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Quase 85% das vendas da GoPro são para jovens de 18 a 34 anos, revela pesquisa

Os produtos da marca GoPro entraram definitivamente no gosto dos jovens no Brasil. Quase 85% das vendas dos produtos foram destinadas aos consumidores entre 18 e 34 anos no País. Os dados são da Loja do Turcão, maior revendedor brasileiro de itens GoPro, que apurou o volume de negócios no segundo semestre de 2014 na sua loja virtual.

Segundo levantamento da Loja do Turcão, os jovens com idade entre 18 e 34 anos compraram 432% a mais do que os adultos e idosos em 2014. Os itens da GoPro como câmeras, bastões, tripés, carregadores, cartões de memória, fivelas e suportes são os mais procurados pelos jovens. Produtos da marca apresentaram aumento de 71% nas vendas para os jovens de outubro para novembro desse ano.

“Os artigos da GoPro sempre foram associados a jovens esportistas e aventureiros em busca de ótimas imagens em condições adversas. Os números apenas comprovam uma tendência já esperada da procura”, comenta Artur Cayres, proprietário da Loja do Turcão.

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AVG alerta: evite golpes na "Black Friday"

A “Black Friday”, dia dedicado mundialmente a super descontos nas lojas e redes de varejo para queima de estoque, que acontece sempre um dia após a comemoração do “Dia de Ação de Graças” americano, está chegando. Este ano, as ofertas acontecerão no dia 28 de novembro e, apesar dos descontos tentadores, as compras podem ser uma grande cilada se não forem feitas de maneira segura.
Por este motivo, a AVG Technologies, fabricante de softwares de segurança para computadores e dispositivos móveis utilizados por 188 milhões de usuários, alerta: os descontos nos sites de varejo atraem não somente o consumidor, mas também cibercriminosos. Lojas virtuais e promoções falsas, além de spams com links maliciosos, são apenas alguns dos golpes que podem ser aplicados.
Com o intuito de ajudar o cliente a realizar boas compras sem nenhum problema, a AVG dá dicas para aproveitar as promoções com segurança:

1. Cuidado ao informar seus dados pessoais: Se você não estiver efetuando uma compra, não há motivos para que informe seu endereço, número de telefone e informações do cartão de crédito. Nunca disponibilize seus dados pessoais e bancários por e-mail ou clique em links que te direcionem a outro site para verificação de informações pessoais.

2. Não fique sem antivírus: Sempre instale softwares de segurança e os mantenha atualizados. Para realizar compras pela internet é imprescindível que seu computador, smartphone ou tablet esteja protegido por um antivírus.

3. Crie uma senha para cada conta: Crie sua própria senha e as mantenha atualizadas. Anote-as e guarde as informações em um local seguro.

4. Se possível tenha um cartão de crédito só para as compras online: Isso facilita na hora de rastrear e detectar transações e atividades suspeitas. Certifique-se que seu cartão tenha proteção contra roubo. Guarde os comprovantes de suas compras online.

5. Atenção às promoções recebidas por e-mail: Os spams com ofertas são uma das principais ferramentas dos golpistas. Os links disponibilizados no e-mail podem remeter à uma loja online falsa, para roubo de dados bancários e/ou instalação de software malicioso no computador.

6. Cuidado com links patrocinados: Os links patrocinados podem ocultar os mesmos riscos das promoções por spam, preste atenção e tenha cuidado.

7. Verifique a reputação do e-commerce: Faça uma pesquisa na internet ou com pessoas de confiança sobre a reputação da loja online que pretende comprar. Veja se o site tem certificado digital e conexão segura.

“O importante é agir com bom senso e cautela. Essa época do ano é uma grande oportunidade para cibercriminosos praticarem fraudes com cartões de crédito e débito e clonar identidades. Seguindo as dicas, é possível aproveitar as vantagens do e-commerce sem surpresas desagradáveis”, ressalta Mariano Sumrell, diretor de Marketing da AVG Brasil.

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GoPro anuncia início de fabricação no Brasil

A GoPro Inc. (NASDAQ:GPRO) passará a fabricar suas câmeras no Brasil. O modelo HERO3+ Black Edition estará disponível com preço sugerido de R$1699,00, mais acessível para o consumidor brasileiro, nas redes Fast Shop, Fnac, Ponto Frio, além de algumas lojas Wal-Mart e outros grandes varejistas nacionais.

A estratégia da marca é se aproximar do público brasileiro, que é apaixonado por tecnologia, adota as novidades mais rápido e é conectado em tendências, além de grandes engajadores em nossas redes sociais. “A fabricação local da GoPro nos permite oferecer aos nossos clientes por meio de nossos parceiros de varejo produtos a preços competitivos”, disse Drew Goldman, diretor de vendas da GoPro para a América Latina.

A HERO3+ é uma referência na tecnologia de captura de imagens. O dispositivo tem capacidade de definição de até 2.7K em 30 quadros por segundo, e uma taxa de 60 frames por segundo executados em 1080 pixels de definição, além de recursos como SuperView e Auto Low Light.

