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Pesquisa aponta que 43% dos desenvolvedores mobile têm mais de 31 anos e 22% ganham mais de R$ 8 mil por mês

Enquete de múltipla escolha foi realizada com 169 profissionais

Ao contrário do que muitos acreditam, o mercado de desenvolvimento mobile não é dominado pelos mais jovens. A Quaddro Treinamentos – maior centro de ensino mobile do Brasil – realizou uma pesquisa inédita em novembro deste ano com 169 desenvolvedores de apps para descobrir mais sobre o perfil desses profissionais e as empresas onde trabalham. Uma das descobertas foi que 43% dos desenvolvedores têm mais de 31 anos, o que contradiz o mito de que esse é um mercado exclusivo para os mais jovens.

O perfil médio do profissional da área é: homem, idade entre 31 e 40 anos, trabalha no estado de São Paulo, já trabalhava com programação antes de entrar no mercado mobile e está na área há menos de um ano. Não possui um negócio próprio, mas pretende abrir um nos próximos anos. É o único profissional de desenvolvimento mobile na empresa onde atua, tem salário fixo de mais de R$ 8 mil por mês e sua linguagem de programação preferida é Swift.

Perfil do profissional

A esmagadora maioria dos entrevistados é do sexo masculino (92%), sendo que 33% têm idade entre 31 e 40 anos, 30% estão na faixa entre 18 e 24 anos, 28% têm de 25 a 30, 8% têm entre 41 e 50 anos e os outros 2%, mais de 51 anos.

Destes profissionais, 72% trabalham no estado de São Paulo, 7% no Paraná e a mesma porcentagem, no Rio de Janeiro. “Já era esperada uma maioria nas regiões Sul e Sudeste por essas regiões concentrarem uma grande quantidade de empresas de tecnologia”, explica Roberto Rodrigues, CEO da Quaddro Treinamentos.

A maioria (57%) já trabalhava com programação antes de partir para a área mobile. “Ter uma porcentagem de 43% de pessoas que atuavam em diferentes profissões entrando para o mundo mobile prova como esse é um mercado rico, capaz de comportar rapidamente profissionais que desejam uma virada na carreira”, comenta Rodrigues. Quando perguntados qual a sua área profissional de origem, 15% vêm da Engenharia, 14% do Design e 13% da área Administrativa.

A maioria dos desenvolvedores está há menos de 1 ano na área (44%). Entre 1 e 2 anos, temos 26%; 15% têm entre 3 e 4 anos e 15% têm 5 anos ou mais no mercado.

Quanto à linguagem de programação, Swift ganha como a linguagem preferida de 67% dos entrevistados. Em seguida, temos: Java (46%), Objective-C (27%) e Kotlin (11%). Outras linguagens ficaram com 15%.

Mercado de Trabalho e Remuneração

Quanto ao salário, existe uma polarização: enquanto 22% ganham mais de R$ 8 mil por mês, praticamente a mesma porcentagem (21%) tem um salário entre R$ 2 e R$ 3 mil. “Isso confirma os altos salários presentes na área, mas também mostra que temos uma grande quantidade de profissionais que ainda estão longe de receber essa quantia”, explica o CEO da Quaddro. “Vale ressaltar que 17% dos desenvolvedores ainda recebem um salário menor de R$ 2 mil.”

A esmagadora maioria das empresas remunera o desenvolvedor com um salário fixo mensal (76%), 10% recebem por hora trabalhada, 9% por entrega de projeto e 5% recebem de acordo com a receita obtida com o app.

O número de profissionais de desenvolvimento mobile nas organizações ainda é pequeno. Na maioria das empresas, o profissional é o único que trabalha na área, representando 32% dos entrevistados, 27% dividem o trabalho com mais 1, 2 ou 3 profissionais mobile e 18% trabalham com de 4 a 6 colegas. Em contrapartida, 11% dos entrevistados atuam em uma empresa com mais de 20 desenvolvedores mobile.

Um quarto dos entrevistados possui um negócio próprio e essa parece ser uma tendência no setor, já que 81% dos entrevistados pretendem abrir uma empresa própria nos próximos anos. Mais da metade dos desenvolvedores, 55%, trabalha na área de Serviços. Em segundo lugar estão os Bancos, com 21%, e em terceiro vem a área de Educação, com 19%.

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Empresa de transporte reduz passivos trabalhistas com uso de telemetria

Aliar a tecnologia à gestão de frotas estratégica é a fórmula para resultados positivos obtidos com a parceria entre a MiX Telematics, uma das maiores empresas de telemetria do mundo, e a Transportes Della Volpe, transportadora de cargas para diversos segmentos no Brasil.

A parceria, que começou em 2014, surgiu em razão do passivo trabalhista que chegava a R$ 6 milhões por ano. De acordo com Ezequiel Oliveira, gestor de projetos o controle era feito com base no diário de bordo – inclusive a empresa foi pioneira nesse tipo de controle – e depois confrontado com o tacógrafo, o que não trazia a realidade correta. Dessa forma, a transportadora perdia diversas ações trabalhistas na justiça.

Assim, as duas parceiras deram início ao desenvolvimento de uma solução para sanar a questão, com segurança e eficiência. Os resultados não demoraram a aparecer; de 180 mil horas extras por mês( em média), hoje são 60 mil, de acordo com Oliveira. Além disso, a redução de combustível é de 20%.

Ezequiel ainda explica que, depois de colocar a frota dentro de um padrão rigoroso de qualidade, a empresa começou a trabalhar na questão da segurança. “Passamos a vigiar mais a operação e começamos a avaliar pontos extremamente importantes. Por exemplo, contratos que previam prazos curtíssimos para entregas – o que trazia sérios riscos de acidentes no trajeto – puderam ser revistos. Assim, nossos motoristas podem viajar de forma segura”, enfatiza.

“A telemetria traz um retorno muito vantajoso para as empresas. No nosso caso, a redução do passivo trabalhista foi enorme, isso sem falar que o sistema traz análises muito importantes, que permitem a tomada de decisões rápidas”, explica. “Hoje temos uma das frotas mais vigiadas e bem preparadas do Brasil, com 400 veículos equipados com a tecnologia MiX Telematics”.

“Nossa expectativa é aperfeiçoar cada vez mais a tecnologia aliada à gestão, para sempre potencializar as informações obtidas e tornar nosso trabalho mais eficiente. Hoje, por exemplo, sabemos quantas passagens são feitas nos pedágios, quando deve ser feita a manutenção do caminhão, quando vence a quilometragem dos pneus, entre outros pontos, e assim manter nossa frota dentro de altos padrões de qualidade”, reforça.

Oliveira também enfatiza a importância do treinamento dos motoristas. “A solução de Jornada de Trabalho da MiX Telematics possibilita que façamos avaliações constantes de nossos colaboradores, para que eles possam sempre melhorar e contribuir com índices cada vez mais positivos”, finaliza.

