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Empresas criam centro de fomento de negócios para e-commerce

Com o objetivo de reunir em um mesmo espaço empresas que possuem sinergia de negócios, a COPA Network e a VTEX se unem para criar um centro de fomento para o ecossistema de varejo eletrônico, chamado COPA E-COMMERCE by VTEX. O intuito é trazer soluções para empreendedores que trabalham ou querem trabalhar com e-commerce, oferecendo provedores de pagamento, consultoria, logística, performance, precificação e segurança.

“O COPA E-COMMERCE vai conectar o empreendedor ao comércio eletrônico. As pessoas terão acessos ao ecossistema de e-commerce de uma forma geral, explica Alexandre Guerra, responsável pela operação do COPA.

Já para Alessandro Gil, Chief Experience Officer (CXO) da VTEX, o conceito de co-working surgiu há alguns anos com a promessa de integrar empresas diferentes em um mesmo ambiente de negócios. “Na prática, elas só compartilham o espaço físico, mas continuam isoladas. Com esta iniciativa, criamos uma estrutura específica para o ecossistema de e-commerce, com o objetivo de reunir empresas que possuem sinergia, fomentando novos negócios”, conclui.

Localizado na Avenida Faria Lima, um dos principais distritos financeiros da cidade de São Paulo, o centro de referência possui mais de 1.000 m² e iniciará suas atividades em fevereiro de 2018. O local também contará com uma agenda permanente de conteúdo e formação, com diversas atividades de fomento na vertical de e-commerce.

“Para criar um ambiente fértil ao empreendedorismo, o COPA E-COMMERCE terá frequentemente oficinas e workshops sobre os mais diversos temas. Além disso, o local terá um grande espaço de convivência para incentivar o networking”, completa Guerra.

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90% dos brasileiros escolhem a Flórida para empreender

Com a persistência da crise política e econômica, muitos brasileiros continuam buscando oportunidades no exterior. De acordo com dados do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), atualmente, mais de 1,3 milhão de brasileiros residem legalmente nos Estados Unidos. Um levantamento da Visa Franchise, consultoria americana especializada na abertura de negócios nos Estados Unidos, mapeou a preferência nacional ao ingressar em terras americanas. Para 90% dos empresários, a Flórida é o principal destino de quem deseja abrir seu próprio negócio. Outros 5% preferem a Califórnia e os demais 5% se espalham por diversas regiões do país.

“São três fatores que influenciam na preferência pela Flórida. O primeiro é que se trata de uma região com voos diretos para algumas cidades brasileiras; o segundo é o clima, similar ao do Brasil; e o terceiro é a presença de brasileiros na região, o que facilita a adaptação na terra estrangeira”, explica Jack Findaro, diretor financeiro da Visa Franchise.

As cidades mais requisitadas pelos empresários são Miami e Orlando, por serem regiões bem conhecidas e turísticas. Porém, também existe procura em demais municípios, como Tampa, Boca Raton e Fort Lauderdale. “O interessante é que esta regra apresenta exceções. Os gaúchos, normalmente, não gostam de Miami ou outras localidades da costa leste dos Estados Unidos. Preferem lugares onde podem vivenciar a cultura local, como Califórnia”, detalha o executivo.

Apesar de não estar entre as localidades preferidas pelos empresários, o Texas vem se mostrando uma tendência para perfis já conhecedores das terras americanas. “Estamos percebendo um movimento de pessoas para o Texas. Geralmente, quem já conhece o estado, sabe de seu potencial econômico e enxerga que há boas oportunidades de investimento. É um foco em retorno econômico, mais do que em qualidade de vida”, diz Findaro.

Investimentos X Retorno

Além da decisão sobre onde atuar, é necessário entender no que investir. Jack Findaro explica que a abertura de franquias está se tornando uma opção recorrente dos empresários brasileiros, por conta do convênio entre estabilidade e lucro.

Até o ano de 2016, o segmento de franquias movimentou, direta ou indiretamente, US$ 2,3 trilhões. “Trata-se de um mercado mais maduro e regulamentado do que o Brasil, porque existe um órgão fiscalizador, que obriga as empresas franqueadoras a divulgarem seus rendimentos, custos, entre outras informações essenciais para quem deseja empreender”, detalha Findaro.

As possibilidades são inúmeras, mas alguns segmentos se destacam nas preferências dos brasileiros: indústrias de beleza, de fitness, mercado de gestão de propriedade, indústria de sobremesas congeladas e indústrias de limpeza. Os investimentos iniciais variam entre US$ 80.000 e US$ 286.000, conforme a área selecionada.

O diretor financeiro explica que, além de decidir no que investir, é necessário entender que determinados segmentos exigirão conhecimentos específicos. “As franquias baseadas em serviços geralmente funcionam apenas para investidores com inglês avançado. Caso a pessoa não fale o idioma, ela deve ter um parceiro ou gerente que tenha esse conhecimento, e isso pode aumentar o investimento inicial”.

Para Findaro, as diversas segmentações em crescimento mostram que franquias são negócios benéficos a todos os lados envolvidos. “O franqueador encontrará nesta forma de negócio, um meio de crescer mais rápido. Já o franqueado tem a possibilidade de investir em um produto ou serviço em que terá processos definidos, fornecedores selecionados e suporte”

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Ontário, no Canadá, fornece infraestrutura digital para desenvolver novas tecnologias

A província canadense de Ontário está investindo C$ 63 milhões no Next-Generation Network Program (Programa da Rede de Próxima Geração) em parceria com o Centro de Excelência em Redes de Próxima Geração – consórcio de líderes da indústria e universidades, incluindo Cisco, Huawei, Invest Ottawa, Nokia, TELUS e, ainda, os Centros de Excelência de Ontário.

O aporte criará infraestrutura de rede com a largura de banda necessária para apoiar o desenvolvimento de novos produtos em áreas emergentes como inteligência artificial, 5G e veículos autônomos.

“Este investimento apoia a infraestrutura crítica para a economia do futuro. Ele ajudará nossas empresas de tecnologia a desenvolver novos produtos, gerar empregos e competir globalmente, fortalecendo a posição de Ontário como um importante centro de tecnologia”, afirma Steven Del Duca, Ministro de Desenvolvimento Econômico e Crescimento de Ontário, durante o avento de anúncio da parceria ocorrido em Ottawa.

Com este projeto, uma rede de computadores de alta velocidade será construída para conectar dezoito Centros Regionais de Inovação de Ontário com a indústria e as universidades por meio da infraestrutura de nuvem, permitindo que todos compartilhem recursos e serviços de alto nível remotamente. Além disso, a iniciativa permitirá às pequenas e médias empresas, governos e instituições de ensino superior de toda a província desenvolver e testar softwares e serviços para acelerar a comercialização de novas tecnologias.

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Montblanc Augmented Paper: comece no papel, continue em qualquer lugar

Comece no papel. Continue em qualquer lugar. Com o Augmented Paper, Montblanc combina o prazer de uma experiência de escrita em papel real com a eficiência do trabalho digital, que permite a organização e compartilhamento dos dados, de qualquer lugar. Ao integrar a escrita tradicional no fluxo de trabalho digital, as notas escritas e os esboços podem ser transferidos de forma transparente do papel para um dispositivo móvel com o simples apertar de um botão. A partir daí, o conteúdo pode ser editado, compartilhado com outros e traduzido em texto digital. Com o lançamento da Sartorial Core Colection e da Sartorial Capsule Colection, o Augmented Paper ganha novas cores para combinar com o estilo e a personalidade de seu dono.

