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Desempenho positivo do comércio eletrônico no Dia dos Pais mostra sinais de recuperação do setor, aponta FecomercioSP

Após os bons resultados de vendas online com o Dia das Mães e dos Namorados, o desempenho positivo do comércio eletrônico no Dia dos Pais mostra sinais de recuperação do setor. É o que prevê a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), por meio de seu Conselho de Comércio Eletrônico.

De acordo com estimativas da E-bit, o faturamento nominal do e-commerce no Dia dos Pais deve crescer 15% se comparado ao mesmo período de 2015, quando as vendas online alcançaram R$ 1,58 bilhão, ante R$ 1,82 bilhão esperados para esse ano.

O número de pedidos também deve apresentar variação positiva, passando de 3,9 milhões para 4,1 milhões. O mesmo acontece para o tíquete médio, que deve chegar a R$ 444 em comparação aos R$ 404 registrados na mesma época de 2015.

Para o presidente do Conselho de Comércio Eletrônico da FecomercioSP e CEO da E-bit, Pedro Guasti, o comércio eletrônico teve um início de ano difícil, mas começou a reagir em maio. “Uma boa performance do e-commerce no Dia dos Pais já seria um terceiro sinal de que o mercado voltou a crescer. O primeiro foi o Dia das Mães, e o segundo, o Dia dos Namorados, em junho. Se realmente o Dia dos Pais for positivo como estimamos, nós de fato teremos boas notícias para o segundo semestre, com uma previsão de crescimento para 2016 de 8 a 10%”.

Presentes online

As vendas do e-commerce para a data devem se concentrar em itens como livros, celulares, smartphones, calçados e perfumes. Segundo Guasti, a tendência aponta para a escolha de presentes com tíquete médio menor. “Por outro lado, para agradar pais tecnológicos e pais que andam na moda, há muitas oportunidades de vendas de celulares e artigos esportivos, eventualmente por conta das Olimpíadas no Brasil”, reforça.

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Comércio eletrônico fatura R$ 3,6 bilhões no Estado de São Paulo no primeiro trimestre de 2016

O comércio eletrônico paulista registrou faturamento real (já descontada a inflação) de R$ 3,6 bilhões no primeiro trimestre de 2016, recuo de 7,4% na comparação com o mesmo período de 2015. Em 12 meses, o setor acumula queda de 2,7%. É o que aponta pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), realizada por meio de seu Conselho de Comércio Eletrônico, em parceria com a E-bit/Buscapé.

A Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico FecomercioSP/E-bit traça as comparações entre o faturamento mensal do e-commerce e das lojas físicas no Estado, segmentado em 16 regiões. Também são disponibilizados dados sobre os números de pedidos, tíquete médio e variações reais nas vendas do setor.

A participação do e-commerce nas vendas do varejo paulista também caiu e passou de 3,6% nos primeiros três meses de 2015 para 3,3% no primeiro trimestre deste ano. Já o número de pedidos online no Estado atingiu 9,529 milhões no mesmo período, ante os 10,267 milhões registrados em janeiro, fevereiro e março do ano passado.

Segundo a assessoria econômica da Federação, a retração no faturamento do comércio eletrônico pode ser explicada, dentre outros fatores, pelo fato de muitas das atividades que mais estão sofrendo com a crise, como vestuário e calçados e eletrodomésticos e eletrônicos, serem exatamente as com maior participação no varejo online.

Por outro lado, o tíquete médio (faturamento por pedido) ficou praticamente estável na comparação com o primeiro trimestre de 2015 e apresentou os mesmos R$ 378. Nos três meses iniciais de 2014, porém, o valor era 9,1% menor (R$ 344).

Para a FecomercioSP, uma das razões para o aumento no valor médio de faturamento por pedido em dois anos é o fato de as vendas do e-commerce terem se concentrado em itens de maior valor. Além disso, a crise econômica pode ter freado a migração das camadas de menor renda para esse canal de compras. E, com a maior participação das faixas de maior renda, o valor do tíquete médio mantém-se elevado.

Capital

O comércio eletrônico na cidade de São Paulo fechou o primeiro trimestre de 2016 com faturamento real de R$ 1,3 bilhão, queda de 5,8% se comparado com o mesmo período do ano passado.

Em relação ao número de pedidos na capital, foram registrados mais de 3,8 milhões, com gasto médio de R$ 340, ante R$ 353 no primeiro trimestre de 2015.

