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16 milhões de brasileiros acessam a internet enquanto assistem à televisão, aponta IBOPE Media

O fenômeno de acessar a internet enquanto assiste à televisão é um comportamento que vem se consolidando entre os internautas e, segundo o estudo Social TV, já é uma realidade para 16 milhões de brasileiros.

Desenvolvido pelo IBOPE Media para compreender os hábitos entre os que consomem conteúdo televisivo em diferentes plataformas, a pesquisa aponta que, embora a troca de mensagens por meio dos comunicadores seja a principal atividade online destes indivíduos simultâneos, 38% desses consumidores fazem comentários nas mídias sociais sobre os programas que estão assistindo na TV. Um aumento absoluto de 136% em relação a 2012, quando o IBOPE Media divulgou a primeira pesquisa sobre o tema.

De forma geral, o público feminino e os jovens se mostraram mais propensos a realizar atividades simultâneas que envolvam a sociabilização e o entretenimento. Analisando os dados das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, concluiu-se que 65% das pessoas que comentam sobre um determinado programa durante sua transmissão são mulheres e 66% estão na faixa dos 10 a 29 anos de idade.

Os fatos engraçados geralmente são os mais comentados – 64% dos paulistas e cariocas acreditam que esse tipo de episódio é o que mais gera repercussão, seguido dos eventos polêmicos (44%) e trágicos (25%). Ainda em São Paulo e no Rio de Janeiro, o estudo aponta que 80% do público que faz comentários enquanto assiste à TV já trocou de canal ou ligou a televisão para ver um programa que foi sugerido ou comentado em uma mensagem que recebeu pela internet.

Sobre o IBOPE Media
Maior empresa de pesquisa de mídia na América Latina, o IBOPE Media oferece soluções em audiência, investimento publicitário e planejamento de campanhas. Há 72 anos, a empresa disponibiliza informações fundamentais para a tomada de decisão nos negócios de mídia e se renova constantemente para retratar a evolução do consumo dos meios, em diferentes plataformas.

O IBOPE Media emprega aproximadamente 3.500 colaboradores e possui operações em 16 países na América Latina e um escritório em Miami (EUA). Acesse www.ibope.com para mais informações.

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6 dicas de como aproveitar o Ciência sem Fronteiras

Por Eduardo Cetlin*

Em 2012, quando recebi a incumbência de receber os estudantes brasileiros que fariam estágio de três meses na Amgen dos Estados Unidos, via Ciência sem Fronteiras, percebi que esta era uma grande oportunidade para o desenvolvimento de novos talentos. A empresa acredita no poder transformador do projeto, principalmente para uma indústria tão inovadora como a farmacêutica de biotecnologia. Presente no Brasil desde 2009, a Amgen foi pioneira ao falar sobre biológicos e logo identificou a necessidade de fomentar a educação e a pesquisa científica no país.

Por isso, a participação no Ciência sem Fronteiras seria estratégica. Poderíamos mostrar aos jovens ainda em formação, e com pouco conhecimento prático, como funciona uma indústria de biotecnologia e o desenvolvimento de biológicos. Essa experiência fortaleceria a expertise nacional e incentivaria mais estudantes a buscar aprofundamento científico na área. Foi nesse cenário que nos tornamos a primeira indústria farmacêutica a apoiar o Ciência sem Fronteiras.

De lá para cá, a companhia já recebeu 27 estudantes nos Estados Unidos, que estagiaram em vários departamentos. Adotamos uma postura disciplinada no apoio a esses estudantes e nossa experiência tem sido excepcional, – um caso de estudo para muitas outras empresas. A razão para esse sucesso está em nossa abordagem: damos atenção especial para que eles possam aprender, entregar resultados, desenvolver sua rede de relacionamentos e decidir o que querem para o futuro. Seguem as principais dicas de como as empresas podem aproveitar o Ciência sem Fronteiras da melhor forma possível:

1. Tratar estudantes como profissionais da empresa: Todos os jovens assim que entram na Amgen são tratados como funcionários Amgen, por isso recebem projetos e trabalhos estruturados com prazos, apresentações e compromissos formais. É importante fazê-los entender as questões e os desafios de uma grande companhia para que assimilem particularidades do negócio de biotecnologia e se sintam parte da empresa.

2. Oferecer projetos desafiadores: o estágio não pode ser tratado como um cargo operacional nesse programa. A Amgen aloca esses jovens em projetos relevantes para a companhia e que oferecem excelentes oportunidades de aprendizagem e crescimento profissional. Essas atividades possuem princípio, meio e fim, o que proporciona acompanhamento e resultados concretos. Dessa forma, os estudantes se enxergam como membros ativos dentro da empresa ao entender o porquê de suas tarefas e compreender o impacto que podem exercer no negócio.
3. Ajudar na adaptação do mercado corporativo: Muitos dos estudantes têm o primeiro contato com o mundo empresarial pelo Ciência sem Fronteiras e para completar vivenciam tudo isso em um país de língua estrangeira. Trabalhamos para que entendam a importância de darem o salto do conhecimento acadêmico para o uso aplicado deste conhecimento visando a geração de benefícios concretos para a sociedade. Os resultados mostram que esses jovens melhoram a capacidade de comunicação executiva e interpessoal, principalmente, ao explicar conceitos científicos complexos para não-cientistas, e na adequação de textos e apresentações de acordo com o tipo de audiência.

4. Investir em mentoria: Todos os participantes trabalham sob a coordenação e mentoria de profissionais experientes, comprometidos com o aprendizado e crescimento profissional dos estudantes. Eles também recebem coaching semanal de líderes e se relacionam com a alta gerência da Amgen.

5. Fomentar laços com o Brasil: Durante o estágio, o contato com os líderes da Amgen no Brasil é frequente. O objetivo é manter o vínculo desses jovens com os negócios que acontecem na filial brasileira. Além disso, os participantes são recebidos por todos os executivos da empresa no Brasil quando voltam para o país com o intuito de apresentar a empresa e os negócios brasileiros e estreitar os laços para futuras vagas com o perfil dos participantes.

6. Dar apoio logístico: Sabemos também que uma estrutura básica de apoio logístico é necessária para que os estudantes possam ter sucesso no trabalho. É por isso que nosso programa de estágio oferece benefícios que incluem salário, moradia, ajuda de custo com transporte e acesso ao centro de fitness dentro da Amgen. Como estão longe de casa, e com limitada inserção na comunidade local, a Amgen oferece também atividades sociais nos fins de semana para ajudar a construir um espírito de coleguismo e trabalho em equipe entre eles.