Com objetivo de ajudar os consumidores a registrar e dividir paixões sob uma perspectiva inovadora, um software de edição de vídeo para computadores, o GoPro Studio, e o aplicativo GoPro App para o compartilhamento instantâneo de fotos e vídeos via dispositivos móveis, acompanham a GoPro HERO3+ Black Edition. Além disso, os usuários GoPro podem acessar e participar de uma rede própria de conteúdo.

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Pesquisa da AVG: um em cada três adolescentes já se arrependeu de uma postagem nas redes sociais

A última pesquisa da série Digital Diaries realizada pela AVG Technologies, fabricante de softwares de segurança para computadores e dispositivos móveis utilizados por 182 milhões de usuários, descobriu que quase um terço dos adolescentes entre 11 e 16 anos (28%) já se arrependeu de alguma postagem on-line. A pesquisa também revelou que 32% já pediram a alguém para remover conteúdos on-line sobre eles, 61% porque não gostaram do conteúdo e 28% por considerarem o conteúdo muito pessoal.

A pesquisa global, que questionou quatro mil adolescentes sobre privacidade on-line, traçou um panorama de ‘luta por controle’. Embora 70% tenham afirmado ter realizado alterações em suas configurações de Facebook para dificultar o acesso a seu perfil e 71% terem dito que entendem o que é privacidade on-line, apenas 29% reconheceram que de fato conhecem todos os seus amigos no Facebook.

“Os jovens querem tirar o máximo das redes sociais ao compartilhar conteúdos, mas devem estar cientes de que nem tudo é o que parece ser on-line e que ameaças podem surgir. Se não agirmos agora para aconselharmos e educarmos essa juventude, principalmente no que diz respeito a contatos com estranhos, podemos estar diante de uma bomba-relógio, que é a questão da privacidade digital. Para essa geração, estar conectado é tão importante quanto comer. A Internet é por onde passam a maior parte de seu dia e é onde acontecem muitas de suas relações com outras pessoas. Se não conseguirmos educá-los para fazer o certo nas redes sociais, iremos falhar em fornecer a proteção que eles precisam para levar uma vida on-line segura”, explica Mariano Sumrell, diretor de marketing da AVG Brasil.

Nesta idade, os adolescentes ainda parecem confusos sobre o quanto é “demais” no compartilhamento on-line:

• Um quinto dos adolescentes falaria on-line com um amigo sobre coisas profundamente pessoais;
• 28% dos adolescentes já falaram com um amigo ou parente sobre compartilhar coisas demais na Internet;
• Dentre aqueles que afirmaram ter pedido para algum conteúdo on-line ser removido, 18% disseram que a postagem havia sido feito por sua mãe;
• 09% disseram sentir que compartilham coisas demais on-line;
• 14% já tiveram que retirar algum conteúdo postado a pedido de alguém.

“Todo mundo pensa que só porque os adolescentes de hoje cresceram com computadores portáteis e smartphones, eles têm uma compreensão inata de como se comportar e se manter seguro on-line. A realidade é que todos nós temos abraçado a Tecnologia sem fazer muitos questionamentos e o resultado é a erosão de nossa privacidade on-line,” diz Tony Anscombe, Evangelista de Segurança Sênior da AVG Technologies.

“De certa forma, os pais são tão culpados quanto os adolescentes. Eu já falei anteriormente sobre o conceito de ‘sharenting’, no qual os pais compartilham conteúdo sobre seus filhos on-line, criando uma ‘pegada digital’ sobre a qual eles não têm escolha ou controle depois. Como pai de um adolescente, acredito que precisamos ser responsáveis pelo impacto social que as novas tecnologias têm em nossos filhos e em nossa família – seja definindo um padrão seguro para nosso próprio comportamento on-line, seja e orientando os deles”.

A pesquisa também identificou que:

• Apenas 12% disseram possuir tranca em seus quartos. Por outro lado, a maioria (78%) possui senha em seus aparelhos- embora 70% tenha afirmado que seus pais sabem alguma ou todas as suas senhas de acesso;
• 38% estavam cientes de que um familiar tinha acessado seu dispositivo sem permissão;
• 18% disseram que alguém da sua família tinha encontrado informações privadas em seu dispositivo que eles não queriam que ninguém visse.

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Conheça alguns dos principais erros que podem atrapalhar uma carreira virtual

Foi-se o tempo em que encontravam-se profissionais apenas no “boca a boca” ou em que preparar um currículo em papel era tudo na busca de um emprego. Por exemplo, hoje alguém que busca um advogado não irá apenas perguntar aos amigos, mas também aos buscadores online. Assim, ser capaz de construir e divulgar o próprio perfil profissional na Web tornou-se um diferencial importante. Todavia, apesar das facilidades digitais, ainda que as novas ferramentas tecnológicas permitam uma edição completa e refinada, há quem cometa erros capazes de impactar negativamente na busca por clientes ou oportunidades de emprego.

