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5 dicas para criar uma startup fora dos grandes centros

Por Igor Chalfoun

Montar uma startup nunca é uma tarefa fácil, e fazê-lo fora de um grande centro, sem um ecossistema propício, torna esse desafio muito maior. O maior risco de estruturar uma empresa fora dos grandes centros é ficar distante dos principais clientes. Por outro lado, os custos operacionais das cidades do interior são menores, o que é um fator crucial para se iniciar um negócio.

Vale destacar que as cidades do interior são as que mais se destacam em termos de eficiência em geração de startups no Brasil. A campeã é a mineira Itajubá, que tem apenas 97 mil habitantes. Confira abaixo 5 dicas para obter mais êxito ao empreender em uma startup no interior do Brasil, longe das capitais:

1) Utilize concursos e eventos online para se promover: A Internet pode atenuar a distância física entre sua empresa e seus clientes, possibilitando oportunidades de negócios e networking que antes dificilmente aconteceriam. Sites como 100 open startups, além de não exigirem presença física ou investimento, propiciam visibilidade e permitem avaliar sua reputação no mercado.

2) Busque apoio das entidades locais: Mesmo sendo pequena, sua cidade pode contar com instituições de apoio, ensino e pesquisa. Sebrae, Senai e universidades locais, por exemplo, podem oferecer programas de apoio a startups, criando oportunidades de incubação, aceleração, networking e desenvolvimento tecnológico.

3) Mobilize e eduque localmente: Uma vez que o conceito de empreendedorismo e de startups não é muito conhecido no interior, principalmente em lugares distantes dos grandes centros, é vital que o empreendedor exponha sua proposta de inovação para atrair apoio, colaboradores, fornecedores e potenciais clientes na sua própria cidade e em regiões próximas.

4) Exposição online: O site é o cartão de visitas de qualquer empresa, e as redes sociais são uma excelente maneira de divulgar seus produtos e/ou serviços. Apresente sua proposta de maneira clara e gere conteúdo informativo na página da sua empresa e em canais como Facebook, YouTube e LinkedIn. Desse forma, é possível mobilizar a comunidade empreendedora, formando network de apoio e aumentando seu acesso a potenciais clientes.

5) Acesse recursos à distância: Um empreendedor precisa estar sempre atualizado em relação à sua área de atuação. Com os cursos à distância, é possível empreender no interior e continuar estudando ao mesmo tempo. Esses cursos, por vezes gratuitos, também são uma ótima oportunidade para entrar em contato com grupos de investidores-anjo, fundos de investimento, incubadoras e aceleradoras.

Igor Chalfoun é CEO e cofundador da Tbit, startup mineira que cria sistemas de análise de sementes a partir de Inteligência Artificial e processamento digital de imagens. É formado em Ciências da Computação pela Universidade Federal de Lavras e tem MBA em Gestão de Negócios pela USP.

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FGV EAESP faz seminário sobre os desafios, as tendências e as perspectivas para o varejo neste ano

O Centro de Excelência em Varejo (GVcev) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) irá realizar na quarta-feira (21), a partir das 8h30, um seminário com especialistas do varejo para discutir sobre os desafios, as tendências e as perspectivas para o varejo neste ano.

O objetivo do evento é apresentar o panorama político-econômico nacional para 2018 e suas tendências. Expor as tecnologias e novidades voltadas para o Varejo exibidas tanto na NRF 2018 como nas visitas técnicas realizadas na cidade de Nova York e contribuir para repensar o varejo, seus formatos, processos e formas de gestão.

O seminário é voltado para profissionais do varejo, gerentes, diretores, fornecedores e demais interessados no tema.

Para se inscrever basta acessar o site do GVcev: www.fgv.br/cev . Informações: apoiocev@fgv.br (11) 3799-7970. Caro jornalista, caso queira acompanhar o evento é só entrar em contato com a assessoria.

Seminário: Os desafios, as tendências e as perspectivas para o varejo

Data: 21/02/2018

Horário: 8h30 – 13h

Local: FGV – Rua Itapeva, 432 – 4º andar – Salão Nobre

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Startup brasileira é selecionada para viajar ao Vale do Silício

No começo de janeiro deste ano, a startup brasileira Greengow Technology esteve na Silicon House, no Vale do Silício. O espaço foi fundado em 2012 pela brasileira Andrea Litto. Durante uma semana, os executivos da startup tiveram a oportunidade de estar na casa que fomenta empreendedorismo e inovação tecnológica.

“Ficamos muito lisonjeados em sermos selecionados pela Silicon House para participar dessa imersão. Nosso grande objetivo era entender como funcionava o ecossistema do Vale do Silício e fazer networking” conta Carlos Tanaka, diretor da Greengow. De acordo com o empresário a semana foi produtiva, pelo contato com executivos e advogados do principal espaço de inovação do mundo.

“O aplicativo Greengow é uma solução global, e o Vale do Silício é o melhor lugar para os executivos de start-ups fazerem networking e aprenderem as melhores práticas de lançamento de inovação tecnológica”, comenta Andrea Litto, fundadora da Silicon House. Durante a imersão, a startup foi bastante elogiada e fechou parceria com um conselheiro que agora compõe o time da Greengow, e também iniciou negociações com fundos de investimentos da região.

“Foi uma agenda bastante rica e muito bem organizada pela Silicon House, tornando nossa imersão bastante produtiva, com foco em negócios e networking. Superou nossas expectativas”, conta Tanaka.

Atualmente, o aplicativo Greengow está disponível para Android e iOS e permite que o usuário faça chamadas de voz com tradução em tempo real em até 10 idiomas diferentes. A tecnologia da plataforma foi desenvolvida em parceria com a Microsoft, através do programa de incentivos BizSpark.

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Oracle transforma o gerenciamento dos dados empresariais

A fim de atender à crescente demanda dos clientes engajados em esforços de transformação e para melhorar a agilidade dos negócios, a Oracle anunciou hoje o Oracle Enterprise Data Management Cloud. Parte do Oracle Enterprise Performance Management (ERP) Cloud, a nova oferta fornece uma única plataforma para o fácil gerenciamento de dados empresariais críticos (como a planilha de contas).

O atual ambiente de rápidas mudanças nos negócios apresenta múltiplos desafios de alinhamento de dados. Adoção da nuvem, fusões e aquisições, reorganizações e reestruturações podem criar inconsistências de dados que exigem equipes de finanças para reconciliar dados discrepantes e metadados associados. Mudanças na aplicação, dimensões, hierarquias e mapeamento de metadado, bem como de atributos relacionados, são muitas vezes realizados manualmente por meio de planilhas, email e reuniões pessoais.

