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O bitcoin pode ser mais seguro que o banco? – Por Guto Schiavon

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O bitcoin vem inovando cada vez mais a forma de se fazer negócios. Hoje em dia, a moeda digital pode ser usada para os mais diversos tipos de investimentos e, de quebra, é aceita por diversas instituições financeiras. Com a alta da popularidade conquistada atualmente, surge uma dúvida: um investimento feito com a criptomoeda pode ser mais seguro do que em bancos?

É exatamente sobre isso que vamos falar neste texto! Abaixo, pontuei algumas curiosidades importantes para ajudar a resolver a dúvida de muitas pessoas:

Os benefícios do uso de bitcoins: em uma época em que os grandes bancos internacionais entraram em crise, os bitcoins vieram realmente para ficar e, consequentemente, mudar o paradigma monetário. As moedas digitais estão ganhando cada vez mais espaço no mercado, e a tendência é que seu valor aumente muito nos próximos anos;

Autonomia: entre seus benefícios, está o fato de ser autônoma, ou seja, não ter vínculo com bancos ou Estados. Assim, a moeda é um grande chamariz para aqueles que desejam fugir de crises econômicas que venham a causar turbulências nos mercados;

Produção limitada: a produção de bitcoins é registrada a cada dez minutos, e a ideia de seu criador é que essa produção de moedas caia a cada quatro anos, tornando-a deflácionária e impedindo que crie novos bitcoins após o limite. Esse é outro fato a ser considerado, afinal a produção da moeda é limitada e, por isso, a quantidade disponível no mercado, também.

Assim, a partir de um determinado momento, ela poderá ser comercializada somente por quem comprou os bitcoins ainda quando eram produzidos. Dessa maneira, a demanda pelo dinheiro digital crescerá, ao contrário da oferta, e seu valor de mercado aumentará consideravelmente;

O sistema blockchain: o bitcoin, que opera independentemente de qualquer agente financeiro, é autenticado pelo chamado blockchain. O sistema se tornou tão bem-sucedido que, nos dias atuais, até mesmo alguns bancos o utilizam como inspiração para otimizar suas operações.

O blockchain atua, basicamente, como um livro-caixa, realizando o registro das transações, e podem ser analisadas por qualquer pessoa com acesso à rede. Além de ser feitas de modo pseudoanônimo, a grande vantagem é que, depois de validadas, as ações não podem ser apagadas do sistema.

Assim, aqueles que se mostram receosos para compartilhar informações pessoais, acharão no blockchain uma boa maneira de completar operações financeiras de forma eficiente. Para que uma transação seja aceita, é preciso que todas as máquinas da rede façam a verificação das transações, evitando o gasto duplo de um mesmo bitcoin;

A segurança das moedas digitais: os bitcoins vêm provando ser investimentos cada vez mais rentáveis para o público e uma moeda de troca quase tão popular quanto as tradicionais. Apesar de muitas pessoas considerarem o investimento na criptomoeda o que chamamos de um “tiro às escuras”, a verdade é que o expediente se revela como altamente rentável. Há, dentro da lógica de uso dos bitcoins, várias medidas que visam aumentar a segurança na experiência de quem usam esse tipo de moeda.

No entanto, é claro que, algumas medidas de segurança devem ser tomadas: vale a pena fazer um adequado estudo do melhor momento para entrar no mercado e acompanhar de perto suas tendências. Investir em bitcoins é uma boa alternativa que vem sendo explorada cada vez mais pelos investidores. Agora que você sabe que a moeda virtual pode ser mais segura que os bancos, invista!

Guto Schiavon, COO da FOXBIT, a maior corretora de bitcoins do Brasil.

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Chega ao mercado o Conta Um, uma conta corrente para os desbancarizados

Mais de 55 milhões de pessoas não possuem uma conta bancária no Brasil. É de olho nesse potencial de mercado que surge a Conta Um, uma conta corrente virtual com cartão pré-pago, benefícios, promoções e serviços exclusivos. A empresa tem, atualmente, mais de 25 mil usuários ativos e espera fechar o ano com mais de 150 mil correntistas.

A ideia do negócio nasceu em 2015, a partir da inviabilidade do uso de boletos e outras formas dispendiosas às empresas que necessitam fazer cobranças recorrentes de valores pequenos de clientes não bancarizados. O Diretor da empresa, Pierre Schurmann, viu nesse contexto uma solução ao oferecer uma conta digital de baixo custo, fácil aquisição e simples gerenciamento.

“O público excluído desse sistema não tem acesso a serviços básicos por não possuir um perfil adequado ao modelo que os bancos buscam. O alto índice de desconfiança, tanto pelos possíveis correntistas quanto pelas Instituições, afeta as possibilidades de relacionamento. As pessoas precisam se sentir seguras e assistidas por um banco para conseguirem movimentar seus próprios recursos”, comenta Schurmann.

Atuando também no auxílio de pagamento de folha de empresas que possuem colaboradores que recebem até dois salários mínimos, a Conta Um trabalha junto a PMEs gerindo os pagamentos. “É uma solução que pode ajudar muito as empresas nesta gestão, minimizando custos e aumentando o controle e segurança. Recebemos o dinheiro das empresas e depositamos em nossa conta corrente virtual, onde o usuário tem acesso a todas as funções de uma conta bancária tradicional e um cartão, de bandeira MasterCard, para adquirir produtos e pagar contas”, explica Schurmann.

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