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Inteligência e automação a serviço das Operações de TI

Por Fernando Mellone, Senior Territory Manager da Dynatrace

Com o volume de dados aumentando de forma exponencial, não é segredo para ninguém que as organizações estão perdendo a capacidade de monitorar manualmente a performance de suas operações de TI. Para resolver esse cenário, a solução tem sido buscar novas opções, com recursos capazes de simplificar a gestão dos ativos digitais. Entre as ferramentas disponíveis, destaque especial para a aplicação de recursos AIOPs, com a utilização da Inteligência Artificial para as Operações de TI.

De acordo com a definição do Gartner, as plataformas AIOPs são aplicações multicamadas, com recursos destinados ao aprimoramento e automação das principais tarefas de Operações de TI. Estruturalmente, essas soluções reúnem sistemas de aprendizado de máquina (Machine Learning), Big Data e Analytics, com o objetivo de acompanhar múltiplas fontes de dados e dispositivos instalados dentro das operações de TI – tudo de forma simultânea.

Como resultado, a aplicação de soluções AIOPs ao monitoramento do sistema de tecnologia permite que as empresas possam identificar e reagir aos problemas de TI de forma mais rápida, com análise totalmente preditiva e automatizada. Com isso, elas garantem maior agilidade e assertividade para manter os sistemas em funcionamento, evitando a interrupção das atividades corporativas em longos períodos.

O objetivo dessas plataformas, portanto, é eliminar a dificuldade que os líderes e profissionais de Operações de TI vêm tendo nos últimos tempos para gerenciar suas infraestruturas, sobretudo no que diz respeito à análise de ameaças e falhas. Vale dizer que esse é um desafio especialmente importante hoje em dia, com a maior divisão das cargas de dados, espalhadas em ambientes de Nuvem, serviços de terceiros, integrações de Software como Serviço (SaaS), dispositivos móveis etc.

Pesquisas recentes apontam que mais de 90% das maiores companhias globais planejam tornar seus ambientes de TI ainda mais Híbridos, com aplicações divididas em Cloud e dentro de estruturas locais. Esse contexto gera, por sua vez, uma enorme pressão às iniciativas de monitoramento, ampliando a variedade e os parâmetros a serem checados em tempo real. As soluções AIOPs operam para aglutinar os dados e simplificar o trabalho das equipes no dia a dia.

As ferramentas baseadas em IA ajudam a automatizar e agilizar as análises que teriam de ser feitas de forma manual, tornando o acompanhamento das Operações de TI muito mais prático e funcional. Os sistemas mais modernos incluem a análise contínua das dependências entre componentes, monitorando de forma ativa todas as fontes de dados, checagem automática de topologia, detecção de anomalias e avaliação preditiva de eventos, entre outros recursos.

Para ter acesso a esses resultados, no entanto, é importante que as companhias entendam que as plataformas de AIOPs não se limitam apenas a aplicação de sistemas de Machine Learning ao monitoramento tradicional. Mais do que isso, o sucesso das ações depende de um modelo de monitoramento mais inteligente e completo, construído com verificação abrangente, em tempo real, dos dados.

Outro ponto essencial é que as plataformas de AIOPs promovam a integração de todas as camadas, o monitoramento Full Stack de todo ambiente, indo dos mainframes aos servidores em Nuvem, com a visão em 360° do sistema. Afinal de contas, para que a correção automática funcione de forma confiável, é necessário que as equipes tenham visibilidade completa de toda a estrutura de dados disponíveis.

Somente ao adotar uma solução verdadeiramente inteligente é que as organizações terão uma base mais ampla para a identificação precisa e acionável de problemas, bem como para entender as origens de cada uma dessas falhas. Além disso, a Inteligência Artificial simplifica o modo como as companhias podem lidar e resolver os erros, descobrindo de forma antecipada quais podem ser os possíveis impactos dessas falhas para as operações da empresa.

Isso quer dizer que, ao contrário das abordagens de aprendizado de máquina mais simples, que apenas correlacionam e agrupam problemas, a inteligência de software das plataformas AIOPs mais modernas agem na identificação e análise de cada erro, sem esforços manuais. Os mecanismos de IA permitem a integração de métricas personalizadas, incluindo serviços e fontes de terceiros à gestão.

Do ponto de vista dos negócios, a ascensão das soluções de Inteligência Artificial para as Operações de TI tem agregado uma série de benefícios. Um deles, em especial, é que as soluções automatizadas estão permitindo que as equipes de gerenciamento e sustentação de TI possam se concentrar nas atividades mais estratégicas de suas rotinas.

Outro ganho em destaque é a redução do tempo necessário para a aplicação de correções e ajustes ao sistema. Ao adotar plataformas de AIOPs inteligente as empresas aprimoram seus processos, identificam de forma muito mais ágil as causas raízes de possíveis falhas e descobrem como corrigir esses erros de forma rápida e eficiente.

A Inteligência Artificial e a automação estão prontas para mudar radicalmente o jogo nas operações. Mais do que isso, essas inovações podem aplicar inteligência ao longo de toda a cadeia de valor digital da TI, do desenvolvimento de software até a entrega de serviços e interações com os clientes. À medida que os sistemas corporativos de hoje aumentam de tamanho, os benefícios de contar com um software que agregue Inteligência Artificial fará com que as Operações de TI, estejam preparadas para os desafios de velocidade, escala e complexidade da transformação digital.

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Como a performance de software afeta o sucesso das empresas

Por Michael Allen, Vice-Presidente e Chief Technology Officer para EMEA da Dynatrace

As empresas entendem bem a importância de fornecer jornadas perfeitas aos clientes, mas, ainda assim, observamos uma crescente onda de interrupções de serviços digitais e problemas de performance de software nos últimos meses. Embora alguns desses problemas tenham sido pequenos inconvenientes, com os serviços de streaming de vídeo on-line ou sites de mídia social caindo, outros causaram preocupação muito mais séria. Interrupções nos serviços bancários on-line deixaram os clientes impossibilitados de pagar as contas em dia e problemas com os principais sistemas de pagamentos deixaram os compradores impossibilitados de usar seus cartões bancários nos caixas. Até mesmo o deslocamento diário foi afetado, com interrupções no site de ingressos de trens deixando as pessoas impossibilitadas de comprar um ingresso para viajar.

Todos esses problemas prejudicam seriamente a capacidade das pessoas de viver o seu dia a dia. Por isso, eles estão se tornando uma preocupação crescente para empresas e consumidores. Então, se as empresas entendem a importância de evitar esses cenários tão claramente, por que eles estão acontecendo com mais frequência?

A Tecnologia está cada vez mais complexa – A crescente complexidade dos ecossistemas tecnológicos é o maior fator para o aumento de incidentes que afetam a performance das organizações. Os serviços digitais modernos estão baseados em ambientes híbridos, com múltiplas Nuvens, plataformas e tecnologias conectadas. Esses serviços, no geral, são acionados por meio de microsserviços e Contêineres dinâmicos, criando um cenário de constantes mudanças a serem administradas continuamente. Por exemplo: hoje, uma única transação web ou móvel utiliza, em média, 35 diferentes sistemas de tecnologia, sendo que, cinco anos atrás, esse número era de apenas 22. Nesse cenário, com as transações digitais cruzando uma vasta diversidade de componentes e serviços, gerenciar a performance das aplicações de maneira manual se tornou uma tarefa impossível. Afinal, enquanto os sistemas de tecnologia ficam mais complexos, as equipes de TI se veem diante de uma enorme pressão para identificar e resolver rapidamente a origem de qualquer problema. Isso se tornará cada vez mais crítico com o advento de carros sem motorista e dispositivos médicos conectados, que podem causar grandes danos se forem afetados por problemas de desempenho.

A automação pode ajudar a superar os obstáculos de interrupção – Há várias razões pelas quais é impossível para as empresas gerenciarem de forma manual seus ecossistemas digitais. Em primeiro lugar, a infraestrutura e as plataformas de tecnologia estão sendo divididas em várias camadas, fato que exige novas e específicas ferramentas de monitoramento para que as equipes possam ter visibilidade total sobre a performance da rede. Além disso, as novas tecnologias também são altamente dinâmicas e exigem atualização constante dos recursos e padrões de análise. Na prática, é essa relação de mudanças recorrentes que torna impossível para que as equipes acompanhem seus ambientes de TI modernos usando ferramentas de monitoramento tradicionais, que foram construídas para ambientes estáticos. Como resposta, as organizações precisam ser capazes de automatizar o maior número possível de processos e operações de tecnologia. As companhias devem ter a capacidade de detectar automaticamente os problemas e, a partir de então, usar a inteligência artificial (IA) para identificar a causa raiz das falhas com precisão. Os recursos modernos e de automação também podem ajudar as empresas na busca pela correção automática, para que o sistema de monitoramento possa detectar problemas e aplicar correções antes que haja uma interrupção total. Com isso, a pressão das equipes de TI diminuirá, permitindo que os líderes se concentrem em impulsionar a inovação, em vez de gastar horas para determinar de onde vem um problema de performance de software.

