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Teradata adquire start-up StackIQ para fortalecer operações em nuvem e on premise

A Teradata (NYSE: TDC), empresa líder em dados e analytics, anunciou a aquisição da StackIQ, start-up sediada em San Diego, desenvolvedora de uma das plataformas de provisionamento de software mais rápidas do mercado, que atualmente gerencia a implantação de software de nuvem e análise em milhões de servidores e data centers ao redor do mundo. O acordo firmado pelas empresas irá aproveitar a experiência da StackIQ em softwares abertos e grande provisionamento de clusters para simplificar e automatizar a implantação do Teradata Everywhere. Com essa nova oferta, os clientes da Teradata terão a velocidade e a flexibilidade necessária para implantar as soluções em ambientes de nuvem híbrida, permitindo inovar rapidamente e criar novos aplicativos analíticos para seus negócios.

Além dos ativos de tecnologia, a aquisição também inclui a talentosa equipe de engenheiros da StackIQ, que irá se juntar a organização de P&D da Teradata, ajudando a acelerar a capacidade da empresa de automatizar a implantação de software em sistemas de operações, engenharia e clientes finais.

”A Teradata tem orgulho em construir e investir em soluções que tornam a vida mais fácil para nossos clientes”, disse Oliver Ratzesberger, vice-presidente executivo e diretor de produtos da Teradata. “Somente as tecnologias com melhor desempenho e realidade de mercado são adicionadas ao nosso ecossistema, e a StackIQ entrega produtos que se destacam em seu campo de atuação” completa o executivo. Segundo Ratzerberger, ”a adição da tecnologia StackIQ à IntelliFlex, IntelliBase e IntelliCloud fortalecerá nossos recursos e permitirá que a Teradata redefina o modo como seus sistemas são implantados e gerenciados globalmente”.

“Nossos altos padrões também se aplicam às pessoas que contratamos”, continuou Ratzesberger. “Como a Teradata continua a expandir suas habilidades de engenharia (P&D) para impulsionar a inovação tecnológica em curso, buscamos indivíduos qualificados e talentosos para se juntarem a nossa equipe. Mais uma vez, a StackIQ está acima do nível de mercado com engenheiros talentosos, que temos a honra de considerar a partir de agora funcionários da Teradata “.

De acordo com o contrato firmado entre as empresas, a Teradata agora possui exclusividade sobre toda propriedade intelectual da StackIQ que automatiza e acelera a implantação de softwares em grandes conjuntos de servidores (físicos e virtuais/na nuvem). Esse aumento na automação ocorrerá em todas as implantações do Teradata Everywhere, reduzindo drasticamente o tempo de compilação e entrega de soluções complexas de análise de negócios, além de adicionar a capacidade de gerenciar “appliances” de software em infraestrutura de nuvem híbrida. A velocidade da nova solução integrada da Teradata também permite a execução de testes rápidos ou de hardware de benchmarking bem como a rápida redistribuição entre as tecnologias para combinar os requisitos de mudança de carga de trabalho do cliente.

“Essa união com a Teradata, empresa líder de mercado em soluções de dados analíticos, valida a importância da engenharia da StackIQ e do talento que cultivamos ao longo dos anos”, disse Tim McIntire, co-fundador da StackIQ. “Estamos ansiosos para trazer um pouco da cultura das start-ups de San Diego para a Teradata, trabalhando em conjunto para simplificar a experiência do cliente na implantação e atualização de software do sistema”. Os termos do contrato de aquisição não foram divulgados.

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Worldpay e Banco Rendimento ampliam oferta de soluções na aceitação de pagamento global

A Worldpay, líder global em serviços de pagamentos, anuncia sua parceria com o Banco Rendimento para lançar soluções de adquirência doméstica no Brasil. A colaboração permitirá que as duas companhias processem pagamentos de consumidores e marca um importante momento do mercado brasileiro – como parte do crescimento exponencial no eCommerce no país.

