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Stefanini Scala aposta em assistente cognitiva multicanal

A Inteligência Artificial (AI) e a computação cognitiva possibilitam que máquinas e robôs reconheçam padrões sensoriais, comportamentos e aprendam a operar como pessoas físicas. Pensando nessa tendência, a Stefanini Scala, coligada do Grupo Stefanini, aposta em sua mais nova assistente cognitiva multicanal para auxiliar clientes dos diversos setores da economia, tais como Varejo, Seguros, Telecom, RH e farmacêutico, de forma assertiva, visando eficiência operacional e redução de custos.

Batizada de MAIA (Multipurpose Artificial Intelligence Assistant), a solução inspirada no IBM Watson é capaz de pensar e responder como um humano, graças a algoritmos complexos de inteligência artificial. “As tecnologias de IA para classificação, combinação de padrões e sugestão de informações potencialmente relacionadas já são parte do nosso cotidiano. Os dashboards baseados em IA oferecerão inteligência preditiva que proporcionará um nível totalmente novo de conhecimento sobre a tomada de decisões da gestão”, diz Danielle Franklin, Diretora de Novos Negócios da Stefanini Scala.

A IDC sinaliza que as novas tecnologias para automação vão movimentar a indústria de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e robótica. A consultoria prevê que em 2018 cerca de 50% de todos os aplicativos desenvolvidos no mercado global vão incorporar alguma ferramenta de Inteligência Artificial, puxada pela demanda de máquinas e robôs autônomos. Se antevendo a essa nova realidade, a Stefanini Scala está investindo alto nesta tecnologia, tanto em recursos financeiros quanto capacitação técnica, para que a inteligência artificial seja uma aliada importante nos negócios dos clientes. “A solução é capaz de interpretar dados não estruturados, como faz um ser humano, mas com a velocidade de uma máquina de alta tecnologia”, ressalta a executiva.

O Gartner prevê que até o final de 2017 a automatização de serviços e as plataformas cognitivas vão permitir cortar cerca de 60% dos custos das soluções de TI, executando tarefas repetitivas que atualmente são feitas por humanos. Diante desse contexto, a MAIA representa a revolução do atendimento digital, sendo capaz de realizar diversos projetos de maneira eficiente e econômica. Além disso, a assistente cognitiva é composta por um conjunto de softwares, sistemas e processos que permitem acelerar e melhorar a performance dos negócios, garantindo a interação com o consumidor por múltiplos canais: voz, texto, internet, aplicativos móveis e redes sociais.

A Stefanini Scala, que nasceu da fusão da VANguard, coligada da Stefanini especializada em governança de TI, segurança e Service Management, com a Scala IT, um dos principais parceiros da IBM em software, já atende a quase 100% do portfólio de software da IBM no Brasil. Recentemente, a empresa venceu o prêmio “Winner of the Latin America Partner Excellence Award” da IBM e se tornou parceiro Platinum da companhia.

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Via Varejo cria novo canal de atendimento ao cliente com inteligência cognitiva da IBM

Como parte de sua estratégia de inovação e pioneirismo tecnológico, a Via Varejo utilizará tecnologias de inteligência artificial para melhorar a experiência e o atendimento ao seu cliente. A companhia passa a contar com um novo canal de comunicação com recursos do Watson, plataforma de computação cognitiva da IBM. Por meio de um chat bot, o consumidor poderá ter acesso a informações sobre seus pedidos, trocas, cancelamento ou devolução de produtos de uma maneira simples, rápida e mais efetiva. A ferramenta contará com tecnologias cognitivas que ajudam o cliente a escolher as melhores opções de smartphones com base em suas preferências e necessidades.

O serviço estará disponível a partir do mês de junho para os clientes nos sites da Casas Bahia e do Pontofrio, tanto nas versões desktop como mobile, e também servirá como ferramenta de apoio para vendedores, que poderão utilizar o sistema para aperfeiçoar o atendimento em lojas físicas.

“Esta tecnologia vai nos ajudar a compreender ainda mais os desejos de consumo dos nossos clientes. Assim como também nos possibilita oferecer um atendimento mais exclusivo, rápido e multicanal, pois poderemos utilizar os dados compartilhados entre nossas lojas online e físicas”, analisa Flavio Dias, diretor de e-commerce da Via Varejo.

