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SONDA nomeia diretor de negócios para liderar nova estrutura comercial

Como parte do seu planejamento estratégico para o triênio de 2018 a 2020, a SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de Tecnologia, acaba de criar a estrutura comercial denominada General Business, que será liderada pelo recém-contratado Luiz Estevam.

A nova diretoria se reportará diretamente a Jorge Toda, vice-presidente de vendas da SONDA e tem entre as principais atribuições a atuação em novos clientes, bem como a expansão da companhia no interior do Estado de São Paulo.

“Vamos trabalhar com companhias de médio e grande portes de todos os segmentos de mercado, priorizando a nossa estratégia de atuação em verticais como Varejo, Finanças, Serviços, Agronegócios e Indústrias & Manufatura. Hoje, atuamos em Ribeirão Preto e estamos expandindo para Campinas com um time local que conhece as estratégias e necessidades das empresas nessas regiões”, explica Estevam.

Com 20 anos de atuação no setor de TI, tendo passado pela diretoria de novos negócios de consultorias de TI e pela diretoria comercial e de alianças da Sage, a bagagem que Estevam traz para a SONDA contempla experiências alinhadas com o portfólio e os diferentes mercados de atuação da integradora.

“O mercado brasileiro atingiu a maturidade na demanda de serviços de TI. Isso significa que as empresas passaram a buscar eficiência e eficácia em suas operações a partir do controle de custos, da melhoria de performance e da otimização de processos. A SONDA possui soluções e experiências que apoiam muitas empresas na América Latina justamente neste pontos, podendo facilmente replicar boas práticas em outras empresas”, finaliza Estevam, que é formado em Gestão Empresarial com ênfase em gestão de Negócios pela FGV (Fundação Getúlio Vargas).

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67% dos consumidores afirmam conhecer pouco os seus direitos, aponta pesquisa da Boa Vista SCPC

Pesquisa da Boa Vista investiga o comportamento do consumidor com relação aos seus direitos, bem como sobre a percepção de questões políticas e econômicas do País

A maioria dos entrevistados (67%) na pesquisa da Boa Vista SCPC de hábitos de consumo para o Dia do Consumidor – comemorado neste 15 de março – afirma conhecer um pouco ou não conhecer nada dos seus direitos enquanto consumidor. Já os que dizem conhecer razoavelmente bem representam 26% dos entrevistados, e os que conhecem muito bem 7%.

Fonte: Boa Vista SCPC

Ainda segundo a pesquisa da Boa Vista, feita com cerca de 800 entrevistados, em todo o Brasil, entre os meses de janeiro e fevereiro, também representam a maioria (61%) os consumidores que costumam reclamar sempre ou na maior parte das vezes, frente a um produto ou serviço com problema. Um crescimento de 5p.p. (pontos percentuais) em relação ao ano passado.

Fonte: Boa Vista SCPC

Já quando questionados onde reclamam em primeiro lugar na existência de algum problema, seja com relação a um serviço seja com relação a produto, 83% afirmaram fazê-lo diretamente com a própria empresa prestadora do serviço ou responsável pela venda do item.

Mas se por um lado há quem faz questão de reivindicar os seus direitos enquanto consumidor, há os que não fazem jus. Dos que reclamam apenas algumas vezes ou nunca reclamam, 46% não fazem por considerar o processo desgastante e muito demorado. Em 2017, 60% tinham essa impressão. Já 27% alegam que reclamar não resolve e outros 27%, coincidentemente, porque o processo é muito trabalhoso ou não sabem onde reclamar. Em 2017, 12% tinham deram esta resposta, um aumento de 15p.p. “Aos que alegam não saber onde reclamar, recomendamos procurar o órgão de defesa do consumidor, pois nele encontrarão todas as orientações necessárias para fazer o seu direito valer”, esclarece Pablo Nemirovsky, superintendente de Serviços ao Consumidor da Boa Vista SCPC.

A pesquisa também quis saber qual é a percepção dos consumidores entrevistados sobre as questões políticas e econômicas do país. 17% afirmam estar totalmente informados sobre os fatos que remontam estes temas. Em 2017, 28% tinham esta percepção. Os que se dizem informados em partes são 53% contra 57% em relação ao ano anterior. E os que se dizem pouco informados saltaram de 15% em 2017, para 30% nesta pesquisa mais recente.

Perfil da mostra

Aproximadamente 34% dos respondentes residem no Sudeste do País. 71% têm renda média de R$ 2.671,00. 40% possuem 25 anos ou mais. 51% estão empregados ou são funcionários públicos, e 42% fazem “bico” ou trabalho extra para complementar a renda mensal.

Metodologia

A Pesquisa da Boa Vista para o Dia do Consumidor 2018 utilizou a metodologia quantitativa e foi realizada por meio de consulta eletrônica de 30 de janeiro a 28 de fevereiro. O universo é representado por consumidores que buscaram informações e orientações no portal Consumidor Positivo www.consumidorpositivo.com.br e cadastrados na ferramenta Blue Box Boa Vista. A amostra é aleatória, representativa do universo de 806 respondentes. Para leitura geral dos resultados, deve-se considerar 90% de grau de confiança e margem de erro de 3%, para mais ou para menos.

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Aliança Renault-Nissan implementa sistema eSocial com parceria Resource

A Aliança Renault-Nissan já está totalmente preparada para as novas regras trabalhistas previstas no eSocial. A conquista foi obtida com apoio da Resource, uma das principais e mais bem-sucedidas multinacionais brasileiras de serviços de TI e Integração Digital. A contratação dos serviços foi fundamental para ajudar a Aliança Renault-Nissan a ajustar seu sistema SAP para as novas exigências do Governo brasileiro.

Desde 1º de janeiro de 2018, o eSocial tornou-se obrigatório nas empresas com faturamento superior a R$ 78 milhões ao ano. No entanto, pesquisa realizada pela Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon) revela que apenas 4,4% das companhias estão realmente preparadas para as exigências do novo sistema.

“Com as novas normas do Governo, tínhamos que nos adaptar rapidamente. Com apoio da Resource, conseguimos ajustar nossos sistemas à nova regulamentação e cumprir com o prazo indicado pelo Governo”, diz Fabrício Mielke, Gerente da Arquitetura de Sistemas da Aliança Renault-Nissan. Segundo ele, “a Resource foi fundamental para o processo, pois é uma das principais especialistas em consultoria e em desenvolvimento de sistemas para ajudar nessa migração”.

O principal desafio encontrado pelas empresas para seguir às novas regras trabalhistas é conseguir estruturar os seus processos internos, conforme a pesquisa da Fenacon. Para superar o desafio, a Aliança Renault-Nissan investiu na solução SAP para automatizar todos os procedimentos de Recursos Humanos (RH) e contou também com o apoio da Resource para a otimização de processos, atualização de dados sobre os funcionários e cumprimento dos prazos estipulados pelo Governo para a entrega das informações dos colaboradores, como férias e salários.

“Conseguimos adequar o projeto de acordo com as necessidades do cliente. Apoiamos a Aliança Renault-Nissan em cada etapa do processo, inclusive garantindo a questão da segurança dos dados que são enviados ao programa”, explica José Henrique Claro, Diretor de Negócios da Resource.

