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T-Systems Brasil participa de hackathon da Deutsche Telekom

A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, participou no final de outubro de um hackathon organizado pela Deutsche Telekom. Entre os dias 24 e 25 de outubro, o evento reuniu profissionais de desenvolvimento de software do Brasil, Alemanha e Hungria com o objetivo de criar soluções de “digital workplace”.

De acordo com o head de Automação e Inovação em Cloud e Serviços Gerenciados de T-Systems Brasil, Elber Bernardino, o evento tinha como foco o desenvolvimento de soluções que tornassem a rotina de trabalho da companhia mais digital e, ao mesmo tempo, ampliasse a colaboração entre os funcionários. “O evento aconteceu, com o mesmo tema, nos três países, com integração entre todos os participantes”, explica.

Ao todo, cerca de 80 profissionais da companhia participaram do hackathon. No Brasil, foram cerca de 40 reunidos em São Paulo, vindos das unidades da T-Systems em Blumenau (SC), Curitiba (PR), São Bernardo do Campo (SP), São Paulo (capital) e Barueri (SP), além de profissionais locados na Volkswagen e na Daimler. Além destes, o evento contou com mais 30 profissionais em Bonn (Alemanha) e dez em Budapeste (Hungria). Os participantes foram escolhidos por sorteio, depois de se candidatarem na YAM, rede social interna da T-Systems.

No Brasil, o hackathon foi aberto pela presidente da companhia, Angelica Vitali, que destacou o evento como parte da iniciativa TransformAção, que vem trazendo inovação para a empresa em diversas áreas. “O hackathon é parte de nosso pilar de inovação e mostrou como os talentos que temos dentro de casa são fundamentais, não só para nossos clientes, para a nossa evolução”, afirma.

Bernardino explica que o evento durou 24 horas, divididas em dois dias. “Durante este período, mantivemos abertos os canais de videoconferência para que os participantes daqui e da Europa pudessem trocar informações”, explica. Ao todo, o evento resultou no desenvolvimento de quatro soluções voltadas a ampliação da colaboração interna e da digitalização do espaço de trabalho:

Inteligência Artificial – integração com Alexa, da Amazon, para agendamento de reunião e alocação de sala automatizada via comando de voz;

Microsoft PowerApps – aplicativo para os colaboradores consultarem projetos ativos, aplicarem candidaturas e, também, listar hobbies para melhor integração entre equipes;

RPA – aplicativo para automação do processo de reembolsos com integração automatizada com o Uber e uso da tecnologia OCR para leitura física de notas fiscais e comprovantes;

YAM – chat para interação entre colaboradores T-Systems durante leitura de Blogs, comunicados e notícias. Contém também um chatbot para resolver problemas automáticos para as ferramentas internas.

Bernardino explica que a YAM, rede social interna da T-Systems, será a plataforma onde serão implementadas as ideias vencedoras. “As soluções surgiram da colaboração entre equipes de diferentes países e vão ajudar a aumentar ainda mais essa colaboração. Essa é uma das formas de fazermos inovação dentro de casa”, afirma.

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ngena recebe parceiro latino-americano

Criada em fevereiro de 2016, durante o Mobile World Congress, a ngena (Next Generation Enterprise Network Alliance) está ampliando suas parcerias, chegando agora à América do Sul. A aliança acaba de confirmar a adesão da Neutrona Networks, companhia de telecomunicações sediada em Miami, que está se tornando um parceiro oficial da aliança.

A ngena nasceu da união de companhias líderes globais de telecomunicações, cada uma muito bem posicionada em sua região e com vaste experiência no mercado corporativo. O objetivo da aliança é fornecer aos seus clientes uma rede global que seja, além de segura, flexível e fácil de customizar e gerenciar.

