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dormakaba apresenta fechadura eletrônica de alta segurança no 27º Ciab FEBRABRAN

A dormakaba, uma das principais empresas do mundo no setor de segurança, controle de acesso e identificação (ID), destaca novidades no 27º Ciab FEBRABAN. Com um portfólio abrangente, fruto da fusão entre as companhias Dorma e Kaba, a empresa apresenta ao mercado a fechadura eletrônica SmartLinc Pro, sistemas de controle de acesso e impressoras desktop, além do lançamento de um totem para emissão de cartões crédito e/ou fidelidade.

A fechadura eletrônica de alta segurança SmartLinc Pro é o sistema mais completo do mercado, recomendada para caixas eletrônicos, cofres inteligentes ou cofres de tesourarias, carros-fortes e armários de segurança. Seu funcionamento se dá pela geração de uma senha estática (digital) ou por meio de um software gerador de senhas randômicas (Códigos Dinâmicos Web – DYCO WEB), que pode ser controlado por aplicativo, fornecendo acesso apenas a funcionários autorizados.

A fechadura pode ser ligada em rede para monitoramento ao vivo e bloqueia o acesso de pessoas não autorizadas em caso de risco ou emergência, promovendo a otimização da operação com maior controle e segurança. Além disso, o sistema pode ser integrado com outras soluções de controle de acesso e atende a todas as exigências das instituições financeiras.

Outro destaque é o lançamento do novo totem para emissão de cartões de crédito e/ou fidelidade, com um sistema de emissão instantânea que facilita o processo, evita desperdícios e reduz os custos de envio por correio. Serão apresentadas também impressoras desktop de credenciamento de alta tecnologia: a Datacard CR805 e a Datacard CD800, que proporcionam uma impressão mais durável e detalhista, com maior nitidez.

Na área de controle de acesso, a empresa oferece o sistema Aurora, que funciona em pequenas instalações, com software ligado à placa controladora para gerenciar as portas, e também em situações mais complexas, estabelecendo a conexão com diversas placas controladoras ligadas a uma central.O sistema requer pouca infraestrutura de TI por parte do cliente, podendo ser utilizado como Software as a Service (SaaS)

Nesse mesmo segmento, opera a Catraca Kerberos TPB, ideal para prédios comercias, indústrias, bancos, entre outros locais. A solução possui um dos maiores MCBF (mean cycles between failures) da categoria, que permite o maior número de giros da catraca sem a necessidade de intervenção técnica, reduzindo custos com manutenção e facilitando o controle do fluxo de pessoas. Conta ainda com sistema antipânico com braço que cai (BCQ) e rearme automático.

A dormakaba oferece ainda o Coletor de dados Keyscan, um dos sistemas de controle de acesso mais completos do mercado, que dispõe de um armazenamento de até 45.000 credenciais, além de sinalizações visual e sonora, IP dinâmico e físico, banco de dados e circuito de proteção contra interferências.

E também serão apresentados o operador de portas deslizantes ES 200 Easy, que atende aos mais elevados requisitos de segurança conforme normas alemãs e europeias (DIN 18650 e EN 16005); os painéis deslizantes de vidro temperado HSW, ideais para conectar ou separar salas, oferecendo segurança, isolamento sonoro e redução dos custos de energia, adaptáveis para ambientes com ângulos ou curvas; e os operadores eletromecânicos ED 100 / ED 250, especialmente adequados para ambiente interiores ou exteriores em que prevalecem diferentes pressões de ar.

“A dormakaba trabalha para atender os clientes com tecnologia de ponta e alta qualidade de serviço. O Ciab FEBRABAN é uma excelente oportunidade para apresentar nossas recentes soluções de segurança e controle de acesso e identificação, além de outras novidades voltadas ao mercado financeiro”, comenta Tomás Catafay, Vice-Presidente da dormakaba para América Latina.

“O Congresso é o mais relevante do setor e discute as principais questões relacionadas à tecnologia e às transformações digitais. Com isso, é possível estreitar a relação com nossos parceiros e prospectar futuros negócios,” conclui Tomás.

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A vez da tecnologia RFID – Por Fábio Lopez

Num ambiente tão dinâmico quanto o da Tecnologia, as novidades acontecem a todo momento. Algumas vêm para ficar e outras acabam simplesmente desaparecendo ou caindo em desuso. Há algum tempo, o mercado se questionava sobre o que aconteceria com a tecnologia de RFID (identificação por radiofrequência), se ela iria conseguir se consolidar ou se seria mais uma daquelas boas ideias que não encontram espaço. Passados mais de 30 anos desde que a RFID passou a ser usada comercialmente (a tecnologia tem suas raízes nos sistemas de radares usados na Segunda Guerra Mundial), hoje podemos dizer com toda a certeza que a tecnologia amadureceu, tem seu lugar, evoluiu muito tecnicamente e está ganhando escala.

Estimativas projetam que em 2017 o mercado de leitores RFID movimentará US$ 170 milhões, com 250 mil unidades, representando um crescimento de 12%, em termos financeiros, e de 19% em número de equipamentos, em comparação a este ano. Essa expansão gradual vem sendo registrada ano após ano, sinalizando que há potencial para manter essa trajetória ascendente, contribuindo assim para financeiramente viabilizar cada vez mais os projetos envolvendo RFID.

Entre as vantagens da RFID estão: velocidade de leitura, distância de leitura, não necessidade de linha de visada direta, não necessidade de intervenção manual, alta capacidade de armazenamento de dados e flexibilidade de aplicação em ambientes hostis.