De acordo com a Federação, embora a Capital tenha sido a região que mais se destacou com maior volume de pedidos, o tíquete médio foi o menor dentre as 16 regiões. A participação do e-commerce nas vendas do varejo, por sua vez, atingiu 4,2%, a segunda maior entre todas as regiões, ficando atrás apenas da registrada no ABCD (4,5%).

Nota metodológica

A Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico FecomercioSP/E-bit (PCCE) para o Estado de São Paulo é realizada com dados fornecidos pela E-bit/Buscapé e permite análise sobre a participação do comércio eletrônico no varejo paulista. As informações são segmentadas pelas 16 regiões definidas pelas Delegacias Regionais Tributárias que englobam todos os 648 municípios paulista, abrangem todas as atividades varejistas constantes do código CNAE 2.0.

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E-bit anuncia Pedro Guasti como novo CEO

Com mais de 15 anos de experiência no mercado de e-commerce, o executivo, co-fundador da empresa, retorna para modernizar e ampliar negócio

A E-bit, empresa especializada em informações de comércio eletrônico, acaba de anunciar o retorno de Pedro Guasti como CEO da empresa. O executivo, que é um dos fundadores da marca e esteve à frente da operação por 10 anos, tem agora o desafio de modernizar e ampliar o negócio, por meio do desenvolvimento de novos produtos e de tecnologia.

“É uma alegria muito grande estar novamente à frente da operação da E-bit. Estamos entrando numa nova fase e temos o objetivo de crescer, inclusive internacionalmente. Para isso, é preciso compreender as necessidades do mercado, que são bem diferentes do que eram há cinco, dez anos. O setor agora está mais maduro, temos o mobile se consolidando e um consumidor cada vez mais conectado. Nossa atuação irá ao encontro dessas necessidades”, explica Guasti.

Nesta nova fase, a E-bit desenvolverá novos produtos que colaborem para entender o comportamento do consumidor omnichannel, além de ampliar sua atuação para novos mercados. A empresa também vai investir em novas tecnologias de captura de informações em dispositivos móveis, que ganham cada vez mais relevância na formação da decisão de compra dos consumidores e share nas compras online.

O atual diretor executivo, André Ricardo Dias, segue na função e será responsável pela operação das áreas de TI, Operações, Marketing e Inteligência de Mercado.

Pedro Guasti acumula mais de 15 anos de experiência no mercado brasileiro de comércio eletrônico. Já foi Vice-Presidente de Relações Institucionais do Buscapé Company e atualmente é Presidente do Conselho de E-commerce da FecomercioSP.

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E-BIT/Buscapé divulga melhores lojas do e-commerce brasileiro em 2015

Americanas.com é a grande vencedora do Oscar do setor, tanto por critérios técnicos quanto por votação popular

A E-bit (www.ebit.com.br), empresa especializada em informações do comércio eletrônico, anunciou durante o evento VTEX Day, realizado no dia 12 de maio em São Paulo, os vencedores do 13ª Prêmio E-bit Melhores Lojas do E-commerce. A grande vencedora foi a Americanas.com, eleita como “Melhor Loja Diamante” tanto por critérios técnicos como também pela votação popular dos e-consumidores brasileiros.

Também foram premiadas como “Melhores Lojas Diamante” Submarino, Walmart, Magazine Luiza e Extra. Outras lojas contempladas por critérios técnicos foram Nikkey Cosméticos, como “Melhor Loja Ouro”; Jóias Gold, “Melhor Loja Prata”; e BringIT, “Melhor Loja Bronze”.
Para a escolha das vencedoras em “Prêmios Especiais”, experts do mercado participaram do corpo de jurados. O “Melhor NPS” foi para O Boticário; em “Loja Especializada”, a Sephora venceu; e para “Mobile”, Privalia foi a escolhida.

O diretor executivo da E-bit/Buscapé, André Ricardo Dias, avalia como positiva a evolução do desempenho das lojas online num mercado cada vez mais competitivo. “Entendemos que o Prêmio E-bit é um dos grandes incentivadores para melhoria no nível de serviços do comércio eletrônico brasileiro, sendo a premiação mais valorizada no País. A disputa entre as lojas em 2015 foi muito concorrida tanto nos critérios técnicos quanto na votação popular, onde registramos um recorde no número de votos, o que mostrou o empenho dos sites na busca pelas primeiras posições”, comenta.