A Worldpay optou pela parceria com o Banco Rendimento pela experiência de 25 anos da companhia financeira no setor de soluções de pagamento e câmbio internacional no mercado brasileiro, além de suas habilidades para ser inovadora e ágil. A Worldpay já oferece soluções de adquirência em 50 países e, por meio desta parceria com o Banco Rendimento, será possível disponibilizar esse serviço aos estabelecimentos brasileiros.

Com a parceria, a Worldpay e o Banco Rendimento serão um dos primeiros a oferecer soluções end-to-end de pagamento para estabelecimentos online no Brasil com a adquirência em cartões de crédito e débito, faturamento e liquidação em diversas moedas. Esse acordo entre as empresas também facilita que comerciantes internacionais aceitem os pagamentos online de variados mercados, oferecendo acesso a mais de 300 métodos de pagamento, processamento em 126 moedas e solução antifraude por meio da plataforma de pagamentos online da Worldpay.

Em paralelo a esse anúncio, a Worldpay conduziu um estudo, com 3.217 participantes no Brasil, para entender o atual nível de confiança dos consumidores em relação ao comércio e à situação da economia diante da recente crise. De acordo com a pesquisa, 82% dos consumidores brasileiros acreditam que a maioria das compras será feita pela internet nos próximos cinco anos, além disso, 75% deles preferem comprar itens domésticos no ambiente online. A compra de bens de consumo pela internet ocorre com maior frequência e o comprador pesquisado costuma acessar, em média, 22 lojas online por ano.

Devido ao incremento no uso de smartphones e melhorias na infraestrutura, o comércio online no Brasil deverá continuar seu crescimento de dois dígitos nos próximos dois anos. Em um novo sinal de aumento da demanda por compras on-line na região, o estudo da Worldpay também mostrou que os consumidores mais jovens, entre as idades de 18 a 34, são os mais propensos a comprar usando um aplicativo de smartphone (56%), em comparação com apenas 22% de consumidores com mais de 55 anos.

O setor de viagem é líder em pagamentos online. Apesar da crise econômica ter tido um impacto no número de viagens, o estudo da Worldpay aponta que 49% dos brasileiros acreditam que terão mais oportunidades de viajar como opção de lazer nos próximos 12 meses, com uma possível retomada da economia. Ainda segundo a pesquisa, os brasileiros costumam fazer, em média, três viagens por ano a trabalho e a mesma quantidade se aplica para viagens de lazer.

Juan D’Antiochia, Gerente-Geral da Worldpay para América Latina, afirma: “Como um dos oito maiores mercado de eCommerce do mundo, o Brasil está atraindo um número crescente de negócios que estão aproveitando o momento favorável. Nós estamos entusiasmados com essa parceria com o Banco Rendimento na expansão dos nossos serviços, proporcionando flexibilidade nas soluções de pagamento, ajudando os comerciantes na conversão de moedas e redução de custos para execução de negócios online em vários mercados. Nós queremos oferecer todo o apoio aos lojistas locais para levarem seus negócios a um patamar superior, e esse processo começa no momento que se passa a dar mais atenção na forma de pagamento que os clientes desejam”.

Roger Ades, Líder do Desenvolvimento de Produtos e Inovação do Banco Rendimento, confirma: “Nós estamos muito satisfeitos em oferecer soluções de adquirência no eCommerce no Brasil em parceria com a Worldpay. Estamos confiantes de que esse anúncio ajudará as duas empresas a contribuir com o comércio online brasileiro, que cresce cada vez mais. Isso permitirá que os estabelecimentos se beneficiem da nossa experiência conjunta em pagamentos domésticos e internacionais, auxiliando na oferta de pagamentos online e serviços além das fronteiras no Brasil”.

Como parte da expansão na região, a Worldpay também pretende lançar sua licença na Argentina ao final deste ano.

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Dinâmica do conselho de administração é tema de encontro do IBGC em São Paulo

O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) promoveu, em São Paulo, a quinta edição do seu encontro anual de conselheiros. Com ênfase na dinâmica do conselho de administração, o evento contou com a presença de mais de 200 participantes de todo o país. O objetivo era apresentar diversos temas de interesse da comunidade, ligados aos desafios e às tendências da governança corporativa, além de contribuir para o aprimoramento das boas práticas.

