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Como uma startup de fundo de quintal se tornou uma das maiores empresas de marketing digital do País

Tudo começou no quartinho dos fundos da casa do avô de um dos quatros sócios. O ano era 2006. As dificuldades eram tremendas. Faltavam recursos tanto financeiros como tecnológicos. Assim foi o começo da All iN Marketing Cloud. Em uma época que as empresas em estágio inicial (start-ups) não tinham tanta visibilidade como hoje, os desafios eram tremendos.

“O início da All iN foi como o de qualquer startup no Brasil”, relata Victor Popper, um dos fundadores da empresa. “Não sobrava dinheiro para absolutamente nada e toda a receita era revertida para melhoria da plataforma”, conta. Popper e os outros fundadores da então startup – Kadu Pedreira, Cássio Callegaro e Michel Araújo – se viram na difícil missão de alavancar a ideia de criar uma plataforma robusta de disparo de e-mail marketing com as dificuldades que surgiam.

Popper conta que um dos grandes impeditivos na época era a alocação de recursos tecnológicos, como servidores, alocamento de dados, entre outros. “Não existia computação na nuvem, alto provisionamento, nem nenhuma tecnologia semelhante. Então o custo de qualquer expansão de ambiente era muito alto”, relata o empreendedor.

Além disso, o trabalho de divulgação do negócio da empresa foi árduo. Eram somente os quatro sócios. Não havia recursos para investimento em marketing ou qualquer outra forma de propagar a empresa na internet. “O investimento em marketing era praticamente nulo, então o boca-a-boca foi fundamental para o nosso crescimento”, diz Popper.

A proposta da All iN enquanto modelo de negócio também era algo relativamente novo – e até mesmo desconhecido – para as empresas à época. Havia portanto a barreira inicial de explicar o conceito para o mercado. “Quando a All iN começou, o conceito de marketing de relacionamento digital era uma realidade muito distante dos dias atuais”, relata Popper. “A principal preocupação dos nossos clientes na época era o disparo de e-mail marketing para o maior número de pessoas e uma boa taxa de abertura”, conta.

Mesmo com toda a dificuldade inicial, a All iN conseguiu amealhar no seu primeiro ano de atuação 40 clientes, o que gerou uma receita para que a empresa pudesse realizar investimentos necessários para incrementar a sua plataforma. “A All iN sempre sonhou grande”, relembra o fundador. “Iniciamos com um modelo de plataforma tradicional de e-mail marketing que em pouco tempo se transformou em uma ferramenta totalmente disruptiva”, afirma.

Um dos principais ganhos em termos de clientes que a All iN conseguiu conquistar no começo de sua história foi o atendimento do Hotel Urbano, agência digital de viagens. “Lembro que o Hotel Urbano, um dos nossos primeiros clientes, tinha uma base muito pequena”, rememora. “A empresa era composta apenas pelos seus fundadores e hoje veja o tamanho que é [o Hotel Urbano]”, aponta Popper.

Com o passar do tempo, a All iN foi evoluindo e tornando a sua plataforma verdadeiramente robusta. Novos clientes passaram a fazer da sua carteira – entre elas, grandes empresa. Foi nesse momento que os seus fundadores perceberam que a empresa já não poderia mais ser considerada uma empresa em estágio inicial. “Quando uma grande empresa confia em você para um serviço realmente critico você começa a deixar o status de startup”, conta Popper.

O momento de ápice e reconhecimento da All iN enquanto empresa aconteceu em 2013. A Locaweb, empresa líder em serviços de internet no Brasil, anuncia a aquisição de 100% do capital da companhia. Com isso, a All iN passou a utilizar a infraestrutura da Locaweb. Em contrapartida, toda a expertise de e-mail marketing adquirida pela All iN passou a fazer parte da estratégia de crescimento da Locaweb nesse segmento.