No intuito de orientar aqueles que estão começando a construir sua rede de relacionamentos profissionais, o Dr. Paulo Salem, criador do sistema online e portal Liberalis, destacou alguns erros recorrentes nesse processo com base principalmente na sua experiência com os usuários do Liberalis. Especialista em Ciência da Computação, ele mostra de modo didático alguns pontos problemáticos que nem sempre são evidentes. Veja abaixo:

Não compartilhe sempre o mesmo tipo de informação
O cliente utilizará seu site para conhecê-lo, e isso quer dizer muito mais do que saber seu nome ou encontrá-lo no mecanismo de busca. Assim como você tem vários aspectos pessoalmente, seu reflexo online também tem que ter. Desse modo, o visitante poderá gradualmente conhecê-lo, interessar-se e criar alguma confiança. Se você tem um bom currículo, tenha certeza de divulgá-lo, especialmente se você for um profissional que lida com áreas críticas na vida da pessoa, como a saúde. No Liberalis notamos que muitos profissionais que certamente têm bons portfolios, como arquitetos, deixam de colocá-los online – apesar do Liberalis fornecer uma ferramenta específicas para se fazer portfolio. Ora, mas não é justamente o portfolio do prof issional que o cliente irá querer ver antes de qualquer contato com a pessoa que talvez reforme sua casa? Se você costuma recomendar empresas e colegas para seus clientes, faça essas recomendações online também, seja uma fonte de informações úteis sobre sua área.

Não opte apenas por divulgação paga
Existem muitas formas de divulgar seu site gratuitamente. Um primeiro passo, claro, é acrescentar o endereço do site nos seus cartões de visitas. Contudo, a própria Internet oferece outros modos. Muitas pessoas têm perfis em vários sites diferentes (Flickr, Facebook, etc), caso no qual é recomendável colocar links nesses perfis apontando para seu site profissional principal. Isso ajuda os visitantes humanos, mas também os computadores dos buscadores, que com esses links descobrem que o site é mais relevante. Se amigos ou colegas divulgarem links para seu site também, melhor ainda. Só não vale trapacear: o Google e outros buscadores geralmente sabem diferenciar um link legítimo de um link de spam, e você não quer ser confundido com um spam.

Evite abusar de suas ferramentas
Cada ferramenta tem seu propósito e não é sábio tentar forçá-las a fazer algo diferente. No Liberalis, por exemplo, temos ferramentas específicas para várias coisas, como listagem de serviços, currículo e portfolio. Infelizmente, notamos que muitos clientes colocam informações nos locais errados: colocam o endereço fora da parte de contatos, listam serviços na parte de currículo, falam de currículo na parte de portfolio, e outras coisas do gênero. Essas pessoas muitas vezes querem apenas aumentar a exposição de alguma informação em especial, e assim a propagam de modo afoito e desordenado. Mas o resultado é que o site gerado fica confuso para o visitante e com menos visibilidade! Isso vale para qualquer ferramenta, não só as nossas.

Não se limite apenas a uma plataforma
Esteja também nos celulares dos seus clientes. Hoje em dia cada vez mais pessoas usam o celular ou tablet para buscar o que precisam na Internet. No Liberalis, mais de 25% dos visitantes acessam através de um desses dispositivos e a tendência é de crescimento desse número. É útil ter versões do site feitas especialmente para esses dispositivos móveis. Na plataforma Liberalis isso é feito automaticamente, mas em outros serviços pode ser necessário fazer manualmente. Se você contratou um webdesigner para fazer seu site, por exemplo, pegue seu Android ou iPhone e certifique-se de que ele incluiu uma versão especial para esses dispositivos.

Não se esqueça do “tamanho” da Internet
Pense globalmente. Às vezes é difícil realmente entender o alcance de um site na Internet. Profissionais liberais estão acostumados a terem uma certa clientela local, limitando-se ao seu bairro ou, no máximo, a sua cidade. Mas, uma vez online, o mundo está a apenas um clique de distância. Se seu site é bem conhecido pelo país (ou mesmo pelo mundo) inteiro, isso significa que ele tem maior visibilidade para todos, inclusive as pessoas do seu local físico de atuação. Em outras palavras, um profissional com prestígio global tem maior apreço e procura local.

Sobre Paulo Salem
Paulo Salem, 31, é formado pela Universidade de São Paulo em Ciência da Computação e é doutor na mesma área pela Universidade de São Paulo e pela Université Paris-Sud (França). Além de tecnologia, tem grande interesse nas ciências em geral, negócios, filosofia e arte. Busca empregar esses diversos aspectos de modo coeso na criação de ideias, tecnologias e produtos que promovam o progresso. Atualmente dedica-se principalmente ao Liberalis, um sistema para profissionais liberais e autônomos divulgarem-se na Web.

