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Ascenty inaugura novo data center em Paulínia

A Ascenty, empresa líder no mercado de data center com foco na América Latina, anuncia o início das operações de seu novo data center no município de Paulínia (SP). Com investimento de R$ 150 milhões, o projeto conta com 7 mil m² de construção e 16 MVA de energia e visa atender à demanda crescente das empresas por soluções de data center de alta qualidade.

“O início das operações da unidade de Paulínia é mais um passo importante dentro dos planos de expansão da Ascenty. A região metropolitana de Campinas é extremamente estratégica, pois oferece localização privilegiada, próxima a rotas de acesso à capital e aos principais municípios da região, onde atuam grandes companhias que já são nossas parceiras”, afirma Roberto Rio Branco, vice-presidente de Marketing e Relações Institucionais da Ascenty.

“O ritmo do forte crescimento do mercado global de data centers deve continuar e estamos bem posicionados para atender a essa demanda na América Latina. Nossa integração à plataforma global da Digital Realty e a recente parceria com a Brookfield Infrastructure proporcionam aos nossos clientes acesso a uma das maiores redes de data centers interconectados do mundo e aos benefícios de uma das maiores gestoras de ativos do Brasil nos segmentos de infraestrutura e private equity.”, completa Marcos Siqueira, vice-presidente de operações da Ascenty.

A Ascenty finalizará 2019 com 16 data centers em operação no Brasil. Como próximos passos, a empresa anunciou, recentemente, a construção de seu primeiro data center no Chile, com lançamento previsto para julho de 2020.

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Fibracem volta a mirar o mercado de data centers no Brasil

A Fibracem, uma das principais fabricantes do setor de telecomunicações, quer se tornar uma referência no mercado brasileiro de data center. A indústria, que já é consolidada no setor de provedores de internet (ISPs), tem, agora, o objetivo de se destacar no segmento de processamento de dados.

De acordo com a CEO da Fibracem, Carina Bitencourt, o constante crescimento do mercado de data centers no Brasil contribuiu para que o departamento de desenvolvimento da indústria focasse ainda mais em soluções voltadas para o setor.

Para ela, garantir uma infraestrutura de TI confiável, com equipamentos para data centers eficientes, tem se tornado um ponto fundamental para que as grandes empresas efetivem negócios. “Hoje, grandes corporações têm focado suas estratégias com base nas análises e gestão dos dados”, comenta Carina.

O fornecimento de produtos pela Fibracem, para o ramo de data center, ocorre desde a década de 90, quando a empresa lançou o primeiro Rack de Parede. ” Desde aquela época, os produtos já eram desenvolvidos por nosso Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento, preocupados em garantir as soluções, os produtos passam por testes de qualidade do produto”, ressalta a executiva.

O novo direcionamento da companhia em conquistar o mercado nacional de Data Center chega no mesmo mês [abril], em que a Fibracem celebra 26 anos de atuação no ramo de telecomunicações, tanto no Brasil, quanto em vários países da América Latina.

“Hoje, disponibilizamos ao mercado, uma gama de produtos como os distribuidores ópticos (DIOs), cabos ópticos, racks de parede, desmontáveis e acessórios. E o nosso objetivo é proporcionar ainda mais soluções para este segmento”, elenca.

Mesmo com o setor de Data Center se tornando um foco para a Fibracem, Carina afirma que a empresa continuará trabalhando intensamente para garantir a excelência no ramo de ISPs. “Somos reconhecidos, inclusive com o prêmio Marcas de Destaque da Revista especializada RTI, pelo nosso comprometimento em elevar a qualidade deste segmento”, finaliza.

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Combatendo silos de rede, agora na nuvem

Por John Maddison, Vice-Presidente Sênior de Produtos e Soluções da Fortinet

Durante a década de 1990, as organizações dedicaram muito tempo e esforço ao desenvolvimento de um modelo de rede com o datacenter no centro e um perímetro bem definido e seguro próximo à borda. Embora inovadora na época, essa abordagem isolava departamentos, linhas de negócios e escritórios regionais – principalmente quando começaram a adotar suas próprias tecnologias de rede e segurança para atender às suas necessidades e exigências específicas. Com isso, os engenheiros de sistemas e os profissionais de segurança que tinham que gerenciar esses hubs de rede desenvolvidos organicamente ficavam funcionalmente sem visibilidade para rastrear dados e recursos ou descobrir e responder a ameaças.