As novas cores da coleção Sartorial Core trazem um toque de sofisticação e estilo para o local de trabalho. O elegante envelope de couro que contém o bloco de notas do Augmented Paper e o instrumento especial de escrita StarWalker são fabricados a partir do couro Sartorial em preto, índigo ou vermelho. Para os usuários criativos do Augmented Paper que gostam de expressar seu estilo, o “companheiro de escrita tudo-em-um” também está disponível em uma linha de cores novas e brilhantes. A coleção Sardorial Capsule vê a chegada de tons do arco-íris, incluindo Electric Blue, Light Blue, Pink and Lucky Orange. Mais do que uma solução inovadora de escrita e trabalho que reúne o melhor dos mundos analógico e digital, o Augmented Paper torna-se um objeto elegante que exibe o mais alto nível de artesanato nutrido no Montblanc Pelletteria em Florença.

A tecnologia inovadora oferece o melhor reconhecimento de escrita manual em 12 idiomas, incluindo português, inglês, alemão, russo, espanhol, italiano e chinês, de modo que as notas escritas à mão podem ser transferidas para um smartphone ou tablet e transformadas em texto digital para pesquisa, edição e compartilhamento. Além da produtividade melhorada que vem da digitalização de notas manuscritas, o Augmented Paper permite a organização fácil de cada documento. Milhares de notas podem ser marcadas e pesquisadas quando se usa o Hub Montblanc, um aplicativo que também possui uma função de anotações que pode ser usada independentemente do Augmented Paper e integra digitalmente a sensação de escrita de uma caneta Montblanc. Os arquivos podem ser transferidos e as notas editadas quando o Augmented Paper está conectado, e o aplicativo também pode ser usado para criar notas digitais quando ele não está conectado. Com o novo Live Mode, torna-se possível visualizar no aplicativo o que está sendo escrito ou esboçado no Augmented Paper, simultaneamente, ao esboçar ou escrever. Isso pode ser particularmente útil ao conectar o smartphone ou tablet a um beamer e desenhar ao vivo na frente de uma plateia em uma tela grande. Além disso, a função Ink Color oferece a possibilidade de digitalizar texto ou esboços em cores diferentes, independentemente da cor usada no papel.

O Augmented Paper une os mundos on-line e off-line com um produto simples e altamente funcional, que dá aos seus proprietários a liberdade de usar a criatividade com um instrumento de escrita e papel, ao invés de restringir a expressar pensamentos e ideias apenas com mouse e teclado. A independência é um dos principais benefícios do organizador, graças à longa duração da bateria, que permite até 8 horas de uso contínuo e até uma semana de uso regular no trabalho, sendo capaz de armazenar até 100 páginas em seu banco de dados interno. Ao contrário de um tablet ou laptop, que só pode ser acessado quando a bateria é carregada, a nota digital serve como um backup para o papel e vice-versa. Isto o torna um companheiro de viagem ideal, pois facilita o trabalho em espaços mais restritos, seja em um avião ou em um trem, sem os sons e distrações de notificações constantes.

Independência, desempenho e organização: através da adição de tecnologia, este companheiro de trabalho de alto desempenho oferece uma experiência de escrita única, ao mesmo tempo em que dá acesso a todas as suas notas e esboços, facilmente e convenientemente armazenados em um aplicativo móvel. O Montblanc Augmented Paper é composto de um envelope de couro em diferentes cores e texturas que inclui o digitalizador eletrônico, um instrumento de escrita StarWalker, um bloco de notas em papel, um cabo USB para carregar o dispositivo, 3 cargas para a esferográfica e pinças para troca dos refis.

Montblanc Augmented Paper Sartorial Core and Sartorial Capsule Collection estão disponíveis a partir de Janeiro 2018 nas Boutiques Montblanc do Brasil.

Guiada pelo espírito pioneiro desde 1906, Montblanc revolucionou a cultura da escrita com inovações surpreendentes. Hoje, a Maison continua a expandir os limites e evoluir a expressão de um bom artesanato em cada uma das suas categorias de produtos: o auge de instrumentos de escrita de luxo, relógios, artigos de couro, acessórios, perfumes e óculos. Em cada inovação, Montblanc oferece novas funcionalidades e design avançado imbuídos do patrimônio de sofisticação da Maison e criado nos mais altos padrões pelas habilidades de seus artesãos em cada uma das suas manufaturas – seja em Hamburgo, Alemanha, onde são feitos os seus instrumentos de escrita; em Le Locle e Villeret, no Jura Suíço, para os relógios, ou em Florença, Itália, onde são desenvolvidos os artigos de couro. Refletindo a sua missão atual de criar refinados companheiros da vida nascidos a partir de ideias pioneiras, o icônico emblema Montblanc tornou-se o selo final de desempenho, inovação, qualidade e expressão de estilo. Com suas origens profundamente enraizadas na cultura da escrita, Montblanc continua a afirmar o seu compromisso cultural em todo o mundo, com a criação de iniciativas de amplo alcance para promover as artes ea cultura em muitas formas, ao mesmo tempo em que rende tributo aos modernos patronos que apoiam o avanço das artes nos dias atuais.

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Os desafios da transformação digital no setor financeiro

Por Gabriel Lobitsky, Diretor de Vendas da Infor para Sul da América Latina

Computação em nuvem, automação de processos robotizados, inteligência artificial e aprendizagem de máquina. Uma nova classe de disruptores digitais está transformando a área de finanças e deixando os CFOs mais conectados do que nunca. Com isso, aumenta a quantidade de desafios, pois é preciso encontrar novas formas de participar, se conectar a líderes empresariais, gerar resultados de receita e gerenciar riscos. No entanto, mesmo com tantas tecnologias disponíveis, estamos bem longe de ver os robôs governando Wall Street e CFOs tradicionais serem substituídos pela máquina.

Mas o que boa parte dos analistas concorda é que a tecnologia desempenhará um papel fundamental no aumento da velocidade e na eficiência das tarefas relacionadas às finanças, facilitando o acesso a informações para tomada de decisão. E, embora estejam em alerta, reimaginando seus papeis frente às disrupções digitais, os CFOs começam a enxergar a tecnologia como uma aliada, principalmente nesse período de aumento do volume de dados.

Mudança fundamental

De fato, as disrupções digitais têm dado às finanças uma oportunidade única para melhorar a produtividade e a qualidade em todo o negócio. Uma pesquisa da consultoria EY com 769 CFOs e líderes de finanças de 32 países mostrou que 69% dos entrevistados acreditam que o papel do líder de finanças está passando por uma mudança, e as tarefas tradicionais são automatizadas ou gerenciados em centros de serviços compartilhados.

No entanto, para usufruir de todo o potencial da transformação digital, as organizações financeiras devem seguir o caminho da crescente demanda por locais de trabalho digitais, implantações flexíveis em nuvem e colaboração entre áreas e departamentos. Uma estratégia digital em negrito deve permitir que os profissionais de finanças compartilhem informações, tomem decisões conectadas e baseadas em dados.

Os CFOs, hoje, já reconhecem a urgência e a importância de aceitar a transformação digital. A maioria dos profissionais sabe que, a menos que a adoção da tecnologia esteja aliada à estratégia dos negócios, as equipes tradicionais ainda têm dificuldades de enxergar o real valor das mudanças. Mas, não há segredo: a tecnologia ajudará os profissionais de finanças a se aprofundar em uma quantidade, cada vez maior, de dados criados para encontrar tendências latentes, fornecendo aos CFOs e seus parceiros de negócios insights acionáveis ligados às informações e riscos críticos.