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Black Friday: Celulares e Smartphones lideram preferência de compra, aponta pesquisa do MercadoLivre

Os celulares e smartphones lideram a intenção de compra para a Black Friday, segundo pesquisa feita pelo MercadoLivre.com com 4.343 usuários do marketplace em todo o Brasil, entre os dias 20 e 30 de outubro. De acordo com o levantamento, 45% pretendem adquirir esses produtos eletrônicos durante o grande evento de promoção que acontece no próximo dia 28 de novembro.

Os itens de moda – roupas, sapatos e acessórios – aparecem na segunda posição, sendo a preferência de compra para 27% dos respondentes. Na sequência estão as TVs LCD ou LED e eletrodomésticos (24%) e os notebooks (23%).

A pesquisa indica ainda que 30% dos brasileiros estão dispostos a gastar mais de R$ 500 durante a Black Friday. Já 28% decidirão o valor a ser gasto na própria data da promoção. Esses consumidores estão motivados a comprar na Black Friday, principalmente, pelo percentual de desconto (52%), pela opção de frete grátis (31%) e a possibilidade de parcelamento sem juros (16%).

Do total de respondentes, 60% pretendem comprar na Black Friday deste ano. No ano passado, esse número ficou em 24%.

A Black Friday do MercadoLivre: A promoção no MercadoLivre começa um dia antes, no dia 27 de novembro, e termina às 23:59 do dia 30. Entre os vendedores participantes da promoção no site estão Ricardo Eletro, Oppa Design, Megamamute, Polishop, Época Cosméticos, Von Dutch, Decathlon e Khelf. Os usuários podem aguardar uma seleção de produtos de diversas categorias e ofertas que mesclam percentual de desconto, parcelamento sem juros e frete grátis.

“A Black Friday é uma oportunidade importante para os brasileiros anteciparem as compras de Natal. Em 2013 observamos um aumento de 46% em nossas vendas e para este ano estamos bastante otimistas”, diz Leandro Soares, diretor de Marketplace do MercadoLivre.

O potencial de vendas do MercadoLivre: O MercadoLivre registrou, no terceiro trimestre de 2014, a venda de 26,9 milhões de itens na América Latina (um crescimento de 22,3% em relação ao mesmo período do ano passado). O Brasil foi responsável por mais da metade deste total de itens vendidos, registrando um crescimento de 29,2% em relação ao mesmo período do ano passado no país.

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Em um ano, número de brasileiros em sites de e-commerce estrangeiro já é 49% maior

Chegou a 11,7 milhões em setembro de 2014 o número de internautas brasileiros que navegam em sites estrangeiros de comércio eletrônico de produtos importados. O número já é 49% maior que o apurado um ano antes e representa 21% do total de internautas do mês. A informação é da pesquisa mensal de audiência da internet brasileira MediaView, da Nielsen IBOPE, realizada entre internautas com computadores de casa ou do local de trabalho. Os sites estrangeiros de e-commerce com maior audiência entre internautas brasileiros são chineses, já figurando entre os maiores da categoria lojas de varejo.

Assim como nas páginas das outras lojas do comércio eletrônico brasileiro, os internautas das classes A e B também compõem a grande maioria dos visitantes frequentes dos sites de e-commerce estrangeiro, com 78% de participação, segundo a pesquisa MediaView.

Jovens da classe C e adultos e idosos da classe AB navegam mais nesses sites
A análise dos usuários por classes e por faixas etárias mostra que, enquanto nos segmentos C, D e E os visitantes são mais jovens, nas classes A e B eles têm uma concentração maior de pessoas de 35 anos ou mais de idade. Em setembro, 17% dos visitantes de e-commerce estrangeiro da classe AB tinham 50 anos ou mais. No grupo CDE, 5% estavam nessa faixa de idade.

Mulheres têm maior consumo de páginas
Apesar de os homens apresentarem uma participação maior nesses sites, as mulheres mostram uma média de consumo mais intensa. Em setembro, os homens eram 59% do total de visitantes únicos, o que correspondia a uma cobertura de 23% dos homens presentes no total da internet brasileira no mês. Mas as mulheres abriram bem mais páginas e passaram mais tempo. No mês, em média cada mulher somou mais de 51 minutos de navegação nesses sites e abriu 62 páginas.

Grande parte dos visitantes chega às páginas dos sites chineses a partir de pesquisas feitas em buscadores, segundo o analista da Nielsen IBOPE José Calazans. “E as páginas mais visitadas pelos brasileiros são as de roupas femininas e seções de compras por atacado”, informou o analista.

Total da internet
Em setembro de 2014, o tempo de uso e o número de usuários ativos da internet brasileira em casa ou no local de trabalho diminuiu em relação ao mês anterior. O número de usuários únicos caiu 6,9%, ao passar de 60 milhões em agosto para 55,9 milhões em setembro.

