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CGI.br publica diretrizes e recomendações para aplicação de leis sobre Internet no Brasil

Responsável por estabelecer diretrizes estratégicas relacionadas ao uso e desenvolvimento da Internet no País, o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) divulgou um documento com recomendações e especificações técnicas para a aplicação de leis sobre Internet no Brasil. Resultado dos esforços do Grupo de Trabalho (GT) Marco Civil e Responsabilidades do CGI.br, o documento apresenta conceitos e definições para uma compreensão adequada do ecossistema de governança da Internet, bem como requisitos e diretrizes técnicas relativas à discriminação e a degradação de tráfego, ao gerenciamento de rede, à segurança, sigilo e acesso a registros.

“O texto trata de inúmeros pontos do ordenamento jurídico vigente e busca guiar tanto as práticas judiciárias, quanto o processo legislativo e a ação da administração pública, além de embasar decisões ulteriores do próprio CGI.br”, explica Luiz Fernando Martins Castro, conselheiro do Comitê Gestor responsável por coordenar o Grupo de Trabalho. “Apesar de ter sido concebido no GT Marco Civil e Responsabilidades do CGI.br, o documento tem escopo que pode ser estendido a outras leis relativas à Internet, que necessitem de parâmetros técnicos”, complementa Demi Getschko, conselheiro do CGI.br, integrante do GT e diretor presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), entidade que forneceu subsídios técnicos para a elaboração do texto.

O documento reúne conceitos e definições sobre Internet, sobre o que são Sistemas Autônomos, quais são os padrões universalmente aceitos para a rede, entre outros. “São definições robustas que preenchem lacunas até então existentes, necessárias não apenas para compreender o funcionamento da Internet em si, mas para orientar e embasar a interpretação e aplicação correta da lei”, avalia Flávia Lefèvre, conselheira do CGI.br que integra o Grupo de Trabalho.

Neutralidade da rede

Os requisitos técnicos para discriminação e degradação de tráfego também são analisados pelo CGI.br, considerando que o tratamento isonômico dos pacotes de dados disposto no art. 9º da Lei 12.965, de 23 de abril de 2014, deve garantir a preservação do caráter público e irrestrito do acesso à Internet. “Além de especificar o escopo de aplicação do dispositivo do Marco Civil sobre a neutralidade da rede, o documento traz importantes definições sobre discriminação e degradação do tráfego, termos citados na lei e no decreto que a regulamenta”, considera Eduardo Parajo, conselheiro do CGI.br que também faz parte do GT.

O texto explicita que a discriminação – ação que implique tratamento diferenciado de determinado tipo de tráfego de dados na Internet, por meio de bloqueio, redirecionamento e/ou filtragem do tráfego – será admissível em situações como as de mitigação de DoS (Negação de serviço, ou Denial of Service) e Gerência da porta 25 para combate ao spam.

Guarda de registros de conexão

No que toca à segurança, sigilo e acesso a registros, o documento do CGI.br esclarece que a guarda de registros de conexão deverá ser realizada pelo administrador de Sistema Autônomo que detém blocos de endereços IP para prover conexão à Internet, e também pelas entidades que utilizam sub-blocos específicos de endereços IP desde que delegados pelo administrador de Sistema Autônomo para prover conexão de usuários finais à Internet.

O documento soma-se à Contribuição do Comitê Gestor da Internet no Brasil à Regulamentação da Lei 12.965/2014 – o Marco Civil da Internet, publicado em 10 de novembro de 2015, e está disponível para consulta no endereço: http://cgi.br/publicacao/diretrizes-recomendacoes-e-especificacoes-tecnicas-para-a-aplicacao-da-lei-sobre-internet-no-Brasil/.

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Estudo revela prioridades de digitalização dos negócios no Brasil

A Salesforce, líder mundial em CRM, e a consultoria em inteligência de mercado IDC acabam de divulgar os resultados do iDX Business Digitalization, um Benchmark de Digitalização dos Negócios no Brasil que entrevistou executivos de 100 empresas com mais de 500 funcionários. O intuito do levantamento é medir o avanço na transformação digital que as empresas estão aplicando aos recursos que usam para interagir com seus clientes, ou seja, nas áreas de vendas, marketing e atendimento a clientes. Em uma escala que varia de 0 a 100 pontos, o índice geral de digitalização dos negócios atingiu 67,5. No que diz respeito aos pilares que compuseram o estudo, Mobilidade chegou a 80, seguido por Velocidade e Produtividade (77), Inteligência (56,5) e Conectividade e Integração (41,5).

A Mobilidade está entre os elementos mais importantes usados pelas empresas para a transformação da força de trabalho no Brasil. O estudo aponta que o smartphone é o dispositivo preferencial das companhias, ainda que mais de 61% usem tablets. As empresas entrevistadas afirmam custear o plano de dados dos funcionários para celulares (88%) e para aparelhos maiores, como tablets e notebooks (86%). “Estamos na ‘Era do Cliente’, por isso o relacionamento com esse público deve ser mais consultivo e engajador em todos os pontos de contato. Pelo que o estudo constatou, a mobilidade tem trazido ganhos expressivos na agilidade e produtividade dos colaboradores, mas é hora de gerar mais valor ao cliente ao se integrar melhor o CRM a outras aplicações de negócio”, diz Daniel Hoe, diretor de Marketing da Salesforce para a América Latina. Segundo o estudo, apenas 30% das empresas têm o CRM disponível em equipamentos móveis, ao passo que 96% contam com o e-mail corporativo acessível a partir de smartphones e tablets.

Quando se trata de Velocidade e Produtividade, Tecnologia se mostrou a área prioritária para investimento em digitalização de processos nos próximos 12 meses, seguida de Operação, Compras, Marketing e Atendimento. Os setores de manufatura e comércio deverão concentrar os esforços no departamento de Vendas neste período. A pesquisa mostra que 58% das empresas afirmam estar no mesmo ritmo de seus concorrentes e só 15% delas se percebem à frente na transformação. “O benchmark pode ser uma ferramenta essencial para que as organizações tenham a visão clara de onde precisam melhorar. Estamos otimistas, porque 47% delas já identificaram a necessidade de se digitalizar e 30% dizem ter uma evolução mais estruturada”, afirma Luciano Ramos, gerente de pesquisa e consultoria da IDC.

Entre os pilares que basearam a pesquisa, Inteligência obteve o terceiro maior índice. O estudo destaca a presença da Inteligência Artificial (IA) nas áreas de Vendas, Atendimento ao Cliente e Marketing. Quando se analisa a performance de cada segmento, o comércio é o que sai na frente. Entretanto, ainda há uma desconexão entre a informação gerada por meio de ferramentas analíticas e o acesso a partir de qualquer dispositivo, já que apenas 58,3% contam com este tipo de solução que traz a informação até o tomador de decisão, esteja ele com um smartphone em campo ou um computador no escritório. A Salesforce está engajada em promover uma conscientização sobre IA, desenvolvendo soluções como Einstein Vision para reconhecimento de imagens em redes sociais, realizando encontros como World Tour e Dreamforce, além de disponibilizar a plataforma gratuita de treinamento online Trailhead para disseminar o assunto.

O pilar com pontuação mais baixa no benchmark realizado pela IDC e a Salesforce foi Conectividade e Integração. “A importância da integração dos processos de marketing, vendas, equipes de atendimento ou de campo, está bastante clara dentro das organizações. Mas a baixa prioridade dada ao tema é responsável pela não implementação de soluções que tragam ganhos de produtividade e escalabilidade para as empresas, que estão postergando ações nesse sentido”, explica Luciano Ramos, da IDC.