Esperamos que outras empresas também passem a ver o apoio aos estudantes do Ciência sem Fronteiras como uma forma de contribuir para a formação dos inovadores do amanhã e que invistam na preparação e formação dos mesmos com seriedade e compromisso. Como disse Peter Drucker, um dos grandes gurus da administração moderna, “a melhor maneira de prever o futuro é criá-lo”. É com orgulho que vemos um grande amadurecimento nos nossos estagiários. Muitos saem daqui com bastante clareza a respeito da carreira que querem desenvolver e não me restam dúvidas que voltam para o Brasil com uma perspectiva muito mais ampla para o futuro deles mesmos e do país como um todo.

*Eduardo Cetlin é Diretor de Responsabilidade Social da Amgen

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eBay oferece wi-fi grátis em grandes aeroportos brasileiros

A partir deste mês, eBay lança parceria com a Boingo Wireless para oferecer Wi-Fi de graça aos passageiros dos aeroportos Guarulhos de São Paulo e Galeão do Rio de Janeiro. A ação apresenta também aos usuários, o novo formato de compras do eBay, Collections.

Com Collections, o eBay oferece uma espécie de curadoria, onde os consumidores selecionam objetos, itens, roupas, entre outras opções, que despertam sua paixão interna e assim podem criar sua própria coleção. Além disso, podem acessar diferentes coleções, e assim, explorar a plataforma baseada nos interesses comuns com outras pessoas.

Para acessar o Wi-Fi basta entrar na plataforma da rede Boingo, selecionar uma paixão entre as opções; moda masculina, moda feminina, videogames e consoles, eletrônicos, inspire-se e ofertas do dia. Quando o usuário seleciona a opção, a rede o direciona para a página correspondente do eBay, para os consumidores descobrirem o novo formato de compras, personalizado às paixões de cada. O Wi-Fi já está disponível e pode ser acessado via o website ou dispositivo móvel.

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Número de pessoas com acesso à internet no Brasil supera 120 milhões

Uma nova estimativa da Nielsen IBOPE aponta a existência de 120,3 milhões de pessoas com acesso à internet no país. O número é 18% maior que a estimativa divulgada um ano antes, que era de 102,3 milhões, no primeiro trimestre de 2013 e 14% maior que a última divulgação, que tinha sido de 105,1 milhões, referente ao segundo trimestre de 2013.

Evolução do número de pessoas com acesso em qualquer ambiente, em milhões – Brasil –– primeiro trimestre de 2013 e primeiro trimestre de 2014

Considera pessoas de 2 a 15 anos de idade com acesso à internet por meio de computadores em domicílios e considera pessoas de 16 anos ou mais com acesso à internet por meio de computadores em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, lan houses, escolas, igrejas e outros)
Fonte: Nielsen IBOPE

Ao dividir em faixas etárias os brasileiros com acesso, o maior grupo é o de 25 a 34 anos de idade, que representa 22% do total.

Segundo o analista José Calazans, da Nielsen IBOPE, o crescimento do acesso à internet no Brasil ocorre principalmente nos domicílios. “O aumento recente do acesso à banda larga em residências trouxe mais brasileiros para a internet em 2014”, informou o analista.

O Brasil já tem 87,9 milhões de pessoas que moram em domicílios com acesso à internet, com um crescimento anual de 19%. Desse total com acesso domiciliar, 55 milhões foram usuários ativos em junho de 2014. Um quarto dos usuários ativos em residências no Brasil já utilizam banda larga com capacidade superior a 8 Mb.

Quando se considera o conjunto das pessoas que têm acesso no trabalho ou em domicílios, 90,8 milhões de pessoas já têm acesso e 64,4 milhões foram usuárias ativas em junho, o que representou um aumento de 9,4% sobre os 58,9 milhões do mês anterior e de 18% sobre os 54,4 milhões de junho de 2013.

Evolução do tempo de uso por pessoa, número de usuários ativos e número de pessoas com acesso – Brasil – trabalho e domicílios – maio e junho de 2014

Copa do Mundo
Os primeiros dias da Copa do Mundo apresentaram um forte impacto sobre a audiência nos sites de esportes apurada no mês de junho. O número de usuários únicos no Brasil da categoria Esportes aumentou 30% entre maio e junho de 2014 e chegou a 24,6 milhões, em casa ou no local de trabalho.

Evolução do número de usuários únicos da subcategoria Esportes – Brasil – trabalho e domicílios – janeiro a junho de 2014
Fonte: NetView, Nielsen IBOPE

As páginas que mais se destacaram entre os internautas em junho foram as que traziam as tabelas de jogos e de classificação das seleções e as que publicavam informações e vídeos sobre as jogadas polêmicas do mundial. Outros conteúdos que também fizeram sucesso foram os relacionados à compra de ingressos e aos memes de piadas que foram distribuídos nos sites sociais sobre os jogadores e as seleções.

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Recém-lançado, aplicativo brasileiro WhatSAC recebe premiação mundial

Recém-lançado no mercado corporativo, o WhatSAC é um software de troca de mensagens instantâneas com foco corporativo que vem conquistando o segmento de atendimento ao cliente, principalmente no setor varejista. O WhatSAC foi desenvolvido para aprimorar e agilizar a comunicação no serviço de atendimento ao cliente (SAC) e já é utilizado por grandes marcas do varejo. A plataforma foi desenvolvida pela Peopleway, empresa de tecnologia digital com mais de 8 anos no mercado, especializada em soluções promocionais e aplicativos para dispositivos móveis para todo o setor empresarial.

“O WhatSAC é uma plataforma web de mensagem instantânea que aprimora o relacionamento da empresa com o consumidor. Inédito e exclusivo, a sua utilização é gratuita para o consumidor e, além de ser compatível com os sistemas Android e iOS, pode ser utilizado por qualquer segmento corporativo”, afirma o diretor da Peopleway, Rodrigo Braga.

Recentemente, a plataforma de atendimento online foi vencedora da etapa nacional do WSA Mobile 2014, na categoria m-Business & Commerce, como melhor conteúdo digital, recebendo também o reconhecimento da Secretaria de Estado das Pessoas com Deficiência de São Paulo por ser um aplicativo que amplia o acesso a deficientes auditivos ao serviço de atendimento ao cliente das empresas. “Agora, representaremos o Brasil na competição global, que será sediada em Abu Dhabi”, destaca Braga.

Para este ano, a empresa busca ampliar o alcance da ferramenta nos mais diversos segmentos do mercado. “O WhatSAC foi uma resposta ao declínio do mercado de SMS e, consequentemente, à ascensão dos aplicativos de mensagens de texto instantânea. Esse produto é pioneiro no mundo e deve ser a tendência para os próximos anos em comunicação corporativa”, conclui Rodrigo.