Para ajudar os líderes de finanças a eliminarem inconsistências e erros manuais e também criarem uma visão única de todos os dados empresariais, transformando em realidade suas visões para a transformação de todas as áreas dos negócios, o Oracle Enterprise Data Management Cloud fornece autoatendimento centralizado para manutenção de dados empresariais, compartilhamento e racionalização de dados.

“À medida que as organizações crescem e evoluem, os líderes financeiros e de negócios enfrentam uma gama cada vez mais complexa de desafios para gerenciar e administrar seus dados de ativos empresariais que não podem ser resolvidos com sucesso por meio de abordagens tradicionais”, disse Hari Sankar, vice-presidente do grupo de gerenciamento de produtos EPM da Oracle. “Com o Oracle Enterprise Data Management Cloud, estamos fornecendo uma plataforma moderna que agiliza os esforços de transformação dos negócios e permite que as organizações mantenham a integridade, a precisão e a consistência dos dados entre todos os seus aplicativos – na nuvem e em equipamentos instalados no local”.

Os principais benefícios que o Oracle Enterprise Data Management Cloud pode fornecer incluem:

• Adoção mais rápida da nuvem: Migre e mapeie elementos de dados empresariais e as mudanças em andamento em ambientes de nuvem pública, privada e híbrida da Oracle e de terceiros.

• Agilidade melhorada para os negócios: Acelere a transformação dos negócios por meio de cenários de modelagem M&A (fusões e aquisições), reorganizações e reestruturações, planilha de contas, padronização e redesign.

• Melhor alinhamento dos aplicativos empresariais: Gerencie as mudanças em andamento em todas as áreas da empresa e os aplicativos de gerenciamento de desempenho por meio do autoatendimento para a manutenção, o compartilhamento e a racionalização de dados empresariais.

• Sistema de referência para todos os seus dados empresariais: Suporte os dados empresariais em todos os segmentos de negócios, incluindo: dados mestre, dados de referência, dimensões, hierarquias, taxonomias empresariais, relacionamentos associados, mapeamentos e atributos em diversos contextos de negócios.

A inclusão do Oracle Enterprise Data Management Cloud melhora ainda mais o EPM Cloud Suite líder da indústria da Oracle, que já foi adotado por milhares de organizações em todo o mundo. A nova oferta já atraiu bastante atenção, com clientes como o SunTrust Bank, o Baha Mar e o Diversey, entre outros, escolhendo o serviço para suportar seus esforços de transformação dos negócios.

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Índice FIPE Buscapé: preços no e-commerce abrem 2018 em queda

Os preços do comércio eletrônico abriram 2018 em queda, aponta a medição do Índice FIPE Buscapé. São 14 meses consecutivos de deflação anual, ou seja, comparada ao mesmo mês do ano anterior. Na comparação ante ao mês de dezembro, os preços subiram 0,29%, o menor índice para o mês de janeiro desde o início da série histórica, há sete anos, e em linha com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Dos dez grupos monitorados pelo índice FIPE Buscapé, cinco apresentaram redução em janeiro, na comparação ante ao mês anterior, tendo a queda sido impulsionada, principalmente, pelas categorias telefonia e celulares (-13,43%) e fotografia (-9,77%). Esporte e lazer (-3,99%) Moda e acessórios (-3,38%) e Informática (-1,99) também apresentaram queda. No campo oposto, registraram aumento de preço os grupos eletrônicos (0,26%), casa e decoração (1,26%), eletrodomésticos (2,11%), cosméticos e perfumaria (3,27%) e brinquedos e games (5,24%).

“Iniciamos 2018 com os preços em queda na comparação anual e a boa notícia é que, apesar dos preços terem subido na medição mensal, o índice foi o menor dos últimos 84 meses. A expectativa é que os preços do e-commerce se mantenham em queda, reforçando a competitividade do e-commerce”, afirma Sandoval Martins, CEO do Buscapé.

Por conta de sua composição e características, a cesta de produtos do e-commerce tende a ser deflacionária em condições ideais de mercado. A comparação é feita sempre dos mesmos produtos, que propendem à desvalorização com a disseminação da tecnologia, lançamento de um produto superior na mesma categoria ou troca de coleção e mostruário.

Preços gerais

A inflação dos preços gerais, medida pelo IPCA, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foi de 2,86% nos últimos 12 meses terminados em dezembro, inferior ao piso do intervalo de meta inflacionária de 3%, o que mostra que os preços do comércio eletrônico tiveram variação de -6,1% em relação aos preços gerais da economia.

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Mercado Livre Experience 2018 já tem data definida

A terceira edição do Mercado Livre Experience, evento do Mercado Livre que reúne a comunidade do e-commerce para debates sobre inovação, tecnologia, empreendedorismo e negócios, já tem data marcada: 1° de setembro. A expectativa para este ano são cerca de 10 mil participantes – um público 70% maior que o da edição 2017 – com audiência composta por empreendedores, startups, lojistas online, profissionais de tecnologia e demais atuantes no setor de comércio eletrônico. A pré-venda de ingressos já está disponível neste link, com valor promocional de R$ 99,90. Nos próximos meses o Mercado Livre deverá divulgar os primeiros nomes da lista de palestrantes do evento que, no ano passado, contou com especialistas como Nir Eyal, professor da Stanford, Sam Lown, CTO da Cabifay, Cristina Junqueira, co-fundadora do Nubank, além do COO do Mercado Livre, Stelleo Tolda.

Mercado Livre Experience 2018

Data: 1° de setembro
Local: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, s/n – Km 1,5 – Vila Água Funda – São Paulo
Site: www.mercadolivre.com/experience

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Oito tendências da Segurança Digital para 2018

Por Bruno Prado

O ano de 2018 começou em ebulição no mundo da Tecnologia com a descoberta das falhas Meltdown e Spectre, que afetaram quase todos os processadores produzidos e utilizados nos últimos dez anos. O fato é que esse foi só um aperitivo do que ainda pode vir nos próximos doze meses. Mas o novo ciclo não traz só ameaças, novas alternativas e soluções de segurança da informação estão surgindo, que permitirão com que os usuários e empresas se defendam dos hackers em condições mais justas. Veja a seguir sete tendências:

Falhas e correções

Os gigantes da Tecnologia provavelmente continuarão sendo expostos após identificações de falhas em seus produtos e serviços. Isso provavelmente acontecerá devido a uma crescente guerra cibernética que surge, em que hackers dedicam todo o tempo – muitas vezes, apoiados por governos – em busca de brechas que impliquem em ofensivas que tragam consequências em escalas cada vez maiores e impactem a vida dos cidadãos comuns, como fez o WannaCry em 2017. O lado bom é que as empresas também têm investido nos “hackers do bem”, os pentesters, que são contratados para investigar a infraestrutura da própria organização, a fim de corrigir eventuais erros antes que os mesmos cheguem ao público.

