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Demitido por excesso de competência

Por Sílvio Celestino

Em processos de coaching executivo ouço histórias bizarras, mas que têm se repetido ao longo dos últimos anos.

Um problema recorrente que tenho observado em algumas empresas é o seguinte: pessoas talentosas serem pressionadas por seus pares para frearem sua competência.

Lembro-me de um executivo de TI que, juntamente com outro colega, montou uma área de vendas diretas de produtos da empresa na qual trabalhava – e originalmente somente vendia por meio de revendedores autorizados. Passados seis meses de sua atuação, o diretor de RH da empresa resolveu reduzir suas comissões sobre o faturamento. O motivo: eles vendiam tanto que passaram a ganhar mais do que o presidente da empresa – e o diretor de RH considerava isso uma distorção. Claro que ele não levava em conta que o presidente era o dono da empresa e, portanto, além do salário, recebia também o lucro, que aumentara proporcionalmente às vendas.

Recentemente observei isso acontecer com profissionais em multinacionais e em um banco, também internacional. Executivos que se destacam e são criticados por seus pares, pois os fazem parecer medíocres – na minha opinião, são mesmo.

Um ambiente desse tipo é desmotivador, apresenta inversão de valores e um estresse absurdo para quem, sendo competente, se vê sob uma chuva de críticas infundadas e maledicentes. Quem precisaria de coaching são os críticos de meu cliente, mais do que ele.

A causa disso é uma distorção do espírito de equipe.

Os líderes devem estar atentos a como os valores da empresa são definidos e expressos no cotidiano. Se quiserem que os melhores fiquem, terão de valorizá-los, e não expulsá-los de seus quadros.

Em primeiro lugar é preciso observar com atenção o que os acionistas têm demandado neste momento de grave crise econômica e financeira. Quando eles pedem algo impossível de ser feito, atraem para a empresa, especialmente para a diretoria e gerência, mentirosos e psicopatas. Pois, somente indivíduos com essas características são capazes de prometer e se comprometer com coisas impossíveis de serem feitas. E eles o fazem da maneira mais cínica possível: teatralmente.

Em segundo lugar, em momentos de crise as empresas devem focar produtos e serviços que as permitam sobreviver, enquanto criam condições para voltar a crescer o mais rapidamente possível. Para isso, precisam de pessoas competentes, corajosas e criativas. Executivos capazes de tomar decisões duras, mas aptos a preparar a empresa para o próximo ciclo. Psicopatas e mentirosos destroem o moral das pessoas, especialmente as melhores, que sairão na primeira oportunidade e, o que é pior, podem ir para os concorrentes. Quem deseja que os concorrentes sejam fortalecidos?

Por último, é preciso cuidado com os valores que fomentamos na companhia. Hoje, vejo com preocupação a ideia de pertencer a um grupo sobrepujar a competência dos indivíduos. Pois, incompetentes e pessoas de má índole podem se unir e reclamar de excelentes profissionais que estão destoando do time. E eles podem se gabar de estar preocupados com o “espírito de pertencimento”.

Portanto, quando se afirma que o time é mais importante, temos de avaliar se esse espírito de equipe, de fato, representa valores como excelência, licitude das ações e moralidade.

Afinal, mais importante do que o time são os propósitos elevados, cuja ausência causará danos à organização, principalmente no longo prazo.

O mundo e as empresas estariam em melhores condições se valorizassem os indivíduos de excelência, e não os fanfarrões, psicopatas e mentirosos de plantão.

Em momento de crise eles abundam, mas não são quem tirarão as empresas das dificuldades nas quais se encontram – embora possam falsificar números que simulem que o estejam fazendo.

Sempre dependeremos das pessoas competentes, de moral elevada e de inabalável fé para conduzir os negócios e o País. Principalmente em tempos turbulentos. São elas que precisam ser atraídas, encorajadas e desenvolvidas para que todos saiam das adversidades melhores do que quando entraram.

Sílvio Celestino, sócio fundador da Alliance Coaching

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Qualidade de vida é fundamental para 64% dos profissionais

Nos dias atuais as pessoas buscam aumentar a qualidade de vida e aproveitar os momentos de lazer, apesar da alta demanda de trabalho exigida E foi justamente isso que apontou a Pesquisa dos Profissionais 2018 da Catho: melhorar a qualidade de vida é um dos três “desejos” dos profissionais (64%), atrás somente do salário (77%) – como principal atrativo quando recebem uma oferta de emprego – e perspectivas de plano de carreira na empresa, segundo ítem mais importante para 70% dos profissionais entrevistados.

“Aquela máxima que dizia ser difícil conciliar felicidade e trabalho, a cada dia tem sido mais rebatida. Os profissionais perceberam que só ter um salário alto e um plano de carreira bem definido não os completarão se ele não tiver tempo para o lazer e a família, por exemplo”, afirma a assessora de carreira da Catho, Elen Souza.

A pesquisa também registrou que 60% das pessoas buscam trabalhar com que gostam e 47% delas tendem a aceitar uma oferta de emprego próximo ao local de residência, já que perder muito tempo diariamente no trânsito é uma das causas da queda na qualidade de vida, sobretudo nas metrópoles.

O que os candidatos mais valorizam quando avaliam uma oferta de emprego?

Salário/remuneração atrativo(a)

77%

Perspectivas de plano de carreira/crescimento dentro da empresa

70%

Possibilidade de melhorar a qualidade de vida

64%

Possibilidade de fazer o que gosta

60%

Pacote de benefícios atrativos

54%

Proximidade casa/trabalho

47%

Busca por novos desafios

47%

Possibilidade de subir de nível hierárquico

43%

Nome/reputação da empresa

34%

Possibilidade de mudar de área atuação

19%

“Essas informações coletadas pelas Pesquisa dos Profissionais servem de alerta às empresas, que podem melhorar seus processos e investir em mecanismos para reter seus colaboradores, tornando-os mais felizes e completos”, finaliza Elen.

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Serviceaide e Lenanzotech firmam parceria no Brasil

A Serviceaide, empresa global fornecedora de soluções em gerenciamento de serviços, anuncia sua mais recente parceria, com a Lenanzotech, empresa voltada para soluções de infraestrutura de ponta a ponta, que atendem desde o usuário final até serviços para nuvem privada ou hibrida. Procurando unir o hardware, software e serviços em tecnologias que atendam de forma estratégica as necessidades de seus clientes, a escolha pela Serviceaide deveu-se, em parte, à primeira solução de agente virtual para gestão de serviços com inteligência artificial: a Luma.

