisão do reconhecimento através dessa tecnologia chega muito perto de 100%.

Marines Bilhar, diretora do Banco Agiplan, explica que a proposta do banco é gerar muito mais segurança e comodidade para os clientes. “O nosso grande objetivo é tornar toda e qualquer concessão de produto no ponto de atendimento muito mais segura. Uma vez que o cliente tem seu cadastro concluído no sistema do Banco Agiplan, a possibilidade de outra pessoa se passar por ele é mínima” afirma.

“O Banco Agiplan foi pioneiro no mercado financeiro brasileiro a utilizar a Biometria Facial e já está implantando a tecnologia para que seja utilizada em todas as contratações de crédito e acesso a conta corrente do Banco”, explica Fernando Castro, Diretor TI.

O resultado da instalação da Biometria Facial é um significativo aumento da segurança nas contratações do Banco Agiplan. A comodidade para quem opera a tecnologia também é destaque, já que basta uma câmera simples para implementá-la, sem necessidade de investimentos em nenhuma outra aparelhagem específica. Com um processo de tecnologia essencialmente digital, eliminamos papéis do fluxo e melhoramos ainda a eficiência da nossa operação. A segurança aumentou, enquanto os custos não subiram.

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Unisys nomeia Peter Altabef como Presidente do Board de Diretores

A Unisys Corporation (NYSE: UIS) anuncia que sua diretoria elegeu o Presidente e CEO Peter Altabef como Presidente do Board de Diretores e Nathaniel Davis como Diretor-Líder Independente. As duas nomeações entram em vigor no dia 26 de abril de 2018. Altabef também continuará atuando como Presidente e CEO da Unisys.

Paul Weaver, atual Presidente do Board, se aposentará em 26 de abril de 2018, já que completou a idade de aposentadoria obrigatória da diretoria de 72 anos. Weaver faz parte do Conselho desde 2010 e ocupa a função de presidente desde 2015. “Tenho orgulho de ter trabalhado na Unisys”, afirmou Weaver. “A empresa está em boas mãos e dou os parabéns a Peter e a Nate por suas novas nomeações.”

Altabef, 58, entrou para a Unisys em 2015 como Presidente/CEO e membro do Board. Antes de ingressar na Unisys, Altabef atuou como Presidente e CEO da MICROS Systems, Inc. até a aquisição da empresa pela Oracle. Ele foi CEO da Perot Systems Corporation e, quando a empresa foi adquirida pela Dell Inc., atuou como Presidente da Dell Services, unidade da Dell voltada para soluções de processos comerciais e serviços de tecnologia da informação.

“Agradeço a Paul por sua liderança e orientação durante todos esses anos”, declarou Altabef. “Paul atuou com louvor nos últimos sete anos e sentiremos falta de sua presença na diretoria e como presidente. Também gostaria de agradecer a Nate por assumir a importante função de Diretor-Líder Independente.”

Davis, 63, entrou para a diretoria em 2011 e atualmente ocupa a função de Presidente do Comitê de Nomeação e Governança Corporativa. Davis conta com ampla experiência no Board, o que inclui sua função atual de Presidente do Conselho da K12 e cargos de diretoria anteriores na XM Satellite, na XO Communications e na Charter Communications. “Estou ansioso para continuar meu trabalho com Peter e com os outros membros da nossa diretoria e também para atuar nesta nova função”, afirmou Davis.

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Os desafios da nova geração de fintechs

Por João Miranda

Desde que o termo fintech surgiu, esse tipo de empreendimento que une a tecnologia e inovação com os serviços financeiros, tem se expandido no mundo todo, inclusive no Brasil. Em dados divulgados pela Conexão Fintech, que monitora o setor, apenas em 2016 foram US$ 161 milhões investidos na área, o que rendeu ao Brasil o 8º lugar nesse mercado.

Nesse cenário, novas empresas despontam com soluções para suprir gaps como microcrédito, dados, investimentos, transferências de recursos internacionais e pagamentos. Porém, com a presença dominante de tradicionais companhias financeiras, muitas fintechs enfrentam impedimentos para se estabelecer. Apesar da variedade de produtos que essas startups oferecem, a escalabilidade e a distribuição de seus serviços ainda são alguns dos entraves a serem resolvidos.