Tentativas de golpes

Lojas virtuais clonadas, aplicativos falsos, promoções enganosas. O usuário comum estará em contato com práticas fraudulentas cada vez mais elaboradas, que visam a interceptar dados pessoais e financeiros. Portanto, o cuidado terá que ser redobrado antes de baixar um app, instalar um jogo ou acessar um site ou link, especialmente no WhatsApp, onde golpes estão sendo viralizados em forma de promoções ou promessas de facilitação de transações bancárias. Outro costume do cidadão conectado é a utilização de wi-fi e tomadas em locais públicos, que estão sendo hackeadas por gangues especializadas. Especialmente para hóspedes de hotéis, um modem portátil e um power bank poderão evitar transtornos.

Fake News

Em ano de eleições, o surgimento de novas mídias independentes e o aumento do consumo de conteúdo e de notícias pelas redes sociais deve proporcionar debates ainda mais acalorados e polarizados entre os eleitores. Diante disso, partidos e candidatos vão investir pesado em ações de marketing de guerrilha por meio da viralização de informações duvidosas através robôs (bots) com perfis falsos, que poderão gerar ainda mais polêmica entre os usuários. Nessas horas, não há defesa melhor do que a cautela, a razão e o bom senso antes de acreditar em tudo o que se lê, para evitar desgastes com amigos, parentes e seguidores.

Compra de engajamento

Com a popularização das redes sociais, cresceu o número de “fazendas de cliques”, empresas prestadoras de serviço que contam com funcionários em tempo integral clicando em determinado link ou postagem, a fim de alavancar sua relevância. Embora seja cada vez mais comum, esta atividade passa a ser criminosa a partir do momento em que blogueiros e influenciadores descobriram as redes sociais como fonte de renda, ganhando uma boa quantia de dinheiro proporcionalmente ao número de seguidores/inscritos, curtidas (likes) ou visualizações de um vídeo. Até mesmo as plataformas de streaming têm tido prejuízos com fraudes decorrentes de um número alto de reproduções de músicas de artistas falsos, por meio da compra de cliques.

Indústria de Bitcoins e o Blockchain

O ano de 2017 iniciou uma corrida pelas criptomoedas, especialmente pelo Bitcoin, que deve explodir em 2018 ao se consolidar como alternativa de investimento e ser aceito em lojas virtuais. Como as transações nesse mercado são ainda nebulosas, 2018 terá a popularização do uso de Blockchain, tecnologia que disponibiliza registros e bancos de dados de forma compartilhada pelas instituições. O aumento da oferta e da procura pelo Bitcoin também tem chamado a atenção de criminosos, que tentam furtar valores e também infectam computadores de usuários para a mineração de mais moedas sem consentimento do usuário, o que pode ser evitado com o uso de bons antivírus e firewalls. Surgirão novos players que atuarão como “bancos” ou “carteiras” para armazenamento de criptomoedas e disputarão clientes, portanto, todo cuidado em relação a quem confiar é pouco.

Ataques massivos

Os ataques de negação de serviço estão cada vez mais contundentes. Conhecidos pela sigla “DDoS” (de Denial Distribution of Service, em inglês), utilizam milhares de dispositivos infectados para o acesso simultâneo a um mesmo endereço, a fim de sobrecarregá-lo. Em 12 meses, o tamanho médio das ameaças aumentou de 32 Gigabytes por segundos (Gbps) para 100 Gigabytes por segundo, o equivalente a 200%, havendo registros de ocorrências massivas de até 1,1 Terabyte por segundo. A tendência é que, na era da Internet das Coisas, mais dispositivos estejam conectados, servindo de insumo para o fortalecimento do volume das ofensivas. Por isso, usuários domésticos devem trocar senhas de seus aparelhos, enquanto empresas vão adotar soluções preventivas de mitigação de ataques tão logo um tráfego suspeito seja identificado.

CISOs – Chief Information Security Officers

Algumas iniciativas devem se consolidar no mercado corporativo, no que diz respeito à governança. A principal delas é a criação do cargo de Chief Information Security Officer (CISO), responsável pela implementação de uma central de operações de segurança (SOC, no inglês). Esse núcleo é composto por profissionais dedicados ao uso de ferramentas especializadas para monitoramento de ameaças e ações preventivas, como uma forma de agir sempre um passo à frente dos cibercriminosos.

Orquestração de soluções de segurança

Antivírus, Firewalls em diferentes camadas da web, aplicações que realizam a varredura de palavras, monitoramento de tráfego, dispositivos antifraude, entre outras ferramentas de terceiros (third party vendors) passam a ser indispensáveis diante de tantas ameaças à espreita. Com isso, os departamentos de TI e seus gestores têm aderido à tendência de soluções orquestradoras que gerenciam softwares de diferentes fornecedores, formando um ecossistema de segurança digital integrado e em sintonia para a atuação em 360 graus.

Bruno Prado é CEO da UPX Technologies, empresa especializada em performance e segurança digital.

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Salvador sedia evento sobre cidades inteligentes

Conhecida pela gastronomia, música e arquitetura, Salvador também é destaque em outros segmentos. De acordo com o Ranking Connected Smart Cities, realizado pela Urban Systems em parceria com a Sator, a capital baiana está na primeira posição na categoria Urbanismo e terceira colocação em Meio Ambiente.

Assim como Salvador, outras cidades da Região Nordeste também serão destaques durante o Encontro Regional Nordeste, que acontece em Salvador/BA, no dia 15 de março de 2018, no SENAI CIMATEC. O fórum faz parte do Connected Smart Cities, evento realizado pela Sator com a participação de empresas, entidades e governo e tem como objetivo encontrar soluções inovadoras com foco em cidades mais inteligentes e conectadas.

O evento terá a participação do prefeito de Salvador, Antônio Carlos Magalhães Neto. Na ocasião, também será apresentado o case Região Nordeste – Salvador destacando conquistas importantes da capital – considerada referência entre as cidades da Região Nordeste, em função de indicadores atingidos, tais como a marca de sétima colocada entre as cidades brasileiras em Mobilidade e Acessibilidade e sexta em Empreendedorismo, de acordo com o Ranking Connected Smart Cities. O Encontro Regional Nordeste contará, ainda, com as participações dos representantes de Fortaleza, Teresina e João Pessoa que apresentarão os cases de suas cidades, além dos demais convidados representando cerca de 200 cidades do Nordeste.