Soluções MiX Telematics

Para fazer a gestão do motorista, a telemetria é a peça mais importante, pois ao mesmo tempo em que controla as horas trabalhadas, é uma ferramenta que ajuda a criar uma cultura de segurança junto aos motoristas brasileiros.

Com base em soluções embarcadas nos veículos, transportadoras e embarcadoras podem acompanhar tudo o que acontece quando seus veículos saem para as ruas, desde o tempo que a carga leva para chegar até o destino ou como os motoristas estão dirigindo.

No caso da Jornada de Trabalho, a MiX Telematics criou um software com sistema automático; basta o condutor se identificar por meio da Chave Azul. Assim, o início da viagem é contabilizado a partir do momento em que o motorista inicia a sua atividade ou permanece a disposição da empresa.

O tempo em espera é contabilizado por locais pré-definidos pela empresa; a refeição é apontada a partir da parada de uma hora contínua dentro do período de refeição Exemplo: entre 10h30 e 16h30, se o motorista fizer parada de uma hora, o sistema entende que é uma refeição.

Outro ponto é que os acordos sindicais são inseridos no sistema de acordo com o Manual Controle de Jornada.

O software de Jornada de Trabalho da MiX Telematics pode ser usado por qualquer tipo de frota: cargas perigosas, óleo & gás, construção e mineração, transporte, logística, passageiros, frota de distribuição (caminhões e vans), frota leve (vendas, serviços, inspetores etc.) e motocicletas.

Uma vantagem do software MiX Telematics é que ele oferece um aplicativo gratuito para Android, que permite ao motorista fazer as marcações necessárias, independentemente de sinal de operadora de telefonia.

Relatórios

O sistema gera relatórios completos para o gestor da frota e a área de recursos humanos, o que facilita muito o processo, além de eliminar a antigas papeletas, que não refletiam exatamente a realidade das jornadas dos motoristas.

Bruno Santos, engenheiro e diretor Serviços, Vendas e Marketing da MiX Telematics, destaca que as empresas conseguem criar um ranking dos melhores e piores motoristas e, assim, premiar quem teve bom desempenho e incentivar quem precisa melhorar. “Ganham os dois lados, pois a transportadora sabe que sua carga está em boas mãos, e o motorista se desenvolve cada vez mais, tornando-se um profissional consciente, eficiente e que terá o máximo de segurança nas suas viagens”, explica.

O software de jornada de trabalho da MiX Telematics permite ao cliente acompanhar a jornada do motorista online, possibilitando ao gestor da frota tomar decisões estratégicas da empresa, como pagamento de horas extras, excessos de tempo de direção, tempo restante para o fim da jornada, entre outros.

As soluções de telemetria são destinadas às indústrias e transportadoras que precisam gerir suas frotas, garantir a segurança do motorista e rastrear seus veículos com eficiência. Além disso, essa tecnologia contribui para diminuir o impacto no meio ambiente, por conta da economia com combustíveis, pneus, trajetos melhor definidos, ou seja, menor tempo no trânsito e a consequente emissão de gases poluentes, entre outros pontos.

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Meu Câmbio lança sistema que permite agências de turismo venderem moeda estrangeira

A plataforma online de venda de moeda estrangeira, Meu Câmbio (http://afiliados.meucambio.com.br/), desenvolveu um sistema que permite que agências de turismo vendam moedas. O objetivo é facilitar o dia a dia do cliente, e que ele tenha num mesmo espaço compra da viagem, passeios e a moeda que usará no destino.

“A tecnologia da Meu Câmbio permite que as agências incrementem suas receitas e a lucratividade sem qualquer investimento nenhum em tecnologia”, explica Paulo Castello Branco, conselheiro da startup.

Como funciona

Com a plataforma Meu Câmbio, as agências de turismo poderão oferecer aos seus viajantes o melhor negócio em câmbio de duas maneiras:

1) Agências que não tem site próprio podem utilizar um domínio co-branded sem qualquer custo ou investimento em tecnologia.

2) Agências podem incrementar sua oferta ao cliente, incluindo a cotação online de 18 moedas em seu próprio site.

“Desde de outubro opero com a Meu Câmbio e estou muito satisfeito com os resultados. A implementação foi muito fácil. Em menos de um dia, após a assinatura do contrato, já estávamos vendendo câmbio online e sem trabalho”, conta o diretor comercial da IT MICE Travel Solutions, Ibrahim Georges Tahtouh.

Com a plataforma do Meu Câmbio, o agente de turismo conta com uma equipe especializada de atendimento ao cliente, que poderá acompanhar o processo de cadastramento, aquisição da moeda escolhida, agendamento de retirada ou entrega, e quaisquer dúvidas que possam surgir durante toda a negociação.

Ainda, para aqueles que preferem acompanhar o cliente em toda a jornada, customizando o serviço prestado, a Meu Câmbio criou uma área exclusiva, na qual o agente de turismo pode realizar diretamente as etapas necessárias, como envio de documentação cadastral, upload de documentos e comprovantes de pagamentos.

“Nosso papel é oferecer a ferramenta, o conteúdo e o atendimento necessário para auxiliar a agência de turismo a atender amplamente às necessidades de seus clientes, e ainda incrementar a sua receita com operações de câmbio”, explica o diretor de estratégia e inovação da Meu Câmbio, Mathias Fischer.

Para facilitar ainda mais a interface com agências de turismo, a Meu Câmbio oferece integração de cadastros, sugestões de conteúdos, e-mail marketing, ferramentas de alerta e boletins de acompanhamento de preço das moedas estrangeiras.

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OLX e Storia Imóveis apresentam expectativas dos usuários sobre o mercado imobiliário em 2018

A OLX – maior site/aplicativo de compra e venda do Brasil – e o Storia Imóveis, plataforma da OLX exclusiva para anunciantes profissionais de imóveis, apresentam o resultado de uma pesquisa feita com seus usuários sobre o que eles esperam do mercado de imóveis em 2018 – qual a intenção de compra ou locação e também quanto pretendem gastar.

De acordo com a pesquisa, 64% dos entrevistados não encontraram um imóvel compatível com as suas preferências em 2017. 74% pretendem continuar buscando neste ano, sendo que, 61% estão interessados em comprar. Quase metade dos analisados, 44%, pretendem concluir a escolha de uma nova propriedade em até três meses.

Os dados revelam que a maioria das buscas nas plataformas mostram que os usuários estão dispostos a gastar até R$2.000 para aluguel (84%) e R$ 500 mil na hora da compra (86%). Em cima disso, a pesquisa também mostra que 66% dos entrevistados acreditam que os valores dos imóveis continuarão no mesmo nível e/ou apresentarão queda nos preços.