Recurso para aumento de produtividade e alcance, a automação de processos não é usada de maneira integral nas empresas para as áreas de marketing, vendas e equipes de campo. Tal automação viabiliza uma escalabilidade de atendimento que, se contratada adequadamente, permitiria a essas organizações atender de forma ágil e econômica tanto os crescimentos quanto as retrações de mercado. Já com relação a Cloud, a maturidade é bem maior e apenas 8% das empresas não a têm em seus planos. Entre os tomadores de decisão entrevistados, 31% pretendem investir na modernização de processos nos próximos 12 meses, 31% em até 24 meses, 19% em mais de 24 meses e 8% não têm investimentos planejados.

Metodologia – O benchmark se baseia em uma pesquisa inédita com 100 empresas com mais de 500 funcionários, dos mais diversos segmentos de atuação, feita por meio de entrevistas conduzidas pela IDC. Também foram utilizadas informações existentes da IDC Brasil e da IDC global, além de informações de mercado sobre o tema para suportar e construir a base qualitativa do projeto. O estudo considerou ainda organizações com diferentes faturamentos para chegar nos índices apresentados ao final do trabalho. Constatou-se que 11% dos executivos de negócios possuem poder de influência ou decisão sobre o processo de transformação digital. Quanto aos executivos de TI, 79,8% influenciam a transição e 20,2% são responsáveis por decidir o futuro da companhia neste sentido.

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Valorização da experiência transforma consumidor em defensor da marca

Por Wilmar Lima

A logística do atendimento nunca foi tão importante para as marcas como agora. Isso porque, com a tecnologia inserida no cotidiano das pessoas, a venda online e offline se completam e, com isso, novos desafios surgem para a era do varejo omnichannel – tendência que converge todos os canais de venda utilizados por uma empresa e faz com que a experiência do cliente seja o ponto-chave.

Na era da experiência, é preciso pensar em cada cliente como uma unidade e não mais como um grande público, afinal, cada um tem necessidades específicas, fator que exige a presença das marcas em todos os pontos de contato. No entanto, isso vai além da simples padronização de apps, sites e lojas, neste processo acompanhar a jornada do cliente é fundamental.

Um estudo realizado pela SAP Hybris aponta que 49% dos consumidores se sentem confortáveis com o compartilhamento de dados pessoais com as marcas. No entanto, em troca, eles esperam que as interações sejam em tempo real, personalizadas e adaptadas de acordo com as preferências de compra, o histórico de transações e o comportamento do usuário. Isso significa que durante a jornada de compra a expectativa vai além da qualidade de serviço, também envolve a proximidade com a marca e o sentimento de valorização.

A pesquisa ainda revela que 43% das empresas concordam que uma boa experiência com as marcas torna o consumidor um defensor delas, mais do que isso, ainda garante a utilização do serviço mais vezes e indicação para outras pessoas. Outro ponto da pesquisa é que 51% dos consumidores esperam ver as mesmas ofertas de uma loja em múltiplos canais.

O fato é que o potencial dos recursos digitais, que vai desde as redes sociais até a Internet das Coisas, promoveu nos últimos anos uma verdadeira revolução no mercado varejista. Diante disso, a expectativa para as próximas décadas é que, cada vez mais empresas, de diferentes segmentos, apostem na multicanalidade para acompanhar a evolução do comportamento dos consumidores.

Confira algumas tendências omnichannel para o varejo em 2018 e o case de sucesso do primeiro projeto em vendas assistidas omnicanal do Brasil:

• Comando de voz – Os consumidores já utilizam comando de voz para fazer pesquisas, obter previsões meteorológicas, selecionar músicas, entre outras inúmeras tarefas. E, se já estavam habituados a adquirir produtos com um simples clique, por que não utilizar a tecnologia de comando de voz? Certamente, essa é a próxima aposta para aprimorar ainda mais a jornada de compra. Ao utilizar o comando de voz, pessoas com alguma deficiência física ou visual, ou até mesmo idosos, terão mais facilidade para fazer suas compras.

• Vitrines inteligentes – Os conceitos de omnichannel e machine learning possibilitam novas experiências para o varejo. De olho no mundo da moda, a SAP desenvolveu a solução Vitrines Inteligentes, uma tecnologia de recomendação de produtos que transforma as vitrines em auxiliares inteligentes de venda e de administração. A solução oferece agilidade e benefícios para lojistas e consumidores, além de um canal específico e personalizado de relacionamento com o cliente.

• Vendas assistidas – Antes, os clientes chegavam à loja, discutiam com o vendedor o projeto de sua casa, verificavam o preço e a disponibilidade de estoque de determinado produto. Hoje, por meio do multiatendimento, usando o site e o celular, os vendedores podem ofertar mais informações sobre cada item, o que transforma a compra em uma experiência única e diferenciada. O primeiro projeto em vendas assistidas omnicanal do Brasil, com a ferramenta SAP Hybris, foi implementado pela FH na Leroy Merlin, em 2017. O piloto foi realizado na loja de São Bernardo do Campo. Com essa integração entre site e mobile, a Leroy Merlin se tornou a primeira rede no setor de Varejo de Materiais de Construção (multiespecialista do lar, especializada em construção, acabamento, bricolagem, decoração e jardinagem) a atuar 100% no modelo omnichannel.

Wilmar Lima é vice-presidente de Transformação Digital da FH.

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Cabify anuncia Fernando Matias como novo Diretor Geral do Brasil

A Cabify, plataforma inteligente de mobilidade, anuncia o Fernando Matias como novo Diretor Geral Brasil da Cabify (Country Manager). O executivo substitui Daniel Bedoya, que iniciou a operação da Cabify no país e assume como COO (Chief Operating Officer) Global da Cabify.

Matias é formado em Relações Internacionais pela UNESP e possui MBA pela Berlin School of Creative Leadership. O novo Diretor Geral Brasil da Cabify também teve passagens pela Amcham e Souza Cruz. Em 2015, assumiu o cargo de Diretor de Marketing na Easy e um ano depois, se tornou CEO da operação Brasil.

“Para 2018, vamos nos posicionar de forma estratégica, investindo nos pilares de experiência e qualidade, posicionando nossa marca neste sentido, buscando aumentar a fidelidade de nossos usuários e motoristas parceiros, além de continuarmos a expandir nosso serviço dentro das cidades onde já atuamos”, explica o novo Diretor Geral Brasil da Cabify.

Recentemente, a Maxi Mobility Inc, holding da Cabify e da Easy, anuncia aporte de mais de meio bilhão de Reais (US$ 160 milhões) para expandir as operações em seus atuais mercados. O grupo opera plataformas de mobilidade como serviço (MaaS) de alta qualidade para empresas e usuários particulares em mais de 130 cidades e 14 países na América Latina e Península Ibérica.

No Brasil, a Cabify começou a operar em junho de 2016. Atualmente, está presente em 8 cidades – Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campinas (SP), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), Santos (SP) e São Paulo (SP). A empresa ainda possui uma parceria com a Multiplus, que rende pontos a todos os clientes cadastrados na rede de fidelidade que usarem os serviços da Cabify no Brasil.

