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A importância da segurança digital nos sites de pequenas empresas

Com a recente mensagem de site não seguro que o Google Chrome começou a mostrar em páginas HTTP que pedem informações pessoais, como senhas e logins, e informações de cartão de crédito, os pequenos empreendedores podem correr o risco de perder visitantes e clientes. Por isso, a GoDaddy, maior plataforma de cloud dedicada a pequenos negócios e empreendimentos independentes, lançou o Unsecure Form Scanner, uma ferramenta online gratuita que examina a segurança de sites. Certificados SSL/TLS e o protocolo HTTPS existem há mais de 20 anos, porém com o aumento de compras online, a segurança digital se tornou um assunto chave, tornando a aplicação desses certificados essencial para qualquer site hoje em dia.

A inclusão do protocolo HTTPS em seu site pode ajudar a proteger seu negócio e as informações pessoais dos seus clientes, no entanto uma pesquisa realizada pelo Google revelou que a maioria dos visitantes não verificam a segurança dos sites que acessam. O alerta de site não seguro do Chrome é uma iniciativa para ajudar a chamar atenção à importância da segurança digital, e para ajudar os pequenos negócios online, a GoDaddy lançou essa ferramenta de verificação gratuita. “Segurança digital é muito importante, e o Unsecure Form Scanner é mais um exemplo de como a GoDaddy busca ajudar pequenos negócios com ferramentas de segurança online fáceis de usar”, comenta Cristiano Mendes, diretor de produtos da GoDaddy para a América Latina.

Com a ferramenta Unsecure Form Scanner, os usuários simplesmente inserem a URL do seu site em uma caixa de pesquisa. Quase instantaneamente, a ferramenta identifica páginas que não são seguras e descreve etapas simples para trazê-las ao padrão de segurança. Ele oferece insights aos proprietários do site sobre como ajudar a aumentar a segurança de sua própria página na web, com o potencial para protegê-la (e evitar o avanço do rótulo de “site não seguro”).

Com muitos sites utilizando “cookies”, um número crescente de sites está armazenando informações pessoais dos visitantes. Os certificados SSL entram em jogo para ajudar a manter a informação mais segura durante a transmissão desses dados. É um mecanismo que funciona entre o navegador de um usuário e o site no qual o usuário está se conectando. Ele criptografa as informações antes de enviá-las e descriptografa na outra extremidade quando recebidas, de modo que não podem ser lidas ou alteradas em qualquer ponto intermediário durante o processo de transmissão. Para ajudar a estabelecer a segurança, o processo de Certificação SSL ocorre nos bastidores sem interromper a experiência de compras ou navegação do cliente.

Além da segurança digital, ter um certificado SSL para seu site pode trazer benefícios adicionais para pequenas empresas, como:

– Ser mais profissional: com o ícone de cadeado na URL mostra que você tomou a medida extra para proteção de seu site

– Aumentar a fidelização: Se o seu site solicitar logins de conta com dados pessoais, então um certificado SSL é necessário. Os usuários que sabem que suas informações estão protegidas têm maior probabilidade de continuar voltando.

– Atrair mais clientes: consumidores online experientes são suscetíveis a verificar se o site tem um certificado SSL, e, consequentemente, fazem compras mais confortavelmente quando veem que o seu site tem um. Sem isso, mesmo se eles gostarem de seus produtos, podem abandonar o carrinho de compras quando percebem que o site não é seguro.

– Melhorar nos rankings de busca: o Google Chrome e outros navegadores agora recompensam os sites que investiram em tornar a experiência do usuário mais segura e positiva. Então, se você tem um site criptografado HTTPS, é provável que você tenha um melhor desempenho nos rankings de busca do que outros sites que não o fazem.

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Qual é o melhor modelo de precificação para trabalho como freelancer?

Por Cristiano Mendes, Diretor de Produtos da GoDaddy para América Latina, maior plataforma de cloud dedicada a pequenos negócios e empreendimentos independentes

Essa é provavelmente a maior pergunta que qualquer freelancer: qual a melhor forma de precificar meus serviços? Qual o melhor modelo para o meu negócio?

Normalmente, é o departamento de recursos humanos que decide o valor de um funcionário numa empresa e muitos tendem a subestimar as habilidades do profissional fora da organização, desconsiderando os conhecimentos e habilidades que ele não necessariamente aplica na companhia. Por isso, uma vez que contamos as horas e salários da maioria dos desenvolvedores e web designers que trabalham em tempo integral, a desvalorização é ainda mais pronunciada, já que existem fatores que não foram inicialmente considerados.

