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Customer Experience: Inteligência Artificial, Realidade Aumentada e Data Science são destaques para o CX do futuro

A tecnologia não mudou somente a maneira como as empresas se organizam internamente, ela afetou diretamente a relação que elas têm com seus consumidores. Estima-se que 20% é a perda da receita anual para negócios que não oferecem uma experiência do cliente positiva, segundo dados da Oracle.

O Customer Experience (CX) é hoje um dos assuntos mais abordados e estudados no mundo dos negócios já que está diretamente relacionado à captação e retenção de clientes e no bom relacionamento entre os consumidores e uma marca.

Hoje no mercado existem ferramentas que auxiliam, monitoram, integram sistemas e se comunicam com o consumidor. Assim, como uma receita única, cada empresa desenvolve sua “fórmula secreta” com o objetivo de criar uma relação personalizada com seu consumidor.

“O Customer Experience consiste basicamente na percepção do cliente diante de um produto ou serviço após qualquer tipo de interação com uma marca. Com a tecnologia, essas soluções estão mais modernas, estratégicas e acessíveis para o empreendedor”, explica Fábio Camara, especialista em Transformação Digital e CEO da FCamara, empresa brasileira desenvolvedora de soluções e integrações digitais através de plataformas e aplicativos.

O especialista aponta as 3 principais inovações que se destacam hoje no mercado e como elas otimizam e automatizam a experiência do consumidor.

Inteligência Artificial

Conjunto de práticas e ferramentas que de forma programada respondem e auxiliam a empresa a atender de forma mais eficiente seus clientes. A Inteligência Artificial está a cada dia ganhando mais adeptos nos mais variados ramos de negócio. Estima-se que 45% das companhias varejistas pretendem utilizar IA dentro dos próximos três anos para reforçar o CX, segundo apontamento de estudo realizado pela consultoria BRP.

“São variados os benefícios da IA para o CX. Seja pela otimização de custos ou automação do relacionamento com o cliente, tornando o atendimento mais ágil ou o visual listening, que permite a monitoração da experiência e de menções à empresa que afetam diretamente a sua reputação”, afirma.

Realidade Aumentada

Ainda que o e-commerce esteja em franco crescimento, as lojas físicas são parte importante do business e para tornar a experiência de consumo nesses espaços comerciais tradicionais mais atrativa, as empresas estão investindo na realidade aumentada, tecnologia que permite a integração de informações virtuais a visualizações do mundo real.

Exemplos disso são as projeções de hologramas, anúncios digitais, simuladores, plataformas de marketing de interação com os clientes, entre muitos outros. “A Realidade Aumentada tem um impacto importante ao proporcionar aos consumidores novas experiências de compra. Além de melhorar o CX, este é um campo em que o marketing pode explorar todas as suas potencialidades”, diz.

Data Science

Diferente das análises estatísticas e da ciência da computação, o Data Science, ou ciência da análise de dados, tem atuação com princípios científicos, coletando informações que ajudam as empresas a criarem estratégias para o futuro de seus negócios.

Ela busca descobrir conhecimento a partir de uma quantidade de dados que podem ser usados na tomada de decisões, assim como fazer previsões de mercado, auxiliando na elaboração de estratégias para o futuro. “O Data Science não usa somente a leitura numérica de dados, ele permite uma análise mais profunda de todo o negócio e o CX, permitindo um aprofundamento para a elaboração de planos e ideias, como expansão, internacionalização e até mesmo amplitude de atuação no mercado”, conclui Camara.

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Consumidor Cinderela: o que vale é o prazer da experiência – Por Gabriel Rossi

O consumo passa por transformações disruptivas: o sentido de liberdade mudou muito. Ter carro, por exemplo, não é mais aspiracional. Liberdade está agora na experiência e não no que é físico. As empresas que fabricam carros, em breve, se tornarão fornecedoras de mobilidade.

Depois da meia-noite, a carruagem vira abóbora, já ensina o conto de fadas da Cinderela. O novo consumidor não se preocupa mais em ser dono das coisas. Ele quer ter acesso às coisas. E por “coisas” entendamos serviços e produtos. Isso ajuda a simplificar a vida.

Por causa deste novo fator, alguns planos de negócio começam a ficar irrelevantes. As corporações agora precisam reavaliar e começar a alugar, emprestar ou até mesmo presentear consumidores com seus produtos e serviços.

