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CQ1 Lab: aceleradora busca startups de RH

A CQ1 Lab, aceleradora para HRTechs, com tecnologias para o mercado de Gestão do Capital Humano, está em busca de startups para serem aceleradas. As inscrições podem ser feitas a qualquer momento no portal http://wwww.cq1lab.com.br/ .

As candidatas passarão por uma análise que verificará o nível de maturidade do negócio, o estágio de desenvolvimento do produto/solução, aplicabilidade ao mercado, entre outros. Todas as fases buscam garantir que a ideia da acelerada esteja alinhada aos critérios da CQ1 Lab. Vale lembrar que a aceleradora não descarta a possibilidade de investimentos financeiros diretos nas aceleradas.

A Conquest One, consultoria brasileira especialista em Staffing de TI, anunciou a criação da CQ1 Lab no início de fevereiro, e como time de mentores principal, as startups contarão com a experiência de 21 anos dos empreendedores e cofundadores da Companhia, Antonio Loureiro e Marcelo Vianna, além da expertise em finanças do investidor-anjo Rafael Brunacci, que possui experiência em mentoria, acompanhamento das startups, modelagem financeira, e desenvolvimento dos MVPs (Minimum Viable Product – Produto Mínimo Viável).

A aceleradora está instalada em um ambiente voltado à inovação na sede da própria Conquest One, e do qual todas as startups poderão aproveitar. “Queremos compartilhar da nossa experiência e ajudar empreendedores a transformarem suas startups em negócios de sucesso. Além disso, também temos um DNA de empreendedores e conhecemos profundamente o processo de desenvolvimento de uma ideia de negócio, bem como do seu ciclo evolutivo.” analisa Antonio Loureiro.

Aceleração corporativa

Não serão apenas as startups que se beneficiarão da CQ1 Lab. O time de mentores aproveitará todo o ecossistema criado, para alavancar a inovação em empresas já estruturadas.

O foco desse sistema será o de impulsionar negócios inovadores e diferentes ideias dentro de estruturas convencionais, as quais geralmente sufocam novas possibilidades.

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Chega ao mercado nova aceleradora para startups HRTechs

A Conquest One, consultoria brasileira especialista em Staffing de TI, anuncia a criação de uma aceleradora para startups: a CQ1 Lab. Um espaço que será dedicado à aceleração de startups focadas em tecnologias para o mercado de Gestão do Capital Humano, conhecidas como HRTechs.

O trabalho da CQ1 Lab será o de mentoria, e além do ecossistema de inovação do qual farão parte, as startups aceleradas poderão aproveitar de todo o conhecimento que Antonio Loureiro e Marcelo Vianna têm acumulado com a trajetória da Conquest One. Experiências que abrangem o foco no ecossistema de Gestão do Capital Humano, domínio do ambiente de tecnologia para desenvolvimento de soluções, e experiência no desenvolvimento de negócios; resultado de mais de 20 anos de relacionamento com stakeholders de mercado.

As empresas candidatas passarão por uma análise que verificará o nível de maturidade do negócio, o estágio de desenvolvimento do produto/solução, aplicabilidade ao mercado, entre outros. Todas as fases buscam garantir que a ideia da acelerada esteja alinhada aos critérios da CQ1 Lab. Vale lembrar que a aceleradora não descarta a possibilidade de investimentos financeiros diretos nas aceleradas.

“Queremos compartilhar da nossa experiência e ajudar empreendedores a transformarem suas startups em negócios de sucesso. Além disso, também temos um DNA de empreendedores e conhecemos profundamente o processo de desenvolvimento de uma ideia de negócio, bem como do seu ciclo evolutivo.” analisa Antonio Loureiro.

Além de Marcelo e Loureiro, a CQ1 Lab contará também com a expertise de finanças do investidor-anjo de Rafael Brunacci, somando seus conhecimentos ao trabalho de mentoria, acompanhamento das startups, modelagem financeira, e desenvolvimento dos MVPs (Minimum Viable Product – Produto Mínimo Viável). E vale lembrar que ainda existe a possibilidade de novos mentores – que serão avaliados – serem acrescentados à aceleradora. “A tecnologia tem muito a acrescentar para o setor de RH, uma vez que os profissionais serão cada vez mais alocados em atividades estratégicas, e as soluções como inteligência artificial e automação vão reduzir a necessidade das atividades repetitivas. Além disso, o mundo tem passado por transformações contínuas na relação das pessoas com o ecossistema corporativo”, explica Marcelo Vianna.

