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Como Tite pode ser referência em liderança

É quase unânime que Adenor Leonardo Bacchi, mais conhecido como Tite, está fazendo história à frente da Seleção Brasileira. Formado em Educação Física e ex-técnico de grandes clubes brasileiros, Tite é considerado um dos maiores técnicos do mundo. Seus ensinamentos e forma de liderar, porém, vão muito além dos campos de futebol. A importância que dá ao trabalho em equipe e como lida com crises são alguns exemplos que merecem destaque.

Hendel Favarin, cofundador da Escola Conquer, aceleradora de pessoas que desenvolve em seus alunos habilidades não ensinadas nas instituições de ensino tradicionais, relacionou algumas decisões do técnico à habilidade de liderar. Confira:

1) Tite é um dos únicos técnicos a fazer um rodízio da faixa de capitão

A faixa de capitão no futebol representa para um jogador uma grande responsabilidade, ele se torna um representante do time. Esse objeto significa que ele possui total liberdade para liderar os jogadores e também fazer reclamações ao juiz do jogo. O marco dessa atividade foi quando Gabriel Jesus, uma das estrelas do atual time, se tornou um dos mais jovens capitães da história da Seleção Brasileira. Esse rodízio é um grande exemplo de como dar autonomia ao time e demonstrar a confiança depositada em todos da equipe. A possibilidade de um funcionário liderar uma reunião por um dia, por exemplo, pode significar muito para ele.

2) Fez um time sair do período crítico para Campeão Brasileiro

No ano de 2015, o Corinthians passou por um período crítico onde os principais jogadores não estavam recebendo salário. Após conversar com a diretoria do clube, Tite alegou que não desejaria receber salário enquanto os jogadores também não recebessem. Desta forma, ele reforçou a união com a equipe, se colocou de igual para igual com os jogadores e ganhou a confiança e o comprometimento deles. O resultado dessa atitude foi a conquista do sexto título brasileiro da história do Corinthians.

3) Nunca abre mão de aprender coisas novas e diferentes

Em 2014, após conquistar quatro títulos para o Corinthians, Tite decidiu tirar o ano para aprender com técnicos mais experientes. Viajou para a Espanha para acompanhar treinos do maior campeão mundial, Real Madrid; e se aproximou de grandes líderes do futebol europeu, como Carlo Ancelotti e Carlos Bianchi.. Essa ideia deve ser adotada em todas as profissões. Um verdadeiro líder não pode ser arrogante ao ponto de achar que sabe de tudo, deve estar sempre disposto a aprender coisas novas e precisa ter a referência ou mentoria de profissionais que estão acima da média.

4) É solidário e empático

Saber ouvir e estar atento às questões emocionais cria situações sem imposição e torna o líder muito mais próximo e respeitado pelos colaboradores, que compreenderão melhor as orientações por vê-lo como alguém que entende e/ou compartilha do que eles pensam ou sentem. Em 2016, Tite fez questão de comparecer ao velório coletivo das vítimas do acidente com o avião que levava a delegação da Chapecoense para Medellín, na Colômbia, ocasião em que afirmou não se lembrar de um momento tão comovente antes no futebol.

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Neymar é o jogador da #Copa2018 mais mencionado no Twitter globalmente

Com o término da primeira rodada de jogos do Mundial na Rússia, o Twitter realizou um levantamento para identificar quais os jogadores da #Copa2018 foram mais mencionados na plataforma globalmente durante os seis primeiros dias do torneio. O brasileiro Neymar lidera a lista, seguido pelo português Cristiano Ronaldo, o argentino Lionel Messi e o também brasileiro Philippe Coutinho. O levantamento considera Tweets publicados em todo o mundo desde a última quinta-feira (14), data da primeira partida da #Copa2018.