O eSocial é um projeto do Governo Federal para unificar todos os dados dos trabalhadores brasileiros, que inclui desde a entrada do colaborador na empresa até uma possível alteração de turno, salários ou informações sobre eventuais desligamentos das empresas. Por meio do sistema, a Administração Pública terá mais dados dos funcionários para gestão de temas trabalhistas.

“Estamos muito felizes por sairmos à frente do mercado”, diz o Gerente da Aliança Renault-Nissan. A comemoração é devida, pois as empresas que não aderirem aos prazos poderão ser multadas. Desde 8 de janeiro, a Aliança Renault-Nissan já enviou mais de 13 mil informações trabalhistas ao Governo Federal por meio do eSocial. A parceria com a Resource tem apoiado as montadoras a cumprir os prazos estipulados pelo Governo na prestação de contas trabalhistas, de maneira transparente e sem erros.

O cronograma de implementação do programa para as empresas com faturamento superior a R$ 78 milhões ao ano está dividido em cinco fases, que começaram em 2018 e vão finalizar em janeiro de 2019. Na primeira etapa, as empresas deverão apenas fornecer informações genéricas como cadastros do empregador e dados dos colaboradores. Em seguida, torna-se obrigatório também o envio das folhas de pagamento no formato indicado pelo Governo. Depois, terão que substituir a GFIP (Guia de Informações à Previdência Social), fazer compensação cruzada e, na última etapa, deverão enviar até os dados de segurança e de saúde dos funcionários.

A Resource trabalha com a Aliança Renault-Nissan desde 2016 em aplicações SAP e, em agosto de 2017, iniciou a fase de preparação das informações para o eSocial, ajustando todos os cadastros internos de funcionários para o novo modelo. Na sequência, iniciou-se o desenvolvimento de aplicações para encapsular os documentos no formato indicado pelo Governo e a criar rotinas automáticas para envio de informações periódicas como salários, férias e FGTS. A dinâmica de ajuste de dados também está sendo controlada pela Resource, uma vez que as informações são validadas eletronicamente pelo Governo, em um modelo de verificação semelhante ao usado pela declaração de imposto de renda.

“Sem a ajuda da tecnologia seria impossível reunir manualmente os dados para envio ao Governo. Com apoio da Resource, entendemos as novas demandas que teríamos com a regulamentação e estruturamos todos os procedimentos para um novo modelo digital”, comemora Mielke, da Aliança Renault-Nissan. “Agora, nossos profissionais de RH podem retornar para as suas funções estratégicas com a segurança que os sistemas da Resource estarão nos ajudando no envio constante de dados exatamente no formato solicitado pelo Governo”, diz ele.

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Como usar etiquetas eletrônicas em uma estratégia Omnichannel?

Por Denise Lefol de Paiva, Gerente de Marketing da Seal Sistemas

Com a expansão dos canais de relacionamento, o imediatismo tornou-se regra e não mais diferencial no processo de decisão de compras dos clientes, que preferem a interação virtual para consultas de promoções e, principalmente, aquisição de produtos. Uma amostra dessa mudança de comportamento está no crescimento do comercio eletrônico no Brasil. Em mais um ano difícil para economia nacional, o e-commerce se destacou na comparação com o varejo físico e registrou um crescimento de 12% em relação a 2016, com faturamento de R$ 59,9 bilhões, segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABCOMM). E o número de consumidores que fizeram compra on-line também cresceu. De acordo com a Ebit, consultoria especializada em comércio virtual, temos hoje cerca de 25 milhões de compradores virtuais.

Mas o diálogo entre consumidor e empresa precisa da resposta para uma questão primordial: como integrar off-line e on-line? Com o incremento das redes sociais como componente importante dessa comunicação e a facilidade de comprar pela internet, surgiu a necessidade de convergir todas essas ferramentas em um único canal. É nesse momento que entra o conceito de Omnichannel.

Mais do que uma junção de estratégias para conquistar novos clientes, Omnichannel é uma mudança de processos e comportamento no modelo de consumo. O consumidor passou a comprar em qualquer meio. Pode iniciar a compra na internet e retirar na loja, fazer a compra pelo e-commerce e receber em casa; consultar pelo telefone e finalizar pela internet. Estamos experimentando uma mudança geral de processos.

No mundo, há bons exemplos de projetos Omnichannel, como Amazon e Wal-Mart, para serem observados. E no Brasil? O conceito ainda está caminhando por aqui, mas já conseguimos sentir uma movimentação de empresas com intuito de criar estratégias de negócios baseadas em integração completa de formas de atender o cliente. E uma das soluções mais procuradas para viabilizar esses projetos são as etiquetas eletrônicas, que entre outros benefícios, também permitem atender a necessidade de ter preços sincronizados.

Baseadas no conceito de canal único de compras, as ações promocionais precisam, necessariamente, acompanhar a dinâmica de preços. Imagine o consumidor que visualizou um produto na loja física e ao acessar o e-commerce da loja 3 minutos depois, percebe que entrou uma promoção on-line do mesmo item. O preço da prateleira ainda está mais caro, afinal, nenhum colaborador teve tempo de atualizar o preço na etiqueta de papel e o consumidor não leva o produto na hora e o varejista perde uma venda momentânea. No mundo ideal do conceito Omnichannel, as promoções podem entrar simultaneamente em todos os meios, seja físico ou on-line.

Para incorporar velocidade no processo de princing da loja física, as etiquetas eletrônicas permitem, com um único clique, trocar os preços das gôndolas no mesmo timing do on-line, possibilitando a programação de promoções mais assertivas.

As etiquetas eletrônicas também garantem ganhos operacionais para a empresa. Na média, uma grande rede varejista desperdiça cerca de R$ 20 mil com descontos por causa da divergência de preços entre prateleira e caixa. Com a precificação automática, esse custo é eliminado. Além da economia com o fim da divergência de preços, os colaboradores que eram responsáveis pela troca das etiquetas de papel são realocados para outras atividades de maior relevância da operação, como abastecimento de loja. Para o consumidor, trata-se de facilidades de compra e acesso, já para o varejista, as vantagens são redução de perdas e aumento de vendas.

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Datacenter da CommScope ganha 5 novos membros

A Alliance do datacenter multi-tenant (MTDC) da CommScope dá as boas-vindas a cinco novos membros em sua equipe, enquanto implementa um comitê de assessoria para ajudar a melhorar a experiência para operadores e clientes. O novo comitê inclui os mais influentes líderes dos fornecedores multi-tenant na indústria mundial, como a Digital Realty e a Equinix.

Criada em junho de 2017, a MTDC Alliance – parte da PartnerPRO™ Network da CommScope – foi formada para abordar as atuais mudanças nas quais as empresas optam por terceirizar data centers para ambientes compartilhados, não sendo necessário construir, manter e operar os seus próprios. Alugar espaço em uma MTDC permite aos proprietários de negócios aproveitar a disponibilidade, confiança e controle de custos otimizados de data centers. A Equinix foi o primeiro membro da PartnerPro Network a fazer parte da Alliance do MTDC.