Quadros de artistas locais são alugados por um determinado espaço de tempo, miniaturas de cosméticos de luxo… Isso é uma virada e tanto no comércio, na cultura e no itinerário das empresas.

No Brasil, esta tendência está se solidificando. Mas o País não ficará fora deste cenário que já é uma realidade na Europa. Lá o aluguel de produtos e/ou serviços inusitados é mais comum e ganha cada vez mais força. É possível “alugar”, por exemplo, babás para cuidar dos bebês em aviões, objetos de arte e até amigos para servirem de companhia em festas e eventos. Os aluguéis de carros que valem somente pelo uso, pelo percurso do dia, já não são nem novidade. Isto comprova o novo costume do consumidor moderno em não se apegar à durabilidade de produtos e de serviços. Ele deseja uma vida simplificada.

Em tempos de economia colaborativa, vencerão os empreendedores criativos que pensarem em produtos e serviços que possam ser compartilhados, tenham durabilidade e se fortaleçam com as comunidades digitais. O fenômeno veio para ficar, especialmente porque é regido por três grandes forças: social (as pessoas compartilham mais, por exemplo), econômica (escassez de recursos) e tecnológica (ascensão de uma geração que cresceu com a internet e se conecta com outras pessoas em proporções muito maiores do que antes).

A nova realidade é que as marcas não controlam o relacionamento. Os consumidores o fazem. Nós temos que pensar em maneiras completamente diferentes e trabalharmos muito mais duro para nos mantermos únicos e especiais. O comportamento do público-alvo tem mudado rapidamente e isto exige uma visão totalmente nova por nossa parte. Há dois mandamentos: entender microscopicamente o consumidor contemporâneo e ser criativo, corajoso e vanguardista. Não é mais questão de escolha.

Consumidores atuais optam por permanência mas mantêm expectativas por futuras utilidades que chegam como forma de criatividade, inovação e confiança e liderança. Eles querem ser surpreendidos e estão escolhendo uma lista cada vez menor de marcas para depositarem seus dividendos e confiança.

A ruptura continua. As empresas (e você) ainda podem escolher em qual lado da história querem estar. É um caminho sem volta.

Gabriel Rossi é especialista em marketing, Professor da ESPM e Diretor da Gabriel Rossi Consultoria e Palestrante

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Tecnologia disruptiva a favor do consumidor

Por Paulo Ferezin

Novas tecnologias, mudanças constantes no comportamento do consumidor, crises econômicas, novos canais de comunicação e vendas… O setor de varejo e bens de consumo sofreu inúmeras transformações ao longo dos anos, com impactos significativos que que afetaram empresas em todos os segmentos. E tem mais: não há nenhum sinal de desaceleração! Na verdade, o ritmo das mudanças provavelmente aumentará.

Entretanto, isso não é uma má notícia para aqueles que se preparam para as oportunidades. As novas tecnologias, as reformas regulatórias e um ambiente econômico transformado, combinado com a mudança das necessidades, expectativas e dados demográficos dos consumidores, criaram oportunidades incomparáveis para os varejistas com modelos de negócios disruptivos que irão mudar fundamentalmente a maneira de vender e comprar.

Diante desse cenário, os CEOs (Chief Executive Office) do setor de varejo e bens de consumo estão enxergando a necessidade de inovar. De acordo com a pesquisa CEO Outlook 2017, realizada pela KPMG, os presidentes de companhias do setor priorizam as novas tecnologias (16% em comparação com 10% do resultado dos outros setores que fazem parte do estudo) e novos concorrentes/ disruptores (11%) como principais fatores para o impacto do crescimento nos próximos três anos.

Além disso, os participantes concordam que são efetivos na detecção de sinais de mercado (80% em comparação com 64% da amostra geral), entretanto, eles estão preocupados com o fato de a organização não possuir competências e processos inovadores para responder a uma rápida disrupção (80% em comparação com 50%). Outro item de preocupação para o segmento é que apenas 46% dos participantes do setor de varejo e bens de consumo da pesquisa realizada pela KPMG afirmam que a organização que preside está buscando acompanhar a taxa de inovação tecnológica na área.