Com mais essa opção, a companhia otimiza o tempo de resposta online e offline, aprimora o contato com o cliente e auxilia a equipe de vendas a ter mais informações para oferecer opções de produtos mais adequados ao perfil de cada consumidor.

Os chat bots criados com tecnologia Watson são ferramentas que entendem a linguagem natural humana, processam a informação de maneira inteligente e devolvem aos usuários respostas com alto grau de acurácia e confiabilidade. O grande diferencial da plataforma de computação cognitiva IBM é o fato dela interpretar a intenção de perguntas, extraindo o contexto de cada interação com o cliente e oferecendo retornos próximos ao utilizado em uma conversa entre humanos.

A ferramenta da Via Varejo foi treinada por especialistas em atendimento ao cliente e aprende continuamente a cada interação com seus usuários. Todo o aprendizado do Watson é supervisionado por profissionais que aprovam melhorias na plataforma à medida que forem necessárias. “O projeto com a Via Varejo mostra como a inteligência cognitiva da IBM pode melhorar a eficiência operacional de companhias, ajudar equipes de atendimento e levar ao cliente final uma experiência mais satisfatória e inovadora”, conta Júlia Amado, Executiva de Vendas para Via Varejo na IBM Brasil.

Watson é uma plataforma versátil que tem ajudado diferentes segmentos do mercado no Brasil e no Mundo. A perspectiva da IBM é que 1 bilhão de pessoas tenham contato com a plataforma até 2018, sendo que 500 startups já construíram aplicações baseadas nessas soluções.

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Unisys anuncia abertura de Centro de Excelência em Inteligência Artificial

A Unisys Corporation (NYSE: UIS) anuncia a abertura de um Centro de Excelência em Inteligência Artificial (COE – Unisys Artificial Intelligence Center of Excellence, em inglês), por meio do qual os usuários terão acesso gratuito a ferramentas on-line para auxilia-los a desenvolver recursos de análise avançada de dados (Advanced Data Analytics).

Com a abertura prevista para maio de 2017, o centro virtual disponibilizará aos inscritos o acesso gratuito a ferramentas, metodologias e melhores práticas na área de inteligência artificial, tais como:

Machine Learning – os usuários terão acesso a especialistas no assunto e a algoritmos de aprendizagem de máquina que vão auxilia-los a desenvolver modelos preditivos para atender necessidades específicas de seus setores. Por exemplo, bancos poderão utilizar as ferramentas para desenvolver modelos que ajudem a prever e prevenir fraudes em cartões de crédito. Já as cias aéreas poderão criar modelos para analisar fluxos de passageiros nos aeroportos ou melhorar as conexões de voo.

Computação Cognitiva – a ferramenta disponibilizará chatbots, ou assistentes inteligentes automatizados, capazes de manter diálogos para ajudar na resolução de problemas em áreas como service desk e serviços de suporte ao usuário final.

Cyber Analytics – O centro irá oferecer ferramentas inteligentes para prever ameaças de segurança cibernética, detectar anomalias no comportamento dos usuários, monitorar aplicações de negócios e identificar vulnerabilidades utilizando dados dos centros de operações de segurança (Security Operations Centers) e ferramentas de gestão de eventos e informações de segurança (Security Information and Event Management).

Analytics e Internet das Coisas (IoT) – o COE vai oferecer ainda ferramentas de software com reconhecimento de localização para auxiliar os usuários a explorar o imenso volume de dados gerados por dispositivos IoT. Por exemplo, análise de IoT utilizando sensores, beacons e aplicativos móveis para ajudar bancos ou varejistas a analisar dados de clientes.

“Dentro de poucos anos, a esmagadora maioria das organizações de grande e médio porte no mundo implantará aplicativos de análise ou recursos de análise avançada de dados como parte de uma plataforma para aprimorar a tomada de decisões de negócios”, afirma Dr. Rod Fontecilla, Vice-Presidente e Líder Global da Data Analytics da Unisys. “Queremos dar aos usuários a oportunidade de aprender como a inteligência artificial pode ajudar a desenvolver essa capacidade, garantindo acesso a ferramentas e especialização exclusiva da Unisys que irá auxiliá-los a permanecer competitivos no futuro”, conclui Fontecilla.