Segundo Paula Faria, diretora executiva da Sator, empresa organizadora do evento, o encontro é voltado para a discussão e negócios de cidades inteligentes do Brasil e, assim como no encontro de 2016 que aconteceu em Recife, esta edição também cumprirá o papel de desenhar um panorama de desenvolvimento de cidades inteligentes na Região Nordeste. “O papel da tecnologia da informação, da inovação, das Parcerias Público-Privadas (PPPs) e das organizações de fomento no desenvolvimento de Smart Cities serão alguns dos temas abordados no encontro”, comenta.

O evento contará, também, com os palestrantes Thomaz Assumpção, Presidente da Urban Systems e Sócio do Connected Smart Cities, Bruno Pereira, da Radar PPP, Américo Tristão Bernardes, Diretor do Departamento de Inclusão Digital da Secretaria de Telecomunicações do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, e Rodolfo Ribeiro, Fundador da Spinafre e parceiro do Connected Smart Cities.

Os Encontros Connected Smart Cities são realizados paralelamente ao evento principal, que este ano acontece nos dias 4 e 5 de setembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo/SP. Os eventos regionais buscam debater soluções para o desenvolvimento das cidades com base em informações e necessidades de cada região.

Encontro Connected Smart Cities Regional Nordeste – Salvador/BA
Data: 15 de março de 2018
Horário: das 9h00 às 17h00
Local: SENAI CIMATEC – Av. Orlando Gomes, 1845 – Piatã – Salvador

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Agibank adota padrão de criptografia do blockchain

O Agibank está sempre investindo em novas tecnologias e buscando o que há de mais moderno e atual para garantir total segurança e agilidade para os seus clientes. O padrão de criptografia utilizada no Blockchain está sendo implantado pelo Banco nas transações financeiras realizadas pelos canais digitais.

O modelo de criptografia do Blockchain funciona como um registro de informações digitais que atua de forma descentralizada. Os elementos armazenados são distribuídos entre todos os pontos da rede, tornando-se quase impossível apagar ou modificar as informações isoladamente.

“Ao contrário dos Bancos tradicionais que investem altos valores em tokens físicos, optamos por desenvolver internamente uma solução muito mais sustentável, moderna, prática que utiliza uma tecnologia de ponta. Estamos implantando um segundo fator de autenticação, desenvolvido internamente, utilizando o QRCode, para transações pelo internet banking e troca de chaves criptográficas para transações realizadas pelo aplicativo” explica Fernando Castro, CIO do Agibank.

Ao realizar uma transação no internet banking, a própria aplicação irá gerar um QRCode, que será capturado pelo aplicativo para autorização das transações. Quando se trata das operações realizadas no mobile, a autorização será realizada através de criptografia assimétrica com geração de par de chaves criptografadas para cada usuário.

Desta forma as transações realizadas através dos canais digitais serão assinadas digitalmente de forma transparente para o usuário.

“O QR Code já é uma tecnologia utilizada pelos nossos clientes que tem no seu aplicativo um meio de pagamento inovador. Agora também será utilizado para garantir ainda mais segurança nas transações, tudo na palma da mão e primando pela facilidade de uso aos nossos clientes”, destaca Castro.

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Contratação errada pode custar 15 vezes um salário – veja orientações!

Uma contratação assertiva é primordial para uma empresa, principalmente, em função do alto custo que um erro nessa hora pode representar. Segundo avaliação do diretor executivo da Bazz Consultoria em RH, Celso Bazzola, os prejuízos financeiros para uma empresa de uma contratação mal feita pode variar entre 3 até 15 vezes o valor do salário do demitido.

“O número é assustador, mas leve em conta todo o custo existente em um processo de contratação, envolvendo anúncio de vagas, tempo de profissionais de recursos humanos, treinamento, processos trabalhistas, adequação de equipe, some a isso outros valores de perdas financeiras mais diretas, como pagamento de salários, encargos, benefícios, indenizações, improdutividades, retrabalhos, dentre outros valores que foram pagos”, detalha Celso Bazzola.

Mas, o especialista complementa que mesmo com os riscos, o caminho para o crescimentos é contratar, assim, o melhor que uma área de recursos humanos pode fazer é aperfeiçoar e valorizar todos os processos de contratações e obter profissionais que realmente sejam engajados e capacitados, pois, com isso o resultado será o aumento da rentabilidade.

“Hoje muitas empresas não se preocupam com a definição de quem querem contratar e os requisitos adequados para a função, sendo desprezados uma análise de perfil do cargo. Outro ponto é a falta de planejamento, o que faz com que a maioria das contratações ocorram de forma urgente, sem planejamento e análise”, conta o diretor executiva da Bazz Consultoria em RH.

Para minimizar os erros Celso Bazzola elaborou algumas orientações para o aprimoramento de uma contratação:

1. Faça uma análise prévia de perfis das vagas existentes em sua empresa e perfis de candidatos que deseja encontrar,

2. Busque a prevenção, criando um banco de currículos com profissionais que tenham características que interessam e que podem ser contratados no futuro;

3. Detalhe muito bem a vaga em suas divulgações, com capacitação e características que se deve ter, deixando a menor chance possível para dúvidas dos candidatos;

4. Busque formas de confirmar se o que foi informado pelo candidato está de acordo com a realidade, hoje se observa muitas pessoas que apresentam qualificações que não possuem, ou supervalorizam experiências;

5. Na entrevista buscar conhecer o candidato em seus conhecimentos, pressão e até a postura perante uma situação de questionamentos.

6. Dinâmicas de Grupo podem demonstrar a socialização do candidato e sua personalidade e a maneira de analisar o posicionamento quanto a pontos de vistas diferentes de cada membro do grupo e como o candidato absorve as orientações perante a convivências com outras pessoas. Isto demonstra o perfil comportamental em relação ao cargo disponível.

7. As simulações de situações reais visam identificar a criatividade, raciocínio e como o candidato se sobressai no momento de pressão, como se estivesse em situação real de trabalho.

8. Deve ser escolhido um local com privacidade, iluminação, acústica, conforto, para ambos, entrevistador e entrevistado.

9. O material a ser utilizado na entrevista deve ser previamente preparado, como ficha de anotações, descrição do cargo, quesitos necessários, etc.

10. A melhor forma é que o entrevistador faça um Check List ou roteiro contendo as informações relevantes que devem ser questionadas ao candidato. Todo material que será utilizado na entrevista deverá ser preparado com antecedência, onde a escolha também do ambiente que tenha privacidade e conforto passa ser um ponto importante para o entrevistado e entrevistador, deixar o mesmo tranquilo fará com que o entrevistador extraia o melhor do candidato.