Como seguir o caminho de forma inteligente – Embora a mudança para a Nuvem tenha tornado as empresas muito mais ágeis, a verdade é que toda essa transformação aumentou de forma exponencial a complexidade dos ecossistemas digitais. Como resultado, tivemos um enorme impacto na capacidade das organizações de monitorar com êxito a performance de suas redes e de corrigir qualquer problema de maneira rápida e eficiente. Agora, a Inteligência Artificial é a novidade crucial para combater essa situação e devolver a capacidade de análise às empresas. A automação pode tornar o processo de detecção e correção de falhas de desempenho de software muito mais rápido e eficaz. Em última análise, isso permitirá que as equipes de TI forneçam experiências de usuário mais consistentes e positivas, gerando muito mais valor e oportunidades às empresas. As soluções de inteligência de gestão estão disponíveis e é essencial que os CIOs busquem a alta eficiência dos serviços como diferencial competitivo para o sucesso das operações.

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Necessidade de agilidade em inovação coloca em risco experiência do consumidor, dizem CIOs de empresas do setor financeiro

A Dynatrace, empresa líder em inteligência de software, apresenta os resultados de uma pesquisa global independente com 249 CIOs (Chief Information Officers) de empresas do setor de serviços financeiros. Segundo o levantamento, 77% das empresas do setor financeiro afirmam que a necessidade de agilidade em inovação digital tem colocado a experiência do consumidor final em risco. O estudo mostra que organizações do segmento lançam, em média, duas atualizações de software a cada hora de trabalho, em um contínuo esforço para se manterem competitivas e atenderem a um consumidor com expectativas cada vez mais elevadas.

Com relação ao futuro, 90% dos CIOs entrevistados afirmaram que vão precisar atualizar sistemas de uma forma ainda mais rápida. No entanto, a agilidade dos lançamentos pode cobrar um preço. Praticamente dois terços (65%) dos executivos consultados admitiram que são obrigados a comprometer a garantia de excelência na experiência do consumidor em favor de uma inovação realizada com mais velocidade.

“Praticamente toda organização no planeta é uma companhia de software nos dias atuais. Isso inclui as empresas de serviços financeiros. Líderes do mercado lançam múltiplas atualizações de softwares a cada segundo para garantir a experiência do consumidor. Consequentemente, o conceito moderno de entrega de software está centrado na agilidade, ciclos rápidos de desenvolvimento, lançamento em dinâmica e ambientes híbridos, com várias Nuvens”, diz Andreas Grabner, executivo de processos DevOps na Dynatrace. “Ainda assim, usuários finais também esperam que o fluxo estável das novas funcionalidades e atualizações funcione perfeitamente, sem ser comprometido. O desafio para a TI é entregar rapidamente, ao mesmo tempo que migra para uma arquitetura nativa na nuvem e mantém a boa experiência do usuário”.

No levantamento, a Dynatrace analisa os desafios enfrentados pelas organizações do setor financeiro à medida em que elas se esforçam para alcançar novos, e mais elevados, padrões de agilidade e velocidade. A pesquisa apurou:

A Nuvem permite agilidade, mas CIOs do setor financeiro enfrentam dificuldades para:

– Garantir que a performance do software não seja negativamente impactada (69%);

– Identificar se mover uma aplicação para a Nuvem traz os benefícios desejados (57%)
– Entender se uma aplicação é adequada para a Nuvem (57%)

– Rearquitetar aplicações legadas para a Nuvem (51%)

– Garantir que a experiência do usuário não seja afetada durante o processo de migração (52%)

Falta de colaboração e visibilidade acarreta atrasos para a inovação:

– Para 78% dos CIOs de serviços financeiros entrevistados, suas organizações vivenciaram atrasos em projetos de TI que poderiam ter sido evitados se as equipes de desenvolvimento e operação estivessem aptas a colaborarem facilmente

– CIOs do setor financeiro afirmam que iniciativas de transformação digital foram desestabilizadas principalmente por causa de impactos na correção de códigos (41%), e interrupções de serviços de TI causadas por problemas externos (56%) ou por mudanças internas (49%).

Organizações enfrentam desafios ao recorrerem a DevOps para melhorar a colaboração:

– 74% das organizações do setor implementaram ou estão explorando possibilidades de uma cultura DevOps para melhorar colaboração e conduzir inovações com mais agilidade

– Para 77% dos CIOs do setor, os esforços com DevOps são geralmente prejudicados pela falta de ferramentas e dados compartilhados, o que atrapalha as equipes de TI em obter uma visão unificada “da verdade”

– 59% dos CIOs do segmento identificaram diferenças entre as prioridades dos silos departamentais como uma barreira adicional à adoção de DevOps

“O desafio para todas as organizações de serviços financeiros é obter uma visão holística do canal DevOps – do código a experiência. Com o amadurecimento de DevOps, empreendimentos buscam automatizar e integrar o desenvolvimento do software com o objetivo de lançar mais rápido sistemas e atualizações com elevado padrão de qualidade e menos esforço manual. É empolgante ver a Inteligência Artificial desempenhar um papel ainda maior na redução de tarefas manuais de modo que possamos fazer o que amamos – criar software melhor, implementar com agilidade e entregar experiências perfeitas”, afirma Grabner.

Esse relatório, encomendado pela Dynatrace, é baseado em pesquisa global com 249 CIOs de grandes empresas do setor de serviços financeiros com mais de 1.000 funcionários. Para mais informações visite: http://info.dynatrace.com/2018_global_cio_report.html.

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Necessidade de inovação rápida em Nuvem coloca em risco experiência dos clientes, dizem CIOs em pesquisa

A Dynatrace, empresa líder em inteligência de software, apresenta pesquisa global independente que indica que 73% das organizações afirmam que a necessidade de velocidade na inovação digital está colocando a experiência dos clientes em risco. O estudo feito com 800 executivos de tecnologia (CIOs – Chief Information Officers) revela que, em média, as organizações lançam três novas atualizações de programas a cada hora de trabalho. Trata-se de um contínuo esforço das empresas para se manterem competitivas e atenderem a um consumidor com expectativas cada vez mais elevadas.

Com relação ao futuro, 89% dos CIOs disseram que vão precisar fazer as atualizações de uma forma ainda mais rápida. No entanto, a agilidade dos lançamentos pode cobrar um preço. Quase dois terços (64%) dos executivos entrevistados admitiram que são obrigados a comprometer a garantia de excelência na experiência dos consumidores em favor de uma inovação realizada com mais velocidade.

“Praticamente toda organização no planeta é uma companhia de software nos dias atuais. Líderes do mercado como a Amazon lançam múltiplas atualizações de programas a cada segundo. Consequentemente, o conceito moderno de entrega de software está centrado na agilidade, em ciclos rápidos de desenvolvimento e em lançamentos dinâmicos usando ambientes híbridos com várias Nuvens”, diz Andreas Grabner, executivo de processos DevOps na Dynatrace. “Ainda assim, usuários finais esperam que o fluxo estável das novas funcionalidades e atualizações funcione perfeitamente, sem ser comprometido. O desafio para a TI é entregar rapidamente, ao mesmo tempo que migra para uma arquitetura nativa na nuvem e mantém a boa experiência do usuário.

Na pesquisa, a Dynatrace analisa os desafios enfrentados pelas organizações à medida em que elas se esforçam para alcançar novos, e mais elevados, padrões de agilidade e velocidade. A pesquisa mostra que

A Nuvem permite agilidade, mas CIOs enfrentam dificuldades para:

– Garantir que a performance do software não seja negativamente impactada (67%);
– Identificar se mover uma aplicação para a Nuvem traz os benefícios desejados (57%);
– Entender se uma aplicação é adequada para a Nuvem (55%);
– Rearquitetar aplicações legadas para a Nuvem (51%);
– Garantir que a experiência do usuário não seja afetada durante o processo de migração (48%).

Falta de colaboração e visibilidade acarreta atrasos para a inovação:

– Para 78% dos CIOs, suas organizações vivenciaram atrasos em projetos de TI que poderiam ter sido evitados se as equipes de desenvolvimento e operação estivessem aptas a colaborarem facilmente;
– Segundo CIOs, iniciativas de Transformação Digital foram desestabilizadas principalmente por causa de impactos na correção de códigos (45%), e interrupções de serviços de TI causadas por problemas externos (55%) ou por mudanças internas (50%).

Organizações enfrentam desafios ao recorrerem a DevOps para melhorar a colaboração:

– 68% das organizações implementaram ou estão explorando possibilidades de uma cultura DevOps para melhorar colaboração e conduzir inovações com mais agilidade;
– 74% dos CIOs disseram que os esforços de DevOps são geralmente prejudicados pela falta de ferramentas e dados compartilhados, o que atrapalha as equipes de TI em obter uma visão unificada “da verdade”;
– 56% dos CIOs identificaram que as diferenças entre as prioridades dos silos departamentais são uma barreira adicional à adoção de DevOps.