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Black Friday: ocasião para dinamizar negócios e conquistar o cliente

Por Keila dos Santos e Viviane de Carvalho Lima*

O próximo dia 28 de novembro será marcado por um dos maiores acontecimentos do varejo brasileiro atual: o “Black Friday”. Esse evento, também chamado de “dia negro” ou “sexta-feira negra”, surgiu inicialmente nos Estados Unidos visando possibilitar aos varejistas que esvaziassem seus estoques antigos e os renovassem para as vendas de final de ano. Desde então, essa prática vem se tornando cada vez mais tradicional em diversos países, dentre os quais o Brasil.

O grande diferencial do “Black Friday” é a promessa de desconto muito além do valor normal que pode ser reduzido até à metade do preço convencional. Há varejistas que chegam a anunciar, inclusive, descontos maiores, na casa dos 70 e até 80% do valor normalmente agregado ao produto.
Contudo, além do período ter como marca registrada os grandes descontos, cada vez mais (e infelizmente) tem sido marcado por diversos tipos de fraudes, as quais acabam por comprometer sua credibilidade. Nos últimos anos inúmeros foram os casos em que se constatou que alguns comerciantes estavam apresentando falsas ofertas, promovendo o aumento do valor do produto poucos dias antes para gerar a falsa sensação de desconto ao cliente no “Black Friday”. Fato esse que rendeu ao evento o irônico apelido de “Black Fraude”.

Com o atual cenário consumerista, comete grande engano o varejista que ainda tenta apresentar falsos descontos ao consumidor. Isso porque, com o advento da tecnologia e a democratização da informação, os potenciais compradores estão muito mais sagazes e cuidadosos em relação às práticas abusivas cometidas pelo comércio varejista.
Assim, ao constatarem qualquer indício de fraude imediatamente desenvolvem uma imagem negativa do estabelecimento sob suspeita, a qual é ampla e rapidamente propagada por meio de diversos sites de reclamações e redes sociais na internet que divulgam listas de estabelecimentos que devem ser evitados, o que pode gerar prejuízos à reputação do varejista por um período muito maior do que aquele abrangido pelo “Black Friday”.

É notório, ainda, que após diversas reclamações dos consumidores, o comércio varejista tem passado por fiscalizações intensas do Procon e outros órgãos em defesa do consumidor, de modo a tentar coibir ao máximo as práticas abusivas. Neste período, talvez mais do que em qualquer outro, o varejista poderá ser submetido a diversas sanções administrativas, que incluem pagamento de multa, apreensão do produto e até mesmo suspensão temporária da atividade, sem prejuízo de outras penalidades de natureza cível e criminal, sempre que for constatada qualquer prática lesiva ao disposto no Código de Defesa do Consumidor e demais legislações aplicáveis.

Portanto, é imprescindível que o varejista aproveite o próximo dia 28 de novembro e a visibilidade proporcionada pelo “Black Friday” para aquecer o seu negócio utilizando-se de boas práticas comerciais a fim de evitar sanções de natureza administrativa, cível e penal. E também visando fortalecer o vínculo junto ao consumidor, fidelizando-o com base em um relacionamento pautado pela transparência, pela ética e pela credibilidade.

* Keila dos Santos e Viviane de Carvalho Lima são advogadas com atuação voltada ao segmento varejista do escritório A. Augusto Grellert Advogados Associados

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Intel cria plataforma colaborativa para consumidores

vaquinha.intel.com até o dia 25 de dezembro.

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Apple Pay: info testa inovação que quer dispensar senhas e chips para compra

Foto: Info/Divulgação
A INFO de novembro traz teste feito em Nova York com o sistema de pagamento móvel Apple Pay, a última inovação da Apple, que estreou em 20 de outubro e já contava com 1 milhão de usuários nas primeiras 72 horas após o lançamento. Isso apesar grandes redes, como Walmart e CVS, não terem aderido, já que planejam lançar um sistema de pagamento móvel concorrente.

Na experiência, o colaborador de INFO Rodrigo Brancatelli fez compras usando um iPhone 6 — ao lado do iPhone 6 Plus, os únicos modelos habilitados para este novo método de pagamento. Basta apontá-lo para uma máquina compatível com a tecnologia sem fio NFC (Near Field Communication) e se autenticar com o leitor biométrico do smartphone — dispensando assinaturas, tarjas magnéticas, leituras de chip ou códigos de segurança.
O funcionamento do Apple Pay é simples: primeiro, é preciso cadastrar o cartão de crédito no sistema. Após instalar a atualização do iOS 8, os usuários de iPhone 6 contam com o aplicativo Passbook, que permite cadastrar cartões das bandeiras MasterCard, Visa, Discover ou American Express apontando a câmera do smartphone para o cartão: automaticamente os dados são repassados para o celular, que ainda faz uma verificação com o banco por meio de uma ligação ou uma mensagem de texto. Esse processo foi cronometrado pelo repórter e não passou de 40 segundos.

No momento da compra, o cliente seleciona na tela do celular o cartão que deseja usar e posiciona o dedo sobre o botão Home do smartphone. O leitor biométrico TouchID reconhece a impressão digital e faz a autenticação do pagamento.