Confira abaixo a lista dos 10 jogadores da #Copa2018 mais mencionados no Twitter globalmente até o momento:

Neymar #BRA

Cristiano Ronaldo #POR

Messi #ARG

Philippe Coutinho #BRA

Antoine Griezmann #FRA

Harry Kane #ENG

James Rodriguez #COL

Paul Pogba #FRA

Romelu Lukaku #BEL

Mohamed Salah #EGY

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Professor da FGV diz que uso do Big Data vira tendência no futebol

Para o coordenador do curso de MBA em Marketing Digital da Fundação Getulio Vargas (FGV), André Miceli, a Copa do Mundo de 2018 mostra que a tecnologia desempenha cada vez mais um papel cada vez mais significativo dentro e fora de campo. De acordo com ele, a chave está na coleta de dados que giram em torno do desempenho e das características fisiológicas dos jogadores, a fim de monitorar e melhorar o rendimento de cada equipe.

“Muito se fala do árbitro de vídeo e do chip na bola, mas o Big Data está se tornando cada vez mais relevante no futebol. Já é comum técnicos usarem dados para analisar as características de cada jogador da sua equipe e dos adversários para traçar estratégias de jogo”, afirma André Miceli.

O professor da FGV diz que com as ferramentas de Big Data é possível construir um vasto conjunto de dados para armar as táticas de jogo em tempo real. “As estatísticas colhidas durante a partida sobem para a nuvem e abastecem a ferramenta. Assim, o treinador e sua equipe podem usufruir de dados como algoritmos preditivos, redes neurais, programas que registram padrões para fazer projeções futuras”, explica o especialista.

André Miceli ressalta que a posse desses dados pode fazer a diferença dentro de campo e resultar em um placar positivo. Ele lembra que esse pode ter sido o trunfo da seleção da Alemanha na Copa do Mundo de 2014, quando se tornou campeã.

“A seleção alemã usou o SAP Match Insights para vencer a Copa de 2014. Os dados permitiram melhorar a velocidade da equipe. Os tetracampeões, por exemplo, foram capazes de saber que os franceses concentravam seu jogo no meio e deixavam espaços nos flancos. Assim, venceram as quartas-de-finais. Na semifinal com o Brasil, eles já sabiam as jogadas preferidas da nossa seleção e as reações de seus jogadores em situações adversas”, descreve o professor da FGV.

Big Data – Miceli lembra que o futebol não é o único esporte que usa informações extraídas do Big Data. Ele cita que no beisebol, no basquete e no tênis há análises de dados há um bom tempo. “No entanto, dois exemplos de que a habilidade humana pode vencer a tecnologia são o Garrincha, e recentemente, o Robben, da Holanda. Todos sabiam para onde eles iam driblar, mas a genialidade dos craques era superior à previsibilidade da ferramenta e a habilidade humana continua sendo a principal fator de sucesso”, assegura o professor da FGV.

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Copa do Mundo aumenta índice de crimes digitais

Há pouco menos de 1 mês do início da Copa do Mundo da Rússia, não é somente o evento de alcance global que ganha destaque. Essa é também uma fase de ir às compras: seja para adquirir uma camiseta da seleção de preferência ou para trocar a TV de casa. No entanto, esse crescimento no consumo tem provocado também um aumento nos chamados crimes digitais. “Esse tipo de golpe se intensifica em épocas de grande apelo de vendas no comércio. É o caso da Copa do Mundo. Muitos varejistas fazem promoções de TVs para incentivar os consumidores a trocarem seus aparelhos”, alerta o especialista em segurança de dados e sócio da It Secure, Rafael Batista.

Nesse caso, os cibercriminosos apelam para promoções a preços abaixo do mercado. Para fraudar as vendas, eles utilizam domínios similares aos das grandes marcas. Muitos compram anúncios em redes sociais, como o Facebook, para conseguir mais cliques. O consumidor, atraído pelas promoções, acaba indo parar no site falso e faz a compra. Geralmente, os criminosos apelam para compras no cartão de crédito, com o objetivo de vender os dados para o mercado negro, e no boleto bancário. Nesse último caso, o pagamento vai para a conta dos fraudadores.

