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Kekanto lança startup que faz aplicativos de delivery para restaurantes

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Os fundadores do Kekanto sempre tiveram o desejo de ajudar os empreendedores de restaurantes a crescerem com o uso tecnologia. Com a experiência adquirida ao longo de 7 anos no guia Kekanto, eles fundaram o Delivery Direto com o objetivo ajudar restaurantes que fazem delivery a venderem mais e economizarem centralizando os pedidos em um aplicativo próprio de delivery do restaurante.

Com investidores do Vale do Silício, conseguiram entender as tendências do mercado e desenhar este novo produto. “No começo do ano participamos do programa de aceleração do Google no Vale do Silício e descobrimos que o aplicativo próprio já é uma realidade nos EUA e todo restaurante terá seu próprio aplicativo – é apenas uma questão de tempo. A quantidade de downloads de aplicativos próprios de grandes restaurantes supera muito a destes “marketplaces”, tanto porque os clientes acham mais conveniente usá-los, como porque são atraídos por programas de fidelidade e ferramentas de marketing. ” diz Bruno Yoshimura, cofundador da empresa.

Diferentemente dos outros aplicativos, o Delivery Direto não é uma praça de alimentação online, então não cobra altas comissões por pedido, apenas uma taxa fixa mensal que cabe no bolso. “Desta forma conseguimos nos posicionar do jeito que desejamos: ao lado do nosso cliente. Queremos que os restaurantes tenham milhares de pedidos pela plataforma e não vamos ganhar nada a mais por isso. O que teremos é um cliente satisfeito, que é o que importa no final.”, completa.

A expertise com desenvolvimento de aplicativos também teve grande impacto nas funcionalidades lançadas pela nova plataforma de delivery. A equipe do Kekanto recebeu diversos prêmios de melhor aplicativo do ano, seja pela Apple e pelo Google, e este conhecimento só potencializou a capacidade do aplicativo de trazer mais vendas. Uma das ferramentas lançadas é a divulgação automática: ela resgata clientes que não pedem há alguns dias. “Em um clique, o dono de restaurante consegue ativar a divulgação automática por e-mail e por notificação de celular. Hoje ele pode resgatar automaticamente clientes que não pedem há alguns dias e também pode enviar um cupom de presente para quem faz aniversário”, afirma Bruno.

Allan Kajimoto, cofundador e CTO do Delivery Direto, acredita que é apenas o começo do sonho de ajudar donos de restaurantes a fazer mais e melhor com uma tecnologia de ponta. Certamente o mercado de softwares para restaurantes do Brasil ainda tem muito o que aprender com o Vale do Silício, mas o Delivery Direto está pronto para o desafio. “Com uma equipe experiente, acesso ao Vale do Silício e experiência no desenvolvimento de aplicativos para restaurantes, vamos construir a melhor ferramenta de delivery do mundo”, conclui Allan.

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iFood busca talentos em várias cidades do Brasil

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O iFood – plataforma de delivery de comida on-line – está em busca de talentos para mais de 60 oportunidades na empresa. As posições abertas são para diversos níveis, desde jovens talentos até líderes nas áreas de RH, tecnologia e produto, comercial, finanças, jurídica e operações. A empresa tem mais de 400 colaboradores e não para de crescer, registrando mais de 3 milhões de pedidos por mês. Além do Brasil, o iFood atua no México, na Colômbia e na Argentina.

As oportunidades são para São Paulo, Campinas e Jundiai, além de vagas para área comercial em todo Brasil, incluindo Brasília, São José dos Campos, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Para conhecer as oportunidades basta acessar a aba de Carreiras no site oficial iFood e na página do Linkedin.

“O ambiente de trabalho do iFood é altamente colaborativo e desafiador, o que possibilita alto crescimento individual. Os profissionais do iFood têm foco no resultado e são estimulados a criar e recriar o que for necessário. Eles são motivados constantemente a enfrentar novos desafios. Ao mesmo tempo que todos trabalham bastante, também comemoram cada conquista juntos. Para compor nosso time, procuramos pessoas engajadas que façam acontecer”, explica a Diretora de RH, Carla Blanquier.

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Delivery de comida: por que apostar nos marketplaces? – Por Bruna Rebello

Há pouco mais de cinco anos, solicitar a entrega de uma pizza ou um combinado de comida japonesa sem realizar uma ligação telefônica era algo praticamente impensável. Na época, poucos restaurantes contavam com plataformas digitais próprias para receber os pedidos e os apps de delivery ainda davam seus primeiros passos no Brasil. Com o constante crescimento da penetração dos smartphones entre os brasileiros, esse cenário foi se modificando ao longo do tempo. Hoje, segundo pesquisa elaborada pelo Ibope, 38% dos pedidos já são efetuados de forma on-line, seja por meio de aplicativos ou navegação pela web.

A consulta ágil ao cardápio, a comodidade de resolver tudo com apenas alguns cliques e a praticidade de, muitas vezes, já poder resolver a questão do pagamento no próprio app, foram fatores fundamentais para a transformação do perfil de consumo das pessoas no setor. Para atender o crescimento dessa demanda, boa parte dos restaurantes acompanharam a tendência do mercado e inseriram sua marca em marketplaces especializados.