Para saber mais sobre as soluções da Unisys para análise avançada de dados, visite: www.unisys.com/advanced-data-analytics

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FAPESP e IBM divulgam resultado de chamada para pesquisas na área de computação cognitiva

A FAPESP e a IBM anunciaram o resultado da primeira chamada conjunta de propostas para o desenvolvimento de pesquisas na área de computação cognitiva, realizada na esfera do acordo de cooperação firmado em 2016 pelas duas instituições.

A partir de um comitê formado por representantes da Fundação e da companhia, foi conduzida a avaliação e seleção de projetos apresentados. Foram aprovadas oito propostas, que receberão até R$ 200 mil para aquisição de equipamentos, financiamento de bolsas de estudos e suporte para participação em eventos científicos. A duração dos projetos selecionados será de até dois anos.

Os projetos aprovados vão desenvolver pesquisas com foco em temas específicos da área de computação cognitiva, como novos modelos de aprendizado de máquina, robótica cognitiva, lógica probabilística e ontologia computacional.

O acordo prevê o apoio ao desenvolvimento de pesquisas colaborativas entre pesquisadores da IBM e de instituições de ensino superior e de pesquisa do Estado de São Paulo, com perspectivas de investimentos de até US$ 500 mil compartilhados entre a FAPESP e a multinacional.

Os projetos serão desenvolvidos por pesquisadores da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) da Unicamp, do Centro de Matemática, Computação e Cognição (CMCC) da UFABC, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, da Escola Politécnica (Poli) da USP, do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, e do Centro Universitário da FEI, campus de São Bernardo do Campo.

Para o diretor científico da Fundação, Carlos Henrique de Brito Cruz, a parceria com a IBM é uma oportunidade para aumentar a pesquisa colaborativa em uma área de extrema relevância. “A parceria com a IBM permite à FAPESP oferecer a pesquisadores em São Paulo a oportunidade de colaborar com pesquisadores da empresa e receberem financiamento em propostas de pesquisa avançada em computação cognitiva, um dos temas mais importantes da atualidade. A visão estratégica da IBM para a pesquisa colaborativa coincide muito com a da FAPESP e, com seu centro de pesquisas em São Paulo, traz contribuição definitiva para o desenvolvimento científico e tecnológico do Estado”, afirma.

De acordo com o pesquisador sênior do laboratório da IBM Research no Brasil, Claudio Pinhanez, “o suporte à pesquisa científica e tecnológica em computação cognitiva no Brasil proporcionado pela parceria entre IBM e FAPESP é muito importante para a formação de uma geração de cientistas e profissionais plenamente capacitada a enfrentar a transformação que acontecerá nos próximos 20 anos graças a essas tecnologias”.

Lançada em julho de 2016, a primeira chamada dessa parceria teve como foco projetos de pesquisas em algoritmos e teoria de sistemas cognitivos, com o propósito de avançar a ciência e a tecnologia em áreas como inteligência artificial, visão computacional e processamento de linguagem natural.

O objetivo é criar a tecnologia a ser usada no futuro em sistemas computacionais capazes de processar e integrar diferentes tipos de dados, envolvendo aprendizado de máquina em grande escala, capacidade de raciocínio e reconhecimento de padrões complexos.

A relação dos projetos aprovados está disponível em www.fapesp.br/10836. Nos próximos meses deverá ser divulgada uma nova chamada de propostas para incentivo a pesquisas como essas.

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IBM e Salesforce anunciam parceria estratégica global

Marc Benioff e Ginni Rometty

Marc Benioff e Ginni Rometty

A IBM (NYSE: IBM) e a Salesforce (NYSE: CRM) acabam de anunciar uma parceria estratégica global para oferecer soluções conjuntas destinadas a aproveitar a inteligência artificial e a habilitar as empresas para uma tomada de decisão mais inteligente do que nunca. Por meio da parceria, o IBM Watson, a plataforma líder de IA para empresas, e o Salesforce Einstein, a IA que alimenta o CRM #1 do mundo, se conectarão com perfeição para atingirem um nível inteiramente novo de engajamento inteligente de clientes nas áreas de vendas, serviços, marketing, entre outras. A IBM também investe estrategicamente em seus recursos de Serviços de Negócios Globais para Salesforce, com uma nova prática para ajudar os clientes a implantarem rapidamente as capacidades combinadas do IBM Watson e do Salesforce Einstein.