Quando falamos sobre consumidores, 31% dos CEOs do varejo e bens de consumo indicam a incapacidade de identificar os millenials como o principal desafio para relacionamentos com os clientes, seguido da incapacidade de segmentar setores de crescimento/ grupos demográficos nos mercados domésticos (18%). Esses dados se tornam mais expressivos quando comparados com a Top of Mind, outra pesquisa realizada pela KPMG, essa com o apoio da Consumer Goods Forum. De acordo com esse levantamento, que ouviu cerca de 550 executivos do setor de varejo e bens de consumo, 36% dos participantes disseram que a confiança e a fidelidade do cliente são as principais prioridades para próximos dois anos. Além disso, 74% disseram que a confiança e a fidelidade do cliente são de importância “grande a decisiva” para o sucesso a curto prazo. Por outro lado, 39% deles admitem que, com relação à personalização da experiência do cliente, os recursos de suas empresas variam de insatisfatórios a razoáveis.

Esses dados se apresentam como um sinal de alerta para o setor, já que os consumidores de hoje estão exigindo maior conveniência, valor e uma experiência incrível. Essas três tendências-chave estão causando disrupções em uma escala sem precedentes nos mercados e modelos de negócios existentes.

As empresas que respondem a essa nova realidade estão sendo recompensadas – muitas vezes generosamente. Já quem ainda não se adaptou está ficando para trás e correndo sérios riscos.

Paulo Ferezin é sócio da KPMG no Brasil

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Consumidor muda e as empresas também – Por Alex Tabor

O modo de consumir, em todos os setores, passou por profundas transformações ao longo da última década. E continua mudando. Cabe às empresas a capacidade de entender, ouvir e se adaptar a esse movimento para, assim, alcançar um objetivo que é crucial para a sustentabilidade do negócio: oferecer a melhor experiência de consumo para os seus clientes.

Minha empresa, desde a sua fundação, em 2011, passou por diversas fases. Começamos como uma empresa de compras coletivas e, em 2014, após o desgaste do mercado, por conta de diversas empresas que surfaram na mesma onda, fizemos a transição do nosso modelo de negócios para uma empresa de e-commerce local. Antes era necessária uma quantidade mínima de pessoas para ativar uma oferta, hoje o usuário da plataforma pode, por exemplo, comprar o cupom de um restaurante diretamente pelo aplicativo, no smartphone, que mostra por meio de geolocalização as melhores opções ao seu redor e utilizá-lo imediatamente.

O conceito chinês do O2O (online to offline) e a mobilidade na vida dos brasileiros vem crescendo cada vez mais. O desktop foi deixado de lado e, hoje, o uso de dispositivos móveis em todo país é muito maior. De acordo com pesquisa da Kantar TNS, o jogo virou e o uso de celulares saltou de 14% em 2012 para 62% em 2016, um aumento de 4,5 vezes e as vendas de aparelhos devem voltar a crescer em 2017, com expectativa 3,5% até o fim de 2017, segundo a IDC. O O2O oferece uma experiência na qual o usuário compra um produto ou oferta online e consome a mesma no offline, ou seja, no varejo físico. É um setor que vem crescendo cada vez mais e tem um potencial muito grande a ser explorado.

O processo de mudanças é iminente e constante, portanto temos que estar preparados para atender os Millenials, Geração Z e o que vier pela frente…

Alex Tabor, CEO e fundador do Peixe Urbano

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A inovação deve começar com o consumidor – Por Simone de Camargo

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A indústria de tecnologia está sempre em busca da próxima ideia que vai transformar o mercado, que vai atrair mais consumidores. Por isso inovação é a palavra-chave no nosso meio. Sempre há uma oportunidade para a inovação, e precisamos apenas estar atentos como os nossos consumidores se comportam. Quantas vezes não vimos um produto usado para um fim diferente daquele que foi criado ou um uso adaptado em que ele atende ainda melhor às necessidades do consumidor?

O brasileiro tem uma palavra própria que pode traduzir uma oportunidade de inovação: a gambiarra.

Nos últimos anos, as impressoras ganharam uma série de novas funcionalidades que vão desde conexão Wireless até telas sensíveis ao toque. Mas a constante troca de cartuchos de tinta e o alto custo de impressão sempre foram os pontos críticos. O mercado, em especial o brasileiro, sempre tão criativo, buscou técnicas diferenciadas e econômicas para imprimir.

