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E-bit/Buscapé aponta que comércio eletrônico brasileiro deve crescer 8% em 2016

A E-bit/Buscapé (www.ebit.com.br), unidade especializada em informações de comércio eletrônico do Buscapé Company, lançou, nesta quarta-feira (24/02), a 33ª edição do relatório WebShoppers. A pesquisa traz um panorama completo do comércio eletrônico em 2015 e aponta as expectativas para 2016, além disso, também apresenta o resultado de estudos específicos sobre compras em sites estrangeiros (cross- border), omnichannel e a análise de preços do Índice FIPE/Buscapé.

De acordo com o relatório, apesar do cenário econômico desfavorável, no ano passado, o setor registrou um crescimento nominal de 15% no faturamento, movimentando R$ 41,3 bilhões. A previsão é de que, até o final do ano, o e- commerce nacional fature R$ 44,6 bilhões, o que representa um acréscimo nominal de 8%, em relação ao período anterior.

Dentro do cenário de crise econômica, com aumento de inflação, desemprego e incertezas ao longo de 2015, o e-commerce se mostrou uma excelente alternativa na busca de bons negócios para o consumidor, apresentando faturamento muito acima do registrado no varejo tradicional”, afirma o fundador da E-bit, presidente do Conselho de Comércio Eletrônico da FecomercioSP e vice-presidente de Relações Institucionais do Buscapé Company, Pedro Guasti.

O ano de 2015 reservou resultados positivos para o setor. Entre os pontos fortes, o crescimento expressivo das vendas feitas por dispositivos móveis, que passaram a representar 12% do faturamento, na média do ano, e 14,3%, em dezembro. O número de consumidores que realizaram pelo menos uma compra via Internet chegou a 39,1 milhões, volume 3% maior, se comparado a 2014. A quantidade de pedidos cresceu 3%, atingindo 106,2 milhões. Já o tíquete médio das compras ficou em R$ 388, valor 12% mais alto, se comparado ao ano anterior. Para 2016, estima-se que o tíquete médio das compras gire em torno de R$ 419, o que representa um crescimento de 8%, em relação ao ano passado.

“O crescimento no número de consumidores ativos foi menor se comparado a outros anos. Isso tem relação com a redução da participação da classe C nas compras online nesse período. Em contrapartida, o público de renda mais elevada comprou mais pela Internet. Essa é uma das explicações para o crescimento do tíquete médio. Outro fatores que justificam esse quadro são o aumento de 8,94% nos preços praticados, segundo o Índice FIPE/Buscapé, e a preferência dos consumidores por produtos recém-lançados e de alto valor agregado”, explica o diretor executivo da E-bit/Buscapé André Ricardo Dias.

Um ponto de destaque no ano passado foi a elevação no NPS (Net Promoter Score), que mensura a satisfação e a fidelizacão dos clientes no comércio eletrônico. No segundo semestre, o índice apresentou seu melhor resultado desde 2013, com 65% de satisfação. Isso aconteceu em virtude da diminuição no atraso das entregas e da melhoria dos serviços prestados pelas lojas. Mesmo a diminuição da oferta de frete grátis pelas lojas, durante o período, não interferiu nesse resultado. Em 2015, apenas 39% das compras (dezembro/2015) não tiveram cobrança de entrega.

Aumento de compras em sites internacionais

Em dezembro de 2015, a E-bit/Buscapé realizou nova pesquisa com os e-consumidores para estudar seus hábitos de compra em sites internacionais (cross-border). Mesmo com toda a incerteza da economia e o impacto da desvalorização do real, houve um crescimento expressivo de usuários brasileiros em sites estrangeiros, em relação aos dois anos anteriores. Se em 2014, a quantidade de compradores nesses sites chegou a 38%, em 2015, esse número avançou para 54%.

Foram 14,9 milhões de consumidores únicos que realizaram compras em sites fora do Brasil (como Aliexpress, Amazon e eBay, entre outros), tendo gasto no total US$ 2,02 bilhões, 18% a mais que em 2014. As categorias mais procuradas foram “Eletrônicos”, “Moda e Acessórios” e “Informática”, respectivamente.

Integração dos canais on e off

A convergência de todos os canais utilizados pela empresa, com o objetivo de integrar as vendas entre as lojas físicas e a virtual, é o que se chama de omnichannel, uma conveniência ao consumidor no processo de atendimento. Em pesquisa realizada entre dezembro/2015 e janeiro/2016, a E-bit/Buscapé procurou entender as percepções de quem está presente nos diferentes meios, como a preferência em adquirir determinadas categorias de produto, no canal onde o comprador entende que existe maior conveniência.