Um dos principais desafios é a burocracia nos processos financeiros e o domínio das grandes corporações que dificultam a inserção de novos players. O outro é a integração com as tecnologias das empresas existentes, já que algumas delas atuam com o mesmo sistema há 20 anos.

Por exemplo, fintechs de soluções de pagamentos enfrentam uma infinidade de regulamentações do setor, como a recente revisão da circular 3.765 do Banco Central, a qual prevê a liquidação centralizada das transações de cartões obrigatoriamente via câmera de pagamento a partir de setembro. Quando se fala do mundo físico, a barreira de entrada é ainda maior, principalmente devido à segurança das transações.

Esses desafios fornecem o cenário ideal para a inovação e soluções que geram mais valor para os usuários, como o surgimento de bancos digitais que reinventaram o relacionamento entre Banco e Cliente.

Pensar em tecnologias integradas seria uma forma de preparar o mercado financeiro para essa nova realidade para fugir das grandes companhias, como uma fintech de pagamentos atrelada à outra com foco em microcrédito. Além disso, ter uma visão geral do mercado e procurar os melhores parceiros para distribuir o produto deve ser o principal diferencial para que as companhias sejam capazes de escalar.

João Miranda é fundador da Hash lab, empresa de tecnologia para o ecossistema de meios de pagamentos.

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Como a nuvem impactará a geração de emprego e movimentará a economia global

Por Mauricio Prado, presidente da Salesforce Brasil

A tecnologia na nuvem cada vez mais se consolida como um importante e indispensável catalisador da capacidade de inovação e transformação digital. Projeções indicam que, conforme os anos avancem, a cloud computing vai impactar ainda mais a economia, gerando empregos e aumentando os ganhos de empresas de todos os setores.

O estudo Salesforce Economy realizado pela IDC e patrocinado pela Salesforce reforça essa percepção. Prevê-se que entre 2016 e 2022 a Salesforce e seu ecossistema de clientes e parceiros estimularão a criação de 3,3 milhões de novos empregos e injetarão mais de US$ 859 bilhões em novas receitas de negócios em todo o mundo.

O cliente no centro de tudo e a nuvem ao seu redor

O cenário positivo projetado pela pesquisa é resultado do aumento da capacidade de inovação em TI proporcionado pela nuvem, tecnologia que embasa todos os nossos serviços. É a partir dela que as empresas conseguem inovar mais e desenvolver projetos de maneira mais acelerada e com menores custos operacionais.

Para chegar a esse resultado, é preciso conhecer muito bem o consumidor utilizando como base o uso de ferramentas como o Big Data e a Inteligência Artificial – fundamentais para traçar os perfis do seu público. Com a combinação dessas duas tecnologias, é possível ler traços em comum entre as pessoas, identificar temas de interesse e até perceber o lapso de tempo da interação de cada uma. A partir dessas informações também é possível antecipar-se aos desejos do público, prever tendências e direcionar as estratégias das empresas de uma maneira muito mais assertiva.

Cenário positivo para o Brasil

A pesquisa também analisou o impacto dos serviços da Salesforce em alguns países isoladamente e, pela primeira vez, o Brasil entrou nessa lista. A projeção prevê que a Salesforce e seu ecossistema contribuam com a geração de US$ 27 bilhões em receitas apoiadas inclusive pela criação de 195 mil empregos diretos em apenas seis anos. Só em 2018, serão mais de 37 mil novos empregos diretos no País.

Tem sido um deleite comprovar como ajudamos organizações a alcançar padrões de relacionamento diferenciados com seus clientes e a desenvolver novos caminhos de carreira e negócios para aumentar o crescimento, apesar dos desafios macroeconômicos. Acredito que parte dessa grande motivação vem de compartilharmos uma plataforma de aprendizado online e gratuita para que qualquer internauta possa desenvolver soft skills assim como aprender a utilizar nossas soluções e responder às demandas de negócios, algo que faz parte da rotina de desenvolvedores, administradores da plataforma e dos próprios usuários. A superação dos desafios da Era do Cliente é recompensada pelas enormes oportunidades de ampliar os negócios para empresas e instituições de todos os portes e setores.