Os novos membros têm vasta experiência:

Digital Realty apoia datacenters e estratégias de colocation de mais de 2.300 empresas ao redor do mundo, e seus entre seus clientes estão companhias nacionais e internacionais de todos os tamanhos.
RagingWire opera cerca de 140 mil metros quadrados de espaço de datacenter, com planos significativos de expansão em trabalhos na América do Norte.
T5 forneceu ou operou mais de 100 instalações de missão crítica contendo cerca de um milhão de metros quadrados de espaço para algumas das empresas líderes mundiais.
Cologix fornece datacenters e soluções de interconexão para 24 locais preferenciais em nove mercados de ponta estratégicos na América do Norte.
Aligned Energy é uma empresa de infraestrutura em tecnologia que oferece colocation e soluções feitas com escala para provedores de serviços gerenciados, nuvens e empresas.

O Comitê de Assessoria MTDC da CommScope ajudará os clientes a entenderem necessidades de produtos e soluções, bem como serviços que podem ser fornecidos por todos os membros. O conselho se reúne a cada semestre.

“Nosso comitê de assessoria MTDC pode ajudar os clientes a encontrarem a locação certa e o espaço que se ajusta a suas necessidades. Há muitas questões e estamos aqui para oferecer as respostas corretas para cada uma delas.”, disse Angela Haneklau, vice-presidente de vendas da CommScope.

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Cresce o número de startups com soluções voltadas ao varejo

Um bom ponto comercial na rua ou no shopping, por si só, não é mais garantia de excelente resultado de venda. Além de uma mercadoria de qualidade, colaboradores bem treinados, preços atrativos e facilidades na negociação do pagamento, o consumidor busca algo a mais. É pensando nisso e na possibilidade de oportunizar a compra sem sair de casa, pesquisar fora de horário ou até mesmo adquirir numa determinada loja e retirar o produto noutra que centenas de startups brasileiras tem se dedicado a pensar melhorias tecnológicas para o varejo.

A inovação que antes parecia coisa de ficção científica ganhou a palma da mão. Nos últimos 10 meses, segundo uma pesquisa desenvolvida pelo OasisLab (primeiro centro de inovação especializado em varejo do Brasil), em conjunto com a Startse, maior hub de startups do Brasil, e a Neomode, o número de startups nacionais focadas em tecnologias voltadas para melhorar a forma de relacionamento com o consumidor subiu de 115 para 194. É o que mostra o estudo “Loja 4.0: Panorama das startups brasileiras do varejo – 2ª edição 2018”, recém lançado em São Paulo para mais de 200 empresários e profissionais das áreas de varejo e tecnologia de todo o país.

Segundo a especialista em varejo e responsável pelo laboratório de startups do OasisLab, Fabíola Paes, a integração entre os pontos de venda on-line e off-line possibilita a criação de novos mercados para as empresas e isso significa alternativas extras para quem está interessado em crescer, mesmo em meio à crise.

“A adição de 85 novas startups ao estudo mostra o aumento da tecnologia e novas macrotendências de inovação como logística, sustentabilidade e e-commerce, que traz muitas facilidades para o cliente e o varejista. Mais do que retratar profundas transformações na forma de comercialização de produtos no país, a pesquisa revela que embora a loja física ainda seja referência para o varejo, a cada dia aumenta a necessidade de interação com tecnologias digitais mais acessíveis e amigáveis para o consumidor, tais como smartphones, tablets, relógios conectados e óculos de realidade virtual”, conta a especialista.

Para Cláudia Backes, Gerente de Comunidade da Startse, a busca por um cliente satisfeito tanto com o produto, quanto com a experiência de compra, fez surgir um novo mercado. É aí que entram as startups que aparecem no estudo. “Estudos como este nos mostram que o Brasil tem potencial de se posicionar em um mercado global nesta vertical. Temos muitas startups desenvolvendo negócios inovadores, na maioria resistindo aos primeiros anos de atuação, que representam a maior taxa de mortalidade de startups. É muito bom perceber que o mercado parece estar se dando conta das suas fragilidades e apoiando as startups como parte fundamental da sua transformação para a Nova Economia”, completa.

Soluções e inovações

Para desenvolver o estudo a equipe do OasisLab contou com o banco de dados da Startse, além de acessar os dados da primeira pesquisa feita em 2017, que contava com a base da Associação Brasileira de Startups, o Ranking 100 Open Startup e do Laboratório de Varejo da Universidade Positivo. O objetivo foi apontar as novas empresas de tecnologia brasileiras que tem como força motriz a inovação e como elas estão dispostas a resolver “as dores do lojista”, que englobam todos os detalhes do processo de compra e entrega; situações que vão desde dificuldades de gerenciamento de estoque, atrasos de entrega, questões de relacionamento com o cliente, entre outros.

Assim, as startups foram dispostas num grande círculo que remete à figura de uma mandala, organizada em nove eixos que sintetizam soluções e inovações nas áreas de realidade virtual, inteligência artificial, e-commerce, engajamento do consumidor, internet das coisas, logística, operação, pagamentos e sustentabilidade.

“Reunir os fornecedores de tecnologia de forma tão didática para quem precisa da informação especializada, no caso o varejista, é algo sensacional. Sem falar na riqueza que é ver o Brasil produzindo soluções que também estão sendo colocadas em prática no comércio da Europa e da América do Norte”, explica um dos principais apoiadores do projeto e fundador do OasisLab, Hélio Biagi. Em janeiro, ele esteve na NRF Retail’s Big Show, nos Estados Unidos, e acompanhou o impacto que a tecnologia ofertada pelas startups traz ao comércio do mundo todo. “Temos uma nova realidade de mercado e de varejo e não podemos mais pensar isso tudo sem as startups”, completa.

Para visualizar o quadro com a mandala, seus nove eixos e os desenvolvedores de tecnologia basta acessar o link https://oasislab.com.br/ panorama-das-startups- brasileiras-que-estao- transformando-o-varejo-loja-4- 0-2a-edicao-2018/

Esse desenvolvimento teve o apoio acadêmico do Núcleo de Varejo Retail Lab da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e do CEPEV- USP Centro de Pesquisa de Varejo da USP.

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World Economic Forum – O panorama das Startups Latino-Americanos é promissor, dizem os potenciais ‘Unicórnios’

Empreendedores de tecnologia da América Latina estão prevendo um futuro promissor para os “unicórnios”, porque as startups de tecnologia estão ganhando relevância no ecossistema regional. Isso não é uma questão apenas de valor de mercado e de atingir a marca de $ 1 bilhão de dólares, mas também de ajudar a resolver os “problemas significativos da região e criar empregos”, diz Enrique Ortegon, Diretor Operacional da Salesforce.com, dos EUA.

“Ultrapassamos o ponto crucial na América Latina. Vamos ver muitos outros unicórnios. Acredito que isso deve impulsionar o crescimento sustentável ao longo das próximas décadas”, diz Hernan Kazah, Sócio Diretor da Kaszek Ventures, Argentina. “Ainda não temos muitos participantes, mas teremos muito mais comparado com 15 anos atrás. Em 20 anos, teremos muito mais [startups]”.