A conexão é a chave. As equipes de finanças podem trabalhar em parceria com a de vendas e definir modelos que funcionem. Assim, é possível oferecer ao cliente final uma experiência real. Eles também devem aproveitar a colaboração e ferramentas de integração de sistemas para tornar o processo em tempo real mais preditivo.

Plano para uma organização financeira mais inteligente

O avanço da tecnologia disruptiva acontece quando as empresas estão voltadas para o futuro, com o objetivo de projetar um modelo operacional que equipe pessoas para a nova economia digital. E os analistas concordam: será necessário melhorar parceria e habilidades para alinhar os esforços financeiros com o negócio, já que o objetivo de uma organização é tornar mais ágil e inovadora, para se adaptar ao aumento das demandas dos clientes da era digital. É fundamental, portanto, que as finanças e a área de negócios se comuniquem para otimizar processos e desenvolver estratégias que criem valor para toda a cadeia – o negócio, os clientes e os clientes dos clientes.

A curiosidade intelectual e a capacidade de fazer perguntas comerciais e operacionais adequadas serão os atributos fundamentais de um grande parceiro comercial de finanças. O resultado dessa mudança de paradigma nas operações financeiras é que o investimento digital impulsionará aumentos significativos na satisfação do cliente.

A mudança da transformação digital é tão rápida, que enfrentar a volatilidade e a incerteza será o novo ‘normal’ para os CFOs, e não há dúvida de que a tecnologia – envolvendo as pessoas adequadas para aproveitar seus benefícios – desempenhará um papel fundamental na transformação da função de gestor de finanças nos próximos anos.

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A importância da gestão financeira para a sustentabilidade dos negócios

Por Dennis Herszkowicz

Em tempos de retração econômica, a máxima de que empresas de todos os tamanhos devem olhar para suas finanças com toda atenção soa mais verdadeira do que nunca. A organização das finanças empresariais, incluindo gestão financeira, o planejamento tributário e o controle de fluxo de caixa, são processos que devem ser encarados não apenas como essenciais para que o negócio traga rentabilidade, mas fundamentais para que o empreendimento seja sustentável. E a diferença entre trazer lucro e ser sustentável é abissal: um negócio pode ser rentável no curto prazo, mas, sem reinvestimentos e uma boa estratégia de crescimento, sua existência no futuro pode estar comprometida.

De maneira geral, uma boa gestão financeira deve garantir os três pontos de sustentação de qualquer empresa: rentabilidade, geração de caixa e sustentabilidade. Garantindo rentabilidade, o que é definido pela obtenção de lucro maior que o investimento, o negócio vai gerar caixa e a possibilidade da distribuição desse lucro além do empreendedor, também para os investidores do negócio. Esses dois primeiros pontos, somados a uma profissionalização da gestão, levam à sustentabilidade do negócio, ou, em outras palavras, a garantia de que a empresa irá prosperar. Quem decide onde a empresa vai alocar seus recursos é um profissional que tem muita responsabilidade sobre o sucesso de empreendimentos de todos os tamanhos: o gestor. É por meio de suas análises e, principalmente, da sua estratégia, que ele garante a sobrevivência do negócio e, mais que isso, propicia que o negócio seja reconhecido como sustentável e ainda mais valorizado.

Acredito que, cada vez mais, a sobrevivência de negócios de todos os setores só será possível pelo caminho da formalização. Uma gestão financeira cuidadosa e uma governança do negócio geram, sim, um valor. Não no curto prazo, visto apenas nas tabelas de controles orçamentários, mas sim um valor traduzido pela perenidade da companhia, reconhecido por investidores e que tem o poder de colocar o negócio à frente da concorrência.

Dennis Herszkowicz é vice-presidente da Linx

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Resource abre 250 vagas de TI em São Paulo

A Resource, uma das principais e mais bem-sucedidas multinacionais brasileiras de serviços de TI e Integração Digital, está com 250 vagas abertas para profissionais de Tecnologia da Informação (TI) em sua sede no CENESP (Centro Empresarial de São Paulo) e nos escritórios de Alphaville, em Barueri. As oportunidades são para os cargos de Analista Programador Back-End, Analista Programador Java, Analista Programador Front-End e Agile Couch Sênior.

Os interessados devem ter formação em Ciências ou Engenharia da Computação e indicar suas experiências profissionais na área de TI. Também há ofertas de cargos para pessoas com deficiência (PCD).

Para as vagas de Analista Programador Back-End é preciso ter conhecimentos das linguagens Angular, Java, J2EE e Struts. Para o cargo de Analista Programador Java é necessário ter atuado com J2EE e Angular 4. Candidatos a Analista Programador Front-End devem ter conhecimento em Google Analytics.

A Resource oferece aos profissionais diversos benefícios e plano de carreira. Os candidatos interessados devem cadastrar seus currículos no site: http://www.resourceit.com/pt/vagas-ti/ ou enviar seus dados para o e-mail recrutamentoeselecao@resource.com.br. As inscrições estão abertas a partir dessa semana e as contratações serão feitas conforme os novos projetos que estão em andamento na empresa.

A Resource é uma das principais e mais bem-sucedidas multinacionais brasileiras de serviços de TI e integração digital. Com 25 anos de atuação no mercado, possui uma equipe de 2.500 profissionais altamente capacitados e aptos para atuar em projetos no Brasil e em cinco países no exterior, em especial na América Latina e Estados Unidos, por meio de uma moderna estrutura com 21 Unidades e Centro de Inovação no Vale do Silício (EUA).

A excelência de seus serviços faz com que a Resource seja amplamente reconhecida pelo mercado e por mais de 300 clientes ativos de diversos segmentos da indústria, com ofertas completas de Digital, Serviços Gerenciados, Consultoria de TI e Soluções Empresariais. A Resource utiliza as mais modernas tecnologias globais e possui dezenas de certificações técnicas, que comprovam seu diferencial competitivo e a qualidade de seu trabalho junto a clientes que desejam obter ganhos de produtividade e maior desempenho em suas operações. Para mais informações, visite nosso site www.resourceit.com.

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Via Varejo investe em atendimento ao cliente por WhatsApp

A Via Varejo, empresa que administra as marcas Casas Bahia e Pontofrio, torna-se, no Brasil, a primeira grande varejista a utilizar a solução empresarial do WhatsApp como canal de atendimento ao cliente. Além desse novo meio de contato, o relacionamento já acontece por meio de chat, telefone, mídias sociais, e-mail, SMS e presencialmente nas mais de 960 lojas das duas bandeiras. O novo serviço estará oficialmente no ar a partir de janeiro de 2018.

Neste primeiro momento, o projeto se encontra em fase piloto com 170 mil mensagens encaminhadas para clientes pré-selecionados pela companhia, que estão recebendo informações sobre liberação de produtos para retirada em uma das lojas físicas da Via Varejo (para aqueles que compraram no e-commerce pela modalidade “Retira Rápido”), prazo para aprovação de pedidos, confirmação de garantia estendida e seguros complementares adquiridos, entre outros assuntos que estão sendo incorporados, como montagem de móveis, por exemplo.