Por fim, as equipes de TI, ao assumir a tarefa de centralizar o gerenciamento e a segurança da rede nos anos 2000, viram que precisavam integrar sistemas incompatíveis, avaliar e dispensar dezenas de fornecedores concorrentes e lidar com equipes locais resistentes a abandonar suas redes desenvolvidas internamente. Ainda pior, a essa altura, muitos desses silos de conteúdo e tecnologia isolados estavam ligados a processos de negócios fundamentais, tornando a transição para um modelo de TI centralizada não apenas demorada e frustrante, mas também muito dispendiosa.

Estamos prestes a fazer tudo isso novamente, agora na nuvem

Com o desafio de abordar essas redes e dados em silos no passado, você imagina que as organizações possuem hoje um plano bem elaborado para a adoção de redes e serviços na nuvem. Mas não é isso que temos visto. A realidade é que qualquer departamento ou pessoa com um cartão de crédito e uma ideia pode comprar seu próprio serviço de nuvem. Com isso, as empresas que analisam sua presença na nuvem geralmente descobrem dezenas ou até centenas de soluções na nuvem não autorizadas e mal protegidas, incluindo coisas tão simples (e potencialmente perigosas) como armazenar dados corporativos ou de clientes em um aplicativo na nuvem e infraestruturas de rede totalmente na nuvem que gerenciam dados e fluxos de trabalho.

Mas não são apenas pessoas e departamentos desonestos que fazem isso. A TI é responsável por boa parte disso. As organizações estão implementando arquiteturas na nuvem complexas, compostas de vários ambientes de nuvem pública e privada. Em vez de seguir um script de integração, essas implementações estão sendo feitas por projeto, com tentativas de abordar questões como segurança – incluindo visibilidade, gerenciamento e orquestração, e controles como correlação de inteligência e resposta a ameaças – após a ocorrência de um fato. Esse é um dos motivos pelos quais os profissionais de segurança relataram aumento de 300% nos ataques a serviços na nuvem em 2017.

Três coisas que você pode fazer

Você não consegue proteger o que não pode ver ou controlar, e isso é exatamente o problema criado por uma rede em silos. Considerando o crescimento e a gravidade dos ataques aos ambientes na nuvem e o possível impacto de qualquer interrupção no seu modelo de negócios digital, é essencial que você fique à frente desse desafio. Aqui estão três coisas que a Fortinet recomenda ao adotar ou expandir sua arquitetura na nuvem:

Desenvolva um plano e obtenha a adesão dos grupos envolvidos. Cada grupo envolvido da sua organização precisa entender os riscos de uma abordagem não estruturada para a adoção de ambiente na nuvem. Todos os aspectos da transformação digital, principalmente a nuvem, precisam fazer parte de um plano integrado ao qual todos devem contribuir, compreender e apoiar. Isso ajudará bastante a evitar que as pessoas ou os departamentos desenvolvam suas próprias soluções de TI inadequadas, conhecidas como Shadow IT, e introduzam riscos novos e desconhecidos.

Crie um ambiente de resposta positiva. Por baixo de cada adição indesejada e desconhecida na nuvem, está uma necessidade de negócio não atendida. Uma das principais razões pelas quais as equipes adotam suas próprias soluções de rede, armazenamento ou aplicativos é que elas sentem que suas necessidades não são compreendidas pelo departamento de TI. Quanto mais rígida for sua abordagem e quanto mais restritiva for sua resposta às solicitações, maior a probabilidade de ter dados e recursos fundamentais armazenados e processados em locais não aprovados. Ouvir e responder às solicitações ajudará muito a eliminar o problema de Shadow IT.

Use e exija padrões abertos. Os dados fluem entre os ecossistemas da rede. Porém, tentar fazer isso conectando e integrando tecnologias isoladas do sistema legado pode sobrecarregar recursos limitados de TI. Os dispositivos de segurança precisam operar usando padrões abertos e sistemas operacionais comuns para rastrear o tráfego de dados e os recursos em diferentes ecossistemas de rede, orquestrar centralmente e gerenciar políticas de segurança, correlacionar informações coletadas de todos os cantos da rede distribuída e coordenar automaticamente uma abordagem unificada com qualquer ameaça detectada em velocidades digitais, desde o núcleo até a nuvem.

