Tag Eduardo Carvalho

Equinix anuncia serviço Google Cloud Interconnect no Brasil

Eduardo Carvalho, da Equinix no Brasil

A Equinix, empresa global de interconexão e data center, anuncia a expansão da sua parceria com o Google Cloud no Brasil, fornecendo acesso direto e privado ao Google Cloud Platform (GCP) por meio do Equinix Cloud Exchange™ Fabric (ECX Fabric). Com o auxílio do ECX Fabric, os clientes podem usar o Google Cloud Interconnection para conectar sua rede local, de forma segura e dinâmica, à nuvem do GCP.

A interconexão privada do Google, chamada Google Cloud Interconnect, permite transferir grandes quantidades de dados entre as redes, o que pode ser mais econômico, seguro e escalável do que o acesso pela Internet pública. O portfólio completo das opções de interconexão do Google Cloud evidencia a relevância do ECX Fabric para os clientes Equinix que estão construindo ambientes híbridos e multicloud, cujas aplicações e cargas de trabalho variadas exigem soluções de conectividade de alta performance entre redes e provedores diferentes.

“Ao fornecer acesso aos serviços de interconexão privada, estamos expandindo as ofertas e ajudando as empresas a aproveitarem melhor os serviços de cloud do Google, acelerando suas estratégias de nuvem híbrida”, afirma Eduardo Carvalho, presidente da Equinix no Brasil. “Com mais opções de conectividade e maior acessibilidade ao Google Cloud, a Equinix está atendendo as necessidades de interconexão dos clientes e permitindo que eles gerenciem facilmente a nuvem de sua escolha”, complementa Eduardo.

“O Partner Interconnect oferece aos clientes do Google Cloud ainda mais opções de conectividade para ambientes híbridos”, disse John Veizades, gerente de produtos do Google Cloud. “Juntamente com a Equinix, estamos tornando mais fácil para os clientes estenderem sua infraestrutura local para o Google Cloud Platform”.

Expertise local em ambientes híbridos

A demanda das empresas por conexões de nível empresarial com o Google Cloud Platform também passa pela necessidade de parceiros com conhecimento de causa em migração e suporte a aplicações e infraestrutura. A Claranet, companhia global com mais de 20 anos de atuação, é um dos parceiros do ecossistema Equinix preparado para atender demandas de implementação e gerenciamento de ambientes híbridos, trabalhando como uma extensão do cliente à fim de otimizar continuamente seu desempenho e garantir vantagem competitiva.

“Sendo um parceiro Premier Google Cloud, estamos bem posicionados para projetar, construir e gerenciar o ambiente, fornecendo a confiabilidade e o desempenho que o cliente necessita”, afirma Daniel Galante, Managing Director da Claranet no Brasil. A empresa é parceira Equinix há 16 anos e atende a mais de 100 clientes em todo Brasil. “Se o cliente já está usando o Google Cloud Platform, está buscando migrar ou ainda, está construindo um ambiente totalmente novo, podemos ajudá-lo a se mover rapidamente de forma automatizada e segura”, completa Fábio Beato, Head de Operações.

Com a disponibilidade do Google Cloud Interconnect no Brasil, agora são 20 as localidades do mundo onde os clientes do Equinix Cloud Exchange™ Fabric contam com interconexão dedicada ao Google Cloud Platform, tornando mais fácil para as companhias consumirem os serviços do Google Cloud em qualquer lugar.

Tags, , , , ,

CVM e Dynasty integram debate internacional sobre regularização de criptomoedas

Com o objetivo de se tornar uma das primeiras criptomoedas regularizadas no mundo, a Dynasty foi convidada a participar de debate internacional sobre os avanços das fintechs e das moedas digitais. Integrando mesa com Walter Maeda, da Comissão de Valores Mobiliários, e Marlene Amsted, vice-presidente da Finma, órgão regulador do mercado econômico suíço, a empresa foi a única representante do cenário de cifras digitais, reforçando o potencial desta tecnologia.

“Quando as criptomoedas surgiram, elas vieram de períodos de crescimento, mas com instabilidade. Ao idealizarmos uma moeda digital com lastro, no nosso caso, o mercado imobiliário, e atrelarmos seu lançamento em contato com bancos e órgãos reguladores, estamos dizendo que é possível sim revolucionar a estrutura financeira mundial de modo tecnológico e, principalmente, seguro”, afirma Eduardo Carvalho, co-fundador da Dynasty.

Atualmente, a empresa, criada por brasileiros, aguarda aprovação da Finma para iniciar as ofertas de sua moeda, o D¥N. “Por sermos uma das primeiras a encabeçarem este processo de regularização das criptomoedas, tudo é novo e, portanto, mais demorado. Os bancos e entidades financeiras estão adaptando suas políticas para esta tecnologia. Assim como tantas moedas já presentes no mercado, podíamos lançar o D¥N sem uma legislação específica para tal, mas optamos em realizar um processo mais sólido e transparente”, explica Fabio Asdurian, sócio-fundador da Dynasty.

Brasil analisa regularização de moedas digitais

Realizado pela Embaixada da Suíça no Brasil, o fórum Digitisation and Fintech, Challenges and Opportunities (Digitalização e Fintechs – Desafios e Oportunidades) reuniu representantes de entidades nacionais e internacionais que dialogam com tecnologias financeiras, como estudiosos, órgãos governamentais e empresas do setor.