A experimentação é frequentemente a chave para o sucesso, e as startups devem ter o direito de falhar antes de prosperar. “Ser um unicórnio é ser um símbolo de sucesso, mas queremos ter empresas duradouras e sustentáveis para melhorar a vida das pessoas”, diz Amiram Appelbaum, principal cientista e Presidente da Israel Innovation Authority, Israel. “Queremos resolver os problemas do ser humano. Isso começa como um empreendimento local e somente depois dessa etapa é possível ampliar a experiência e atingir uma escala global.É importante aceitar o fracasso. É uma história de fracassos e conquistas”, diz Appelbaum.

O governo desempenha um papel muito importante, apoiando o meio acadêmico e reduzindo a burocracia, além de injetar capital quando as forças de mercado falham. “O desafio de conectar cientistas e empresários é mais importante que incentivar startups”, diz Andy Freire, legislador, Buenos Aires, Argentina. A Argentina recentemente introduziu legislações para criar incentivos empresariais. “Trabalhamos para melhorar a vida dos empresários. Antigamente, levávamos 100 dias para abrir uma empresa. Hoje, é possível abrir uma empresa em um único dia. Tudo está na nuvem”, diz Freire. “Fornecemos as ferramentas para precisam para serem empreendedores”. Mesmo assim, tem muito mais a fazer. Marco Crespo, Chefe para a América Latina da Gympass, observou que, embora seja fácil fazer negócios na Argentina, ainda existem restrições em termos de mão de obra e para o deslocamento internacional de funcionários.

“Algumas medidas positivas foram implementadas para acelerar o empreendedorismo”, diz Kazah. “O ecossistema está muito mais desenvolvido. Estamos no caminho certo para o desenvolvimento de talentos”. Kazah constatou que, embora a região ainda esteja atrasada em termos de tecnologia, a situação é promissora na região. “Teremos mais unicórnios rompendo barreiras”, concluiu.

O World Economic Forum da América Latina ocorre em São Paulo, entre os dias 13 e 15 de Março. O evento reuniu mais de 750 líderes mundiais e regionais para discutir o mesmo tema, América Latina no Ponto de Inflexão: Criando uma Nova Narrativa.

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Indústria paulista gera 2 mil postos de trabalho em fevereiro, aponta Fiesp

A indústria paulista encerrou fevereiro com o melhor saldo de empregos para o mês desde 2014. Apesar de uma alta moderada de apenas 0,10% frente a janeiro, foram criados 2 mil postos de trabalho na série sem ajuste sazonal. Em fevereiro daquele ano, a indústria havia contratado 7,5 mil profissionais e no mesmo mês do ano passado houve corte de 3 mil vagas. No acumulado do ano, o resultado também é o melhor para o período desde 2014, com a criação de 12,5 mil novas vagas (+0,59%). Com ajuste sazonal, o índice ficou estável (-0,03%) no mês. Os dados de Nível de Emprego do Estado de São Paulo foram divulgados nesta quarta-feira (14/03) pela Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo.

“Apesar de uma estabilidade na geração de empregos na indústria em fevereiro, esperamos aceleração desse saldo para os próximos meses estimulada pelo aumento da confiança empresarial e do consumo”, avaliou o segundo vice-presidente da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, lembrando que a entidade prevê a criação de 20 mil vagas no fechamento do ano.

Setores e regiões

Entre os 22 setores acompanhados pela pesquisa para o mês de fevereiro, 10 ficaram positivos, 3, estáveis e 9, negativos.

Entre os positivos, os destaques ficaram por conta de coque, derivado do petróleo e biocombustíveis, com geração de 1.030 postos de trabalho, seguido por confecção de artigos do vestuário e acessórios (1.019).

No campo negativo ficaram, principalmente, produtos de borracha e de material plástico (-1.408) e produtos diversos (-622).

A pesquisa apura também a situação de emprego para as grandes regiões do estado de São Paulo e em 36 Diretorias Regionais do CIESP. Por grande região, a variação no mês ficou positiva no Estado de São Paulo (0,10%), e no Interior paulista (0,27%). Já na Grande São Paulo, houve queda (-0,35%).

Entre as 36 diretorias regionais, houve variação nos resultados. Nas 21 que apontaram altas, destaque por conta de Franca (2,80%), influenciada pelo setor de artefatos de couro e calçados (5,13%) e coque, petróleo e biocombustíveis (2,27%); Mogi das Cruzes (2,03%), por produtos de minerais não metálicos (1,62%) e máquinas e equipamentos (1,72%) e Araraquara (1,35%), por produtos alimentícios (1,26%) e produtos de borracha e plástico (3,10%).

Já das 10 negativas, destaque para Matão (-2,65%), por produtos alimentícios (-3,99%) e máquinas e equipamentos (- 2,74%); Jaú (-2%), por artefato de couro e calçados (-10,10%) e coque, petróleo e biocombustíveis (-0,34%); Santos (-1,53%), influenciado por produtos alimentícios (-2,56%), impressão e reprodução de gravações (-3,27%).

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Evento sobre mercado de trabalho em empresas exponenciais marca lançamento da How em Curitiba

Uma conversa sobre a dinâmica de trabalho em empresas que crescem exponencialmente mostrou que o setor de tecnologia está carente de profissionais que tenham espírito empreendedor e habilidades que vão além do que aprendem nos bancos escolares e de universidades. Em um evento no NEX Coworking, em Curitiba, a How – Skills, not Degrees, hub de inovação em educação, reuniu Vick Figueira, do EBANX, Robson Privado, da MadeiraMadeira e Octavio Dullenkopf Torres, da Contabilizei e o fundador da How, Leandro Henrique Souza, para falar sobre trabalho, cultura, desafios e oportunidades no ecossistema de startups.

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Agibank lança cartão de crédito e débito

O Agibank, banco totalmente digital, anuncia que sua oferta está ainda mais completa com a chegada do cartão múltiplo. A partir deste mês os clientes já podem solicitar, gratuitamente, o cartão de débito e crédito com a bandeira Mastercard e abrangência internacional. A solicitação é feita diretamente pelo app, de forma muito simples e rápida.

Com o propósito de fazer o dia a dia das pessoas melhor, o Agibank prioriza o desenvolvimento de produtos e serviços que gerem extremo valor para os clientes, através de tecnologias disruptivas que tornem a experiência cada vez mais única e personalizada.

O cartão de débito e crédito é totalmente gratuito no primeiro ano e permite compras à vista ou a prazo, dentro e fora do Brasil, além de saques em mais de 20 mil caixas eletrônicos da rede 24Horas. A partir do segundo ano, há condições especiais para que a isenção seja mantida.

“Nossa ambição é que os clientes, pessoa física ou jurídica, se sintam atendidos de forma diferenciada e que encontrem no Agibank uma alternativa segura, moderna e ágil para se relacionarem, receberem seu salário, realizarem todas suas movimentações e seus investimentos”, explica Glauber Correa, CCO, Chief Commercial Officer.

Outra novidade para os correntistas do Agibank é a possibilidade de realizar investimentos em CDB também pelo smartphone. O aporte mínimo requerido é de R$ 1 mil e os clientes podem escolher entre seis planos, com carência entre 1 e 48 meses, com várias opções de investimentos e prazos.