Os silos da rede são inimigos da segurança eficaz. Infelizmente, tendo enfrentado esse problema há quase duas décadas, estamos à beira de ter que lutar essa mesma batalha mais uma vez, agora na nuvem. Ironicamente, a raiz do problema é quase idêntica à primeira vez que tivemos que lidar com isso: o desenvolvimento de rede não estruturado e não planejado e o crescimento lento de uma arquitetura acidental de rede e segurança. Só que desta vez, os cibercriminosos possuem ferramentas mais sofisticadas, projetadas para explorar melhor as lacunas que essa abordagem cria e causar mais danos. Ao mesmo tempo, com o crescimento da nova economia digital, mais coisas estão em jogo. Como profissionais de TI, é fundamental estarmos conscientes sobre esse problema antes que ele sobrecarregue nossos recursos e coloque nossos negócios digitais em risco.

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Empresas têm até 22 de agosto para inscrever seus projetos de data center no DCD>Awards Latin America 2018

O DCD>Awards Latin America, prêmio que reconhece os melhores projetos de empresas em relação à infraestrutura e eficiência de seus data centers, entra na reta final do prazo para a inscrições, que vão até o próximo dia 22 de agosto. Os projetos mais importantes da indústria de data center concorrerão ao prêmio que reconhe liderança, inovação e transformação em toda a América Latina.

A organização já recebeu mais de 80 projetos, tanto de empresas privadas quanto de órgãos públicos. Ao todo, serão 7 categorias, que premiarão desde os conceitos de design, construção e inovação até a adoção de novas tecnologias e os melhores projetos desenvolvidos em equipe.

O anúncio dos finalistas será no dia 3 de outubro. A cerimônia de premiação será realizada no dia 6 de novembro, durante o congresso DCD>Brasil 2018, no Centro de Eventos PRO MAGNO, em São Paulo. O júri do DCD>Awards Latin America terá, mais uma vez, a desafiadora tarefa de avaliar os inscritos, devido ao alto nível técnico e inovador dos projetos apresentados até o momento.

Por outro lado, seguem abertas as inscrições para as categorias 9 – Provedor de Colocation do Ano na América Latina e 10 – Solução mais Inovadora para Data Center do Ano na América Latina, onde os vencedores serão eleitos por voto popular. Os profissionais da indústria poderão votar de 10 de setembro a 20 de outubro.

DCD>Awards – Mais de 75 vencedores

Muitas organizações e profissionais já foram premiados ao longo desses anos pelo DCD>Awards, o “Oscar” que reconhece as melhores práticas na indústria de data center.

Após o sucesso da premiação DataCenter Leaders, concedida na Europa e no Japão há 10 anos, decidiu-se trazer esses troféus para o Brasil. Na primeira edição, em 2011, foram apresentados 62 projetos em 3 categorias. Um ano depois, em 2012, a primeira edição do DatacenterDynamics Awards foi realizada no México. Nesta ocasião, a premiação foi ampliada para 6 categorias.

Em 2017, os dois eventos foram unificados com a ampliação para 11 categorias e contaram com a opinião da indústria de data center, com o voto popular em 3 delas. A última cerimônia do DCD>Awards Latin America foi realizada no dia 26 de setembro, no Foro Masaryk (Cidade do México).

Empresas como Aceco TI, Afip, Antel, Ascenty, Banco Bradesco, Banco Santander, BT, Dataprev, Embratel, Entel, Epsilon, Equinix, Hewlett Packard Enterprise, Kio, Ministério da Cultura do Perú, Sonda, Telefonica e a Universidade Nacional da Colômbia foram algumas das premiadas.

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ACOM Sistemas melhora desempenho em cinco vezes com solução de cloud da Winov

Com foco na satisfação dos clientes, a ACOM Sistemas passou a disponibilizar o sistema EVEREST Gestão Empresarial em uma infraestrutura hiperconvergente de data center virtual fornecida pela empresa Winov.

O novo ambiente, resiliente, não fica off-line e garante processamento cinco vezes mais rápido que uma solução de cloud comum. Isso possibilita extração de relatórios, integração contábil e conciliação financeira que, geralmente, envolvem milhares de informações, de maneira muito mais eficiente.

O desempenho superior permite que a ACOM Sistemas entregue mais qualidade com preços mais atrativos em um modelo SaaS, de software como serviço. Os clientes não precisam mais gastar com infraestrutura própria de tecnologia da informação para usar o EVEREST.

“Nosso sistema roda no que há de melhor em soluções de cloud computing. Contamos com equipamentos de missão crítica hiperconvergente com tecnologia Nutanix, que garantem alta performance. Podemos multiplicar o número de clientes sem aumentar o investimento.”, explica Eduardo Ferreira, Diretor Operacional da ACOM Sistemas.