“A melhor forma de proteção para o consumidor é desconfiar de promoções muito atrativas. Se o valor está muito abaixo de qualquer outro, é indício de que pode haver algo errado. Já para as empresas, que também têm problemas com consumidores supostamente lesados, há formas de defesa, como serviços que monitoram a internet em busca de domínios falsos”, ressalta o especialista. Ele lembra ainda que, muitas vezes, a empresa acaba tendo mais problemas, pois os consumidores acham que a compra foi feita naquela loja e abrem reclamações por nunca receberem os produtos.

Estima-se que cerca de 3% das compras no ambiente e-commerce no Brasil são fraudulentas, o que dá um volume de 6 milhões de transações por ano, de acordo com estudo da Konduto, empresa especializada em combate a fraudes no e-commerce.

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Aeroportos recebem quase 4 milhões de passageiros na primeira semana da Copa

A pontualidade média dos aeroportos brasileiros no final da primeira semana de Copa do Mundo foi melhor que o padrão internacional: o índice médio de atraso de voos foi de 8,36%, quase idêntico ao observado nos países da União Europeia no ano de 2013, de 8,4%*. O padrão internacional considera satisfatórios índices de até 15% de atrasos de até meia hora.

Segundo balanço consolidado pela Secretaria de Aviação Civil (SAC), do dia da abertura do evento, 12 de junho, até essa quinta-feira (19), 3,7 milhões de pessoas passaram pelos 20 aeroportos que atendem 90% do movimento no país. Apesar da demanda bastante concentrada, em especial nas chegadas internacionais na primeira semana de Copa, os aeroportos operaram dentro da normalidade.

O ministro da Aviação Civil, Moreira Franco, comemorou o resultado. “Até agora tudo saiu como havíamos programado. Fizemos um planejamento minucioso testado em cada aeroporto, com participação de todos os agentes, e conseguimos atender de forma tranquila e segura os brasileiros e os estrangeiros que nos visitaram nessa primeira semana de evento”, afirmou. O planejamento para o evento foi detalhado no Manual de Operações da Copa do Mundo, coordenado pela Comissão Nacional de Autoridades Aeroportuárias (Conaero).
O fluxo de passageiros bateu recorde da Copa na última segunda-feira (16), véspera do jogo do Brasil contra o México, quando 501,2 mil pessoas passaram pelos aeroportos brasileiros – a média diária tem sido de 471 mil. O pico de movimentação ocorreu às 10h, com 31.073 pessoas. O Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, é o mais procurado. Às 8h do último dia 13, 7.396 passageiros chegaram e saíram de lá.

Nessa primeira semana, 31.120 aeronaves da aviação comercial e geral pousaram e decolaram dos 20 aeroportos brasileiros, que representa uma média de 3.890 aviões por dia. Segundo dados divulgados diariamente pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a média de cancelamentos na semana foi de 11,6%.

Punições – A Agência Nacional de Aviação Civil aplicou, de 5 a 15 de junho, 36 autos de infração às companhias aéreas sobre falhas na prestação de assistência aos passageiros e sobre aspectos operacionais à aviação geral (por problemas de documentação, por exemplo). A punição pela infração só é definida após o período de defesa dos autuados. A operação da Anac segue até 25 de julho.

Quem descumprir as normas pode receber uma multa que varia de R$ 12 mil a R$ 90 mil ou ainda pode chegar à suspensão da habilitação do piloto e perda da permissão de pousos e partidas nos aeroportos do país.

Fun Zones – As Fun Zones foram um dos principais atrativos aos turistas na primeira semana de Copa do Mundo. Desde o dia em que foram abertas ao público (10/6) até a última terça-feira (17), passaram pelas 12 áreas de entretenimento da Infraero, em 10 capitais brasileiras, 77.504 pessoas. E o movimento não para de crescer.