Mas, ao enxergar essa mudança, muitos executivos se questionam sobre a necessidade de investir em suas próprias plataformas ou apostar em um marketplace. A verdade é que esse modelo ganha força ao oferecer uma facilidade ainda maior para um consumidor que, cada vez mais, valoriza a liberdade de escolha e a praticidade.

Encontrar diversos tipos de pratos e culinárias, ao invés de instalar 5 ou 10 apps de restaurantes, é o que atrai o público. Além de ocupar espaço na memória do smartphone, manter um aplicativo de uma marca é pouco funcional para o usuário. Apenas 36% dos apps baixados são realmente utilizados no primeiro mês de uso, de acordo com estudo da consultoria Flurry. Após seis meses, a retenção passa para 18% na média geral e, depois de um ano, para 11%.

Existem muitos motivos pelos quais os usuários deixam de usar alguns aplicativos, mas, na maioria dos casos, é porque ele foi baixado único e exclusivamente para ser utilizado em um determinado momento e não necessariamente com uma grande periocidade. Esse movimento não passa incólume no setor do delivery de comida. São poucos os consumidores que usam a aplicação de um restaurante mais do que duas vezes ao longo de um ano.

Diante desse contexto, investir no desenvolvimento do aplicativo próprio pode, em um primeiro momento, até parecer interessante pelo fato de representar um pilar de inovação e um diferencial de marketing. No entanto, em médio e longo prazo, o proprietário de restaurante percebe que a renovação de clientes é inócua, uma vez que a força de venda fica limitada apenas aos usuários que já conhecem a sua marca. Além disso, o estabelecimento que opta por esse caminho também acaba não tendo acesso a informações valiosas sobre os hábitos de consumo dos usuários em uma visão macroeconômica e, muito menos, conta com a consultoria do marketplace especializado para auxiliar, por exemplo, no aumento de visibilidade em uma determinada região ou bairro. Além disso, existe a necessidade de despender investimento em tecnologia e publicidade para promover o app.

Por tudo isso, agregar a marca em uma plataforma especializada é mais vantajoso do que ter um app próprio e essa lógica ainda fica mais evidente para estabelecimentos que ainda não possuem uma cultura de delivery implementada, ou seja, que não sabem como gerenciar a entrada de pedidos e os processos de logística. E, nesse caso, contribuem muito a curadoria dos marketplaces especializados. Marcar presença no online é ponto obrigatório hoje para qualquer negócio prosperar, porém, analisar o melhor ambiente virtual também é essencial dentro das estratégias de qualquer restaurante.

Bruna Rebello, administradora e gerente comercial do PedidosJá no Brasil.

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Startup oferece mais de 30 vagas de emprego em SP e RJ

A Loggi, plataforma digital de entregas expressas, anuncia sua busca por mais de 30 novos talentos para seus times de São Paulo e Rio de Janeiro. Avaliada pelo Love Mondays como uma das empresas mais amadas por seus funcionários e eleita a melhor empresa de logística pelo prêmio da ABO2O em 2016, a startup conta com oportunidades para diversos níveis de conhecimento.

Na área ligada à experiência do cliente, há vagas para analista, monitor e coordenador, enquanto a área comercial conta com 6 vagas distribuídas entre executivos de conta, consultores de novos negócios e desenvolvedor de Sales Force. O setor de produtos, por sua vez, possui a maior oferta, contabilizando 18 vagas para desenvolvedores de diversos níveis. Há ainda vagas para gerente financeiro, secretária bilíngue etc.

Na sede da Loggi em Alphaville, Barueri (SP), mais de 200 funcionários ocupam dois amplos andares com ambiente descontraído e vista panorâmica. Além disso, o escritório possui café da manhã e frutas, área de descompressão com vídeo game, mesa de ping-pong e sofás, além de massagens semanais e outros benefícios.

No Brasil há mais de três anos, a Loggi registrou um crescimento de 600% em 2016. Hoje, são feitas 25 mil entregas diariamente em cinco capitais do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre.

A startup atua em três frente principais de serviços: entregas para empresas, LoggiPro (para o comércio eletrônico) e o LoggiPresto (para restaurantes). Para saber mais sobre as vagas em aberto, acesse www.loggi.com na seção Trabalhe Conosco.

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iFood anuncia Carlos Eduardo Moyses como novo CEO

Carlos Eduardo Moyses acaba de ser anunciado como o novo CEO do iFood. O executivo assume o posto com o desafio de manter o crescimento anual de mais de 100%, resultado registrado pela empresa nos últimos anos.

Com vasta experiência no mercado de produtos e serviços online, Moyses trabalha há cinco anos no mercado de delivery online, atuando três anos como CEO da Just Eat no Brasil e os últimos dois anos como CFO do iFood, após a fusão das duas empresas, em 2014.

“Estou extremamente animado e confiante com o desafio. O iFood é uma das maiores e mais inovadoras companhias de Food Tech do mundo, tem um time espetacular e muitos projetos para serem colocados na rua, a curto, médio e longo prazos. Vamos trabalhar cada vez mais para entregar valor agregado aos restaurantes, parceiros fundamentais no nosso negócio, e nossos usuários podem esperar grandes inovações, marca registrada do iFood desde o início de nossa trajetória”, afirma Carlos.

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