Fundada em 2017, em São Paulo e, atualmente, com filiais no Rio de Janeiro e Recife, a Lenanotech conta com uma equipe de profissionais de TI com experiência de quase trinta anos em empresas como Dell, IBM, HP e Tivit. Com uma carteira de clientes que abrange todas as áreas do mercado, além de serviços totalmente focados em ITIL, áreas nas quais a Serviceaide se especializa, a empresa contará com uma equipe comercial e técnica. “Com nossos clientes cada vez mais cientes das vantagens competitivas da inteligência artificial, nossa parceria com a Serviceaide está alinhada diretamente à missão de entregar a melhor forma de automação de TI”, conta Alexandre Hogata, diretor executivo da Lenanotech.

A parceria prevê a venda e utilização das soluções ISM e Luma, da Serviceaide. Focadas em ITIL e inteiramente alinhadas ao gerenciamento de todos os tipos, o ISM é a solução para gestão de serviços completa e robusta, porém de simples administração, que reduz esforços do time de suporte e melhora a experiência do usuário final. Já a Luma, premiada como Inovação do Ano pela Pink Elephant, tem como grande diferencial a compreensão da linguagem natural dos usuários, ou seja, para solicitar ajuda ao agente de TI, não é mais necessário dizer palavras-chave, frases padrão ou acessar um menu telefônico específico. Tudo isso baseado em aprendizado de máquina e recursos de inteligência artificial.

“Iniciamos o desenho da parceria durante o evento do Gartner IODC: Conferência Gartner Infraestrutura de TI e acreditamos fortemente na escolha da Lenanotech como nova parceira. Com soluções movidas pelo core da Serviceaide, ITIL e gerenciamento de soluções de infraestrutura, a Lenanotech vem agregar de forma extremamente positiva nosso portfólio de parceiros”, destaca Daniel Sasajima, diretor para América Latina da Serviceaide.

A Serviceaide, que anunciou a abertura de operação no Brasil e América Latina em junho do ano passado, já conta com uma ampla rede de revendas, com canais parceiros em todo o território, e pretende continuar expandindo sua cobertura ao longo dos próximos meses.

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Mercado brasileiro de infraestrutura movimentará R$ 719,2 bilhões até 2023, segundo estudo da Neoway

A Neoway, plataforma de inteligência de negócios que monitora instantaneamente fontes públicas e mercadológicas, coletou e organizou os dados sobre o mercado de infraestrutura no Brasil inteiro. A compilação de todas essas informações, levantadas pela ferramenta e analisadas por especialistas, originou o Brasil visto pela Neoway Infraestrutura. O estudo contempla o período de 2018 a 2023, relaciona fatores como fase do empreendimento, região em que está localizado e os investimentos previstos para as obras e construtoras de abrangência nacional.

“A Neoway traz, em segundos, dados que uma empresa inteira de pesquisa levaria dias, meses ou anos para conseguir. Com as informações que podem ser extraídas da plataforma, é possível fazer um acompanhamento perfeito da evolução do setor. Fato que permite às empresas tomarem decisões mais assertivas para seu negócio”, comenta Cristina Penna, CMO e head de Construção Civil da Neoway.

O estudo divide a área de infraestrutura em seis categorias principais: energia, saneamento, indústria, infraestrutura esportiva, transporte e óleo & gás. Os destaques da pesquisa são:

– As obras previstas para o período de 2018 a 2023 somam R$ 719,2 bilhões em investimentos.

– O valor destinado às obras em projeto e intenção, incluindo as sem data para início, é de R$ 627,6 bilhões, número 2,5% maior do que o esperado entre 2017 e 2022.
O – setor de transportes e vias urbanas continua sendo o que mais recebe aportes no Brasil, concentrando 48,9% do montante total no período de 2018 a 2023.

– De uma maneira geral, a região Sudeste permanece com a maior concentração dos investimentos em obras em andamento com 34,4%. Na sequência estão o Nordeste (30,6%), Centro-Oeste (11,2%), Sul (9,7%) e Norte (3,0%).

– Já no ranking de obras em projeto e intenção, o nordeste fica na primeira colocação com 31,3% dos investimentos. O sudeste (27,9%), sul (15,8%), norte (12%) e centro-oeste (6,2%), respectivamente, completam a lista.

“Toda essa infinidade de informações só é possível, pois os profissionais têm em suas mãos, ao mesmo tempo, acesso às informações de fontes primárias, secundárias e próprias da Neoway. Isso faz da solução uma aliada extremamente estratégica a qualquer negócio, independentemente da área de atuação”, conclui Penna.

A Neoway conta com produtos e serviços para 15 verticais. Bancos, seguradoras, bens de consumo, construção, automotiva e saúde são alguns exemplos de áreas contempladas.

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5 cuidados para a humanização nas empresas

Em um mundo onde a tecnologia abriu canais públicos de comunicação e conexão, os recursos humanos enfrentam um novo desafio. As pessoas procuram locais de trabalho mais humanizados, onde a abertura é o padrão para a comunicação, a voz do colaborador é ouvida e os integrantes de cada equipe se sentem especiais, significativos e conectados.

Home-office, mesa de bilhar, happy hours, levar o pet para o trabalho, reuniões de feedback e folga no dia do aniversário são alguns benefícios que chamam a atenção para quem está procurando um ambiente de trabalho mais humanizado.

“Embora concentrar-se nos aspectos humanos seja fundamental para que os colaboradores se sintam valorizados, as empresas precisam tomar cuidado para não pecar pela humanização por si só, perdendo o foco do resultado, que pode fazer com que a produtividade dos colaboradores caia, ou colocar em risco o limite entre o que é vida profissional e o que é vida pessoal. Esses dois aspectos devem ser integrados, mas não misturados. Assim, a humanização deixa de ser um aspecto positivo e pode causar problemas para a empresa e para os funcionários”, explica a especialista em desenvolvimento humano Susanne Andrade, autora do best-seller “O Segredo do Sucesso é Ser Humano”.

Confira alguns cuidados importantes na hora de humanizar a empresa:

Trabalho x integração da equipe

Algumas empresas costumam organizar “happy hours” após o expediente para promover a troca de ideias, descontrair, ou até mesmo estreitar os laços entre os colegas de trabalho. “Apesar de ser uma ótima ideia, essa é uma questão à qual o empregador deve se atentar, pois como se sabe, não são todas as pessoas que sabem separar momentos de descontração e trabalho”, comenta a especialista.

Existem casos em que funcionários encerram o expediente mais cedo para começar a organizar o “happy hour”, por exemplo, ou de pessoas que se excedem no entusiasmo ou na bebida. “Deve haver um cuidado para que a confraternização não atrapalhe as atividades da empresa, e não ultrapasse o limite do tolerável em um ambiente corporativo”, comenta Susanne.

Feedback da forma adequada

Embora dar feedback seja indispensável, algumas empresas ainda hoje pecam nesse quesito. “Muitas companhias ainda utilizam o feedback como sinônimo de avaliação de desempenho, como termômetro para categorizar os funcionários entre ‘promovido’ e ‘não promovido’. Essa visão é ultrapassada e um grande equívoco, pois o feedback vai muito além disso. Ele é uma importante ferramenta para manter a equipe motivada e promove o desenvolvimento de habilidades, além dos ajustes necessários na performance”.