“Agora, nossos clientes podem investir pelo celular de qualquer lugar. Oferecemos investimentos com diversas condições, para que estes se adequem ao perfil/disponibilidade de cada cliente. Aqui, independente do capital disponível, todo mundo pode se tornar um investidor. Todo processo é feito de maneira rápida, segura e sem burocracia”, ressalta Correa.

As condições para solicitação do cartão múltiplo Agibank e as regras para os investimentos estão disponíveis no aplicativo e no site: www.agibank.com.br/.

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O sucesso do seu negócio pode depender da Edge Computing – Por Robert Linsdell

O mundo tecnológico é repleto de buzzwords, tendências e ‘inovações disruptivas’. É tão fácil perder-se em novas terminologias que, às vezes, não tomamos conhecimento ou ignoramos alguma tecnologia que causa um real impacto no mundo.

Eu acredito que edge computing recai nessa categoria. Trata-se de um termo não exatamente novo, mas muitas pessoas da indústria ainda não têm consciência do seu significado e, certamente, da sua importância para os negócios.

Nós realizamos uma pesquisa em nossa base de clientes e parceiros em toda a região Ásia Pacífico e descobrimos que quase um terço dos entrevistados não tinha pleno conhecimento desta tecnologia. Quarenta por cento dos entrevistados têm uma compreensão abrangente da tecnologia, mas somente um terço efetivamente fez mudanças em sua infraestrutura para acomodá-la.

O Gartner também realizou uma pesquisa (Gartner, Hype Cycle for Emerging Technologies, 2017, 21 de julho de 2017, Mike J. Walker) sobre o tema. Segundo esse instituto de pesquisa, “A maior parte da tecnologia para data centers edge está prontamente disponível; ainda assim, a aplicação generalizada da topologia e arquiteturas explícitas de aplicação e rede ainda não são comuns. Segue sendo necessário que as plataformas de gerenciamento de sistemas e rede sejam ampliadas para incluir unidades edge e tecnologias específicas para a função edge, tais como data thinning, compressão e análise de vídeo”.

Neste artigo, analisamos exatamente o que é a periferia da rede e por que é importante que sua empresa tenha a estratégia correta para ela.

Então, de que se trata?

A extremidade (edge) representa pontos de entrada em redes corporativas ou de provedores de serviços. Tradicionalmente, isso incluía roteadores, switches, computadores desktop etc. Nos anos recentes, a periferia se expandiu; isso foi provocado, em parte, pela disseminação de tablets, laptops, smartphones, dispositivos vestíveis e outros.

Essa explosão, um sinal de nossa gradual transição para um futuro baseado em IoT, impulsionou a necessidade de ‘edge computing’, que definimos como o processo de deslocar o poder computacional do data center para as extremidades da rede, perto de onde todos esses dispositivos estão e para os quais a maioria dos dados está, agora, sendo criada.

Considere a maneira pela qual os dados são hoje criados e processados na periferia.

Uma loja de varejo que necessite de processamento de informações de clientes em tempo real; uma agência governamental que precise localizar dados por razões de segurança; sites de mining que necessitam de analytics em tempo real de dados capturados de um drone explorador ou de um dispositivo vestível usado por trabalhadores – particularmente críticos em casos de acidente. O quadro é cristalino: estamos desenvolvendo inovações digitais que são processadas na periferia da rede; portanto, necessitamos de alguma infraestrutura neste local, a periferia, para cuidar disso. Mais do que uma argumentação, trata-se de uma realidade premente. Implementar infraestrutura edge é vital para otimizar a maneira como a sua empresa usa a tecnologia.

Apoiando a maneira como usamos a tecnologia hoje

Agora, pense em como dependemos da tecnologia atualmente – não somente no local de trabalho, mas na vida cotidiana.

Nós usamos aplicativos para chamar um táxi, pedir alimentos, alugar nossas casas, verificar o clima, agendar feriados e quase tudo o mais. Temos pouca paciência quando esses serviços estão indisponíveis.

Essa dependência e a pouca paciência são levadas ao local de trabalho. Os funcionários – e, em particular, os funcionários mais jovens, da geração do milênio – querem uma experiência de usuário totalmente integrada em seu local de trabalho; querem que a tecnologia trabalhe para eles. Falhas, flutuações e latência estão simplesmente fora de questão.

As empresas responderam às novas exigências de um playground digital no local de trabalho por meio da proliferação dos dispositivos periféricos mencionados acima. Infelizmente há uma desconexão entre isso e a implementação da infraestrutura que precisa estar operante para apoiar esse modelo.

Se você implementa infraestrutura de edge, como um data center modular – um sistema limpo, plug-and-play, convergido – até as linhas de frente da sua empresa, as cargas de trabalho são processadas mais rapidamente e com latência mínima.

Isso significa videoconferências com áudio e vídeo sincronizados e uma experiência não arruinada por imagens pixelizadas e má qualidade de som. Isso é feito conectando o tablet ao servidor em milissegundos, não minutos. O resultado é uma melhor experiência geral do usuário (UX).

Ou seja: não faz mais sentido depender do data center, que pode estar a quilômetros de distância ou até ultrapassado, para gerenciar a periferia da rede. Uma abordagem multifacetada é necessária. Acima de tudo, a periferia está se tornando rapidamente a parte mais importante dessa abordagem.

Robert Linsdell lidera a divisão ANZ, da Vertiv.

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Mastercard anuncia cartão cidadão multifuncional e as tendências em meios de pagamento durante o CMEP 2018

A evolução digital abre enormes oportunidades e desafios para a indústria de meios de pagamento. Neste cenário, a Mastercard, trará para o 12º Congresso de Meios Eletrônicos de Pagamento – CMEP – um dos seus projetos prioritários para 2018: o incentivo ao uso da tecnologia de pagamento sem contato para facilitar o dia-a-dia nas grandes cidades por meio de um cartão cidadão multifuncional.

Segundo Paulo Frossard, Vice-presidente de Market Development da Mastercard para Geosouth, o objetivo é oferecer um único cartão que, além de funcionar como cartão de identificação, possa ser utilizado para receber salário, benefícios governamentais e sirva para pagar despesas, como o transporte público. “Um cartão integrado ao dia-a-dia da cidade promove inclusão financeira e contribui para que cidades sejam mais conectadas, eficientes e inclusivas”, explica o executivo.

Os primeiros exemplos dessa solução já começaram a ser implantados no Brasil, com foco na mobilidade urbana, um dos desafios em grandes cidades do mundo. Atualmente R$15 bilhões dos pagamentos no transporte público no Brasil são realizados por meio do dinheiro em espécie, o que gera custos operacionais e logísticos para o operador, além dos problemas com falta de troco e de segurança.

Para solucionar esses problemas, desde 2016 os trens do Rio de Janeiro são pioneiros no pagamento de transporte público com cartões de crédito, débito, pré-pago e wearable (EMV) Mastercard para pagamento do transporte público, e Jundiaí, em dezembro passado, tornou-se a primeira cidade da América Latina a disponibilizar o sistema em toda a frota (305 ônibus).

Na Colômbia essa eficiência também já está presente, com o exemplo do Governo de Barranquilla que mapeou os processos internos e implementou soluções Mastercard para pagamento de fornecedores e distribuição de benefícios sociais, reduzindo 22% dos seus custos operacionais.