A iniciativa partiu de quatro grandes players globais: CenturyLynk, o maior operador de fibra dos Estados Unidos; Reliance Jio, que está construindo uma rede que vai integrar 18 mil cidades na Índia; SK Telecom, a maior operadora de telecomunicações da Coreia do Sul; e a Deutsche Telekom, maior provedor europeu de serviços de telecomunicações.

“Durante nossa busca por um parceiro que pudesse atender o mercado latino-americano com uma solução one-stop, queríamos a melhor e mais eficiente operadora nessa área. Encontramos a Neutrona Networks como a melhor escolha para a ngena e seus parceiros por conta de sua extensa cobertura, alta qualidade e desempenho”, afirma Marcus Hacke, diretor geral da ngena. O novo parceiro foi recebeu recentemente o Capacity Media Awards como “Melhor Operadora da América Latina”.

“O foco da Neutrona em prover uma experiência superior aos seus clientes e ao nosso ecossistema de redes integradas na região latino-americana traz funcionalidades únicas para a ngena”, diz Mateo Ward, CEO da operadora. “Nós trazemos a confiabilidade que os parceiros da aliança demandam para atender o mercado formado por grandes corporações. É a perfeita combinação de cobertura, qualidade, agilidade e inovação demandadas para a criação de soluções globais”.

Desde sua criação, a ngena vem negociando a adesão de 20 novos parceiros em todo o mundo, complementando seus planos de entrar em operação no primeiro trimestre de 2017. Recentemente, a aliança anunciou também a entrada da PCCW Global, companhia de telecomunicações sediada em Hong-Kong, ampliando sua atuação também para o mercado asiático.

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Indústria 4.0 demanda mais segurança

A automatização e interligação em rede da produção industrial podem trazer enormes benefícios para as empresas, mas também trazem enormes desafios para a segurança de TI. Esta é uma das conclusões do white paper “Security for the Industrial Internet of Things”, divulgado pela Deutsche Telekom durante a Hannover Messe 2016.

Com 28 páginas, o documento informa a líderes de indústria, especialistas e formadores de opinião sobre os riscos e as potenciais estratégias de segurança a serem adotadas para garantir a utilização segura da conectividade e dos serviços em nuvem.

Um estudo realizado pela BITKOM e pelo Fraunhofer Instituto de Engenharia Industrial, aponta que a adoção do conceito de Indústria 4.0 deve liberar mais de € 78 bilhões em criação de valor para as empresas até 2025, incluindo aqui setores como engenharia, eletrônicos, automotivo, químico, agricultura e TI. No entanto, as empresas que esperam lucrar com estes desenvolvimentos não podem ignorar a questão da segurança.

Crescimento do risco de ciberataques

Atualmente, cerca de um terço das empresas recebem algum tipo de ciberataque várias vezes por semana. No entanto, apenas metade destas empresas implementaram medidas especiais de segurança.

Alcançar o melhor nível de segurança muitas vezes enfrenta obstáculos, como a quantidade de componentes envolvidos em uma solução industrial de IoT; ou ainda a necessidade de abrir redes e sistemas para clientes, fornecedores e parceiros. Obviamente a segurança absoluta é tão irreal quanto o desejo de implementar medidas de proteção e depois esquece-las. Para estarem bem preparadas, é importante que as empresas comecem com uma análise de risco que possa ser utilizada para desenvolver um conceito de segurança global.

Seguro desde o início

Um gerenciamento de segurança eficiente começa com a seleção de equipamentos, aparelhos, sistemas e componentes de rede. As empresas devem estar certas de que seus fornecedores embutiram regras de segurança em seus produtos, o que também se aplica a serviços de conectividade e de nuvem. Fornecedores confiáveis testam e certificam com frequência os seus padrões de segurança.

Para uma proteção ainda maior, é recomendável que as empresas desenvolvam um abrangente conceito de segurança, utilizando a abordagem de defesa em profundidade. Esta abordagem divide a arquitetura de TI em várias camadas, cada uma delas recebendo medidas de segurança próprias. Isso garante que, a cada camada invadida, os atacantes encontrarão uma outra porta fechada.