“A união do Einstein com o Watson tornará as empresas mais inteligentes; e os nossos clientes, mais bem-sucedidos”, revela Marc Benioff, presidente e CEO da Salesforce. “Estou empolgado com esta aliança com a IBM – nenhuma empresa possui valores fundamentais tão próximos daqueles da Salesforce quanto a IBM. É o melhor de dois mundos”.

A parceria levará novos insights do Watson diretamente para a Plataforma Inteligente de Sucesso do Cliente da Salesforce, combinando profundos insights de clientes do Salesforce Einstein com dados estruturados e não estruturados do Watson em muitas fontes e setores como meteorologia, saúde, serviços financeiros e varejo. Juntos, Watson e Einstein irão ingerir, raciocinar e obter recomendações para acelerar a tomada de decisões e promover o sucesso dos clientes.

“Dentro de alguns anos, toda decisão importante – pessoal ou corporativa – será tomada com a ajuda de IA e de tecnologias cognitivas”, disse Ginni Rometty, presidente do Conselho, presidente e CEO da IBM. “Este ano, esperamos que o Watson atinja um bilhão de pessoas – em tudo, desde oncologia e varejo até a preparação da declaração de impostos e carros. Com esse anúncio, o poder do Watson atenderá os milhões de clientes e desenvolvedores Salesforce e Einstein, para lhes proporcionar uma compreensão sem precedentes de seus clientes”.

Salesforce e IBM fornecerão inicialmente o seguinte:

Integração IBM Watson e Salesforce Einstein: A integração de APIs do IBM Watson no Salesforce trará insights preditivos a partir de dados não estruturados, dentro ou fora de uma empresa, juntamente com insights preditivos a partir de dados de clientes fornecidos pelo Salesforce Einstein, para permitir a tomada de decisões mais inteligentes e rápidas em vendas, serviços, marketing, comércio e muito mais. Por exemplo, ao combinar dados de padrões de compras locais, meteorológicos e do setor de varejo do Watson com dados de compras e preferências específicas do cliente do Salesforce Einstein, um varejista poderá enviar automaticamente aos clientes campanhas de e-mail altamente personalizadas e localizadas.

Insights de Meteorologia da IBM para o Salesforce: The Weather Company, uma empresa IBM, alimentará um novo componente Lightning no Salesforce AppExchange para fornecer informações meteorológicas sobre as interações do cliente e do desempenho da empresa. Por exemplo, uma companhia de seguros poderá extrair dados de previsão do tempo locais do IBM Weather para o Salesforce e enviar automaticamente informações de segurança e de políticas para clientes que corram o risco de ser impactados por eventos climáticos rigorosos.

Pacote de Integração de Aplicativos IBM no Salesforce: Os clientes poderão unir os dados locais empresariais e em nuvem com produtos de integração especializados para o Salesforce, disponibilizando esses dados diretamente na Plataforma Inteligente de Sucesso do Cliente da Salesforce. Por exemplo, uma consultoria patrimonial poderá unir dados de clientes, como investimentos individuais e perfis de risco, com tendências financeiras e informações macroeconômicas públicas do Pacote de Integração de Aplicativos IBM no Salesforce para tomar decisões mais inteligentes para seus clientes.

Serviços Dedicados Bluewolf de Consultoria e de Expertise para Soluções Cognitivas Acrescentados aos Serviços Estratégicos da IBM para Salesforce: Bluewolf, uma empresa da IBM, formou uma nova prática para ajudar os clientes a implementarem rapidamente as capacidades combinadas do IBM Watson e do Salesforce Einstein. Esta nova unidade se baseia em mais de quinze anos de implantações de Salesforce pela Bluewolf e em seu atual portfólio de diferentes projetos Salesforce e Watson. A Bluewolf também desenvolverá novos aceleradores específicos para o setor para serem utilizados por clientes corporativos para acelerarem a adoção de aplicações cognitivas.