Dividido em quatro sessões, nas quais os especialistas convidados trocaram ideias e compartilharam suas experiências, foram discutidos assuntos relacionados à seleção de conselheiros, perfil, comportamento, desempenho e dinâmica dos conselhos de empresas familiares. O IBGC também levou ao público presente algumas enquetes, cujas respostas serviram para a elaboração das discussões e debates e promover maior interação entre os participantes.

Para a superintendente geral do IBGC, Heloisa Bedicks, o evento serviu como um diferencial no que diz respeito aos temas apresentados. “Todo ano, buscamos trazer assuntos de maior interesse do público, o que é sempre um desafio para nós, pois queremos mostrar aspectos que nem sempre são discutidos no dia a dia dos conselhos”, explica.

Também foi possível perceber uma evolução na quinta edição do encontro. “O público vem aumentando desde o primeiro ano, o que comprova o interesse pelos temas que vêm sendo abordados até agora e ajuda o IBGC a atingir o objetivo de manter sua relevância junto aos conselheiros”, conclui a superintendente do Instituto.

Para o presidente do conselho de administração do IBGC, Emilio Carazzai, o encontro representou uma oportunidade única para a comunidade de conselheiros. “Este encontro foi a maneira que encontramos de juntar a reflexão do pensamento acadêmico com a experiência prática da governança, adicionando os aspectos comportamentais que impactam a postura dos conselheiros”, diz.

Para Carazzai, a lição que ficou deste encontro refere-se aos avanços conquistados ao longo dos anos quanto à governança corporativa. “Creio que temos avançado em cada aspecto desse tema. O que vimos no encontro este ano foi uma consagração da governança. Como resultado, temos hoje bons exemplos de empresas que praticam sua relação com os stakeholders de acordo com os ensinamentos do IBGC.”

Estiveram presentes, entre outros palestrantes e debatedores, o executivo David Feffer, presidente da Suzano Holding e do conselho de administração da Suzano Papel e Celulose; Osvaldo Schirmer, presidente do conselho de administração das Lojas Renner; Eliane Garcia Melgaço, conselheira de administração da Algar Telecom; e Luiza Helena Trajano, presidente do conselho de administração do Magazine Luiza.

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OctopusGripper: conheça o robô inspirado nos movimentos de um polvo

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O OctopusGripper é o mais recente lançamento da Festo, multinacional alemã, líder em automação industrial. A inovação foi criada pensando em todos os movimentos de um polvo. Por não possuir esqueleto e ser feito inteiramente de músculos moles, o OctopusGripper é extremamente flexível e manobrável. “Isto não só significa que ele pode nadar agilmente em todas as direções, mas também agarrar uma vasta gama de objetos de formatos diferentes”, diz Flávio Rodrigues, Gerente de Marketing da Festo Brasil.

A garra foi construída por uma estrutura de silicone macia, que pode ser controlada pneumaticamente. Se o ar comprimido é aplicado a ele, o tentáculo dobra para dentro e pode envolver o item de uma maneira suave, mas firme. Graças a seu material macio, o tentáculo artificial não é só capaz de agarrar de maneira suave e segura, mas também preencher os critérios rígidos de um componente de robótica. “Tem grande potencial para colaboração no espaço de trabalho do futuro, dentro da concepção de Indústria 4.0.”, acrescenta Rodrigues.

Por ser uma criatura fascinante, o polvo possui alto potencial de uso em fábricas, podendo ser um novo modelo de colaboração homem-robô. O próximo passo é descobrir como esta nova funcionalidade pode ser aplicada na Indústria. “A mudança industrial exige uma nova maneira de interação entre seres humanos, máquinas e dados. As soluções de automação robóticas, no futuro, podem trabalhar lado a lado com as pessoas”. A inovação faz parte do projeto Bionic Learning Network – rede de aprendizado biônico, responsável por criar robôs inspirados em animais.

www.youtube.com/watch?v=ZPUvA98uSj8

BionicCobot e BionicMotionRobot

Além do OctopusGripper, a Festo lançou mais dois robôs biônicos inovadores. O primeiro é chamado de BionicCobot, que utiliza a pneumática para simular músculos flexíveis e sensíveis, muito similares ao de uma pessoa comum. Por conta do ar pressurizado, é possível fazer com que o robô desenvolva tarefas usuais com a mesma dinâmica que a de um ser humano, isso porque os recursos de Inteligência Artificial (a partir de algoritmos) permitem ensinar qualquer ação para o robô.