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Hannover Messe: Deutsche Telekom apresenta plataforma de IoT

A Deutsche Telekom está anunciando novas plataformas, parceiros e produtos durante a Hannover Messe. A maior e mais importante feira industrial do mundo abriu suas portas na última segunda-feira, 25. Em sua terceira participação no evento, a Deutsche Telekom demonstra como é simples iniciar um projeto de Internet das Coisas (IoT) e Internet Industrial. Como no Cebit, o slogan da companhia é: “Digitization. Simply. Make it happen.”

Para levar pequenas e médias empresas para a era da Internet Industrial, a Deutsche Telekom vai trabalhar com um mix formado por 80% de pacotes padronizados e 20% de soluções customizadas. “Nosso conhecimento em diversas áreas, da conectividade de redes a análise de dados, passando pela integração de sistemas, faz com a IoT seja um território familiar”, diz Anette Bronder, diretora da T-Systems e, há nove meses, a responsável pela Divisão Digital do grupo. “O mercado agora está começando a se interessar, com clientes realizando testes parta entender o que é possível. Projetos pilotos rapidamente se tornarão amostras de soluções para o setor industrial e, depois, em produtos padronizados. Só é preciso começar”.

Para ajudar os clientes a começarem rapidamente seus projetos de Internet Industrial, a Deutsche Telekom está apresentando o “Cloud of Things Starter Kit” na feira de Hannover. O kit contém software, sensores que reúnem dados e um SIM card para transmissão de dados e acesso à plataforma de cloud da DT para o processamento destes dados.

O kit pode ser utilizado, por exemplo, para monitorar a temperatura de uma máquina ou os movimentos de um equipamento de construção, tudo em tempo real. Os clientes podem facilmente utilizar e instalar o serviço, cuja estruturas de preço consiste basicamente de um valor base, acrescido de uma taxa por utilização.

Os clientes que quiserem ir além do simples monitoramento e quiserem controlar seus equipamentos remotamente, receberão da Deutesche Telekom o “Predictive Maintenance Kit” por um preço fixo. A oferta completa oferece suporte a automação de processos de manutenção, da análise de danos e desgaste da máquina até a conclusão de um pedido de serviço. A análise de dados também pode ressaltar pontos específicos, permitindo aos usuários prever danos potenciais antes que ocorram. De acordo com a companhia, a manutenção preditiva tem o potencial de reduzir os custos de manutenção em até 30%.

Para criar uma plataforma de IoT confiável, o grupo está reforçando o conceito de neutralidade de fabricantes, como fez com cloud computing, e formando parcerias com líderes de mercado como Microsoft, Cisco, Huawei e SAP. Destas parcerias surgirão novas ofertas, como a Predix, uma plataforma em nuvem para dados industriais e análise de dados criada pela GE Digital.

Com o conhecimento industrial da GE e as funcionalidades de conectividade, operação de TI e segurança da Deutsche Telekom, os dois parceiros poderão oferecer ao mercado uma solução one-stop para inovação digital em segmentos como manufatura, transportes, energia e saúde.

“A tarefa agora e mover os serviços de digitalização dos laboratórios para a vida real”, afirma Bronder. Para a executiva, a complexidade da digitalização ainda assusta muitas empresas: de um lado, o número de fornecedores vem crescendo rapidamente, dificultando a tomada de decisões. De outro, a conexão de indústrias vai além da cadeia de valor de cada empresa, obrigando que, antes de mais nada, estas companhias construam relações de confiança entre si.

É aqui que a Deutsche Telekom afirma ter uma proposta única de valor. “Ninguém é capaz de implementar o conceito de Internet das Coisas por conta própria. É por isso que estamos investindo em um ecossistema de plataformas, parceiros e produtos que nos permita oferecer aos nossos clientes uma solução completa, fim a fim, de modo simples”, explica Bronder.

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