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Cinco conselhos para tornar sua empresa atraente para investidores

Seja para crescer, ou ganhar fôlego para implementar mudanças na estratégia de um negócio, sócios e investidores podem ser uma boa opção, mesmo para pequenas e médias empresas. Apesar do número de fusões e aquisições anunciadas, terem caído nos últimos dois anos, de acordo com relatório divulgado em abril passado pela PWC, as áreas de serviços e TI são as que mais realizam esse tipo de operação, sendo responsáveis por 24% dos anúncios.

Para quem busca sócios, ou mesmo possíveis compradores para sua empresa, o primeiro passo é organizar seus números. “É fundamental usar a contabilidade não somente como um instrumento apurador do fisco e sim como uma ferramenta de gestão”. É o que indica o executivo e advogado especialista em direito de empresas, Luciano Moraes – responsável por processos de fusão e aquisição de pelo menos cinco empresas de pequeno e médio porte, que movimentaram o equivalente a R$500 milhões nos últimos dois anos.

De acordo com Moraes, a falta de conhecimento contábil por parte do empresário pode acarretar na diminuição do valor de sua própria empresa. “É muito comum que empresas de pequeno e médio porte não tenha seus balancetes mensais atualizados, ou que façam pagamentos de despesas pessoais dos sócios. A empresa que gera interesse de investidores é aquela que é medível, ou seja, tenha métricas, apresente resultados reais, organizados e em dia” descreve.

O conselho do executivo e advogado reforça as afirmações de um estudo divulgado pelo SEBRAE, em 2016. Cerca de 25% das empresas que encerram suas atividades antes dos dois anos de existência, alegam a falta de conhecimentos em gestão e incapacidade para lidar com problemas financeiros e contábeis como os principais motivos.

O segundo conselho é saber aonde quer chegar. Quem busca uma boa oportunidade para investir, procura negócios com planos a médio e longo prazo. “É fundamental que o empresário entenda do ramo em que atua e saiba para onde pode crescer. O papel do sócio, ou investidor, será oferecer recursos e também contribuir com ideias para que esses objetivos sejam conquistados”. Aliás, atuar em um mercado expansível é o terceiro conselho. O executivo destaca que ninguém investe em negócios em vias de extinção e sim em oportunidades que possam gerar crescimento.

Outra característica comum das pequenas e médias empresas é o apego emocional. O quarto conselho é desmontar aquela ideia de que o negócio é como um filho. “Empresas são unidades produtoras de negócio e renda. É importante gostar do que se faz, mas esse tipo de apego dificulta decisões duras que podem impactar na continuidade e crescimento do negócio, como reduções, ou mesmo a venda”, destaca Moraes.

E como último, mas não menos importante conselho, Luciano destaca a importância de valorizar as boas pessoas que fazem uma empresa girar. E esse reconhecimento é moral e financeiro. “Estar focado em resultados não significa ganhar sozinho. A motivação da equipe tem total influência no sucesso da empresa”, aponta.

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O uso do Data Center para melhorar a Experiência do Cliente

Por Fernando Dantas, Superintendente da Gerência de Serviços da Sonda Ativas

A Transformação Digital trouxe uma nova diretriz para o relacionamento entre empresa e cliente. Nos últimos anos, duas palavras têm chamado a atenção do mercado: Customer Experience (Experiência do Cliente), ou seja, a percepção que o consumidor tem sobre a empresa. O termo se refere à maneira como o cliente foi tratado durante toda a interação com a marca, inclusive após a efetivação da compra, fazendo com que ele recomende ou não os serviços e produtos recebidos. Ao contrário do que foi construído no passado, o sucesso de uma organização não depende unicamente da qualidade do seu produto e de um bom marketing, mas principalmente de uma ótima relação entre empresa e cliente.

Em uma era de ruptura, a Experiência do Cliente ganha ainda mais relevância. Há dez anos o contato com o consumidor deixou de ser apenas via telefone ou presencial e passou a ser integrado com as novas tendências, principalmente por meio das redes sociais e chatbots. Em um cenário de coisas e pessoas conectadas, o Data Center passa a ser um dos protagonistas dessa Revolução Tecnológica.

Pesquisas apontam que até 2020 mais de 20 bilhões de coisas estarão conectadas no mundo. Com uma demanda gigante de dados, as empresas buscarão soluções em Cloud para suportar todo o conteúdo e gerar mais espaço dentro das companhias. O armazenamento de dados em Nuvem garante às empresas mais tempo para investir em outras áreas do negócio e na Experiência do Cliente, o que consequentemente irá gerar mais lucros.

Em um mundo digital repleto de dados, é possível com a ajuda da tecnologia e da inteligência de mercado, se antecipar às necessidades dos clientes para melhorar sua jornada. Quando o consumidor percebe a preocupação da empresa em atendê-lo de forma eficaz, ele involuntariamente guarda os três pilares que formam a Customer Experience: esforço, emocional e sucesso. O pouco esforço que ele realizou para ter sua demanda atendida, a forma como a marca foi guardada em seu emocional e o sucesso em atingir os objetivos e possivelmente se tornar fiel à marca.

É por meio dos milhões de dados gerados diariamente que uma empresa pode se antecipar aos desejos de compra e às tendências de mercado para analisar determinado cliente. Investindo em uma boa inteligência analítica, os consumidores receberão ofertas que estão condizentes com suas necessidades e vontades. É a partir daí que a Experiência do Cliente tem início. Quando uma jornada começa bem, o consumidor já cria um vínculo positivo com a empresa, facilitando a comunicação e expondo mais facilmente sua visão sobre o que repassam para ele. No entanto, para manter uma boa imagem, a companhia deve estar presente também no pós-venda.

Antes de iniciar qualquer transformação relacionada à Experiência do Cliente, é necessário investir em plataformas que possibilitam uma melhor análise do seu consumidor. Muitas empresas erram porque acreditam que conhecem bem seu público-alvo, mas nem sempre estão atentas às rápidas mudanças que surgem. Somente por meio de uma visão ampla que a companhia poderá conhecer verdadeiramente seus consumidores e oferecer uma boa Experiência do Cliente.

Proporcionar uma ótima jornada ao cliente é a base do sucesso para qualquer empresa, pois é por meio da percepção do consumidor que as companhias fidelizam seu público-alvo e saem à frente quando o quesito é competitividade. Investir em melhores estratégias para a Experiência do Cliente é apostar no crescimento e reconhecimento da organização.

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Para a Robert Walters, reforma trabalhista e investimentos em infraestrutura no país incentivam geração de empregos em 2018

A empresa global de recrutamento Robert Walters acaba de divulgar sua pesquisa salarial de 2018. Segunda a pesquisa, as alterações à legislação trabalhista em torno de modelos de contratação tornarão mais simples o recrutamento de profissionais para posições temporárias, uma vez que há um risco financeiro significativamente menor para o empregador em relação à contratação de pessoal permanente. A retomada de alguns projetos de construção e infraestrutura no país gerará demanda para profissionais nesses setores. Essa atividade deve estimular a indústria de manufatura, que fará investimentos em logística para manter a viabilidade do negócio.

Os negócios na área de Tecnologia da Informação devem manter a mesma força de 2017, com muitas companhias apresentando planos de expansão. Pequenas e médias empresas operando em e-commerce e fintech continuam em destaque no levantamento, uma vez que muitas companhias no Brasil querem melhorar sua eficiência online. O ano de 2018 promete ser um ano de grandes avanços para empresas de soluções de TI & Digital, que já vem sendo demandadas tanto para níveis executivos quanto para posições de suporte e gestão. Nesta área, os desafios ainda são os mesmos de 2017: encontrar bons profissionais, desenvolvedores de linguagens específicas e engenheiros de software.