“O desafio para todas as organizações é obter uma visão holística do canal de DevOps – da ideia do código até a experiência. Com o amadurecimento de DevOps, empreendimentos buscam automatizar e integrar o desenvolvimento do software com o objetivo de lançar mais rápido sistemas e atualizações com elevado padrão de qualidade e menos esforço manual. É empolgante ver a Inteligência Artificial desempenhar um papel ainda maior na redução de tarefas manuais de modo que possamos fazer o que amamos – criar software melhor, implementar com agilidade e entregar experiências perfeitas”, acrescenta Grabner.

Esse relatório, encomendado pela Dynatrace, é baseado em pesquisa global com 800 CIOs de grandes empresas com mais de 1.000 funcionários. A amostra ouviu 200 executivos dos Estados Unidos, 100 do Reino Unido, França, Alemanha e China, e 50 do Brasil, Austrália Cingapura e México, respectivamente. A pesquisa completa da Dynatrace pode ser acessada pelo link: http://info.dynatrace.com/2018_global_cio_report.html.

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Como evitar as armadilhas de performance quando existe um bloqueio de Blockchain

Por David Jones, Diretor de Vendas da Dynatrace

Um dos principais marcos da tecnologia nos últimos 12 meses foi o crescimento de valor do Bitcoin. As bolsas digitais tiveram picos enormes de tráfego, causando, em alguns casos, até a falta da moeda virtual. Em novembro de 2017, por exemplo, duas das maiores corretoras de criptomoeda, a Coinbase e a Gemini, saíram do ar, tornando impossível para muitos usuários a realização das transações com a moeda digital. O resultado dessa falha foi uma queda drástica de 20% no valor do Bitcoin durante este período.

Naquela época, a Coinbase relatou que um dos níveis mais elevados de tráfego na Web contribuiu para a queda do sistema. No entanto, essa não foi a primeira vez que a corretora passou por problemas. No início de 2017, a Coinbase quebrou após uma compra frenética originária da Ásia, de investidores japoneses que correram para comprar a criptomoeda após ela ter se tornado juridicamente legal. A corretora adotou uma abordagem honesta quanto ao caso e o CEO, Brian Armstrong, avaliou que a empresa espera ter menos interrupções no futuro, durante períodos de alto volume de tráfego.

Blockchain está tornando as coisas difíceis?

A baixa performance não é algo que as empresas e consumidores modernos aceitarão, por isso, essas questões precisam ser controladas. O que dificulta a cotação de Bitcoins? O Bitcoin é um precursor do uso de Blockchain, que se trata de uma lista crescente de registros chamados blocos, conectados e protegidos por criptografia. Esses registros fornecem meios verificáveis de como documentar as transações.

Enquanto Blockchain se espalha pelas redes, o ônus de como essa tecnologia se comporta e funciona cairá nas equipes que integram as redes de descentralização em suas “pilhas tecnológicas”. No entanto, o uso de Blockchain na Web e em Nuvem acontecerá em ambientes de TI muito complexos, que certamente incluirão recursos de computação escalável, existentes apenas de maneira temporária. Não é apenas isso, mas Blockchain processará milhares de transações por minuto e a escala vai criar desafios de monitoramento, mesmo para as organizações de TI mais avançadas. Essa explosão de transações e complexidades exigirá uma abordagem de monitoramento totalmente inovadora.

Monitore e rastreie para entender a cadeia

Monitorar Blockchain requer visibilidade em toda a estrutura tecnológica e em todas as transações digitais que são processadas por essa tecnologia. Você não pode ignorar as solicitações ou informações de amostra/acelerador ao administrar Blockchain. Não pode acreditar cegamente que aplicações, serviços, processos, redes ou infraestruturas estão sempre fornecendo 100% de disponibilidade e performance otimizada.

No entanto, as equipes de TI também precisam entender os insights gerados por meio dos processos de monitoramento e, a partir desse conhecimento, os recursos deterministas de Inteligência Artificial (IA) serão essenciais. Ao utilizar algoritmos customizados de Machine Learning, as organizações podem autodescobrir e autoestabelecer os 100% do tráfego de rede, do consumidor final à aplicação de Blockchain e à sua Infraestrutura de TI. Esse mapa gerado pela IA fornecerá uma compreensão completa de todas as entidades, relacionamentos e dependências envolvidas na operação de Blockchain, baseada em uma aplicação e ajudando as equipes de TI a determinarem o impacto dos eventos relacionados à performance e o responsável pelas causas que possam surgir.

Porém, a compreensão é apenas uma parte do quebra-cabeça. O próximo passo é utilizar como base os algoritmos de Machine Learning para estabelecer, comparar períodos e criar visualizações de dados multidimensionais, com o objetivo de determinar e classificar problemas que possam ocorrer de maneira inevitável nos ambientes complexos que utilizem Blockchain. Como resultado, as empresas podem desenvolver autorregeneração de suas aplicações em Blockchain. Se uma aplicação dessa tecnologia estivesse com algum problema de memória, por exemplo, a Inteligência Artificial determinista (Machine Learning) poderia detectar esse estado e iniciar uma correção de ajuste da configuração de memória automaticamente, mantendo a capacidade da aplicação para processar os blocos de informações.

Blockchain possui aplicações mais amplas

O monitoramento de performance de Blockchain será fundamental para as empresas evitarem falhas como as que observamos hoje na bolsa de valores de Bitcoins. Mas não é apenas o valor de Bitcoin que pode ser afetado pelas falhas. Blockchain possui outras aplicações fora do mundo financeiro que podem ser afetadas.

Por exemplo, em uma cadeia de fornecimento, as aplicações de Blockchain rastreiam os bens à medida que se movem e nessa mesma cadeia, organizando melhor os dados de rastreamento e colocando-os em uso. O Walmart está trabalhando atualmente com a IBM para utilizar a tecnologia de Blockchain, com o objetivo de rastrear as mercadorias durante cada etapa da cadeia de fornecimento – distribuindo alimentos frescos para os consumidores com mais rapidez e fornecendo rastreabilidade completa em todo o processo. Porém, uma falha nesse caso poderia significar a perda de visão do estoque ou de bens, simplesmente por não estar no local e no momento correto, diminuindo assim a entrega para os consumidores e criando um impacto negativo em suas experiências.

À medida que o uso de Blockchain se torna mais generalizado, deve ser muito importante não monitorá-lo. Embora possa parecer como um outro tijolo na parede da complexidade de TI, com uma gestão adequada, Blockchain pode se encaixar perfeitamente no ecossistema digital e fornecer valor, ao invés de muitas dores de cabeça para as equipes de TI.

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75% dos CIOs de finanças dizem que pode ser impossível gerenciar a performance digital, à medida que a complexidade de TI aumenta

A Dynatrace, líder mundial em soluções de Gerenciamento de Performance Digital, anuncia os resultados de uma pesquisa global independente, realizada com 249 executivos de tecnologia (CIOs- Chief Information Officers) do setor de serviços financeiros. O levantamento revela que 75% das organizações avaliam que a complexidade de TI poderá tornar impossível o gerenciamento da performance digital de maneira eficiente. O estudo também destaca que hoje essa complexidade está crescendo exponencialmente e que uma única transação pela Web ou por dispositivos móveis passa por uma média de 38 diferentes tecnologias e/ou componentes, em comparação aos 26 sistemas que eram utilizados cinco anos atrás.

Esse crescimento foi impulsionado pela rápida adoção de novas tecnologias nos últimos anos. No entanto, a tendência de aumento está programada para acelerar, com 54% dos CIOs de finanças planejando implementar um número ainda maior de tecnologias no próximo ano. A pesquisa revela que entre as principais tecnologias a serem adotadas nos próximos 12 meses estão Multi-Cloud (97%), Microsserviços (90%) e Contêineres (88%).

Como resultado da crescente complexidade, as equipes de TI das empresas de serviços financeiros agora gastam uma média de 30% do seu tempo, lidando com problemas de performance digital, gerando um custo de US$ 3,8 milhões por ano para cada empresa. À medida que buscam soluções para esses desafios, quatro de cada cinco CIOs de finanças (84%) avaliam que a Inteligência Artificial (IA) será fundamental para a capacidade da TI dominar a crescente complexidade, sendo que 92% já possuem ou planejam implementar a Inteligência Artificial nos próximos 12 meses.

“As organizações de serviços financeiros estão sob uma enorme pressão para acompanhar a economia digital sempre ligada e conectada, e constantemente com uma demanda por inovação”, afirma Matthias Scharer, Vice-Presidente de Business Operations da Dynatrace. “A experiência do cliente é o novo campo de batalha para as organizações de serviços financeiros, com reguladores e consumidores impulsionando essa inovação. Como consequência, os ecossistemas de TI estão passando por uma transformação constante. A transição para infraestrutura virtualizada foi seguida pela migração para a Nuvem, que tem sido substituída pela tendência de Multi-Cloud. Muitos CIOs têm percebido que seus legados de aplicativos não foram desenvolvidos para os ecossistemas digitais atuais e, por isso, estão sendo alterado para uma arquitetura nativa de Nuvem. Essas mudanças rápidas estão dando origem a diversos ecossistemas de TI (hyper-scale, hyper-dynamic and hyper-complex), tornando cada vez mais difícil monitorar a performance digital e gerenciar efetivamente a experiência do usuário”.

