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A vez da tecnologia RFID – Por Fábio Lopez

Num ambiente tão dinâmico quanto o da Tecnologia, as novidades acontecem a todo momento. Algumas vêm para ficar e outras acabam simplesmente desaparecendo ou caindo em desuso. Há algum tempo, o mercado se questionava sobre o que aconteceria com a tecnologia de RFID (identificação por radiofrequência), se ela iria conseguir se consolidar ou se seria mais uma daquelas boas ideias que não encontram espaço. Passados mais de 30 anos desde que a RFID passou a ser usada comercialmente (a tecnologia tem suas raízes nos sistemas de radares usados na Segunda Guerra Mundial), hoje podemos dizer com toda a certeza que a tecnologia amadureceu, tem seu lugar, evoluiu muito tecnicamente e está ganhando escala.

Estimativas projetam que em 2017 o mercado de leitores RFID movimentará US$ 170 milhões, com 250 mil unidades, representando um crescimento de 12%, em termos financeiros, e de 19% em número de equipamentos, em comparação a este ano. Essa expansão gradual vem sendo registrada ano após ano, sinalizando que há potencial para manter essa trajetória ascendente, contribuindo assim para financeiramente viabilizar cada vez mais os projetos envolvendo RFID.

Entre as vantagens da RFID estão: velocidade de leitura, distância de leitura, não necessidade de linha de visada direta, não necessidade de intervenção manual, alta capacidade de armazenamento de dados e flexibilidade de aplicação em ambientes hostis.

Mas então pode ser que a tecnologia RFID substitua o código de barras no futuro? Na verdade, dificilmente isso deve acontecer. O que se espera é uma complementariedade de tecnologias, com cada uma delas sendo aproveitada no que tem de melhor. No caso da RFID, há boas oportunidades nos segmentos de varejo de vestuário, saúde, logística, serviços de telecomunicações e segurança, em aplicações como gestão de estoque em tempo real, controle de inventário, controle de temperatura, controle de bagagem, controle de equipamentos médicos, rastreamento, controle de acesso, identificação animal, etc.

A pergunta que fica, no entanto, é: todas essas aplicações fazem sentido para o mercado brasileiro? Bem, é certo que o grau de maturidade da RFID é maior em regiões como Europa e América do Norte, mas ainda assim há um grande potencial a ser conquistado na América Latina, incluindo o Brasil. As necessidades existem, a tecnologia vem evoluindo constantemente, os fabricantes vêm apostando nela e o custo da RFID está se tornando cada vez mais acessível com o passar do tempo. Ou seja, as condições estão se formando. Agora é a hora de o mercado querer e saber como utilizar.

Fabio Lopez, diretor de vendas da Datalogic ADC para Brasil e Sul da América Latina

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Planilha de inventário promete auxiliar as empresas a melhorar a gestão e reduzir gastos

O Controle de Inventário pode se tornar um grande vilão para muitas empresas que tem dificuldades na gestão de seus ativos tecnológicos ou até mesmo desconhecem ferramentas que podem apoiá-los. Identificando essa necessidade na maior parte de seus clientes, a Navita criou uma Planilha de inventário, um recurso para apoiar os gestores de telecom no controle de cada um dos dispositivos móveis com relação à consistência de informações referentes a dados, custos e usuários.

O Inventário é a informação base para o Navita TEM (Telecom Expense Management), uma das principais soluções da companhia, que busca garantir uma maior eficiência no controle e redução de custos dos ativos de telecom de uma empresa. Trata-se de uma planilha bastante simples com 3 abas de cadastro – Usuários, Centro de Custo e Dispositivos – que contém uma coluna denominada Controle. Após o preenchimento, a ferramenta automaticamente vai mapear e identificar os erros encontrados.

Sem as informações corretas dos dispositivos, linhas e SIMCards de cada usuário, centro de custo que pertence e qual é o dispositivo correspondente, a empresa não consegue obter informações precisas como a quantidade de aparelhos, quais os modelos e fabricantes que trabalham e também quem são os responsáveis por estes equipamentos e gastos. Ao contrário do que se imagina não se trata apenas de um layout mais funcional para cadastro de informações, o grande diferencial desta planilha está na entrega dos resultados que apoiam a empresa no controle desses dispositivos apontando as principais inconsistências.

Para o Diretor de Serviços da Navita, Maurício Yamamura, a utilização dessa ferramenta é fundamental para que as empresas eliminem os frequentes problemas de gestão de telefonia. “O grande benefício da planilha é ter visibilidade de todo o parque de dispositivos e responsáveis, para então alocar corretamente os gastos vindos das linhas atreladas e custos de aparelhos” explica Maurício.

As informações necessárias para garantir o controle e uma boa gestão de Telecom foram mapeadas e inseridas nesta Planilha de Inventário. Baseado no conhecimento da Navita no mercado de TEM é possível saber quem está utilizando determinada linha, ter uma análise do perfil e, consequentemente um rateio de qualidade.

Saiba mais sobre redução de custos com telefonia no Guia de Boas Práticas e baixe a Planilha de Inventário no site da Navita.

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