Na área de Recursos Humanos há preferência por profissionais com experiência em reestruturação, onde se priorizará um perfil mais estratégico a fim de fortalecer a empresa para os períodos de inconstância econômica e política que o país deve atravessar em 2018.

Neste ano a área de Supply Chain deverá assumir novamente um papel importante dentro das empresas, que buscarão profissionais mais experientes para posições mais seniores.

“Apesar do potencial para crescimento e expansão em alguns setores essenciais, os salários devem se manter estáveis em 2018, com algumas exceções no setor de tecnologia. Para as posições com contratos de curto prazo, porém, os profissionais podem garantir remunerações competitivas se conseguirem demonstrar habilidades altamente valorizadas, experiência internacional ou fluência em idiomas,” avalia Kevin Gibson, CEO da Robert Walters no Brasil.

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Mitos e verdades sobre Inteligência Artificial em RH

Por Mariana Dias

De um ano para cá, fala-se muito no setor de Recursos Humanos sobre Inteligência Artificial, conjunto de programas de computador que aprendem a tomar decisões para auxiliar na resolução de problemas. Assim como o termo Growth Hacking foi muito usado há 2 anos em marketing, o futuro do trabalho e do recrutamento, e o papel dos robôs nesse futuro, estão “na ordem do dia”.

Diversas perguntas surgem quando tentamos visualizar o que vem pela frente, às vezes influenciados pelos filmes de ficção científica. Os trabalhadores serão substituídos por robôs? Eles serão tão eficientes a ponto de os humanos se tornarem dispensáveis? São dúvidas cada vez mais reais na comunidade de RH, e o fato é que a Inteligência Artificial (I.A) já está transformando a forma como nos relacionamos com o trabalho. Isso não invalida a necessidade de pensamento humano, mas significa que as nossas atividades estarão cada vez mais vinculadas às máquinas. A Inteligência Artificial depende de um modelo pré-determinado, estruturado por pessoas com a experiência e as habilidades necessárias.

No entanto, é preciso saber que nem tudo que a mídia divulga sobre o assunto é verdade. Atenção às empresas que comunicam a aplicação dessas tecnologias sem comprovações. Busque saber mais, questione a ética no uso das informações, descubra quais resultados foram realmente alcançados. É preciso tempo para que o uso de tecnologias relacionadas à Inteligência Artificial consolide-se.

Discute-se muito sobre a substituição da mão de obra. É preciso lembrar que o computador surgiu para substituir a máquina de datilografar, e o carro para substituir os cavalos. Novas tecnologias transformam as atividades humanas. Mas, segundo estudo da Tata Consultancy Services, empresas que já utilizam I.A com sucesso acreditam que ela vai triplicar os postos de trabalho. Gestores serão cada vez mais importantes para construir estratégias, estabelecer relacionamentos de negócios e desenvolver pessoas. Profissionais de gerenciamento de máquinas, estatística, engenharia de dados, engenharia de processo e qualidade da informação, serão muito demandados.

A área de Recursos Humanos vai ter um papel extremamente relevante nesse cenário, pois em um mundo no qual a tecnologia é commodity, os melhores talentos tornam-se ainda mais um diferencial competitivo. É fundamental que o RH se alie ao machine learning, a fim de ter acesso às informações e aos insights necessårios para conseguir atrair e reter os melhores talentos. Nem sempre, o melhor candidato é o que se graduou na melhor universidade, é fluente em 3 línguas, tirou a melhor nota nos testes de lógica e foi o melhor nas dinâmicas de grupo.

A Inteligência Artificial chegou para facilitar o nosso dia a dia, mas não faz isso sozinha. Os bons resultados só serão possíveis com o trabalho de um RH estratégico em conjunto com as áreas de gestão, tecnologia e negócio. Então, mãos na massa!

Mariana Dias é CEO e cofundadora da Gupy, plataforma de recrutamento e seleção que utiliza Inteligência Artificial para tornar processos seletivos mais eficientes e precisos

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Vendas em cloud puxam resultados da SAP Brasil em 2017

A SAP Brasil anuncia os resultados financeiros consolidados do ano fiscal de 2017. A subsidiária brasileira registrou um crescimento de dois dígitos, em comparação com o ano anterior, da receita total das vendas de soluções em nuvem. Esta carteira mais que dobrou de tamanho no país em 2 anos. O destaque no ano passado foi o considerável aumento dos contratos firmados com as pequenas e médias empresas.

“O crescimento contínuo da adoção de soluções em nuvem, particularmente alto este ano, é um indicador muito positivo da maturidade do mercado. As empresas brasileiras já entenderam que precisam digitalizar suas operações para continuar crescendo, mas acima de tudo, para continuarem competitivas, não importa em que segmento estão ou que tamanho tenham”, afirma Cristina Palmaka, presidente da SAP Brasil.

Outra solução de relevância para os resultados do ano foi o SAP S/4HANA, pacote de gestão de recursos empresariais em tempo real para negócios digitais, que utiliza todo o potencial da plataforma HANA. A solução on premise (por venda de licenças) manteve sua trajetória constante de crescimento de vendas, registrando um aumento de dois dígitos sobre o ano anterior.

“A estratégia da SAP vai continuar privilegiando a oferta de uma plataforma de gestão simples, que ajude os clientes a se tornarem produtivos e competitivos e que impulsione seus negócios com soluções que atendam exatamente suas necessidades”, destaca Cristina Palmaka.

Novos clientes adotam a plataforma SAP Cloud

Entre os clientes que elegeram, em 2017, a plataforma SAP Cloud, está a Natura Cosméticos S/A, maior fabricante brasileiro de cosméticos, com 6.400 funcionários e uma rede de 1,8 milhões de consultores em oito países. O objetivo é aprimorar sua complexa cadeia de canais de vendas que inclui lojas, vendas online e diretas com a captura digital de informações de rastreamento de pedidos.

Outro nome de destaque que passou a integrar o portfólio de clientes da SAP, desta vez no segmento de varejo, foi o Makro, atacadista do grupo holandês SHV, que opera no Brasil, Argentina, Colômbia, Peru e Venezuela. Para substituir sistemas internos, a companhia, responsável pela comercialização de grandes volumes de alimentos e produtos não-alimentícios a preços baixos para clientes profissionais, optou por soluções SAP Hybris buscando realizar campanhas específicas, implementar programas de fidelidade e apoiar equipes internas para analisar hábitos de compras de seus clientes.

Também apresentaram resultados expressivos de vendas, com crescimento de dois dígitos no ano, as soluções de gestão de capital humano, SAP SuccessFactors; de e-commerce Hybris e da plataforma HEC – SAP HANA Enterprise Cloud, que permite a transição de aplicações on premise para um ambiente de nuvem, com processamento em tempo real. No que se refere aos mercados que mais contribuíram para o crescimento da empresa, vale ressaltar os de Seguros, Varejo e Produtos de Consumo.

Nuvem também se destaca na América Latina

Na região, a SAP continua conquistando bons resultados com seu portfólio para a nuvem. Em dois anos, a empresa duplicou seu negócio nesse segmento. Em 2017, o crescimento na região foi de dois dígitos, liderado pelo desempenho do Brasil. O destaque especial foi a velocidade de adoção pelas empresas, principalmente durante o último trimestre do ano, de soluções de comércio digital SAP Hybris.