O primeiro passo da criação da aceleradora partiu dos próprios fundadores e diretores da Conquest One, os quais possuem mais de 20 anos de experiência como empreendedores, e uma trajetória profissional que inclui participações em iniciativas ligadas à internet/tecnologia, ainda em um período no qual o termo ‘startup’ não era conhecido

“O propósito da CQ1 Lab é usar da nossa experiência e conhecimento para auxiliar empreendedores que têm uma boa ideia a acelerarem os seus projetos, e utilizando da abundância do capital financeiro disponível no mercado para investimento em caso de ideias de inovação de qualidade e escaláveis”, explica Rafael Brunacci, lembrando que, segundo a Associação Brasileira de Startups uma em cada quatro startups sobrevive aos primeiros cinco anos.

Aceleração corporativa

Não serão apenas as startups que se beneficiação da CQ1 Lab, o time de mentores aproveitará o ecossistema de inovação criado a partir das aceleradas, para alavancar a inovação em empresas já estruturadas.

O projeto surgiu em função da dificuldade que as companhias tradicionais têm de acompanhar a velocidade da criação de startups em seus segmentos de negócios. O foco desse sistema será o de impulsionar negócios inovadores e diferentes ideias dentro de estruturas convencionais, as quais geralmente sufocam novas possibilidades.

A CQ1 Lab optou por não criar períodos de inscrição, e os interessados em fazer parte do projeto podem entrar em contato com a aceleradora no portal http://wwww.cq1lab.com.br/

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Conquest One lança app que alavanca produtividade medindo satisfação do colaborador

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A Conquest One, empresa brasileira especialista em Staffing de TI, na busca por garantir entregas de projetos de TI cada vez melhores, unindo a isso à satisfação do colaborador com a empresa e o trabalho, acaba de concluir o aplicativo SenseOne.

Desenvolvido pela empresa, o SenseOne busca reduzir a burocracia e encurtar a distância entre colaborador e gestão – que muitas vezes não está na mesma estrutura física -, uma vez que o app possibilita ao profissional apontar seu nível de satisfação com o seu projeto no dia a dia. E seguindo as evoluções do relacionamento humano com a tecnologia, já que vivemos em um ambiente de reações e respostas quase que instantâneas, assim que uma interação é feita, dentro de instantes, há um retorno, e o profissional não precisa mais esperar por dias ou horas a solução do seu problema ou solicitação. “Não há delay, as atividades do SenseOne estão acima dos conceitos das antigas avaliações de performance ou monitoramento do clima. Não é mais necessário esperar seis meses ou um ano para saber os resultados desses conhecidos levantamentos. A ferramenta torna a relação colaborador X empresa em algo mais transparente, contribuindo para maior satisfação profissional e melhor produtividade. E como saberemos disso? “O engajamento resultante do menor stress e maior compreensão do ecossistema profissional, só podem resultar em melhores entregas”, explica Antonio Loureiro, CEO e sócio fundador da Conquest One. O projeto piloto levou cerca de oito meses entre estudo e execução, tendo sido cuidadosamente implementado e avaliado em pequenos grupos, alcançando atualmente 85% da operação da Conquest One, “Nossos clientes percebem a diferença dos CQOne’s (colaboradores Conquest One) em seus projetos”.

A interface do SenseOne permite que o colaborador informe qual é o seu nível de satisfação (felicidade) para o desenvolvimento de suas atividades, e com essa informação, sua liderança pode tomar iniciativas para ajudá-lo com o que for preciso, e evitar que o profissional deixe de atuar como gostaria. “Eu preciso conhecer o profissional, a redução da distância, que acontece com quem fica em projetos em clientes, é um fator fundamental para garantir o bem-estar do colaborador, e uma entrega cada vez mais assertiva do projeto. Além disso, ainda temos profissionais que são mais tímidos e lidam melhor com a tela do smartphone do que com os questionamentos do seu líder, ou seja, além da gestão a distância, ainda ficamos perto de quem geralmente tem dificuldades para expressar suas necessidades”, afirma Marcelo Viana, CHRO e sócio fundador da Conquest.

Em tempos de portais com avaliações anônimas, como LoveMondays e GlassDoor, o SenseOne possibilita que assim que algum ponto negativo é indicado, a empresa seja ágil e tome alguma ação para evitar a desmotivação e a perda de talentos. Essas ações tornam o engajamento contínuo e qualificam o relacionamento da empresa com seu colaborador.

A era da avaliação de performance acabou

Portais como o The Wall Street Journal, HBR e o Quartz Media já mostraram que empresas como Deloitte, GE, Accenture e Adobe, têm modificado a maneira como avaliam seus profissionais. Em especial a GE, que há alguns anos possuía uma avaliação de performance anual e ranqueava seus funcionários conforme a pontuação alcançada. Desses, os com menor número poderiam ser desligados da companhia.