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Pesquisar é a palavra-chave nas compras online, recomenda camara-e.net

As compras online estão se tornando cada vez mais comuns no Brasil. Só no primeiro semestre deste ano, 5,09 novos milhões de usuários compraram pela Internet pela primeira vez, e o setor faturou no período R$ 16,06 bilhões (dados da 30ª edição do relatório Webshoppers). Com a popularidade crescendo a cada dia, é natural que aumente o número de lojas virtuais e o consumidor se sinta atraído pelas ofertas tentadoras de preços baixos. “Mas para fazer uma compra segura, é aconselhável pesquisar muito”, recomenda Elizabeth Andreoli, coordenadora do Comitê de Varejo Online da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). “Principalmente nos períodos que antecedem datas comerciais, como o Dia das Crianças, Dia das Mães, dos Pais e Natal”.

Para o Dia das Crianças, que está se aproximando, as ofertas em brinquedos, videogames, roupas e acessórios para a garotada já começam a aparecer. Para não cair em ciladas, a palavra-chave é pesquisar. E isso vale tanto para as lojas físicas, quanto para as lojas virtuais. No caso do comércio eletrônico, Elisabeth explica alguns passos importantes para aproveitar o melhor das promoções sem levar uma dor de cabeça de brinde:

1) Pesquise sobre a reputação da loja ou site que você escolheu. O Procon traz uma lista atualizada mensalmente de sites não recomendados (http://sistemas.procon.sp.gov.br/evitesite/list/evitesites.php).

2) Consulte os sites que comparam preços, produtos e serviços. Eles são excelentes fontes de informação, e os melhores estão constantemente atualizados.

3) Tenha antivírus, antispyware, firewall e tudo o que for possível para evitar que qualquer usuário mal-intencionado tenha acesso a suas informações.

4) Procure usar sites que tragam serviços de pagamento de renome.

5) Faça contato telefônico com a loja e verifique se ela tem endereço, telefone fixo ou filial física. Observe informações como razão social, CNPJ e confirme esses dados no site da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov.br). Se a situação estiver “baixada”, “cancelada” ou “inativa”, desista da compra.

6) Leia as condições de prazos de entrega e a política de trocas e devoluções antes de fechar a compra. Se tiver dúvidas, ligue para a loja para saná-las.

7) Verifique se a loja possui conexão de segurança nas páginas em que são informados os dados pessoais do cliente como nome, endereço, documentos e número do cartão de crédito. Geralmente essas páginas são iniciadas por https:// e o cadeado está ativado (ícone visualizado em uma das extremidades da página). Clique no cadeado e observe se a informação do certificado corresponde ao endereço na barra de navegação do computador.

8) Procure imprimir todos os passos da compra, inclusive o e-mail de confirmação.

9) Use o bom senso. Ofertas milagrosas ou muito diferentes dos preços praticados no mercado podem trazer armadilhas para o comprador.

Observados estes cuidados, o e-consumidor poderá realizar sua compra de forma segura e com um risco baixo de sofrer qualquer percalço. “Os varejistas têm se esmerado no planejamento de cada etapa do processo de comercialização na rede. O resultado é uma melhora expressiva no relacionamento com o consumidor. Nos últimos anos, a partir de pesquisas e inputs dos próprios compradores, avançamos muito. Mas vamos melhorar muito ainda”, completa Elizabeth.

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Estudo da IDC aponta recorde de vendas de smartphones no Brasil no segundo trimestre de 2014

A IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, divulga os dados consolidados do mercado de celulares no Brasil no 2º trimestre de 2014. De acordo com o estudo Mobile Phone Tracker Q2, foram vendidos 17.9 milhões de aparelhos entre os meses de abril e junho, sendo 13.3 milhões de smartphones (75%) e 4.6 milhões de feature phones (25%). Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve aumento de 22% nas vendas de smartphones e queda de 16% nas vendas de feature phones. “O resultado do segundo trimestre para smartphones ficou acima da nossa previsão e representa um recorde de vendas não só no Brasil, mas no mundo inteiro. É a primeira vez que o País entra nesse patamar de 13 milhões e o mundo ultrapassa a marca de 300 milhões de smartphones vendidos. A expectativa é o bom momento persistir e um novo recorde ser batido nos próximos dois trimestres de 2014”, afirma Leonardo Munin, analista de mercado da IDC Brasil.

Os dados confirmam que a instabilidade vista em outros segmentos da TI e o baixo crescimento da economia não afetaram a categoria de smartphones. Para o analista da IDC Brasil, existem quatro fatores que explicam o momento: aumento do portfólio de produtos aliado à queda nos preços por parte dos fabricantes, um maior investimento dos canais em cima desta categoria – principalmente o varejista, a inclusão deste dispositivo na MP do Bem e a prorrogação da isenção de impostos para smartphones por parte do governo, e o fator principal que é o usuário com um desejo cada vez maior em estar conectado de onde ele estiver.

Dos aparelhos vendidos no 2º trimestre, mais de 90% são Android e o ticket médio ficou em R$ 700.

Será o fim dos feature phones?
Leonardo Munin não acredita no fim dos celulares sem sistema operacional, porém, ressalta que cada vez menos modelos estarão disponíveis no varejo nos próximos anos. Para 2018, por exemplo, a IDC Brasil projeta que essa categoria de dispositivo não chegue a 5% do volume total do mercado. Até o final do ano, a previsão é que 3/4 das vendas sejam de smartphones e apenas 1/4 de feature phones. Para ele, a chegada de produtos com preços mais atrativos e com configuração mais potente está acelerando a migração de feature phones para smartphones. A título de comparação, em 2013, dos celulares vendidos 53% eram smartphones e 47% feature phones. Para esse ano, a projeção é de 75% de smartphones e 25% de feature phones. Historicamente, as vendas de smartphones no Brasil sempre vinham atrás da média da América Latina e mundial. “Desde o terceiro trimestre de 2013, no entanto, ocorre uma inversão e hoje a participação de smartphones no mercado de celulares no Brasil é maior tanto da média da região como da média mundial”, afirma o analista.

Crescimento dos phablets
Segundo o analista da IDC Brasil, o smartphone com tela acima de 5 polegadas, o chamado phablet, também já caiu no gosto dos brasileiros. “Os aparelhos inteligentes estão se tornando cada vez mais um ‘computador de bolso’ e, quanto maior a tela, mais cômodo é para o usuário navegar pela internet, ler conteúdos, assistir vídeos e jogar”. A tendência dos phablets pode ser confirmada pelo crescimento das vendas: 128 mil aparelhos em 2012, cerca de 2.2 milhões em 2013 e, para 2014, a expectativa é que as vendas cheguem perto dos 5 milhões de dispositivos.

Acompanhe a IDC no Twitter: http://twitter.com/idcbrasil

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É possível existir cidades sem automóveis?

Por Jorge Abrahão*

Helsinque, na Finlândia, quer provar que sim, revolucionando a mobilidade urbana para que seus habitantes prefiram o transporte público ao individual.