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Fintech de Santa Catarina ganha prêmio do maior programa de aceleração de startups da América Latina

A Best Soluções Financeiras é uma plataforma de empréstimos online multibancos e multiprodutos, que encontra e estrutura a melhor opção em empréstimos entre os bancos. Com sede em Balneário Camboriú, a Best atende em torno de 3 mil clientes do Brasil inteiro por mês e conta com uma equipe de 25 colaboradores.

A Best foi premiada pelo Programa Inovativa Brasil, um programa de aceleração de startups inovadoras, realizado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), com execução da Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (CERTI).

No total, mais 1000 empresas se inscreverem ao programa, 255 foram selecionadas na primeira fase, 120 para a final e 14 empresas ganharam premiação do Facebook. Durante um ano, a Best receberá benefícios que vão desde créditos em anúncios na rede social a acesso gratuito a softwares e ferramentas de parceiros do Facebook para desenvolvimento, gestão, comunicação e marketing. Além disso, terá acesso permanente à ampla comunidade de startups e desenvolvedores do Facebook, e mentoria com técnicos e executivos da empresa para aprimorar o desempenho dos aplicativos.

Em 2017, a Best atingiu a marca de 150 milhões em empréstimos e com o apoio do FBStart espera crescer 600%, e lançar novos produtos ao mercado.

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Golden Distribuidora e DJI firmam parceria para conquistar mercado de drones no Brasil

A Golden Distribuidora acaba de fechar parceria com a DJI, líder mundial na produção de drones. Já estão disponíveis para revendedores de todo o país, oito versões homologadas das linhas: Spark, Mavic Pro e Phantom 4.

Certificação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), manual em português, plug com selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e assistência técnica autorizada, são os benefícios de comprar as aeronaves não tripuladas com um distribuidor autorizado.

Para oferecer suporte a seus consumidores no que se refere aos produtos da companhia, a Golden Distribuidora investiu numa unidade de negócios exclusiva. “Temos, aqui, uma equipe dedicada; são cinco especialistas focados no portfólio da DJI. Queremos nos certificar de que os clientes terão sempre a melhor experiência de compra conosco, da pesquisa ao pós-venda”, declara Davi Saadia, CEO da Golden Distribuidora.

Além disso, os brasileiros proprietários de drones podem se beneficiar dos diferenciais e serviços da Golden: já está no ar um hotsite (www.goldendji.com.br) com todas as informações dos modelos da DJI comercializados no país. “Atendimento de qualidade é, desde o princípio, nossa prioridade número 1”, completa Saadia.

“Após a aprovação do regulamento especial para utilização de drones no Brasil pela Agência Nacional de Aviação – Anac, em maio deste ano, decidimos entrar com mais força no mercado brasileiro. Procuramos um parceiro de peso, com trajetória de sucesso e alta credibilidade. A Golden Distribuidora logo se mostrou uma escolha acertada”, afirma Manuel Martinez.- Executivo e Representante da DJI no Brasil.

Drones DJI na Golden Distribuidora

Agora, unidades dos modelos Spark, Mavic Pro e Phantom 4 – todos da DJI – podem ser adquiridas no Brasil por meio da Golden Distribuidora.

Spark – primeiro drone do mundo controlado por gestos; segue as mãos do usuário para executar movimentos de voo ou enquadrar melhor uma imagem – de até 12MP. Suas lentes podem capturar vídeos em HD em 1.080p
estabilizados. É possível fazer transmissões ao vivo em 720p. Permite pré-definir uma rota e cumpri-la focando o mesmo objeto. É compacto, pesa só 300g, alcança até 50km/h e tem 16 minutos de autonomia de voo. https://www.youtube.com/watch?v=74Cm1p3fr0g

Preço Sugerido para o consumidor: A partir de *R$ 2.699,10 *(sujeito a descontos especiais nas promoções de Black Fridy e Natal)