A pesquisa também aponta os desafios que as organizações de serviços financeiros acham mais difíceis para superar a migração para os ecossistemas de Multi-Cloud e de arquitetura nativa de Nuvem. Entre os destaques estão:

– 76% dos CIOs das organizações de serviços financeiros dizem que a Multi-Cloud torna especialmente difícil e demorado o monitoramento e entendimento do impacto que os serviços em Cloud têm na experiência do usuário;

– 75% estão frustrados com tempo gasto pela TI para configurar o monitoramento de diferentes ambientes em Nuvem ao implementar novos serviços;

– 75% dos CIOs de finanças dizem que monitorar a performance de Microsserviços em tempo real é quase impossível;

– 80% dos CIOs de organizações de serviços financeiros dizem que a natureza dinâmica dos contêineres torna difícil entender o seu impacto na performance dos aplicativos;

– A manutenção e configuração do monitoramento de performance (56%) e a identificação de dependências e interações de serviços (52%) são os principais desafios identificados pelos CIOs para o gerenciamento de Microsserviços e contêineres.

“Para que o ambiente de Cloud ofereça os benefícios esperados, as organizações financeiras devem ter visibilidade de ponta a ponta (end-to-end) de todas as transações”, explica Scharer, destacando que a Dynatrace oferece soluções para resolver os problemas de performance digital das empresas. “No entanto, isso tornou muito difícil, porque eles estão desenvolvendo ecossistemas Multi-Cloud em uma variedade de serviços da AWS, Azure, Cloud Foundry, SAP, entre outros. Além disso, a mudança para arquiteturas nativas de Nuvem fragmenta ainda mais o caminho da transação do aplicativo”.

“Hoje, um ambiente de TI pode ter bilhões de dependências. Por isso, enquanto os ecossistemas modernos são fundamentais para a rápida inovação nos serviços financeiros, a abordagem para monitorar e gerenciar a performance do legado é baixa. As empresas não podem confiar nos seres humanos para sintetizar e analisar dados. É preciso ser capaz de detectar e manipular os ambientes de TI dos serviços financeiros em tempo real e, o mais importante, usar a Inteligência Artificial para identificar problemas com precisão e ajustar os ambientes corporativos para um caminho de autogerenciamento. Tudo para garantir a melhor performance e experiência do ponto de vista do cliente”, diz Scharer.

Além dos desafios da gestão de um ecossistema de TI muito complexo, a pesquisa também indica que os departamentos de TI das organizações financeiras estão lutando para acompanhar as demandas internas dos negócios. De acordo com o levantamento, 76% dos CIOs de finanças dizem que a área de TI está sob muita pressão para manter as demandas pouco reais dos negócios e dos usuários finais. 79% dos gestores ressaltam que está ficando cada vez mais difícil encontrar tempo e recursos para responder a quantidade de solicitações das empresas e ainda entregar tudo o que se espera de TI. Em particular, 80% dos CIOs dizem que é difícil mapear métricas da performance digital para o impacto que têm nos negócios.

O relatório, encomendado pela Dynatrace, é baseado em uma pesquisa global feita com 219 executivos da área de TI (CIOs) de grandes empresas que possuem mais de 1.000 funcionários. O levantamento foi feito no final de 2017 com apoio da Vanson Bourne. O estudo incluiu entrevistados do Brasil e de países como Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, China, Austrália, Cingapura e México.

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76% dos CIOs acreditam ser impossível gerenciar a performance digital, à medida que a complexidade de TI aumenta

A Dynatrace, líder mundial em soluções de Gerenciamento de Performance Digital, anuncia os resultados de uma pesquisa global independente feita com 800 executivos de tecnologia (CIOs- Chief Information Officers). O levantamento revela que 76% das organizações avaliam que a complexidade de TI poderá tornar impossível o gerenciamento de performance digital de uma maneira eficiente. O estudo destaca que essa complexidade está crescendo exponencialmente, de forma que uma única transação feita pela Web ou por dispositivos móveis passa hoje por uma média de 35 diferentes tecnologias e/ou componentes, em comparação aos 22 sistemas que eram usados há apenas cinco anos.

Esse crescimento foi impulsionado pela rápida adoção de novas tecnologias nos últimos anos. No entanto, a tendência de aumento está programada para acelerar, com 53% dos CIOs planejando a implementação de um número ainda maior de tecnologias nos próximos 12 meses. A pesquisa revela que entre as tecnologias-chave a serem adotadas nos próximos 12 meses estão Multi-Cloud (95%), Microsserviços (88%) e contêineres (86%).

Como resultado da crescente complexidade, as equipes de TI agora gastam uma média de 29% do seu tempo lidando com problemas de performance digital, o que resulta em um custo de US$ 2,5 milhões por ano por empresa. À medida que procuram uma solução para esses desafios, quatro de cada cinco CIOs (81%) dizem que a Inteligência Artificial (IA) será fundamental para a capacidade da TI dominar a crescente complexidade, sendo que 83% já possuem ou planejam implementar soluções de Inteligência Artificial nos próximos 12 meses.

“As organizações de hoje estão sob uma enorme pressão para acompanhar a economia digital sempre conectada e que busca constantemente inovação”, afirma Matthias Scharer, Vice-Presidente de Business Operations da Dynatrace. “Como consequência, os ecossistemas de TI estão passando por uma transformação constante. A transição para infraestrutura virtualizada foi seguida pela migração para a Nuvem, que tem sido substituída pela tendência de Multi-Cloud. Muitos CIOs perceberam que suas aplicações de retaguarda (Back-End) não foram construídas para os ecossistemas digitais de hoje e, por isso, estão alterando para uma arquitetura nativa de Nuvem. Essas mudanças rápidas estão dando origem a diversos ecossistemas de TI (hyper-scale, hyper-dynamic and hyper-complex), tornando cada vez mais difícil monitorar e resolver problemas com rapidez”.

A pesquisa também identificou os desafios que as organizações acham mais difíceis de superar na migração para os ecossistemas Multi-Cloud e arquitetura nativa de Nuvem. Entre os destaques estão:

-76% dos CIOs dizem que a Multi-Cloud tornam especialmente difícil e demorado o monitoramento e o entendimento do impacto que os serviços de Nuvem têm na experiência dos usuários;

– 72% estão frustrados com o tempo gasto pela TI para configurar o monitoramento de diferentes ambientes em Nuvem ao implementarem novos serviços;

– 72% dizem que monitorar a performance de Microsserviços em tempo real é quase impossível;

– 84% dos CIOs dizem que a natureza dinâmica dos contêineres torna difícil o entendimento de seu impacto na performance de aplicações;

– A manutenção e a configuração do monitoramento de performance (56%) e a identificação das dependências e interações de serviços (54%) são os principais desafios identificados pelos CIOs para o gerenciamento de Microsserviços e contêineres.

“Para que o ambiente Cloud ofereça os benefícios esperados, as empresas devem ter visibilidade de fim a fim de todas as transações”, explica Scharer, destacando que a Dynatrace oferece soluções para resolver os problemas de performance digital das empresas. “No entanto, isso tornou muito difícil porque eles estão construindo ecossistemas Multi-Cloud em uma variedade de serviços da AWS, Azure, Cloud Foundry, SAP, entre outros. Além disso, a mudança para arquiteturas nativas de Nuvem fragmenta ainda mais o caminho da transação das aplicações.”

“Hoje, um ambiente de TI pode ter bilhões de dependências. Por isso, enquanto os ecossistemas modernos são fundamentais para a rápida inovação, a abordagem para monitorar e gerenciar a performance do legado é baixa. As empresas não podem confiar nos seres humanos para sintetizar e analisar todos os seus dados. É preciso ser preciso ser capaz de detectar e acionar os ambientes em tempo real e, o mais importante, usar a Inteligência Artificial para identificar problemas com precisão e ajustar os ambientes corporativos para um caminho de autogerenciamento. Tudo para garantir a melhor performance e experiência do ponto de vista dos clientes”, diz Scharer.

Além dos desafios da gestão de um ecossistema de TI muito complexo, a pesquisa também indica que os departamentos de TI estão lutando para acompanhar as demandas internas dos negócios. De acordo com o levantamento, 74% dos CIOs dizem que o departamento de TI está sob muita pressão para manter as demandas pouco reais da área de negócios e dos usuários finais. 78% ressaltaram também que está ficando cada vez mais difícil encontrar tempo e recursos para responder a quantidade de solicitações das empresas e ainda entregar tudo o que se espera de TI. Em particular, 80% dos CIOs dizem que é difícil mapear métricas da performance digital para o impacto que têm nos negócios.

O relatório, encomendado pela Dynatrace, é baseado em uma pesquisa global feita com 800 executivos da área de TI (CIOs) de grandes empresas que possuem mais de 1.000 funcionários. O levantamento foi feito no final de 2017 com apoio da Vanson Bourne. O estudo incluiu entrevistados do Brasil e de países como Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, China, Austrália, Cingapura e México.