A All iN já contava com grandes clientes na sua carteira, como Sephora, FNAC, Ponto Frio, Extra, Casas Bahia, Buscapé, Hotel Urbano, Ricardo Eletro, BrandsClub, Leader, Centauro, Marisa, Giuliana Flores, entre outros. Já era uma referência em plataforma de e-mail marketing para grandes clientes. Mas a evolução da empresa não parava por aí.

Em 2016, All iN reformulou a sua marca e o seu posicionamento. O que antes era e-mail marketing de relacionamento passou a ser marketing cloud. O marketing cloud é um conceito novo no mercado brasileiro. Com ele, os lojistas conseguem acompanhar a jornada de vida dos consumidores, impactando-os com um relacionamento personalizado, independentemente do canal. Para isso, a nova plataforma passou a oferecer recursos integrados de e-mail, social, mobile, web e métricas.

“A nossa trajetória sempre foi pautada pela evolução conjunta com o nosso cliente e o mercado. Hoje, já não basta apenas conhecer o comportamento do usuário. É preciso ir além e oferecer uma experiência única. Não somos mais uma ferramenta de e-mail marketing, mas sim uma plataforma de relacionamento”, afirmou à época Popper.

Após dez anos da sua criação, o que antes era uma startup criada por quatro pessoas no quarto dos fundos da casa do avô de um deles, virou uma das maiores empresas de marketing digital do País. De quatro sócios passou a contar com 60 funcionários. Se no começo, contava com apenas 40 clientes, hoje possui 1.200. De um quartinho, hoje sua sede é o prédio da Locaweb, com 55 mil metros quadrados.

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E-mail marketing ainda é importante para 86% das empresas brasileiras, aponta pesquisa da Experian

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Pesquisa Global sobre Gestão e Qualidade de Dados (Global Data Management Benchmark Report), feita pela Experian entre outubro e novembro do ano passado, mostra que para 86% dos entrevistados brasileiros, o e-mail (marketing) é o ponto-alto da comunicação empresarial e será ainda a ferramenta que oferece maior alcance de diálogo com seus públicos, seguido do uso das redes socias (82%).

A visão global do levantamento também apontou essa tendência. A pesquisa, que consultou 1.400 profissionais de oito países – Reino Unido, Estados Unidos, Austrália, França, Alemanha, Espanha, Brasil e Cingapura – mostra que o e-mail será a comunicação com o cliente mais importante para 66% das organizações em 2017. Comparado a pesquisa anterior, onde esse canal chegou a representar 76%, houve uma queda. Porém, a diminuição foi compensada pelo aumento da importância das mídias sociais para 47% dos entrevistados, contra 38% em 2015.

“No mundo todo o e-mail ainda vai ser, por um tempo, um canal bastante relevante na estratégia de relacionamento com clientes. Apesar do crescimento das redes sociais, aplicativos e outras formas de contato, esse continua sendo o meio mais acessível à grande maioria das empresas. Ajuda também a relativa facilidade de se medir o retorno sobre investimento através dele”, analisa Fernando Rosolem, gerente sênior de produtos da Serasa Experian.

No mercado brasileiro, a telefonia móvel continua relevante para 64% e o uso do SMS na comunicação com o cliente para 38%. A adesão ao telefone fixo continua em alta para 42% dos entrevistados. Em comparação com os demais países do estudo, há empate com a Espanha (64%), seguido por Estados Unidos (48%), Cingapura (43%), Australia e França (39%), Alemanha (37%) e Reino Unido (33%).

Neste ano, 38% dos profissionais brasileiros e australianos ainda apostarão suas fixas no SMS para se comunicar com os clientes. Com menores percentuais o item segue com Cingapura (31%), Estados Unidos (30%), França (27%), Reino Unido (22%), Alemanha (18%) e Espanha (17%).

A telefonia fixa também será relevante no Brasil para 42% dos entrevistados em comparação aos demais países, que não devem utilizar o meio com tanta frequência. Alemanha ocupa o segundo lugar com 37%, seguido da Austrália e Espanha, ambos com 32%, Cingapura (28%), Reino Unido (24%), Estados Unidos (23%) e França (18%).