“Com os algoritmos, trouxemos para a invenção ensinamentos de como agarrar, levantar com cuidado e pressionar um objeto por meio da interação com os músculos criados pela pneumática. Os desenvolvedores tecnicamente programaram o princípio de agonista e antagonista em todas as sete articulações do BionicCobot”, revela Rodrigues.

No caso de uma colisão, por exemplo, o braço pneumático automaticamente alivia a pressão, não representando qualquer perigo para os seres humanos. O BionicCobot é operado intuitivamente por meio de uma interface gráfica de usuário desenvolvida em casa. Com o auxílio de um tablet, o usuário pode facilmente programar as ações a serem executadas e ordená-las em qualquer sequência. Por meio da plataforma de código aberto ROS (Robot Operating System), as sequências de movimento programadas alcançam o Festo Motion Terminal integrado, que orienta e controla a cinemática.

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Outra grande inovação é a vinda do BionicMotionRobot, inspirado no tromba de um elefante e nos tentáculos de um polvo. O robô pneumático possui 12 graus de liberdade e, com uma carga útil de três quilos, pode transportar aproximadamente o seu próprio peso. “O braço do MotionRobot consiste em três segmentos básicos que são movidos por quatro foles pneumáticos – Rodrigues. A tecnologia da Festo permite que o braço do robô dobre em três direções diferentes simultaneamente, além de executar fluentemente os movimentos naturais de seus modelos biológicos.

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Startups levam para a Agrishow o conceito de Fazenda Inteligente

A Agrishow, uma das maiores e mais completas feiras de tecnologia agrícola do mundo, terá na edição deste ano o espaço “Fazenda Inteligente: o futuro chegou” com o objetivo de aproximar os produtores rurais as novas tecnologias de agricultura digital que estão revolucionando a tomada de decisões e produtividade no campo. O projeto é idealizado por cinco startups pioneiras em agtech no Brasil: Agrosmart como porta voz, Aegro, InCeres, Horus Aeronaves e SpecLab

As startups investidas pela SP Ventures, um dos 10 maiores fundos investidores em agtech no mundo, segundo a Agfunder, se uniram com o objetivo de apresentar ao público da feira as aplicações e simplicidade do uso dessas novas tecnologias no dia a dia da fazenda, que já trazem ótimos resultados financeiros e ambientais para as fazendas que adotam essas soluções.

A aplicação dessas novas tecnologias na fazenda é resultado de um extensivo trabalho de pesquisa desenvolvidas pelas 5 empresas, além da vivência dos problemas no campo. As soluções que serão apresentadas durante a feira já são acessíveis ao produtor brasileiro e aplicáveis à agricultura de precisão, monitoramento da lavoura para irrigação inteligente, sistemas de gestão agrícola, drones, análise de solo dentre outras tecnologias de ponta. Além de possibilitar ver de perto todas essas inovações, o estande “Fazenda Inteligente” contará também com palestras de especialistas e a apresentação de cases de sucesso.

“A utilização de tecnologias digitais no campo está tornando as fazendas cada vez mais automatizadas e inteligentes. A captura e processamento de um grande volume de dados estão transformando a tomada de decisão no campo e essas inovações serão responsáveis pela expansão da próxima fronteira agrícola, ajudando o produtor a elevar a produtividade das lavouras para um novo patamar nunca antes visto no Brasil e no Mundo, de forma mais sustentável”, explica Mariana Vasconcelos, CEO da Agrosmart.