A reportagem constata que o pagamento é rápido, eficiente e elogiado pelos próprios lojistas. No entanto, pelo número ainda restrito de estabelecimentos que trabalham com o Apple Pay, como a rede McDonald’s, o futuro a curto e médio prazo não deve tornar a carteira um item obsoleto. Nos Estados Unidos, porém, deve se considerar que o mercado potencial do Apple Pay são os 40 milhões de usuários de iPhone 6.

No Brasil, o uso de dispositivos móveis como meio de efetuar uma compra continua crescendo. A expectativa é que, até o final do ano, até 10% de todas as compras feitas em lojas online sejam realizadas por meio de smartphones — no primeiro semestre, o e-commerce registrou 48 milhões de vendas, sendo 7% praticado pelo m-commerce, o comércio móvel. Grandes varejistas como Casas Bahia, Extra e Ponto Frio apontaram que as vendas pelo canal mobile cresceram 19 vezes entre 2012 e 2013.

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Metade da população mundial terá acesso à Internet em 2018, segundo Índice Global de Cloud da Cisco

Na 4a edição do Índice Global de Cloud (Cisco® Global Cloud Index 2013-2018) publicado hoje, a Cisco prevê um crescimento forte e contínuo de tráfego, workloads na nuvem e armazenamento em nuvem, com a nuvem privada tornando-se consideravelmente maior que a nuvem pública. Ao longo dos próximos cinco anos o estudo prevê que o tráfego de data center deverá quase triplicar, sendo que 76% do total desse tráfego estará na nuvem. Em 2018, metade da população do mundo* terá acesso à internet residencial, com mais da metade do conteúdo desses usuários (53%) suportada por serviços de armazenamento em nuvem pessoal.

* A projeção da população mundial para 2018 é de 7,6 bilhões de pessoas (fonte: Organização das Nações Unidas)

Principais destaques:

Tráfego Global de Data Center
O estudo prevê que o tráfego global de data center vai quase triplicar de 2013 a 2018, com elevação de 23% da taxa de crescimento anual composto (CAGR), subindo de 3,1 zettabytes/ano em 2013 para 8,6 zettabytes/ano em 2018. Um zettabyte equivale a um trilhão de gigabytes.

O volume de 8,6 zettabytes de tráfego de data center previsto para 2018 equivale ao streaming de todos os filmes (aproximadamente 500 mil) e programas de televisão (3 milhões) já feitos, em ultra-alta definição (UHD), 250 mil vezes.

O tráfego global na nuvem cresce com mais rapidez que o tráfego global de data center. Em 2013, os serviços em nuvem representavam 54% do tráfego total de data center e, em 2018, este número subirá para 76%.

O tráfego inclui os dados do data center para o usuário final, o tráfego entre data centers e o tráfego que permanece dentro dos centros de dados.

Armazenamento em Nuvem para o consumidor
Em 2018, 53% de todos os internautas residenciais em todo o mundo vão utilizar armazenamento em nuvem pessoal, e o tráfego médio de armazenamento em nuvem, por usuário, será de 811 megabytes por mês em 2018, comparado a 186 megabytes por mês registrados em 2013.

Nuvem Privada x Nuvem Pública – Adoção e Crescimento
Em 2018, 69% (113,5 milhões) dos workloads em nuvem estarão em data centers de nuvem privada, abaixo dos 78% (44,2 milhões) registrados em 2013, e 31% (52 milhões) dos workloads em nuvem estarão em data centers de nuvem pública, acima dos 22% (12,7 milhões) em 2013.

Facilidade de Acesso à Nuvem
O número de países considerados “prontos para acesso à nuvem” continua a crescer. No ano passado, 79 países preencheram os requisitos avançados para a acesso à rede fixa; em 2014, esse número subiu para 109 países. Em 2013, 42 países atenderam aos critérios intermediários de facilidade de acesso às redes móveis; este ano, esse número cresceu para 52 países.

Para avaliar a facilidade de acesso à nuvem, velocidades médias de download/upload e latências foram calculadas, com base em análises de testes de velocidade de rede global fixa e móvel.

· Aplicativos Intermediários na Nuvem / Requisitos de rede

Velocidade de download: 751-2.500 kbps; Velocidade de Upload: 251-1.000 kbps; Latência: 159-100 ms

Amostra de serviços intermediários de consumo passíveis de suporte: casa inteligente, conteúdo pessoal seguro (multimídia), compras on-line, jogos multi-player, redes sociais (multimídia/interativa), streaming HD de vídeo/música, vídeo chat com IM (instant messaging)
Amostra de serviços intermediários para negócios: ERP/CRM, audioconferência IP, videoconferência