Raul Cesar Costa, Chief Product Officer da Winov, ressalta que também há um grande ganho em segurança: rígidos protocolos garantem total confiabilidade e alta disponibilidade de telecom, com IP próprio, que recupera dados instantaneamente quando, por exemplo, é mudada a rede em que se trafega.

“Outra facilidade está no atendimento. Nossos clientes podem, literalmente, bater na nossa porta, a qualquer momento, em busca de suporte. Para a equipe da ACOM, que fica a poucos metros da Winov, na cidade de Curitiba, a comodidade é ainda maior”, comenta Raul.

Eduardo Ferreira acrescenta que a ACOM Sistemas busca inovação contínua para que possa melhorar o desempenho dos clientes com uso de tecnologia e adianta: “já estamos estudando o que mais pode ser oferecido de benefícios além do ERP na nuvem”. Mais uma vantagem para a ACOM Sistemas foi a de se tornar, também, provedora de nuvem ao participar de um programa de canais oferecido pela Winov.

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Ascenty inicia a construção do seu 10º data center

A Ascenty, empresa líder no mercado de data center com foco na América Latina, anuncia o início da construção de um novo Data Center localizado no município de Paulínia (SP), o décimo data center da empresa no País. Com início das operações da nova infraestrutura previsto para o início de 2019 e investimento de R$ 150 milhões, o projeto conta com 8 mil m² de construção e 25 MVA de energia.

“Dentro dos planos de expansão da Ascenty, a região metropolitana de Campinas é extremamente estratégica e a cidade de Paulínia oferece localização privilegiada para o nosso novo data center, próxima a rotas de acesso à capital e às principais cidades da região, onde atuam grandes companhias que já são nossas parceiras”, afirma Roberto Rio Branco, diretor de marketing e institucional da Ascenty.

O novo investimento visa atender a demanda das empresas por infraestrutura de qualidade e faz parte dos planos de expansão da Ascenty, que irá finalizar 2019 com 14 data centers em operação no Brasil.

“O ritmo do forte crescimento do mercado global de data centers deve continuar. A Ascenty se mantém como líder no mercado brasileiro por oferecer infraestrutura de classe mundial, com redundância, segurança e alta conectividade, além de se destacar pela excelência no atendimento aos clientes”, completa Roberto Rio Branco.

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Nutanix ajuda UNICURITIBA a reduzir tempo de processamento de dados em mais de 50% e consumo de energia no data center em 90%

A Nutanix (NASDAQ: NTNX), empresa líder em software para nuvem corporativa, anunciou a implantação da solução Enterprise Cloud OS no Centro Universitário Curitiba (UNICURITIBA) na cidade de Curitiba, (PR). Com o apoio da Servix Informática, o UNICURITIBA conheceu os benefícios da infraestrutura de hiperconvergência da Nutanix, que combina recursos de armazenamento e processamento de maneira única em um único dispositivo, usado em data centers de última geração. Desde que migrou para a Nutanix, o Centro Universitário viu uma redução significativa no tempo de processamento de dados, consumo de energia e aumento da produtividade.

Fundada em 1950, o UNICURITIBA, está sempre em busca de um constante aperfeiçoamento, mantendo o compromisso de preservar os avanços científicos e tecnológicos. Ao notar a necessidade de atualizar o data center do Centro Universitário para atender as demandas de negócios projetadas para o futuro tais como a implantação de novos sistemas para o controle acadêmico, soluções de Business Intelligence, automação de fluxo de trabalho e gerenciamento eletrônico de documentos, em 2016 a universidade avaliou a infraestrutura existente e, após uma avaliação detalhada, Almir Lucas Stasievski, Gerente de TI e Planejamento, buscou otimizar ainda mais o controle efetivo das operações da Instituição, considerando uma nova solução, com tecnologia de ponta.

Após uma prova de conceito bem-sucedida, com foco na validação da solução de virtualização AHV da Nutanix, a instituição decidiu implantar a solução em seu ambiente de produção. De acordo com Stasievski, a Nutanix foi selecionada principalmente devido à sua maturidade e liderança em tecnologia. Assim, o Centro Universitário migrou para a solução AHV para ajudar a possibilitar o avanço e a simplificação desejados para sua infraestrutura de TI.

Depois que a decisão foi tomada, todo o processo de migração levou 48 horas e não impactou a rotina do Centro Universitário. Isto é muito diferente do que seria uma migração tradicional do ambiente, estimada entre 5 a 7 dias e que exigiria alguma redução na operação do sistema, tanto para os alunos quanto para os funcionários.