O aeroporto de Confins foi o mais procurado: recebeu 18 mil pessoas nesse período. Em segundo lugar ficou Porto Alegre, com 10,1 mil. As áreas contam com vídeo game, jogos, espaços para descanso e música ambiente. A ideia é garantir ao passageiro conforto na permanência naquele aeroporto.

* O índice de pontualidade da UE foi calculado a partir de informações do relatório Delays in Air Transport in Europe, do Eurocontrol, disponíveis em www.eurocontrol.int/coda

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Estudo da E.life: imagens publicadas no Instagram identificam looks da Copa do Mundo

Das unhas aos animais de estimação, Buzzmonitor, ferramenta de monitoramento exclusiva da E.Life, compilou os principais assuntos e temas das fotos dos usuários da plataforma associados às hashtags look, dodia, lookdodia, unha, make e cabelo

Em tempos de Copa do Mundo de Futebol no Brasil, as cores da seleção canarinho estão nas vitrines, nas ruas, nos bares, nas escolas e também dominam o Instagram. É o que mostra o mais novo estudo da E.life, realizado com sua ferramenta de monitoramento das redes sociais, Buzzmonitor, para identificar os principais assuntos e temas das imagens publicadas pelos usuários do Instagram em relação ao visual para acompanhar as partidas – roupas, acessórios, penteados, unha e maquiagem.

O Buzzmonitor permite a indexação de dados com maior facilidade e análises mais aprofundadas e complexas que envolvam estudos de imagem e semiótica. “De acordo com um estudo recente da Forrest Research, foi constatado que o engajamento na plataforma de fotos é cerca de 60 vezes superior a do Facebook”, comenta Stefany Oliveira, executiva de desenvolvimento de negócios da E.life Intelligence. A E.Life é líder na América Latina em serviços e software para inteligência estratégica e gestão da comunicação on-line.

Para o estudo Looks da Copa do Mundo 2014 – Análise de Instagram, a E.life coletou depoimentos com as hashtags #worldcup2014, #worldcup, #copa, #copadomundo, #copadascopas, #fifaworldcup, #fifaworldcup2014, #copa2014, #brasil2014 e #brazil2014 associadas à “look”, “dodia”, “lookdodia”, “unha”, “make” e “cabelo”. Foram analisadas 958 publicações no período de 13 a 17 de junho, utilizando um filtro de língua em português – e os principais destaques foram:

Looks envolvendo roupas, unhas e maquiagens foram, nessa ordem, os 3 tipos mais publicados no Instagram.
• Nail Art: as mulheres estão caprichando nos desenhos de suas unhas, feitos pela manicure ou por elas próprias (358 posts).
• As mulheres também estão elaborando maquiagens especiais para os jogos, com sombra para olhos nas cores verde e amarela em degradê (150 posts).
• Perucas e penteados inusitados também foram usados para compor o look da torcida (49 posts). Entre os acessórios, as pulseiras apareceram com maior frequência, em variados modelos, mas também se contam colares, brincos, cachecóis e até uma mochila estampada com a bandeira do Brasil.
• O look de Claudia Leitte na abertura da Copa rendeu elogios, piadas e brincadeiras como a comparação com a Galinha Pintadinha, e também posts de lojas que comercializam produtos similares ao usado pela cantora – como brincos e anéis.