A versão final, que está em fase de desenvolvimento para ser lançada no início deste ano, passará também a responder os clientes por texto, foto ou vídeo, utilizando inteligência artificial, além de equipe dedicada ao canal. O propósito desse novo serviço é trazer maior agilidade às tratativas das demandas de consumidores, bem como aumentar o portfólio de meios de atendimento para que sejam utilizados conforme a conveniência de cada um.

“Os aplicativos para troca de mensagens são os principais meios de comunicação utilizados pelas pessoas no dia a dia e, como uma empresa que busca estar disponível e acessível em todos os canais de relacionamento possíveis, não poderíamos deixar de seguir essa tendência e fornecer uma nova opção de contato que agregasse ainda mais valor para os clientes. Estamos otimistas com a avaliação positiva nesta fase prévia do projeto e acreditamos que estabeleceremos um novo patamar de experiência quando o canal for amplamente disponibilizado”, afirma Patrícia Cansi, diretora de Serviços ao Cliente da Via Varejo.

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Ex-sócio do Goldman Sachs assume presidência do conselho do Hotel Urbano

O Hotel Urbano, empresa de tecnologia líder nacional no segmento de turismo, anuncia André Laport, ex-sócio do banco de investimento norte-americano Goldman Sachs como novo Presidente do Conselho de Administração do Grupo HU (Holding do Grupo Hotel Urbano).

Andre é ex-diretor do Latin American Equities na Goldman Sachs. Foi membro do Conselho da Goldman Sachs no Brasil e do Brazil Management Committee, Growth Market Committee, Brazil Risk Committee e do Latin American Trading em Nova York. Em 2008, iniciou na Goldman Sachs como diretor-executivo e logo tornou-se sócio em 2010. Em 2007, Andre recebeu um diploma de Liderança pela Harvard Business School.

Líder nacional no mercado online de hospedagem, a startup vive seu melhor momento. Apesar do cenário macroeconômico desafiador, o Hotel Urbano registrou o melhor primeiro semestre da sua história em 2017, superou o faturamento de 2016 em menos de oito meses e apurou lucro no período, algo extremamente raro entre as empresas pontocom brasileiras.

O Hotel Urbano possui uma base de 18 milhões de viajantes, bem como a maior página de turismo do Facebook no mundo, com mais de 12 milhões de fãs. O Hotel Urbano é também a única agência de viagens vencedora por três anos do Prêmio “Melhores Empresas para Trabalhar GPTW – Varejo”, promovido pelo instituto Great Place To Work.

Referência em relacionamento com o consumidor, o Hotel Urbano é tricampeão pelo melhor atendimento no Prêmio Época / ReclameAQUI, bem como bicampeão no Ranking Exame / IBRC e no Prêmio Consumidor Moderno.

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5 setores nos quais IoT deve crescer em 2018 no Brasil

Fotos Editadas. Escritório.

Por Werter Padilha

Início de ano é época de identificar tendências, setores com maiores perspectivas de crescimento e de investimentos, seja por parte de empresas, governos e consumidores. Para essas análises, contamos com informações fornecidas por diferentes e conceituadas consultorias. Segundo dados da IDC, o gasto mundial com Internet das Coisas (IoT) deverá chegar a US$ 772,5 bilhões em 2018, um aumento de 14,6% em relação aos US$ 674 bilhões gastos até o fim de 2017.

As taxas de crescimento continuarão altas nos próximos anos, pois as tecnologias de IoT podem ser exploradas em incontáveis setores e, em princípio, não existem fronteiras para elas – da casa inteligente à indústria 4.0. Entretanto, é preciso analisar também a dinâmica desses mercados para identificar quais desses setores estão mais maduros para adoção de IoT em larga escala, dispostos a investir nessa transformação digital e a explorar os dados produzidos pelos dispositivos – um caminho em direção ao futuro que precisa ter início e continuidade.

IoT demanda análise, planejamento, estratégia, investimento e retorno sobre os recursos aportados, pois não basta conectar dispositivos ou pessoas por meio de uma rede, seja pública ou privada. O fluxo contínuo de informações gerado pelos dispositivos e tecnologias de IoT deve auxiliar as pessoas, organizações e governos a alcançarem seus objetivos, seja a redução de desperdícios e de custos operacionais, o aumento das vendas, oferta de novas experiências ao cliente, mais qualidade de vida, mais eficiência na gestão, a melhora na competitividade ou qualquer outro objetivo específico.

Tendo em vista essa necessidade de analisar a maturidade dos setores e as tendências, relaciono abaixo 5 setores nos quais a adoção de IoT deverá crescer em 2018 no Brasil, explorando o potencial das novas tecnologias, a evolução das plataformas de IoT, a ampliação de cloud, o uso crescente dos softwares de analytics e business intelligence e as boas perspectivas abertas pela divulgação do Plano Nacional de IoT e de outros projetos e políticas já em andamento no país. São eles:

1. Indústria de hardware e software para IoT

De acordo com o IDC, o hardware vai atrair um volume significativo de investimentos, considerando a necessidade de construção da infraestrutura de IoT, com a aquisição e instalação de sensores, beacons, tags de RFID, gateways e soluções, entre outros equipamentos e programas, que proporcionam inteligência, identificação e rastreabilidade às coisas. São os investimentos para criação da infraestrutura capaz de gerar e suportar o tráfego de dados, conforme a base instalada de dispositivos conectados se expande exponencialmente.

2. Indústria – manufaturas em geral e de base

Na modernização dos processos na manufatura, a IoT é parte fundamental na evolução da automação industrial para o conceito de Indústria 4.0 e o Brasil está em busca de recuperar o atraso e a perda de competitividade internacional. A conectividade passa a contribuir para a criação de processos de produção mais flexíveis e traz impactos que vão muito além da redução das falhas no chão de fábrica. A escolha da indústria como uma das verticais prioritárias do Plano Nacional de IoT, o programa da FIESP e ABDI em andamento, chamado “Rumo à Indústria 4.0”, entre outras iniciativas para difusão de conhecimento sobre tecnologias digitais que devem ser incorporadas à produção, indicam que trata-se de um tema prioritário e estratégico para o Brasil, como já acontece na Alemanha, China e Coreia do Sul.

3. Agronegócio

Pesquisa realizada por uma empresa global de serviços e soluções de tecnologia da informação e comunicação, aponta que o agronegócio é um dos setores mais avançados no Brasil na adoção de IoT, ou seja, já está sintonizado com o uso de tecnologias para melhorar a eficiência tanto da produção, quanto de transporte, logística e armazenamento. O agronegócio é um dos setores nacionais mais competitivos internacionalmente e para manter esta posição, os empresários e o governo estão dispostos a ampliar os investimentos na adoção de novas tecnologias para gestão de frota, para coleta de dados dos equipamentos agrícolas, monitoramento de dados de clima e solo, entre outras informações, para fazer com que o país avance no ranking de produção mundial de alimentos.

4. Saúde e gestão hospitalar

Saúde é outro setor priorizado pelo Plano Nacional de IoT e que tem iniciativas em andamento em consultórios médicos, centros de diagnóstico e hospitais públicos e privados. Hoje em dia, as tecnologias digitais na saúde têm contribuído tanto para o diagnóstico e tratamento de pacientes quanto na administração hospitalar e gestão de ativos. Uma das apostas é a telemedicina, conceito que envolve o armazenamento e monitoramento remoto de sinais vitais de pacientes por meios de dispositivos. Podemos considerar ainda a popularização dos wearables (como relógios, pulseiras e tênis), que monitoram a frequência cardíaca, tempo de sono e outros sinais vitais.