Em maio deste ano, o governo federal anunciou novas medidas de estímulo à produção industrial para tentar manter o emprego e a renda em alta. Como já ocorreu nas vezes anteriores, o “remédio” virá por meio de incentivos fiscais a setores da indústria e, novamente, o mais beneficiado será o setor automotivo. Desta vez, a maior parte dos benefícios foi direcionada para os veículos incluídos no Regime Automotivo do Mercosul, com a redução nas alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Essa redução vale até o final do ano.

Manter aquecido o mercado de automóveis é uma necessidade das economias de alguns países emergentes, como o Brasil. Aqui, as montadoras mantêm mais de 130 mil empregos. E cada emprego criado na indústria montadora pode gerar outros dez postos de trabalho no amplo universo da indústria automotiva, da mineração ao comércio. Os cálculos são da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

A Receita Federal estima que o Tesouro Nacional deixou de arrecadar, este ano, só por conta desses incentivos aos carros, mais de R$ 1 bilhão. No geral, ainda segundo esse órgão, a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2014 previa um gasto tributário de quase R$ 250 bilhões, correspondendo a 5% do PIB ou a dez vezes o gasto com o Bolsa Família, que atende 50 milhões de pessoas.

Algumas isenções são pertinentes, pois envolvem desonerações de importações de equipamentos de alta tecnologia, incentivo a segmentos econômicos de alta inovação ou com grande potencial de inclusão social. Mas outros, não seria o caso de a sociedade se perguntar se vale a pena pagar por eles? Porque, em última instância, é isso o que acontece: carros mais baratos são financiados pelos impostos de todos. É isso o que queremos neste momento? Não haveria outras maneiras de se manter emprego em alta com o estímulo a setores que também ajudem a construir a economia do futuro? Ou será que não há saída para a nossa indústria e as nossas cidades que não a produção indiscriminada de automóveis?

Essas reflexões me vieram à mente quando li recentemente que a capital da Finlândia, Helsinque, quer se livrar dos carros individuais até 2025. Claro que não vai impedir nem proibir a aquisição de veículos pelos cidadãos. Todavia, pretende promover uma revolução na mobilidade de tal maneira que as pessoas prefiram o transporte público ao individual.

Menor desigualdade ajuda

A Finlândia é um país da Escandinávia, no norte da Europa, que ocupa o 24º lugar no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), com 0,879 (muito alto). Ajustado pela desigualdade, novo cálculo introduzido este ano pela ONU, o IDH da Finlândia fica em 0,830, mantendo o país na mesma classificação. Portanto, trata-se de uma nação com baixo índice de desigualdade e bem-estar distribuído de forma bastante igualitária para toda a população.

O projeto de Helsinque para livrar as suas ruas dos carros até 2025 (em onze anos, portanto) usa respeito à cidadania, bom senso e aplicativos de internet, bem como melhoria ainda maior dos transportes públicos.

A ideia é tornar o transporte público tão eficiente que nenhum morador da cidade pense em utilizar carro quando precisar se locomover pelas ruas da capital, não importa a distância a percorrer. Para tanto, o ônibus, o veículo leve sobre trilhos (VLT), o trem ou outra forma de mobilidade pública será transformada numa estrutura mais personalizada e prática, com o uso da tecnologia e da internet.

O funcionamento será assim: todos os modais oferecidos pela prefeitura serão interligados e gerenciados por um software para evitar atrasos, prevenir acidentes e avisar os usuários com antecedência sobre problemas ocorridos nas diversas linhas. Esse software poderá ser baixado no celular, no computador pessoal ou acessado em locais públicos, como praças, bancos, shoppings e escolas. Os usuários conseguirão ter acesso aos horários, trajetos e outras informações por meio desse aplicativo.

Pelo celular, o usuário também poderá solicitar ao motorista parada fora do ponto, com antecedência, para maior comodidade, como já existe num serviço de micro-ônibus na cidade. Esse aplicativo também permite o aluguel de bicicletas, o agendamento de táxis e o compartilhamento de automóveis.

Muitos podem pensar que essa solução só é possível para uma cidade como Helsinque, que tem em torno de 500 mil habitantes. Entretanto, aqui no Brasil não temos soluções criativas de mobilidade nem em cidades menores. Então, a questão é de vontade política.

Em São Paulo, os motoristas de ônibus já são obrigados por lei a parar fora do ponto para idosos, gestantes e pessoas com deficiência. Por que não aproveitar o potencial da tecnologia e da internet para estender essa comodidade a todos?

* Jorge Abrahão é diretor-presidente do Instituto Ethos.

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Jovens profissionais compartilham experiências em site

Um espaço com informações que facilitam a tomada de decisão em dilemas da vida profissional. Essa é a proposta do site Jovens Executivos (www.jovensexecutivos.com), que promove a troca de experiências entre profissionais por meio de depoimentos enviados por leitores da página.

Dificuldades, incertezas, medos, conquistas e metas de quem procura crescer na profissão. Toda experiência pode fazer parte do conteúdo do Jovens Executivos e qualquer pessoa pode participar.

Com o objetivo de mostrar outras perspectivas e contribuir para a tomada de decisões relacionadas à carreira, o site é uma ferramenta de aprendizado e divulgação de ideias relacionadas à profissão e aos negócios.

“A internet é o maior meio de busca para os jovens das gerações Y e Z, mas buscar algo específico em termos de experiências de outros profissionais é muito difícil. Percebi que eu mesma tinha dificuldade de tomar minhas decisões sem buscar informação e, uma vez que os resultados das buscas eram limitados, resolvi que seria importante abrir um canal de comunicação entre jovens”, afirmou Ana Carolina Carvalho, idealizadora do Jovens Executivos.

Para mandar um relato, o colaborador deve ir à seção “Enviar Entrevista”, onde responde um questionário e conta sua história. A página recebe os depoimentos, seleciona os casos mais interessantes e realiza entrevista com as pessoas escolhidas.

Os casos são publicados em uma das seis categorias do site: Liderança, Governança, Empreendedorismo, Comportamento, Inovação e Carreira. Além de ter o depoimento publicado, o jovem que envia sua experiência ganha um desenho exclusivo, usado também como ilustração da matéria.

Atualmente, o Jovens Executivos já conta com relatos em todas as categorias do site. Um deles é o caso da médica Juliana Chaib Ferreira Jorge, que conta como decidiu seguir os passos do pai, dermatologista, após ter aulas com ele durante a graduação e ao aproveitar o convívio em casa e na universidade para crescer profissionalmente.

Experiências que não deram certo e as lições decorrentes delas também estão no site, como a história do engenheiro de informática Tiago Aguirre. Em 1996, ele desenvolveu um software para gestão de obras que, apesar de ter sido um programa inovador, tornou-se obsoleto em uma época na qual poucas empresas brasileiras tinham infraestrutura e conhecimento para receber uma tecnologia que necessitava do uso de internet.