Veja a lista completa dos vencedores abaixo ou no link http://www.ebit.com.br/premio-ebit-2016.

LOJAS MAIS QUERIDAS

Loja Diamante: Americanas
Alimentos e Bebidas: Pão de Açúcar Delivery
Bebês: Klin
Casa e Decoração: Tok&Stok
Cosméticos e Perfumaria: Rede Natura
Livraria e Entretenimento: Saraiva
Moda e Acessórios: Dafiti
PetShop: PetLove
Saúde (Medicamentos): Ultrafarma

MELHORES LOJAS

Melhor Loja Diamante (1º lugar): Americanas
Top 5 Diamante: Americanas
Top 5 Diamante: Submarino
Top 5 Diamante: Walmart
Top 5 Diamante: Magazine Luiza
Top 5 Diamante: Extra

Melhor Loja Ouro: Nikkey Cosméticos
Melhor Loja Prata: Jóias Gold
Melhor Loja Bronze: BringIT

PRÊMIOS ESPECIAIS

NPS: O Boticário
Loja Especializada (Nicho): Sephora
Mobile: Privalia

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Comércio eletrônico brasileiro deve faturar R$ 236 milhões na 3ª edição do Dia do Consumidor Brasil

O Buscapé Company, plataforma completa de digital commerce, promove, no dia 16 de março, a terceira edição do Dia do Consumidor Brasil. A ação anual tem como objetivo incentivar as compras no comércio eletrônico, num período carente de datas sazonais fortes em vendas. Para isso, as lojas virtuais oferecem grandes descontos nos mais diversos produtos. Este ano, mais de 650 sites irão participar, entre eles, Americanas.com, Extra, Magazine Luiza, Netshoes, Pontofrio.com, Ricardo Eletro, Saraiva, Submarino e Walmart.com.

De acordo com a E-bit/Buscapé, unidade especializada em informações de comércio eletrônico do Buscapé Company, o faturamento deve chegar a R$ 236 milhões, 18% de crescimento nominal em relação à edição de 2015. A expectativa é de que 513 mil pedidos sejam realizados nas 24 horas de promoções, com tíquete médio de R$ 460. As categorias mais vendidas devem ser “Cosméticos, Perfumaria e Saúde”, “Livros”, “Eletrodomésticos”, “Moda e Acessórios”, “Casa e Decoração”, “Telefonia e Celulares”, “Informática e Eletrônicos”.

“Tanto para os lojistas quanto para os consumidores, o Dia do Consumidor representa uma grande oportunidade. Nesta edição, especificamente, essa ideia fica ainda mais forte. Estamos passando por um momento econômico que exige cautela e as pessoas estão mais receosas. Os descontos vão contribuir para viabilizar as compras, especialmente de produtos de maior valor agregado, como eletrônicos e smartphones”, comenta André Ricardo Dias, diretor executivo da E-bit.

Dados do 33º relatório WebShoppers, da E-bit/Buscapé, divulgados em fevereiro, indicam que, apesar do cenário econômico desfavorável, o comércio eletrônico deve continuar a crescer, sendo uma alternativa para os varejistas. Em 2015, o setor de compras online registrou um crescimento nominal de 15% no faturamento, movimentando R$ 41,3 bilhões. A previsão é de que, até o final de 2016, esse número alcance R$ 44,6 bilhões, o que representa um aumento de 8%.

O Dia do Consumidor Brasil acontece sempre na quarta-feira mais próxima ao dia 15 de março, quando se comemora o Dia Internacional do Consumidor. A data, celebrada pela primeira vez em 1983, tem como objetivo informar as pessoas de seus direitos e promover o consumo consciente.

A iniciativa do Buscapé Company conta com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara-e.net), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), do E-Commerce Brasil, da Digitalks e da Boa Vista.

Serviços no hotsite do Buscapé

Para o Dia do Consumidor, o Buscapé terá um hotsite, no qual serão destacadas as melhores ofertas dos lojistas que participam da ação, selecionadas pela curadoria do próprio site. Os produtos atestados com o menor preço receberão o selo identificador de Dia do Consumidor e, dessa maneira, o usuário reconhecerá, seja pela web ou aplicativo, os itens que tiverem redução de preço mais significativa.