5. Mobilidade urbana e trânsito

Dentro das diferentes áreas trabalhadas pelo conceito de Cidades Inteligentes, a IoT pode ser vista como chave para a melhoria do trânsito e da mobilidade urbana nas médias e grandes cidades, ajudando a mensurar o tamanho do problema, quantificar o número de automóveis em uma rua, propor rotas e priorizar investimentos. O Brasil já tem um Projeto do MCTIC, que pretende integrar sistemas de monitoramento ao Plano Nacional de IoT, que visa criar soluções em áreas como mobilidade urbana, segurança e transporte de cargas. Vários estados da federação estão investindo em semáforos inteligentes e transporte público conectado.

Acreditamos que empresas, governo, instituições de pesquisa e consumidores vão se manter mobilizados na adoção e disseminação do uso de equipamentos conectados à internet, pois a sinergia permitirá a criação de um ambiente no Brasil capaz de alavancar o investimento em IoT nos 5 setores citados – indústria de hardware e software, agronegócio, saúde, indústria e mobilidade urbana – e em outras áreas atrativas, como varejo e logística.

Werter Padilha, CEO da Taggen Soluções de IoT, coordenador do Comitê de IoT da ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software, e membro do comitê do Plano Nacional de Internet das Coisas, projeto desenvolvido pelo BNDES e o Ministério das Ciências, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC).

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BPO e a Retomada da Economia: Tudo a Ver

Por Ankur Prakash

Nos últimos anos, acompanhamos uma onda de altos e baixos no mercado brasileiro, os problemas socioeconômicos que nosso país enfrentou, e ainda enfrenta, geraram uma série de más notícias. Entre elas, estão o aumento do desemprego e a queda do PIB, que no começo de 2017, a reflexo de 2015 e 2016, registrou um encolhimento de 3,8% e 3,6%, ou seja, a pior recessão do país. Acontece que, mesmo com dificuldades, o governo tem tomado medidas que buscam retomar a economia e os bons números do crescimento. Algumas já têm surtido efeito, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a nossa economia voltou a crescer no último trimestre de 2017, ainda que de maneira tímida, chegando a 1,4% com relação ao mesmo trimestre de 2016.

Duas dessas ações, e que com certeza mexeram até com a opinião internacional sobre o Brasil, foram: a aprovação da reforma trabalhista e a lei da terceirização. Especialmente para o setor de tecnologia e seus serviços, como o BPO (Business Process Services), essas aprovações permitirão um crescimento maior e mais rápido. Pensando nisso, elencamos três grandes fatores que apontam para a retomada da economia, e que devem trazer, nos próximos anos, mais otimismo ao mercado.

Mudança na legislação trabalhista

Sancionada pelo presidente em 13 de julho de 2017, mas efetivamente válida a partir de 11 de novembro do mesmo ano, a reforma trabalhista irá transformar o mercado de trabalho brasileiro, além de torna-lo mais atraente e competitivo. E atrelada a essa reforma, está a lei da terceirização, que flexibilizou a indústria de subcontratação no país, permitindo que ocorra a terceirização da atividade-fim em qualquer empresa, seja do setor privado ou do setor público.

Por mais polêmicas que as decisões possam parecer, maiores são os benefícios tanto para o trabalhador quanto para o empregador. Especialmente para profissionais de tecnologia, que muitas vezes atuam por projetos, e necessitam de maior flexibilidade, tais aprovações vão proporcionar a saída da zona de conforto, uma vez que, devido à possibilidade de contratos intermitentes, os profissionais poderão investir no seu desenvolvimento, por meio de estudos e outras atividades inerentes à área. Além disso, é importante frisar que o mito da redução de salários dos terceirizados, vai acabar. Um estudo da USP, publicado pela Folha de S.Paulo, demonstrou que as comparações equivocadas entre funções e empresas nos levam a acreditar nessa precarização. Na prática, isso não acontece, mesmo porque o custo de um colaborador terceiro é similar ao de um funcionário direto.

Outro ponto de grande relevância é a autonomia dada aos acordos entre empresas e colaboradores. Nesses casos, a CLT continuará a nortear, mas a negociação entre as partes estará acima, e isso foi um grande passo para a maturidade do setor.

Transformação do mercado

Estamos cada vez mais mergulhados no universo digital, e a intensa chegada de tecnologias como inteligência artificial, bots, automação e outras aplicações, nos levam a nos preocuparmos com nossas posições de trabalho, certo? Errado! Mais uma vez somos desafiados, no bom sentido, a renovar nosso conhecimento e a sair da zona de conforto que nos acolhe. As novas leis, aliadas às novas tecnologias vão, na realidade, transformar cargos em posições estratégicas. Como a intervenção humana tende a diminuir, seremos levados a agir naquilo que necessita do real valor humano, aquilo que a máquina não consegue atingir. E com isso, os clientes serão mais bem sucedidos.

E trazendo a informação à luz da terceirização, a notícia é ainda melhor. A premissa de companhias que atuam com a Terceirização de Processos de Negócio (BPO) é a especialização, então, no caso de evoluções tecnológicas, os especialistas deverão se aprofundar de maneira estratégica, com foco nos negócios além da tecnologia. E para a companhia que souber tomar vantagem disso, já pode esperar por grandes benefícios.

Posicionamento de mercado

Reformas como as que temos vivido, trazem renovação, e o mercado também precisa se posicionar. O que veremos é um movimento ainda maior de ações com foco na experiência do cliente. Ou melhor, valores voltados à percepção do cliente, e isso não é alcançado a menos que colaboradores, funcionários, ou ainda prestadores de serviços enxerguem valor naquilo que fazem. E é importante explicar que o posicionamento do mercado aponta não somente para as empresas do país, mas para todos que fazem parte dessa cadeia que inclui a alta administração, e que, ao valorizar seus trabalhadores, faz com que eles se inclinem às necessidades dos seus clientes, elevando a experiência, produtividade e o retorno para os negócios.

No caso das empresas que buscam parceiros em BPO, com relação ao quesito ‘especialização’, é importante considerar aquelas que realmente investem no conhecimento da equipe. Além disso, devem possuir estratégias alinhadas ao digital, à transformação, e à inteligência que o mercado, hoje, requer. Mercado esse que tem passado por grandes mudanças comportamentais e de consumo, e uma companhia que souber como lidar com essas transformações, com certeza terá vantagem na corrida do sucesso. É essa a parceira que vai alavancar os resultados da sua organização. Lembrando que, a priorização por compreender o mercado local também pode garantir um bom lugar na hora de decidir qual parceiro é melhor, uma vez que o Brasil é um país de legislação peculiar e altamente complexa.

É chegada a hora da retomada da economia, e os avanços já começaram, do nosso lado, cabe compreender esse movimento e investir no nosso crescimento, sabendo que cedo ou tarde, seremos usados estrategicamente nesse ambiente.

Ankur Prakash é VP de New Growth e Emerging Markets da Wipro.

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Você sabe a diferença entre Machine Learning e Deep Learning?

Considerada uma das grandes revoluções do mundo moderno, a Inteligência Artificial tem provocado verdadeiras transformações nos negócios e possibilitado aos empresários vantagens competitivas nunca antes vistas. Porém, ainda que essa seja uma tecnologia que não soe estranha aos ouvidos, você realmente sabe o que ela significa?