Para a especialista, o feedback deve ser praticado sempre que possível. “Ele ajuda nas relações humanas, tanto pelo reconhecimento quanto pelo redirecionamento de comportamento e quanto mais utilizado, mais motivados ficam os profissionais”, explica ela.

Política de home office

As vantagens do home office são inegáveis e, por isso, cada vez mais profissionais têm procurado vagas que oferecem esse benefício ao menos uma vez na semana. “São diversos motivos que podem levar alguém a procurar funções que permitem trabalhar de casa uma ou mais vezes na semana: pais que acabaram de ter bebês, profissionais que moram distante da empresa e querem evitar trânsito, economia com combustível, flexibilidade no horário de almoço, não ter que se preocupar todos os dias com o visual, entre outras razões”.

Mas, infelizmente, nem todo profissional é produtivo atuando no ambiente doméstico. “Dar aquela olhada no que está passando na TV ou ter um desejo incontrolável de tirar uma soneca pós almoço, sem disciplina para suas entregas, são algumas das armadilhas para o profissional que atua em home office”, elenca Susanne.

Por isso, esse recurso tão desejado pelos colaboradores muitas vezes não funciona para todos. “É preciso avaliar muito bem o perfil daquele profissional, seu nível de comprometimento, e também se as funções que exerce são compatíveis com o trabalho de casa. Caso contrário, pode ser um ‘tiro no pé'”, diz a especialista.

Vida profissional x vida pessoal

Hoje é muito comum encontrar empresas que proporcionam espaços de lazer dentro da própria empresa, como mesas de pebolim ou bilhar, e até mesmo vídeo game, para que seus funcionários possam “desestressar” no horário do almoço ou após o expediente.

“Apesar de ser um meio de promover a integração, deve-se tomar cuidado com esse diferencial, pois é preciso ver até que ponto irá humanizar a empresa, para acabar não virando bagunça. Além disso, esse tipo de iniciativa pode incentivar os colaboradores a ficarem até muito tarde no escritório todos o dias, participando de atividades de lazer com os colegas. Isso pode ser prejudicial, pois manter um limite entre vida profissional e pessoal é necessário e saudável. É essencial o foco no equilíbrio”.

Escritórios “pet friendly”

Permitir que os colaboradores levem seus pets ao trabalho, ao menos uma vez ao mês, é uma tendência que teve início nos Estados Unidos e acabou vindo para o Brasil. Hoje já é possível encontrar alguns escritórios no país que permitem que o funcionário leve seu cão ao trabalho.

“Apesar de algumas pesquisas apontarem que ter um animal de estimação no ambiente de trabalho alivia o estresse e melhora a produtividade, também é preciso cautela, afinal, não há quem resista a um cãozinho fazendo graça e pedindo carinho, por isso o pet pode acabar distraindo os colaboradores, ou até mesmo incomodar pessoas que têm fobia de animais. Avaliar todo o contexto é essencial”, explica.

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93% das pessoas confiariam em pedidos feitos por um robô no trabalho

Líderes e funcionários de RH querem adotar a inteligência artificial, mas as organizações ainda não estão preparando os colaboradores

As pessoas já estão prontas para aceitar instruções dadas por robôs no trabalho, de acordo com um novo estudo conduzido pela Oracle e Future Workplace, uma empresa de pesquisa que prepara líderes para grandes mudanças no recrutamento, desenvolvimento e engajamento de funcionários. O estudo envolveu 1.320 líderes e funcionários de RH dos EUA e constatou que, embora as pessoas estejam prontas para adotar a Inteligência Artificial (IA) no trabalho e entendam que os benefícios ultrapassam a automação de processos manuais, as organizações não estão fazendo o suficiente para ajudar seus funcionários a adotar a IA. Consequentemente, a produtividade diminuirá, as habilidades ficarão obsoletas e haverá perda de emprego.

O estudo – AI at Work (Inteligência artificial no trabalho) – identificou uma grande diferença entre o modo como as pessoas estão usando IA em casa e no trabalho. Apesar de 70% das pessoas estarem usando alguma forma de inteligência artificial na vida pessoal, apenas 6% dos profissionais de RH estão implementando ativamente a inteligência artificial e somente 24% dos funcionários estão usando alguma forma de IA no trabalho. Para determinar por que existe uma lacuna na adoção da IA quando as pessoas já estão claramente preparadas para aceitar a IA no trabalho (93% confiam nos pedidos de um robô), o estudo examinou as percepções de líderes e funcionários de RH sobre os benefícios da IA, os obstáculos que impedem a adoção e as consequências para o negócio.

Funcionários e líderes de RH enxergam o potencial da IA

Todos os entrevistados concordaram que a IA terá um impacto positivo nas organizações e, quando questionados sobre seu maior benefício, os líderes e funcionários de RH afirmaram ser o aumento da produtividade. Nos próximos três anos, os entrevistados esperam que os benefícios incluam:

• Os funcionários acreditam que a IA aumentará a eficiência operacional (59%), agilizará a tomada de decisão (50%), reduzirá significativamente o custo (45%), possibilitará melhores experiências ao cliente (40%) e melhorará a experiência do funcionário (37%).

• Os líderes de RH acreditam que a IA terá um impacto positivo no aprendizado e desenvolvimento (27%), gestão de desempenho (26%), remuneração/folha de pagamento (18%) e recrutamento e benefícios dos funcionários (13%).

Organizações não estão fazendo o suficiente para preparar a força de trabalho para a IA

Apesar de seu claro potencial para melhorar o desempenho dos negócios, os funcionários e líderes de RH acreditam que as organizações não estão fazendo o suficiente para preparar seus colaboradores para a IA. Os entrevistados também identificaram uma série de outras barreiras que refreiam essa tecnologiana empresa.

• Praticamente todos (90%) os líderes de RH preocupam-se em não serem capazes de se adaptar à rápida adoção da IA como parte de seu trabalho e, para piorar as coisas, não estão capacitados para lidar com a falta de mão-de-obra qualificada para lidar com IA em sua organização .

• Mais da metade dos funcionários (51%) está preocupada em não conseguir se adaptar à rápida adoção da IA e 71% acreditam que as habilidades e o conhecimento da IA serão importantes nos próximos três anos. Apesar disso, 72% dos líderes de RH observaram que organização não fornece nenhum tipo de programa de treinamento em IA.

• Além da lacuna de habilidades, os líderes e funcionários de RH identificaram o custo (74%), a falta de tecnologia (69%) e os riscos de segurança (56%) como as outras principais barreiras à adoção da IA na empresa.