O Buscapé também vai oferecer outros serviços nesta data, tais como envio de alertas de preços, que avisam o consumidor quando alguma loja abaixa o valor de um determinado item; além da avaliação de produtos por especialistas e usuários que já compraram.

Os consumidores já podem se inscrever no site do Buscapé (www.buscape.com.br/dia-do-consumidor) para receber e-mails sobre o Dia do Consumidor.

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E-BIT abre votação para eleger as lojas mais queridas no 13º Prêmio melhores lojas do e-commerce

Vencedores do prêmio, conhecido como o “Oscar do Varejo Online”, serão divulgados durante evento do setor em março

A E-bit (www.ebit.com.br), empresa especializada em informações do comércio eletrônico, abre em seu site a votação para a 13ª edição do Prêmio E-bit Melhores Lojas do E-commerce. A eleição, realizada anualmente, aponta as lojas de maior destaque do varejo digital brasileiro e as preferidas pelo consumidor, por meio de votação popular, em diversas categorias.

O consumidor tem entre os dias 29 de janeiro e 29 de fevereiro para escolher entre as indicadas em nove categorias no site da E-bit e depositar seu voto nas lojas favoritas. As candidatas disputarão o título de “Loja Diamante Mais Querida”, e nas categorias verticais “Alimentos e Bebidas”; “Bebês”; “Casa e Decoração”; “Cosméticos e Perfumaria”; “Livraria e Entretenimento”; “Moda e Acessórios”; “Petshop”; e “Saúde”.

Oscar do Varejo Online – A premiação anual, a mais tradicional do setor e considerada o “Oscar do Varejo Online”, acompanha o desempenho do mercado no ano anterior e reconhece as lojas que prestaram um serviço de excelência para o consumidor. Além das Mais Queridas, a E-bit premia as Melhores Lojas do Ano, tendo como critério de decisão as que obtiveram as melhores notas em 2015, baseado nas pesquisas coletadas com consumidores no pós-compra.

Com evento bastante aguardado pelas lojas, o prêmio é motivo de orgulho para os varejistas que tiveram o reconhecimento do público pelo bom serviço realizado, e por isso a importância da eleição. “Convocamos os e-consumidores para que escolham suas lojas preferidas, indicando aquelas que prestaram um bom atendimento durante o ano de 2015, podendo ser reconhecidas pela sua atuação no comércio eletrônico brasileiro”, convida André Ricardo Dias, diretor executivo da E-bit.

A cerimônia de premiação será realizada no dia 10 de março, durante o Congresso E-Commerce Brasil de Vendas, em São Paulo.

Para votar, acesse www.ebit.com.br/premio-ebit-2015.

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12º Prêmio E-bit Melhores Lojas do E-commerce elege players “mais queridos” dos consumidores

A E-bit (www.ebit.com.br), empresa especializada em informações do comércio eletrônico, abriu a votação para a 12ª edição do Prêmio E-bit Melhores Lojas do E-commerce, na categoria “Lojas Mais Queridas”. Decidida por voto popular através do site da E-bit, o consumidor tem até o dia 02 de julho para escolher entre as indicadas em nove categorias.

Ao todo, são mais de 100 lojas que disputarão a preferência do público como “Loja Diamante Mais Querida” e também nas categorias “Alimentos e Bebidas”; “Bebês”; “Casa e Decoração”; “Cosméticos e Perfumaria”; “Livraria e Entretenimento”; “Moda e Acessórios”; “Petshop”; e “Saúde”.

Além dessas, a E-bit premia ainda as Melhores Lojas do Ano, tendo como critério aquelas que obtiveram as melhores notas em 2014, baseado nas pesquisas coletadas com consumidores no pós-compra. A premiação anual, a mais tradicional do setor e considerada o “Oscar do Varejo Online”, acompanha o desempenho do mercado no ano anterior e reconhece as lojas que prestaram um serviço de excelência para o consumidor.

Bastante aguardado pelas lojas, o prêmio é motivo de muito orgulho para os varejistas brasileiros. “O reconhecimento da E-bit é resultado do esforço e planejamento executado pela empresa no decorrer do ano para conquistar o cliente. É o reflexo do trabalho de toda uma equipe no objetivo de se destacar diante da concorrência”, explica André Ricardo Dias, diretor executivo da E-bit.