No Brasil, 83% dos profissionais ainda afirmaram enxergar melhorias significativas na eficiência das campanhas de marketing após aprimorar suas soluções de qualidade de dados, ocupando o primeiro lugar nesse item. Espanha ocupa o segundo posto com 71%, seguido dos Estados Unidos (51%), Cingapura (49%), Austrália (48%), França (42%) e Reino Unido e Alemanha, ambos com 38%.

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5 canais de vendas para seu e-commerce vender mais

A disputa por clientes entre as lojas virtuais é grande, assim como em lojas físicas. Em ambos os espaços é preciso utilizar estratégias que aumentem a divulgação e a rentabilidade. Para quem tem e-commerce uma das maneiras de atingir esses objetivos é por meio dos canais de vendas.

Além da venda direta realizada no e-commerce, onde o consumidor entra diretamente na loja virtual e escolhe o produto, há outros canais de vendas que podem ser explorados. O CEO e sócio da Trezo, Armando Leite Júnior, explica que é preciso levar em conta outros locais para anunciar os produtos e se tornar uma marca forte. “Muitas vezes o empresário ou empreendedor se apega a ideia da loja online própria e esquece que essa mesma loja pode ser vista de mais formas”, afirma.

Armando destaca cinco canais de vendas que são simples de usar, com um investimento acessível e retorno vantajoso. São eles: marketplace, comparadores de preço e recuperadores de carrinho, redes sociais e e-mail marketing. Abaixo, o CEO explica sobre cada canal.

Marketplace

O marketplace, de forma bem simples, é um portal que abriga diversas lojas virtuais. É um espaço para os vendedores exporem os produtos, como se fosse uma grande vitrine onde os clientes encontram produtos de diversos vendedores no mesmo catálogo com a vantagem de poder fechar a compra em um carrinho único.
Para se destacar na concorrência, a base de tudo é proporcionar uma boa experiência para o consumidor. Para isso, algumas ações são essências, além do preço competitivo, possibilidade de parcelamento e boas condições de frete. Entre elas estão: imagens de qualidade dos produtos, descrições ricas em detalhes e permitir fazer e visualizar avaliações, sejam elas positivas ou negativas, pois traz mais segurança aos consumidores.

Entre os maiores marketplaces estão a Americanas, Mercado Livre, Submarino, Walmart.com, entre outros.

Comparadores de preço

E se você pudesse visualizar e comparar o preço do produto procurado num mesmo local? É isso que os comparadores de preço fazem. São sites que pesquisam e mostram o preço do item desejado de diferentes lojas online. É bom para o dono do e-commerce, que tem a oportunidade de que seu produto seja visto junto com os da concorrência e aumenta as chances de conquistar mais clientes. E é bom para o consumidor, pois é rápido e prático.

Entre os comparadores de preço mais conhecidos estão Buscapé, Google Shopping, Zoom, Zura e Bondfaro.

Recuperadores de carrinho

Uma pesquisa apontou que em 2015, a média de abandono de carrinhos em lojas virtuais chegou a 83,73% no Brasil. As principais causas apontadas são as elevadas taxas de frete e o prazo para entrega dos produtos. Por isso, o assunto merece atenção.

Uma maneira de não perder a venda é recuperação do carrinho que foi abandonado. Se o cliente chegou a colocar o produto no carrinho quer dizer que ele tem sim interesse naquele item e pode voltar ao site. Sendo assim, é necessário lembrar o consumidor dos produtos que ele teve interesse e até mesmo oferecer alguma vantagem, como um desconto, para que de fato ele efetue a compra. Para isso, uma ferramenta de gestão para a recuperação do carrinho deve ser aplicada ao e-commerce.

