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Drummond Ventures e Bossa Nova lançam comitê de investimento com foco na internacionalização de startups

Seguindo sua missão de ser a micro venture capital mais ativa da América Latina, a Bossa Nova Investimentos, gestora que investe em startups em estágio pré-seed com atuação em todo território nacional, anuncia o lançamento de um comitê de investimentos internacional em parceria com a Drummond Ventures, braço de investimentos do Grupo Drummond que atua como uma venture builder americana para negócios no Brasil e nos EUA. Juntas, as empresas pretendem investir entre US﹩ 100 e US﹩150 mil em cada startup que queira iniciar seu processo de internacionalização.

O comitê será liderado por João Kepler, Diretor da Bossa Nova Investimentos, e por Bruno Drummond, CEO da Drummond Ventures, que vão estar ao lado de co-investidores. Ao todo, entre 10 e 13 startups devem ser selecionadas para o projeto, que tem como missão ajudá-las no processo de internacionalização, criando mais tração para que elas expandam seus negócios para outros países e se consolidem no exterior.

Drummond comemora a parceria e prevê ótimos resultados. “Estamos extremamente felizes e orgulhosos em poder estar ao lado da Bossa Nova Investimentos, a grande responsável por movimentar e aquecer o universo das startups na América Latina, em uma iniciativa que certamente trará mais oportunidades e inovação ao mercado. Nossas expectativas não poderiam ser melhores”, afirma.

Segundo Kepler, esse novo projeto vai ao encontro com as ambições da Bossa Nova, que é cada vez mais fortalecer o ecossistema brasileiro dentro e fora do país. “Acreditamos muito no potencial das soluções criadas aqui e sabemos que com recursos elas podem chegar muito longe. Receberemos inscrições tanto de startups que já foram aportadas por nós anteriormente, como outras que estão no mercado buscando essa expansão. E ter a Drummond como parceiro, que irá auxiliar em todo o processo burocrático que a internacionalização exige, é um excelente diferencial para o projeto”, conta o Diretor da Bossa Nova Investimentos.

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Desvalorização do Real atrai investidores americanos

A onda de pessimismo que ronda a economia brasileira não tem assustado alguns investidores americanos que decidiram aproveitar a depreciação do real ante o dólar – que nos últimos 12 meses passou de 70% – para fazer negócio em terras tupiniquins. “O melhor momento para investir ou comprar é quando há sangue nas ruas”, ressalta Ricardo Normand, sócio da Drummond Ventures, empresa de investimentos com foco em transações entre Brasil e EUA. O conselho é inspirado na célebre frase do banqueiro Nathan Rothchild durante o período de guerras na Europa do século 19.

Mesmo que, felizmente, a crise econômica não tenha espalhado sangue pelas ruas, a recomendação ainda é válida. A valorização do dólar ante o real tornou o investimento no Brasil muito mais barato para estrangeiros, interessados principalmente na compra de imóveis e empresas com dificuldades financeiras. Normand comenta que muitos investidores e fundos que nunca aplicaram no Brasil estão em contato com a Drummond Ventures para desenhar uma estratégia que tire proveito do momento econômico atual.

Nesse contexto, ganha destaque a atuação de butiques de investimentos – gestoras independentes de recursos que representam os próprios fundos ou empresas que buscam adquirir outras companhias do mesmo ramo. Como exemplo, Normand cita uma butique que procura fazer investimentos na faixa de 50 milhões de dólares no Brasil. Essas gestoras, diz ele, têm pensamento no médio e longo prazo. “Os investidores sabem que a crise ainda vai se agravar um pouco, mas esperam que a economia se recupere em algum momento”, observa.

Normand avalia que, durante a crise, quem tem liquidez – ou seja, recursos em caixa – pode se dar bem. “Ganha-se comprando e não vendendo. Se você negociar bem na compra, vai ganhar dinheiro. Como os preços estão baratos, a capacidade de negociação é grande”, pontua. Do lado das empresas brasileiras, o mercado em recessão e a desvalorização da moeda nacional reduzem a geração de caixa. “Temos alguns clientes brasileiros correndo atrás porque as receitas, margens e lucro estão caindo”, relata Normand.

Antes de apostar no Brasil, os investidores estrangeiros precisam saber onde estão entrando. “Para diminuir a distância entre vontade e execução, é importante conhecer bem os riscos envolvidos nessa operação, que vão desde o cenário político até questões tributárias e de ordem econômica interna”, orienta o sócio da Drummond Ventures. Depois de entender o ambiente de negócios, explica, tem-se maior clareza sobre qual tipo de investimento vale mais a pena.

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