Acontece que a avaliação de performance ‘culpa’, quase que totalmente, o colaborador por sua talvez baixa produtividade, e não enfoca no lado humano. O que fez com que aquele profissional caísse em rendimento? Será que a empresa não pode realmente fazer nada? “Não é mais possível avaliar seus colaboradores uma vez ao ano, tudo hoje é instantâneo, e é de responsabilidade das companhias medir os pontos sensíveis do seu profissional e entender como melhorar a sua satisfação dentro da companhia. Isso só trará benefícios, melhores resultados, vantagem competitiva e produtividade com qualidade a mil”, reflete Loureiro.

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Pesquisa Conquest One sobre profissionais de TI: desenvolvimento ficou com 53% das vagas fechadas em 2016

A Conquest One, empresa brasileira especialista em Staffing de TI, acaba de finalizar sua pesquisa anual sobre as oportunidades do mercado de trabalho em Tecnologia da Informação; o levantamento considerou as vagas trabalhadas pela empresa em 2016. E vale lembrar que para esse ano, o setor de TI voltará a crescer, tendo em vista que muitos dos projetos pausados e tantas outras atualizações, antes paradas, devem voltar à ativa. Para 2017, o Gartner prevê que os investimentos chegarão a R$ 236 milhões, um aumento de 2,9% se comparado a 2016. É importante ressaltar que, mesmo com esse aumento, alguns perfis continuam escassos no mercado, é o caso dos desenvolvedores Java e os desenvolvedores mobile. O primeiro por exigir alta qualificação técnica, e o móvel, por um número baixo de profissionais no mercado.

Ainda que o país tenha sofrido graves problemas políticos e econômicos, o setor de TI é um segmento que precisa manter seu fluxo, especialmente por conta de novas tecnologias, necessidade de segurança da informação, análise de dados, mobilidade etc. Fato representado pelos dez perfis com maior quantidade de fechamentos em 2016: analista de sistemas (13%); analista desenvolvedor Dot.Net (10%); analista de negócios/processos/projetos (9%); gerente de Projetos/PMO (9%); analista de BI (8%); analista de suporte (8%); analista de redes e Telecom (6%); desenvolvedor web/web designer (6%), analista programador Java (4%) e analista programador Oracle Pl/SQL (4%), uma lista que soma 62% em vagas para analistas.

“Acredito que podemos ser otimistas com relação a 2017, os investimentos serão retomados, e muitas empresas precisam dar novamente o play em atualizações que foram pausadas por conta da crise. A demanda para desenvolvedores demonstra isso, uma vez que 53% das vagas são para essa categoria”, afirma Marcelo Vianna, sócio-diretor e CHRO da Conquest One.

Além desse grupo, a categoria infraestrutura de TI somou 16% das oportunidades, com destaque para o perfil de analista de redes e telecom; vagas relacionadas ao negócio e a seus processos ficaram com 13% das vagas, ressaltando o analista de negócios como mais procurado. A lista segue com cargos para gestão (9%), como o gerente de projetos, e com vagas para suporte operacional (8%), em especial os analistas de suporte.

“O mercado de TI tem espaço, e é muito grave o fato de que ainda temos uma grande carência de mão de obra qualificada. Só na América Latina, as previsões do IDC estimam que até 2019 faltarão quase 450 mil profissionais para ocupar postos de trabalho. E o Brasil já é afetado por isso. As vagas existem, a demanda só aumenta, e nós, mais do que nunca, temos o dever de ajudar as empresas a preenche-las e os candidatos a se recolocarem“, explica Antonio Loureiro, CEO da Conquest One.

Em 2016, a procura de profissionais se manteve nos setores de serviços variados (28%), saúde (19%), serviços financeiros (15%), indústria (12%), tecnologia (7%), farmacêutica (7%), varejo (6%) e infraestrutura (6%). Números diferentes dos levantados ao final de 2015, em que os setores de tecnologia (22%) e serviços (21%) foram o que mais buscaram profissionais de TI, saúde e infraestrutura mantiveram o mesmo percentual, 20% cada, à frente do setor farmacêutico, com apenas 7,5%.

O mercado de tecnologia da informação não obriga de seus profissionais um diploma universitário, por outro lado, é uma área que precisa de atualização constante. 2017 promete ser um ano de retomada, e isso torna a demanda, tanto por parte das empresas quanto do lado dos profissionais, maior. E assim como na pesquisa passada, o inglês se mantém como um dos principais requisitos dos contratantes, estando presente em uma de cada três vagas. Mas não é só isso, o comportamento e o histórico profissional também se tornaram mandatórios nos processos seletivos.

“As empresas buscam profissionais em diversas tecnologias, e sabem que podem perder negócios se não atenderem à necessidade da fluência em um segundo idioma. Além disso, ressaltamos que um bom histórico profissional aliado ao comportamento, são qualidades-chave hoje em dia, pois de nada adianta dominar certa tecnologia, se você não é capaz de se relacionar com o time de trabalho”, reflete Marcelo.