Como parte da parceria, a IBM implantará o Salesforce Service Cloud em toda a empresa para transformar seus serviços globais de suporte a produtos e obter uma visão única e unificada de cada cliente IBM.
formações de segurança e de políticas para clientes que corram o risco de ser impactados por eventos climáticos rigorosos.

Preços e Disponibilidade

• A integração IBM Watson e Salesforce Einstein deverá estar disponível no segundo semestre de 2017. Os preços serão anunciados no momento da disponibilidade geral.

• O componente do IBM Weather Lightning para o Salesforce AppExchange deverá estar disponível no segundo semestre de 2017. O preço será anunciado no momento da disponibilidade geral.

• A Bluewolf, empresa da IBM, espera oferecer novos Aceleradores de Soluções focados no setor no segundo semestre de 2017. Os preços serão anunciados no momento da disponibilidade geral.

• O IBM Application Integration Suite for Salesforce (Pacote de Integração de Aplicativos IBM no Salesforce) deverá estar disponível até o final de março de 2017. O preço será anunciado no momento da disponibilidade geral.

Sobre o IBM Watson: Pioneirismo em uma nova era de computação

O Watson representa a chamada computação cognitiva, uma nova era da computação na qual os sistemas compreendem o mundo de uma maneira mais semelhante à dos humanos: por meio dos sentidos, do aprendizado e da experiência. O Watson aprende continuamente com interações anteriores, acrescentando ganhos em valor e conhecimento ao longo do tempo. Com a ajuda do Watson, as organizações aproveitam o poder da computação cognitiva para transformar setores, ajudar os profissionais a fazerem melhor seu trabalho e resolver importantes desafios.

Como parte da estratégia da IBM para acelerar o crescimento da computação cognitiva, o Watson está aberto ao mundo, permitindo que uma comunidade crescente de desenvolvedores, estudantes, empresários e entusiastas de tecnologia acessem facilmente a mais avançada e diversificada plataforma de computação cognitiva disponível no momento. As soluções Watson estão sendo construídas, usadas e implantadas em mais de 45 países e em 20 setores diferentes. Para mais informações sobre o IBM Watson, visite: ibm.com/Watson.

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Computação Cognitiva: nem tudo é TI, e não, você não vai perder o seu emprego

Por Ankur Prakash, VP de New Growth e Emerging Markets da Wipro

Desde o início dos tempos, a humanidade investe tempo e esforço na criação e desenvolvimento de ferramentas que facilitem sua vida. Essas ferramentas impulsionaram nosso aperfeiçoamento e evolução, e modificaram as formas de convivência, comunicação, hábitos, e até características de trabalho e consumo. O principal instrumento dessa jornada é a tecnologia, que não apenas impacta a vida humana, mas também reflete na maneira como as organizações têm buscado novas formas de conquistar mercado, automatizar processos, alavancar eficiência, reduzir custos e aprimorar a experiência dos usuários, enfim, se reinventar. A busca constante por mudança e avanço tecnológico é, hoje em dia, impulsionada pela chamada Era Digital.

Nunca antes o conceito de experiência do consumidor, otimização de processos e ganho de vantagem competitiva estiveram tanto em evidência, e sendo impulsionados por tecnologias como big data, analytics, digitalização, internet das coisas, entre outras. Nesse contexto, um dos meios encontrados para a mudança e adequação à nova era foi o emprego de tecnologias inteligentes, conhecidas, pelo termo geral, como “Computação Cognitiva”, que nada mais são que interação e resposta – em tempo real – da tecnologia às necessidades humanas. Chegou a hora de nos acostumarmos com os termos machine learning, deep learning e inteligência artificial, e começar a emprega-los de forma real em projetos. Não que estejamos avançados na implementação de tais tecnologias, mesmo que a tendência mostre que caminhamos cada vez mais para seu uso. Vale ainda lembrar da Lei de Moore, que aponta que a evolução tecnológica dobra a cada 18 meses, ou seja, o mercado vai precisar correr.