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Dynatrace leva monitoramento full stack para Microsoft Azure Marketplace

A Dynatrace, líder mundial em soluções de Gerenciamento de Performance Digital, anuncia a disponibilidade de suas soluções no Microsoft Azure Marketplace. O anúncio permite levar o monitoramento integrado full stack da Dynatrace para aplicações web, serviços em Cloud e máquinas virtuais do Azure, atendendo, assim, necessidades de computação em Nuvem dos negócios atuais. Os clientes da Microsoft agora poderão implantar a solução da Dynatrace para Azure Marketplace para monitorar todos os ambientes e obter uma visão detalhada sobre a performance de aplicações modernas.

“A disponibilidade de nossa solução no Microsoft Azure Marketplace nos preparou para novos padrões de compra e preços flexíveis, possibilitando que nossos clientes implantem as ferramentas com facilidade. Sem qualquer interferência, a integração traz agora funcionalidades de gerenciamento e monitoramento de aplicações orientadas por Inteligência Artificial (IA) para os ambientes Azure e aplicações .NET Core”, afirma Steve Tack, Vice-Presidente Sênior de Gestão de Produtos da Dynatrace.

“A equipe da Dynatrace trabalha de forma bastante alinhada com os engenheiros do Azure para garantir que a empresa suporte as tecnologias mais recentes do .NET Core e Azure Service Fabric para o Azure App Services. Os clientes que dependem do Microsoft Azure como parte integral de suas iniciativas de transformação digital podem esperar da Dynatrace a segurança de que suas aplicações funcionem como deveriam. Isso é o que as empresas inovadoras estão procurando: a capacidade de usar as tecnologias mais recentes juntamente com a confiança de que elas funcionarão”, diz Tack.

“Temos o prazer de receber a Dynatrace no Microsoft Azure Marketplace. A empresa se baseia na produtividade, inteligência e funcionalidades híbridas, apoiando clientes com monitoramento de performance de aplicações e contêineres aprimorado em toda a organização”, afirma Eduardo Kassner, CTIO (Chief Technology & Innovation Officer), Worldwide Channels & Programs, One Commercial Partner da Microsoft Corp.

A visualização do Smartscape da Dynatrace permite um retrato em tempo real de topologias completas do ambiente, tornando-se uma solução ideal para gerenciar a performance das aplicações em Nuvens Públicas e Privadas.

A First Tech Federal Credit Union, uma empresa de serviços financeiros que é classificada como uma das cooperativas de crédito mais seguras dos Estados Unidos, selecionou a Dynatrace por sua parceria estratégica em Nuvem e funcionalidades de integração.

“A Dynatrace tem as mais fortes capacidades de integração em Nuvem do mercado. Uma das principais razões pelas quais a escolhemos foi porque ela oferece uma integração inédita com o Microsoft Azure. Não encontramos nenhuma outra solução de monitoramento que se compare a essa, ou à sua plataforma de IA, que nos permite ver todas as camadas com tal clareza. Podemos identificar as principais causas de potenciais problemas diretamente nas linhas de código, não importando onde elas estejam”, afirma Sam Poozhikala, Diretor Sênior de TI da First Tech Federal Credit Union.

Embora o crescimento de microsserviços, conteinerização e ambientes em Nuvem tenha permitido que as empresas inovem e respondam às influências dos consumidores e do mercado mais rapidamente, a complexidade do stack de TI aumentou consideravelmente. Como resultado, a necessidade de monitoramento de desempenho de aplicações que utiliza inteligência artificial para entender as complexidades de performance em ambientes de Nuvem hiperdinâmicos é uma exigência absoluta para todos os negócios digitais. A Dynatrace identifica automaticamente os problemas de aplicações e infraestruturas, fornecendo parâmetro automatizado, correlação de problemas e detecção de principais causas, em implantações de Nuvens Públicas ou Híbridas ou durante o processo de migração para a Nuvem.

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IoT, uma tendência para os negócios – Por Rene Abdon

A Internet das Coisas (IoT – Internet of Things) nunca foi tão explorada como neste ano. Com estimativa de crescimento de 31% até o fim de 2017 no uso de dispositivos conectados em comparação com 2016, a IoT tende a se desenvolver ainda mais nos próximos anos e gerar oportunidades para os negócios em diversos segmentos do mercado, facilitando o dia a dia das pessoas e tornando os processos mais ágeis e eficazes.

Estudos apontam que, até 2020, aproximadamente 21 bilhões de dispositivos estarão conectados à Internet. Esses números já despertam o interesse de grandes e pequenas empresas de todos os setores do mercado. Mas ainda há uma confusão comum quando se fala em IoT: as pessoas associam a conexão dos dispositivos apenas aos smartphones ou computadores. No entanto, inúmeros objetos como geladeiras, televisões e automóveis estarão ou já estão conectados.

A IoT é uma realidade no nosso dia a dia. Um claro exemplo disso são os QR Codes, as barras bidimensionais que armazenam desde textos até URLs e que podem ser visualizadas por meio do scanner do telefone celular. Essas barras são aplicadas em objetos diversos, permitindo a conexão via Internet entre o smartphone e o item com o QR Code. O sistema de identificação automática de veículos também entra para a lista de IoT. O dispositivo instalado no interior do carro faz a cancela do pedágio ou estacionamento liberar a passagem do veículo assim que ele se aproxima.

As empresas têm investido em IoT não apenas para suas atividades, mas também para despertar o interesse do cliente e para que ele ganhe vantagens com o uso da tecnologia. Pesquisas apontam que o segmento de consumo é o maior usuário de coisas conectadas, chegando a 5,2 bilhões de unidades em 2017, representando 63% do número total de aplicações em uso. Na sequência, aparece o setor de negócios diversos e verticais específicas. Os investimentos em hardware para o uso de coisas conectadas nas empresas chegarão a US$ 964 bilhões em 2017. Mesmo com os consumidores investindo muito em novos dispositivos, as organizações são o público que tem gastos maiores, com 57% do investimento total em IoT neste ano.

Ter coisas conectadas a todo o momento é interessante tanto para as empresas quanto para os consumidores. No entanto, mais essencial ainda é saber como essas coisas conectadas estão se comportando e se a tecnologia está, de fato, cumprindo o seu papel. Dentro da arquitetura escalonada da Internet, existem aplicações em rede, em Cloud Privada ou Pública que analisam dados, medem a qualidade do serviço que o dispositivo está executando, identificam em qual plataforma está sendo acessado, qual é o nível de energia utilizado entre outras milhares de informações possíveis de serem coletados através desses sensores online.

O Brasil está entre os principais polos de IoT e é a quarta maior região consumidora de dispositivos conectados do mundo, com grande potencial para ampliar sua participação global. Cada vez mais, as empresas brasileiras precisam monitorar a qualidade do serviço entregue a seus clientes por meio de cada um desses complexos dispositivos. A IoT veio para ampliar ainda mais a soma das várias ferramentas já existentes no mercado, possibilitando infinitos benefícios tanto para os negócios quanto para o consumidor final.

Porém, é importante levar em consideração que, para se manter nesse segmento, a empresa precisa desenvolver um produto inovador e bem monitorado para que não acabe gerando problemas em vez de soluções para a companhia.

Rene Abdon, Diretor de Serviços da Dynatrace no Brasil

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APM/DPM: a chave do sucesso para qualquer e-commerce

Por Amilton Navas, Territory Sales Manager da Dynatrace no Brasil

Vivemos na era da procura incessante, com acesso ilimitado à informação durante 24 horas por dia, 7 dias por semana. É também o frenesi do consumo, acentuado principalmente pela Internet. Percebendo o comportamento do mercado, empresas que antes dependiam de espaços físicos agora apostam nos negócios on-line, sobretudo o setor varejista. No Brasil, em 2016, foram cerca de R$ 53,4 bilhões em vendas pela Internet, um aumento de 11% em relação a 2015, com previsão de R$ 59,9 bilhões para 2017. O brasileiro é um dos campeões em consumo por meios digitais, fazendo com que organizações invistam na estratégia digital para expandir a receita. Mas a chave do sucesso para essa transformação se relaciona de modo direto à experiência do cliente.

Para alcançar e manter um bom desempenho nas vendas on-line é necessário fazer uso de soluções que entendam as necessidades dos modelos digitais e melhore a experiência do usuário. Nunca se esteve tão “on-line” como agora. Só no Brasil são mais de 200 milhões de celulares com acesso à internet, consumindo através de acesso web ou aplicativos específicos para smartphones. As ferramentas orientadas a Application Performance Management (APM) ou Digital Performance Management (DPM), por exemplo, são opções completas, que possibilitam aprimorar essas experiências virtuais, impulsionando a inovação e modernizando as operações.

Em uma era tão conectada como a nossa, existe cada vez mais a necessidade de uma abordagem focada no usuário para monitorar, analisar e otimizar a experiência do cliente com uma visão aprimorada de cada jornada de compra. Ao identificar as falhas das aplicações, a solução APM/DPM consegue rapidamente identificar a causa raiz do problema, reduzindo o tempo de resolução, garantindo vantagem competitiva às organizações no mercado atual.