Histórias como a de Tiago e Juliana ilustram parte do conteúdo diversificado publicado pelo Jovens Executivos, que vai desde os desafios de trabalhar em uma universidade às mudanças no rumo profissional.

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Aprenda 7 dicas para motivar os liderados

No dicionário, a palavra motivação significa o processo de iniciação de uma ação consciente e voluntária. Porém, nem sempre é tão simples estar motivado e, mais ainda, conseguir passar esse sentimento adiante, de acordo com Carlos Aldan, CEO do Grupo Kronberg, empresa especialista em desenvolvimento de líderes e profissionais da linha de frente, assessment e coaching.

É possível trabalhar para que o ambiente tenha boas relações entre subordinados e, assim, a automotivação comece a florescer. Para o CEO, em algumas situações pequenos atos levam à automotivação e podem prevenir uma série de situações desgastantes, como intrigas entre colegas, que por sua vez geram problemas quanto ao trabalho em equipe e rendimento.

Confira as sete dicas do Grupo Kronberg para motivar os liderados:
1 – Encontre um propósito e visão de futuro comum. Existem tarefas rotineiras que podem se tornar maçantes. Por esse motivo, é necessário designar um propósito maior para elas. A tarefa realizada pode ter mais valor se for analisada de uma forma mais abrangente além das metas coletivas e profissionais. Entender o real valor por trás das tarefas é primordial para a motivação.

2 – Demonstre segurança. Se você mostra segurança no que faz, acaba por inspirar o mesmo sentimento em seu colaborador. Ajudá-lo a desenvolver essa segurança é necessário em seu desenvolvimento e essa característica pode ser desenvolvida por meio de treinamentos.
3 – Desenvolva o sentimento de autonomia. Para liderar excepcionalmente é preciso ter as competências básicas de um líder inspirador. Por isso é importante desenvolver o sentimento de autonomia em seu liderado. Dar liberdade para o colaborador criar e mostrar que ele pode assumir as responsabilidades sozinho são ferramentas fundamentais para o engajamento e automotivação.

4 – Relacione-se com o seu liderado. Sem uma boa comunicação, o relacionamento saudável entre colaboradores e líderes pode ser ameaçado. Uma boa comunicação pode ser útil para que o líder veja novos pontos de vista e saiba quais são os desafios internos e externos, o que gera um sentido de “fazer parte da equipe” para o colaborador.

5 – Reconheça trabalhos bem feitos. É preciso reconhecer a tarefa que foi executada corretamente pelo colaborador. Quando isso acontece, ele se sente satisfeito com o serviço realizado, o que engaja seu desenvolvimento e gera melhores resultados para a corporação.
6 – Não seja severo com os erros. É importante que o líder entenda que o “erro” do funcionário é na verdade uma experiência em que ele pode aprender. Penalizá-lo severamente por isso pode ser desmotivador. A ideia é entender o motivo que fez com que ele agisse de forma diferente da esperada e direcioná-lo no caminho certo.

7 – Faça com que os desafios sejam uma motivação na vida da sua equipe. Mostrar para o liderado que existem desafios e há possibilidade de superá-los é uma forma de motivá-lo a seguir em frente, esquecer as diferenças com os colegas e se dedicar para alcançar seus objetivos.

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Baixos salários e escassez de vagas podem inibir troca de emprego

Salários pouco atraentes e vagas em baixa no mercado têm sido as principais constatações dos profissionais para não trocarem de emprego. É o que revela a pesquisa realizada pela Page Personnel, uma das maiores empresas globais de recrutamento especializado de profissionais técnicos e de suporte à gestão, parte do PageGroup.

De acordo com levantamento da consultoria, 21% dos consultados afirmam que os salários oferecidos estão abaixo do esperado, enquanto 18% citam a falta de novas vagas como entraves para trocarem de emprego neste ano. A pesquisa foi realizada com cerca de 460 profissionais técnicos e de suporte à gestão em julho deste ano.

Para Ricardo Haag, gerente executivo da Page Personnel, o crescimento tímido da economia afeta diretamente a criação dos novos postos de trabalho e salários mais atraentes. “Diante do cenário macroeconômico, as companhias não estão conseguindo expandir os negócios e, consequentemente, não criam vagas de trabalho, o que torna o ambiente de trabalho mais competitivo, com maior pressão por resultados. Isso acaba limitando também os salários oferecidos”, explica Haag.

Longos processos seletivos e a concorrência acentuada são mencionados por 14% e 11% dos entrevistados, respectivamente, como motivos que barram a mudança de emprego.
Confira abaixo outras razões:

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5 passos para fugir da recessão com educação financeira

A situação aparentemente é crítica, com o Brasil atravessando um período de recessão técnica, além disso, o sentimento de parte da população, do empresariado e mesmo de parte do político é que o pior ainda se aproxima e, por mais que o brasileiro tenha fama de ser descolado em driblar crise econômica, inflação e orçamento baixo, um clima de medo paira no ar.

Sem dúvida, vale ouro o aprendizado de anos convivendo com condições de instabilidade e incerteza. Mas, agora, num cenário mais favorável que tempos atrás, no qual se tem mais estabilidade, aumento de renda e de poder de compra, é importante combater esse clima de desânimo, pois, caso se torne crescente, pode sim levar à recessão. São nos momentos de baixas que as grandes nações mostram que possuem educação financeira e se projetam para crescer.

Portanto, esse é o momento para ajudar os brasileiros a somarem ao seu típico jogo de cintura a educação financeira – conhecimento que pode ajudar a traçar um futuro com mais qualidade de vida, sem, para isso, ter que abrir mão de realizar, no presente, seus sonhos de consumo e sem se tornar inadimplente. Assim, vamos a algumas orientações de como se passar por esse período:

Crie uma reserva financeira – falar em reserva depois de um momento em que as classes D e E estão em plena ascensão e sentindo, pela primeira vez, o gostinho de ter poder de compra, pode parecer um balde de água fria. Mas não é, pois, no Brasil, boa parte da população também tem comportamento de risco: gasta mais do que ganha e paga quando e como pode, sem perceber que os juros corroem suas finanças. Assim, já é hora de estabelecer prioridades e ter sempre dinheiro guardado para qualquer eventualidade.

Coloque a vida financeira em ordem – equilibrar ganhos e gastos para honrar compromissos financeiros, realizar sonhos e planejar um futuro seguro requer aprendizado, disciplina e uma atitude diferenciada na relação com o dinheiro. Para isso, faça um diagnóstico de suas finanças, fazendo um levantamento com todos os gastos por trinta dias, veja para onde estão indo os excessos e defina sonhos individuais e familiares, juntamente com uma estratégia para atingi-los.