A receita de vendas de soluções on premise também cresceu. No último trimestre fiscal de 2017, aumentaram dois dígitos, impulsionadas por SAP HANA.

Globalmente, a SAP apresentou um crescimento de 8% na receita com vendas de softwares e aplicações em nuvem.

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E-commerce: Dynatrace alerta que sites brasileiros demoram mais para abrir

A Dynatrace, líder mundial em soluções de Gerenciamento de Performance Digital, divulga levantamento que realizou para analisar o comportamento e experiêcias de compra no e-commerce de algumas categorias do varejo mundial. A pesquisa acompanhou diversas datas comemorativas de 2017 e foi concluída no período do Natal com dados de importantes mercados do mundo, como Brasil, Reino Unido, EUA, França, Alemanha, China, Austrália, Espanha, países nórdicos. Os resultados têm como objetivo auxiliar os varejistas na melhoria de suas lojas virtuais, que muitas vezes perdem clientes por causa de problemas técnicos nos seus sites.

“Os consumidores esperam que os sites sejam carregados dentro de três segundos ou menos”, explica Dave Anderson, Especialista em Desempenho Digital da Dynatrace, sobre a necessidade do levantamento para apoiar aos comerciantes. O executivo destaca que empresas que utilizam soluções como as da Dynatrace conseguem ter sites mais ágeis e preparados para serem acessados simultaneamente por milhares de consumidores. Segundo ele, sem o uso de tecnologia específica, esse desempenho não consegue ser obtido.

De acordo com o levantamento, nos países da Europa e América do Norte analisados a média de visibilidade completa dos sites e prontos para serem utilizados pelos consumidores foi de até 2,5 segundos, sendo Alemanha e Reino Unido os mais rápidos. Já no Brasil, a média foi de 4 segundos, tendo apresentado um pico de acesso no dia 18 de dezembro, entre às 10h e 13h.

Na avaliação do carregamento completo das páginas por categoria de vendas no Brasil, os cincos primeiros varejistas em ordem descrente foram papelaria e informática (4s), brinquedos (4,78s), perfumaria e cosméticos (4,93s), vestuário (7s) e varejista (7,06s). No quesito de visualização completa dos canais, a classificação ficou na ordem de perfumaria e cosméticos (1,45s), varejista (2,07s), livraria (2,14s), vestuário (2,24s) e papelaria e informática (2,29s). Todos tiveram 100% de disponibilidade de acesso.

“Nossa métrica visualmente completa foi desenvolvida para ajudar as organizações a se concentrarem no que realmente afeta a experiência do usuário. Fornecer aos compradores uma ótima experiência de compras on-line é vital para os varejistas que buscam ter sucesso no mundo de comércio eletrônico. Portanto, a conclusão visual deve ser a chave mestra para qualquer organização que procure realmente entender a experiência do usuário online “, finaliza Anderson.

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OLX amplia time de produto e tecnologia em 2017 e já planeja contratar mais 40 profissionais em 2018

Empresa continua investindo em contratações para integrar uma equipe de profissionais focados em desenvolver um produto 100% nacional e transformar itens em felicidade

A OLX, maior plataforma de compra e venda online do Brasil, segue na contramão do mercado. Apesar do contexto econômico do país, está crescendo rapidamente e investindo na contratação e retenção de talentos. A empresa hoje conta com mais de 550 colaboradores divididos em São Paulo e Rio de Janeiro.

Só no ano passado, a companhia fez 48 contratações para os times de tecnologia e produto – engenheiros, desenvolvedores, designers, analistas de dados e gerentes de produto. Hoje, a área já conta com 130 profissionais, mas a previsão é crescer ainda mais em 2018: são cerca de 40 vagas planejadas para este ano.

“Trabalhamos com autonomia e em um ambiente colaborativo, leve, ágil e informal. Os nossos colaboradores trabalham inspirados pelo impacto positivo que a empresa traz para a vida dos brasileiros e com a certeza de que estão ajudando a construir uma nova cultura de consumo no Brasil e colaborando com a formação de uma comunidade mais sustentável”, comenta Simone Grossmann, CHRO da OLX. “A plataforma que esses profissionais desenvolvem permite que mais de meio milhão de anúncios sejam publicados todos os dias, gerando 50 vendas por minuto. Isso é muito gratificante e motivo de orgulho para eles”, completa.

No ano passado, a empresa também passou a ter profissionais desses times nas duas cidades e não só no Rio de Janeiro, pois entende ser importante estar perto do mercado de produto e tecnologia de São Paulo, além de também permitir uma maior proximidade com as necessidades da área comercial.

Além disso, por fazer parte dos dois maiores grupos de marketplace do mundo – o grupo sul-africano Naspers e o norueguês Schibsted – o time de produto e tecnologia vivencia muitas possibilidades de aprendizagem e troca. “Isso é extremamente rico para uma área que está sempre criando hipóteses e fazendo testes e pesquisas para entender cada vez mais as necessidades dos nossos usuários e decidir, em conjunto, o que será construído ou alterado na plataforma”, finaliza Simone.

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Após três anos de queda, indicador de Nível de Atividade da indústria paulista avança 3,5% em 2017

Após três anos consecutivos de queda, o Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista fechou 2017 com avanço de 3,5%, impulsionado pelo total de vendas reais, que subiram 7,1% no período, estimuladas pelo aumento da produção física da indústria paulista, que segundo estimativa da FIESP e do CIESP é de uma provável alta de 3,3% nesse período. Por outro lado, a variável de horas trabalhadas na produção caiu -2%, na série sem ajuste sazonal e o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) apresentou alta modesta de 0,2p.p. no ano, sinalizando que o aumento da atividade ocorreu em razão do aumento de produtividade do trabalho na indústria de transformação. Os dados acumulados em 12 meses até novembro para a indústria paulista são de aumento de 4,7%, acima da média da série histórica iniciada em 2003, que é de 2,1%.

Nos fechamentos de 2014, 2015 e 2016, o recuo do INA foi de -6%, -6,2% e -8,9%, respectivamente. Nesse período, o indicador acumulou perda de cerca de 20%. Na análise mensal, houve queda de -4,2% em novembro e de -13,9% em dezembro. Já na série com ajuste, o resultado para novembro e dezembro ficou positivo em 0,5% e 1,4%, nessa ordem. Os resultados foram divulgados nesta quarta-feira, 31, pela Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp).

De acordo com o segundo vice-presidente da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, juros baixos e inflação estável devem impulsionar a retomada da economia. “A economia tem apresentado melhoras e os dados do INA confirmam essa análise. O indicador apontou que tivemos um grande aumento de produtividade ao longo de 2017, o que deve ser mantido em 2018”, destaca Roriz.

A variação do INA ficou positiva em 9 dos 20 setores acompanhados em 2017. O INA acompanha o total de vendas reais, as horas trabalhadas na produção e a utilização da capacidade instalada (NUCI) da indústria de transformação paulista, que subiram 2,6%, 0,2% e 0,1 p.p., na série com ajuste sazonal em dezembro.

Entre os setores de destaque está o de metalurgia básica, que teve crescimento de 5,3% no ano, sem ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção caíram 3,4%, mas o total de vendas reais e o NUCI avançaram 9,1% 4 p.p., respectivamente.