As empresas participantes do stand são:

Agrosmart: empresa que traz para o setor agro o conceito de cultivo inteligente e fazendas conectadas, irá apresentar um sistema de conexão por sensores, previsão de tempo e monitoramento via satélite;

InCeres: empresa de desenvolvimento de softwares para manejo da agricultura, trará o conceito de agricultura de precisão, mapa de fertilidade e mapa de produtividade para a fazenda;

Horus: fabricante de aeronaves não tripuladas, mostra o conceito de mapeamento dos locais por drones;

SpecLAB: mostra a análise de solo inovadora que demora cerca de 30 segundos para fazer a análise de nutrientes;

Aegro: sistema de gestão para o processo de produção agrícola que foca na eficiência agronômica e no planejamento financeiro, mostrará qual a melhor maneira de gerir toda a fazenda.

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Qiwi apresenta novas soluções na TanspoQuip 2016

A Qiwi, empresa especializada em terminais de autoatendimento e micro pagamentos, planeja expandir ainda mais a sua atuação no mercado brasileiro. Com foco no segmento de soluções de recargas para o transporte público, a empresa anuncia a sua participação na nona edição da feira TranspoQuip Latin America (encontro das indústrias de infraestrutura para transporte), promovido pela empresa Real Alliance. O evento será realizado nos dias 04, 05 e 06 de outubro, no Pavilhão Vermelho do Expo Center Norte, em São Paulo.

O evento apresentará as principais soluções e serviços para o desenvolvimento das áreas de construção, conforto do usuário, gestão e segurança. Na edição de 2016, a Qiwi apresentará seus terminais de autoatendimento e serviços de pagamento.

O primeiro, chamado de SSK4, pode ser fixado à parede e é voltado para a venda e recarga utilizando cartões de débito e crédito como meio de pagamento. A Qiwi também apresentará o SSK3, terminal de tela dupla que disponibiliza diversos serviços da empresa em um único equipamento.

Paolo Chiarlone, CEO da Qiwi, revela que o mercado é extremamente estratégico para a expansão dos negócios da multinacional. “Estamos há dois anos em território brasileiro, realizando estudos de mercado para tropicalizar as nossas tecnologias e atender as necessidades do usuário, que é carente deste tipo de serviço”. Além da recarga de bilhetes de transporte, a empresa oferece a opção para a compra de créditos em jogos e recarga de celular, bem como consulta de situação fiscal e de crédito. O usuário também pode realizar doações, compra de ingressos, entre outras facilidades.

Além de ser credenciada pela SPTRANS e RIOCARD, a Qiwi já está integrada com os principais sistemas de bilhetagem do país. “Estamos com uma forte estratégia de expansão, com crescimento de uma rede de recargas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Ribeirão Preto. A feira TranspoQuip Latin America nos permitirá apresentar as nossas mais recentes soluções, que visam trazer praticidade aos usuários das mais diversas regiões”, finaliza Fabio.

TranspoQuip

Data: 04 a 06 de outubro

Local: Pavilhão Vermelho – Expo Center Norte

Endereço: Rua Teixeira da Silva, 647 – Paraíso, São Paulo – SP

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Rakuten Digital Commerce anuncia novo Diretor Comercial

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Com grande experiência no mercado de Internet, Luis Henrique Pelizon assume como novo Diretor Comercial da Rakuten Digital Commerce. O executivo trabalhou no Buscapé, Ciashop, ajudou o MoIP em importantes iniciativas e antes de aceitar essa nova empreitada na Rakuten, ocupava o cargo de Sales Manager do MercadoPago.

Formado em Economia e pós-graduado em Engenharia de Marketing pela FIA, Pelizon também tem um MBA pela Universidade Pierre Mendés, em Grenoble, na França. Tido pelos ex-colegas como uma ‘águia’ no quesito de negociação comercial, com significativo conhecimento sobre comércio eletrônico e meios de pagamento, o executivo busca na Rakuten consolidar a liderança da marca no mercado de plataformas.