Inteligência Artificial é tudo o que permite à máquina apresentar características semelhantes ao que identificamos como inteligência no ser humano. Nos seus primórdios, a Inteligência Artificial operava – e, em muitos casos, ainda opera – com sistemas especialistas, formados por imensos conjuntos de regras. Essas regras, elaboradas por seres humanos, buscam descrever situações em que, se houver um padrão de atendimento a elas, um problema pode ser resolvido.

Por exemplo: se eu estiver programando um sistema especialista de detecção de fraude em uma determinada transação comercial, posso determinar que se a pessoa fizer uma ligação de madrugada ou de um local distante da sua residência, dentre outras condições, aumentam as chances dessa transação ser fraudulenta.

De acordo com Roberto Lotufo, que é professor titular aposentado da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e fundador da NeuralMind, startup especializada nessa área, o grande problema é que esses sistemas de Inteligência Artificial vão se tornando extremamente complexos, chegando até as dezenas de milhares de regras, com novas regras interferindo nas anteriores. “O trabalho de manutenção dessas regras se torna hercúleo”, avalia o docente.

Como toda inovação, essas aplicações iniciais geraram entusiasmo com a tecnologia. E a necessidade de aperfeiçoamentos culminou no avanço para uma nova técnica: o Machine Learning.

O Machine Learning, por sua vez, não é baseado em regras. E sim, no que os especialistas chamam de “características do objeto”. Voltando ao exemplo anterior, na programação do sistema de detecção de fraudes, os dados a serem inseridos no sistema poderiam ser a hora em que o pedido é feito, a localização do solicitante, sua idade, o valor do pedido, dentre outros que possam ter relação com a fraude. Esses dados são inseridos em um classificador estatístico. O problema, muitas vezes, é escolher as características a serem selecionadas.

“Na maioria das técnicas de Machine Learning existe a fase chamada de ‘feature engineering’, que é a escolha das características que irão melhor discriminar os objetos a serem classificados. Novamente, temos um esforço humano nesta escolha. Além disso, é uma tecnologia apropriada para o tratamento de dados estruturados, ou seja, aqueles que você consegue colocar em um banco de dados. Mas não para outros tipos de dados. Exemplos disso são as imagens ou sons”, explica Lotufo.

É nesse ponto que surge uma terceira técnica, ainda pertencente ao Machine Learning: o Deep Learning. Essa nova tecnologia dispensa a etapa de “feature engineering”, com a possibilidade de entrada no sistema dos dados originais, brutos. Além disso, explica o fundador da NeuralMind, o Deep Learning mostra resultados promissores justamente com os dados em relação aos quais outras técnicas de Machine Learning têm limitações: os dados não estruturados.

“Trabalhamos com o conceito de vizinhança. Em uma imagem, por exemplo, você sempre tem um pixel ao lado, acima ou abaixo de outro pixel; em um texto, as palavras se sucedem e, na fala, sempre temos um sinal que é antecedido e sucedido por outros”, explica Lotufo. “Em todas essas aplicações, o Deep Learning vem se mostrando extremamente bem-sucedido. Antes, para fazer um sistema de reconhecimento de fala, por exemplo, você tinha de especificar as características dessa fala. Cada língua tem fonemas diferentes, e era preciso, antes de mais nada, inventariar esses fonemas. No Deep Learning, o dado que entra é o sinal de voz, diretamente, a pessoa falando e a saída é o texto que ela falou. É com isso que você treina o sistema”, exemplifica.

Assim, considerando essas diferenças e o potencial do Deep Learning, a principal dica do pesquisador aos empresários brasileiros é que busquem conhecimento sobre a nova tecnologia. “É fundamental compreender a diferença e, com isso, a relevância do Deep Learning. Há muitas empresas vendendo soluções que usam outras técnicas de Machine Learning no mercado. São soluções úteis, sem dúvida, mas não foram elas que causaram a revolução que temos observado nos últimos seis anos. Por isso, minha dica é que busquem saber responder qual é a diferença entre Machine Learning e Deep Learning, pois é isto que permitirá o passo necessário ao desenvolvimento desses empreendimentos”, conclui.

A NeuralMind é uma startup sediada em Campinas, que busca transformar negócios com o uso de Inteligência Artificial. Entre as soluções oferecidas pela startup estão: sistemas de recomendação, detecção de anomalias, análise automática de imagens, reconhecimento inteligente de documentos e segurança cibernética. A empresa também oferece treinamento na área, com cursos in company e online. Para mais informações, acesse: http://neuralmind.ai/

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Fintech brasileira de câmbio entra no mercado de criptomoedas com comparativo de preços

Um marketplace multimoedas, que permite comparar preços e comprar de dólares a coroas dinamarquesas e até bitcoins. Essa é a nova plataforma da Câmbio Store, fintech de câmbio on-line criada em 2015, que também tornou possível fazer troca direta entre moedas estrangeiras. As novidades têm por objetivo facilitar a experiência dos usuários e devem resultar em uma movimentação de R$ 1,2 bilhão em 2018.

Para implementar as mudanças, a Câmbio Store desenvolveu uma nova tecnologia de integração com as corretoras parceiras de câmbio e criptomoedas. Essa teia permite fazer qualquer comparação de moedas físicas ou virtuais. No caso de movimentações que não envolvem o real, o cliente tem a opção de levar o valor até um parceiro da fintech.

O plano é tornar factível a troca de criptomoeda por moeda em espécie e vice-versa. Caso deseje adquirir bitcoins com euros, por exemplo, a Câmbio Store se encarregará da tarefa. Quando registrar o depósito, a empresa repassará, por meio de outra corretora, o valor equivalente para a carteira virtual dele. “Assim, nos tornarmos a primeira plataforma de câmbio on-line a oferecer tanto moedas físicas quanto virtuais com o mínimo de fricção possível para nossos clientes e com uma usabilidade mais acessível”, explica José Marques da Costa, COO da Câmbio Store.

Além disso, a partir de agora as corretoras responsáveis por cada transação de câmbio serão identificadas para o cliente final, que poderá avaliá-las. “Dessa forma, além do preço em si da moeda, fazemos com que as corretoras também comecem a investir em atendimento, de maneira a se destacar”, afirma José Marques. Não que a comparação entre preços tenha saído de foco: no caso do bitcoin, por exemplo, a fintech estima que seja possível encontrar variações de até 10% no valor de compra.

Por enquanto, a Câmbio Store suporta apenas o bitcoin, além de 22 moedas utilizadas ao redor do mundo. Aos poucos, a plataforma deve integrar Ethereum, Litecoin e outras criptomoedas. Com isso, a expectativa da empresa é atingir 500 mil clientes até meados de 2018 e chagar a um faturamento de R$ 15 milhões no próximo ano.

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Emissão de Certificado Digital cresce 11,52% em 2017

O volume de emissão de certificados digitais no ano passado apresentou recuperação em relação a períodos anteriores. De acordo com o Instituto Nacional de Tecnologia (ITI), o ano de 2017 foi de crescimento para a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil. Foram emitidos 3,598 milhões contra 3,226 milhões do ano anterior. Esse número representa aumento de 11,52%. Para o diretor executivo da Associação Nacional de Certificação Digital (ANCD), Antonio Sérgio Cangiano, o dado representa o sólido crescimento da adoção do certificado digital pelo governo e pela economia no Brasil, o que reflete a tomada do conhecimento dos benefícios e da segurança jurídica do uso do certificado digital padrão ICP Brasil.