· Aplicativos Avançados na Nuvem / Requisitos de rede

Velocidade de download:> 2.500 kbps; Velocidade de Upload: Superior a 1.000 kbps; Latência: <100 ms Amostra de serviços avançados de consumo capazes de serem suportados: educação conectada, medicina conectada, chat com vídeo HD, streaming de vídeo Super-HD, streaming de vídeo 3D Amostra de serviços avançados de negócios: escritório virtual, audioconferência em HD, videoconferência em HD * O uso simultâneo de múltiplos aplicativos requer capacidades de desempenho de rede ainda maiores que os requisitos para suporte individual de aplicativo mostrados acima. Os requisitos para aplicativos simultâneos são citados no estudo Cisco Global Cloud Index: Previsão e Metodologia, 2013-2018. Os países líderes em desempenho de rede fixa em 2014 são (em ordem alfabética): Cingapura, Coréia, Holanda, Hong Kong, Japão, Luxemburgo, Romênia, Suécia, Suíça e Taiwan. Os países líderes em desempenho da rede móvel em 2014 são (em ordem alfabética): Austrália, Bélgica, China, Coréia, Dinamarca, Luxemburgo, Nova Zelândia, Omã, Qatar e Uruguai. Informações Específicas – América Latina · Na América Latina, o tráfego de data centers irá alcançar 553 exabytes por ano (46 exabytes por mês) até 2018, acima dos 194 exabytes por ano (16 exabytes por mês) em 2013, uma taxa anual composta de crescimento (CAGR) de 23% de 2013 para 2018. · De 2013 até 2018, a região Ásia-Pacífico está prevista para ter a maior taxa de crescimento de workload em nuvem (45% CAGR); seguida pelo Oriente Médio e África (39% CAGR); e na América Latina (34% CAGR). · Em média, as redes móveis da Ásia-Pacífico, Oriente Médio e África e América Latina podem suportar aplicações básicas em nuvem. · A maior parte das regiões tem alguns países discrepantes, com resultados de desempenho de rede móvel que são superiores à média métrica de prontidão em nuvem da sua região. Por exemplo, Hong Kong e Austrália, entre outros países da região Ásia-Pacífico; Bahrein e Kuwait no Oriente Médio e África. Canadá na América do Norte, e México e Uruguai estão entre outros países na América Latina com qualidade para celular. Hungria e Estónia entre outros países do Leste Europeu, e Dinamarca e Holanda, entre outros países da Europa Ocidental qualificam-se para a categoria de aplicação avançada em suas redes móveis. · Em média, as redes fixas do Oriente Médio e África e da América Latina podem suportar uso concomitante de serviços básicos na nuvem. · Em média, as redes móveis das regiões Ásia-Pacífico, Oriente Médio e África e América Latina podem suportar uso concomitante de serviços básicos na nuvem. Visão geral: • O Índice Global de Cloud da Cisco (2013-2018) foi desenvolvido para estimar o crescimento e as tendências do tráfego global de data center e em nuvem. Esse Índice Global serve como um recurso complementar aos estudos de tráfego de rede Internet Protocol (IP) já existentes, como o Cisco® Visual Networking Index™ (VNI), oferecendo novos insights e visibilidade para as tendências emergentes relacionadas a arquiteturas de data centers e em nuvem. A previsão torna-se cada vez mais importante diante da intrínseca conectividade entre a rede, os data centers e a oferta de serviços na nuvem. • O Índice Global de Cloud da Cisco inclui uma previsão de "transição de workload", que mostra a transição de workload dos data centers para servidores em nuvem mais virtualizados. • A previsão inclui ainda um suplemento sobre Informações Regionais sobre a Facilidade de Acesso em Nuvem, que examina a capacidade das redes fixa e móvel em diferentes regiões no mundo (quase 150 países) para suportar aplicações e serviços de computação em nuvem para empresas e para o consumidor final. • O Índice Global de Cloud da Cisco é gerado por modelagem e análise de diversas fontes primárias e secundárias, resultado de mais de 150 milhões de testes de velocidade e latência da rede, em 150 países ao redor do mundo, e de relatórios independentes de pesquisa de mercado. Infográfico: · Consulte nosso infográfico: “Crescimento na Nuvem”, destacando as principais informações e projeções atualizadas do Índex GCI (2013 – 2018).

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FEBRABAN e Instituto Akatu lançam aplicativo para estimular a economia de energia

A Federação Brasileira de Bancos – FEBRABAN e o Instituto Akatu lançam em parceria mais uma ferramenta para ajudar o brasileiro a economizar os recursos naturais do planeta, trata-se do aplicativo “Nossa Energia”. O app é gratuito e foi desenvolvido para orientar as pessoas em relação ao consumo eficiente da energia. A ferramenta oferece uma calculadora que identifica os gastos de acordo com os eletrodomésticos e o consumo da residência, tem ainda o jogo “Apagão” e dicas práticas para a economia de de energia. A iniciativa faz parte do programa de educação financeira da FEBRABAN, o portal MeuBolsoemDia.com.br e já está disponível para download gratuito no Google Play.

O aplicativo é o segundo de uma série de ferramentas sobre consumo consciente que serão lançadas ainda este ano. “Queremos estimular a população a consumir com responsabilidade os recursos naturais do planeta. O aplicativo mostra que o uso eficiente da energia pode se refletir, também, em uma economia financeira” avalia Fábio Moraes, diretor de educação financeira da FEBRABAN.