O UNICURITIBA atualizou seu data center substituindo 11 servidores físicos, 112 servidores virtuais e 1 storage de 18 Terabytes por tecnologia hiperconvergente da Nutanix com 4 nós de processamento e 22 terabytes de área de storage com deduplicação, camadas e compactação 2: 1 e ECX. Essa atualização gerou vários benefícios: espaço e consumo de energia reduzidos no data center, ganhos de desempenho aprimorados, segurança física e escalabilidade, devido às facilidades futuras de backup na nuvem. Além dos resultados citados acima, a solução reduziu os custos de licenciamento, simplificou o controle da estrutura do data center e permitiu a redução do número de servidores virtuais para 63 VMs. A mudança para a tecnologia Nutanix melhorou o desempenho da aplicação e aumentou a produtividade em mais de 10%, além de reduzir o tempo de processamento de dados em mais de 50% e o consumo de energia do data center em 90%.

“Agora, todas as aplicações de negócios, como ERP, sistemas de folha de pagamento de funcionários e o banco de dados do SQL Server, estão sendo executados na plataforma Nutanix”, diz Stasievski. “Estamos sempre em busca de melhorias contínuas e muito comprometidos em preservar o progresso científico e tecnológico. Vimos a necessidade de atualizar nosso data center para atender cada vez melhor nossos alunos e funcionários”.

“A implementação no UNICURITIBA é apenas um exemplo do que a Nutanix pode fazer por qualquer empresa. Podemos otimizar a infraestrutura existente e reduzir o desperdício de recursos instantaneamente. Nesse caso, a validação do AHV foi fundamental na decisão de mudança. A equipe de TI do Centro Universitário agora pode se concentrar em seus negócios e a combinação de melhor desempenho e uma interface de usuário mais simples, garantida pela Nutanix possibilitou que a equipe se concentrasse em fornecer um melhor desempenho para os alunos, equipe acadêmica e administrativa, pesquisa e novos serviços para a comunidade”, conclui Leonel Oliveira, gerente geral da Nutanix no Brasil.

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Data centers da Ascenty recebem certificado PCI-DDS em todas as unidades

A Ascenty, empresa líder no mercado de data center com foco na América Latina, foi certificada com o selo internacional PCI-DSS (AoC – Attestation of Compliance) em todos os oito data centers em operação no Brasil. Organizada pela PCI Security Standards Council, essa certificação garante aos clientes o cumprimento dos pré-requisitos de segurança internacionais necessários ao processamento dos dados de cadastros bancários, sistemas de pagamentos e cartões de crédito que passam pelos data centers da Ascenty.

“Ter a certificação PCI-DSS em todos os nossos data centers é um grande diferencial para a Ascenty”, afirma Roberto Rio Branco, diretor institucional e marketing. O reconhecimento das unidades Campinas, Jundiaí, Fortaleza, Hortolândia, São Paulo 1 e São Paulo 2, Sumaré e Rio de Janeiro garante que a infraestrutura está adequada às normas de segurança de dados estabelecidas no Payment Card Industry Data Security Standard (PCI-DSS), o padrão adotado em todo o mundo pela indústria de cartões de crédito. “Empresas do segmento financeiro podem contar com a nossa infraestrutura já certificada e preparada para hospedar as suas transações financeiras”, ressalta Roberto.

Além dessa nova certificação, a Ascenty oferece uma infraestrutura segura e totalmente redundante, certificada pelos principais órgãos internacionais. A empresa conta com os selos TR3 da TÜV Rheinland, Tier III Design e Tier III Facilities do Uptime Institute, que avaliam equipamentos e estrutura das unidades. Em segurança da informação, a certificação ISO 27001 garante aos clientes da Ascenty confiabilidade, integridade e disponibilidade dos Data Centers. Em relação a serviços, a empresa é certificada pelo ISO/IEC 20000, a primeira norma mundial com foco específico em gerenciamento da qualidade de serviços de TI. Além disso, nos aspectos ambientais, a companhia foi a primeira empresa de Data Centers a receber a certificação ISO 14001, que se baseia no padrão da International Organization for Standardization (ISO) para implantação e operação de sistema de gestão ambiental sustentável.

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Carros serão data centers sobre rodas

O diretor da divisão de TI da T-Systems, A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio de soluções digitais e serviços de TI, François Fleutiaux, acredita que os carros estão se tornando data centers sobre rodas. Exatamente por isso, é hora do mercado de preparar para trabalhar com estes dados.