O INA de artigos de borracha e plástico subiu 3,1% no ano, puxado pelo avanço de horas trabalhadas na produção, que avançou 3,7%, seguida do total de vendas reais, que cresceram 4,6% e do NUCI que teve leve crescimento de 0,1 p.p., respectivamente.

Sensor

A pesquisa Sensor do mês de janeiro segue pelo décimo segundo mês consecutivo acima dos 50 pontos ao fechar em 54,5 pontos, na série livre de influências sazonais, contra 55,5 pontos de dezembro. Leituras acima de 50 pontos sinalizam expectativa de aumento da atividade industrial para o mês. Já a variável de vendas recuou 4,4 pontos, saindo de 58,7 pontos para 54,3 pontos.

No item condições de mercado, o indicador foi de 63,5 pontos em dezembro para 58,6 pontos em janeiro, queda de -4,9. Acima dos 50,0 pontos, indica melhora das condições de mercado. Já o indicador de emprego avançou 0,3 pontos, para 52,8 pontos, ante os 52,5 pontos de dezembro. Resultados acima dos 50,0 pontos indicam expectativa de admissões para o mês.

O nível de estoque também avançou. Foi de 48,9 pontos em dezembro para 52,6 pontos em janeiro. Leituras superiores a 50,0 pontos indicam estoque abaixo do desejável, ao passo que inferiores indicam sobrestoque.

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Eleições 2018: uma questão de Segurança Digital

Por Bruno Prado

Após três anos de crise política e econômica, e uma infinidade de denúncias de corrupção envolvendo diferentes partidos, finalmente chegamos a 2018, ano em que os brasileiros novamente voltam às urnas, no dia 7 de outubro. O objetivo é escolher os novos representantes da população nos poderes Executivo e Legislativo da Federação e seus Estados.

Além da grande importância natural, por se tratar de guiar o futuro do país para o próximo quadriênio, este acontecimento deve chamar ainda mais a atenção neste ano pelo momento de polarização de opiniões políticas entre os cidadãos. O debate ficou ainda mais exacerbado pelo intenso uso das redes sociais, que deram voz a todos os inscritos de forma quase que igualitária.

A conectividade proporcionou uma mudança no comportamento do usuário eleitor, que passou a consumir conteúdo informativo por meio das redes sociais. Diante disso, as mídias tornaram-se meios de comunicação protagonistas, abrindo caminho para colunistas e veículos considerados “independentes” como fontes alternativas aos grandes grupos. Se, por um lado, há hoje mais democracia na informação, esse canal também preocupa os agentes da segurança digital pela facilidade na viralização de notícias falsas.

A propagação das fake news acontece por meio de veículos de notícias alternativos ou “influenciadores”, que se dizem independentes, mas atuam a serviço de algum político ou partido para manipular a opinião pública. Entretanto, o mais preocupante é o uso crescente de bots, os robôs em forma de perfis falsos de usuários para compartilhar conteúdo duvidoso e para participar de fóruns de discussões. A preocupação é latente porque tal atividade pode influenciar os votos nas urnas e adulterar resultados, alterando o verdadeiro rumo de todo um país.

Portanto, além do uso da própria urna eletrônica e a polêmica em torno da possibilidade ou não de sua violação, as redes sociais devem, sim, ser encaradas pelas autoridades como uma questão de Segurança Digital durante o processo eleitoral. As equipes de tecnologia do Governo e das campanhas eleitorais devem ficar atentas a outras modalidades de crimes virtuais, como a simulação de páginas falsas para o roubo de dados pessoais dos usuários e movimentações nas camadas inferiores da Internet – como Deep Web e Dark Web – para a troca de informações ou até mesmo a compra e venda de ataques virtuais. Um deles é o de negação de serviço, mais conhecido pela sigla “DDoS”, para a tirar do ar canais online do Governo, do Tribunal Eleitoral, de partidos ou de candidatos.

Também por este motivo, até mesmo empresas não ligadas à política devem manter a Segurança Digital como prioridade. É comum alguns gestores congelarem os investimentos à espera de um panorama econômico com os novos eleitos. Porém, as organizações continuam vulneráveis a casos de hackativismo, em que hackers invadem sites ou derrubam serviços digitais de forma quase aleatória para defender ou promover uma causa. Desta forma, a implementação de medidas preventivas pode evitar prejuízos nesse período.

Vivemos em uma era de transformação digital, em que os avanços tecnológicos proporcionam benefícios, mas também desafios – e um dos principais, neste ano, é garantir a eleição de candidatos de forma honesta e transparente. Nosso Brasil já tem muitos problemas, não podemos deixar que a tecnologia nos traga mais um.

Bruno Prado é CEO da UPX Technologies, empresa especializada em performance e segurança digital.

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Oiweek: startups podem submeter propostas para o maior evento de inovação aberta

Startups interessadas em participar da Oiweek 2018 – evento líder mundial de inovação aberta – podem apresentar suas soluções para os desafios do mercado e da sociedade conectando seus projetos no site http://www.oiweek.com.br/queroirstartup até o próximo dia 04 de fevereiro.

Os inscritos serão sugeridos pela ferramenta de matchmaking para os mais de 5.000 executivos de grandes companhias que integram a plataforma 100 Open Startups. As avaliações geradas pela rede indicarão as startups mais atraentes para o mercado, as quais serão convidadas para o Speed-Dating do evento, dinâmica de reuniões junto às 100 principais empresas líderes engajadas em cocriar soluções de impacto, discutir parcerias, investimentos e contratos, gerando negócios sustentáveis para todos os envolvidos.

Realizada de 18 a 20 de março, no WTC – Golden Hall, em São Paulo, a Oiweek reunirá empresas líderes de todos os setores da indústria e as startups mais atraentes para o mercado, além de cientistas e investidores. A expectativa é que sejam realizadas mais de 5.000 reuniões.

Os participantes desta fase concorrerão ao Ranking das 100 Open Startups, fase final do ciclo anual do programa 100 Open Startups, principal plataforma de conexão entre grandes empresas e startups, com mais de 4.000 startups ativas, 5.000 executivos avaliadores e 500 grandes companhias conectadas.

A 10ª edição da Oiweek deve reunir 400 startups nacionais e internacionais, 100 grandes empresas, 200 investidores, além de 100 universidades.

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Outsourcing de TI: CorpFlex cresce base de clientes em 98% em 2017

Especializada em Cloud Corporativa e soluções de outsourcing de TI, a CorpFlex encarou os desafios de 2017 com afinco – intensificando a qualidade de atendimento ao cliente, expandindo sua estrutura organizacional e frente de negócios – e um dos bons resultados colhidos a partir dessas iniciativas foi o crescimento da base de clientes em 98%.

Dentre os novos clientes, destacou-se o segmento de Varejo que contribuiu fortemente para o crescimento de sua base. De acordo com Edivaldo Rocha, CEO da CorpFlex, “o setor de Varejo apresentou resultados melhores em relação aos anos anteriores isso devido a uma mudança de Mindset, principalmente dos empresários, pois trazer a tecnologia para melhorar o uptime do negócio e principalmente focar no conhecimento dos clientes é fundamental, uma vez que temos ofertas corporativas aderentes a esse nicho e com preços competitivos”.