Portanto, para ter uma boa ideia do seu valor, considere o que você traz de benefícios para um cliente que precisa de um novo site e não tem tempo, habilidades ou ambos para fazê-lo sozinho.

De acordo com Cody Landefeld, consultor web da Mode Effect com experiência no mercado, para decidir sobre um modelo de precificação, considere esses quatro fatores:

1. Determine o verdadeiro valor do seu negócio

Como qualquer negócio, o design e desenvolvimento de sites requer ferramentas que custam dinheiro. Esses são os investimentos que devem ser contabilizados na hora de pensar no seu modelo de precificação. Portanto, a primeira coisa que deve ser feita é listar esses custos, por exemplo:

Equipamentos: computadores, monitores, softwares e manutenção.
Licenças e assinaturas: hospedagem, domínios, add-ons premium para softwares, como Shutterstock, ThemeFoster, plataformas para gerenciamento e etc.
Despesas gerais: Internet, telefone, aluguel (mesmo se você trabalha de casa), utilidades.
Tudo isso é o quanto você investe no seu negócio simplesmente para ele existir. Mesmo parecendo que você não gasta nada trabalhando de casa, você está usando mais coisas do que você usaria se trabalhasse numa empresa. Por exemplo, eletricidade que estará ligada por longos períodos de tempo.

Em segundo lugar, pense nos gastos direcionados para o desenvolvimento e manutenção de suas habilidades técnicas necessárias para o projeto. Isso pode incluir:

Treinamento e cursos: valores e gastos relacionados a aulas e transporte.
Marketing: custos com publicidade, ingressos e viagens para eventos do setor, blog sobre seu negócio (ou se você contrata alguém para a produção desse conteúdo), tempo gasto em mídias sociais (promovendo seus serviços).
Tudo isso deve ser adicionado aos seus custos operacionais.

2. Eduque seus clientes sobre seus custos

“É melhor para web designers me cobrar por hora trabalhada ou por projeto?”

Essa é a pergunta que seus clientes vão fazer quando visualizarem seu portfólio. No entanto, não é uma forma justa de encarar o valor do seu trabalho como profissional web. Talvez uma conversa mais ampla sobre custos de criação de sites para o cliente e para o provedor, por exemplo, pode ser esclarecedora para o cliente entender o valor real de cada processo.

Modelos e guias prontos de precificação são excelentes exemplos para mostrar o básico sobre custos de desenvolvimento necessários para construir um site simples e eficiente. Um bom manual de diretrizes pode ajudar a educar os clientes sobre os gastos reais para eles e para o desenvolvedor que ele contratar.

Em adição a isso, atualmente existe uma demanda sobre transparência. Se você utiliza ferramentas conhecidas e bem avaliadas no mercado, não tem porque não abrir a informação de valores de registro de domínios, hospedagem, templates, plug-ins, e suporte ao conteúdo para seus clientes.

3. Entenda os pros e os contras da cobrança por hora vs por projeto

Se você considera estabelecer uma taxa fixa uma tarefa difícil, decidir como cobrar seus serviços pode ser igualmente desafiador. Opiniões e preferências sobre precificação por hora ou projeto variam de pessoa para pessoa (tanto profissionais quanto clientes).

Cobrança por hora

A maioria dos freelancers começam cobrando por hora, pois não sabem exatamente quanto deveriam cobrar. Muitos usarão como base os salários de experiências antigas, muitas vezes de regime tradicional. No entanto, seguindo essa lógica, se você for realmente cobrar por hora, você deve pesquisar o valor pago para funcionários com seu nível de expertise e então adicionar os custos listados acima.

Alguns dos benefícios da cobrança por hora são que te dá uma ideia mais concreta sobre quanto tempo leva para concluir diferentes projetos, o que pode te ajudar no planejamento de seu cronograma, ajuda o cliente a ter mais noção do valor do seu tempo e torna a cobrança mais prática caso você ofereça serviços adicionais, fora do pacote (como a criação de um logo ou animação).