Não por acaso, muitos dos carros fabricados atualmente contam com mais de 100 sensores embarcados, capazes de monitorar permanentemente itens como velocidade, temperatura do motor e funcionamento dos freios, coletando para isso uma série de outras informações. Estes sensores fazem com que estes automóveis produzam cerca de 25 GB de dados por hora. Em se tratando de carros autônomos, a previsão é de que este volume salte para 3.600 GB por hora.

Fleutiaux explica que os dados não são gerados apenas com o veículo em movimento. “Eles são produzidos em toda a cadeia de valor, do design e desenvolvimento, produção, vendas e uso, até as revisões e manutenção”, diz, lembrando haver um consenso entre especialistas de que empresas com capacidade de coletar, integrar e analisar estes dados com inteligência estarão entre os vencedores da revolução digital. “Estas empresas serão capazes de melhorar a eficiência de uma série de processos e de abrir novas possibilidades de vendas com serviços inovadores”, prevê, citando três exemplos de serviços já realizados pela T-Systems neste novo mercado:

Manutenção preditiva em produção automotiva – de acordo com a IFR (International Federation of Robotics), 2,6 milhões de robôs estarão em uso até 2019, muitos deles já em operação. Um carro médio tem cerca de 6 mil pontos de solda. Se um único robô de soldagem tem uma parada inesperada, toda a linha é paralisada, causando prejuízos de cinco a seis dígitos para o fabricante. Há dados de medição e consumo de energia que permitem prever uma parada deste tipo com seis dias de antecedência, permitindo que a manutenção trabalhe de forma programada.

Seguro automotivo pago por uso do carro – poucas seguradoras utilizam tecnologia telemática para monitorar o comportamento dos motoristas, premiando hábitos de direção segura com taxas mais baixas. Uma caixa telemática, ou mesmo o smartphone, pode ser utilizado para gravar estes dados e envia-los para a companhia seguradora. Se o automóvel tiver um SIM card instalado, estes dados podem ser transferidos sem problemas. Seguradoras e fabricantes de automóveis já estão trabalhando para estabelecer um framework legal que permita o fornecimento de dados relevantes para as seguradoras.

Semáforos que reconhecem veículos de emergência – muitos semáforos já estão equipados com câmeras de monitoramento, permitindo sua otimização de acordo com o fluxo. A cidade de Milton Keynes, na Inglaterra, está equipando seus cerca de 2,5 mil semáforos com câmeras inteligentes capazes de reconhecer ambulâncias e mudar as fases para permitir sua passagem.
Lucratividade

Fleutiaux defende que o mercado precisa, para potencializar os dados produzidos por veículos, desenvolver mais conectividade, capacidade de storage e softwares inteligentes. De acordo com o Gartner, um em cada cinco veículos serão equipados com alguma forma de conexão sem fio até 2020, que devem totalizar cerca de 250 milhões de veículos globalmente.

Este desenvolvimento está sendo estimulado pela obrigatoriedade da instalação do sistema de chamadas de emergência eCall em todos os carros da União Europeia até o final de março deste ano, equipando cada um deles com um SIM card.

“Outra tecnologia, chamada NarrowBand IoT, está destinada para o gerenciamento de estacionamentos inteligentes e outras aplicações do tipo”, afirma. Trata-se de uma rede WAN que não apenas estende a vida dos sensores operados por bateria, como funciona em prédios e garagens subterrâneas, sinalizando vagas livres para os motoristas.

Os softwares também estão se tornando incrivelmente avançados, alguns inclusive com funcionalidades de aprendizado. “De acordo com a McKinsey, as soluções de inteligência artificial vão ampliar o ROI da indústria automotiva em 9% até 2025, com maior potencial de crescimento nas áreas de produção e compras”, revela Fleutiaux.

O executivo afirma que, neste momento, a criatividade torna-se o recurso mais importante, permitindo às empresas desenvolverem novos serviços, modelos de negócio e fontes de receita baseadas em dados veiculares. “Na verdade, pode ser o início de uma corrida do ouro moderna, porque no futuro será possível fazer mais dinheiro a partir dos dados veiculares do que da produção em si”, prevê.

Para comprovar sua previsão, o executivo lembra que a margem de lucro dos fabricantes de automóveis geralmente gira em torno de 10%. Por outro lado, a margem de empresas especializadas em processamento de dados, é de cerca de 30%. A questão é: quem vai abocanhar este lucro? Para o executivo, já há no mercado uma competição sobre o uso comercial de dados veiculares.