Operar uma plataforma de comércio eletrônico sem foco no desempenho é um risco que os varejistas não podem correr, principalmente em momentos como Black Friday, Dia das Mães e Natal, onde o pico de acesso é na maioria das vezes uma surpresa. Uma solução básica de gerenciamento de incidentes não é suficiente para atender às necessidades do consumidor de hoje, que é imediatista, conhecedor, para não dizer especialista, de tecnologia e mídia social. Para prejudicar a imagem de uma empresa, basta uma única experiência ruim. Cito um exemplo para que possamos ter a dimensão da perda. Se um site estiver lucrando R$ 300 mil por dia, um atraso de um segundo para abrir uma página poderia custar à companhia R$ 7,5 milhões em vendas perdidas por ano.

Para se destacar das demais empresas e ir além das expectativas dos consumidores, as companhias devem se certificar de que são capazes de identificar de maneira imediata e precisa os problemas que ocorrem no ambiente de TI e que comprometem o desempenho digital. Saber agir diante de uma ocorrência garante uma boa experiência ao cliente e maximiza os lucros.

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Dynatrace é contratada pela Celepar para ampliar eficiência e qualidade na experiência do cliente

 Roberto de Carvalho, Presidente da Dynatrace no Brasil

Roberto de Carvalho, Presidente da Dynatrace no Brasil

A Dynatrace, líder mundial em soluções de Gerenciamento de Performance Digital, anuncia que foi contratada para fornecer sua solução de DPM (Digital Performance Monitoring) para a Celepar (Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná). A implementação da ferramenta permitirá que a empresa paranaense aumente a eficiência e a qualidade da experiência dos clientes, agilize a detecção de problemas e melhore sua performance digital, além de promover uma melhor prestação de serviços para a população do Estado.

“Por sermos uma companhia pública, toda aquisição deve passar por um processo de licitação. Por meio de provas de conceito realizadas com diversas soluções do mercado, verificamos que a ferramenta da Dynatrace era uma das principais que poderiam atender nossas demandas, extremamente ágil na realização de diagnósticos, com configuração intuitiva e facilidade na comunicação e trabalho entre todas as equipes envolvidas no ciclo de vida de uma aplicação. Além disso, a administração e a otimização dos recursos que possibilitam a melhora na eficiência operacional da organização foram características que se destacaram”, afirma Vanessa Ferreira, Analista de TI da Celepar e responsável pelo projeto de aquisição e implementação.

Na licitação foram adquiridas licenças para monitoramento de aplicações Java e da experiência do usuário final, além de instâncias Web Server PHP. “Estamos em processo de implantação. A ferramenta nos ajudou na detecção de erros e falhas de programação, mostrando de maneira rápida e exata onde estava o problema. Além disso, auxiliou na análise de códigos, fornecendo indicadores de desempenho das aplicações, monitoramento e consumo de recursos dos servidores, o que ajuda no gerenciamento e dimensionamento do ambiente. Os benefícios almejados após o final de todo o processo de implantação são a redução do número de incidentes, o aumento da produtividade e rapidez para disponibilizar aplicações para a produção”, ressalta a Analista.

Consciente de que as aplicações e os serviços estão cada vez mais complexos em virtude da constante evolução da tecnologia, a Dynatrace busca simplificar o processo de monitoramento com uma solução fácil de usar, intuitiva e que fornece insights operacionais completos e prontos para utilização. Por meio do monitoramento de performance oferecido pela empresa, é possível identificar rapidamente a causa do problema com apenas uma notificação, sem o incômodo de receber centenas de alertas com os sintomas do problema. A ferramenta automatizada da companhia é analítica, unificada, redimensionável, de implementação flexível e capaz de identificar a causa raiz baseada na inteligência artificial.

A tecnologia da Dynatrace é de fácil utilização, flexível e possui dashboards intuitivos, o que permite acompanhar os acontecimentos em cada camada de transação, identificar as causas que geram demora nas respostas, localizar exceções que podem atrapalhar o funcionamento e monitorar de ponta a ponta o desempenho de toda a aplicação.

“Nossa solução simplifica a análise da performance de ambientes complexos em Nuvem. Estudos de mercado apontam que o monitoramento digital de aplicações é uma prática extremamente importante, mas apenas 30% das empresas mundiais investem nessa solução. Vivemos em uma época em que a lentidão ou falha em um serviço na web pode trazer sérias consequências para uma organização”, afirma Roberto de Carvalho, Presidente da Dynatrace no Brasil.

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Novo caminho para tecnologia de negócios com Inteligência Artificial – Por Rene Abdon

Até pouco tempo atrás, era comum que as empresas monitorassem todas as suas operações em um NOC (Network Operations Center, ou Centro de Comando e Controle). Ainda hoje, encontramos muitas organizações mais tradicionais que continuam a recorrer a essa central. No entanto, é preciso dizer que esse tipo de local está fadado a desaparecer em função da complexidade que a transformação digital está trazendo para o mercado e que impacta todos os departamentos e funções de uma empresa.

Os líderes de negócios possuem como desafio elevar suas companhias para um nível mais alto combinando tecnologias inovadoras aos modelos de negócios organizacionais e operacionais para trazer crescimento. Com a migração para Cloud, microsserviços, Big Data e Internet das Coisas cada vez mais presentes no cotidiano, as estratégias de gestão da performance digital se tornam o foco para gerenciar sistemas cada vez mais complexos. Assim, uma abordagem assertiva é crucial para sobreviver em um cenário em que a experiência do cliente faz a diferença.

Antes, o SLA (sigla em inglês para Acordo de Nível de Serviço) referia-se apenas à disponibilidade do sistema. Agora, esse indicador muda todo o tempo com as novas tecnologias e atualizações constantes das plataformas. Com isso, está cada vez mais desafiador para as empresas manterem seus negócios atualizados. A expectativa de performance cresce e a dificuldade para atingir o melhor desempenho aumenta exponencialmente.

Além disso, o desafio não está apenas na atualização a cada lançamento, mas também em lidar com um cliente cada vez mais empoderado e que não permite que seu tempo seja desperdiçado. Na era em que os consumidores são globalizados e possuem acesso a inúmeros canais digitais, se eles não tiverem recurso, usabilidade e correções que desejam rapidamente, recorrerão aos concorrentes.

Para ser capaz de analisar todos os dados existentes no Big Data, não perder atualizações, prover informações de valor e ainda garantir correções rápidas para que os problemas não impactem na experiência do cliente, é preciso redefinir o conceito de monitoramento com a Inteligência Artificial. Não basta mais que a companhia possua um NOC ou equipes de infraestrutura e operações imersas em suas rotinas de investigar falhas, reunir métricas e preparar relatórios, ignorando alertas de usuários até que o aviso se torne de fato um problema. Com a enorme quantidade de dados disponíveis, torna-se impossível que seres humanos tenham a capacidade de avaliar, encontrar erros e extrair análises apenas com as ferramentas tradicionais e telas cheias de alarmes de erros.

Dessa forma, é necessário recorrer à Inteligência Artificial (IA) para conseguir gerenciar todo esse sistema, encontrar as falhas e determinar o melhor caminho para a autorresolução sempre que possível. Com a análise da tecnologia de negócios, é possível aplicar a aprendizagem automática e IA aos dados das redes de monitoramento, sistemas, servidores, aplicativos, experiências de usuários e clientes, além de dados de negócios. Por meio dessas informações, pode-se vincular problemas de tecnologia, como a resposta lenta do servidor de aplicativos aos carrinhos de compras abandonados, e saber o valor da receita perdida. Os insights gerados ainda conseguem elevar a eficiência da automação, melhorar a experiência dos clientes e os resultados da empresa, além de qualificar o impacto causado no consumidor.

Neste mundo envolvido pela transformação digital, não é possível mais esperar que os problemas aconteçam. É necessário se prevenir, olhando para frente, mudando a maneira de gerir os problemas e passando a utilizar a Inteligência Artificial. Reconhecer que os tradicionais NOCs já não são suficientes e repensar a maneira de monitorar sua performance digital deve ser o novo caminho para a análise de tecnologia dos negócios.

Rene Abdon, Diretor de Serviços da Dynatrace no Brasil

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O momento crítico das Operações de TI – Por Rene Abdon

Na busca por garantir a integridade e o funcionamento pleno das Operações de TI, além de intervir o mais rápido possível quando os problemas aparecem, os profissionais de tecnologia acabam não conseguindo atender às exigências cada vez mais complexas de suas aplicações. Com o aumento na quantidade de dados, a introdução de serviços em Nuvem, os microsserviços e a dinâmica extremamente rápida de mudanças, notamos que é preciso redefinir o modelo como é feito o monitoramento das operações de TI. Estamos em uma situação de atenção.

Para implementar novas iniciativas de negócios digitais, devemos aprimorar as técnicas e utilizar a tecnologia a nosso favor, retirando a carga excessiva sobre o ser humano de analisar todas as informações para alcançar uma conclusão. É necessária uma abordagem fundamentada em mecanismos de inteligência artificial e automação.

Esse tipo de abordagem consegue compreender realmente a causa do problema, identificando a capacidade de uma variável influenciar a outra e também a solução imediata para os impasses. A combinação de tecnologias de inteligência artificial encontradas em aplicações avançadas, como pesquisas e detecção de fraudes, funciona segundo dois elementos-chave: provisionamento completo dos dados conectados e algoritmos inteligentes, que se combinam ao longo do tempo por meio da aprendizagem, aumentando a eficiência operacional e o desempenho.