O estudo ainda destaca as três publicações que receberam mais curtidas – um post do estudante ‘luis_h’, com quase 1100 “likes”, uma publicação da ‘lorealparisbrasil’ destacando os cabelos de Jennifer Lopez, com 974 curtidas, e uma de ‘vestidosc’ com sugestões de looks para torcer pela Alemanha com estilo, com 729 likes -, e os usuários que publicaram sobre o tema com mais frequência no período.
Mais informações sobre o Buzzmonitor estão no site www.buzzmonitor.com.br, onde também é possível conhecer e usar uma versão freemium do software, primeiro web-based low cost para coletar e classificar dados em mídias sociais e interagir com utilizadores. A busca no Instagram está disponível apenas na versão paga do Buzzmonitor
Mais informações sobre a E.life: www.elife.com.br

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Estrangeiros demandam 10% dos veículos locados na Copa, diz ABLA

Conforme avaliação preliminar da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA), a demanda pelo aluguel diário de veículos durante a primeira fase da Copa do Mundo FIFA 2014 tem sido estimulada, predominantemente, por turistas brasileiros. A demanda de estrangeiros atingiu somente 10% do total de automóveis alugados entre os dias 12 e 15 de junho, os primeiros quatro dias de disputa da competição.

Segundo Paulo Nemer, presidente do Conselho Nacional da ABLA, a maior parte da demanda tem sido de brasileiros que vivem no Exterior e, em função da Copa, anteciparam suas viagens anuais ao Brasil. “Viagens normalmente feitas na época de final de ano, Natal, Ano Novo, foram feitas já para aproveitar o período de Copa”, explica Nemer. “O setor também tem sentido procura por parte de turistas brasileiros que vivem nas cidades do interior, para se locomoverem até as Capitais em que estão ocorrendo os jogos”.

No caso do setor de locação, as empresas locadoras que trabalham nas cidades-sede têm verificado “picos” de demanda, que elevam as locações pontualmente, em média, para 70% a 90% da ocupação da frota total disponível para o aluguel diário. “Esperamos que picos de mais 90% de ocupação da frota ocorram a partir das oitavas de final, especificamente nas cidades em que haverá jogos”, completa Paulo Nemer.

A elevação de demanda por automóveis alugados por dia, nas cidades-sede dos jogos em função da Copa, cresceu em média entre 15% e 20%. “Insuficiente para compensar a retração dessa mesma demanda, que nos anos anteriores, nesse mês de junho, normalmente ocorre em função do chamado turismo de negócios”, diz Nemer.

As feiras de negócios, os eventos, as convenções e grandes reuniões corporativas que normalmente ocorrem nessa época do ano, não estão ocorrendo. “Somadas a isso, as próprias viagens de férias dentro do Brasil, normalmente feitas por brasileiros em família durante o mês de julho, também deverão ocorrer em menor número por causa da Copa”, acrescenta o presidente do Conselho Nacional da ABLA.

Paulo Nemer explica que o setor não esperava decréscimo, e sim acréscimo, no volume de negócios do setor como um todo, assim como um aquecimento da economia durante a Copa. “Porém, não é isso que está ocorrendo na prática, não apenas com consequências para o nosso setor, mas cremos que com consequências semelhantes para a maior parte da cadeia produtiva”, completa ele.

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Metade dos brasileiros é favorável à realização da Copa do Mundo no Brasil

Metade da população brasileira é a favor da realização da maior competição do futebol mundial no Brasil: 51% versus 42% que são contra, mostra pesquisa do IBOPE Inteligência sobre a Copa do Mundo de 2014. Em fevereiro, data da última pesquisa sobre o assunto, 58% eram a favor e 38% contra.

No entanto, a população fica dividida quando avalia as chances de sucesso do evento no país. Os que acreditam que a realização da Copa tem grandes chances de ser bem-sucedida somam 36%, enquanto os que acham que as chances são pequenas totalizam 31%. Outros 28% declaram que há médias chances de sucesso.

O levantamento também investigou se, na percepção dos entrevistados, as pessoas em geral estão torcendo mais para que o evento dê certo ou se estão torcendo mais para que o evento dê errado. Assim, 59% dizem que os brasileiros estão torcendo mais para que dê tudo certo, ao passo que 22% acreditam que a população quer que dê tudo errado. Outros 12% têm a percepção de que as pessoas estão indiferentes nesse aspecto. Os que não sabem ou preferem não responder somam 7%.