Fuja do ciclo das dívidas – o ciclo do endividamento começa com a compra parcelada – cheque, crediário, cartão. Devido à falta de planejamento, logo se percebe que não vai dar para pagar a fatura do cartão. A tendência, a partir daqui, é buscar alternativas para combater os efeitos e não as causas do problema. Assim, a primeira alternativa, frequentemente, é usar o cheque especial ou pagar a parcela mínima, até chegar ao ponto em que não consegue nem pagar a mínima e o uso do limite do especial ficar extrapolado. A saída mais comum é recorrer a um empréstimo para quitar as dívidas. Com o tempo e os novos gastos, a parcela do empréstimo também passa a não caber mais no orçamento e, assim, chega-se a uma situação limitadora, que tem deixado brasileiros adoentados física e mentalmente.

Alfabetize-se financeiramente – combater as causas do que chamo de analfabetismo financeiro funcional é fundamental para as pessoas terem mais qualidade de vida. Esse combate se faz com ajuda de métodos vivenciais que estimulem mudanças de hábito na forma de administrar o dinheiro que entra e que sai, priorizando os sonhos e não o consumo, como a maioria de nós aprendemos desde criança. Isso exige atitude, disciplina e perseverança e resulta em um novo comportamento com relação ao dinheiro, quebrando o ciclo de gerações de pessoas endividadas e criando uma nova geração de indivíduos equilibrados financeiramente.

Estabeleça objetivos e sonhos – não é porque se está em um período de crise que se deve deixar de sonhar, muito pelo contrário, é fundamental que se tenha sempre, no mínimo, três objetivos para realizar (de curto, médio e longo prazos). Geralmente, em função de crises, as pessoas deixam os sonhos de lado e entram em pânico, o que só piora a situação. Tenha em mente que sempre se deve ter sonhos materiais e não materiais, já que esses são os impulsionadores para a prosperidade.

Em momentos de crise, é imprescindível mostrar à população os caminhos para não cair nas armadilhas do crédito fácil e o elevado estímulo ao consumo. É preciso implementar ações consistentes para conscientizar as pessoas de diferentes faixas etárias e todos os níveis econômicos a lidar corretamente com dinheiro. Só assim serão capazes de fugir da tão falada recessão e realizar seus sonhos de consumo, garantir uma aposentadoria com renda digna e, por que não, alcançar a autonomia financeira, ou seja, trabalhar por prazer e não por necessidade.

Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educação Financeira, da DSOP Educação Financeira autor de diversos livros sobre o tema.

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Como evitar que vírus tomem o controle de PC's e celulares

Se você comprou um computador ou celular novo ou é ligado no seu aparelho antigo, não vai dar mole e desperdiçar parte do seu potencial e comprometer seu desempenho por cuidados que podem ser facilmente adotados, não é mesmo? O aumento do número de ameaças criadas para atacar computadores e smartphones e a recorrência dos casos de sequestros de dispositivos eletrônicos são alertas a quem negligencia sua segurança digital online. Os velhos cuidados já não adiantam mais e, para não se arrepender depois, é melhor optar por programas e aplicativos que se comprometem com a proteção de máquinas e equipamentos eletrônicos.
Algumas ameaças circulam por anos até serem descobertas, como foi o caso do malware Careto, encontrado 7 anos depois de criado e após ter infectado milhares de computadores no mundo inteiro. Por isso, a melhor saída para evitar dor de cabeça e prejuízos é impedir a infecção de PC’s e celulares a ter que limpá-los depois.
PSafe Total e PSafe Internet podem garantir sua proteção online
A defesa proativa e o conjunto de motores de proteção dos produtos da PSafe agem além da busca por vírus e malwares catalogados, eles verificam comportamentos incomuns dos equipamentos que podem sinalizar a existência de problemas e emitem alertas para que você fique ciente do que acontece em suas máquinas. Aliados de peso para garantir sua privacidade e manter suas informações valiosas a salvo de criminosos e espiões.

Dicas para escapar das ameaças que circulam na Internet

1. Acostume-se com o meio digital

Passe a verificar os softwares e APP´s instalados no computador e Android e conheça os programas que rodam no seu dispositivo. Crie o hábito de abrir o Painel de Controle e comprove se nenhum software novo foi instalado sem a sua concordância. Faça o mesmo com seu navegador de internet, abra as configurações e verifique plug-ins e extensões que estão gravados nele.

Se você já usa o PSafe Internet como seu navegador padrão, sempre que um novo software é baixado no seu equipamento, você é avisado por alerta do ‘Gerenciador de Download’. O mesmo vale para seu Android, com a nova aba de sugestão e gerenciamento de aplicativos do PSafe Total Android. Caso perceba a instalação involuntária de algum programa, saiba que seu dispositivo está infectado!

2. Aprenda mais sobre tecnologia

Ela vai guiar o futuro, senão o seu, o do seu filho. Aproxime-se do tema, comece a se aprofundar e aos poucos o assunto não será mais um bicho de sete cabeças. Comece aprendendo a diferenciar vírus, malware, adware, trojan, backdoor e rasomware. Aos poucos estes nomes serão mais familiares para você.

Vírus: código malicioso que possui capacidade de se espalhar pelo Sistema, infectando outros arquivos.

Malware: qualquer software ou APP que altera o funcionamento normal de computadores e smartphones a fim de monitorar e capturar informações.

Adware: programa que se executa automaticamente e exibe anúncios sem a permissão do usuário.

Trojan: comumente respondem por estágios iniciais de infecção. O programa se mantém oculto enquanto baixa e instala ameaças mais robustas. Pode vir em arquivos de música, e-mail ou escondidos em sites maliciosos de download.

Backdoor: programa que abre caminho para acesso remoto ao sistema ou rede infectada de dispositivos eletrônicos.

Ransomware: códigos maliciosos que sequestram arquivos ou todo o sistema da vítima utilizando criptografia.

Depois, conheça as formas mais comuns de infecção de dispositivos eletrônicos e considere-se um conhecedor moderado de segurança da informação.

Phishing: tentativas de ataques por e-mail e websites na tentativa de capturar informações pessoais, como senhas, se passando por empresa ou pessoa confiável.

Drive-by download: downloads realizados sem a autorização do usuário, em alguns casos se faz passar por componente necessário para visualização de páginas e pode infectar até sites legítimos, como aconteceu no exemplo abaixo.

Facebook spam: mensagem falsa de redirecionamento recebida de pessoa conhecida.

IM spam: técnica antiga de spam de redirecionamento em programas de mensagens. O mais atacado hoje é o Skype.

Exploits: comando ou código que se aproveita de vulnerabilidades de segurança existentes em softwares e APP´s para invadir o sistema.

1. Crie o hábito de otimizar seus dispositivos

Apagar arquivos desnecessários e liberar memória de processamento dos equipamentos eletrônicos preserva a potência das máquinas, deixando-as rodando com mais velocidade. Assim, será mais fácil e rápido identificar quando algum problema começar a interferir no seu desempenho.