Segundo ele, o surgimento de novas aplicações para o certificado digital, como a carteira nacional de habilitação, a e-CNH, entre muitos novos benefícios, vai alavancar ainda mais a evolução desses dados e crescimento acelerado do setor. “Também colabora nesse sentido a divulgação constante e didática sobre as vantagens que o certificado digital padrão ICP-Brasil proporciona para empresas e pessoas físicas e as facilidades de acesso que as certificadoras têm proporcionado”, comentou.

Em 2017 também caiu de forma significativa o número de fraudes com certificados digitais. O ITI registrou queda comparativa a 2016 de 29,60%. Foram 138 no total, o que representa somente 0,0038% em relação ao total de certificados emitidos.

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E-commerce B2B: oito motivos para investir

O foco no consumidor final foi a essência do e-commerce por anos, mas a Infracommerce, empresa líder em full service para e-commerce na América Latina, inovou o setor criando o primeiro e-commerce B2B brasileiro para a Unilever. Atendendo majoritariamente a indústria, a solução é uma grande aposta do setor, pois permite que o fornecedor tenha uma nova forma de fazer negócios, complementar à sua força de vendas e com total eficiência e potencial de crescimento.

Para esclarecer os benefícios que um e-commerce B2B pode trazer para as empresas, Luiz Pavão, diretor geral da Infracommerce, levantou os principais motivos para investir na plataforma.

1) Relacionamento mais próximo com os lojistas

Com um e-commerce focado para lojistas é possível criar um novo canal de comunicação, fornecendo mais informações para os clientes e possibilitando a aproximação.

2) Aumento na oferta de produtos

Um catálogo online não tem limites: em um e-commerce é possível disponibilizar toda a cartela de produtos e especificações a um clique. Com mais produtos e acesso rápido a lançamentos, é possível vender mais e melhor.

3) Ser opção ao Cash Carrier e Atacado

Existem clientes que não têm acesso a outras maneiras de atendimento. Como o e-commerce não tem barreira física, é possível chegar até aqueles que não conseguem ser atendidos pelos distribuidores.

4) Aumentar a base de clientes no long tail

Além de atender melhor os atuais clientes, um e-commerce focado possibilita a criação de base de clientes que ainda não têm interação com a marca.

5) Diversificação dos meios de pagamento

As vendas online e a diversificação das ferramentas financeiras possibilitam oferecer mais opções de pagamento para os varejistas, facilitando a negociação.

6) Acompanhamento da performance do cliente

A ferramenta de e-commerce permite a análise de dados e comportamento da performance de cada cliente, o que pode ajudar a atuar proativamente no cliente e criar condições comerciais apropriadas.

7) Mais controle sobre o nível de serviço do distribuidor

Para um cliente ficar satisfeito, é necessário oferecer não só facilidade na compra e boa cartela de produtos. Também é importante analisar os serviços prestados pelos distribuidores e checar se estão de acordo com a exigência de qualidade da empresa.

8) Criar conhecimento para o lojista incrementar suas vendas

Uma plataforma de e-commerce pode ir muito além das vendas: é possível oferecer conteúdo exclusivo para os lojistas através de um portal. Com informações em mãos, lojistas conseguem se planejar e vender melhor.

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Serviço de robô advisor é aposta de corretora de valores mais antiga do mercado

Fundada em São Paulo (SP), em 1927, a Magliano desafia os estereótipos de uma corretora independente com 90 anos de história e aposta nos serviços de robô advisor para ganhar eficiência.

Para trazer a novidade, a corretora fechou uma parceria com a Allgoo, fintech especializada em inteligência artificial para o setor financeiro. A startup foi responsável por desenvolver o novo site e a plataforma de investimentos digital, na qual o cliente poderá ter acesso a diversos produtos, como estrutura de fundos e simulador de carteiras.

“Utilizando uma definição rápida, os robôs advisors são sistemas capazes de fazer planejamento financeiro de uma maneira automatizada. Isso tudo sem intervenção humana e baseado em algoritmos”, conta Luiz Claudio Macedo, CEO da Allgoo.

A partir de um questionário, os robôs automatizados traçam o perfil, os objetivos de curto, médio e longo prazo e a disposição ao risco dos investidores. Além disso, os sistemas são atualizados periodicamente para se adequar aos cenários econômicos, considerando diferentes riscos e prazos de acordo com o objetivo do usuário.

“Utilizando inputs do usuário, esses robôs se tornam capazes de gerar recomendações, balanceamento de portfólio de investimentos e até um planejamento financeiro completo, onde é possível incluir despesas, crédito, poupança, entre outros”, explica.

Tecnologia promissora

Segundo o CEO da Allgoo, os investimentos em tecnologia por parte das corretoras têm sido realmente consideráveis. “As facilidades implementadas pela Magliano Invest são uma forte evidência do quão importante é o uso de canais eficientes de monitoramento de dados, atendimento mais intuitivo, rápido e personalizado, que ofereça mais segurança e confiabilidade para os clientes em um mundo cada vez mais globalizado”.

A partir de 2006 e, desde então, os robôs de investimento vêm ganhando cada vez mais relevância, por ser tratar de um serviço independente. Raymundo Magliano Neto, presidente da Magliano Invest, afirma que a adoção da tecnologia propiciou um grande diferencial para corretora.

“Nosso principal objetivo é transformar a complexa linguagem do mercado financeiro em algo simples, que qualquer potencial investidor que acesse o site consiga entender”. Tendo em vista esse movimento, outro importante passo dado pela corretora foi o novo posicionamento de marca, que passou a receber o nome de Magliano Invest.

O valor inicial de aplicação é de 15 mil reais. Além disso, os investidores da corretora já podem acessar as áreas de cadastro, sugestões de fundos, análises, entre outros.

Se você ficou interessado em conhecer a nova plataforma digital da Magliano Invest, clique aqui.

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Fintech leva modelo eletrônico de gerenciamento do consignado brasileiro para Índia

Liderada por um brasileiro e há dois anos no mercado indiano, a SalaryFits, fintech focada em saúde financeira e sustentabilidade, é uma das empresas convidadas para apresentar ao mercado internacional sua plataforma, durante a MISSÃO StartSe na Índia, que acontece em Nova Déli.

Com um cenário econômico de intensa desigualdade social, elevado índice de “desbancarização”, isto é: um ambiente em que as pessoas não mantêm relações ou mesmo não possuem um histórico de crédito com instituições financeiras, alinhado a um ambiente favorável à inovação e empreendedorismo e avançado crescimento econômico, o país que é o terceiro maior mercado de startups do mundo, atrás apenas do Reino Unido e Estados Unidos, demonstra ser o ambiente ideal para uso e aplicação dos conceitos trazidos pela plataforma SalaryFits.

A SalaryFits é uma spin off que leva o conceito da plataforma eConsig ao mercado internacional. “Iniciamos um estudo avançado do mercado em 2015 e dedicamos esforços para fechar parcerias e executar o nosso projeto durante o biênio 2016 e 2017 e iniciaremos em breve pilotos que já estão em status avançados para execução. Esses dois anos de imersão foram primordiais para conhecermos os pontos não apenas financeiros, mas todo o mindset estrutural do mercado. A oferta de benefícios em prol da saúde financeira do indivíduo por meio de dedução salarial não é um formato comum no país, e é essa a novidade desenhada em uma plataforma digital que estamos levando de forma inédita aos indianos”, comenta Renato Araujo ,fundador da Zetra e chairman da SalaryFits.