E ao serem perguntados sobre o que eles próprios desejam, 71% dos entrevistados dizem querer que dê tudo certo e 11%, para que tudo dê errado. Os que não torcem por nenhuma dessas situações totalizam 14% e 4% preferem responder ou não sabem.
Em relação aos sentimentos para o torneio, os negativos prevalecem sobre os positivos. A soma dos sentimentos negativos superam os negativos em 23 pontos percentuais, quando somadas as três principais menções dos entrevistados. Em fevereiro, os aspectos positivos superavam os negativos em nove pontos percentuais.

Em maio, os sentimentos mais citados, pelo lado negativo, são preocupação (30% x 27% em fevereiro) e desperdício (29% x 28% na pesquisa anterior), percentuais que sobem para 39% e 37%, respectivamente, entre os que possuem ensino superior completo. Pelo lado positivo, as principais menções são para alegria (26% x 29% em fevereiro) e esperança (18% x 20% no estudo passado), que sobem para 43% e 23%, respectivamente, entre aqueles que possuem renda familiar de até um salário mínimo.

Termômetro
Para medir o interesse dos brasileiros em relação à Copa, o IBOPE Inteligência solicitou que os entrevistados indicassem em um termômetro o seu grau de envolvimento com o torneio. Os resultados foram bem divididos: 39% declaram que o seu envolvimento com o evento está ‘frio’ (eram 24% em janeiro de 2011, quando essa pergunta foi feita pela primeira vez), sendo que 18% dizem que em seu termômetro a temperatura está ‘gelada’ (o nível mais baixo de envolvimento com o evento). Outros 30% indicam que estão bastante envolvidos e apontam as temperaturas mais ‘quentes’ no termômetro (somavam 37% em janeiro de 2011), mas somente 7% e 5%, respectivamente, mencionam as temperaturas ‘fervendo’ e ‘muito quente’. Outros 28% (37% no levantamento anterior) apontam a temperatura morna como a mais adequada para medir seu envolvimento com a competição.

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Trade turístico curitibano define ações de curto prazo para a Copa do Mundo

Foto: Naideron Jr

Interesse e engajamento foram as características a se destacar no Encontro de Mantenedores do CCVB – Curitiba, Região e Litoral Convention & Visitors Bureau, realizado na última terça-feira (20) que debateu o tema “Copa do Mundo: agora, durante e depois”.

O trade turístico também é responsável pela imagem que o turista terá da cidade, portanto, os participantes discutiram uma série de ações de curto prazo que consistem no bem receber os visitantes e em como gerar bons negócios. “Precisamos motivar os profissionais do turismo e comunidade para atender bem o turista e incentivar que ele conheça e aproveite ao máximo a nossa cidade, e retorne para sua casa com a melhor percepção e inesquecíveis recordações”, comenta Tatiana Turra, diretora executiva do CCVB.

Os mantenedores tiveram novas ideias e através do network feito no evento, novas parcerias surgiram. Empresários e autoridades do turismo perceberam que é preciso trabalhar juntos com uma linguagem padronizada para fixação da marca Curitiba. Um exemplo é a parceria entre a CIT Mídia e o CCVB, que juntas, vão lançar terminais de atendimento ao turista, postos de informações online com as ferramentas necessárias para informar os turistas tanto nacionais quanto estrangeiros, localizados nos principais pontos da cidade. Outra ação em conjunto com entidades é a Campanha #eucurtocuritiba, uma campanha de marketing viral.

Além dos empresários, executivos e especialistas convidados para o debate “Copa do Mundo: agora, durante e depois”, Adonai Aires de Arruda Filho, diretor da BWT Operadora, Beto Madalosso, sócio diretor do Grupo Madalosso, Juan Andrade, gerente de Receitas dos Hotéis Deville e coordenador do grupo COMPSET e o professor José Manoel Gonçalves Gândara, especialista em Marketing e Gestão do Turismo e Doutor em Turismo e Desenvolvimento Sustentável, estiveram presentes Marcelo Woellner, presidente da Abrasel – PR, Roberto Bacovis, presidente da Abav – PR, Rodrigo Swinka da Paraná Turismo e Cristiane dos Santos do Instituto Municipal de Turismo.