“Estou muito entusiasmado em fazer parte desse time que tem como objetivo capacitar todo o ecossistema do varejo. Com minha experiência, espero contribuir para essa revolução no e-commerce e elucidar no mercado que essa solução que a Rakuten oferece, com plataforma de e-commerce, meios de pagamento e integração ao marketplace traz ainda mais poder aos varejistas”, diz Pelizon.

De acordo com o CEO da Rakuten Brasil, René Abe, além da vasta experiência na área, Pelizon tem muito a agregar com o entusiasmo que demonstra sempre. “Temos um grande prazer de apresentá-lo como o novo responsável pela área comercial da Rakuten. Já testemunhei por diversas vezes sua habilidade notável em vendas e a paixão que ele aplica em tudo o que faz”, reforça.

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C4C: Tenha uma visão 360° do seu cliente – Por Wilmar Lima

Ao final de um dia cheio de visitas a clientes, captação de vendas e oportunidades, seus vendedores ainda são obrigados a registrar os pedidos manualmente em um sistema ou repassar para uma central de vendas? Depois disso, ainda deve ligar ao seu gestor para informar onde esteve durante o dia, o que fez, quanto vendeu e, por fim, precisa planejar como será o dia seguinte. E se tudo fosse feito automaticamente pelo celular, tablet ou laptop? Isso já é realidade em algumas empresas como a Dpaschoal, por exemplo, que atua na área automotiva e conta com 180 lojas físicas.

Ao ver a necessidade de acompanhar o mercado e os avanços tecnológicos, a Dpaschoal reestruturou o seu site, deu início a operação de e-commerce e substituiu a sua plataforma de CRM, ou seja, mudou a forma de “falar” e de se relacionar com o cliente.

Para viabilizar esta mudança, a empresa investiu na implementação do SAP Cloud for Customers (C4C), a solução de CRM da SAP que, certamente, veio para ficar, uma vez que possibilita a criação de um canal de relacionamento com o cliente e contribui para o aumento das vendas e gerenciamento da equipe, isso sem falar na agilidade e nos ganhos imediatos de informações para as empresas. Por ser 100% Cloud, a solução elimina qualquer necessidade de investimento em hardware.

A solução é robusta e altamente funcional para a gestão de vendas, clientes, marketing e serviços. Ou seja, facilita a vida dos vendedores e agiliza o relacionamento com a marca, pois permite a definição de territórios, gestão de visitas e definição de objetivos de vendas. O C4C viabiliza a gestão completa do processo de conversão de leads em clientes e oportunidades em pedidos (integrados ao ERP), além de um eficiente mecanismo de gestão de pesquisas para medir a satisfação dos clientes em relação aos produtos ou serviços prestados.

A gestão do funil de vendas; o engajamento de clientes por meio das mídias sociais e campanhas de marketing direcionadas especialmente para o público-alvo; a mobilidade e um serviço de atendimento multicanal, que permite registro e categorização de chamados abertos por SMS, e-mail, telefone ou redes sociais também estão entre os diferenciais da solução.

E quem não quer ter uma visão 360º do cliente? O C4C viabiliza o registro de todas as interações que o consumidor realiza com a empresa, como visitas, propostas, pedidos, solicitações de serviço, reclamações e e-mails.

A sua empresa está preparada para suportar essa transformação digital?

Wilmar Lima, é Diretor de Operações da FH.

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O varejo online e alguns de seus imperativos estratégicos – Por Daniel Domeneghetti

Mesmo com o contínuo crescimento do volume de internautas no Brasil, que somam 119 milhões de pessoas, as transações no comércio eletrônico deverão cair neste ano. Estudos apontam uma retração pela primeira vez em 12 anos, o qual deve registrar em 2016 um volume de R$ 62,4 bilhões, observando uma queda de 2,35% em relação ao ano passado Com isso, abre-se espaço para os empreendedores da era varejista digital criarem estratégias a fim de encantar o novo comprador, cada vez mais conectado e ciente do seu poder de compra.