Para 37% dos entrevistados, o motivo mais relevante na escolha de um novo lar é a localização. “O local onde o imóvel está inserido é o principal atributo que influencia nessa busca. Para os usuários, as características do bairro e entorno são tão importantes quanto a estrutura do imóvel em si ou seu valor”, frisa Igor Pereira, Vice-Presidente de Imóveis da OLX.

Atributos que mais influenciam na busca por um novo imóvel

A pesquisa ouviu 652 pessoas de todo o Brasil. Do total de entrevistados, 60% são do sexo feminino, 63% têm entre 26 e 45 anos, 68% são famílias com ou sem filhos e 68% tomam a decisão em família/cônjuge.

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Organica se torna referência na aceleração de fintechs

As fintechs, startups inovadoras do mercado financeiro, são as preferidas dos investidores brasileiros. É o que mostra um levantamento da Tirple Seven Investiments que também revela que, apesar de terem interesse, eles ainda não querem apostar valores elevados nesses novos nichos. Segundo a empresa que realizou o estudo, esse receio dos investidores acontece porque existem outras opções mais atrativas e menos arriscadas no Brasil. A Organica, empresa que lidera o crescimento acelerado de negócios, vem sendo reconhecida pelo mercado como uma especialista no desenvolvimento deste tipo de negócio – tanto por grandes bancos como por pequenas startups do setor.

“Nosso mercado é altamente complexo e competitivo e a Organica conseguiu construir alicerces importantes para dar suporte e acelerar o crescimento da ModalMais”, diz Rodrigo Puga, CEO do ModalMais.

O ModalMais, fintech do mercado de capitais criada pelo Banco Modal é apenas uma das empresas que trabalharam junto da Organica. Além dela, fazem parte desta lista o Mercado Bitcoin, instituição financeira dedicada à intermediação de compra e venda de moedas digitais, o Banco Olé Consignado, joint-venture dos bancos Santander e Bonsucesso focada em crédito consignado, Empiricus Research, empresa que oferece análises e relatórios sobre mercado financeiro e investimentos, Bom pra Crédito, empresa que disponibiliza empréstimos pela internet, BeeTech, focada em soluções cambiais totalmente online e a F(x), plataforma de busca por crédito para médias e grandes empresas. As duas últimas foram aceleradas pelo programa da Visa, em 2017.

Segundo Renato Mendes, sócio da Organica, o setor financeiro reúne características que o torna extremamente atraentes para a entrada de startups. “Por um lado, os grandes bancos são lentos e engessados e têm um histórico de mau atendimento aos clientes. Por outro, o setor passou por diversos movimentos de concentração, o que diminui sensivelmente as alternativas dos clientes. Essa combinação é perfeita para fintechs que, com uso de tecnologia, têm sido capazes de oferecer produtos melhores e desburocratizar a vida dos consumidores”, explica. Para serem competitivas diantes de players tão tradicionais, a saída encontradas pelas startups está em focar em nichos de atuação. “Elas entenderam que não podem bater de frente com os grandes bancos, por isso direcionam sua atuação na resolução de necessidades específicas”, completa Renato.

O objetivo da Organica é auxiliar empresas em busca de crescimento exponencial em um ambiente cada vez mais desafiador. A equipe estuda as dores da empresa, desenha o planejamento estratégico e acompanha toda a execução juntos dos clientes.

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Bcredi expande serviços em plataforma de open banking

Em um cenário no qual o open banking – a abertura pelos bancos de seus sistemas para conexão direta por terceiros – é tratado como uma das principais tendências de impacto no mercado bancário, as fintechs Bcredi e Quanto se unem para disponibilizar um novo canal de análise de dados para que pequenos e médios empresários acessem crédito com melhores condições do que as tradicionalmente oferecidas no mercado.

Com a revolução das fintechs à pleno vapor no Brasil, o movimento do open banking chega para acelerar ainda mais o potencial para cooperação entre fintechs e bancos. Trazendo uma solução plug-and-play de open banking para bancos e fintechs, a Quanto torna concreta a promessa de um setor mais competitivo e com produtos customizados para o usuário final por meio de uma plataforma segura para conexão, gestão e contratação de serviços financeiros, com a qual é possível, por exemplo, movimentar contas em vários bancos por meio de um único Internet Banking.

Já no âmbito do crédito, o usuário pode contratar um crédito imobiliário em poucos cliques. Através da parceria entre a Quanto e a Bcredi, fintech de crédito com garantia de imóvel e financiamento imobiliário online do Grupo Barigui, o open banking permite a desburocratização e análise de dados, com a Quanto funcionando como canal de onboarding do cliente.

“Quem nunca fez um cadastro na Quanto pode usar o app para preencher os seus dados em um ambiente seguro. Para quem já fez o cadastro, basta ler um QR Code no site para nos dar acesso temporário a seus dados, tornando possível a análise de crédito na Bcredi em minutos. Essa parceria vai permitir oferecer aos pequenos e médios empresários uma opção de crédito com garantia de imóvel com juros menores e prazos mais longos, e que ainda é pouco conhecida e explorada no Brasil” explica Maria Teresa Fornea, cofundadora da Bcredi.

“A Quanto reúne de forma segura dados dos vários bancos fornecidos pelo cliente, além de informações como as NF-es de uma empresa. Nosso impacto na hora da concessão de crédito é claro: informações melhores significam menos incerteza para o credor e juros mais justos para o tomador” finaliza Ricardo Taveira, CEO da Quanto.

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Twitter amplia formatos de publicidade em vídeo no Brasil

O Twitter passa a disponibilizar no mercado brasileiro o anúncio em Vídeo In-Stream, novo formato de publicidade em vídeo que permite que os anunciantes associem suas marcas a um conteúdo premium de maneira segura e em escala. Considerando o público-alvo da campanha e os assuntos de interesse do consumidor a ser impactado, os anúncios da marca são veiculados em vídeos criados por parceiros produtores de conteúdo nos segmentos de entretenimento, esportes e notícia, divididos em 15 categorias. Os anúncios são exibidos antes do início dos vídeos dos parceiros (pre-roll), que são selecionados de acordo com o perfil indicado pelo anunciante.

Com o anúncio em Vídeo In-Stream, as marcas têm a oportunidade de participar das conversas que estão acontecendo em tempo real na plataforma a partir dos diferentes conteúdos em vídeo que estão sendo assistidos pela sua audiência. Além disso, o fato de os vídeos disponíveis para receber anúncios serem produzidos por parceiros do Twitter garante que a marca esteja atrelada a um conteúdo de qualidade e seguro (brand-safe).

“O anúncio em Vídeo In-Stream é a única solução disponível do mercado no formato pre-roll no feed de notícias do usuário. Ele alia conteúdo premium a um ambiente em tempo real permitindo que as marcas alcancem uma audiência altamente qualificada e segmentada. Dessa forma, os anunciantes têm a segurança de que os vídeos aos quais estarão associados são relevantes para o seu público-alvo e sem riscos”, afirma Renata Altemari, gerente de soluções de vídeo do Twitter para a América Latina. “Além disso, o investimento do anunciante é dividido entre Twitter e o parceiro, que tem uma nova maneira de monetizar o seu conteúdo.”