“É importante reforçar que na entrevista existem pessoas que vendem muito bem, assim, como não ser ludibriado? Para que não haja equívoco na contratação, o entrevistador deve ter conhecimento do que vai explorar com o candidato, realizando perguntas focadas e que agreguem valor a entrevista e ao objetivo do cargo. Comprar o que foi informado pelo candidato com um pedido de exemplos, podem evitar estas surpresas”, complementa Celso Bazzola.

Enfim, contratar errado possui um custo muito alto e não é simples acertar, nessa hora, o recomendável para qualquer empresário é deixar de lado a autoconfiança, para buscar conhecimento e profissionais especializados, o que com certeza garantirá ótimos resultados.

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60% das admissões geram retrabalho para Recursos Humanos

Pesquisa do IBOPE aponta que 98% das entregas de documentos em admissões são realizadas pessoalmente, gerando desgastes de conferência e se tornando passíveis de erros humanos. Em muitos casos, a área de Recursos Humanos (RH) de grandes empresas acaba tendo que delegar para unidades locais o recebimento e cobrança de documentos, complicando ainda mais os processos e aumentando a possibilidade de erros. Levantamento realizado pela Acesso Digital em sua base de clientes aponta que, 60% dos candidatos entregam a documentação de admissão com informações erradas ou faltantes.

“‘Dificuldade e retrabalho’ eram as palavras que mais ouvíamos dos clientes que ainda tinham seus Departamentos Pessoais e de Recursos Humanos analógicos ou com poucos processos digitalizados”, aponta o head do produto Acesso RH da Acesso Digital, Gabriel Pirajá. O termo HRTech ainda é novo, mas a solução oferecida pela Acesso Digital visando desburocratizar as relações entre as pessoas e os departamentos de Recursos Humanos por meio da tecnologia já está no mercado desde o ano passado e foi batizado de Acesso RH.

O funcionário contratado via Acesso RH recebe apenas um link via SMS ou e-mail e tem a praticidade de tirar as fotos de seus documentos com um celular e realizar todo o processo online sem precisar sair de casa. O sistema conta com o devido acompanhamento da área de checagem do sistema, que aponta inconsistências e valida a documentação já nas regras do eSocial. Com isso, o Acesso RH melhora a eficiência no processo, deixando a documentação pronta para lançamento em folha.

O sistema da Acesso Digital realiza todas as checagens de documentação de maneira digital, gerando outros diversos benefícios colaterais. A pesquisa do IBOPE também revela que o processo de admissão pode levar de 4 a 7 dias, já com o sistema da Acesso esse tempo cai para menos de 2 dias. Além de reduzir tempo de admissão, a empresa cria um processo único e padronizado de documentação de funcionários.

Entre os documentos que apresentam maior quantidade de divergências, o campeão é o comprovante de residência que é apresentado sem o nome da pessoa como titular. Documentos de identificação pessoal, como CNH e RG, também aparecem com prazo de validade vencido e/ou situação civil desatualizada – funcionários esquecem que averbar a sua situação civil. Em muitos casos, o grau de escolaridade não se comprova, em outros os dados bancários simplesmente não batem.

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Até o Carnaval, burocracia já custou R$10 bilhões para as empresas brasileiras

O Carnaval acabou, para algumas pessoas o ano está apenas começando, e as micro, pequenas e médias empresas brasileiras já gastaram cerca de 3 dias de trabalho dedicado com gestão burocrática, gerando um custo de aproximadamente R$ 10 bilhões em produtividade.

A informação é indicada pelo Termômetro de Produtividade para MPMEs da Sage, multinacional britânica de software de gestão.

No Brasil, as pequenas empresas gastam mais de 20% das horas de trabalho de seus funcionários ao longo do ano exclusivamente com atividades ligadas à área administrativa. O complexo cenário tributário brasileiro desafia empreendedores e profissionais ligados à área de contabilidade para manter a saúde financeira e as empresas em compliance.

De acordo com Jorge Santos Carneiro, presidente da Sage Brasil e América Latina, “esses profissionais precisam ser liberados de afazeres manuais, que podem ser feitos com maior rapidez e eficiência quando digitalizados. E é isso o que a Sage oferece ao mercado: tecnologia e sistemas de gestão que são verdadeiros aliados do dia a dia de trabalho desses profissionais”.

O Termômetro de Produtividade da Sage calcula o custo do tempo alocado pelos donos de pequenos negócios de 11 países, incluindo o Brasil, com afazeres como emissão de notas, pagamentos, recrutamento e RH e contabilidade ao longo do ano. As informações que alimentam o termômetro, disponível no site da Sage http://www.sage.com/company/business-builders/reduce-your-admin-burden, têm como base um estudo econômico global feito pela consultoria Plum para a empresa.

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Coworkings podem ser responsáveis por pagamento de ISS em SP

Uma alteração na Lei do Imposto sobre Serviços (ISS) do município de São Paulo passou a exigir o recolhimento do tributo pelos escritórios compartilhados (coworkings) e escritórios virtuais, em relação às empresas que utilizam os espaços.

A Lei Municipal 16.757/2017, publicada em 15 de novembro de 2017, alterou o artigo 13 da Lei nº 13.701/2003, regulando que estes escritórios compartilhados passam a ser responsáveis solidários pelo pagamento do Imposto sobre Serviços (ISS), relativamente às empresas que utilizem seus espaços ou estruturas, quando essas empresas não estiverem regularmente cadastradas no Cadastro de Contribuintes Mobiliários – CCM do Município de São Paulo.

Na opinião do advogado Rafael Albuquerque, do Departamento de Startups do Braga Nascimento e Zilio Advogados, esta exigência deve se dar somente em relação àquela responsabilidade solidária relacionada ao recolhimento do tributo (Artigo 124 do Código Tributário Nacional) e não à responsabilidade solidária que coloca o escritório compartilhado como sujeito passivo da obrigação de pagar o tributo, caso as empresas usuárias do escritório não paguem (restrita à regulação do Artigo 134, do CTN). “Medidas preventivas e de compliance podem ser utilizadas para mitigar o risco de autuações do fisco municipal”, pontua o advogado.

Ele destaca como essencial a observação do regime tributário das empresas e a frequência com que as empresas utilizam o escritório compartilhado para prestação de serviços. Segundo ele, não pode haver exigência quando não está caracterizada unidade econômica ou profissional da prestação de serviços da empresa.

Assim, os gestores de escritórios compartilhados devem estar preparados para contestar eventuais abusos ou distorções em relação à esta exigência, diz ele.