Redes Sociais e Fóruns

Há muito tempo que as redes sociais fazem parte da rotina das pessoas no mundo todo e por isso são excelentes vitrines para ajudar a divulgar os produtos. É preciso levar em conta o tipo de produto para cada rede, pois elas atendem públicos diferentes.

As redes sociais possibilitam divulgar o produto e assim gerar mais conversões. Lembre-se de que são importantes boas fotos e descrições dos produtos, além de ficar atento e responder aos comentários. Entre as redes sociais mais usadas estão: Youtube, Facebook, Twitter, LinkedIn e Instagram.

Se o seu e-commerce não tem uma página no Facebook, por exemplo, aproveite para criar uma. Outra dica é participar de grupos, fóruns ou listas específicas. A segmentação do conteúdo de acordo com o público é importantíssima. Não ainda publicar sobre artigos para carros em um grupo que discute sobre saúde feminina. Ofereça informações e respostas de qualidade aos participantes e crie uma relação de confiança.

E-mail marketing

O e-mail marketing é um ótimo canal de comunicação e extremamente eficiente, mas, para isso, é preciso definir uma estratégia. Novamente a segmentação deve fazer parte da estratégia para atingir os resultados desejados. Lembre-se de oferecer conteúdos úteis, além dos produtos comercializados por sua loja online.

Vale lembrar que é sempre importante contar com o auxílio de profissionais especializados no segmento e que, preferencialmente, tenham alguma indicação. Algumas atividades, como as redes sociais são mais simples, porém outras exigem mais conhecimento e a orientação de um profissional é bem-vinda.

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Profissionais de marketing desistem de consumidores inativos cedo demais, aponta estudo da Return Path

A Return Path, líder mundial em Email Intelligence, lança o ebook “Programa de Email Win-Back: todo mundo recomenda, mas será que funciona mesmo?”. O estudo mostra que as campanhas de win-back, conhecidas como ferramenta de reengajamento de usuários inativos, são uma excelente forma para reduzir o risco de queda na entregabilidade na caixa de entrada e aumentar o alcance da audiência.

“Os profissionais de email marketing que não tentam resgatar seus usuários inativos ou param de enviar emails rapidamente para esses usuários, aparentemente estão excluindo assinantes valiosos de seus mailings”, aponta Louis Bucciarelli, Country Manager da Return Path.

A análise de 300 milhões de mensagens enviadas para mais de 100 milhões de assinantes mostraram uma forte correlação negativa entre a entrega na caixa de entrada e o volume de email enviado para assinantes inativos. As marcas que enviaram a maioria dos emails para assinantes inativos tiveram a maior parte dos emails bloqueados ou movidos para a caixa de spam, especialmente no provedor Gmail, que se revelou a caixa de entrada mais difícil de se alcançar, de acordo com o estudo.

“Como o email continua a ser o caminho mais agressivo e de melhor custo-benefício para as marcas se manterem conectadas, maximizar o crescimento da audiência e alcançar a caixa de entrada são pontos críticos para um programa de marketing saudável”, diz, George Bilbrey, presidente da Return Path. “Profissionais de marketing com visão analítica para equilibrar esses fatores individualmente de acordo com cada provedor, e que utilizem táticas como as campanhas de win-back, simplesmente terão desempenho superior em todos outros pontos. O crescimento será mais rápido com relacionamentos mais fortes, além de gerar maior receita ao se tornar mais competitivo”, completa.

O conteúdo dos emails de win-back observados no estudo desempenha um papel fundamental para o sucesso dessas campanhas. Em geral, as mensagens que conseguiram reengajar mais usuários foram aquelas que deixaram claro o seu propósito já na linha de assunto. Os emails contendo, por exemplo, “sentimos sua falta”, “volte!”, tiveram desempenho superior a ofertas promocionais convencionais. Entre as ofertas, aquelas com quantias fixas de desconto (R$ off) foram significativamente mais lidas do que aquelas com porcentagens de desconto (% off), embora usadas com menor frequência.