Mavic Pro – superportátil – dobrado mede menos de 20cm de comprimento e pesa menos de 800g –, é ideal para esportistas e repórteres. Conta com o modo “Follow me”: através do sinal do controle, ele é capaz de seguir uma pessoa, um animal ou um objeto. O app DJI GO 4 oferece suporte e acesso aos recursos do drone em voo. Há, inclusive, a possibilidade de fazer streaming das imagens ao vivo para as redes sociais. Ao alternar entre a conexão sem fio e a radiofrequência, o Mavic se transforma num router sem fio e passa a ser controlado apenas pelo smartphone. Faz vídeos em até 4k a 30fps no formato RAW. Atinge velocidade máxima de 65km/h e tem 20 minutos de autonomia de voo. https://www.youtube.com/watch?v=p1d_ptE6yrc

Preço Sugerido para o consumidor: A partir de *R$ 5.399,10 *(sujeito a descontos especiais nas promoções de Black Fridy e Natal)

Phantom 4 – é considerado uma “câmera voadora”, agradando principalmente profissionais de vídeo e foto. A câmera principal captura vídeos a uma resolução de até 4k a 60fps. Quanto às fotos, a resolução é de 20MP através de uma câmera CMOS com 1” e obturador mecânico. O controle remoto tem direcionais sensíveis e botões de fácil acesso; porém, com o app DJI GO, é possível acessar o conteúdo em gravação e fazer outros movimentos (para uma experiência completa, o tablet é mais recomendado). Conta com sistema de detecção e desvio de obstáculos. A partir de sensores ultrassônicos e câmeras adicionais, ele para automaticamente e fica flutuando caso se depara com um obstáculo (modo normal) ou o contorna e segue o caminho (modos “ActiveTrack” ou “Smart Return Home”). Atinge a velocidade de 72km/h e sua autonomia é de 28 minutos. https://www.youtube.com/watch?v=JJPSSqMQajA

Preço Sugerido para o consumidor: A partir de *R$ 6.749,10 *(sujeito a descontos especiais nas promoções de Black Friday e Natal)

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Digio adquire plataforma Poup e passa a ter cashback

O Digio – plataforma digital de meios de pagamento do Banco CBSS – anuncia a aquisição da plataforma Poup. Com a transação, os clientes do Digio passarão a contar com o benefício do cashback, acesso a cupons de desconto e ofertas online. Grandes nomes do e-commerce como Americanas, Casas Bahia, Dafiti, Extra, Fnac, Livaria Cultura, Magazine Luiza, Netshoes, Ponto Frio, Ricardo Eletro, Saraiva, Shoptime, Submarino e Walmart fazem parte da base do Poup e estarão disponíveis para compras dos clientes Digio com vantagens adicionais.

“A aquisição da plataforma Poup é parte de um plano de ações com foco total em concessão de benefícios para os nossos clientes. Trazer o Poup para perto nos proporciona combinar experiências positivas e convertê-las de forma prática e inovadora ao cliente. A Plataforma Poup é uma startup brasileira acelerada de forma consistente, já integrada com mais de 80% dos e-commerces relevantes, tecnologia segura e uma relação bastante positiva com seus clientes, como por exemplo o aviso do Poup Alerta”, conta Carlos Giovane, CEO do Banco CBSS. O executivo adianta que a ideia, em um segundo momento, é expandir as possibilidades do cashback para as compras no mundo físico também.

A aquisição da plataforma Poup pelo Digio prevê também investimentos em curto prazo para melhorias na experiência do usuário por meio das duas plataformas.

Como funciona o cashback

A ideia, como o próprio nome diz, é ter dinheiro de volta. O consumidor receberá uma porcentagem do valor gasto com uma compra online, de acordo com os percentuais anunciados no portal de cashback. No caso do Poup, por exemplo, o usuário acessa a plataforma e clica na oferta desejada para ser redirecionado para a loja online. Ao concluir a compra no ambiente do e-commerce parceiro, ele é bonificado. Isso acontece porque a loja identifica que esse cliente chegou até lá via Poup e paga uma comissão para a start-up. Essa comissão é compartilhada com o consumidor final.

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