Tag Congresso Cards

Congresso Cards aborda a tendência multicanal no Brasil

319af4d4-75cd-4769-ac7f-1227b3d1c450

O cliente conhece o produto na loja, compra pela internet, e vice-versa. O consumidor de hoje é multicanal, ou seja, compra em diversos canais no momento que for mais conveniente e prático para ele.

O futuro do omnichannel e a sua importância para o mercado varejista nos próximos anos será um dos temas abordados pelo Congresso Cards, que acontece de 15 a 17 de junho, paralelamente à Cards Payment & Identification 2016, no Expo Center Norte em São Paulo.

De acordo com o Prof. Doutor das matérias de E-Commerce, Redes Sociais e Comportamento do Consumidor On-line da ESPM, Alexandre Cavalcanti Marquesi, não existe uma fórmula mágica. “A iniciativa deve ser uma opção simplificada e que caiba no bolso da empresa. Usar aplicativos e redes sociais como Whatsapp e Facebook são métodos rápidos e baratos. Já projetos maiores dependem de especialistas”, explica o professor.

Os números relacionados a esse tipo de estratégia chamam a atenção: mais de 17 bilhões de brasileiros realizaram pelo menos uma compra on-line no primeiro semestre de 2015; clientes multicanal gastam 82% mais que os clientes de lojas intencionais.

Em 2016, o e-commerce nacional deve crescer 18% em relação a 2015 e faturar R$ 56,8 bilhões, de acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). O ano deve registrar 190,9 milhões de pedidos nas lojas virtuais, com um ticket médio de R$ 298.

As compras via aparelhos portáteis devem representar 30% do total de pedidos, ante 20% em 2015, o que torna o mobile ainda mais importante para os varejistas brasileiros. A participação das PMEs na receita geral também deve aumentar, atingindo a marca de 22,1% este ano.

“As facilidades oferecidas pelos varejistas virtuais, como promoções e preços baixos, seguem como atrativos para os consumidores, projetando um crescimento que nem mesmo a crise econômica no Brasil deve impedir”, ressalta o presidente da ABComm, Mauricio Salvador.

Congresso Cards

Dias: 15 a 17 de junho de 2016
Local: Expo Center Norte – Pavilhão Azul
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme

Tags, , , , , ,

O poder do Bitcoin será discutido no Congresso Cards durante a Cards Payment & Identification 2016

O Congresso Cards, que ocorre durante a feira CARDS PAYMENT & IDENTIFICATION 2016, promovido pela Informa Exhibitions, terá o Bitcoin como um dos seus temas mais debatidos. Entre 15 e 17 de junho, o Pavilhão Azul do Expo Center Norte especialistas do setor financeiro discutirão o impacto da nova moeda virtual – a criptomoeda – na sociedade e nos sistemas de pagamento formais. Criada há sete anos com código-fonte aberto, o Bitcoin é a primeira alternativa ao sistema monetário tradicional, sendo uma forma de pagamento ponto a ponto. Ou seja, de pessoa para pessoa, sem o controle de governo e bancos.

Conceito – Bitcoins são moedas digitais criadas com sofisticados processos de criptografia, que servem para fazer pagamentos entre pessoas pela internet. A diferença dela para a moeda tradicional é que mantém seu proprietário no anonimato e não depende de intermediação de bancos ou regulações do governo. No ano passo, foi registrado no Brasil um volume total nas transações de R$ 113,1 milhões – aumento de 158% comparado ao índice de 2014, segundo o relatório produzido pela empresa bitValor. Há três exchanges brasileiras que controlam 91% do volume desse mercado. Segundo informações da empresa bitValor, a FoxBit é a líder, com 49,8% do market share. Em seguida vem a MercadoBitcoin, com 24%; e na sequência a BitcoinToYou, com 17%. Em relação ao Real, a cotaçã o de um bitcoin no fim de 2015 foi de R$ 1.795,16, de acordo com o Índice BRXBT.

As estatísticas sobre o número de estabelecimentos que aceitam bitcoin para comercialização de produtos e serviços não são precisas, já que não órgãos reguladores. De acordo com Safiri Felix, CEO da coinBR e executivo de negócios da Coinverse, estima-se que no Brasil cerca de 15 mil empresas aceitem a moeda virtual em transações, frente a 200 mil em todo o mundo. Nesse meio, destacam-se Tecnisa, Dell, PayPal, Microsoft e Neteller. Na outra ponta, o número de usuários brasileiros chega a 50 mil.

Mineração – Berço do bitcoin, a internet também faz sua geração e controle por meio um sistema chamado mineração. Por definição, ele é autorregulável de forma imutável, com criptografia de chave pública e histórico de todas as transações. Ao se efetuar uma transferência, é criada uma assinatura digital e o procedimento verificado por um minerador. Se estiver tudo dentro dos padrões, a transferência é feita e gravada na rede de forma permanente e anônima. Toda quantia é representada por uma sequência de 16 símbolos, que variam entre letras e números, guardada em anotações ou de modo mais seguro em carteiras digitais, algo como um banco.

Mineração é caracterizada por um software de resolução de problemas matemáticos complexos, aplicado em computadores superpotentes que processam as transações, garantem a segurança da rede e mantêm o sistema sincronizado. Quem opera todo esse data center é chamado de minerador – um usuário especialista, recompensado com bitcoin por ceder seus equipamentos para o funcionamento permanente da rede.

A possível volta da CPMF no Brasil e o sentimento negativo em torno do cenário econômico mundial tornam o bitcoin uma alternativa positiva para investidores e estabelecimentos comerciais. Há um novo mercado se formando e vale a pena conhecê-lo melhor.

Tags, ,