“Fabricantes, fornecedores e startups estão considerando as oportunidades e enfrentando a competição de empresas de outros segmentos, como a Apple e o Google, que já descobriram o potencial deste mercado e têm conhecimento e musculatura financeira para agita-lo. A luta pelos dados automotivos está apenas começando”, conclui.

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Datacenter da CommScope ganha 5 novos membros

A Alliance do datacenter multi-tenant (MTDC) da CommScope dá as boas-vindas a cinco novos membros em sua equipe, enquanto implementa um comitê de assessoria para ajudar a melhorar a experiência para operadores e clientes. O novo comitê inclui os mais influentes líderes dos fornecedores multi-tenant na indústria mundial, como a Digital Realty e a Equinix.

Criada em junho de 2017, a MTDC Alliance – parte da PartnerPRO™ Network da CommScope – foi formada para abordar as atuais mudanças nas quais as empresas optam por terceirizar data centers para ambientes compartilhados, não sendo necessário construir, manter e operar os seus próprios. Alugar espaço em uma MTDC permite aos proprietários de negócios aproveitar a disponibilidade, confiança e controle de custos otimizados de data centers. A Equinix foi o primeiro membro da PartnerPro Network a fazer parte da Alliance do MTDC.

Os novos membros têm vasta experiência:

Digital Realty apoia datacenters e estratégias de colocation de mais de 2.300 empresas ao redor do mundo, e seus entre seus clientes estão companhias nacionais e internacionais de todos os tamanhos.
RagingWire opera cerca de 140 mil metros quadrados de espaço de datacenter, com planos significativos de expansão em trabalhos na América do Norte.
T5 forneceu ou operou mais de 100 instalações de missão crítica contendo cerca de um milhão de metros quadrados de espaço para algumas das empresas líderes mundiais.
Cologix fornece datacenters e soluções de interconexão para 24 locais preferenciais em nove mercados de ponta estratégicos na América do Norte.
Aligned Energy é uma empresa de infraestrutura em tecnologia que oferece colocation e soluções feitas com escala para provedores de serviços gerenciados, nuvens e empresas.

O Comitê de Assessoria MTDC da CommScope ajudará os clientes a entenderem necessidades de produtos e soluções, bem como serviços que podem ser fornecidos por todos os membros. O conselho se reúne a cada semestre.

“Nosso comitê de assessoria MTDC pode ajudar os clientes a encontrarem a locação certa e o espaço que se ajusta a suas necessidades. Há muitas questões e estamos aqui para oferecer as respostas corretas para cada uma delas.”, disse Angela Haneklau, vice-presidente de vendas da CommScope.

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Como planejar a migração de data centers de alta velocidade

Por Carlos Morrison Fell

Tendências como Big Data, mobilidade e Internet das Coisas (IoT) estão gerando um enorme volume de dados. E os provedores de serviços de data centers precisam encontrar formas de suportar velocidades cada vez mais altas. Muitos data centers foram projetados para suportar tráfego de 1 GB ou 10 GB entre os servidores, roteadores e switches. Só que o roadmap Ethernet de hoje vai de 25 /40 GB a até de 100/400 GB, e dentro de alguns anos, até 1 TB. Como resultado, os operadores de data centers têm uma necessidade imediata de migrar sua infraestrutura Layer 1 para suportar velocidades mais altas, e essa nova infraestrutura também deve fornecer latência mais baixa e maior agilidade e densidade.

As tendências recentes apontam que os requisitos de banda larga continuarão crescendo de 25% a 35% ao ano, e o ponto fundamental para isso é a mudança para maiores velocidades de comutação. De acordo com um estudo recente realizado pela consultoria Dell’Oro, as receitas de switches Ethernet continuarão em crescimento até o final da década, com maiores vendas previstas para portas 25G e 100G. A mudança para 25G está bem encaminhada, já que os switches de comprimento de onda para adoção dessa tecnologia estão se tornando mais comuns. Espera-se que as capacidades desses switches continuem se duplicando, chegando em 100G até 2020 e proporcionando uma próxima geração de links de alta velocidade para switches. Uma série de fatores está impulsionando o aumento da velocidade de throughput nos data centers:

• A densidade dos servidores tem aumentado aproximadamente 20% ao ano

• As capacidades dos processadores estão crescendo

• Processadores com vários núcleos e unidades de processamento gráfico (GPUs)

• A densidade de virtualização tem crescido em 30%, o que está impulsionando as velocidades de uplink para switches;

• O tráfego leste-oeste nos data centers ultrapassou o volume do tráfego norte-sul.