Diferente do comércio físico, as vendas na internet tem a vantagem das empresas materializarem com mais facilidade e dinamismo soluções e táticas que visam o encantamento a longo prazo do e-consumidor, o que muitas vezes reverte em vendas. A transação eletrônica tem uma seara de informações em ações corriqueiras de uma operação online a seu favor. Seja uma pesquisa web de marketing focada em determinado produto, na forma de pagamento ou no e-commerce de nicho, o e-commerce é total beneficiário destas informações, pois a partir dessa ação é possível gerar oportunidades, assim como entender quais são os desafios diante da crise, além de ter a capacidade de remodelar a sua postura perante o público alvo.

Esta situação abre precedentes da loja virtual oferecer um modelo de compra mais personalizado e analítico, ajustado de acordo com a necessidade ou vontade do usuário. Bingo! Ponto para o comércio varejista online.

No Brasil, temos estas constatações, mas a realidade na prática é outra. A taxa de penetração do varejo digital não chega a roubar o montante do varejo tradicional. Historicamente, as transações eletrônicas representam 5% do varejo tradicional há 15 anos. As vantagens citadas acima não tiram a dependência do mercado virtual para o físico. O próprio cenário brasileiro revela que a maioria das lojas virtuais daqui é oriunda do comércio olho no olho, salvo as raras exceções da Netshoes e da Dafiti, que já nasceram com cerne digital.

Diante deste cenário pouco independente do mercado virtual de compra, a pergunta é: mas então como encontrar o ponto de equilíbrio entre o físico e o digital?

Pensando nisso, 3 dos importantes axiomas que condicionam o melhor do desempenho do varejista neste ambiente de forte crise econômica têm se sobressaído ultimamente, quando se trata da relação físico/digital:

1. Arquitetura corporativa deve ter foco no cliente

Tecnologias como o CRM, BI e Analytics vêm pagando o preço da arquitetura corporativa das empresas não serem orientadas ao Cliente no Brasil. De nada adianta mudar de dentro para fora, se não se conhece o “fora”. Conhecer o consumidor é a base de tudo. Por isso, para que a gestão da empresa possa tirar proveito das plataformas digitais, é necessário partir do pressuposto de que a experiência do consumidor final é o foco principal de qualquer iniciativa ou implementação. Isso quer dizer integrar ao comércio eletrônico um conjunto de serviços, conteúdos, comunicações, canais e novas tecnologias relevantes, a fim de que o relacionamento próximo, além da simples transação, se torne o foco da empresa.

2. Busca on-line pode gerar mais vendas offline

Primeiramente é preciso saber as motivações e o perfil do consumidor para quem se pretende vender. Trata-se de um processo de inteligência que envolve, dentre outra, questões como geolocalização, analytics e user experience, além de inteligências etimológicas e contextuais. Nesta equação, entretanto, a inteligência de contexto é a mais fraca, já que significa a compreensão de que os parâmetros utilizados para determinada busca não são estanques, ou seja, existem em função de uma finalidade única e clara.

3. Digital acelera o físico

O marketing digital aumenta sensivelmente a capacidade de fazer vendas no mundo físico, mas a recíproca, no Brasil, não tem sido verdadeira, como no Japão, nos países Nórdicos e nos Estados Unidos, dentre outros. Enquanto nesses outros países o mundo físico ajuda a acelerar as vendas no mundo digital, como os quiosques que permitem fazer e fechar a compra virtual in loco em shopping centers, aqui no Brasil ainda se exige somente que o digital acelere o físico. Vale realçar, contudo, que não é de hoje que o varejo físico se beneficia do digital. E isso, em um mundo cross-canal e multiplataforma (incluindo aí obviamente as mobile, social e convergentes, mas não somente) é fundamental para o sucesso da marca, independente de seu ambiente principal de transação (se físico, digital ou ambos).

Tendo essas três premissas, dentre tantas outras, na cabeça e as executando da maneira mais aderente ao seu escopo de atuação, a balança do equilíbrio entre físico e digital tem tudo para pender para o lado virtual, mesmo que seja de médio a longo prazo.

Daniel Domeneghetti é especialista em estratégia corporativa e CEO do Grupo ECC, holding formada por empresas de consultoria, tecnologia, pesquisa e capacitação.

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