Quando consumidores e clientes notaram que o poder estava, na verdade, em suas mãos – escolha e influência – suas exigências passaram a ser maiores. Ou seja, conhecer hábitos e proporcionar experiências personalizadas a cada cliente tornou-se vital às empresas. E como fazer isso? Seria preciso analisar todos os dados compartilhados e gerados por cada consumidor. Eis que surgiu, então, um novo dilema. Reunir, analisar – as muitas – informações; gerar insights e aplicar estratégias frente aos novos cenários.

De qualquer forma, falar só de Big Data já é quase obsoleto, visto a quantidade de dados e a velocidade com que as coisas acontecem. Agora imagine: uma simples informação postada no Facebook atinge o ‘global’ em minutos, e talvez esse post aponte também um importante dado sobre o seu consumidor. Onde você vai estar quando isso acontecer? Espero que não produzindo aquele antigo relatório de vendas. Essa mera postagem pode revolucionar os seus planos, além de mostrar se aquele cliente ainda pertence ao seu core, ou se está disponível para uma nova oferta. E é importante frisar; para que todo esse processo funcione, um toque de rapidez e automação são necessários, ou seja a utilização de computação cognitiva.

Pense em um sistema de help desk; uma mesma reclamação leva exatamente sete dias úteis para se resolver. Com a implementação de uma solução cognitiva isso pode ser automatizado e o tempo de resposta diminuído consideravelmente. Depois de coletar e entender as informações, a máquina pode resolver e concluir os chamados de determinados problemas, ou seja, se for o caso, acionar um técnico humano para indicar a melhor solução. Agora pense no impacto percebido para os usuários desse sistema, suas solicitações serão respondidas mais rapidamente, com solução personalizada e efetiva, isso aumentará a satisfação e engajamento.

Há área financeira, o que pode ser melhor do que saber a hora exata em que um correntista procura um financiamento imobiliário, já que vai se casar no próximo ano. Melhor que isso é surpreender o cliente com a oferta certa no momento mais oportuno. É conhecer de ponta a ponta a vida e a jornada do seu cliente.

Note que a questão não é puramente TI, mas sim o modelo de negócio. Por que as fintechs fazem tanto sucesso? Mesmo com toda inovação que aplicam, seu modelo prioriza o cliente, o core de sua estratégia pode ser resumido em algumas palavras: usabilidade e experiência do cliente combinada com analytics, ou seja, inovação baseada em dados. Mas se é só isso, por que a solução cognitiva? Para que haja capacidade de processamento e análise de informações de forma mais precisa e inteligente.

A tecnologia não vai tirar o seu emprego

Não espere ver as estimativas de desemprego subindo com o uso de tecnologias cognitivas, ao contrário, aguarde por um mar de oportunidades. Projetos para conhecer a fundo e alavancar o ciclo de vida do cliente só estão em níveis insipientes por falta de recursos qualificados. Ou seja, a mão de obra do futuro. O cientista de dados, por exemplo, será, sem dúvida, um dos cargos – se já não o é – de maior necessidade nas empresas. Esse profissional é um estatístico que possui conhecimento de negócios, um ser humano que não vai apenas analisar dados, ele vai estudar e entender como pode gerar valor e receita para a organização.

A computação cognitiva chegou para facilitar o nosso trabalho, seu uso é dedicado à realização de atividades repetitivas e com baixo conhecimento intelectual. E daqui para frente, ainda que essas máquinas estejam em um momento de aprendizado, até o instante em que imagens, sentimentos e ações puderem ser interpretadas, os seres humanos estarão em posições estratégicas. Soluções cognitivas existem para ocupar gaps e auxiliar o mercado a direcionar os talentos humanos para competências que requeiram altos níveis de conhecimento. Não se preocupe, as máquinas serão suas colegas de trabalho, mas não ocuparão a sua mesa.

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Ingram Micro marca presença no IBM Systems Technical University Brasil

Entre hoje, 18, e quinta-feira, 20 de outubro, acontece em Atibaia-SP, o IBM Systems Technical University Brasil, evento realizado pela IBM para atualizar os profissionais sobre a evolução e o potencial de aplicação de suas principais tecnologias. A Ingram Micro, subsidiária do maior distribuidor mundial de tecnologia, participa do encontro e mostra o portfólio de produtos e soluções da fabricante. No dia 19, realiza, ainda, um café da manhã com parceiros e executivos da IBM para discutirem sobre assuntos que visam a melhoria no desenvolvimento dos negócios conjuntos e na forma de apoiá-los.