Não abraçar a IA agora resultará em perda de emprego, irrelevância e perda de vantagem competitiva

Apesar de toda a conversa sobre as pessoas estarem preocupadas com a IA ser introduzida no ambiente de trabalho, o estudo descobriu que o contrário acontece com líderes e funcionários de RH (79% dos líderes de RH; 60% dos funcionários) acreditam que a falha em adotar a IA terá consequências negativas para suas próprias carreiras, colegas e organização como um todo.

• Os entrevistados identificaram que a produtividade diminuirá, as habilidades ficarão obsoletas e haverá perda de emprego. Essas são as três principais consequências de não se adotar a IA na força de trabalho.

• Do ponto de vista organizacional, os entrevistados acreditam que adotar a IA terá impacto mais positivo sobre os diretores e altos executivos. Deixando de capacitar as equipes de liderança com IA, as organizações podem perder uma vantagem competitiva.

“Como mostra este estudo, as pessoas não temem que a IA assuma o trabalho delas. Em vez disso, querem tirar proveito das inovações mais recentes de maneira rápida e fácil”, declarou Emily He, Human Capital Management Cloud Business Group, Oracle. “Para ajudar os funcionários a adotar a IA, as organizações devem fazer parceria com seus líderes de RH para abordar a lacuna de habilidades e concentrar sua estratégia de TI na incorporação de inovações simples e poderosas de IA nos processos de negócios existentes.”

“A IA permitirá que as empresas se mantenham competitivas, os líderes de RH sejam mais estratégicos e os funcionários mais produtivos no trabalho. Se as organizações quiserem se beneficiar da revolução da IA, ao fechar a lacuna de habilidades, terão que investir em programas de treinamento em IA. Se os funcionários querem permanecer relevantes para o mercado de trabalho atual e futuro, eles precisam adotar a IA como parte de seu trabalho”.
– Dan Schawbel, diretor de pesquisa na Future Workplace, autor de Back to Human

Metodologia

Para esta pesquisa, 1.320 líderes de RH e funcionários foram entrevistados e deram opiniões sobre a implementação e o uso da IA no ambiente de trabalho. O alvo do estudo foram funcionários e líderes de RH que trabalham em diversos setores e em organizações de tamanhos distintos. Todos os entrevistados passaram por um processo duplo de adesão e preencheram, em média, 300 pontos de dados de perfil antes de participar de pesquisas.

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A ilegalidade da Contribuição Assistencial

Por Beatriz Daianese

A Contribuição Assistencial ainda gera muitas dúvidas para empresários e contribuintes. Isso porque ela vem mensalmente descontado da folha de pagamento dos colaboradores e nada mais é do que uma contribuição com os sindicatos de determinada categoria de profissionais. Mas na verdade, além de ser uma cobrança opcional, os sindicatos cometem a ilegalidade de exigir o seu pagamento.

E porque ilegalidade? Porque poucos sabem que isso não é obrigatório e que há a possibilidade de cancelamento. Em nossa legislação encontram-se duas contribuições devidas pelos empregados ao seu sindicato, a Contribuição Sindical, prevista no artigo 8º, inciso IV, da Constituição Federal, e a Contribuição Assistencial, prevista no artigo 513, alínea e, da Consolidação das Leis do Trabalho, e nas convenções coletivas. A Contribuição Sindical é devida apenas pelos empregados sindicalizados e o pagamento é compulsório. Já a Contribuição Assistencial é devida pelos empregados filiados ou não, mas o seu pagamento é opcional.

Na prática, os sindicatos desrespeitam a legislação e invertem o exercício do direito dos empregados em relação ao pagamento da Contribuição Assistencial. Enquanto o correto seria o trabalhador interessado em contribuir depositar o valor para o seu sindicato, os sindicatos obrigam que todos empregados paguem a contribuição, ressalvando-lhes o direito de oposição.

Para o empregado não ser descontado, basta que ele envie uma Carta de Oposição ao sindicato, com aviso de recebimento, no prazo de dez dias, contados da publicação da convenção coletiva; e, depois, apresentar ao empregador o aviso de recebimento, para que ele não efetue o desconto.

É muito importante que todas as empresas tenham essa precaução de informar todos os seus funcionários e colaboradores que se eles não apresentarem a Carta de Oposição enviada ao Sindicato, terão o desconto da Contribuição Assistencial. Esta conduta resguardará os direitos da empresa em eventuais processos trabalhistas futuros que reclamem o desconto indevido das referidas contribuições.

Beatriz Daianese, sócia da Giugliani Advogados

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Monitorar a efetividade do compliance é o maior desafio das empresas, aponta KPMG

Os três principais desafios da função de compliance têm sido monitorar a efetividade do programa de compliance (86%), mapear os riscos e desenvolver indicadores-chave (85%) e integrar a função com as demais áreas do negócio (83%). Os dados constam na terceira edição da pesquisa “Maturidade do Compliance no Brasil” realizada pela KPMG com 450 companhias de diferentes regiões e indústrias. O levantamento apontou ainda que os três indicadores tiveram um aumento percentual considerável em relação ao último estudo de 2016/2017.

“A pesquisa da KPMG reflete o progresso que muitas empresas nos últimos anos, bem como as áreas de melhoria contínua para incorporar e aperfeiçoar a governança e cultura de compliance no ecossistema em que estão inseridas. No entanto, ainda há um longo caminho a ser percorrido por essas empresas no estabelecimento de um programa de compliance efetivo frente aos inúmeros desafios impulsionados pelo rápido ritmo das mudanças regulatórias e pela transformação digital. As empresas devem repensar e adequar as práticas de governança em relação ao ambiente de compliance e no âmbito tecnológico, as questões relacionadas a riscos cibernéticos e data analytics ganharão cada vez mais espaço e precisarão passar pela análise dos profissionais que monitoram o compliance”, analisa o sócio da KPMG, Emerson Melo.

Compliance ganha destaque nas empresas brasileiras

A pesquisa apontou ainda que 59% dos entrevistados informaram que a liderança reforça periodicamente que a governança e a cultura de compliance são essenciais para o sucesso da estratégia da empresa.

“Governança e cultura são as bases de um programa de ética e compliance efetivo. A governança geralmente se refere a uma estrutura de compliance em toda a empresa, enquanto a cultura de compliance é uma combinação de costumes e crenças sobre compliance na empresa. Incorporar a cultura, ou mudá-la, requer um enorme esforço. Por esse motivo é tão importante contar com o apoio da liderança”, analisa.

Durante a pesquisa, quando questionados se as empresas têm a função de compliance, em 2017, 9% dos executivos disseram não ter contra 19% da primeira edição de 2015. Já quando questionados se a governança e cultura do compliance eram essenciais para o sucesso da estratégia empresarial, 59% disseram que sim e 9% que não, nesta edição da pesquisa em comparação com 21% que disseram não em 2015.