“A Mastercard, por meio de parcerias público privadas, desenvolve projetos que promovem eficiência, transparência e redução de custos para governos, oferece conveniência e satisfação para os usuários e melhora a mobilidade das grandes cidades”, complementa Paulo.

Debates

A Mastercard também estará presente em dois paineis durante o CMEP. O tema segurança digital será apresentado durante a palestra “O poder do Cyber Security no desenvolvimento do mercado de meios de pagamentos”, comandado pela vice-presidente de Security Decisioning and Products da Mastercard, Rebecca Ledingham, no dia 14 de março, às 11h15.

Ainda na quarta-feira, às 14h45, João Pedro Paro Neto, presidente da Mastercard para Brasil e GeoSouth, participará do painel “Regulação: evolução, impactos e desafios futuros”.

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O que o e-commerce pode esperar do Dia do Consumidor – Por Cesar Zuntini

Se me lembro bem, o Dia do Consumidor, 15 de Março, era uma data que há três anos passava praticamente despercebida pelo calendário do varejo. Mas para a surpresa do mercado, o evento tem crescido e gerado resultados de vendas animadores para o primeiro semestre. Mesmo com a crise econômica do país, em suas últimas edições, a ocasião alcançou um crescimento anual de 15% a 18%, com um faturamento de, aproximadamente, R$ 265 milhões, segundo a estimativa do e-bit. A boa notícia é que, se mantivermos o mesmo ritmo, este ano essas proporções podem ser ainda maiores no comércio eletrônico.

Com a evolução do evento e toda a expectativa do e-commerce em torno da data, é possível considerar que o Dia do Consumidor, a longo prazo, tem potencial para se tornar sim, a “Black Friday” do primeiro semestre. Há uma mobilização mais intensa, tanto da parte dos usuários, que estão pesquisando mais e buscando por ofertas mais atrativas, quanto nos preparativos das lojas online e redes de afiliados.

A partir desta perspectiva, conseguimos destacar aqui algumas das principais tendências que podem se consolidar no Dia do Consumidor deste ano:

Maior oferta de cupons de desconto

No último ano, o número de códigos promocionais oferecidos pelas lojas online, especificamente para o Dia do Consumidor, cresceu 50% em relação a 2016. A estratégia de disponibilizar os códigos promocionais na ocasião já faz parte das ações de marketing de pequenos e grandes varejistas com o objetivo de atrair novos clientes e aumentar a taxa de conversão na loja. No Dia do Consumidor, os cupons costumam gerar até 40% de desconto nos produtos, dependendo da categoria.

Crescimento do Marketplace

Grandes e-commerces como Walmart, Submarino e Casas Bahia têm aberto cada vez mais espaço para as vendas via marketplace, e, há uma grande possibilidade que este impacto seja percebido pelo mercado nas ações deste primeiro semestre. A vantagem para os usuários é poder contar com um amplo sortimento de produtos oferecidos por diversas lojas dentro dessas plataformas. No entanto, a compra de produtos via marketplace requer um pouco mais de pesquisa pois, mesmo que o item esteja “mais barato” em determinada loja, o valor do frete varia de acordo com a localização de cada fornecedor. Por isso, é importante que o consumidor compare o preço final da compra, para se certificar que está fazendo a melhor escolha.

Preços mais competitivos

Com o aumento de participação de pequenos lojistas via marketplace e uma maior atenção do mercado para o Dia do Consumidor, a tendência é que a disputa pelo menor preço no e-commerce fique ainda mais acirrada, a exemplo do que acontece na Black Friday, em novembro. Mas, para que isso aconteça de maneira sustentável para as lojas online é importante que haja um planejamento eficiente para as vendas, incluindo negociação com fornecedores e empresas de logística.

Cesar Zuntini, Head de Conteúdo e Partnership do Cuponomia, plataforma que reúne cupons de desconto dos principais players de comércio eletrônico do país, e que recentemente iniciou operações no México, Chile e Colômbia.

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Fintech de crédito corporativo F(x) recebe novo aporte de capital

Dan Cohen, da F(x)
Foto: Allan Kirsten

A F(x) – leia-se FdeX, fintech que conecta empresas que buscam crédito a fontes de financiamento, concluiu o aporte de capital junto à gestora de Venture Capital da e.BRICKS Ventures. Com os recursos, a fintech espera aumentar o seu portfólio de produtos e multiplicar a base atual de clientes.

“Com esses recursos iremos lançar a plataforma SaaS (Software as a Service), uma poderosa ferramenta que centralizará o relacionamento das empresas com o mercado financeiro, desenvolveremos mais funcionalidades de maneira mais rápida e ampliaremos a área comercial da empresa”, explica Dan Cohen, CEO da F(x).

Criada em 2016, a fintech oferece uma robusta plataforma online que conta com mais de 150 alternativas de financiamento entre bancos médios, fundos de investimento, financeiras, cooperativas de crédito, entre outros. Através de tecnologia de matching e inteligência artificial, os algoritmos da F(x) não somente identificam as melhores combinações entre a necessidades de financiamento das empresas e os financiadores cadastrados, como também fazem sugestões para que as empresas aumentem as suas chances de sucesso em uma captação.

“Estamos muito entusiasmados com a parceria e vamos trabalhar junto com o time da companhia para acelerar o crescimento e para transformar a F(X) em sinônimo de crédito para médias e grandes empresas no Brasil”, diz Pedro Sirotsky, managing director da e.Bricks Ventures.

A gestora de Venture Capital e.Bricks Ventures foi fundada em 2013 pelas famílias Sirotsky e Szajman, empreendedoras brasileiras conhecidas por seus grupos econômicos, Grupo RBS e Grupo VR, respectivamente. Com um posicionamento diferenciado no mercado de Venture Capital brasileiro, a e.Bricks Ventures trabalha junto aos fundadores para agregar muito mais do que apenas capital às empresas investidas. Como parte se sua estratégia, a gestora reuniu entre seus investidores empresários líderes de diferentes indústrias que estão comprometidos em apoiar o empreendedorismo como um meio de impactar a economia e a vida das pessoas. Desde de sua criação, a e.Bricks Ventures já realizou mais de 20 investimentos no Brasil e América Latina, incluindo algumas das startups de maior sucesso no mercado brasileiro, como Guia Bolso, Contabilizei, Infracommerce, Rock Content e AppProva.

Em franco crescimento

O último ano foi de grande crescimento para a F(x), que superou as previsões, alcançando 593 milhões de reais em propostas de financiamento, com 81 novas listagens em sua plataforma e mais de 150 usuários financiadores. A fintech também manteve seus investimentos em tecnologia e atingiu a versão 373 seu algoritmo core com a capacidade de realizar 30 mil matches por segundo com um índice de acerto de 89%.

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Startup implanta compliance em empresas

A corrupção virou pauta dos noticiários no Brasil. A cada semana, novas delações, denúncias e acusações envolvendo empresas e até o governo, recebem destacada cobertura da imprensa.