“Ficou evidente a preocupação de todos com a imagem do destino. A comprovação disso foram e as sugestões e iniciativas colocadas para criarmos em conjunto uma agenda. Com isso consolidamos a Copa do Mundo como uma oportunidade de negócios e de crescimento”, afirma Dario Paixão, presidente da entidade.

Paixão apresentou também os resultados de 2013 e ações que estão em andamento, como o Planejamento Estratégico da Copa e o Festival de Inverno, que já possui data, de 01 de julho a 17 de agosto.

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Ministério do Turismo projeta gastos de turistas durante a Copa do Mundo

A 30 dias do Mundial, Ministério do Turismo revela estimativa de turistas brasileiros e estrangeiros durante a Copa. De acordo com o levantamento, 3,7 milhões de turistas devem deixar R$ 6,7 bilhões no país. Estrangeiros respondem pelos maiores gastos: cerca de R$ 5.500 durante a estada no Brasil

O Ministério do Turismo divulga a projeção de turistas e seus gastos durante o período da Copa do Mundo de 2014. Estima-se que 3,7 milhões de pessoas, entre brasileiras e estrangeiras, estarão em trânsito pelo Brasil, durante o período do evento. Elas devem deixar na economia do turismo um total de R$ 6,7 bilhões ao longo dos jogos.
Se considerados os turistas que estarão em viagens com o objetivo principal de participar de eventos da Copa (jogos e Fun Fest), serão 1,9 milhão de visitantes, brasileiros e estrangeiros – e um desembolso direto de R$ 4,05 bilhões. Outros 1,8 milhão de visitantes estarão no país durante esse período do evento e devem movimentar R$ 2,64 bilhões – estes devem aproveitar localmente a festividade do mundial.

“O valor que está sendo projetado, com base em pesquisas realizadas pelo Ministério do Turismo, não inclui a movimentação indireta e induzida desses desembolsos. Ou seja, o total da movimentação financeira para o turismo pode mais que dobrar, considerando o efeito multiplicador desses recursos na economia brasileira”, afirma o ministro do Turismo, Vinicius Lages.
Os maiores gastos serão feitos pelos 300 mil turistas estrangeiros que virão especificamente para acompanhar a Copa. Em média, devem assistir quatro jogos e a projeção é que gastem R$ 5.500 durante sua estada no país, já descontadas as despesas com passagens aéreas e valores gastos no país de origem. O número desses visitantes foi calculado com base nas vendas de ingressos até a primeira semana de abril.

“Os turistas que vem para os jogos são visitantes que gastam mais. É um público qualificado e queremos conquistá-los durante esse período da Copa do Mundo”, afirma o ministro. Segundo ele, um dos bons resultados pode ser verificado na Copa das Confederações, de 2013, quando mais de 70% dos turistas estrangeiros entrevistados pretendiam voltar ao país neste ano.
A projeção considerou o gasto médio do turista na Copa das Confederações e a proporção de pessoas hospedadas na casa de parentes e amigos durante o evento. A base é a pesquisa feita pelo MTur em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE). Também foram relacionados os gastos médios dos turistas brasileiros considerados pelo estudo de Demanda Turística Nacional e estrangeiros da Demanda Turística Internacional

De acordo com o recente estudo divulgado MTur/Fipe da Copa das Confederações, a movimentação financeira de toda a cadeia produtiva até o início do torneio foi de R$ 20,7 bilhões; sendo o impacto dos investimentos públicos e privados da Copa de R$ 19,2 bilhões, o impacto dos turistas de R$ 991,6 milhões e o impacto do Comitê Organizador Local de R$ 524,4 milhões.

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