Já no item ética e compliance, 27% dos entrevistados disseram que não possuem comitê. Em contrapartida, das empresas que possuem esse comitê, a presidência do grupo e as responsabilidades estão pulverizadas entre as diversas áreas da empresa como jurídico, auditoria interna e recursos humanos. Quando questionados quem preside o comitê de compliance, a pesquisa revelou que o CEO da empresa tem passado a função para o diretor de compliance. Na pesquisa de 2017, ele tem tido 26% de responsabilidade, contra 29% de 2016 e 28 de 2015. Em contrapartida, o diretor de compliance ganhou maior responsabilidade: 19% (2017), 16% (2016) e 12% (2015)

Outros dados:

– Apenas 64% das empresas afirmaram possuir mecanismos de gestão de riscos de compliance, enquanto 36% informaram desconhecê-los.

– 27% das empresas não possuem estrutura dedicada, 36% não possuem recursos adequados e 23% afirmaram não possuir autonomia e independência.

– 19% das empresas informaram não ter atualizado os Códigos de Ética e Conduta, 36% afirmaram não possuir diretrizes sobre as medidas disciplinares aplicadas em casos de desvios e 29% afirmaram que os programas de compliance ainda não estão implementados de forma eficiente.

– Somente 31% dos entrevistados informaram que os profissionais da empresa tiveram um grau de conformidade alto (maior que 90%) em relação aos treinamentos mandatórios.

– 68% das empresas não possuem sistemas para monitorar a efetividade do programa de compliance.

– Apenas 14% monitoram a implementação dos planos de ação identificados.

– 20% das empresas declararam não possuir um canal de denúncias implementado e também não monitoram o volume de relatos.

– 24% dos respondentes afirmaram não possuir reporte regular e frequente à alta administração.

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Dia do Rock: Líderes se dividem na paixão pela música e o mundo dos negócios

Quando sua empresa bateu a meta de final do ano, Rodrigo Ricco não teve dúvidas: chamou sua banda de rock e deu uma grande festa com show para os colaboradores. Fundador da Octadesk, startup de tecnologia focada em soluções para atendimento ao cliente, o empreendedor se divide entre duas paixões: os negócios e a música.

Aos 41 anos, casado, pai de três filhos, Ricco é baterista da Drop-d, banda de rock de origem pesada, que ganhou pegada mais soft nos últimos anos. Todos os integrantes têm cargos consolidados no mercado e se encontram toda semana para ensaiar, se apresentando a cada dois meses em bares.”É o nosso futebol de final de semana”, diz Ricco.

Para o empreendedor, rock e o mundo empresarial têm muito em comum. “A música te ensina que, se cada um na banda fizer o que bem entender, o resultado é sempre ruim. O mesmo acontece em uma empresa, é preciso sintonia entre o time para que um negócio funcione. Também de nada adianta esse alinhamento se os músicos não tiverem praticado ou se os colaboradores não estiverem qualificados e juntos por um mesmo objetivo”, explica.

Rodrigo não é o único exemplo de que o rock pode contribuir com a carreira no mundo corporativo. Eduardo Matos, 30 anos, líder de tecnologia do Getninjas, maior plataforma de contratação de serviços do Brasil, também se beneficia da relação com a música. Fã de teclado desde os nove anos de idade, ele já foi integrante de banda de rock dos 15 aos 22 anos, mas hoje faz da música uma atividade de relaxamento. “O lance de tocar traz uma calma e uma paciência para ouvir e sentir mais a música. É algo muito bom para fugir um pouco desse mundo de estatística e cálculos”, comentou.

Para ele a música também é importante para melhoria da produtividade. “Já aconteceu de eu estar travado com algum problema técnico, vou tocar um pouco e ao voltar tudo fica mais fácil”, comentou.

Alternativa

O CEO e fundador da Singu, maior aplicativo de serviços de beleza e bem-estar do Brasil, Tallis Gomes também culpa a música por guiá-lo no caminho do empreendedorismo. Aos 14 anos, sem dinheiro para comprar uma bateria para sua banda em uma época que celulares não eram algo comum, Tallis criou seu primeiro negócio. Ele imprimia as ofertas de aparelhos telefônicos dos sites de vendas, alterava os preços para ter uma margem de lucro e divulgar o “catálogo” por sua cidade natal, Carangola. Desta maneira, o jovem empreendedor conseguiu o dinheiro necessário para manter sua banda, a Tráfico do Rock.

O conjunto da época não vingou mas os negócios sim.Hoje o CEO ainda faz parte de uma banda, na qual é vocalista e guitarrista. “O rock’n’roll salvou a minha vida. Ele me fez empreender”, brinca Tallis.

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Guerra fiscal: Brasil x Paraguai

Apontada como grande vilã quando o assunto é atrair investidores internacionais e estimular o aumento de novos negócios, a carga tributária brasileira não é o único fator que prejudica o crescimento da economia no país. Algumas razões acabam acobertadas pelas altas taxas cobradas nos impostos.

“Existe um lado oculto que é a complexidade tributária e o custo de cumprir as obrigações acessórias. Uma coisa é pagar o imposto, que é a obrigação principal. Outra é informar o Fisco dos tributos pagos”, explica Luciano De Biasi, sócio-diretor da De Biasi.

De acordo com dados do Banco Mundial, a estimativa média de tempo gasto por uma empresa brasileira para calcular e informar os impostos pagos ao governo é de 2.600 horas. O resultado foi o pior entre as 178 nações avaliadas, sendo o tempo gasto pelos negócios do penúltimo colocado, a Turquia, de 2.085 horas.

“Outro agravante é o custo de colaboradores”, avalia Luciano. “As empresas têm que empregar muito mais pessoas nos setores de contabilidade do Brasil do que em outros lugares do mundo. É comum, na nossa profissão, lidar com multinacionais que não entendem porque precisam de 20 pessoas na área tributária contábil daqui enquanto no país de origem só empregam três funcionários”.

Para ele, é comum receber pedidos de empresas do exterior em busca de entendimento do regime tributário do Brasil. E, após algumas explicações, a reação costuma ser a mesma.

“Uma empresa mexicana ligou para o nosso escritório para saber sobre a tributação brasileira. Fiz um resumo rápido e logo me responderam dizendo que não iriam montar uma empresa no Brasil por medo da complexidade tributária. Preferiam procurar um representante”, relatou.

Esse quadro, que apenas encarece os custos de uma operação em solo brasileiro, somado às dificuldades em adaptar softwares internacionais à complexa tributação local e aos altos índices de impostos, tornam outros países mais interessantes para quem quer fazer negócios na América do Sul.

“O empresário brasileiro acaba arcando com um alto custo só para informar o que foi recolhido, além de diversos procedimentos que envolvem à substituição tributária do ICMS, antecipações tributárias e diferencial de alíquotas. E a razão disso é que nosso Fisco passa para o contribuinte todo o custo das tarefas que deveriam ser bancadas por ele”, complementa Fabrício Carneiro, sócio supervisor da De Biasi.