Mais do que informação, é preciso fornecer respostas e soluções em um curto espaço de tempo, seguindo três processos básicos: Observar, Analisar e Responder. As soluções tradicionais são incapazes de suportar o grande volume de dados gerados por esses processos no ecossistema complexo da aplicação, além de não oferecerem inteligência para automatizar a análise. Com baixa identificação de problemas, essas soluções geram diversos alertas falsos e em uma quantidade difícil de ser analisada por operadores humanos, que precisam sintonizar manualmente parâmetros como sensibilidade de detecção de falhas por tentativa e erro.

A elevada complexidade das Operações de TI atuais faz com que as empresas busquem novas soluções que minimizem o impacto nas operações, aumentem a confiabilidade e a produtividade das suas equipes. Além disso, sem automação, é praticamente impossível gerenciar hiperescalas emergentes com ambientes híbridos complexos. Se queremos conduzir ambientes integrados ao mesmo tempo em que mantemos suporte para aplicações existentes (ou mesmo expandir o escopo), precisamos cada vez mais pensar em soluções de automação de monitoramento baseadas em inteligência artificial.

Rene Abdon, Diretor de Serviços da Dynatrace no Brasil

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Dicas e principais métricas para monitoramento de aplicações

Por Rene Abdon, Diretor de Serviços da Dynatrace no Brasil

Há uma revolução digital acontecendo em todos os setores da sociedade, impulsionada por consumidores cada vez mais ávidos por inovações. Em um mercado movido por “tempo é dinheiro”, fica praticamente impossível não falhar por falta de boa performance. Então, como se manter competitivo frente a estas rápidas alterações, exigências e expectativas crescentes dos usuários? Antes do lançamento ou da apresentação de qualquer produto ou serviço, é imprescindível que todos os processos estejam estruturados e aptos. Para isso, uma boa ideia é o uso de práticas de DevOps para dar suporte a um modelo de entregas contínuas.

Um levantamento da Puppet Enterprise aponta que usuários de DevOps de alta performance são mais ágeis, com implantações 30 vezes mais frequentes e 8 mil vezes mais rápidas com relação ao sistema tradicional. São ainda mais confiáveis, com 12 vezes mais rapidez de recuperação caso haja algum problema. Além desse modelo, é importante seguir algumas métricas relevantes e dicas sobre como lançar uma aplicação que forneça uma experiência digital ágil, responsiva, superior e o mais importante: que não falhe na hora de sua utilização.

Não force sem um plano

Se as suas aplicações não estão preparadas, estão lentas ou possuem falhas, não siga em frente. A melhor campanha da empresa, a que houve mais tempo e dinheiro investidos, pode se transformar na pior delas e prejudicar a imagem da companhia caso haja alguma falha em sua apresentação. Para se ter ideia, durante um grande evento esportivo, o website desenvolvido para dispositivos móveis do organizador exibiu um favicon (pequenos ícones que ficam ao lado da barra de endereços de um navegador e servem, entre outras funções, para identificar rapidamente um site) com tamanho de 370 kilobytes, quando o normal é ter entre 512 bytes e 2048 bytes. Obviamente a ação ficou seriamente comprometida e o caso poderia ter sido evitado se houvesse uma otimização básica de performance da web e testes em toda a conduta de desenvolvimento.

Não presuma que você conhece o ambiente

Em uma aplicação, por menor que seja, existem muitos pontos de falha potencial. Os múltiplos dispositivos, tecnologias, canais e metodologias ampliam de forma exponencial as possibilidades de algo dar errado. Por isso, é importante não presumir o conhecimento pleno do ambiente sem a percepção real de um usuário.

Não (re)use cegamente os componentes

Os desenvolvedores estão sempre reutilizando componentes existentes, mas isso nem sempre funciona a favor da empresa. É recomendável acompanhar bem de perto todos os processos.

Métricas

Entre as principais métricas de performance estão: número e tamanho de recursos, tamanho da página, número de erros funcionais, chamadas de terceiros, número de execuções SQL e número dos mesmos SQL’s. Outras destacadas são: tempo gasto em API, chamadas em API, número de domínios, tamanho total, número de itens por página e de AJAX por página.
O ideal é controlar essas métricas manualmente em toda a sua conduta de desenvolvimento de aplicações. Uma vez que há um controle sobre o que precisa saber, é hora de começar a olhar para a forma de simplificar o monitoramento da performance. Este é o objetivo da entrega contínua: automatizar o seu procedimento com portais de qualidade com base em métricas em cada etapa.

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Dynatrace oferece monitoramento de performance para SAP

A Dynatrace, líder mundial em soluções de Gerenciamento de Performance Digital, anuncia a oferta de monitoramento de desempenho de aplicações para os sistemas SAP. Com as ferramentas de gestão virtual da empresa, companhias globais que utilizam os softwares de ERP da multinacional em seus negócios podem identificar, compreender e prever problemas de performance e gargalos antes que os usuários finais os vejam.

Como as aplicações da SAP são, na maioria das vezes, altamente personalizadas e dependem de uma complexa conectividade entre sistemas globalmente distribuídos entre Data Centers, rede de longa distância e Nuvem, atividades para localizar e solucionar imperfeições podem ser um desafio. Dessa forma, a tecnologia da Dynatrace adota uma abordagem de mensuração de desempenho em cada camada, incluindo front-end, servidores middleware do software, sistemas de terceiros que se integram com o ERP, bases de dados e toda a infraestrutura de comunicações.

“Ter capacidade de gerenciar adequadamente a performance do sistema de sua empresa traz economia de tempo e dinheiro, além de aumentar sua competitividade. Para as organizações dinâmicas, é essencial ter uma percepção completa de ponta a ponta de todos os seus processos com a SAP”, explica Roberto de Carvalho, presidente da Dynatrace no Brasil.

Segundo o executivo, mesmo que a infraestrutura SAP central esteja funcionando bem em uma organização, um baixo desempenho dos links da rede, erros nos balanceadores de carga e na rede WAN, aceleração da aplicação e problemas na infraestrutura de desktop virtual podem ter um efeito devastador sobre a experiência do usuário final. “Podem ocorrer perdas significativas de produtividade quando funcionários retrocedem a procedimentos manuais e os sistemas ficam mais lentos. É importante ter as ferramentas certas, processos, relatórios e visualização em funcionamento para atingir a causa-raiz dos problemas de desempenho no software de gestão”, alerta Carvalho.

Os sistemas SAP abrangem importantes áreas como Logística, Finanças, Desenvolvimento de Produtos, Manufatura, Vendas, Distribuição e Recursos Humanos. “Com milhares de funcionários utilizando o software todos os dias em diversos setores da empresa, qualquer pequeno problema relacionado a ele pode paralisar o negócio como um todo. Por isso é tão importante o monitoramento”, completa o executivo.

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O Brasil está digitalmente preparado para as Olimpíadas de 2016?

A Dynatrace, líder mundial em soluções de Gerenciamento de Desempenho Digital, está analisando como será a experiência dos usuários com aplicações móveis e web no Brasil durante as Olimpíadas de 2016. Com a chegada de turistas e atletas, haverá um grande aumento no uso das conexões de Internet. A empresa está utilizando seus dados referenciais locais, informações de usuários reais, de Rede de Entrega de Conteúdo (CDNs) e de outros provedores para avaliar a eficiência digital do Brasil no período dos Jogos.

Os dados sobre tendências de longo prazo dos Referenciais da Dynatrace vêm de testes de dezenas de empresas brasileiras varejistas e financeiras em São Paulo e no Rio de Janeiro. Eles representam centenas de milhares de solicitações à web ao longo de um período de 10 meses. A primeira medição analisada foi o Sistema de Nomes de Domínio (DNS). Embora os tempos de resposta do DNS sejam normalmente medidos em milissegundos, consideramos aqui o tempo total gasto para resolver o DNS para todas as solicitações de carregamento de páginas. Uma vez que os sites testados utilizam entre 20 e 120 domínios diferentes toda vez que são carregados, o bom funcionamento do DNS pode ser um problema.

Em seguida, foi avaliada a quantidade de tempo para estabelecimento da conexão para que os navegadores ou telefones móveis possam começar a baixar um conteúdo. O aumento geral da complexidade das aplicações e websites também é um fator que pode afetar os usuários finais no Brasil. Conforme as organizações tomam maior consciência da segurança, podemos ver o impacto de se implementar HTTPS e SSL na experiência do usuário final.

Além dos dados no nível da rede, a Dynatrace utiliza a inteligência coletiva obtida com a solução Dynatrace Synthetic Network para rastrear CDNs, provedores de anúncios, conteúdo de mídias sociais, ferramentas analíticas, entre outros. O Dynatrace Outage Analyzer relatou mais de 300 quedas de conexão em um período de 24 horas. Para websites que usam muitos fornecedores externos, isso pode ser problemático.