Para evitar a troca constante de cartuchos e baratear os custos, muitos consumidores passaram a adaptar tanques de tinta externos as impressoras. A gambiarra, neste caso chamada de bulk ink, passou a ganhar bastante mercado. Vimos multiplicar o número de prestadores de serviços adaptando equipamentos, fornecedores de tintas; um mercado alternativo ao cartucho.

Em pouco tempo, as impressoras da Epson eram as mais utilizadas no bulk ink, pois tanto os técnicos quanto os usuários perceberam que eram mais duráveis, devido à cabeça de impressão permanente, com a exclusiva tecnologia MicroPiezo. Mas a qualidade controversa das tintas danificava os produtos, que perdiam as garantias de assistência técnica devido à gambiarra.

Foi observando esse comportamento e mercado potencial que a Epson começou a desenvolver sua própria solução com tanque de tinta, a família Ecotank. A demanda do consumidor era clara: equipamento mais produtivo, insumo mais barato, e mais autonomia. Mas a Epson foi além: reduziu o custo por impressão aos mínimos centavos, mesmo utilizando tinta original de qualidade, especial para a alta tecnologia de suas cabeças de impressão, e estendeu a economia também ao nível do consumo de energia.

A gambiarra deu o insight, mas Ecotank nada tem de improviso. Todo o sistema atende às demandas do consumidor, porém com tecnologia confiável e garantia da indústria. Desde 2013, a Epson produz no Brasil uma solução cujo custo-benefício conquistou o consumidor que antes buscava adaptações precárias, sem qualidade de cor e vazamentos, que danificavam as cabeças de impressão.

É claro que Ecotank acabou caindo no gosto do consumidor e virou caso de sucesso. Hoje, alcançamos a marca de 1 milhão de impressoras da família fabricadas no Brasil.

A linha EcoTank permite que o usuário imprima milhares de páginas com o mesmo kit de tintas. A vantagem salta aos olhos. Uma garrafa de tinta substitui mais de 30 cartuchos. O kit de 4 garrafas imprime até 7500 páginas coloridas, o que equivale a 15 resmas de papel. A troca de insumo é totalmente autônoma, o consumidor compra sua garrafa e troca a tinta em casa.

Sensível à gambiarra, a Epson reinventou o mercado de tinta no Brasil. E esse caso tem a ver com os mais de 30 anos que trabalhamos para imprimir uma história bem-sucedida no país. E porque Ecotank retribui com mais economia e produtividade ao consumidor, a Epson vai celebrar a marca de 1 milhão de impressoras brasileiras com a campanha “Impressora Dourada”.

A inovação não necessita ser disruptiva! Quando ela nasce de uma necessidade prática na nossa vida, então o benefício gerado é uma garantia de sucesso.

Simone de Camargo, Diretora de Marketing da Epson do Brasil

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Consumidores mudam empresas

A FH, empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software, é a única parceira escolhida pela SAP para participar do Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente, o Conarec. O evento será realizado no Hotel Transamérica, em São Paulo, nos dias 13 e 14 de setembro.

Em sua 14ª edição, o congresso – principal encontro sobre relacionamento com clientes, relações de consumo e inovação no serviço ao consumidor – terá como tema o “Protagonismo do Consumidor nas Relações Mercadológicas”.

Durante o evento, a FH apresentará a sua oferta de serviços especializados em e-commerce, que contempla consultoria, implementação, hospedagem, agência digital e suporte para operações de vendas online ou lojas virtuais. Importantes nomes do mercado também estarão presentes ministrando palestras e painéis sobre as principais tendências do mercado brasileiro.

Parceria SAP

Parceira SAP desde 2007, a FH se destaca por ter a maior capacidade instalada do Brasil para projetos omnichannel e ser uma das únicas empresas no mundo e a primeira da América Latina a possuir todas as certificações SAP Hybris – Sales, Pre Sales, Core, Commerce, Business Analyst e PCoE. A companhia também foi a primeira parceira da SAP na América Latina a fechar o contrato de OEM para soluções SAP Hybris.

Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente (Conarec)

Data/horário: 13 e 14 de setembro
Local: Hotel Transamérica – São Paulo
Mais informações: conarec.com.br/novo/

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