Por conta disso, não apenas multinacionais dê olho na América do Sul acabam optando por outros países do continente, como empresas brasileiras cruzam fronteiras em busca de tarifas mais atrativas e um sistema tributário desburocratizado. E a bola da vez é o Paraguai.

Graças à Lei de Maquila, o Paraguai acabou se tornando um desses destinos. Ela prevê, entre outras coisas, que empresas que produzam somente para exportação paguem apenas 1% de imposto em geral. Além disso, máquinas e equipamentos importados para o país não pagam tributos.

“O custo trabalhista é de 35%, enquanto aqui no Brasil pode chegar a 110%. E ainda tem acordo com a comunidade europeia – coisa que nós não temos”, ressalta Fabrício Carneiro, afirmando ser impossível, nos moldes de hoje, competir em termos tributários com o vizinho.

A quase inexistência de impostos e o custo trabalhista somados à energia barata acabam compensando a falta de infraestrutura. A maior parte de empresas de capital brasileiro atualmente no Paraguai integram os segmentos têxtil, de autopeças e de material elétrico.

“Quando falamos de guerra fiscal mundial, muitas vezes nos limitamos a falar de alíquotas, mas na verdade estamos tratando de todo o complexo tributário do Brasil. É o pior país do mundo para se calcular e pagar impostos. E isso precisa mudar”, conclui Luciano De Biasi.

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A diversidade no universo corporativo

Por Cibele Lara

Diversidade é uma forma de promover a inclusão, garantindo igualdade e direito para todos os seres humanos no mundo corporativo e na sociedade em geral. Por meio de ações e programas educativos e de conscientização, pequenas e grandes empresas têm se esforçado para mudar esse lado dramático da história da humanidade, que sempre foi marcado de segregações de cor, gênero, classe social e outras questões.

Algumas empresas já perceberam que tudo é mais produtivo, pleno e positivo no mundo dos negócios quando se dá a devida importância às relações para minimizar a desigualdade e fomentar a inclusão social no ambiente corporativo, nas escolas e em programas sociais.

O tema nos leva refletir do quanto ainda falta para que a diversidade seja compreendida e aceita por todos. O deficiente físico, a mulher, pessoas de outras nacionalidades e principalmente os jovens, devem ser respeitados e valorizados como seres que podem fazer a diferença no mundo corporativo. Nós da JA entendemos que diversidade é algo a ser trabalhado com atenção e cuidado em todas as esferas sociais. Requer dedicação para que o indivíduo se desenvolva num ambiente mais humano, livre de preconceitos e mais criativo.

Bom lembrar que a maior parte dos voluntários da JA são empresários e trabalhadores; são pessoas que se propõe a orientar jovens para o mercado de trabalho mostrando caminhos que podem levá-los a tomar decisões equilibradas, criativas e ponderadas, para enfrentar a realidade do mercado de trabalho, que muitas vezes apresenta obstáculos e dificuldades para serem vencidos com coragem. Essas pessoas fazem a diferença, e a intenção é que elas se multipliquem e continuem contribuindo para mudar o mundo. .

É preciso fazer mais e falar menos. Criar oportunidades às minorias que há dezenas de anos sofrem por sua condição, situação, opção entre outros. Ações afirmativas no ambiente corporativo ainda são tímidas, mas devem melhorar com o tempo e com investimentos.

O nosso laço com as empresas e voluntários é transparente, inspirador para uma mudança satisfatória no campo da educação. Para nós a diversidade é inerente ao ser humano, porque promove nas escolas uma oportunidade de visão empreendedora. Acreditamos que um ambiente profissional misto, formado por pessoas diferentes é mais saudável e mais propenso ao desenvolvimento pessoal, humano e de grupo. Nesse ambiente, se desenvolvem talentos e sentimentos de compreensão, amor próprio e amor ao próximo, além da aceitação.

O mundo está mudando e as pessoas precisam se permitir mudar. Aceitar que o outro seja outro no ambiente corporativo e em qualquer lugar, e que sejamos todos valorizados pelas nossas especificidades. Nós acreditamos que o mundo se torna mais pleno quando temos o diverso na forma de pensar, nas expressões culturais, nas manifestações sexuais, na economia e organizações sociais.

Cibele Lara, diretora executiva da JA São Paulo – Junior Achievement é uma das maiores organizações sociais de educação empreendedora do mundo, que prepara os jovens para o mercado de trabalho.

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Finep anuncia R$ 90 milhões de subvenção descentralizada para empresas inovadoras

A Finep acaba de lançar dois editais de programas de subvenção econômica (recursos não-reembolsáveis e muito disputados entre empresas inovadoras) descentralizados, totalizando R$ 90 milhões. A ideia em ambas as iniciativas é selecionar Parceiros Operacionais em nível estadual que tenham interesse em operar o repasse do dinheiro. A diferença dos programas é o nível de consolidação das companhias atendidas, o que os torna complementares.

O Programa Geração de Empreendimentos Inovadores (até R$ 30 milhões no total disponibilizado) visa selecionar agentes estaduais que conduzirão recursos para estímulo, orientação e promoção da criação de empreendimentos de base tecnológica inovadores com faturamento anual bruto de até R$ 4,8 milhões, criados e formalizados a partir do programa ou com até 12 meses da criação, a contar do lançamento do edital. Já com o Programa de Apoio à Inovação Tecnológica – Finep-Tecnova II (até R$ 60 milhões), continuação do Tecnova I, a financiadora mira empresas com faturamento anual de até R$ 16 milhões.

Em ambos os casos, podem participar órgãos ou entidades da administração pública direta ou indireta ou entidade privada sem fins lucrativos, que serão responsáveis pela coordenação e execução técnica do projeto, sendo preferencialmente Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs). “A ideia de uma subvenção descentralizada confere capilaridade, visando ao entendimento das vocações empreendedoras dos estados”, explica o diretor científico-tecnológico da Finep, Wanderley de Souza.

Dos recursos financeiros a serem concedidos, 30% deverão ser dirigidos às regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Caso o valor total das propostas selecionadas para aprovação oriundas destas regiões seja inferior a este percentual, o dinheiro não aplicado será automaticamente transferido às candidaturas com melhor classificação em outras partes do Brasil.

No caso do Programa Geração de Empreendimentos Inovadores, as datas finais para a submissão das propostas eletrônica e impressa são, respectivamente, 24/09 e 04/10. Para o edital do Finep Tecnova II, 10/10 e 11/10. Os resultados finais dos editais estão previstos para divulgação a partir de 03/12 (Programa Geração de Empreendimentos Inovadores) e a partir de 10/12 (Finep-Tecnova II).