A equipe da Dynatrace também está analisando os dados de alguns de seus clientes reais baseados no Brasil. O website de uma grande rede de hotéis teve 45.000 visitas em um período de uma semana. Durante esse tempo, mais da metade dos usuários finais teve uma experiência frustrante ou tolerável, conforme definida pelo Índice Dynatrace de Experiência do Usuário. Os tempos médios de resposta foram de mais de 8 segundos e, assim, mais de 60% dos visitantes abandonaram o site. Destes, 56,3% utilizavam dispositivos móveis.

Foi testado ainda o desempenho de conexão com os principais sites de mídias sociais, que receberão o maior número de acessos de atletas e turistas para compartilhamento de atualizações e experiências. Neste ponto, os visitantes da América do Norte ou da Europa que acessarem essas mídias terão uma experiência muito mais lenta do que estão acostumados.

Ao nos aproximarmos dos Jogos Olímpicos de 2016, vemos que o Brasil pode ter alguns desafios digitais pela frente. Do ponto de vista do usuário final, é preciso estar atento aos longos tempos de resposta e erros de terceiros, que aumentarão a frustração do internauta. Essa frustração diminui as chances de conversão de negócios e pode ser ainda mais prejudicial quando expressa nas redes sociais.

Já as empresas e organizações lutam contra a falta de visibilidade causada pela dificuldade em acessar os sites, gerando investimentos excessivos ou insuficientes em tecnologia, menor conversão de negócios e, por consequência, gastos com canais de interação com o usuário mais onerosos, além de um retorno negativo.

As organizações precisam garantir que estarão devidamente preparadas antes que os Jogos Olímpicos comecem. Para isso, a Dynatrace indica quatro melhores práticas que farão a diferença no desempenho digital das empresas:

Otimize o desempenho da sua entrega

Provedores precisam entender como entregar suas aplicações. Isso pode ser alcançado reduzindo o peso da página, o número de objetos e de conexões feitas durante cada sessão, além do número de fornecedores externos. Otimizar a entrega de um site de varejo é o início desse processo, mas os provedores devem olhar mais adiante para ver como a página é entregue também no lado do servidor. Ter o foco apenas na visão do cliente (navegador) ou do servidor é uma receita para o desastre.

Tenha um plano

Todo mundo precisa de um projeto para seguir. Os provedores devem garantir que têm um plano preparado para quando as coisas falharem, e esse plano não pode ser apenas uma iniciativa reativa de recuperação de erros. Em vez disso, é necessária uma abordagem proativa que enxergue além e garanta que os sites e aplicações sejam completamente testados antes de um grande evento global como os Jogos Olímpicos. Os planos devem incluir todas as partes da organização, não sendo limitados apenas a operações, e devem conter ainda as áreas de Testes, Desenvolvimento e os responsáveis por negócios digitais.

Tenha a plataforma de desempenho digital certa

Um site fora do ar durante os Jogos Olímpicos é uma experiência traumática para um provedor. Não basta ter um plano, você precisa ter também a plataforma certa preparada. Quando as coisas dão errado para um varejista, normalmente ele entra em uma situação de “sala de guerra”. Os provedores precisam enxergar além das ferramentas e utilizar plataformas de gestão do desempenho digital que todos da organização possam usar, incluindo as áreas de Operações, Desenvolvimento, Testes e os responsáveis por negócios digitais.

Entenda os dados

Ter a plataforma pronta é um passo na direção certa, mas você também precisa da especialização para entender o que os dados estão lhe dizendo. A maioria dos provedores tem equipes de indivíduos que entendem suas partes da aplicação e alguns experts que têm a grande visão geral de como tudo funciona. Aplicações modernas são incrivelmente complexas, com centenas – às vezes milhares – de dependências. Vasculhar os arquivos de log (que é o que vemos com mais frequência) é o modo antigo e oneroso de se resolver um problema. Os provedores precisam ter um entendimento da relação entre os componentes da aplicação e os fatores externos da Internet. Embora a maioria tenha alguns experts, é mais importante ter uma plataforma da próxima geração para notificar automaticamente que o evento está ocorrendo, analisar as dependências e descobrir a causa-raiz do problema.

A Dynatrace continuará a monitorar a preparação digital do Brasil até o início e durante os Jogos Olímpicos de 2016.

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Análise de performance da Dynatrace revela falhas que levaram à queda do Facebook

Na última segunda-feira, o Facebook ficou fora do ar por pouco mais de 40 minutos, o que resultou em impactos financeiros para a companhia, além de todo o buzz nas mídias sociais. A Dynatrace, líder no mercado de gerenciamento de performance digital, realizou uma análise dos motivos que levaram à queda do Facebook e concluiu que o problema poderia ter sido evitado antes que atingisse os usuários da rede social.

A ferramenta de análise da Dynatrace apontou algumas falhas críticas no Facebook desde às 11h35 (horário de Brasília) ou 10h35 (ET-EUA), conforme pode ser visto na lista de causas anexada. Alguns dos problemas estavam ligados diretamente a falhas nos servidores e domínios. Normalmente, quando isso acontece, as companhias tentariam mudar o tráfico para servidores que não estivessem impactados antes que o problema atingisse os usuários.

Vale notar ainda que o tempo de resposta da homepage do Facebook foi aumentando no decorrer do dia até chegar a pouco mais de 30s antes da queda completa na página da rede social, por volta das 16h (de Brasília).

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“Apesar de breve, a falha no Facebook nos mostra como a gestão da performance digital é crítica nos negócios atualmente. Em um mundo em que segundos de atrasos resultam em perdas de milhões de dólares, além do impacto na reputação e lealdade, uma interrupção dessa amplitude pode causar estragos profundos”, comentou David Jones, Diretor de Vendas da Dynatrace.

“As empresas precisam ter a habilidade de isolar a causa do problema da performance em tempo real e usar essa informação para prevenir os usuários de serem impactados. Conforme vimos o que aconteceu com o Facebook, tanto os usuários como as empresas podem ser levados de volta à Idade das Trevas sem a prevenção necessária”, completou.

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Dynatrace anuncia maior evento sobre Performance Digital do Mundo

A Dynatrace, líder no mercado de gerenciamento de performance digital, acaba de anunciar que a Conferência PERFORM Global User 2015 está com data marcada para acontecer entre os dias 14 e 16 de outubro, no Rosen Shingle Creek Resort, em Orlando (EUA). O maior encontro sobre Performance Digital do mundo terá a presença de mais de dois mil profissionais ligados à Gestão da Performance Digital (APM – Application Performance Management) de todo o planeta.
A Conferência contará com apresentações e treinamentos liderados pelos melhores profissionais da área atualmente. Eles mostrarão que maximizar a performance digital e otimizar a experiência dos clientes se tornou a diferença crucial entre a vitória e a derrota nos negócios. O evento é feito para permitir que donos de empresas, desenvolvedores e profissionais de TI possam se adequar a estes novos desafios.

O PERFORM será focado em questões cruciais dos negócios digitais e contará com a presença de expoentes e temas como:

• Ryan Wang – Autor do best-seller “Disrupting Digital Business – 10 Lessons on managing digital disruption”;

• Daniel Burrus – Autor do livro “Flash Foresight – 7 radical principles that will transform your job”;

• British Telecom – “Não comprometa a visualidade da performance em data centers virtuais”;

• Intel – “Curva à esquerda: A jornada rumo à excelência da performance com DevOps”;

• Nordstrom – “Aumentando seu lado executivo: Como vender a performance em sua companhia”;

• DTE Energy – “O mandato do milênio: Experiência mobile rápida”.

Ao todo, serão apresentadas mais de 40 sessões e treinamentos de especialistas em APM com demonstrações das melhores práticas, dicas e inovações em torno das seguintes trilhas: APM em ação; Excelência Operacional; Experiência do Cliente; Pensando Nativamente na Nuvem; Entrega Contínua; Performance Workshops.

Latam Partner Summit

O local também será palco da Latam Partner Summit, encontro que já conta com participação confirmada de 40 parceiros da empresa na América Latina. Lá serão discutidas novas estratégias de negócio e o que está na vanguarda da Gestão de Performance Digital. Atualmente, a Dynatrace já conta com faturamento entre 80% e 85% ligado aos canais no País, razão pela qual o Brasil virou referência no setor para o resto do mundo.

“A gestão de performance digital é uma das categorias de software que mais permite a diferenciação dos parceiros no mercado, justamente porque ela apresenta uma nova disciplina que permeia todo o negócio. No mundo digital, a performance não é mais opcional, é mandatória. Quer seja internet banking, mobile banking, um sistema de compra de passagens, um aplicativo de e-commerce. Falar de organizações digitais e de ‘business transformation’ não faz sentido sem uma estratégia de performance”, destacou Roberto Carvalho, diretor-geral da Dynatrace para América do Sul e country manager para o Brasil.

Cconferência PERFORM 2015:

Quando: 14-16 de Outubro de 2015
Onde: Rosen Shingle Creek Hotel, Orlando (EUA)
Preço da inscrição: US$ 695 ou US$1.095 (com participação no treinamento intensivo para clientes no dia 13)

Confira todos os dados do evento aqui.

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