Íntegra da Lei Municipal 16.757/2017:
https://www.legisweb.com.br/legislacao/?id=352522

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A segurança corporativa na era dos devices corporativos

Por Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel

O mercado de dispositivos apresentará crescimento na casa de milhões de unidades em todo o mundo nos próximos anos. Essa afirmação é apoiada por estudos que indicam a escalada da venda e utilização desses devices, tanto em casa quanto no trabalho. No Brasil, por exemplo, terminamos 2017 com a média de um smartphone por habitante, milhares deles sendo utilizados inclusive para atividades profissionais. Com esse cenário, uma tendência se firma cada vez mais: profissionais seguirão levando os seus dispositivos pessoais para o ambiente corporativo, consolidando a era do Bring Your Own Device (BYOD).

O crescimento exponencial do número de sistemas, máquinas e devices móveis trocando informações entre si, e do uso de aparelhos próprios no ambiente profissional, é alavancada pelo avanço da adoção de tecnologias como Cloud Computing. A Nuvem tornou-se uma das responsáveis por gerar novas maneiras de trabalhar, que derrubam as paredes dos escritórios convencionais e eliminam as limitações de tempo. Ao mesmo tempo em que as jornadas se tornam mais flexíveis, com profissionais acessíveis o tempo todo e em qualquer lugar, o uso de dispositivos pessoais no trabalho leva às corporações um novo desafio: com tantos devices conectados acessando redes corporativas, como garantir a segurança dos dados e sistemas, e mitigar o risco de ataques cibernéticos?

Antes de adotarem a chamada política do BYOD, é imperativo que as empresas façam a lição de casa e conheçam as vulnerabilidades que surgem com o novo modelo de trabalho. Soluções de TI já são capazes de realizar uma varredura e identificar possíveis falhas na segurança das organizações. Com a visibilidade dos possíveis riscos dessa tendência, é possível fazer um planejamento de ações que evite sérios danos como roubo ou sequestro de dados e vazamento de informações sigilosas. Esse planejamento é complexo e envolve o mapeamento de todas as áreas da empresa, além de uma equipe técnica especializada e dedicada.

Da mesma forma como as tecnologias evoluíram, o cybercrime também está mais sofisticado. Para ter um ambiente seguro é necessário implementar um plano de ações completo, que inclua desde soluções mais simples até as preditivas e mais complexas, com o monitoramento prévio de movimentos suspeitos, fornecendo subsídios para o planejamento de reação da empresa em caso de ataques.

O aumento da conscientização sobre cybersecurity faz com que parte das organizações já nasçam com recursos de segurança perimetral implantadas, como firewall, IPS, antivírus e anti-spam, que analisam o tráfego de dados e bloqueiam as tentativas de acessos não autorizados. Tais iniciativas devem ser somadas a soluções que mitigam os riscos de ataques de negação de serviço (Anti-DDoS), os mais usuais, e que incluem proteção de aplicações, técnicas preditivas e criptografia.

Outro ponto é a elaboração e disseminação de uma política de segurança corporativa clara e objetiva para os colaboradores. Ela deve abranger temas como a permissão de acessos a sistemas e aplicações da empresa, a autenticação de usuários, a política de confidencialidade e a validação de senhas, que precisam ser complexas e modificadas com frequência. Funcionários conscientes e alinhados as melhores práticas tornam-se mais vigilantes e atentos a possíveis falhas.

Pensando na expansão cada vez maior da política de BYOD, soluções estão sendo constantemente aprimoradas para o gerenciamento de dispositivos móveis, como a chamada MDM (Mobile Device Management). Com ela, as empresas garantem que os aparelhos e as informações trocadas entre eles seguirão a política de segurança determinada pela organização. Para garantir a privacidade e a proteção dos dados corporativos, a empresa é responsável pelo controle de acesso, determinando os itens disponíveis para uso. As aplicações corporativas são instaladas e atualizadas remotamente, garantindo que os colaboradores tenham à disposição a versão mais moderna de suas ferramentas de trabalho, assim como da proteção delas.

O BYOD tem se tornado tão comum nas empresas que, na Europa e nos Estados Unidos, até escolas começaram a implementar essa política como forma de introduzir, desde cedo, a tecnologia na rotina das crianças, além de usá-la no engajamento nas salas de aula. Isso mostra a tendência de expansão da prática, considerando as novas gerações de colaboradores que estão por vir, e, consequentemente, o aumento do número de dispositivos móveis conectados a redes corporativas. Por isso, o plano de segurança precisa ser prioridade nas organizações, se tornando tão importante quanto o planejamento de vendas de uma companhia.

Projeções do Gartner indicam que, este ano, empresas de todo o planeta gastarão mais de 95 bilhões de dólares em soluções de segurança, cerca de 10% a mais do que em 2017. Dentro desse universo, a terceirização da segurança é um dos segmentos que deve registrar maior crescimento até o fim da década, deixando essa árdua tarefa para companhias e profissionais especialistas no assunto. Esse é o caminho certo para organizações que desejam adotar o BYOD sem abrir brechas de segurança. As grandes corporações que tiveram perdas significativas nos últimos anos com ciberataques de proporções mundiais provaram que, no quesito segurança, prevenir é o melhor remédio!

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SAP Brasil anuncia Jaime Muller como novo COO

A SAP Brasil anuncia que, a partir deste mês, Jaime Müller assume a função de Chief Operating Officer – COO. O executivo responderá diretamente à presidente da empresa, Cristina Palmaka, e será um dos principais porta vozes de Customer for Life, posicionamento estratégico da SAP com foco em uma consistente e ampla aproximação com o cliente. Ele substitui Theo Pappas, que vai ocupar nova função na SAP Latin America.

“Jaime Muller tem grande experiência em diversas áreas da indústria de TI e, em todas elas, privilegiou não só a conquista de novos clientes como a atenção especial às suas necessidades, ao desenvolvimento de soluções inovadoras e ao comprometimento com a sustentabilidade e perenidade dos negócios”, destaca Cristina Palmaka. “Como COO, ele poderá colaborar ainda mais com nosso objetivo de consolidar um relacionamento cada vez mais duradouro com nossos clientes”, afirma.

Segundo o novo COO, um de seus principais compromissos será o de “ficar cada vez mais atento e próximo dos clientes para ajudá-los no design de soluções e na conquista de um desempenho operacional mais eficaz, melhorando processos e otimizando o uso das soluções da SAP”.