2. Tenha o hábito de promover varreduras periódicas por vírus

Mesmo sem nenhum sinal aparente de infecção, faça uma varredura profunda por malwares ao menos uma vez por semana. Quanto antes um invasor for descoberto, menor o risco de que seja utilizado para abrir caminho e brechas para novas infecções. Por isso, é importante manter as proteções existentes ativas. Passe o antivírus também em celulares. O PSafe Total Android é o APP de segurança com o maior capacidade de proteger celulares Android de ameaças desenvolvidas especificamente para atacar usuários brasileiros e latino-americanos.

3. Seja proativo e vigilante

Ao perceber algum comportamento suspeito, seja no Android, seja no PC, desconfie imediatamente de um invasor oculto. E para afastar sua suspeita, conte com a ajuda do nosso departamento técnico, faça contato e nós descobriremos se é ou não uma ameaça virtual. O e-mail é: labs@psafe.com.

E, caso tenha baixado um programa que você adora, mas que desperta suspeita de um dos nossos 4 potentes motores de proteção, envie o nome do software ou APP para whitelist@psafe.com e libere sua circulação em toda a rede de proteção da PSafe, após análise do departamento técnico. Depois ter a saúde do programa verificada, você não será mais incomodado com alertas de falsos positivos. Mas fique atento, muitos programas legítimos são hackeados e utilizados para espalhar vírus. E, no Android, a situação é ainda mais complicada, já que para fazer a varredura por APP´s falsos, os FakeID, é necessário ser Root.

4. Divirta-se com a tecnologia

Para aproximar você e o meio digital e criar um canal de comunicação rápido, simples e eficaz, nós temos o Kiper, mascote da empresa, que interage com você nas redes sociais e aparece toda sexta-feira no Blog pode tirar suas dúvidas sobre o universo da tecnologia. Use!

Aos poucos, introduza na sua rotina leituras sobre segurança da informação. Assim, ficará por dentro do que está rolando de mais legal no mundo digital e reconhecer ameaças virtuais vai ser tão fácil quanto notar um resfriado. Você pode começar assinando o RSS do nosso Blog e transformando o PSafe HOME em sua página inicial de Internet. Lá, você encontra mais notícias sobre Tecnologia e pode concentrar, no mesmo ambiente, as notícias que te interessam dos principais portais da internet brasileira.

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Quantidade de transações no e-commerce no Dia dos Pais superou a de 2013

A Braspag, empresa do grupo Cielo e o maior gateway de pagamento para e-commerce na América Latina, realizou um estudo para levantar o comportamento das vendas para o Dia dos Pais e revela que o volume financeiro de transações no e-commerce durante a semana da data comemorativa foi 29% maior em relação ao mesmo período em 2013.

A análise foi em relação ao volume de transações recebidas e, como é esperado pelo comércio eletrônico, a semana que antecede a data serve para aquecer as vendas, mas a semana realmente importante e que superou a do ano anterior, foi a do dia dos pais. A comparação anual mostrou que em 2014, a semana do dia dos pais teve um aumento de 20% da quantidade de transações, contra 16% da que antecede a data.

“O estudo comprova que o comerciante deve estar cada vez mais preparado para datas comemorativas como esta, investindo em diferenciais para atrair o consumidor que, tradicionalmente, está mais disposto a gastar nestes períodos”, conclui Gastão Mattos, CEO da Braspag.

Prova disso, segundo dados do estudo, é que o ticket médio foi 10% maior na semana do Dia dos Pais e 13% maior na semana anterior, em relação ao mesmo período de 2013.

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Congestionamentos no RJ e em SP custam R$ 98,4 bi

O custo dos congestionamentos nas duas principais regiões metropolitanas do país – Rio de Janeiro e São Paulo – ultrapassou R$ 98 bilhões em 2013, valor superior ao PIB de 17 estados, entre eles Espírito Santo, Ceará, Pará e Mato Grosso. O valor equivale a 2% do PIB brasileiro e a 2,3 vezes o investimento previsto na concessão de 7,5 mil quilômetros de rodovias para os próximos 25 anos.

Os dados são do estudo “Os custos da (i)mobilidade nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e São Paulo”, divulgado pelo Sistema FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado Rio de Janeiro). O estudo aponta que os períodos de pico nas duas regiões metropolitanas já atingem 11 horas, sendo que no Rio de Janeiro ocorrem das 5h30 às 11h e das 14h30 às 19h30; e em São Paulo das 5h30 às 8h30, das 10h30 às 14h30 e das 17h30 às 19h.

Na região metropolitana do Rio de Janeiro, o tempo perdido diariamente em congestionamentos de 130 km, em média, trouxe prejuízo econômico de R$ 29 bilhões em 2013, o que equivale a 8,2% do PIB metropolitano. A estimativa é de que em 2022 a extensão dos congestionamentos poderá atingir 182 km e o custo seja de R$ 40 bilhões. A previsão considera a hipótese de que não sejam realizados novos investimentos além dos já previstos relacionados à ampliação da infraestrutura de transportes (especialmente trem, metrô e barcas) e também as projeções de crescimento populacional e de frota de veículos nos próximos anos.

Já nos 39 municípios da região metropolitana de São Paulo, os congestionamentos atingiram, em média, 300 km por dia em 2013 e o custo relacionado foi de R$ 69,4 bilhões. O valor equivale a 7,8% do PIB metropolitano. De acordo com as estimativas da FIRJAN, não havendo intervenções para ampliar significativamente o transporte de massa, os congestionamentos poderão atingir 357 km em 2022, ao custo de R$ 120 bilhões.

Federação aponta a desconcentração de
atividades como caminho para reduzir o problema

De acordo com a FIRJAN, a principal solução para a questão de mobilidade urbana é a realização de um planejamento integrado, que envolva todos os municípios metropolitanos e permita a desconcentração da oferta de atividades – como educação, saúde, comércio e produção industrial – levando infraestrutura e emprego para perto de onde moram as pessoas.

A atual concentração, segundo a Federação, obriga a população a realizar longos deslocamentos diários, em um mesmo sentido e horário. A ampliação da cobertura de transporte de massa, com ramificação para áreas de grande concentração habitacional, evitaria a utilização excessiva do transporte rodoviário, ajudando a melhorar sensivelmente a mobilidade.

O estudo “Os custos da (i)mobilidade nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e São Paulo” pode ser acessado através do link http://migre.me/kG5bb.

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5 melhores práticas para mais segurança em mobilidade corporativa

As empresas que decidem implementar a mobilidade para seus funcionários enfrentam um desafio crescente de ameaças de segurança. Para os departamentos de TI, não é fácil manter a segurança dos seus funcionários e também garantir sua satisfação. Os funcionários querem acessar informações em qualquer lugar, a qualquer momento e a partir de qualquer dispositivo sem proteções complicadas que atrapalham seu trabalho.