A cerimônia de premiação será realizada no dia 29 de julho, durante o Fórum E-commerce Brasil, em São Paulo, um dos eventos mais importantes do varejo digital.

Para votar, acesse http://www.ebit.com.br/premio-ebit-2015.

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Mulheres já são maioria na internet, mas homens ainda têm tíquete médio mais elevado nas compras online

As mulheres já ocupam posições de destaque em todos os setores da sociedade e, no ambiente digital, isso não é diferente. Para o Dia Internacional da Mulher, a e-bit (www.ebit.com.br), empresa especializada em informações do comércio eletrônico, e a Navegg (www.navegg.com.br), referência latino-americana em dados de audiência online, traçaram um panorama do comportamento feminino na internet, revelando que elas já são maioria no mundo virtual. De acordo com o levantamento, no Brasil, 53% das pessoas que acessam a rede são mulheres. Quando o assunto é e-commerce, as consumidoras já representam 50,2% do mercado, porém, os homens têm maior participação em volume financeiro nas compras online.

A internauta
A Navegg aponta que na esfera social, a internauta da classe C é a mais conectada. Do público feminino na internet, 66,09% pertencem a essa classe, enquanto 31,64% são das classes A/B e apenas 1,37% das classes D/E. A intenção de compra também é mais presente nas mulheres da classe C, sendo que, nesse grupo, 66,85% delas utilizam a rede para buscar produtos.

Mulheres de todas as idades estão online, mas a maior concentração de internautas tem faixa etária de 35 até 59 anos (43,29%). Em seguida, estão as que têm entre 25 e 34 anos (35,94%). Garotas entre 18 e 24 anos correspondem a 12,97%. A melhor idade, acima de 60, também está presente e representa 4,23%. Meninas entre 13 e 17 anos são apenas 2,68% desse público.

Os interesses femininos são bastante variados. Os conteúdos mais procurados por elas são “Entretenimento”, “Notícias”, “Moda e Beleza”, “Comidas e Bebidas” e “Família”, respectivamente. Para acessá-los, 88,81% delas usam desktops, enquanto somente 10,36% utilizam algum dispositivo mobile. O sistema operacional mais utilizado por elas é o Windows (86,98%), seguido por Android (5,32%) e iOS (3,24%).

“As mulheres vão ser o grande motor de crescimento da internet, tanto pela forma engajada como participam em redes sociais e consomem conteúdos online, como pelo papel de decisão de compra que ocupam em cada vez mais lares, o que irá alavancar diversos segmentos do e-commerce brasileiro. Marcas que consigam entender e se relacionar de uma forma contínua e personalizada com esse público sairão na frente dos seus concorrentes”, afirma Pedro Cruz, diretor de marketing da Navegg.

E-Consumidoras compram mais, mas gastam menos

As mulheres são responsáveis por 50,2% dos pedidos feitos no comércio eletrônico, entretanto, quando se trata de volume financeiro, os homens ainda estão à frente e representam 57,48% do faturamento, de acordo com a e-bit. Enquanto o tíquete médio das mulheres é de R$ 289, o dos homens é de R$ 393. “Uma das razões para isso é o tipo de produto que cada um consome. A categoria mais vendida para a ala feminina é a de ‘Moda e Acessórios’, já as que aparecem empatadas em primeiro lugar para eles são ‘Eletrodomésticos’ e ‘Informática’, ou seja, mercadorias de maior valor agregado”, explica Cris Rother, diretora de negócios da e-bit.

A renda familiar também difere entre consumidores do sexo feminino e masculino. Os homens ganham mais, em média, R$ 4.426. Já as mulheres têm renda média de R$ 3.655.
Além de “Moda e Acessórios”, as categorias mais compradas por elas são “Sáude, Cosméticos, Perfumaria e Cuidados Pessoais”, “Eletrodomésticos”, “Casa e Decoração” e “Livros”.

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Mesmo com mais consumidores on-line, Brasil fatura menos de 10% do que o Reino Unido

Embora o comércio eletrônico tenha expectativa de crescer 25% neste ano, com previsão de faturamento de R$ 28 milhões, de acordo com o e-bit, o Brasil ainda está distante de alcançar os resultados obtidos por outros países. Com 70 milhões de usuários, 43 milhões deles adeptos ao comércio eletrônico, o País fatura menos de 10% do que o Reino Unido, que possui 50 milhões de internautas, 37 milhões deles consumidores on-line, segundo dados da Câmera Brasileira de Comércio Eletrônico. Enquanto o faturamento aqui é estimado em R$ 22,5 bilhões, o dos europeus alcança R$ 234 bilhões.