Jaime Muller entrou na SAP em 2015 e ocupava, até o momento, o cargo de Vice-Presidente Sênior de Vendas para Indústrias Estratégicas. Com 25 anos de experiência profissional no mercado de TI, ele atuou em algumas das mais importantes empresas do segmento de tecnologia. Em suas atividades, privilegiou o foco no entendimento e obtenção de resultados para os clientes e liderou ondas de transformações relevantes como downsizing, outsourcing/insourcing, cloud computing, mobilidade, internet das coisas e transformação digital. Antes de sua chegada à SAP, trabalhou por 16 anos como Líder Executivo de Vendas em outra grande empresa do segmento de TI, respondendo por resultados significativos e crescimento de várias áreas como Soluções de Tecnologia, Aplicações e Soluções para Indústrias.

Graduado em Administração pela PUC – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (SP), com Mestrado em Marketing pela Universidade de São Paulo (SP) e pós-graduação na Escola Superior de Propaganda e Marketing (SP), Muller também fez curso de Gestão de Negócios no INSEAD (França).

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Cards Future Payment 2018 debate a disrupção e as oportunidades na Cadeia de Pagamentos

Principal evento de meios de pagamento e identificação do Brasil reúne os principais players e profissionais do mercado financeiro, meios de pagamento, tecnologia, identificação e varejo em maio

O sistema financeiro e empresas de todos os segmentos passam por momentos de adaptação a novas formas de fechar negócios devido aos movimentos de disrupção. Nesse contexto da transformação digital pela qual passamos, a Cards Future Payment, que acontecerá entre os dias 15 e 16 de maio, reunirá os principais players da cadeia de meios de pagamentos e de identificação.

Serão demonstradas na área de exposição as novas tecnologias, soluções, serviços, além do lançamento de produtos. No tradicional congresso serão realizados debates com profissionais expoentes dos setores de finanças, meios de pagamento, tecnologia, identificação e do varejo.

No formato de feira e congresso, o evento tem no networking e no conteúdo inédito e isento o objetivo de apontar as tendências tecnológicas e de gestão à toda a cadeia do sistema de pagamentos. Segundo Maria Juliana do Prado Barbosa, diretora de portfólio da Informa Exhibitions e responsável pela Cards Future Payments, “a revolução digital significa novas oportunidades e novos desafios para bancos, fintechs, redes de cartões e processadores”. “Já para varejo e e-commerce, é uma oportunidade de oferecer uma melhor experiência ao usuário, fidelizar clientes, reduzir custos e maximizar ganhos. E para os consumidores, o movimento oferece mais opções, segurança e praticidade.”

São esperados mais de 3.000 visitantes, 60 empresas expositoras, 400 congressistas e mais de 150 palestrantes nacionais e internacionais durante os dois dias do evento.

Empresas como Clearsale, Perto, NewPos, NexGo, Soluti, Skytef, Grand-Tag, startups e outras empresas demonstrarão tudo o que podem oferecer a seus clientes, e de que forma vêm contribuindo para o desenvolvimento desse mercado, que é de extrema importância e representatividade para a economia nacional e mundial.

Os visitantes do evento também terão a oportunidade de conhecer e interagir com as Fintechs, startups financeiras que estão revolucionando o setor financeiro e de meios de pagamento em um espaço dentro da área de exposição da Cards Future Payment.

A Arena do Conhecimento será dividida em três pontas. Uma ponta terá o Congresso Future Payment, que debaterá as inovações para adquirentes; bandeiras; administradoras; bancos tradicionais e digitais; questões regulatórias, políticas e econômicas; estratégias para o varejo e e-commerce; moedas virtuais; fintechs; e segurança da informação; certificação e autenticação digital e outros temas.

Em parceria com a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), o Fórum de Varejo e Consumo ocupará uma ponta e discutirá a perspectiva do varejo, suas práticas, cases de sucesso e experiências. Na última ponta será realizado o Fintech Show, congresso para fintechs realizado pela Cantarino Brasileiro, e o Seminário Nacional de Certificação Digital realizado pela ABRID-Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia em Identificação.

Estarão em pauta na agenda do congresso Internet das Coisas (IoT), tecnologia blockchain e moedas digitais, sistema financeiro global e descentralizado, regulamentação de marketplaces, abertura de API´s, entre outros assuntos.

Cards Future Payment 2018

Quando: 15 e 16 de maio de 2018, das 9h às 19h
Onde: Transamérica Expo Center – Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387
Informações: https://www.cards-expo.com.br/pt/home.html

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TOTVS fecha 2017 com crescimento de 34% em subscrição

A TOTVS S.A. (B3: TOTS3), líder no desenvolvimento de soluções de negócio no Brasil e na América Latina, anuncia hoje seus resultados referentes ao quarto trimestre de 2017 (4T17) e os números consolidados do ano. Em 2017, a companhia se manteve focada em alavancar o modelo de subscrição e registrou um crescimento de 34,3% em relação a 2016, atingindo a soma de R$ 307,9 milhões no ano. Comparando trimestre (4T17) contra trimestre (4T16), o crescimento em subscrição foi de 9,5%.

0 modelo de subscrição, lançado há dois anos, já superou 20% da receita de software da companhia e foi o responsável pelo crescimento orgânico de 6,2% da receita total de software. Durante o ano, foram adicionados mais de 6 mil novos clientes de subscrição, 53,5% a mais do que em 2016.

Em 2017, a receita líquida da companhia cresceu 2%, somando R$ 2,2 bilhões. No 4T17, o total foi de R$ 554,4 milhões. Dados que demonstram um avanço de 8,7% das receitas recorrentes, que atingiram 67,5% da receita líquida do trimestre e 65,8% do ano, respectivamente.

“A transição para subscrição trouxe desafios associados à redução de receita com licenciamento e os seus reflexos na receita de manutenção, acentuados pela recessão econômica brasileira. Em contrapartida, tivemos aceleração de vendas de subscrição. Quando olhamos o crescimento orgânico, podemos afirmar que o ano de 2017 marcou a retomada do crescimento da TOTVS”, destaca Gilsomar Maia, CFO da TOTVS.

Atuar por meio de soluções especializadas de negócios é outra estratégia da companhia para se manter competitiva no mercado. Ao todo são 11 segmentos de mercado atendidos. Entre eles, Manufatura e Varejo, continuam a ter alta representatividade na companhia e, juntos, somaram 47% da receita total.

No 4T17, o EBITDA ajustado totalizou R$ 69,1 milhões, aumento de 13,8%, trimestre contra trimestre, com margem de 12,5%. Na somatória do ano, o valor atingiu R$ 303,5 milhões, 15,4% abaixo de 2016, refletindo essa etapa da transição para o modelo de subscrição e também a conjuntura econômica do período.