Para o CEO, além do bom desempenho do Varejo, outras razões foram favoráveis à companhia, tais como: processos otimizados dando mais agilidade na geração de leads; maior capacitação e o engajamento da equipe comercial – por meio de treinamentos semanais; o suporte consultivo de staff de arquitetos de solução disponível aos executivos da empresa e o trabalho mais próximo entre as áreas de Marketing e Comercial.

Ainda, Diogo Santos, foi nomeado como novo CTO da empresa. Este executivo conta com mais de 20 anos de experiência em TIC – e está há três na CorpFlex.

Outras mudanças organizacionais e estruturais colaboraram com os bons resultados, trazendo mais qualidade para os nossos clientes, automatizando atendimentos e relatórios mais detalhados.

Para 2018, a meta é ainda mais desafiadora: dobrar o número de clientes conquistados em 2017. A estratégia, de acordo com Rocha, é a expansão no primeiro semestre para regiões pouco exploradas por meio de representantes comerciais.

Em relação ao portfólio, o foco será na oferta de serviços gerenciados (Managed Services), assim como lançamentos visando a oferta de infraestrutura e serviços multicloud e também serviços de gestão da segurança da informação.

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O excesso de confiança dos consumidores contribui para o aumento de crimes virtuais

Os consumidores acreditam estar seguros e protegidos on-line, porém os hackers tem provado o contrário, roubando US$ 172 bilhões de 978 milhões de consumidores em 20 países no último ano, de acordo com o Norton Cyber Security Insights Report 2017, divulgado em 22 de janeiro, pela Norton by Symantec (NASDAQ: SYMC).
Globalmente, as vítimas de crimes virtuais compartilham um perfil muito parecido: geralmente são consumidores que fazem uso diário de múltiplos dispositivos, seja em casa ou em movimento, e têm um ponto cego quando se trata de princípios básicos de segurança cibernética. Este grupo tende a usar a mesma senha em várias contas ou compartilhá-la com outras pessoas. Igualmente preocupante, 39% das vítimas globais de crimes virtuais, apesar da sua experiência, ganharam confiança em sua capacidade de proteger seus dados e informações pessoais de ataques futuros e 33% acreditam que eles correm baixo risco1 de se tornar uma vítima de crimes virtuais.

No Brasil, 62 milhões de consumidores foram vítimas de crimes virtuais- mais da metade da população on-line de adultos do Brasil. As perdas totalizaram R$ 22 bilhõese cada vítima perdeu uma média de (33,9 horas)lidando com as consequências após a descoberta.

“As atitudes dos consumidores revelaram uma desconexão perigosa: apesar de um fluxo constante de falhas cibernéticas relatadas pela mídia, muitas pessoas parecem sentirem-se invencíveis e ignorar o uso de precauções básicas para protegerem-se”, disse Fran Rosch, vice-presidente executivo da unidade de Consumo da Symantec. “Esta discrepância destaca a necessidade de segurança digital do consumidor e a urgência das pessoas estarem atentas aos cuidados básicos quando se trata de fazer sua parte para prevenir de crimes virtuais”, completa o executivo.

Brasileiros adquirem medidas de segurança cibernética, mas deixam suas portas virtuais desbloqueadas
Os consumidores utilizam tecnologias de proteção de dispositivos, como identificação de impressões digitais, correspondência de padrões e reconhecimento facial: 40% usam identificação de impressão digital, 25% usam correspondência de padrões, 18% usam VPN pessoal, 14% utilizam ID de voz, 12% utilizam autenticação de dois fatores e 12% utilizam reconhecimento facial. Ainda assim, consumidores que adotaram essas tecnologias foram descuidados com a senha e foram vítimas de crimes virtuais.

Consumidores que demonstraram confiança, são mais propensos a ataques, já que tem maior número de dispositivos e alguns novos. 44% das vítimas de crimes virtuais no Brasil possuíam um dispositivo inteligente para transmissão de conteúdo, em comparação com 41% das não vítimas. Eles também eram três vezes mais propensos a possuir um dispositivo doméstico conectado.

Apesar de sofrer com crimes virtuais no ano passado, quase 1/4 das vítimas no Brasil usou a mesma senha on-line em todas as contase 65% compartilham a mesma senha para pelo menos um dispositivo ou conta com outros, negando os esforços de segurança. Em comparação, apenas 23% das não vítimas de crimes virtuais reutilizam senhase 42% compartilham suas senhas com outras pessoas.Além disso, 35% escrevem suas senhas em um pedaço de papele são quase duas vezes mais propensos a usar senhas diferentes e salvar sua senha em um arquivo em seu computador/ smartphone do que não-vítimas.

Diminuindo as fronteiras entre oCrimes virtuais e a “Vida Real”

83% dos consumidores do Brasil acreditam que crimes virtuais devem ser tratados como um ato criminoso. No entanto, quando pressionados, houve controvérsias, 32% dos entrevistados creditam que roubar informações on-line não é tão ruim quanto roubar propriedades na “vida real”. Quando apresentados exemplos de crimes virtuais, 44% dos consumidores responderam acreditar que, eventualmente, seja aceitável certos comportamentos moralmente questionáveis on-line, como, leitura de e-mails de outra pessoa (25%), usar um e-mail falso ou o e-mail de outra pessoa para identificar-se on-line (20%) e até mesmo acessar a conta bancária de alguém sem sua permissão (16%).

O estado de confiança dos consumidores

Apesar dos ataques cibernéticos deste ano, os consumidores geralmente continuam confiando nas instituições que gerenciam seus dados e informações pessoais. No entanto, os brasileiros já não estão tão confiantes em algumas instituições e organizações.

· Os consumidores ganharam ou mantiveram confiança em organizações como bancos e instituições financeiras (76%) e provedores de serviços de proteção contra roubo de identidade (70%) apesar dos ataques foram destaques na mídia este ano.

· Alternativamente, mais de metade dos consumidores brasileiros (73%) perderam confiança no governo para gerenciar seus dados e informações pessoais no ano passado. 35% perderam confiança nas plataformas de redes sociais.

· 47 % das vítimas de crimes virtuais no Brasil aumentaram sua confiança em si mesmos para gerenciar seus dados e informações pessoais.

Para saber mais sobre o impacto real dos crimes virtuais e como os consumidores podem proteger sua informação digital, acesse aqui para obter mais informações.

Sobre Norton Cyber Security Insights Report

O Norton Cyber Security Insights Report é uma pesquisa on-line, da qual participaram 21,549 pessoas, a partir de 18 anos, em 20 diferentes mercados, encomendado pela Norton da Symantec e produzido pela empresa de pesquisa Reputation Leaders. A margem de erro para a amostra é de +/-.7%. A amostra do Brasil reflete a contribuição de 1,099 brasileiros. Adultos, +18. A margem de erro é de +/- 3.0% para amostra total do Brasil. Os dados foram coletados entre 5 e 24/outubro de 2017 por Reputation Leaders.