“A subvenção é um recurso nobre e a Finep, a cada iniciativa, refina ainda mais a sua relação com os parceiros, de modo a desenvolver mais empresas que trabalham com tecnologia Brasil afora”, diz Marcelo Camargo, gerente do Departamento de Fomento à Interação entre Ciências Aplicadas e Inovação e responsável direto pelos editais.

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Como Tite pode ser referência em liderança

É quase unânime que Adenor Leonardo Bacchi, mais conhecido como Tite, está fazendo história à frente da Seleção Brasileira. Formado em Educação Física e ex-técnico de grandes clubes brasileiros, Tite é considerado um dos maiores técnicos do mundo. Seus ensinamentos e forma de liderar, porém, vão muito além dos campos de futebol. A importância que dá ao trabalho em equipe e como lida com crises são alguns exemplos que merecem destaque.

Hendel Favarin, cofundador da Escola Conquer, aceleradora de pessoas que desenvolve em seus alunos habilidades não ensinadas nas instituições de ensino tradicionais, relacionou algumas decisões do técnico à habilidade de liderar. Confira:

1) Tite é um dos únicos técnicos a fazer um rodízio da faixa de capitão

A faixa de capitão no futebol representa para um jogador uma grande responsabilidade, ele se torna um representante do time. Esse objeto significa que ele possui total liberdade para liderar os jogadores e também fazer reclamações ao juiz do jogo. O marco dessa atividade foi quando Gabriel Jesus, uma das estrelas do atual time, se tornou um dos mais jovens capitães da história da Seleção Brasileira. Esse rodízio é um grande exemplo de como dar autonomia ao time e demonstrar a confiança depositada em todos da equipe. A possibilidade de um funcionário liderar uma reunião por um dia, por exemplo, pode significar muito para ele.

2) Fez um time sair do período crítico para Campeão Brasileiro

No ano de 2015, o Corinthians passou por um período crítico onde os principais jogadores não estavam recebendo salário. Após conversar com a diretoria do clube, Tite alegou que não desejaria receber salário enquanto os jogadores também não recebessem. Desta forma, ele reforçou a união com a equipe, se colocou de igual para igual com os jogadores e ganhou a confiança e o comprometimento deles. O resultado dessa atitude foi a conquista do sexto título brasileiro da história do Corinthians.

3) Nunca abre mão de aprender coisas novas e diferentes

Em 2014, após conquistar quatro títulos para o Corinthians, Tite decidiu tirar o ano para aprender com técnicos mais experientes. Viajou para a Espanha para acompanhar treinos do maior campeão mundial, Real Madrid; e se aproximou de grandes líderes do futebol europeu, como Carlo Ancelotti e Carlos Bianchi.. Essa ideia deve ser adotada em todas as profissões. Um verdadeiro líder não pode ser arrogante ao ponto de achar que sabe de tudo, deve estar sempre disposto a aprender coisas novas e precisa ter a referência ou mentoria de profissionais que estão acima da média.

4) É solidário e empático

Saber ouvir e estar atento às questões emocionais cria situações sem imposição e torna o líder muito mais próximo e respeitado pelos colaboradores, que compreenderão melhor as orientações por vê-lo como alguém que entende e/ou compartilha do que eles pensam ou sentem. Em 2016, Tite fez questão de comparecer ao velório coletivo das vítimas do acidente com o avião que levava a delegação da Chapecoense para Medellín, na Colômbia, ocasião em que afirmou não se lembrar de um momento tão comovente antes no futebol.

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Deloitte abre inscrições para empresas participarem da pesquisa “As PMEs que Mais Crescem no Brasil”

Empresas que faturaram até R$ 500 milhões em 2017 podem participar da 13ª edição do principal levantamento do País sobre pequenas e médias empresas, realizado em parceria de divulgação com a revista EXAME

Estão abertas as inscrições para a 13ª edição do levantamento “As PMEs que Mais Crescem no Brasil”, realizada pela consultoria Deloitte para divulgação na revista Exame. A pesquisa deste ano apontará as organizações que mais expandiram seus negócios ao longo dos últimos três anos completos (2015, 2016 e 2017).

Para participar, as empresas que faturaram entre R$ 5 milhões e R$ 500 milhões em 2017 podem acessar o questionário pela página oficial (onde consta o regulamento do estudo), cadastrar seus dados e responder às perguntas até 6 de julho de 2018.

As empresas com taxas mais elevadas de crescimento no período avaliado se classificam para um ranking a ser divulgado no dia 30 de agosto, em evento realizado em São Paulo, no qual serão homenageadas. A relação será também publicada pela revista Exame.

Para os participantes, independentemente da entrada e posição da empresa no ranking, a organização enviará um relatório completo com os resultados.

13ª edição da pesquisa “As PMEs que Mais Crescem no Brasil” – triênio 2015/ 2016/ 2017

Inscrições: até o dia 6 de julho

Onde realizar a inscrição: www.deloitte.com/PMEs

Dúvidas: pequenasemedias@deloitte.com

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Sistema Fiep lança MBA com diplomação internacional em Indústria 4.0

Aulas começam em junho e o curso terá um módulo na Alemanha

As inovações tecnológicas digitais implantadas nos processos industriais e nas linhas de produção deram origem ao termo Indústria 4.0, que faz alusão a uma quarta revolução industrial, momento em que os sistemas em nuvem, de inteligência artificial e outras plataformas virtuais, são utilizadas para tornar os processos mais eficientes, autônomos e conectados a toda a cadeia de valor. Entretanto, mesmo com o espaço produtivo sendo ocupado cada vez mais por inovações, é necessário um aperfeiçoamento também dos profissionais e das lideranças capazes de criar valor efetivo e sustentável, em meio a tantas alternativas digitais para melhorar a produtividade das empresas.

Por isso, o Sistema Fiep, por meio das Faculdades da Indústria, lança um MBA focado em indústria 4.0. Abrangendo tanto a parte da engenharia como a da gestão da indústria, o MBA em Liderança para Transformação Digital e Indústria 4.0 está com inscrições abertas e terá um módulo internacional em parceria com a SIBE (School of International Business and Entrepreneurship) da Stenbeis University Berlin, na Alemanha. O módulo garante a dupla diplomação e os custos com passagens, hospedagem, parte da alimentação e ainda tour por empresas referência em indústria 4.0 da região de Baden-Württemberg já estão inclusos no valor do MBA.

De acordo com o Gerente de Operações do Sistema Fiep, Fabricio Luz Lopes, por ter o foco principal na gestão da indústria 4.0, o MBA se diferencia por preparar lideranças industriais efetivas frente aos desafios da nova economia. “O movimento da indústria 4.0 não é algo que a indústria consegue fazer sozinha. É preciso conhecer as necessidades e estabelecer parcerias com startups, por exemplo. Por isso, o MBA vai preparar as pessoas para liderarem o movimento de transformação digital dentro de seus ambientes de trabalho, criando a capacidade de tomar decisões e até mesmo reconhecer quem são as pessoas que elas precisam contratar para sair do mundo offline e ir para o mundo digital”, detalha.