Cobrança por projeto

Muitos clientes pedem pelo valor do projeto como um todo porque é mais fácil de calcular em seus orçamentos de marketing. Existem diversas vantagens para os freelancers nesse modelo de cobrança, como te ajudar a obter lucro mais rápido, já que você vai aprimorar suas habilidades e pode terminar o projeto com mais agilidade; os clientes tendem a ver mais valor, pois eles estão acompanhando o mesmo relógio que o seu durante a etapa de criação do design; você pode cobrar por serviços pequenos e simples separadamente de forma que o cliente consiga pagar por cada um, um de cada vez, conforme necessário.

Além disso, passar a cobrar por projeto pode ser um indicativo de que você está a um passo da cobrança por hora.

Uma vez que você identifica o uso do seu tempo em diferentes tipos de projetos, você pode prever com mais precisão quanta horas são necessárias para cada atividade. Converta essas horas em honorários do projeto e calcule também nas interrupções e gastos extras que podem surgir e adicionar custos.

4. Considere misturar as duas opções e ofereça um modelo híbrido de precificação

Alguns designers cobram um valor fechado para o desenvolvimento do site e depois por hora trabalhada para serviços adicionais que não fazem parte do escopo do projeto. Como por exemplo, manutenção do site, atualização de software e conteúdo e mudanças depois do término do site.

Esse modelo misturado pode ser favorável, pois permite certa flexibilidade, evitando renegociações demoradas caso o cliente peça por algum serviço que não estava considerado no projeto inicial.

De qualquer forma, utilize seu modelo de precificação para lembrar os clientes de que a cobrança é principalmente pela criação do design e desenvolvimento, que são as etapas mais trabalhosas. Nem todos os clientes entenderão o valor verdadeiro necessário para criar um site e colocá-lo no ar, mas mostrando tudo de forma clara e transparente, será mais fácil de ajuda-los a perceber.

Pode levar um tempo até que você ajuste o modelo e adote o melhor para seu trabalho, equilibrando seus gastos, o valor entregue ao cliente e o tempo que você leva para criar um site, mas com tempo e experiência, você vai encontrar o correto e que funcione melhor para você. Dessa forma, você poderá se manter competitivo enquanto gera uma renda sustentável e faz o que ama.

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Para pequenas empresas, o ano não pode começar só depois do Carnaval – Por Cristiano Mendes

No Brasil, existe um ditado que diz que o ano só começa depois do Carnaval, pois o ritmo do mercado é mais lento nos dois primeiros meses do ano. Por isso, o mês de Janeiro e parte de Fevereiro são subestimados por serem um período de mercado devagar, entre as festas de final de ano e o Carnaval. Porém, este é o momento para as pequenas empresas colocarem essa ideia de lado. Inclusive, os negócios se deram melhor em 2014, ano em que o Carnaval atrasou para Março, o faturamento das micro e pequenas empresas de São Paulo em Fevereiro aumentou 9,7%, se comparado ao mesmo mês no ano anterior, segundo levantamento do SEBRAE-SP. Isso prova que os consumidores estão dispostos e interessados no mercado antes do Carnaval, por isso os pequenos negócios devem estar preparados para atendê-los.

O atraso do feriado em 2014 proporcionou mais tempo para as pequenas empresas que demonstraram bom desempenho e lucro. Naquele ano, já que esperar o Carnaval passar não era uma opção, pois significaria começar com força total apenas na metade para o final de Março, quase 3 meses depois do início do ano.

O começo do ano pode ser muito produtivo para um pequeno empreendedor, que pode, por exemplo, aproveitar para organizar a situação financeira e a declaração de imposto de renda do negócio, evitando potenciais processos burocráticos no período de pico de vendas. Pode também criar ou aprimorar a presença online, o que não necessita de altos investimentos. Mesmo se precisar construir sua identidade digital, aproveite para adquirir um domínio, um e-mail profissional e um site para promover seus serviços e produtos online para potenciais clientes pelo Brasil e pelo mundo. Até mesmo se você já possui uma página na web, foque em atualizar seu site, montar uma estratégia de mídias sociais e marketing digital que te aproxime dos seus clientes. Assim, com uma presença online consistente e pronta para atender os consumidores no momento certo, quando o mercado volta à ativa.

Portanto, os dois primeiros meses do ano podem ser um diferencial para ajudar o seu pequeno negócio a sair na frente da concorrência, porque você já pode iniciar a produção nesse momento de baixa de mercado, aproveitando o ritmo mais lento para focar em atividades estratégicas e de planejamento para sua empresa. Assim, quando o mercado voltar em força total, você já vai estar pronto, afinal, a melhor onda é de quem chega primeiro na praia.