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Carreira dos Sonhos: O que ainda precisamos aprender – Por Marcelo Vianna

Ao longo dos anos nos questionamos sobre as melhores e mais eficientes maneiras de motivar e engajar um funcionário. E a cada nova geração, os objetivos mudam, se adaptam à realidade do país, à situação econômica, política, e a mais uma série de outros eventos. Depois de quinze anos pesquisando as empresas mais desejadas pelos profissionais brasileiros, as empresas DMRH e a Cia de Talentos, decidiram mudar e, seguindo o que considero ser o melhor caminho, optaram por mudar a pesquisa “Empresa dos Sonhos 2016”, para “Carreira dos Sonhos 2016”.

O estudo deixou claro que, apesar de o mercado estar caminhando, ainda temos muito a aprender. E isso para todas as gerações, considerando o que a pesquisa dividiu em “jovens”, “média gestão” e “alta liderança”; o que podemos entender como as gerações dos Baby Boomers até a geração Z. E de acordo com os resultados, é fácil compreender que vivemos uma mudança de era, a boa remuneração, apesar de desejada, não está mais no topo das aspirações, mas sim a qualidade de vida e o fato de trabalhar com propósito, sabendo exatamente o que se quer alcançar.

Para os três grupos pesquisados o fator sucesso profissional foi elencado entre os três mais importantes; no caso dos jovens e da média gestão esse sucesso está em primeiro lugar – 67% e 62%, respectivamente – já para a alta liderança, ficou em segundo lugar, com 48%. Seguidos de boa relação familiar e do desejo de aproveitar a vida, viajar e conhecer novas culturas. O que faz total sentido, uma vez que jovens e média gestão estão em fases de experimentação e construção de trajetória profissional, e a alta liderança, procura ter mais tempo para se dedicar à família.

Obviamente que a paixão pelo que se faz e o prazer diário no trabalho fazem parte do chamado sucesso profissional, mas ainda mais importante do que isso é o fato de a realização pessoal dessas pessoas, o sucesso pessoal delas está, de maneira unânime, ligado ao equilíbrio de vida. Primeira lição de casa: o que as empresas estão gerando para esses colaboradores?

E se o dinheiro não fosse uma preocupação? Os três grupos responderam que fariam algo diferente. De maneira mais clara, 73% dos jovens, 83% da média gestão e 77% da alta liderança, demonstram que o atual modelo de trabalho não satisfaz. Mas que modelo é esse oferecido pelo mercado? Como já dito, o salário é importante, mas equilíbrio de vida é ainda melhor.

Entre as experiências desejadas mais uma demonstração de que fazer algo diferente é um dos caminhos buscados; dos jovens à alta liderança, a opção de “abrir um negócio próprio” está presente. Mas como as empresas podem gerenciar e atrair talentos que já possuem a veia do empreendedorismo? Eles são essenciais às companhias, uma vez que possuem visão de negócios e senso de responsabilidade.

A possível saída para isso são as lideranças inspiradoras, as que promovem a autonomia do colaborador e o instiguem a ter e a desenvolver ideias. Talvez por isso nomes como Steve Jobs, Barack Obama, Jorge Paulo Lemann e Abílio Diniz estejam na lista.

Um detalhe interessante é que cada vez menos profissionais têm uma empresa dos sonhos, o mundo hiperconectado e ansioso pela transparência fez com que o mundo corporativo repensasse políticas e estratégias na hora de atrair talentos. E dentro dos critérios que levaram os profissionais a escolherem certas companhias, e que por sua vez irão retê-lo, estão o desenvolvimento profissional, elencado na lista dos três níveis, a boa imagem da empresa no mercado, os desafios e a relização de um impacto positivo na sociedade. Mais uma vez o item remuneração/benefícios foi menos considerado, ele aparece como última opção do grupo de média gestão. Já para a alta liderança, o interessante é o fato de que esse time continua a procurar empresas que prezem pelo seu crescimento e desenvolvimento profissional, mostrando que sempre há mais para aprender e desenvolver.

É hora de entendermos que os padrões de comportamento estão caindo por terra. Padrões que antes ditavam o que cada profissional devia ou não fazer, estão mudando. E assim como no mundo do consumo, as empresas agora olham para a experiência dos seus funcionários. Afinal, engajamento e motivação são fundamentais para o sucesso de qualquer negócio e parceria entre colaborador e empresa.

Marcelo Vianna, sócio-diretor da Conquest One, empresa especializada em contratação de profissionais especializados em TI, e responsável pela área de Pessoas e Processos

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