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Airbnb – Condomínios proíbem e processam moradores

O site Airbnb disponibiliza imóveis para hospedagem e locações por curtos espaços de tempo, trazendo uma possibilidade de ganhos maiores para os proprietários de imóveis, com maior flexibilidade e preços menores para os hóspedes, que sedem espaço para estas inovações do mercado. O ato que não é visto como algo ilegal, é uma tendência no mercado da economia compartilhada e poderá ser utilizado desde que não infrinja normas do condomínio a ser disponibilizado. “A locação por diária que vem acontecendo por meio de sites representa efetivamente uma concorrência aos apart hotéis, flats e acaba desviando a finalidade do próprio edifício residencial”, explica Rodrigo Karpat, especialista em direito imobiliário e condominial.

Com o Airbnb, você pode se hospedar por uma noite, uma semana ou por cerca de um mês em um condomínio. Presente em mais de 65.000 cidades e 191 países, é visível que o site de hospedagem compartilhada tenha ganhado fama mundial. No Brasil ainda temos pouca regulação referente a operação do site, e é possível que no futuro este tipo de hospedagem seja normatizada e permita a locação nos condomínios, ou seja, exclusiva por meios de hotéis, pousadas, entre outros. Atualmente, o condomínio pode se encaixar nessa possibilidade, porém, precisa ter essa previsão na convenção e demais autorizações previstas pela lei de hospedagem, que não regula locações acima de 90 dias (Art. 24, § 2º, Lei Federal nº 11.771 de 2008). Acima desse período não existe qualquer irregularidade. “A locação por diária traz encargo excessivo e desnecessário a portaria, que fica responsável por liberar chaves, cadastrar veículos, liberar acesso a áreas comuns, atender reclamações, entre outros problemas. Os funcionários acabam se tornando recepcionistas de hotel, não porteiros”, ressalta Rodrigo Karpat.

O advogado comenta situações possíveis de acontecer em certos condomínios, o que mostra a real preocupação que deve acontecer da utilização do site. “Imaginando um morador que decida alugar três quartos vagos em seu apartamento para três casais por dia, sendo um casal em cada quarto. Serão cerca de seis novos hóspedes diferentes todos os dias, e irão utilizar o condomínio. Se o conjunto habitacional tiver 50 apartamentos, serão 300 novas pessoas circulando por dia, além dos moradores. Imagine para cadastrar e controlar este fluxo de pessoas”, analisa uma questão o advogado especialista em direito condominial

A hospedagem não é regulada pela lei de locações, mas sim por leis que tratam da hospedagem no país. A grande maioria dos casos ofertados pelo sistema de diárias em prédios residências não aptos a operar dessa forma, além de perturbarem a vida nos prédios residências, eles desviam a finalidade das edificações que deveria ser estritamente residencial. “Inclusive há um condomínio que já está processando um morador por conta do site, alegando o desvio de finalidade”, afirma Rodrigo Karpat.

Imóveis que passam por divergências com as hospedagens via site, poderiam eliminar os problemas de maneira eficaz, como explica Rodrigo Karpat, “Seria de grande interesse a ambos que o condomínio não proíba a locação por temporada, mas sim, que o próprio prédio regule a relação com os condôminos, estabelecendo limites de pessoas por unidades, advertindo locadores que estão locando com constância a unidade em curtos espaços de tempo. E por fim a emissão de comunicados aos condôminos e a criação de assembleias, que serviria para um melhor entendimento dos próprios moradores, que poderia evitar o problema” conclui o advogado.

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Mulheres representam 61% das buscas por imóveis na internet

O VivaReal, plataforma digital que conecta imobiliárias, incorporadoras e corretores aos consumidores, aponta que 61% das pessoas que buscam suas casas dos sonhos são mulheres. O levantamento foi realizado em setembro com consumidores de todo o Brasil.

A pesquisa mostra que 41% das mulheres são casadas, 32% são solteiras e 11% estão em união estável. Independente do estado civil, grande parte delas é assalariada e a finalidade da busca é para compra de um imóvel. A intenção de compra é de 55% entre as solteiras e 65% entre as casadas. Já para aluguel, os números são 35% e 28%, respectivamente.