Desafios da Migração

Há vários aspectos de design e evolução de cabeamento de data centers que apresentam desafios para aqueles que desejam migrar para velocidades mais altas.

Todo data center é diferente: não existe um método padrão de implantação de cabeamento. Embora os padrões sejam continuamente refinados em torno de tecnologia de cabo e conector de fibra óptica, não existe um roadmap para implementação que se adapte a todos ou à maioria dos data centers.

O ritmo das mudanças está acelerado: o movimento de 1G para 10G Ethernet levou quase uma década, mas a migração de 10G para 25G e 100G levará metade do tempo. Muitas redes foram projetadas inicialmente com infraestrutura que não é tão escalável quanto precisa ser; os especialistas poderiam antecipar um eventual movimento de 1G para 10G, por exemplo, mas, na maioria dos casos, o cabeamento que foi instalado há alguns anos está desatualizado. Os gerentes de data centers precisam atualizar a fibra ou adicionar mais fibras, e essas devem suportar avanços rápidos para 100G ou mais.

Os padrões estão evoluindo: muitos data centers usam fibra multimodo para conectar servidores e switches, mas há alguns anos o estado da arte nessa área de fibra era OM3 ou OM4. Em 2016, os órgãos de regulamentação aprovaram o padrão OM5, que tem rendimento quatro vezes maior de throughput que o OM3.

Os data centers estão se densificando: nos data centers multi-tenant, em particular, os clientes estão reduzindo o tamanho de suas implantações, consolidando a estrutura de rede em etapas menores. Como resultado, eles precisam ser capazes de expandir sua capacidade de rede dentro de um ambiente menor. Alguns sistemas de gerenciamento de cabos mais antigos e painéis de patch não suportam densidades mais altas.

A migração é cara e disruptiva: substituir o cabeamento é um grande salto, mas quando o data center também precisa de sistemas de gerenciamento de cabos de alta densidade e painéis de patch, pode ser um verdadeiro pesadelo. Em grandes data centers empresariais, onde muitas vezes há mais espaço, a migração pode ocorrer em seções, o que reduz a quantidade de interrupções provocadas pela mudança, mas essa não é uma opção nos multi-tenants, por exemplo.

Planejamento da Migração

A estratégia mais importante para a migração de alta velocidade é o planejamento em longo prazo. Muitos data centers permanecem com sua principal infraestrutura atualizada para suportar a próxima geração de switches, roteadores e servidores. O ritmo de mudança está acelerado, por isso, o melhor é fazer um planejamento longo. Escolha um ponto (400G, por exemplo), suponha que o data center exigirá mais fios de fibras do que os disponíveis hoje e compre as fibras mais recentes (multimodo ou monomodo) disponíveis, para que possam suportar a migração futura sem perder o que já foi investido.

Além disso, os arquitetos de data centers devem adotar projetos de baixa latência – atualmente importante para as aplicações para mercado financeiro – e que será um requisito cada vez mais exigido para suportar serviços de IoT, como o uso de carros conectados, por exemplo. Os cabos e conectores que utilizam componentes de perda ultrabaixa oferecerão maior flexibilidade para alcançar baixa latência.

Os responsáveis pela migração devem considerar também as fibras monomodo e multimodo. A primeira delas fornece a mais alta taxa de transferência e alcance, importante em data centers maiores, enquanto a fibra multimodo é mais acessível economicamente e mais fácil de implantar.

Finalmente, escolha o provedor Layer 1 de solução de infraestrutura certo. Os maiores provedores têm operações globais, dessa forma, eles podem fornecer soluções efetivas em todo o mundo. Esses provedores também contam com times de engenheiros na área de aplicativos que vão aos data centers e fazem recomendações apropriadas sobre quais produtos devem ser instalados para que atendam por um longo período de tempo, e garantias de que suas soluções de infraestrutura podem suportar qualquer aplicativo.

Construindo para o futuro

Enquanto o roadmap Ethernet estende-se para mais de 1TB e as aplicações de data centers exigem maiores velocidades de transmissão, a arquitetura deve ser planejada para atender ao futuro. Com a infraestrutura de conectividade adequada, é possível fornecer uma base sólida para a migração de alta velocidade.

Carlos Morrison Fell é diretor de engenharia de aplicações da CommScope para as regiões da América Latina e Caribe

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