O produto, lançado nos Estados Unidos em 2017 e já disponível em alguns mercados, passou por uma fase de testes no Brasil, com anúncios de P&G (@PG_Brasil) e Mastercard (@MastercardBR) — com as agências iProspect e WMcCann, respectivamente.

“Ter mais uma possibilidade de fazer campanhas para uma audiência influente, receptiva e atenta como a do Twitter, atrelando nossas marcas a conteúdos de qualidade e brand-safe com anúncios em escala, é um ganho para nós e para o mercado. A campanha criada por Old Spice (@Lobo_OldSpice) com o anúncio em Vídeo In-Stream teve métricas positivas, alcançando 3,2 milhões de visualizações com 100% viewability aferido por parceiro de mensuração”, diz Bárbara Régis, gerente de mídia da P&G.

O Twitter já conta com parceiros no país cujos vídeos podem vir acompanhados dos anúncios e trabalha constantemente para atrair mais produtores de conteúdo premium a este seleto grupo. Entre os publishers que já fazem parte do rol de parceiros selecionados está, por exemplo, o Corinthians.

“O Twitter é um dos nossos grandes parceiros de conteúdo. A relação entre o clube e a plataforma é duradoura e positiva. Com este novo passo, além da entrega gigantesca que o Twitter nos oferece, criamos uma nova fonte de receita para o Corinthians. Tivemos o privilégio de participar da fase de testes e o resultado foi extremamente satisfatório”, diz André Stepan, gerente de conteúdo do Corinthians.

Para oferecer dados precisos sobre os resultados dos anúncios de vídeo, o Twitter mantém parcerias globais com provedores de métricas terceirizados líderes do setor. Os anunciantes podem ter acesso a estudos e informações qualificadas sobre o impacto que as campanhas têm na plataforma em relação a viewability e brand-effect, entendendo a influência da publicidade no público-alvo, o resultado da mídia e o alcance das mensagens na audiência certa.

Em estudos realizados pelo Twitter com a Nielsen, notou-se que os consumidores que viram anúncios em vídeo no Twitter eram 50% mais propensos a conhecer uma marca, 14% mais favoráveis a essa marca e com uma intenção de compra 18% maior do que aqueles que não estavam expostos a esse tipo de anúncio.

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Conscientização é estratégica para habilitação de uso mais seguro da internet

Diante de diversos eventos graves de segurança em 2017, este Dia da internet segura marca a crescente necessidade das empresas em aprimorarem suas estratégias de proteção de seus ecossistemas e dados. E o trabalho constante com a educação de colaboradores tem um papel fundamental neste cenário. Segundo uma pesquisa recente[1], 44% das companhias em todo o mundo não têm informações sobre estratégias de segurança digital. E a ausência de iniciativas para promover a conscientização é um dos maiores fatores de risco em ambientes corporativos.

Por isso, a BLOCKBIT, empresa global de produtos de cibersegurança, reuniu algumas recomendações para as empresas que buscam proteger seus ativos estratégicos, com um foco especial na proteção de seus dados e usuários:

Conheça suas informações: O primeiro passo para uma segurança eficiente, é entender o que está em jogo. Isto significa que toda empresa deve realizar um estudo detalhado do que é informação estratégica e quais são as prioridades em termos de eventos de segurança: de onde vem as informações, seu tipo e classificação, quais têm valor diferenciado, quem pode ter acesso, quais são os meios de compartilhamento, quais são os controles necessários para prevenir perdas e vazamentos etc. Este estudo é fundamental para criar toda a política e estratégia de segurança.

Priorize as barreiras de segurança em seus ecossistemas: Em acordo com as análises das informações que são estratégicas, elevar o nível de segurança de seus usuários, dispositivos e dados envolve construir um ecossistema resiliente, ou seja, preparado para enfrentar as ameaças mais relevantes dentro do contexto de cada empresa. A despeito da presença massiva de seus usuários na web, 59% das empresas registram impactos de transformação digital nos gastos com cibersegurança em 2017[2].

Embora algumas empresas considerem a restrição de acesso a certas aplicações web como alternativa para a proteção de seus dados, esta prática é cada vez menos usual. É importante dar acesso aos recursos digitais, porém habilitando-os com segurança. Do ponto de vista tecnológico, algumas boas práticas são: a administração do tráfego de dados, sistemas de prevenção contra intrusos e ameaças avançadas, implementação de conexões privadas e criptografadas, além de aplicações anti-malware e anti-phishing em seus servidores de e-mail.

No caso do uso da web, em especial, é importante que toda empresa gerencie o comportamento de seus usuários por meio de filtros de conteúdo. Com o apoio de bibliotecas de inteligência atualizadas, estes recursos protegem o acesso dos usuários na Internet, não apenas evitando a navegação por páginas e conteúdos potencialmente perigosos (com a avaliação em profundidade da reputação de URLs, navegadores, arquivos e aplicações), como também controlando o acesso a certos serviços, prevenindo comportamentos improdutivos ou de risco.

Eduque seus usuários: Uma vez aplicados os controles de segurança em seu ecossistema, é importante focar no trabalho com colaboradores. Esse vem se provando um dos grandes desafios das empresas, independente de seu porte ou indústria. É importante definir regras objetivas para usuários, assegurando que estas regras sejam cumpridas. No entanto, a adesão à política de segurança depende de muito treinamento e informação.

É importante que seus usuários entendam o que é um comportamento de risco na web, quais são as modalidades usadas pelos cibercriminosos para invadir os sistemas (técnicas de engenharia social por e-mail, SMS ou app, como links e arquivos maliciosos, fake news etc.), quais são as funções das políticas de segurança estabelecidas para proteger o negócio e, mais importante, todo usuário deve entender que é parte de um conjunto e que a sua ação colabora para criar um ambiente mais seguro.

A última recomendação estratégica é envolver seus círculos de alta hierarquia no esforço de conscientização da equipe. Quando os líderes em diferentes departamentos conhecem os impactos financeiros e de produtividade relativos aos eventos de segurança, eles passam a importantes aliados para a construção de uma cultura organizacional mais responsável em termos de cibersegurança. Além disso, quando os níveis hierárquicos gerenciais apoiam as políticas de segurança, é mais fácil envolver as outras equipes imediatamente vinculadas.

Este conjunto de recomendações são basilares para habilitar o uso da internet e dos serviços e aplicações web com mais segurança.

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Pesquisa da SAP Hybris revela as preferências do consumidor brasileiro

Os consumidores brasileiros estão dispostos a compartilhar informações pessoais com marcas nacionais, desde que, em retorno, sejam bem atendidos pelas empresas. A conclusão é do SAP Hybris Consumer Insights Survey, pesquisa realizada pela SAP Hybris, que indica também o que os consumidores do Brasil aprovam e reprovam no comportamento das companhias.