A TOTVS encerrou o ano de 2017 com a geração operacional líquida de caixa positiva, 26,6% maior do que o registrado no ano anterior, totalizando R$ 329,8 milhões. No 4T17 o aumento foi de 33,9% frente ao 4T16.

“Em 2018, seguiremos focados no sucesso dos nossos clientes, com o propósito de simplificar o mundo dos negócios e apoiar cada um na sua jornada digital. Para isso, investimos sempre em inovação, ofertando as melhores soluções de negócio para empresas de todos os portes e segmentos”, finaliza Laércio Cosentino, presidente da TOTVS.

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Estudo da Aruba mostra um grande abismo entre gerações no uso de aplicativos de lojas

Todos sabemos que os aplicativos móveis estão em alta, principalmente no varejo, em que lojas físicas tradicionais estão buscando novas maneiras de competir com as lojas online ou também unificar a experiência do cliente com o seu ambiente online. O setor de comércio eletrônico foi responsável por cerca de 44% de todas as vendas online nos Estados Unidos em 2017 e US$ 200 bilhões de todas as vendas do setor de varejo dos Estados Unidos.

A adoção de aplicativos móveis para criar uma experiência de compra híbrida online/na loja física pode atrair os clientes de volta às lojas e, ao mesmo tempo, aumentar a fidelidade à marca. E como certas faixas etárias são mais receptivas ao uso de aplicativos de lojas, aumentar seu uso é fundamental para as vendas.

Para entender melhor os hábitos de compras digitais e na loja física dos Millennials (geração na faixa de 18 a 24 anos de idade) e dos Baby Boomers (entre 55 e 64 anos), a Aruba, empresa da Hewlett Packard Enterprise, realizou um estudo global com mais de 350 compradores de18 de dezembro de 2017 a 2 de janeiro de 2018. Com base nas respostas obtidas, os Millennials usam aplicativos móveis de lojas com frequência muito maior, gostam de marcas com aplicativos de fidelidade e prestam menos atenção ao preço do que a geração de Baby Boomers.

Veja abaixo cinco fatos que os lojistas precisam saber sobre as gerações de Millennials e Baby Boomers que podem ajudar a trazer esses clientes de volta às lojas físicas.

1. Todos são fiéis, mas alguns são mais fiéis do que os outros.

Os programas de fidelidade ganharam fama com a ascensão dos smartphones, pois a capacidade de armazenar uma série de apps de programas de fidelidade em apenas um dispositivo facilita o acesso quando os compradores visitam as lojas físicas.

Os Millennials adoram seus aplicativos de fidelidade; 66,3% deles tendem a fazer compras nas lojas dos programas de fidelidade dos quais eles participam versus apenas 33,3% dos Baby Boomers. Para os Baby Boomers, o preço é o principal determinante da sua decisão de compra, com 40,7% indicando que o preço é mais importante do que o programa de fidelidade, versus apenas 22,5% dos Millennials relatando o preço como o principal fator a hora da compra.

2. Recursos de cada aplicativo.

Quais benefícios atraem os consumidores para instalar e usar aplicativos de programas de fidelidade? Na pergunta sobre quais motivações levariam a baixar um aplicativo móvel de loja, as respostas dos Millennials foram mais uma vez diferentes daquelas dos Baby Boomers.

Millennials

Nº 1 Localizador de vaga no estacionamento

Nº 2 Disponibilidade e comparação entre produtos.

Nº 3 Pagamento digital por meio de aplicativo móvel da loja.

Baby Boomers

Nº 1 Disponibilidade e comparação entre produtos

Nº 2 Localizador de atendente da loja.

Nº 3 Obter promoções ou cupons de desconto

Existe uma distinção clara entre as gerações. Os Baby Boomers usam os aplicativos móveis de lojas como uma ferramenta para seus hábitos de compras mais tradicionais: eles ainda querem encontrar um atendente da loja e interagir com as pessoas cara a cara, estão mais preocupados com os preços e valorizam mais os descontos e promoções do que Millennials. Por outro lado, os Millennials querem maior praticidade e velocidade; eles querem encontrar uma vaga no estacionamento e fazer pagamentos usando seus smartphones de forma rápida e fácil.

3. O problema não é ter, mas usar o aplicativo da loja.

Oferecer um incentivo especial para fazer com que os compradores baixem um aplicativo móvel pode resultar em um alto volume de usuários cadastrados, mas o mais importante é a frequência de uso do aplicativo. Aumentar essa frequência é fundamental para as vendas online cada vez maiores.

O estudo realizado pela Aruba descobriu que os Millennials usam aplicativos de lojas com mais frequência que os Baby Boomers, com 61,8% indicando uso de 1 a 5 vezes por semana versus 48,2% dos Boomers. Esta popularização se tornou mais evidente quando a frequência de uso atingiu dois dígitos; 13,5% dos Millennials responderam que usam aplicativos móveis de lojas mais de 10 vezes por semana, enquanto nenhum dos Baby Boomers relatou essa frequência.

4. Aplicativo para encontrar produtos.

As gerações mais jovens cresceram com os equipamentos eletrônicos portáteis incorporados à sua rotina. Eles estão acostumados a interagir com quiosques eletrônicos no lugar de atendentes físicos e, na verdade, eles preferem o serviço eletrônico. Para a pergunta sobre como os entrevistados preferem procurar produtos nas lojas físicas, mais da metade dos Millennials (53,9%) preferem usar o aplicativo móvel no lugar do atendente físico. Por outro lado, os Baby Boomers preferem a interação humana; menos de metade (44,4%) usa o aplicativo para encontrar produtos.

5. Comer fora ou comer em casa, eis a questão.

As gerações mais jovens estão acostumadas a comer fora com maior frequência e cozinham menos. A variedade de alimentos e as opções atuais de custos mais acessíveis facilitam as refeições fora de casa para os Millennials. Para a pergunta sobre quais tipos de aplicativos móveis de lojas que eles usam com mais frequência, a resposta mais comum dos Millennials foi o pedido de refeições pelo smartphone (55,1% versus 33,3% dos Baby Boomers). Por outro lado, o principal aplicativo dos Baby Boomers foi de supermercado e loja de conveniência (40,7% versus 18% de jovens Millennials), pois eles tendem a comer em casa com maior frequência.

Para competir com o comércio eletrônico, as lojas físicas precisam adotar novas tecnologias, como os aplicativos móveis, para se manterem competitivas e atrair compradores. Ao compreenderem os hábitos e as necessidades dos seus clientes, sejam eles Millennials ou Baby Boomers, os lojistas podem criar uma experiência de compra personalizada e eficiente que atrairá clientes fiéis

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