A proposta da SalaryFits é ampla, providenciando uma gama de benefícios através de empresas privadas e públicas aos seus colaboradores. Produtos ou serviços oferecidos por provedores, tais como bancos, empresas de seguros, planos de saúde, entre outras mais, desde que estejam vinculados ao desconto no salário do empregado, podem ser contemplados pela plataforma. O produto tem sido bem aceito pelo mercado financeiro indiano, que o enxerga também como um indicador de acompanhamento do aquecimento econômico do país. Uma vez que poderá ser um injetor de crédito ao consumo de forma consciente e sustentável no mercado.

A condição desempenhada pelos canais da plataforma ao indivíduo, que tenha ou não lastro financeiro, para providenciar uma contratação de empréstimos ou qualquer outro produto financeiro são únicas naquele mercado. O empregado de determinada empresa parceira da SalaryFits pode, de forma não burocrática e transparente, ter acesso às melhores e mais justas ofertas de juros e valores, dando como garantia de pagamento uma determinada porcentagem de seu salário mensal. Todo o processo arquitetado pela SalaryFits ocorre de forma fácil e rápida e digital.

“Atualmente, uma oferta de crédito na Índia varia entre 15% a 18% de juros, já com todas as taxas inclusas. Por toda eficiência e segurança já comprovada da plataforma da empresa, a SalaryFits acredita que estes números poderão reduzir consideravelmente”, garante o executivo.

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A Inteligência Artificial é crucial para a transformação da força de trabalho

Por Raj Mukherjee, Vice-Presidente de Produto no Indeed

A força de trabalho atual está passando por um período de mudanças que traz ambientes mais produtivos e eficientes. Mas também está fazendo com que modelos de profissões e carreiras se transformem e as lacunas de talento se ampliem se tornando mais desafiador encontrar e reter os funcionários certos. Assim como os avanços em inteligência artificial (AI), automação e a mobilidade evoluem o local de trabalho, a aquisição e a retenção de talentos – que já representam um dos maiores desafios enfrentados pelas empresas – se tornarão mais importante do que nunca.

A boa notícia é que muitas dessas tecnologias, especialmente a AI, também estão transformando a maneira com a qual identificamos e contratamos talentos, tornando o processo mais produtivo, eficiente e diverso. Ainda que esteja em um de seus estados iniciais, a AI já é capaz de conectar os candidatos aos empregos e, em um futuro próximo, ela será fundamental para ajudar as empresas a reterem funcionários e ajudarem os indivíduos a crescerem e alcançarem suas aspirações de carreira.

O Impacto da AI no processo de contratação

Descrições de emprego

As futuras descrições de emprego serão diferentes. O Processamento de Linguagem Natural (NLP, na sigla e inglês) já está melhorando a categorização da descrição de emprego ao encontrar e extrair critérios cruciais nas postagens e incluí-los nos algoritmos de AI a fim de identificar os empregos mais relevantes para os candidatos. Quando a pontuação do algoritmo demonstra que as qualificações do candidato se enquadram em uma descrição de emprego, ele é encorajado a se candidatar para o cargo.

No futuro, as descrições de emprego e os currículos se tornarão mais personalizados e com recursos que economizam tempo de forma a ajudar a atrair os talentos. Os “agentes” conversacionais – provavelmente robôs ou sistemas automatizados que usam informações humanas ou de máquinas – permitirão que os candidatos e empregadores se engajem uns com os outros e compreendam suas necessidades.

Pense sobre a oportunidade oferecida por um botão de chat em uma descrição de emprego que permita a um candidato fazer perguntas imediatamente sobre um emprego. Ou um que permita que um empregador faça perguntas detalhadas sobre a experiência do candidato. Não só muitas perguntas serão respondidas nesse estágio, mas as que não forem serão encaminhadas para que os gerentes de contratação respondam e, ainda mais importante, serão usadas para treinar o sistema para o futuro.

Agilizando a avaliação dos candidatos

É difícil avaliar milhares de candidatos de forma justa e eficiente. Atualmente, recrutadores avaliam em um currículo a instituição de ensino e os empregos anteriores e isso certamente faz sentido. Mas a melhor maneira de verificar as competências é a aplicação real para a vaga disputada. Isso permite que empregadores em potencial vejam se um candidato pode realizar as funções inerentes ao cargo em uma avaliação simulada do trabalho. Alguns exemplos:

• Um desenvolvedor de software realiza um exercício de codificação enquanto interage com futuros colegas de trabalho (ou virtuais).

• Um analista financeiro desenvolve um modelo financeiro e é classificado em uma conversa sobre regulações financeiras e de melhores práticas.

• Um analista de suporte técnico bilíngue é avaliado pela fluência oral, por lidar com clientes chateados e pela habilidade de aprender sistemas desconhecidos.

Essas são as situações críticas nos atuais processos de entrevistas, mas elas atualmente usam muitos recursos e dependem da habilidade do entrevistador. A AI pode aumentar currículos ao automatizar esses tipos de avaliações. Nesse sentido ela pode dar aos gerentes de contratações um ranking imparcial das qualificações dos candidatos em potencial. Imagine uma biblioteca com milhares de avaliações onde um gerente de contratação pode escolher um conjunto personalizado de simulações de competências para a posição necessária. Essas avaliações personalizadas podem fornecer a ambas as partes a transparência necessária para encontrar o casamento ideal, ao mesmo tempo em que economizam tempo para um grau mais elevado de conexões humanas que possam criar confiança entre as partes e resultar em uma maior confiança na contratação.

Planejamento para a carreira após a contratação

O papel da AI não termina quando um candidato aceita um emprego. Os trabalhadores de hoje esperam trocar de emprego pelo menos algumas vezes ao longo da carreira. Estudos demonstram que a mais nova geração da força de trabalho, conhecida como Millennials, troca de emprego mais frequentemente do que as gerações anteriores. A AI pode ajudar os empregadores a mapearem o caminho da carreira de um indivíduo para garantir que os funcionários fiquem na empresa. Os algoritmos AI, quando se trata de conjunto de habilidades, desempenho e desejos, podem até ajudar os empregadores a saberem o que fazer para manter os funcionários crescendo dentro das suas organizações.

Da mesma forma, a AI pode ajudar um funcionário a compreender o que fazer agora para garantir o sucesso na futura carreira. Imagine uma AI que notifique você quando chegar a hora de pedir um aumento, fazer um treinamento ou conectar você com a pessoa certa para transformar as suas aspirações de carreira em realidade.

O futuro da tecnologia para encontrar o emprego ideal

A tecnologia para encontrar emprego continua evoluindo – tornando-se mais personalizada, perfeita e automatizada. A previsão é de um mundo onde existam dados suficientes para que as pessoas possam virtualmente só apertar um botão e receber uma oferta de trabalho.

Ao mesmo tempo em que a tecnologia AI pode tornar o processo muito mais eficiente, aceitar um emprego ainda requer a decisão do candidato ao emprego.

Uma decisão que é influenciada por relacionamentos, objetivos e a definição individual de um emprego significativo. A tecnologia AI pode dar aos recrutadores, empresas e candidatos mais tempo para focar nas conexões humanas que criem confiança e inspirem o desenvolvimento na carreira. Dessa forma, a AI está transformando rapidamente a maneira como identificamos e contratamos talentos e está no caminho para se tornar a sua companheira de carreira.

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