A pesquisa do VivaReal também revela que 48% das entrevistadas solteiras irão mudar para a nova casa sozinhas ou somente com filhos. No total, 32% das mulheres solteiras irão morar sozinhas, 31% com parceiro, 16% somente com filhos e 10% com os pais. “O estudo comprova uma nova tendência do mercado imobiliário, onde cada vez mais, a mulher é quem decide em parcela significante das transações, deixando de ser apenas uma incentivadora da compra. O setor deve ficar atento e entender esse ‘empoderamento’ da mulher”, analisa Aline Borbalan, head de Inteligência de Mercado do VivaReal.

Entre as solteiras, a maioria tem o objetivo de sair da casa dos pais (21%) ou estão prestes a oficializar uma união (18%). Já as casadas esperam encontrar um imóvel maior (20%) ou morar perto do trabalho ou de instituição de ensino (16%).

Confira o estudo completo em http://bit.ly/estudo_mulheres_vivareal_setembro2016.

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Sistema de reconhecimento facial dificulta invasão em condomínios

O SIGAH, Sistema Inteligente de Gestão de Acesso Haganá, oferece proteção no acesso de pessoas e veículos aos condomínios, permitindo a identificação rápida e em movimento dos usuários durante a triagem, sendo utilizado como reforço fundamental ao trabalho humano.

Criminosos agem, principalmente, quando identificam as vulnerabilidades existentes no acesso aos condomínios. Atualmente, existem algumas quadrilhas especializadas em realizar arrastões e furtos em apartamentos, daí a importância da instalação de um sistema de segurança eficaz que reforça os serviços de controle de acesso.

A tentativa de invasão consiste em confundir a pessoa responsável pelo controle de acesso, em alguns casos, as quadrilhas enviam membros do bando que tenham feições características semelhantes aos moradores e que possam se passar por um deles, conseguindo entrar nas unidades e, posteriormente, pelo interfone, liberando a entrada dos outros integrantes do grupo criminoso.

Com a instalação do SIGAH, nos locais designados à entrada de pessoas e seu uso no controle de acesso dos veículos, a tentativa de invasão por esse método será frustrada, uma vez que a biometria facial possui peculiaridades únicas e o sistema identifica as características da face de cada morador cadastrado, para que a entrada no condomínio seja liberada apenas para pessoas autorizadas. Pessoas não identificadas só terão o acesso liberado após os trâmites de reconhecimento e autorização.

O Diretor Operacional do Grupo Haganá, Samuel Rubens Pereira, reitera a utilização do sistema como uma ferramenta importantíssima para a eficácia da segurança do local. “Como provedores de soluções em segurança, devemos pensar na proteção de um condomínio de forma ampla e bem personalizada. Por isso, desenvolvemos soluções que possam reforçar o trabalho dos profissionais designados a proteger o patrimônio e, principalmente, a vida de nossos clientes e com a utilização do SIGAH elevou-se o nível da segurança de forma exponencial.”, afirma Pereira.

O Sistema Inteligente de Gestão de Acesso Haganá permite o reconhecimento facial simultâneo de várias pessoas ao mesmo tempo e, ainda, em pleno movimento. De maneira ágil e prática, identifica quem está autorizado a ingressar no empreendimento. O SIGAH poderá ser utilizado em instituições de ensino, empresas e condomínios. E está disponível em duas versões:

SIGAH Fixo: Uma ou mais câmeras serão instaladas em local estratégico, na entrada de pedestres, permitindo identificar e reconhecer várias pessoas ao mesmo tempo e apontar quem está ou não está autorizado a prosseguir.

SIGAH Móvel: O sistema interage via WI-Fi com um aplicativo específico instalado em aparelhos smartphones que serão manuseados por colaboradores Haganá. Para fazer o reconhecimento, o profissional irá aproximar o aparelho para o rosto do condutor do veículo e, em poucos segundos, há o reconhecimento facial, além disso, na tela serão apresentados os demais moradores vinculados a ele. Caso algum dos ocupantes não seja identificado pelo sistema, o profissional responsável pela triagem no acesso de veículos e manuseio do SIGAH Móvel encaminhará o visitante para que seja aplicado o procedimento de segurança previamente estabelecido.

O SIGAH é uma tecnologia exclusiva do Grupo Haganá. A comercialização está sendo feita para os clientes da capital paulista, região metropolitana, Campinas e Vinhedo. Além disso, a empresa já prepara a oferta do sistema para os clientes do Rio de Janeiro.

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