Remetentes que implantaram campanhas de win-back pararam de enviar mensagem para 4% dos assinantes, mas a maioria (85%) desses usuários não era inativa – pelo menos leram a mensagem de win-back e não se descadastraram. Entre todos os disparadores e provedores de caixa de entrada, aproximadamente 12% de todas as mensagens de win-back foram lidas, geralmente com poucos dias após a entrega. No entanto, 45% dos assinantes se reengajaram com os rementes dos programas de email após uma média de 57 dias, lendo mensagens subsequentes. “Rementes que excluíram assinantes antes deste período perderam a oportunidade de reativar potenciais consumidores valiosos”, destaca Bucciarelli.

O estudo mostra que a compreensão de quantos dias são necessários antes de desistir dos assinantes – especialmente em provedores como o Gmail – é a chave para manter as listas livres o suficiente dos usuários inativos e evitar problemas de entregabilidade, sem necessariamente ter de encerrar relacionamentos de marketing.

A pesquisa mostra ainda que os provedores de email possuem diferentes definições e tolerâncias de inatividade antes de filtrar as mensagens, o que exige a customização das campanhas de win-back. Alguns permitem muito mais tempo sem engajamento antes de tomar ações que afetem a entregabilidade, permitindo aos remetentes esperar mais após o envio de campanhas de win-aback antes de remover assinantes.

O ebook oferece outros dados sobre o que funciona e o que não funciona, além de dicas para uma campanha efetiva da reenganjamento. O material completo pode ser baixado no link: br.returnpath.com/ebook-win-back

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Caracteres divertidos no e-mail marketing aumentam a taxa de abertura

Chamar a atenção do cliente para que ele abra a mensagem é um dos grandes desafios do e-mail marketing. Foi pensando nisso que a Akna, empresa especializada em soluções inteligentes para relacionamento digital, disponibiliza a utilização de caracteres diferenciados nos assuntos do e-mail, mais conhecidos como Fun Characters.

Fun Character é um recurso muito simples que possibilita a criação de títulos mais criativos e chamativos através de ícones gráficos, ajudando a instigar o interesse do leitor. Para pessoas que são mais visuais, por exemplo, ter uma imagem destacando o assunto trará uma atração maior e, como consequência disso, um crescimento das taxas de abertura.

“Disponibilizamos este recurso pensando em ajudar os nossos clientes a obterem resultados cada vez melhores com e-mails ainda mais atraentes”, comenta Lucio Boracchini, sócio-diretor da Akna.

Existem dezenas de caracteres especiais suportados pelas caixas de entrada e a sua utilização não afeta a entregabilidade do e-mail marketing.

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Locaweb lança Revenda de E-mail Marketing

A Locaweb, pioneira em cloud computing no país e líder em Hosting & Infrastructure Services no Brasil e América Latina em 2011, segundo a International Data Corporation (IDC), lança a Revenda E-mail Marketing. A nova plataforma foi exclusivamente desenvolvida para atender as necessidades dos profissionais que trabalham com planejamento, criação e envio de e-mails marketing.

A nova solução garante a infraestrutura necessária para que agências digitais e desenvolvedores web ofereçam ainda mais possibilidades de divulgação customizada aos seus clientes. Além disso, o serviço permite o gerenciamento de campanhas de forma profissional e com todo o controle de envios.

A partir de agora é possível controlar diversos usuários, mensagens enviadas e emitir relatórios por meio de um painel único. O custo para adquirir esta plataforma se inicia em R$199,90 e os planos variam de acordo com a necessidade de envios da empresa.

A ideia da ferramenta surgiu com a crescente demanda pelo serviço de E-mail Marketing da Locaweb, que reúne mais de 24 mil clientes na base e aproximadamente 450 milhões de disparos de e-mails por mês. Em janeiro, a Locaweb recebeu o selo “White Star”, concedido pela SPAMHAUS, que reconhece o trabalho de empresas de todo o mundo no combate ao SPAM.

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