“Sempre procuramos conhecer nossos revendedores, ouvir suas necessidades e ajudá-los a fazer negócios. Esse evento é uma ótima oportunidade para isso e para ficarmos alinhados com as soluções e estratégias da IBM. Vamos aproveitar para criar uma aproximação ainda maior entre nossas revendas, nossos clientes finais e os executivos da IBM”, declara Diego Utge, VP & Brazil Chief Executive da Ingram Micro.

O IBM Systems Technical University Brasil acontece no Hotel Bourbon Convention & Spa Resort e apresenta as principais novidades de IBM Systems na área de hardware, computação cognitiva, cloud computing, analytics, mobile, social business e segurança da informação. São mais de 200 sessões de capacitação, certificações e laboratórios para troca de experiências e melhores práticas com os líderes de mercado.

IBM Systems Technical University Brasil

Local: Hotel Bourbon Convention & Spa Resort – Atibaia
Data: de 18 a 20 de outubro de 2016

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Wipro HOLMES: Plataforma de Computação Cognitiva da Wipro chega ao Brasil

A Wipro Limited (NYSE: WIT, BSE: 507685, NSE: WIPRO), empresa global líder em Tecnologia da Informação, Consultoria e Serviços de Processos de Negócios, anuncia no mercado brasileiro a plataforma holística de inteligência artificial o Wipro HOLMES. A plataforma é um conjunto e aplicações (APIs) de computação cognitiva focada no desenvolvimento de agentes virtuais digitais, sistemas preditivos, automação de processos cognitivos, aplicativos de computação visual e a virtualização de conhecimento.

O objetivo da computação cognitiva é permitir o uso de dados e transformá-los em informação e conhecimento, além de auxiliar na tomada de decisões. Para chegar a esse nível, as empresas precisarão estar preparadas para adquirir e processar qualquer tipo de dado. No entanto, é preciso atenção, já que as informações chegarão de variadas fontes e em diferentes formatos, e por isso, exigem abordagens diferentes para o seu processamento. Uma vez que tais dados estejam preparados, os parâmetros do negócio são aplicados a fim de fornecer o insight escondido nos dados analisados. Para isto, são aplicados algoritmos que identificam padrões de comportamento, e através destes padrões, orientar as decisões e as ações com os dados processados.

Em um primeiro momento, o foco do Wipro HOLMES é auxiliar a mão de obra humana a desenvolver tarefas que não necessitem de grande conhecimento intelectual, ou seja, a plataforma aprende certas atividades e as executa de maneira natural; atualmente sua capacidade de otimização de mão de obra pode chegar a 1.5x a força de trabalho de uma pessoa. E dentro da divisão das classes da inteligência artificial, esse é denominado como Classe 1; mas para a Wipro, que já investe em pesquisa e desenvolvimento da plataforma HOLMES desde 2010, o HOLMES caminha para sua evolução: a Classe 2, em que depois de programada para suas atividades, a solução capta os dados gerados, analisa possíveis desvios, reconhece as ações a serem tomadas e interage com o analista – humano – para, a partir desses insights, colocar tudo em prática. “A aplicação da computação cognitiva, seja no Brasil ou em LATAM, está apenas no começo, mas a Wipro já entende as oportunidades e espera que o mercado reconheça o imenso ganho competitivo que o HOLMES pode trazer a cada indústria”, afirma Ankur Prakash, VP de New Growth e Emerging Markets da Wipro.

A oferta da Plataforma HOLMES da Wipro abrange cinco grandes áreas para aplicação de inteligência artificial e faz uso de capacidades cognitiva:

1. Interação Natural Humana: HOLMES usa tecnologias de reconhecimento visual para interagir/conversar com os seres humanos, a solução é orientada a diálogos, e por meio do aproveitamento de interfaces da linguagem natural do usuário e da combinação da realidade para imitar a interação humana.