Para se ter uma ideia, em 2017, o ranking de corrupção da Transparência Internacional, que avalia a percepção da corrupção, teve uma piora significativa. O Brasil está no 96° lugar na lista do ano passado, que examinou a corrupção do setor público em 180 países. Segundo pesquisa da consultoria Deloitte em 2016, 65% das empresas pesquisadas no Brasil afirmaram ter um programa de compliance.

Os dados são bastante agravantes e negativos para o país de um modo geral, gerando desconfiança e instabilidade. No entanto, acendeu um sinal de alerta em empresas de todos os portes. Hoje, pequenas, médias e grandes companhias estão mais preocupadas em evitar que surjam atos de irregularidades e corrupção internos.

Foi pensando nesse cenário que o advogado Fábio Moreno e o engenheiro André Cepukas, desenvolveram o IComply, um aplicativo de fácil uso que auxilia na regularização e controle de forma mais certeira da empresa contra possíveis atos de corrupção.

“O IComply é uma ferramenta de compliance que busca o desenvolvimento moral e ético do funcionário, o que resulta na proteção da empresa e de seus administradores”, afirma Fábio Moreno, CEO da empresa. A ferramenta busca o desenvolvimento e disseminação de uma Cultura de Integridade, que possibilita a implementação eficaz de um Programa de Compliance, protegendo a empresa e os seus administradores.

Conheça as funcionalidades do aplicativo:

Por meio do aplicativo, é possível que qualquer colaborador da empresa ou terceiro, acesse o aplicativo IComply, que veicula documentos e comunicados institucionais, treinamentos e questionários, vídeos e entrevistas sobre compliance. “O app alcança, com extrema agilidade e eficácia todos os colaboradores da empresa, terceiros, fornecedores e demais parceiros negociais. Há também um canal de denúncia anônimo, além de grupos de discussões animados pelos próprios usuários”, explica Fábio.

Outro objetivo do aplicativo é aprimorar e facilitar o acesso ao programa de compliance, produzindo provas positivas para a empresa a partir dos dados de acesso gerados pelo aplicativo, como tempo de uso, participação em treinamentos, respostas aos questionários.

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Movile investe em processo otimizado para encontrar novos talentos em tecnologia

Para empresas de tecnologia e inovação, encontrar talentos e profissionais capacitados é fundamental para manter o crescimento e expansão acelerados. Foi pensando nisso e nas mais de 300 vagas para as áreas de tecnologia que serão abertas nos próximos dois anos, que a Movile, uma das líderes globais de marketplaces móveis, criou o HighTech, um banco de talentos unificado que busca atrair e recrutar desenvolvedores para todos as empresas do grupo, incluindo PlayKids, iFood e Sympla.

O objetivo principal da iniciativa é otimizar a forma como o talento se candidata, oferecendo também a possibilidade de todas as empresas analisarem o currículo. “A Movile tem o sonho de impactar a vida de 1 bilhão de pessoas e, para isso, busca sempre os melhores profissionais do mercado, já pensando em formar os times de tecnologia empoderados e capacitados a criarem produtos escaláveis, eficientes e em nível global”, explica a Diretora de Gente da Movile, Luciana Carvalho.

Após a inscrição, os candidatos passam por uma qualificação inicial e, sendo aprovado, o currículo fica em destaque frente aos recrutadores das oito empresas do grupo Movile, dentre elas: iFood, Sympla, Rapiddo, PlayKids, MapLink e Wavy. Para se cadastrar, os interessados devem ter, no mínimo, quatro anos de experiência em desenvolvimento Android, iOS, Backend ou Frontend. Para acessar as vagas, basta entrar no link movile.gupy.io.

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7 sinais de que um funcionário está planejando pedir demissão – Por Vladimir Prestes

A falta de profissionais na área de TI não é novidade. Os recrutadores têm quebrado a cabeça em busca de especialistas excepcionais, profissionais experientes e líderes de equipe. As empresas têm disputado funcionários entre si, e muitos profissionais de destaque, estão sendo recrutados por empresas estrangeiras. Cenário que contempla não apenas altos salários, como também diversos benefícios – o que agora é comumente chamado de family care.

Nessas circunstâncias, a tarefa de manter tais talentos na empresa é uma necessidade premente. Por isso, é imperativo reconhecer uma série de sinais que podem identificar se o funcionário está planejando deixar a empresa. Cada um deles, separadamente, não possui grande relevância. Atente-se ao conjunto dos fatores.

1. Mudança radical de comportamento

O funcionário sempre foi ativo e comunicativo, mas tornou-se tão quieto que passa despercebido? Ele argumentava cada passo e trabalhava com muito entusiasmo, mas agora concorda com tudo e não mostra iniciativa? Anteriormente, estava disponível a qualquer momento, e agora separa rigorosamente o tempo de trabalho e pessoal? Mudanças bruscas de comportamento são um sinal claro de que o funcionário está desmotivado e pensando em mudar seu local de trabalho. Acredita-se que o dinheiro é tudo, mas na verdade, o mais importante para uma pessoa é aquilo que ela faz. Se o trabalho se tornar desinteressante para o funcionário, ele o deixará facilmente.

O que fazer? Em tais casos, o ideal é conversar com o funcionário, entender seus interesses e propor um novo projeto. É importante lembrar que a falta de entusiasmo no trabalho pode estar associada a problemas pessoais, por isso, durante a conversa, o profissional de RH também deve, cuidadosamente, esclarecer esse ponto.

2. Diminuição da produtividade

Não se iluda sobre a eficiência do trabalho dos funcionários – não somos robôs, não podemos produzir o mesmo todos os dias. Algumas empresas utilizam programas de monitoramento do tempo de trabalho para ter acesso a resultados concretos e saber sobre a ciclicidade desses indicadores de desempenho. Não se surpreenda em datas comemorativas como o Ano Novo, ou antes de feriados, que a produtividade de toda a empresa sofra uma redução, e após o período de férias, o funcionário precise ainda de algumas semanas para entrar no ritmo de trabalho normal.

Mas se a produtividade diminuiu significativamente e tem se mantido em um mesmo nível no geral, existe a possibilidade de que o funcionário esteja “fazendo corpo mole”. Neste caso, é fácil realizar uma verificação adicional – apenas analisando minuciosamente a atividade deste profissional durante o dia, semana, mês.

O que fazer? A diminuição da produtividade pode ser resultado da fadiga, do desgaste profissional ou simplesmente, preguiça. Se não houver a oportunidade de verificar suas suspeitas, não se precipite. Por si só, a redução na produtividade geralmente não significa nada. Isso apenas poderá gerar suspeitas, principalmente se houverem outros sinais.

3. Absentismo frequente durante o horário de trabalho

Quase ninguém faz entrevistas fora do horário de trabalho ou nos fins de semana. Na maioria das vezes, isso acontece nos dias da semana e no auge do dia útil. Se um funcionário pediu para se ausentar do trabalho uma ou duas vezes no mês – pode ficar tranquilo, provavelmente, são apenas afazeres domésticos. Mas se ele começou a se ausentar muitas vezes, sem aviso prévio e sem fornecer documento justificatório ou explicação clara – isso pode ser uma evidência indireta.

O que fazer? Converse com os colegas do funcionário, verifique se suas suspeitas estão fundamentadas. Se confirmadas, você tem tempo para se preparar para uma conversa e desenvolver um plano de ação.