Como definimos o crime cibernético

A definição de crimes virtuais continua a evoluir, à medida que abre caminho para que os cybers criminosos visem os consumidores de novas maneiras. A cada ano, avaliaremos as atuais tendências do crimes virtuais e atualizaremos a metodologia do relatório, conforme necessário, para garantir que o relatório Norton Cyber Security Insights forneça uma imagem instantânea precisa sobre o impacto do crimes virtuais nos dias atuais. No relatório 2017 Norton Cyber Security Insights, um crime cibernético é definido como, mas não limitado a uma série de ações específicas, incluindo roubo de identidade, fraude de cartão de crédito ou a senha da sua conta comprometida. Para os propósitos deste relatório, uma vítima de crimes virtuais é um entrevistado que confirmou um ou mais desses incidentes ocorreram. Para mais informações, visite www.symantec.com/content/dam/symantec/docs/about/2017-ncsir-global-results-en.pdf

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Como planejar a migração de data centers de alta velocidade

Por Carlos Morrison Fell

Tendências como Big Data, mobilidade e Internet das Coisas (IoT) estão gerando um enorme volume de dados. E os provedores de serviços de data centers precisam encontrar formas de suportar velocidades cada vez mais altas. Muitos data centers foram projetados para suportar tráfego de 1 GB ou 10 GB entre os servidores, roteadores e switches. Só que o roadmap Ethernet de hoje vai de 25 /40 GB a até de 100/400 GB, e dentro de alguns anos, até 1 TB. Como resultado, os operadores de data centers têm uma necessidade imediata de migrar sua infraestrutura Layer 1 para suportar velocidades mais altas, e essa nova infraestrutura também deve fornecer latência mais baixa e maior agilidade e densidade.

As tendências recentes apontam que os requisitos de banda larga continuarão crescendo de 25% a 35% ao ano, e o ponto fundamental para isso é a mudança para maiores velocidades de comutação. De acordo com um estudo recente realizado pela consultoria Dell’Oro, as receitas de switches Ethernet continuarão em crescimento até o final da década, com maiores vendas previstas para portas 25G e 100G. A mudança para 25G está bem encaminhada, já que os switches de comprimento de onda para adoção dessa tecnologia estão se tornando mais comuns. Espera-se que as capacidades desses switches continuem se duplicando, chegando em 100G até 2020 e proporcionando uma próxima geração de links de alta velocidade para switches. Uma série de fatores está impulsionando o aumento da velocidade de throughput nos data centers:

• A densidade dos servidores tem aumentado aproximadamente 20% ao ano

• As capacidades dos processadores estão crescendo

• Processadores com vários núcleos e unidades de processamento gráfico (GPUs)

• A densidade de virtualização tem crescido em 30%, o que está impulsionando as velocidades de uplink para switches;

• O tráfego leste-oeste nos data centers ultrapassou o volume do tráfego norte-sul.

Desafios da Migração

Há vários aspectos de design e evolução de cabeamento de data centers que apresentam desafios para aqueles que desejam migrar para velocidades mais altas.

Todo data center é diferente: não existe um método padrão de implantação de cabeamento. Embora os padrões sejam continuamente refinados em torno de tecnologia de cabo e conector de fibra óptica, não existe um roadmap para implementação que se adapte a todos ou à maioria dos data centers.

O ritmo das mudanças está acelerado: o movimento de 1G para 10G Ethernet levou quase uma década, mas a migração de 10G para 25G e 100G levará metade do tempo. Muitas redes foram projetadas inicialmente com infraestrutura que não é tão escalável quanto precisa ser; os especialistas poderiam antecipar um eventual movimento de 1G para 10G, por exemplo, mas, na maioria dos casos, o cabeamento que foi instalado há alguns anos está desatualizado. Os gerentes de data centers precisam atualizar a fibra ou adicionar mais fibras, e essas devem suportar avanços rápidos para 100G ou mais.

Os padrões estão evoluindo: muitos data centers usam fibra multimodo para conectar servidores e switches, mas há alguns anos o estado da arte nessa área de fibra era OM3 ou OM4. Em 2016, os órgãos de regulamentação aprovaram o padrão OM5, que tem rendimento quatro vezes maior de throughput que o OM3.

Os data centers estão se densificando: nos data centers multi-tenant, em particular, os clientes estão reduzindo o tamanho de suas implantações, consolidando a estrutura de rede em etapas menores. Como resultado, eles precisam ser capazes de expandir sua capacidade de rede dentro de um ambiente menor. Alguns sistemas de gerenciamento de cabos mais antigos e painéis de patch não suportam densidades mais altas.

A migração é cara e disruptiva: substituir o cabeamento é um grande salto, mas quando o data center também precisa de sistemas de gerenciamento de cabos de alta densidade e painéis de patch, pode ser um verdadeiro pesadelo. Em grandes data centers empresariais, onde muitas vezes há mais espaço, a migração pode ocorrer em seções, o que reduz a quantidade de interrupções provocadas pela mudança, mas essa não é uma opção nos multi-tenants, por exemplo.

Planejamento da Migração

A estratégia mais importante para a migração de alta velocidade é o planejamento em longo prazo. Muitos data centers permanecem com sua principal infraestrutura atualizada para suportar a próxima geração de switches, roteadores e servidores. O ritmo de mudança está acelerado, por isso, o melhor é fazer um planejamento longo. Escolha um ponto (400G, por exemplo), suponha que o data center exigirá mais fios de fibras do que os disponíveis hoje e compre as fibras mais recentes (multimodo ou monomodo) disponíveis, para que possam suportar a migração futura sem perder o que já foi investido.

Além disso, os arquitetos de data centers devem adotar projetos de baixa latência – atualmente importante para as aplicações para mercado financeiro – e que será um requisito cada vez mais exigido para suportar serviços de IoT, como o uso de carros conectados, por exemplo. Os cabos e conectores que utilizam componentes de perda ultrabaixa oferecerão maior flexibilidade para alcançar baixa latência.

Os responsáveis pela migração devem considerar também as fibras monomodo e multimodo. A primeira delas fornece a mais alta taxa de transferência e alcance, importante em data centers maiores, enquanto a fibra multimodo é mais acessível economicamente e mais fácil de implantar.

Finalmente, escolha o provedor Layer 1 de solução de infraestrutura certo. Os maiores provedores têm operações globais, dessa forma, eles podem fornecer soluções efetivas em todo o mundo. Esses provedores também contam com times de engenheiros na área de aplicativos que vão aos data centers e fazem recomendações apropriadas sobre quais produtos devem ser instalados para que atendam por um longo período de tempo, e garantias de que suas soluções de infraestrutura podem suportar qualquer aplicativo.

Construindo para o futuro

Enquanto o roadmap Ethernet estende-se para mais de 1TB e as aplicações de data centers exigem maiores velocidades de transmissão, a arquitetura deve ser planejada para atender ao futuro. Com a infraestrutura de conectividade adequada, é possível fornecer uma base sólida para a migração de alta velocidade.

Carlos Morrison Fell é diretor de engenharia de aplicações da CommScope para as regiões da América Latina e Caribe

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Cognizant integra lista de companhias mais admiradas do mundo, segundo a “Fortune”

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, integra, pelo oitavo ano consecutivo, o ranking da revista Fortune, que elege as companhias mais admiradas do mundo.

A lista classifica as empresas, com base em sua reputação, entre 3.900 líderes empresariais. As categorias analisadas são: Inovação, Qualidade de Gestão, Responsabilidade Social, Uso de Ativos Corporativos, Solidez Financeira, Qualidade de Produtos e Serviços, Investimentos em Longo Prazo e Competitividade Global.

“Estamos muito honrados em fazer parte de uma classificação tão prestigiada no mundo todo. Dedicamos esse título a todos os nossos colaboradores, clientes e parceiros, que confiam em nosso trabalho e que nos ajudam a desenvolvê-lo com ética e transparência rumo à transformação digital”, afirma João Lúcio de Azevedo Filho, presidente da Cognizant Brasil.

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