2. Interpretação do Conhecimento e Significado: o sistema do HOLMES cresce conforme a inclusão de informações e a interpretação desse conhecimento. O sistema aplica mapeamento semântico para criar estudos automatizados, a fim de automatizar o conhecimento construção do modelo. Mais importante, o sistema pode identificar e ligação a fontes de dados internas e externas relacionadas.

3. Geração de inteligência e hipótese algorítmica: Por meio de algoritmos de reconhecimento de padrões, cálculos de estudos da evolução de fenômenos e modelos probabilísticos, o sistema leva o trabalho pesado para fora da ciência de dados para gerar automaticamente hipóteses e validar soluções potenciais. O resultado – simulações de cenários ricos e modelos de antecipação que podem ser refinados ao longo do tempo com os dados históricos. As técnicas incluem a aprendizagem de máquina – machine learning, classificação e pontuação, filtragem suave e estatística.

4. A aprendizagem contínua e adaptativas: Usando machine learning aplicado, machine learning interativo e redes neurais, o HOLMES pode identificar novas fontes de informação relevantes e expandir o seu corpo de conhecimento.

5. Raciocínio: O senso comum prevê a capacidade de simular o raciocínio formal. Extraindo o gráfico de conhecimento através de passagem e de inferência profunda resultandos nos primórdios do raciocínio baseado em ontologia, ou seja, em estudo.

Um estudo sobre o Wipro HOLMES e suas aplicações está disponível (em inglês) para download no link – www.constellationr.com/research/holmes-puts-wipro-forefront-cognitive-computing

Para mais informações sobre a plataforma acesse www.wipro.com/holmes

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FAPESP e IBM financiam pesquisa em computação cognitiva no Brasil

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e a IBM Brasil firmaram um Acordo de Cooperação para compartilhar investimentos de até US$ 500 mil, ao longo de 10 anos, a serem utilizados em projetos de pesquisa científica e tecnológica na área de computação cognitiva em universidades e institutos de pesquisa. Um comitê conjunto formado po r representantes da FAPESP e da IBM conduzirá a avaliação e seleção de projetos apresentados em resposta a Chamadas de Propostas a serem lançadas periodicamente.

Cada Chamada terá foco em temas específicos da área de computação cognitiva, como teoria e aplicações de inteligência artificial, processamento de linguagem natural, planejamento e raciocínio de bom senso e análise de big data, entre outros. Poderão participar das Chamadas pesquisadores de instituições de ensino superior e pesquisa no Estado de São Paulo. Mais detalhes sobre a apresentação de projetos serão divulgados em edital a ser publicado proximamente.

A computação cognitiva é considerada a Terceira Era Computacional, pois seus sistemas se aproximam da forma humana de pensar, interagir e aprender, extraindo conhecimento de dados não-estruturados com origem em fontes distintas em formato de texto, imagem e vídeos. Com a computação cognitiva é possível extrair conhecimento de um vasto volume de dados que pode contribuir para a solução de problemas complexos da humanidade, como o esgotamento de recursos ambientais, a prevenção e o controle de doenças, além da pobreza. A plataforma de computação cognitiva da IBM, o Watson, tem liderado as experiênci as em escala comercial desta tecnologia com diversas companhias no mundo.

“A parceria para selecionarmos propostas de pesquisa a serem cofinanciadas pela IBM e FAPESP abre grandes possibilidades para a comunidade científica de São Paulo interagir com pesquisadores de uma das empresas mais avançadas em ciência e tecnologia na área de sistemas cognitivos. O Laboratório de Pesquisa da IBM em São Paulo vai contribuir para o aumento da abrangência em pesquisa desta tecnologia no Estado”, diz Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP.

Para Ulisses Mello, diretor do Laboratório de Pesquisa da IBM Brasil, o acordo com a FAPESP consolida a missão da multinacional de incentivo e fomento para desenvolvimento da ciência e tecnologia no País, onde há cinco anos a empresa instalou seu centro local de pesquisa. “Queremos desenvolver um ecossistema de inovação em computação cognitiva no Brasil pela relevância e impacto do assunto na sociedade, tanto que os projetos selecionados estarão desprendidos de qualquer compromisso com propriedade intelectual com a IBM”, afirma.

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