4. Muitas chamadas recebidas

Aqui, tudo é muito simples: se um funcionário começa a receber chamadas frequentes, mais vezes do que o habitual, e atendendo, dirige-se ao interlocutor de maneira formal, pedindo para aguardar e sai do escritório – ele está negociando um novo emprego.

O que fazer? Primeiramente é importante esclarecer se o funcionário não está fazendo aniversário ou se não se trata de alguma outra comemoração – aniversário de casamento ou aniversário de algum ente querido da família. Em caso negativo – prepare uma contraoferta se este for um funcionário valioso para a empresa ou procure uma substituição se for apenas um funcionário regular.

5. Atualização de currículo e visitas a sites de pesquisa de emprego

Este é um dos sinais mais claros, portanto, é fundamental monitorar cuidadosamente os currículos de seus profissionais. A maneira mais fácil é verificar serviços populares, sites com reprodução automática de currículos. Também é importante definir as condições – empresa, e-mail, cargo, nome – e periodicamente receber relatórios. O problema é que o funcionário pode não indicar o local de trabalho atual e disponibilizar um e-mail pessoal. Neste caso, revise regularmente o currículo “manualmente” – por exemplo, pelo número de telefone.

Acompanhar as visitas a sites com vagas de emprego e publicações de currículo utilizando um sistema DLP (Data Loss Prevention – sistema de proteção contra vazamentos de informações confidenciais) também pode ser valioso. Se o funcionário não for um membro do departamento de RH, a atividade nos sites de pesquisa de trabalho leva a conclusões inequívocas. Além disso, esse tipo de tecnologia pode registrar o envio de currículo por e-mail e conversas sobre pesquisa de emprego no Skype, mensageiros instantâneos e redes sociais.

O que fazer? Conversar abertamente. Informar que você viu o currículo atualizado e está disposto à negociar.

6. Manifestação de descontentamento explícito

A maioria das pessoas não gosta de compartilhar de sua alegria, mas se estiverem insatisfeitos com alguma coisa, sentem uma necessidade vital em contar isso aos outros. Os sinais de que o funcionário já está em busca ou está prestes a começar a procurar um novo emprego, se manifestam em conversas com colegas. Por exemplo, ele não esconde seu descontentamento com seus superiores, com o escritório, suas condições de trabalho, seu salário, entre outros.

O que fazer? Converse com o funcionário ou afaste-o, caso entenda que um profissional que ao invés de discutir abertamente o que não lhe agrada com seus superiores, espalha sua insatisfação com a equipe.

7. Download de documentos para mídias removíveis, reenvio por e-mail ou para nuvem

Os funcionários frequentemente referem-se aos resultados de seu trabalho como algo que pertence exclusivamente a eles, seja a base de clientes estabelecida, documentos elaborados por advogados, estudos analíticos ou fórmulas desenvolvidas. Pouquíssimas pessoas chegam a essa conclusão de que tudo isso é realizado com os equipamentos do empregador e durante o horário de trabalho e que, portanto, pertence à empresa. É justamente por isso que os funcionários não enxergam nada de errado em “apoderar-se” de suas realizações antes de sair do trabalho.

Mais uma vez a tecnologia torna-se uma grande aliada. Perceber que o empregado está repassando grandes volumes de informação para unidades flash, também é possível por meio de sistemas DLP. Se não houver a ferramenta, você pode simplesmente observar os funcionários mais de perto, detectando comportamento agitado, olhares desconfiados e monitores virados dos colegas, por exemplo.

O que fazer? Proteja comercialmente as informações valiosas da empresa. Contrate um profissional de segurança e notifique os funcionários sobre as consequências. Por fim, reflita se vale a pena manter o funcionário, que pode ser um potencial concorrente.

Vladimir Prestes é Diretor Geral da SearchInform no Brasil, líder russa em sistemas de segurança da informação há mais de 20 anos.

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Locaweb Corp adquire Cluster2GO

A Locaweb Corp, unidade corporativa da Locaweb, anuncia a aquisição total da Cluster2GO, uma das maiores empresas de gerenciamento de serviços multicloud do Brasil. Com a compra, a especialista em serviços para o público corporativo, passa a oferecer multicloud por meio de uma solução que permite aos ambientes públicos e privados funcionarem de maneira independente e se conectarem apenas quando necessário, além da gestão dos serviços.

Com a crescente preocupação das empresas para manterem seus dados seguros, a nuvem híbrida deixou de ser uma tendência para se tornar necessidade. Acompanhando esse movimento, há algum tempo a Locaweb Corp vinha pesquisando a respeito do setor, no qual já desejava atuar. Dessa forma, chegou até a Cluster2GO.

Há 18 anos no mercado, a Cluster é parceira oficial da Microsoft (Azure), Amazon Web Services (AWS), Oracle e Google, que credenciam a marca para atuação em diversos setores do mercado corporativo, como bancos, telecomunicações e indústria farmacêutica. Hoje, conta com cerca de 200 clientes, entre eles Cielo, Roche, Dotz e Banco Volks.

“Com um portfólio de serviços focado em multicloud, a Cluster2GO conquistou um espaço relevante no mercado nacional para atuar na transformação digital de algumas das maiores empresas do país. Também devemos isso à parceria que temos com a Microsoft (Azure) e a Amazon (AWS), que foi decisiva para oferecermos soluções cada vez mais competitivas. E nada melhor do que começar o ano em uma nova fase, na qual contaremos com outra expert, pioneira em cloud computing no Brasil, mas dessa vez fazendo parte dela”, ressalta Fábio Alexandre Vieira, cofundador da Cluster2Go.

Com a aquisição, a Locaweb Corp se une a uma das principais plataformas multicloud da América Latina para o segmento corporativo. A Cluster2GO permanece com sua operação inalterada e passa a contar com toda a estrutura da Locaweb.

De acordo com Alexandre Glikas, diretor-geral da Locaweb Corp, a expectativa é acelerar ainda mais o crescimento. “Com a entrada da Cluster2GO, prevemos um crescimento de 35% para 2018. Estamos prontos para oferecer a perfeita integração entre os principais players, com serviços especializados de migração, gestão operacional multicloud, consumo inteligente, banco de dados, monitoramento e segurança”.

Locaweb

Com a aquisição da Cluster2GO por uma de suas unidades, a Locaweb também vê seus números crescerem. A compra deve elevar o faturamento da empresa para 400 milhões.

Esta é a quinta aquisição da companhia nos últimos 6 anos. Desde então, vem ampliando seu portfólio para fortalecer a atuação em mercados como e-commerce e marketing cloud. Trata-se de uma estratégia da marca, que enxerga nas aquisições uma forma de entrar em mercados antes inexplorados para continuar acelerando o seu crescimento.

“A Locaweb está passando por um novo momento, em um ano muito especial. Completamos duas décadas em 2018 e temos como objetivo tornar a Locaweb líder no fornecimento de serviços digitais no Brasil. Com essa compra, vamos aumentar nosso leque para atender de forma ainda mais assertiva todas as necessidades dos nossos clientes corporativos”, afirma Fernando Cirne, presidente da Locaweb.

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