Mas então pode ser que a tecnologia RFID substitua o código de barras no futuro? Na verdade, dificilmente isso deve acontecer. O que se espera é uma complementariedade de tecnologias, com cada uma delas sendo aproveitada no que tem de melhor. No caso da RFID, há boas oportunidades nos segmentos de varejo de vestuário, saúde, logística, serviços de telecomunicações e segurança, em aplicações como gestão de estoque em tempo real, controle de inventário, controle de temperatura, controle de bagagem, controle de equipamentos médicos, rastreamento, controle de acesso, identificação animal, etc.

A pergunta que fica, no entanto, é: todas essas aplicações fazem sentido para o mercado brasileiro? Bem, é certo que o grau de maturidade da RFID é maior em regiões como Europa e América do Norte, mas ainda assim há um grande potencial a ser conquistado na América Latina, incluindo o Brasil. As necessidades existem, a tecnologia vem evoluindo constantemente, os fabricantes vêm apostando nela e o custo da RFID está se tornando cada vez mais acessível com o passar do tempo. Ou seja, as condições estão se formando. Agora é a hora de o mercado querer e saber como utilizar.

Fabio Lopez, diretor de vendas da Datalogic ADC para Brasil e Sul da América Latina

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Gartner anuncia as 10 tendências tecnológicas mais estratégicas para o Governo

O Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, anuncia que os novos modelos de serviços para o Governo digital devem estar no topo da lista das prioridades de organizações que priorizam investimentos em tecnologia. Essas e outras informações serão apresentadas durante a Conferência Gartner Business Intelligence, Analytics & Information Management, que acontecerá nos dias 23 e 24 de junho (terça e quarta-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

As 10 tendências tecnológicas mais importantes para o governo em 2015 foram identificadas pelo Gartner com o objetivo de ajudar CIOs e líderes de TI a avaliar tecnologias estratégicas fundamentais para planejar os caminhos de TI de suas empresas.

“CIOs do setor público podem obter suporte para inovação digital de administradores ao explicar essa demanda em termos de prioridade comercial. Além disso, eles devem apresentar exemplos relevantes do que a indústria de atendimento ao cliente ou outras agências governamentais com capacidades digitais fizeram, como o fizeram e quais foram seus resultados”, afirma Rick Howard, Diretor de Pesquisas do Gartner.

1) Ambiente de trabalho digital

A força de trabalho governamental do futuro será permeada de funcionários digitalmente qualificados, dos trabalhadores da linha de frente aos executivos superiores. CIOs devem ter um papel de liderança ao construir um ambiente de trabalho mais social, móvel, acessível e conduzido por informações.

2) Relações com o cidadão em múltiplos canais

Jurisdições governamentais com canais múltiplos (escritórios municipais, correspondência de correio físico, centros de contato, sites governamentais e aplicativos móveis) estão se esforçando para fornecer aos cidadãos uma visão única sobre a organização.

3) Abrir quaisquer dados

O número e variedade de conjuntos de dados e APIs de web abertos ao público disponibilizados por todos os níveis governamentais no mundo continua a crescer. O Gartner prevê que até 2018 mais de 30% dos projetos digitais de governo tratarão quaisquer dados como abertos.

4) e-ID de cidadão

A identificação eletrônica do cidadão (e-ID) refere-se a um conjunto orquestrado de processos e tecnologias gerenciados por governos para fornecer um domínio confiável em relação a como os serviços públicos serão acessados por cidadãos em qualquer dispositivo ou por qualquer canal de internet.

5) Controle de acesso

Este controle está evoluindo rapidamente de uma função comercial separada e distinta para um aspecto fluido da operação do sistema e da experiência do usuário. As capacidades de controle de acesso são particularmente relevantes para líderes de programas governamentais que projetam novos serviços móveis.

6) Interoperabilidade escalável

As agências governamentais estão começando a depender cada vez mais da troca de dados com parceiros externos para otimizar suas redes de entrega de serviço e funções comerciais, como colaboração entre empresas e coordenação, monitoramento e relatório de resultado de serviços.

7) Plataformas digitais

Uma plataforma governamental digital incorpora padrões de design de arquitetura orientados para o fornecimento e o uso de serviços empresariais em diversos domínios, sistemas e processos.

8) Internet das Coisas

A Internet das Coisas (IoT) é uma rede de objetos físicos (fixos ou móveis) que contém tecnologia embutida para comunicar, monitorar, identificar ou interagir com múltiplos ambientes. Para o governo, a IoT permite a transformação digital de estratégias do serviço.

9) TI em escala web

TI em escala Web é um padrão de arquitetura orientado para sistemas de computação de classe global que fornecem as capacidades de fornecedores de grandes serviços de Nuvem para uma organização de TI empresarial. Para o governo, a transição para TI em escala Web é uma tendência de longo prazo com implicações culturais e tecnológicas significativas sobre o processo de TI.

10) Nuvem híbrida

A TI híbrida oferece aos CIOs governamentais um novo modelo de operação que fornece suporte à capacidade de seus departamentos de TI para combinar e gerenciar a infraestrutura local ou a Nuvem privada interna com ambientes baseados em Nuvem externos simultaneamente. No governo, um modelo de TI híbrido exige competências muito distintas para dar suporte a diversas implantações de Nuvem públicas.

A Conferência Gartner Business Intelligence, Analytics & Information Management oferece para as empresas um direcionamento estratégico associado com a implementação, a estruturação e o aperfeiçoamento de programas de BI – Business Intelligence e de Business Analytics, analisando tendências e práticas de mercado. Mais informações estão disponíveis no site: gartner.com/br/bi. Para se inscrever, contate o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800-744-1440, ou pelo site: http://www.gartner.com/br/bi.

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