O estudo revela que, no meio online, as categorias mais populares são “Viagens e Turismo”, “Eletrônicos” e “Assinatura de Revistas”. Isso acontece muito em virtude do alto valor agregado dos produtos, que faz com que os consumidores usem a Internet como ferramenta de pesquisa e busca pelo melhor preço. A preferência pelo varejo físico ocorre nas categorias “Petshop”,”Alimentos e Bebidas” e “Joalheria”, pelo fato de muitos produtos requererem a necessidade de visualização ou por causa da dificuldade na logística para produtos alimentícios perecíveis, por exemplo.

Entretanto, há categorias nas quais não há muita distinção entre canal digital ou tradicional É o caso de “Ingressos”, “Brinquedos e Games” e “Esporte e Lazer”, que já tem uma boa participação online, mas que, de acordo com os participantes da pesquisa, ainda carecem de investimentos com foco em melhorias, como redução dos prazos de entrega e maior facilidade para troca e devolução dos produtos.

Alta no Índice FIPE/Buscapé

No ano de 2015, a alta dos preços no varejo atingiu também o comércio eletrônico brasileiro. O Índice FIPE/Buscapé registrou valores 8,94% mais caros que o ano anterior. A alta da inflação ajudou a diminuir o poder de compra dos trabalhadores, principalmente os de menor renda. A classe C terminou o ano com 39% de participação nas compras (dezembro/2015), diferente dos 54% anteriores (novembro/2013).

O relatório WebShoppers tem o apoio premium da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), além da IAB, Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e do E-Commerce Brasil, na divulgação dos dados para o mercado.

O relatório completo estará disponível para download gratuito a partir desta quinta-feira, 25 de fevereiro, no site www.ebit.com.br/webshoppers.

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E-commerce registra faturamento 26% maior nas vendas de Natal, segundo o E-bit/Buscapé

As vendas de Natal no varejo online brasileiro registraram novamente aumento neste ano. O faturamento das lojas virtuais alcançou um crescimento nominal de 26% na comparação com 2014, chegando a R$ 7,4 bilhões.

É o que informa a E-bit/Buscapé (www.ebit.com.br), unidade especializada em informações do comércio eletrônico do Buscapé Company. Com isso, a expectativa para o setor no período que antecede o dia 25 de dezembro (de 15/11 a 24/12) foram superadas – eram esperados crescimento nominal de 22% e faturamento de R$ 7,2 bilhões. As três categorias que mais venderam foram, de acordo com o levantamento, Eletrodomésticos, Moda e Acessórios e Telefonia e Celulares (quadro abaixo com o top five).

“A cada ano o e-commerce ganha novos consumidores e a quantidade de pedidos no Natal cresce neste período por conta da conveniência da entrega em casa e a possibilidade de pesquisar e encontrar boas ofertas sem ter de enfrentar lojas cheias e longas filas”, comenta o diretor executivo da E-bit/Buscapé, André Ricardo Dias. “Para o e-commerce foi um final de ano positivo, impulsionado também pelas vendas da Black Friday”, acrescenta.

A quantidade de pedidos chegou a 17,6 milhões, um aumento de 16% em comparação ao mesmo período do ano passado, assim como o tíquete médio, que foi de R$ 420,08, um crescimento de 8,4%. No total, 9,3 milhões de consumidores se conectaram para ir às compras pela Internet, 17,2% a mais que em 2014.

O mobile commerce (compras originadas a partir de smartphones e tablets) também confirmou a tendência de crescimento observada ao longo do ano e representou 13,6% das transações nas compras dos presentes, índice acima do registrado em todo primeiro semestre, de 10,1%.

Confira as cinco categorias que mais venderam:

Categorias Participação (%)
Eletrodomésticos 13,5
Moda e Acessórios 12,3
Telefonia/Celulares 11,4
Livros/Assinaturas e Revistas 10,7
Cosméticos e Perfumaria/Cuidados Pessoais/Saúde 9,8

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Vendas de Natal no e-commerce devem crescer 22% e faturar R$ 7,2 bilhões, prevê e-bit/buscapé

A expectativa do e-commerce para o Natal deste ano, apesar do cenário econômico, é positiva. De acordo com a estimativa da E-bit/Buscapé (), unidade especializada em informações do comércio eletrônico do Buscapé Company, as vendas no período que antecede o dia 25 de dezembro devem atingir um crescimento nominal de 22% em relação a 2014, alcançando um faturamento de R$ 7,2 bilhões.