A pesquisa teve como objetivo facilitar o entendimento das organizações sobre a manutenção dos compradores, mapeando os sentimentos dos fregueses em relação a diversos fatores, como coleta de dados, privacidade e atendimento ao cliente. “Com o desenvolvimento de novas formas de compra e venda, os clientes tornaram-se mais exigentes e passaram a ter acesso a produtos e preços de forma mais simples, fazendo com que as marcas tenham mais dificuldade em fidelizar o público e pouca margem para erros”, explica Jorge Toledo, Jorge Toledo, VP de Desenvolvimento de Negócios e COO da SAP Hybris SAP Latin America.

As 1.000 pessoas entrevistadas elegeram como fatores principais para uma experiência satisfatória de consumo um atendimento personalizado, resposta rápida e consistência entre as lojas física e online. Essas condições são positivas para as marcas, já que, quando confiam, 91% dos consumidores estão dispostos a compartilhar algum tipo de informação pessoal com as marcas nacionais, como e-mail, histórico de compra, rendimento mensal, número de telefone e até localização em tempo real. Com marcas internacionais, o número é quase o mesmo: 89%. Ainda assim, aproximadamente 20% dos entrevistados não confiam o bastante para compartilhar números de RG e CPF ou detalhes financeiros pessoais, e 9% prefere não compartilhar nada.

“A confiança exerce um papel fundamental”, afirma Jorge Toledo. O executivo destaca que, para 67% dos entrevistados, se a marca souber proteger seus dados pessoais, não ficarão preocupados em fornecê-las mesmo em caso de uma eventual investigação criminal, e 56% deles exigem que a marca seja, inclusive, transparente quanto aos processos utilizados para essa segurança. No entanto, 82% dos entrevistados ficariam furiosos se suas informações fossem compartilhadas sem conhecimento e autorização.

Outra constatação importante é a de que quanto mais personalizado o atendimento, melhor a impressão para o consumidor: 57% afirmaram que se sentem valorizados quando recebem “mimos” com suas compras, como brindes, descontos e amostras grátis, enquanto 32% ressaltaram que gostam de empresas que entram em contato após o final da transação para saber a opinião do cliente. A consistência também é importante: uma organização vai agradar 43% dos consumidores se oferecer as mesmas promoções nas lojas online e física.

Dar atenção é essencial. 94% dos consumidores esperam que as companhias respondam em até 24 horas, sendo que 60% desse total gostaria que o tempo de retorno fosse de até três horas e 37% de até uma hora. Quanto mais longo o processo de atendimento, maior o número de pessoas incomodadas (56%) e a chance de perder um cliente (65%). A pesquisa mostra ainda que errar pode até ser humano, mas os consumidores não lidam bem com isso: dois erros e 69% dos clientes não voltariam a fazer negócio. Mas atenção demais também pode ser um problema: 58% se incomodam com excesso de ligações e 42% com e-mails de marketing e vendas.

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E-mail vai se juntar ao fax – Por Mateus Azevedo

Sabe quando você acessa um site e vê lá “número do fax”? Pois esta vai ser a mesma sensação ao visualizarmos um endereço de e-mail!

O WhatsApp Business chegou para melhorar a comunicação entre as pequenas e médias empresas e logo vem a versão para grandes empresas, a Enterprise. A proposta das duas versões do app é uma comunicação mais rápida, segura e em uma única plataforma, sacramentando que não dá mais para ficar esperando pelo e-mail pra fechar negócio.

A “formalização” do app no mundo corporativo (pois sabemos que há tempos empreendedores usam o WhatsApp para falar com clientes, vender produtos e serviços) é reflexo da entrada no mercado de trabalho das novas gerações (Millennials e geração Z). Nós não nos comunicamos ou consumimos mídia mais da forma tradicional. Os vídeos no YouTube ganham da televisão aberta, os filmes e séries no Netflix, a locomoção via bike ou aplicativos como Uber e Cabify, as listas de música no Spotify. É uma mudança natural, de comportamento, que veio para “ficar” – e cabem as aspas aqui porque nada em comportamento, geração, ou tecnologia é estático. As coisas permanecem enquanto fazem sentido. A mudança é inevitável e nos cabe extrair o melhor dela, usando as novidades ao nosso favor.

As novas gerações já vinham matando os e-mails no universo corporativo com uso de outras soluções de mensageria. Empresas como a Slack e a Wrike oferecem plataformas internas, blogs e interação entre os funcionários de uma companhia por meio de canais, grupos, chat e vídeo chamada em contexto empresarial. Criam-se canais sobre temas específicos, documentação centralizada, sem aquela longa troca de e-mails.

Agora, as novas versões do WhatsApp combinadas aos Bots vêm para efetivar uma mudança já anunciada, da Era App para a Era Bot. Segundo o estudo Digital in 2017, feito pelo instituto We are Social, são 139 milhões de usuários da Internet no Brasil e pelos dados do app de chat,120 milhões deles usam o Whatsapp. Por ser um canal livre de spam (uma das maiores preocupações da empresa foi crescer sem nunca deixar isso mudar), já estar nos nossos celulares e não demandar aprendizado de uso. A dupla deve sacramentar a morte do e-mail mais rápido que esperamos.

O motivo para tal mudança é bem claro, o consumidor/cliente quer ser atendido a qualquer momento e espera conseguir as informações que deseja (principalmente o preço) no momento em que saca seu smartphone do bolso. Em vários casos no Google Trends a busca por “preço de produto” está acima de “onde comprar o produto”: pense em você buscando um produto na internet, quer saber o preço e quanto tempo demora para chegar. As pessoas desejam pronto atendimento, informações claras, objetivas, rápidas.

Os bots integrados ao WhatsApp desempenharão esse papel muito bem. Neste sentido, também se espera, evidentemente, uma mudança no mercado de trabalho. O vendedor que só sabe tirar pedido também irá para o mesmo caminho fatal dos e-mails. Vai morrer. Perder seu lugar para o vendedor consultivo.

Em resumo, as novas versões de WhatsApp integradas aos Bots – a API ainda não foi liberada, mas olhando para o histórico da empresa, é mais provável que após o lançamento do Entreprise, ela seja liberada para alguns clientes de alto volume de interações escolhidos a dedo no início – vem sacramentar uma nova Era. Uma Era em que uma nova geração, com comportamentos nitidamente distintos da geração anterior, vem mudar as relações de trabalho, a forma como negociamos e nos comunicamos.

Estamos saindo da “Era dos Apps” para a “Era dos Bots” para manter um diálogo mais dinâmico com o cliente e também e possibilitando o acesso dele aos serviços de forma muito mais ágil. A tecnologia muda em uma velocidade cada vez maior e nós não conseguimos prever o que virá, mas me arrisco a fazer uma previsão de curto a médio prazo: o e-mail vai morrer e o “Botzapp” será, ao que tudo indica, o seu substituto.