Para matérias sobre comércio eletrônico, coloco à disposição Gustavo Furtado, Ceo da Tricae (www.tricae.com.br) – loja virtual de artigos infantis, especializada em produtos para crianças de 0 a 10 anos, lançada pelo grupo alemão Rocket Internet (responsável por sucessos como Dafiti e Groupon). Para agendar de entrevista, entre em contato comigo pelos telefones 3046-9574/96447-0027 ou por email michelle@misasi.com.br

Sobre o especialista
Gustavo Furtado é formado em engenharia elétrica com ênfase em Telecomunicações pela POLI – USP, cursou MBA em gestão de negócios na Kellogg Management School (EUA). Iniciou a carreira numa start-up de infraestrutura para internet. Atuou também como trainee na área de vendas técnicas da Siemens, onde aos 24 anos foi promovido e enviado para a Alemanha para ser responsável por esse setor para a América Latina, Portugal e Espanha. Foi gerente de marketing da Microsoft na área de desenvolvimento de aplicativos para Smartphones durante um ano, quando então, foi convidado pela Rocket Internet para liderar a Tricae.

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Educação do consumidor – prevenir é o melhor remédio

As vendas pela internet no país não param de crescer. A última pesquisa divulgada pela E-bit, empresa especializada em comércio eletrônico, registrou uma alta de 25% nas vendas online neste ano em relação a 2011. A expectativa, segundo o estudo, é de que o faturamento do comércio virtual some R$ 23,4 bilhões em 2012.

O aumento nas vendas, no entanto, gera também um aumento nas reclamações e insatisfações dos consumidores. Atrasos na entrega, dificuldade para trocar o produto e mau atendimento do SAC são os principais problemas. Segundo o advogado especialista em Direito Digital e Direito Empresarial, Luiz Guilherme Mendes Barreto, sócio do escritório Mendes Barreto e Souza Leite Advogados, o caminho mais fácil para diminuir os problemas é educar o consumidor, provendo informações relevantes e explicações a respeito do produto ou serviço, prazo e forma de entrega, forma de troca e cancelamento, por exemplo.

“Um consumidor consciente tem mais noção dos seus direitos, mas por outro lado é mais responsável com suas obrigações. Por isso, orientamos nossos clientes a criar ferramentas que facilitem o entendimento de todo o processo, e principalmente das responsabilidades de cada uma das partes, como envio de e-mails explicativos, uso dos canais de atendimento ao cliente, criação de sites próprios dos produtos/serviços, entre outras soluções que vêm sendo cada vez mais adotadas pelas empresas e obtendo o resultado esperado: melhorando a relação com seu público”, explica Luiz Guilherme Mendes Barreto.

Outro ponto ressaltado pelo advogado é a relação da empresa com o cliente, que, nas lojas virtuais, acontece pelos SACs online e por telefone. “O consumidor busca não só serviços e produtos de qualidade, mas também um tratamento diferenciado, uma atenção especial do fornecedor que o faça se sentir seguro em um mundo não palpável como a internet”, observa Luiz Guilherme.
Sobre o escritório
O escritório Mendes Barreto e Souza Leite Advogados foi criado em 2008, focado nas questões legais que a internet e as novas tecnologias trouxeram para nossa sociedade. Os sócios Luiz Guilherme Mendes Barreto e Rodrigo de Souza Leite criaram um conceito inovador no tratamento das questões jurídicas empresariais no meio digital, tecnologia e do consumidor.

Nestes três anos de mercado, o escritório esteve, por dois anos consecutivos, no anuário Análise Advocacia 500 – Os escritórios mais admirados no Brasil, referência no mercado. No portfólio estão companhias de diferentes portes de todo o país dos segmentos de software, tecnologia da informação, e-commerce, meios de pagamento, telecom e logística, real estate, entre outros.

Luiz Guilherme, é graduado pela Faculdade de Direto das Faculdades Metropolitanas Unidas (UniFMU) e Especialista em Direito Empresarial pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP) e em Direito das Novas Tecnologias pelo Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS/CEU).

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