Cristiano Mendes, Diretor de Produtos da GoDaddy para América Latina

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Como o marketing emocional pode ajudar a impulsionar suas vendas online no Dia das Mães

Por Cristiano Mendes*,

O Dia das Mães já está chegando e é um dia de muita felicidade, reencontro e união familiar. Conforme navegamos pelo universo varejista promovendo ideias do que comprar para as mães, as coisas podem ficar um pouco competitivas. As grandes lojas atraem os consumidores com muitas ofertas especiais, frete grátis e outras promoções de e-commerce. Então, o que deve fazer uma pequena loja virtual para se destacar nessa selva de ofertas diferenciadas?

Apenas baixar os preços pode não ser a melhor resposta, afinal, liderar o mercado de baixos valores, para um pequeno negócio, pode ser uma cilada. Mas, se não é uma questão de preço, então, qual o segredo? Veja pelo lado emocional: cause impacto não pelo custo, mas pela memória. Existem algumas dicas que você pode seguir na hora de partir para o marketing emocional:

Entenda os gatilhos emocionais de seus clientes

O que os motiva a comprar? Levando-se em consideração o Dia das Mães, campanhas temáticas sobre a relação mãe e filho são essenciais. Você pode turbina-las com alguma promoção especial para mães e filhos, mas sempre pensando em uma forma que converse com seu público alvo. Se você é um fotógrafo, por exemplo, pense em alguma oferta especial para sessão de fotos de mães com seus filhos.

Vale lembrar que muitas marcas grandes utilizam campanhas que exploram as emoções de forma bem sucedida. Empresas de produtos de beleza afirmam que todas as mulheres são lindas, outras campanhas trabalham com a ideia de compartilhamento entre amigos e assim por diante. O que podemos aprender com essas marcas é que elas conseguem se comunicar emocionalmente com seus clientes, pois entendem o que os leva a consumir.

Encontre formas de contar uma história

Para que seu produto seja memorável, ele deve ter alguma história por trás. Não tenha medo de inovar, aplique técnicas de storytelling, que nada mais é do que contar uma história relevante sobre sua marca e/ou produto para dialogar melhor com seu público alvo e atrair clientes. Para se destacar, você deve encontrar uma mensagem que ecoe entre os seus consumidores. Você já acredita em seu produto, portanto, encontrar uma forma de comunicar isso de forma sincera para seu público alvo deve ser sua prioridade máxima.

Pode ser em qualquer formato (vídeo, banner, etc) e tanto faz se seguir a linha cômica ou dramática, pois o importante é que seja relacionável. Se o consumidor conseguir se enxergar na situação que você está contando, com seu produto por trás, ele vai se lembrar da sua marca com mais facilidade e identificar-se com ela.

Entenda por que o seu cliente compra

As pessoas não compram uma calça jeans, eles compram uma forma para deixar suas pernas incríveis. Ou um par de óculos, para que fiquem mais sofisticados ou hipster. A forma como você expõe seus produtos dialoga com seu consumidor? Como eles vão se sentir ao utilizar seu produto, ou mais ainda, como eles estão buscando se sentir?

Suas campanhas devem se comunicar de forma que mostre ao seu cliente como ele vai se sentir ao consumir algo da sua marca. A ideia é que os clientes consigam visualizar a sensação que terão com seu produto. Não importa o que está à venda, sempre existe um apelo humano para conversar com seu público, oferecendo uma experiência de vida, que vai além da mercadoria.

Elimine incertezas

Essa é a parte mais simples e prática: tenha uma política de troca e devolução clara e estável. Se o consumidor não gostou, ele pode retornar ou trocar, simples assim. Sem uma política bem definida você deixará os clientes confusos e você não quer que eles te evitem apenas porque você tem uma política de devoluções que não está clara para eles. Facilite a vida deles, e a sua.

Compartilhe com todo mundo

Tem muita coisa acontecendo na Internet ao mesmo tempo e os consumidores estão cada vez mais presentes no ambiente virtual. Você também deve ser, mas de forma inteligente.

Pense que as pessoas consomem por diversos motivos: nome da marca, benefícios práticos, conforto, características e muito mais. Por exemplo, marcas de carros de luxo vendem a sensação de se dirigir uns desses automóveis, além de como as pessoas ficam bem dentro deles. Sua função é entender os desejos de seus consumidores e projetar uma mensagem que se comunique com essas vontades.