Mateus Azevedo, Sócio da BlueLab e responsável pela Diretoria de MKT e Vendas

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Indústria 4.0 e a qualificação do profissional do futuro

Por Cesar Gaitán

A Indústria 4.0 vive um período de desenvolvimento inicial no Brasil. Segundo pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a digitalização do processo produtivo industrial deve atingir 21,8% das empresas brasileiras até 2027. Hoje em dia, somente 1,6% das empresas ouvidas afirmam já operar no campo tecnológico conhecido como indústria 4.0.

A indústria brasileira precisa de uma diretriz bem definida e para o desenvolvimento e amadurecimento dessa nova era tecnológica. A cadeia de produção, assim como o modelo de negócio, deverá ser repensada, considerando que muitos dos processos serão alterados exigindo novas capacidades técnicas e comportamentais e a qualificação do novo profissional será um elemento chave para viabilizar essa mudança.

De olho nesse cenário, desenvolvemos o primeiro curso que aborda a indústria 4.0 em específico que trata sobre o perfil do novo profissional, os novos panoramas dos processos produtivos da Indústria, sua evolução e impactos socioeconômicos. O maior objetivo com esse curso é apresentar de uma forma prática os conceitos, tecnologias e novos modelos de negócios da indústria 4.0, tendo em vista que é extremamente importante compreender e aprender em detalhes essa nova realidade para adaptar-se às mudanças que estão por vir.

Há muito trabalho pela frente. É preciso de um foco específico para permitir que a indústria consiga implementar esse novo conceito tecnológico, mas acreditamos que a formação profissional irá sustentar essa transformação.

As empresas precisarão incorporar o desenvolvimento dessas tecnologias, e fazê-las com relativa agilidade a fim de evitar que o gap de competitividade entre o Brasil e alguns de seus principais competidores aumente. É necessário tornar a Indústria 4.0 uma realidade no Brasil.

César Gaitan é Diretor Geral do Cluster América do Sul da Festo

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Workana alcança mais de um milhão de freelancers cadastrados

Que a atividade freelance vem crescendo exponencialmente, isso não é novidade: em 2017 a modalidade cresceu 70% na América Latina. Com isso, a Workana, plataforma de trabalho freelance com atuação em toda a América Latina, também cresceu, e atingiu no último ano a marca de mais de um milhão de freelancers cadastrados.

O número de projetos solicitados no site também aumentou. Desde a criação da Workana, já foram publicados mais de 230 mil projetos, desses, 120 mil apenas em 2017, um crescimento de 80% em relação ao ano anterior. Guillermo Bracciaforte, cofundador da Workana, aponta que a tendência é que o número cresça ainda mais em 2018. “O perfil do profissional vem mudando, os trabalhadores vêm buscando novas formas de trabalhar que se adaptem melhor à sua rotina. Na atividade freelance é o profissional que define como quer trabalhar e o quanto quer ganhar, o que acaba conquistando aqueles que prezam por uma rotina flexível”, explica Bracciaforte.

Dentre os projetos publicados na plataforma, 36% são voltados para a área de TI, 28% de design, 20% conteúdos e 10% marketing e vendas. Bracciaforte analisa que as empresas estão se posicionando cada vez mais no meio digital, e que o crescimento de profissões nessas áreas é decorrente da necessidade do mercado. “Na Workana já foram realizados mais de 20 mil projetos de aplicativos e mais de 65 mil sites. As empresas procuram o trabalho freelance pois é possível contratar um profissional para realizar uma atividade específica e negociar o prazo ideal de maneira simples e rápida, o que ajuda principalmente pequenas e médias empresas”, explica.

Na Workana é possível contratar e oferecer serviços nas áreas de TI e programação, design e multimídia, tradução e conteúdos, marketing e vendas, suporte administrativo, jurídico, finanças e administração e engenharia e manufatura. Para encontrar, basta acessar o site www.workana.com.

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HID Global e ThreatMark oferecem novas soluções para detecção de fraudes bancárias

A HID Global®, líder mundial em soluções de identidade confiável, anuncia um acordo de colaboração com a ThreatMark, uma empresa de tecnologia de detecção de fraudes e ameaças, para desenvolver novas soluções que irão aumentar a capacidade das instituições financeiras de detectar ameaças cibernéticas, como malware, ransomware, hacking de aplicativos, phishing e transações fraudulentas.

A experiência da HID em gerenciamento de identidade e acesso inclui autenticação multifator, software de sistema de gerenciamento de credenciais e capacidades de verificação de identidade em ambientes complexos. As capacidades da HID complementam a experiência da ThreatMark na detecção de cibercriminosos e prevenção de fraudes. As duas empresas vão trabalhar em conjunto para estender a detecção de ameaças e fraudes para enfrentar os riscos cada vez maiores de ataques cibernéticos.

“Com as ameaças cibernéticas em constante evolução, a HID Global está empenhada em avançar e ampliar nossas capacidades de detecção de ameaças”, afirmou Martin Ladstaetter, vice-presidente de produtos da IAM Solutions da HID Global. “Trabalhar com o ThreatMark não só fornece uma parceria com uma empresa muito bem sucedida e com conhecimento de domínio, mas também nos dá visibilidade em uma superfície de ataque ainda mais ampla que precisa ser abordada, garantindo ficar à frente das ameaças cibernéticas hoje e no futuro.”

“Colaborar com o HID oferece à ThreatMark a oportunidade de combinar nossos conhecimentos para melhorar o ecossistema de segurança geral através da detecção de ameaças e fraudes”, disse Michal Tresner, CEO ThreatMark. “A ThreatMark se diferenciou, fornecendo tecnologia inovadora, análises avançadas e uma compreensão profunda de como funciona a detecção de cibercrimes. A colaboração com empresas como a HID Global nos permite ampliar nosso alcance e desenvolver melhores soluções integradas.”

A HID Global, que oferece a mais ampla gama de soluções IAM, é uma das líderes do mercado e a única empresa que pode realmente oferecer uma solução de gerenciamento de identidade física e lógica convergente para alta segurança e autenticação multifator. A solução da ThreatMark, integrada com o portfólio da HID Global para proteger as transações dos consumidores e dos funcionários no setor bancário e financeiro, aumentará a segurança, mantendo uma experiência de usuário sem atrito que é importante para o setor bancário.

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BB disponibiliza venda de dólar pelo app

Os clientes do Banco do Brasil podem comprar dólares americanos de uma forma diferente. Agora, é possível adquirir a moeda estrangeira pelo aplicativo. Além disso, o cliente também poderá definir a cotação que está disposto a pagar e o período de espera. Tão logo o dólar chegue ao patamar pretendido, o Banco avisa, enviando uma mensagem para confirmar a transação.