A quantidade de pedidos também crescerá e deve chegar a 16,7 milhões de encomendas, um aumento de 10% em comparação ao mesmo período do ano passado, assim como o tíquete médio, que será de R$ 429,00, um aumento de 11%. O mobile commerce (compras originadas por smartphones e tablets) terá uma participação de 12,2% nas transações, índice acima do registrado em todo o primeiro semestre do ano, de 10,1%.

“O Natal de 2015 deve manter a alta das vendas no comércio eletrônico devido a alguns fatores como, por exemplo, o aumento no volume de pedidos, apoiado pelo excelente resultado da Black Friday, além do crescimento do número de e-consumidores que, após permanecerem sem realizar pedidos pela Internet nos últimos seis meses, devem efetivar alguma compra no período de Natal”, constata André Ricardo Dias, diretor executivo da E-bit/Buscapé.

O setor de e-commerce acabou se beneficiando com as boas vendas da campanha de Black Friday, no final de novembro, que é considerado no período de vendas para o Natal (entre 15/11 e 24/12). O sucesso das ofertas representa 42% do faturamento natalino, já que as vendas foram de R$ 3,02 bilhões (em cinco dias de promoções), como informou a E-bit/Buscapé na época.

Confira as categorias que devem vender mais:

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Black Friday vende R$ 1,6 bilhão no e-commerce, 38% a mais que em 2014, segundo e-Bit/Buscapé

A Black Friday atingiu seu maior faturamento desde o início da chegada ao e-commerce brasileiro e alcançou a quantia de R$ 1,6 bilhão na sexta-feira, informa a E-bit/Buscapé (www.ebit.com.br), unidade especializada em informações do comércio eletrônico do Buscapé Company. O dado representa um crescimento nominal de 38% em relação à edição de 2014, quando chegou a R$ 1,16 bilhão.

Foram 2,77 milhões de pedidos no total, um volume 24% maior que o ano passado no período, com ticket médio de R$ 580, uma alta de 11%. Outro destaque da data foram as vendas realizadas por dispositivos móveis (smartphones e tablets), que representaram 9% do resultado ou R$ 140 milhões e 11% dos pedidos, 311 mil.
No total, 1,64 milhão de e-consumidores fizeram pelo menos uma compra nas 24 horas da sexta-feira e o prazo médio de entrega prometido pelas lojas foi de 13 dias corridos para as ofertas de Black Friday.

A E-bit/Buscapé também levantou as categorias com maior volume de pedidos e faturamento no período:

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Confira o perfil do e-consumidor na Black Friday:

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Produtos, categorias e termos mais pesquisados no Buscapé

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As 6 categorias mais acessadas:

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Os 17 termos mais buscados (em ordem alfabética):

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Entidades apoiadoras na Black Friday 2015 – O Buscapé Company conta em 2015 com o apoio de diversas entidades de respeito na realização e informações divulgadas sobre a Black Friday. São elas: Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Digitalks (empresa líder do setor de marketing digital), E-Commerce Brasil (maior portal brasileiro de e-commerce), Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau, mais importante rede de associações de mídia interativa) e Boa Vista (administradora do SCPC – Serviço Central de Proteção ao Crédito).

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E-commerce tem aumento de 9,4% no faturamento com Dia das Crianças, segundo E-bit

A E-bit/Buscapé (www.ebit.com.br), unidade especializada em informações do comércio eletrônico do Buscapé Company, contabilizou o resultado para o Dia das Crianças e notou um aumento nas vendas dos lojistas virtuais. Neste ano, o faturamento chegou a R$ 1,47 bilhão, um crescimento nominal de 9,4% em relação ao mesmo período do ano passado, quando registrou R$ 1,34 bilhão.

Entre 28 de setembro e 11 de outubro, na quinzena anterior ao Dia das Crianças, foram realizados 3,81 milhões de pedidos pela Internet. O tíquete médio também subiu, chegando a R$ 385,00 – em 2014 foi de R$ 338,00. As cinco categorias mais pedidas, tendo colaborado em maior peso para as vendas, foram Eletrodomésticos; Moda e Acessórios; Telefonia e Celulares; Cosméticos, Perfumaria e Saúde; e Assinaturas e Revistas/Livros (veja quadro abaixo).

“O comportamento dos consumidores no Dia das Crianças nos surpreendeu positivamente e já nos passa uma ideia de como serão as vendas no Black Friday e no Natal, as próximas datas sazonais. Especialmente em um momento econômico menos favorável, os consumidores estão mais atentos e fazendo pesquisas na Internet em busca das melhores ofertas. Já os varejistas tendem a investir mais nos canais on-line, que geram custos operacionais menores e permitem que sejam mais competitivos para converter vendas”, explica André Ricardo Dias, diretor executivo da E-bit.

Categorias mais pedidas no período (volume de pedidos):

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