Por outro lado, a prioridade dos gerentes de negócios é proteger as informações sensíveis da companhia sem abrir mão do crescimento, inovação e competitividade. A Citrix recomenda a inclusão de políticas corporativas inteligentes como parte de uma estratégia robusta de segurança, com execução precisa e monitoramento constante. Essas políticas também devem refletir as necessidades e hábitos dos usuários da companhia.

Baseada em sua experiência com a habilitação de funcionários móveis em todos os tipos de empresa, a Citrix apresenta as cinco melhores práticas que garantem a máxima segurança em mobilidade empresarial para equilibrar esse conflito de interesses.

1. Educar os funcionários

Uma força de trabalho informada e consciente da segurança é a primeira linha de defesa contra as ameaças, por esse motivo deve ser uma prioridade ensinar os funcionários como trabalhar com segurança de qualquer lugar e qualquer dispositivo.

Pregar simplesmente as melhores práticas é uma receita para o fracasso. É importante passar algum tempo descobrindo quem são os usuários, o que fazem e o que precisam. Depois, explicar as políticas de segurança de sua empresa em termos fáceis e relevantes para sua função.

2. Criar uma relação mais próxima entre os executivos de TI e os diretores das linhas de negócio.

É fundamental estabelecer relações de trabalho próximas entre os executivos de TI e os gerentes das linhas de negócio, por que encontros frequentes entre os responsáveis por cada negócio criam um espaço onde os líderes de segurança podem construir estratégias apropriadas e alinhadas com as iniciativas empresariais desde o princípio. Para os executivos de TI, isso oferece uma perspectiva precisa dos riscos que enfrentam e as necessidades de cada grupo de negócios.

3. Uma visão moderna e móvel das políticas de segurança

A informação por si só não garante uma segurança forte. Muitos dispositivos, redes e sistemas de armazenamento usados pelos funcionários estão fora do controle do departamento de TI. Por esse motivo, os executivos de TI devem modernizar sua visão das políticas tradicionais de segurança dentro da nova realidade de serviços em nuvem e a mobilidade.

Comece pensando como pretende habilitar acesso aos dados corporativos de acordo com a localização do funcionário e o tipo de dispositivo usado. A maioria das empresas adotam políticas graduais que protegem as informações sensíveis com mais empenho que as informações públicas e, inicialmente, restringem acesso para colaboradores que usam seus próprios dispositivos.

Depois, eles revisam suas políticas de segurança para levar em conta os riscos como o armazenamento de dados empresariais em dispositivos pessoais, a publicação de senhas em monitores e o uso de um USB não regulado pela companhia.

4. Fiscalização constante e justa de políticas

As políticas de segurança podem perder valor com o passar do tempo se os usuários não acreditam que terão repercussões em caso de violação, ou pior ainda, se acreditam que ignorar as políticas de segurança é uma forma de aumentar sua produtividade. As políticas devem ser mantidas e sempre alinhadas com os negócios da companhia. Por isso, os lideres de segurança devem cumprir as políticas de maneira consciente. A Citrix assegura que, o desenvolvimento das políticas com a colaboração de todos os departamentos das empresas, com uma visão de segurança enraizada na cultura corporativa, torna as violações pouco frequentes.

5. Automatizar a segurança

Para fortalecer ainda mais as políticas de segurança, use um software para automatizar sua aplicação. Por exemplo, muitas soluções de segurança podem implementar várias opções predeterminadas. Também é possível aplicar políticas de segurança mais rígidas nas opções para a experiência do usuário, por exemplo, proibindo a execução de aplicativos não autorizados pela rede da companhia, ou limitando quais aplicativos os arquivos anexados a emails podem abrir.

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Mitsubishi Motors inova com atendimento via WhatsApp


Buscando atender da melhor forma os clientes, a Mitsubishi Motors apresentou no último fim de semana uma novidade: o WhatsApp pode ser usado como um canal de atendimento para a consulta do modelo Lancer.

O consumidor pode obter todas as informações sobre o sedan, como cores, modelos, ver fotos e vídeos, tirar dúvidas e checar preços. Para fechar o negócio, é encaminhado a uma loja. Por enquanto, o serviço é experimental e está disponível nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro.

“A Mitsubishi tem a preocupação de sempre pesquisar diferentes formas de falar diretamente com o consumidor e se adequar às suas necessidades. Esta é a primeira vez que uma marca faz um atendimento deste tipo. Não há nada melhor do que entender o que o cliente quer, seus desejos e suas demandas – e poder atendê-lo em tempo real”, explica o diretor de marketing da Mitsubishi Motors, Fernando Julianelli.

Para utilizar o serviço, basta adicionar no aplicativo WhatsApp o número de telefone: (11) 94652-2111.

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Acesso á internet em domicílios dispara e chega a quase 90 milhões

O total de brasileiros que moram em domicílios com acesso à internet ganhou um novo impulso em 2014 e chegou a 87,9 milhões em maio. O número é 14,2 milhões maior do que os 73,7 milhões registrados no mesmo período de 2013, representando um crescimento anual de 19%. A informação é da pesquisa NetView, da empresa Nielsen IBOPE, que monitora a audiência da internet no Brasil desde o ano 2000.

Segundo o analista José Calazans, da Nielsen IBOPE, este foi o maior crescimento anual do número de pessoas com acesso domiciliar no Brasil. “Chegamos, novamente, a um patamar de crescimento exuberante. O aumento já era de quase 10 milhões por ano e, em 2014, o ganho superou 14 milhões. Foi o maior saldo anual já registrado no Brasil, resultado da expansão do acesso à banda larga nos últimos meses. Mantido esse ritmo, em 2016 teremos mais da metade da população com acesso domiciliar”, disse o analista.

O número de usuários ativos em domicílios, que são as pessoas que efetivamente usaram o computador com internet no mês, chegou a 49,5 milhões em maio de 2014, o que significou uma diminuição de 1,7% em relação aos 50,4 milhões do mês anterior e um crescimento acumulado de 5% sobre os 47,1 milhões de maio de 2013.
Acesso no trabalho e em domicílios

Quando se considera o conjunto das pessoas que têm acesso em casa ou no local de trabalho, a pesquisa NetView apurou em maio a marca inédita de 90,8 milhões, ou um aumento de 3,8% sobre o número anterior, de 87,6 milhões. Em relação ao mesmo período do ano passado, quando eram 76,6 milhões, a expansão foi de 19%. O número de usuários ativos em maio ficou em 58,9 milhões e foi 1,2% menor que o do mês anterior.

O total de pessoas com acesso em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, escolas, lan houses, clubes, igrejas etc) é de 105,1 milhões, segundo os números apurados em 2013 pela Nielsen IBOPE.

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