Após a realização da compra, o cliente tem até dois dias úteis para retirar os dólares em um dos caixas eletrônicos para saque de dólares no BB, com a taxa garantida do dia de realização da transação no app.

O mobile do BB também ajuda a localizar uma agência com terminal de câmbio mais próximo. Com o GPS do smartphone ligado, o app mostrará as dependências num raio de 5 km. Também é possível fazer a busca por estado e cidade. São 96 terminais de câmbio espalhados em 18 estados e no Distrito Federal.

A transação é válida para dólar americano, até US$ 3 mil por operação, limitada a US$ 10 mil por mês. Para aquelas agências que não possuem terminal de câmbio, em breve o app também será interligado ao terminal de caixa dentro da agência, permitindo ao cliente retirar os dólares diretamente no guichê, sem a necessidade de passar pelo atendimento.

Como funciona

Para comprar dólar pelo celular, após acessar a área logada no app, basta acessar a opção Viagens/Moeda Estrangeira no menu.

Na opção Monitorar Taxa de Câmbio, o cliente define a taxa de câmbio que gostaria de pagar e o prazo de espera. O Banco envia mensagem quando a cotação chega ao valor informado, para confirmar a transação.

Com a compra realizada, basta ao cliente se dirigir a uma das agências com terminais de câmbio em até dois dias úteis. O BB garante a cotação do dia da contratação.

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Aplicativo Fly Delta apresenta mapa do aeroporto internacional de Guarulhos, em São Paulo

A Delta continua atualizando seu aplicativo Fly Delta para oferecer aos clientes mais recursos e controle de sua experiência de viagem. A atualização mais recente inclui um mapa interativo do aeroporto internacional Governador André Franco Montoro, em Guarulhos, São Paulo, onde a Delta ocupa um espaço compartilhado com empresas parceiras como a GOL Linhas Aéreas Inteligentes e a Air France-KLM.

O aplicativo Fly Delta ajuda os clientes a navegar pelos terminais 1, 2 e 3 do aeroporto de Guarulhos, e em seus três pavimentos, permitindo que eles obtenham orientações ponto a ponto, seja para encontrar o balcão de check-in da Delta, uma lanchonete a caminho do portão de embarque ou ainda como encontrar o GOL Premium Lounge no terminal 2.

“O aplicativo Fly Delta ajuda a guiar a experiência de viagem dos clientes em Guarulhos, onde a Delta ocupa um espaço compartilhado com a GOL, próxima dos parceiros Aerolineas Argentinas e Aeromexico”, disse Fabio Camargo, diretor da companhia aérea para o Brasil. “A tecnologia nos ajuda a antecipar as necessidades dos nossos clientes, proporcionando a eles uma maneira fácil e intuitiva de facilitar a viagem.”

O aplicativo apresenta mapas dos aeroportos ATL, BOS, CVG, DCA, DTW, JFK, LAX, LGA, LHR, MCO, MSP, NRT, SEA, SFO e SLC. As atualizações recentes aumentaram a lista de mapas, incluindo os aeroportos AMS e MEX. As atualizações futuras incluirão mapas de CDG e PVG.

A Delta fornece serviços em 31 países, com 52 destinos na região, oferecendo mais de 1.700 voos semanais entre os Estados Unidos e a América Latina e Caribe.

Em 2017, a Delta Air Lines e a GOL Linhas Aéreas Inteligentes comemoraram o sexto aniversário de sua parceria comercial, que permitiu a conexão de mais de 1 milhão de clientes entre os Estados Unidos e o Brasil.

Desde que a aliança foi anunciada, a Delta e a GOL cresceram e atendem agora 99% dos destinos entre os Estados Unidos e o Brasil.

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Nove em cada dez brasileiras buscam informações sobre saúde na internet, aponta pesquisa

A internet é considerada a principal fonte de informações dos brasileiros. Nela, são publicadas notícias com rapidez e dinamicidade, aumentando o poder de pesquisa dos usuários. Na área de saúde, não poderia ser diferente – a rede mundial é mais consultada do que os próprios médicos. É o que indicam os resultados da pesquisa Health Report, realizada pelo portal Minha Vida, maior site sobre saúde e bem-estar do país. O estudo aponta que nove em cada dez mulheres de classe C, com idade entre 25 e 59 anos, buscam informações de saúde na internet antes ou após a consulta médica. Esse dado é extremamente relevante, já que essas mulheres são as responsáveis pelas decisões de compra nos lares brasileiros.

Uma das tendências apresentadas pela pesquisa é a preocupação com o envelhecimento mais saudável e a mudança de hábitos para manter o corpo em forma e mais disposto. Durante as buscas pelo tema na internet, as mulheres costumam navegar por sites especializados (67,1%), blogs sobre saúde (53,6%), Facebook (46,0%) e buscadores on-line (43,9%). O coordenador das pesquisas Life Insights do Minha Vida, Rafael Duarte, ressalta o crescimento do uso das redes sociais: “O Facebook é a preferência das mulheres de todas as idades e, em segundo lugar, o YouTube. A diferença entre as duas redes sociais é bem pequena entre os mais jovens. Elas são fontes de informações sobre todos os temas, inclusive saúde e bem-estar. A pesquisa aponta que elas estão sendo mais utilizadas do que os buscadores”.

O Brasil está no quarto lugar do ranking mundial de número de usuários por país, com cerca de 120 milhões de pessoas conectadas, segundo relatório da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD)1. Na área de saúde, os itens mais pesquisados são alimentação (69,3%), sintomas (68,2%) e doenças (64,9%). Os dados do Minha Vida mostram que 82,8% das entrevistadas buscam informações no momento da consulta médica, sendo que 59,6% delas pesquisam antes e depois de conversar com o especialista. “A jornada digital do paciente é uma etapa importante do processo de conscientização sobre uma condição de saúde e é essencial que os profissionais da área levem isso em consideração, principalmente atuando para reforçar os perigos do autodiagnóstico, caso a pessoa dispense a ajuda médica”, pontua Rafael Duarte.

Apesar de recorrerem aos sites, as mulheres não colocam as informações da internet acima da opinião médica. Os resultados apontam que 86% das mulheres não confiam em qualquer notícia encontrada na rede e dão preferência aos sites especializados em bem-estar e saúde. O coordenador do Minha Vida explica que “a partir do estudo, podemos interpretar que a busca nas redes é uma forma de trazer dúvidas ao consultório e, também, entender melhor o diagnóstico após a visita ao médico”. Outro insight apresentado pelo coordenador é a diferença entre as mulheres e os homens entrevistados: elas costumam pesquisar os sintomas, tendo um perfil preventivo; e eles buscam as doenças, provavelmente após ter o diagnóstico.