Depois, espalhe sua história inspiradora por todos os seus canais de Mídias Sociais para alcançar seu público.

A história que você conta sobre seu negócio e produtos é sua melhor chance de atrair clientes, pois é muito difícil, hoje em dia, vender sem emoção.

*Cristiano Mendes é diretor de Business Development para América Latina da GoDaddy, maior provedor de tecnologia para pequenas empresas

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GoDaddy investe em internacionalização e maturidade da marca

Com quase 20 anos de atuação no mercado de Internet, a GoDaddy, maior provedor de tecnologia para pequenas empresas, se encontra em um momento de amadurecimento. Sua marca já está consolidada no universo de domínios, em que cresceu e se destacou, e, hoje, a empresa entende que os negócios de seus clientes são mais do que apenas um nome de domínio. Reconhecendo que construiu um forte diálogo com micro e pequenas empresas, a GoDaddy tem como missão ajudar esses empreendimentos a alcançar o sucesso com a criação de uma presença online para seus negócios.

No Brasil, existe alta iniciativa empreendedora, considerando que 25% das pessoas de 18 a 69 anos de idade têm a intenção de empreender nos próximos três anos e 56% reconhece que existem oportunidades para abrir uma empresa na região onde vivem, de acordo com levantamento do Global Entrepreneurship Monitor (GEM), de 2014. Porém, ainda de acordo com a pesquisa, o empreendedor brasileiro, na maioria das vezes, abre um negócio para sustentar-se, sem alto potencial de geração de muitos novos empregos em massa e com a tendência de manterem-se muito pequenos. Inclusive, uma pesquisa com microempresas no Brasil realizada pela GoDaddy em 2015 revelou que cerca de 66% dos entrevistados possui uma empresa com 2 a 5 funcionários, enquanto o restante gerencia seu negócio sozinho. Por isso, o setor de micro e pequenas empresas muito diversificado e pulverizado no país e essa distribuição e quantidade de micro e pequenos negócios leva a certa carência de soluções elaboradas especificamente para atendê-los. Foi aí que a GoDaddy encontrou seu espaço.

A companhia, que cresceu principalmente devido à comercialização e registro de domínios nos Estados Unidos, construiu uma relação de confiança com seus clientes, que cada vez mais começaram a contar com a GoDaddy para seu crescimento e manutenção, incorporando outras soluções para a Internet da empresa. “Com o posicionamento direcionado a micro e pequenas empresas, o amadurecimento da marca é algo que veio naturalmente”, comenta Cristiano Mendes, Diretor de Business Development para América Latina da GoDaddy. “Depois de anos em contato com esse setor, olhamos para esses negócios e entendemos o que eles precisam para crescer. Dessa forma, nos tornamos parceiros tecnológicos desse mercado que ainda é altamente diversificado e carente de soluções especializadas”.

Hoje, a GoDaddy vai além do domínio: é um grande provedor de tecnologia para micro e pequenas empresas, oferecendo produtos de qualidade a preços acessíveis, que apoiam o empreendedor desde a criação até o crescimento e manutenção de seus negócios online. Além de as soluções serem fáceis de usar, possibilitando a construção, divulgação e gerenciamento da presença online de forma simples.

Expansão internacional

A GoDaddy se tornou líder mundial em vendas de domínios com atividades dentro dos Estados Unidos e, com a adoção da marca por clientes internacionais, a expansão foi o próximo passo.

“Encontramos um ambiente internacional muito receptivo em que pudemos quebrar barreiras de mercado, mesmo em países que já possuíam concorrentes consolidados”, afirma Mendes. Em 2015, a GoDaddy escolheu a agência de marketing e publicidade TBWA Global Marketing, e a primeira campanha global está programada para sair esse ano. Com a campanha internacional, a ideia é reforçar a marca da GoDaddy pelo mundo com uma mensagem forte e unificada.

Ainda no ano de 2016, a GoDaddy pretende continuar a expansão pelo mercado asiático e manter o esforço continuado nos países onde já atua, sempre buscando melhor se adaptar a cada mercado local. Atualmente, atende mais de 14 milhões de clientes em 53 mercados e em 26 línguas pelo mundo. Sua matriz fica em Scottsdale, Arizona, nos Estados Unidos, e globalmente, a empresa possui escritórios no México, Brasil, Reino Unido, Canadá, Austrália, Holanda, Cingapura e Índia. Para saber mais sobre a empresa, acesse: www.GoDaddy.com.

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