No debate sobre a regularização das criptomoedas no Brasil, o representante da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Walter Maeda, afirmou que o órgão analisa a possibilidade de legalizar as transações digitais no país. “Nós estamos verificando o potencial das moedas digitais. Entretanto, assim como toda inovação digital, nossas decisões devem ser pautadas com cautela”, justifica.

Para os profissionais da Dynasty, o país tem grande potencial tecnológico, mas a ausência de legislação faz com que mercados internacionais se tornem mais atrativos. “Optamos em lançarmos nossa moeda na Suíça por conta dos avanços digitais que o país possui. São políticas de debate, de incentivo ao desenvolvimento econômico e tecnológico. A cidade de Zug, por exemplo, é um Vale do Silício para criptomoedas, um cenário ideal para o lançamento do D¥N”, conclui Carvalho.

Tags, , , , , ,

Google e Facebook não conseguem vislumbrar potencial seguro das criptomoedas, aponta Dynasty

O Google anunciou a proibição de propagandas sobre criptomoedas e ICOs (Initial Coin Offer, em inglês), alegando que tais práticas são prejudiciais ou intrusivas. Para os especialistas da Dynasty, moeda digital criada por brasileiros com lastro no mercado imobiliário, a atitude da gigante de buscas é um mero ato de insegurança.

“Chega a ser contraditório que empresas vindas da computação, como o Facebook e o Google, se posicionem contra as criptomoedas”, explica Eduardo Carvalho, um dos fundadores da Dynasty. “Toda nova tecnologia passa por períodos de questionamentos. Será que na época em que essas companhias iniciaram atividades outros não falaram que buscas na internet e redes sociais eram questões perigosas à sociedade?”.

Para Fabio Asdurian, co-criador da moeda digital imobiliária, a questão não se resolve com proibições: “As criptomoedas surgiram em um movimento de incertezas, não é a toa que qualquer ação internacional afeta consideravelmente os índices da BitCoin, a primeira do setor. Mas assim como existem pessoas utilizando esta tecnologia em motivos ilícitos, existem organizações lutando por regularização e segurança. Nós mesmos estamos aguardando certificações suíças para iniciarmos as atividades”, conta, complementando: “Tanto o Facebook quanto o Google são as principais empresas tecnológicas do mundo. Ao invés de bloquearem as criptomoedas, elas não conseguiriam desenvolver mecanismos que filtrem o que é bom e o que é ruim neste cenário?”

Tags, , , , , , , , , ,

Criptomoeda brasileira, Dynasty atuará com lastro no mercado imobiliário mundial

Um grupo de empreendedores brasileiros centralizados no Crypto Valley, principal área para desenvolvimento de ecossistemas tecnológicos, localizado em Zug, na Suíça, lançará em março a criptomoeda D¥N, com lastro no mercado imobiliário mundial.

A empresa promete revolucionar o segmento das finanças – na vertente digital – ligando suas operações com o mercado de real estate. O portfólio de imovéis da Dynasty contará com mais de US$ 500 milhões em empreendimentos nas principais cidades do mundo. “São propriedades prontas para a aquisição, que garantem o valor da moeda fora do âmbito digital. Ou seja, cada D¥N representará um pedaço de chão no mercado imobiliário mundial”, diz Eduardo Carvalho, global manager da Dynasty.

Para a definição destes imóveis, a Dynasty conta com um time internacional de especialistas imobiliários, localizados nos Estados Unidos, Europa, China, Oriente Médio e América Latina. A gestão da carteira líquida da empresa será realizada pelo Credit Suisse, banco suíço, que acompanhará cada transação comercial.

Pela regra do negócio, os investidores que incluírem o D¥N em suas carteiras terão uma fração do portfólio Dynasty. As operações poderão variar entre aquisição total ou parcial de imóveis, aquisição de títulos de fundos imobiliários e aquisição de participação em construtoras e incorporadoras.

Junto com Carvalho, que vem do mercado de real estate, uma rede mundial foi formada para que o negócio seja consistente e seguro. O projeto vem sido moldado há dois anos e os investimentos já passam de CHF 2 milhões (valor em francos suíços, que representa pouco mais de US$ 2 milhões). Cerca de 40 pessoas espalhadas em Zug (Suíça), Nova Iorque, Barcelona e São Paulotrabalham na iniciativa nas áreas financeira, jurídica e de tecnologia.

Acordos mundiais reforçam segurança

Para não cair nas incertezas das criptomoedas que já existem e trazer segurança para o investidor nesta nova vertente de atuação, o grupo vem trabalhando na regulamentação do setor por meio de acordos mundiais.

A Dynasty utiliza procedimentos já conhecidos pelos bancos internacionais para garantir proteção contra fraudes: o KYC (Know Your Customer), que possibilita a identificação e verificação dos seus clientes, e o AML (Anti-Money Laundering), conjunto de procedimentos para impedir a geração de renda em fundos ilegais e lavagem de dinheiro. “É um caminho sem volta. As aplicações com moedas digitais são temas de debates ao redor do mundo”, analisa Carvalho.

Tags, , , , , , ,