Segundo ele, os módulos do MBA foram planejados a partir de uma pesquisa e aproximação com as indústrias e com especialistas do tema para estabelecer os principais desafios e prioridades com relação às temáticas que envolvem a indústria 4.0.

As matrículas estão abertas e as inscrições podem ser realizadas pelo link http://www.faculdadesdaindustria.org.br/pos-graduacao/.

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Mudança no comando da SONDA marca a transformação da empresa no Brasil

Com o ingresso do novo CEO do Grupo SONDA no Brasil, Affonso Nina, ocorrido em outubro de 2017, a maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia iniciou uma nova fase que promove a sinergia de suas operações e marca uma transformação no País com o anúncio da integração de suas ofertas, oriundas de todas as aquisições realizadas nos últimos anos. O foco é potencializar o portfólio e atender às necessidades de negócios de seus clientes.

A orquestração, inédita no Brasil, que indicou um executivo para coordenar todas as empresas presentes no território nacional, tais como SONDA IT, CTIS, SONDA Ativas e PARS, dá mais um passo com a nomeação de Nina para responder diretamente pelas atividades da SONDA IT e da CTIS. As demais empresas, SONDA Ativas e Pars, continuam com seus presidentes, que se reportam diretamente a Affonso Nina.

Entre as mudanças está a definição da atuação comercial. A SONDA IT passa a focar exclusivamente o mercado privado, enquanto a CTIS atenderá especificamente às iniciativas geradas para o setor público, ficando claro o posicionamento de cada empresa. Nesta reorganização, ambas empresas passam a contar com uma operação única de entrega de suas soluções. “Este movimento fortalece a presença da SONDA com uma oferta bem definida, que passa a ser incrementada nos dois mercados – público e privado – potencializando as vendas de acordo com o perfil de cada cliente”, explica o CEO.

Somada a essas ações, a SONDA Ativas, responsável pelo Data Center de Belo Horizonte, adquirida em agosto de 2016, passa a atuar de forma conjunta com a estrutura da SONDA IT, localizada em São Paulo, na oferta de serviços de data center e cloud computing.

Outro anúncio que faz parte da iniciativa de transformar a companhia no País é a nomeação de dois novos vice-presidentes. Caio Silva assume a vice-presidência de Aplicativos, área responsável pelas tradicionais soluções fiscais e de comércio exterior, assim como pelas aplicações de parceiros, como SAP e SAS. O executivo chega à organização após passar por empresas como IBM, Accenture, EDS e T-Systems e tem como missão prover a inteligência da área de produtos da companhia.

Já Tim Cardoso, que traz como bagagem sua experiência desenvolvida em companhias como HP e EDS, ingressa na SONDA como vice-presidente de Inovação e Gestão de Clientes. O executivo tem como meta reunir todas as iniciativas de inovação da SONDA para ajudar as empresas na construção de seu caminho rumo à transformação digital.

“Este movimento faz parte de um conjunto de ações estratégicas que intensificam as ofertas e otimizam a estrutura para levar ao mercado uma proposta de atendimento mais ampla e robusta, fornecendo aos clientes soluções de TI que estão alinhadas às suas demandas de negócio e que contam com um maior conteúdo consultivo, transformacional e inovador da SONDA”, finaliza Affonso Nina.

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Copa do Mundo aumenta índice de crimes digitais

Há pouco menos de 1 mês do início da Copa do Mundo da Rússia, não é somente o evento de alcance global que ganha destaque. Essa é também uma fase de ir às compras: seja para adquirir uma camiseta da seleção de preferência ou para trocar a TV de casa. No entanto, esse crescimento no consumo tem provocado também um aumento nos chamados crimes digitais. “Esse tipo de golpe se intensifica em épocas de grande apelo de vendas no comércio. É o caso da Copa do Mundo. Muitos varejistas fazem promoções de TVs para incentivar os consumidores a trocarem seus aparelhos”, alerta o especialista em segurança de dados e sócio da It Secure, Rafael Batista.

Nesse caso, os cibercriminosos apelam para promoções a preços abaixo do mercado. Para fraudar as vendas, eles utilizam domínios similares aos das grandes marcas. Muitos compram anúncios em redes sociais, como o Facebook, para conseguir mais cliques. O consumidor, atraído pelas promoções, acaba indo parar no site falso e faz a compra. Geralmente, os criminosos apelam para compras no cartão de crédito, com o objetivo de vender os dados para o mercado negro, e no boleto bancário. Nesse último caso, o pagamento vai para a conta dos fraudadores.

“A melhor forma de proteção para o consumidor é desconfiar de promoções muito atrativas. Se o valor está muito abaixo de qualquer outro, é indício de que pode haver algo errado. Já para as empresas, que também têm problemas com consumidores supostamente lesados, há formas de defesa, como serviços que monitoram a internet em busca de domínios falsos”, ressalta o especialista. Ele lembra ainda que, muitas vezes, a empresa acaba tendo mais problemas, pois os consumidores acham que a compra foi feita naquela loja e abrem reclamações por nunca receberem os produtos.

Estima-se que cerca de 3% das compras no ambiente e-commerce no Brasil são fraudulentas, o que dá um volume de 6 milhões de transações por ano, de acordo com estudo da Konduto, empresa especializada em combate a fraudes no e-commerce.

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Ascenty inicia a construção do seu 10º data center

A Ascenty, empresa líder no mercado de data center com foco na América Latina, anuncia o início da construção de um novo Data Center localizado no município de Paulínia (SP), o décimo data center da empresa no País. Com início das operações da nova infraestrutura previsto para o início de 2019 e investimento de R$ 150 milhões, o projeto conta com 8 mil m² de construção e 25 MVA de energia.

“Dentro dos planos de expansão da Ascenty, a região metropolitana de Campinas é extremamente estratégica e a cidade de Paulínia oferece localização privilegiada para o nosso novo data center, próxima a rotas de acesso à capital e às principais cidades da região, onde atuam grandes companhias que já são nossas parceiras”, afirma Roberto Rio Branco, diretor de marketing e institucional da Ascenty.

O novo investimento visa atender a demanda das empresas por infraestrutura de qualidade e faz parte dos planos de expansão da Ascenty, que irá finalizar 2019 com 14 data centers em operação no Brasil.

“O ritmo do forte crescimento do mercado global de data centers deve continuar. A Ascenty se mantém como líder no mercado brasileiro por oferecer infraestrutura de classe mundial, com redundância, segurança e alta conectividade, além de se destacar pela excelência no atendimento aos clientes”, completa Roberto Rio Branco.

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