A jornada digital do paciente não se limita aos sites especializados e buscadores on-line. A internet pode ser facilitadora durante o diagnóstico e o tratamento de doenças. Ela já é utilizada para agendar consultas com especialistas e pode auxiliar os pacientes a tirarem dúvidas com seus médicos pelos aplicativos de mensagens instantâneas. “A saúde online é um mercado bastante promissor. Segundo o estudo, a inovação mais desejada na área é o acesso ao histórico médico em plataformas online (55,9%). Além disso, observamos um aumento nas compras de medicamentos pela internet, o que é mais rápido e cômodo para os pacientes”, finaliza Rafael.

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Crescimento exponencial é foco de empresa especializada na aceleração de negócios e pessoas

Com escritórios em São Paulo e no Rio de Janeiro, a Organica, empresa que lidera o crescimento acelerado de negócios, tem o objetivo de auxiliar companhias em busca de avanço exponencial e sustentável, em um ambiente cada vez mais desafiador. Fundada em 2014 por Roni Cunha Bueno, a empresa, que cresceu três vezes no último ano, conta com os sócios Renato Mendes, Priscilla Erthal e Pedro Paulo Moraes, além de 13 outros associados. Já passaram pelo seu portfólio mais de 40 empresas, entre elas MaxMilhas (Melhor startup 2017), Méliuz (Melhor startup 2016), Dr. Consulta (Empresa de maior impacto 2017), GetNinjas (eleita pela Forbes uma das empresas mais promissoras do país) e Mercado Bitcoin.

Os sócios da Organica perceberam que o mundo está passando por uma mudança estrutural e que novos modelos de negócio estão transformando para a sempre a chamda a Velha Economia. Diversas grandes companhias que não acompanharam essas mudanças fecharam as portas nos últimos anos como a BlockBuster, Kodak e o My Space. Outras, entenderam que na Nova Economia, as regras do jogo são diferentes. A Organica nasceu para ajudar a ambas: fazer com que as antigas empresas encontrem oportunidades no mundo digital e ajudar as novas empresas a crescer de forma exponencial e sustentável dentro da Nova Economia.

“Estamos vivendo um período único em termos de oportunidade de expansão de negócios por meio do digital. Juntamos na Organica pessoas que passaram por grandes experiências e hoje o propósito é encontrar, juntos, os novos caminhos do crescimento”, explica Roni Cunha Bueno, CEO.

Entre as empresas aceleradas pela Organica estão: Nestshoes, Banco Modal, Banco Olé (Grupo Santander), Oi, Time for Fun, Terra, GetNinjas, Leiturinha, Netfarma, Serasa Experian, Empiricus, Netfarma, e.Bricks Ventures, Dinda, Objetct Edge, Me Salva!, ProntMed, entre outras.

Para quem precisa pensar como uma organização exponencial, a Organica mergulha rapidamente no negócio e busca novas visões, ações e alternativas para dinamizar e atingir o máximo potencial de crescimento. Para aquelas que já fazem parte da Nova Economia, especialistas auxiliam a empresa a repensar seu modelo de negócio para crescer de forma sustentável. “Nosso mercado é altamente complexo e competitivo e a Organica conseguiu construir alicerces importantes para dar suporte e acelerar o crescimento da Modal Mais”, diz Rodrigo Puga, CEO do Modal Mais. Veja mais depoimentos aqui.

“Nosso time reúne expertises complementares [que vão de pessoas, TI, Finanças, Marketing a Operação e Gestão], o que torna nossa atuação dinâmica na identificação de oportunidades, execução de planos de ação e alcance de resultados acima da média”, explica Priscilla, sócia diretora.

O trio de sócios se conheceu na Netshoes, onde Roni Bueno foi VP, Renato, Head de Marketing & Communications da Latin America e Priscila, Head de Marketing & Performance. Além deles, a Organica conta com grandes nomes em seu time como Luciane Aquino, ex-VP Global de Mídia do Terra; Flavia Russa, que liderou por 7 anos toda a compra de mídia e a estratégia promocional da Cnova Casasbahia.com.br, Extra.com.br e Pontofrio.com.br; Maurício Alexandre, ex-CMO da Bidu Corretora; Vinicius Picollo, que passou pela Leroy Merlin, Netshoes e Toyota; Wagner Tebaldi, que participou da expansão da B2W, na Americanas.com; Kat Wendelstadt, que construiu a área de Marketin no Dr. Consulta; e Bruno Tataren, premiado Empreendedor Social de Futuro pela Folha.

“O grande diferencial da Organica é que nós vivemos o crescimento exponencial na prática. Toda nossa metodologia é empírica. Nós conhecemos as dores dos empreendedores porque já as sentimos – e soubemos como superá-las”, completa Renato.

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Symantec esta entre os líderes do Quadrante Mágico do Gartner pela 14º vez consecutiva

A Symantec Corp. (NASDAQ: SYMC), líder em segurança cibernética, anuncia que está posicionada no quadrante de Líderes pelo Gartner,Inc., em seu “Quadrante Mágico para Plataformas de Proteção de Endpoints de 2018.

Divulgado na última semana pelo Gartner, o relatório de 2018 avaliou 21 fornecedores em 15 critérios, baseados na integralidade da visão e capacidade de execução, e classificou cada fornecedor em seu Quadrante Mágico. Em 2018, a Symantec foi nomeada pela 14 vez entre os líderes do relatório e mantem seu histórico de posicionamentos reforçando sua atuação no mercado mundial de tecnologia e segurança.

Symantec Endpoint Protection

Endpoints são um alvo atrativo para criminosos cibernéticos, devido à diversidade de redes, dispositivos e sistemas operacionais que os funcionários usam para acessar informações corporativas todos os dias. O Symantec Endpoint Protection (SEP), um componente fundamental da Symantec Integrated Cyber Defense Platform, protege 175 milhões de endpoints pelo mundo todo, encontrando as ameaças que as ferramentas de antivírus muitas vezes não conseguem e fornecendo informações forenses caso um invasor apareça.

Os recursos abrangentes de endpoints da Symantec são desenvolvidos para atender os desafios da geração da nuvem, permitindo que CISOs e equipes de TI monitorem, gerenciem e contenham ameaças, reduzindo a complexidade operacional. Funções exclusivas do SEP 14.1 incluem: tecnologia contra fraudes, defesa contra ameaças móveis para dispositivos de propriedade corporativa e BYOD, funções integradas de detecção e resposta para endpoints, proteção sem necessidade de assinaturas, com uso de técnicas de machine learning, além do isolamento de aplicações com o SEP Hardening.

“O Symantec Endpoint Protection é a única solução que oferece proteção avançada contra malwares, Detecção e Resposta de Endpoints (EDR), isolamento de aplicações e recursos contra fraudes, tudo isso em um único agente” disse Mike Fey, presidente e diretor de operações da Symantec. “No ano passado, fizemos um investimento considerável para trazer esses recursos avançados em uma única plataforma de endpoints para a geração da nuvem. Nós vemos a posição Líder da Symantec como uma validação de que a nossa estratégia está dando certo, conforme continuamos a investir em pesquisa e desenvolvimento.”

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