O usuário irá conhecer diversas dicas sobre o consumo eficiente da energia elétrica, que também está ligado ao uso da água, uma vez que são geradas por usinas que utilizam água. “O aplicativo “Nossa Energia”, além de informar e sensibilizar para o uso eficiente desse recurso, revela ainda como os hábitos do consumo de um produto ou serviço podem ter impactos sobre várias dimensões da nossa vida. Consumo consciente é também entender essas relações e agir para causar menos impactos negativos sobre a sociedade, a economia e o meio ambeinte”, afirma Helio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu. O app mostra, por exemplo, que se uma pessoa economizar 1 minuto de banho durante 1 ano significa uma economia de 15 dias da Usina Itaipu. As dicas elaboradas pelo Akatu são simples e lúdicas e podem ser compartilhadas nas redes sociais, basta que o usuário clique na opção “veja a dica completa” para mais informações.

Um ponto alto do aplicativo é a calculadora de energia, que contabiliza em Kw (kilowatt) o gasto conforme a quantidade de equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos do usuário. Primeiramente deve se cadastrar a quantidade exata de equipamentos que o usuário possui em sua residência e, depois disso, a ferramenta fará uma conta baseada nos equipamentos contabilizados e mostrará um preço estimado deste consumo energético. Após a análise, é possível verificar os equipamentos que consomem mais energia e, a partir daí, fazer uma reflexão sobre o seu uso.

Outra utilidade do app está no game “Apagão”, em que o usuário deve apagar todas as luzes de um prédio, quem apagar mais luzes ganha mais pontos no ranking geral. Ainda é possível conectar o aplicativo ao Facebook, desta forma, o participante poderá visualizar o ranking dos seus amigos que, também, estão conectados.

O aplicativo é simples de usar e já está disponível para download gratuito no Google Play/Play Store. No momento o app está liberado para aparelhos smartphones da versão Android.

Visite o Google Play e baixe o aplicativo:
https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.soundy.nossaenergia

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Redes sociais influenciam produtividade dos profissionais brasileiros

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62% dos brasileiros receiam ficar sem dinheiro no exterior ao viajar

No momento de planejar a próxima viagem ao exterior, a preocupação de como levar o dinheiro é uma constante – se em papel-moeda, em Cartão pré-pago ou usando o cartão de crédito. Para entender esse comportamento e estar por dentro das principais preocupações dos turistas, o American Express® GlobalTravel Card, o Cartão pré-pago para viagens internacionais da American Express®, realizou uma pesquisa com os consumidores brasileiros. Preocupações com taxas, descontos e carregar muito dinheiro ao exterior foram alguns quesitos que apareceram nos resultados da pesquisa, realizada em 2014 com 1.500 pessoas.

Enquanto 62% dos entrevistados afirmam que sentem receio de ficar sem dinheiro no exterior, 61% também se preocupam em carregar muito dinheiro em papel-moeda por questões de segurança. Dessa forma, 68% afirmam que gostam de contar com diversas opções de pagamento quando viajam para o exterior. Ainda, 63% não querem se preocupar em ir a caixas eletrônicos para tirar dinheiro e, assim, interromper sua viagem.

“A decisão de como levar dinheiro para o exterior é uma das decisões mais importantes em uma viagem, uma vez que os gastos dos brasileiros no exterior continuam batendo recordes – no acumulado de 2014, de janeiro a agosto, os gastos já chegaram a US$ 17,2 bilhões, contra US$ 16,6 bilhões no mesmo período em 2013, segundo dados do Banco Central. É uma decisão importante tendo em vista também o cenário atual, no qual o dólar tem oscilado em picos preocupantes nas últimas semanas, o que tem um grande impacto em quem se prepara para viajar”, afirma Rose Del Col, vice-presidente de produtos pré-pagos da American Express® para América Latina e Canadá.

Segundo Rose, a dualidade entre levar muito dinheiro ou correr o risco de ficar desprevenido no exterior é uma preocupação recorrente entre os brasileiros, “A questão da segurança é algo que deve ser levado em conta no momento de escolher a forma de levar dinheiro ao exterior. O ideal é levar em dinheiro a quantia suficiente para pagamentos imediatos, como taxas e gorjetas, e concentrar o restante em um cartão pré-pago de viagem que confere mais segurança”, recomenda. Em caso de furto ou roubo, clientes doAmerican Express® GlobalTravel Card, por exemplo, contam com Cartão Reserva que disponibiliza todo o saldo que estava no Cartão roubado e também com o saque emergencial gratuito, disponível conforme necessidade do Associado.

O cartão pré-pago também minimiza a preocupação sobre a variação do dólar. Com ele, a taxa de câmbio é fixada no momento da operação de câmbio, e o turista sabe exatamente o quanto poderá gastar. Não há o risco de surpresas desagradáveis com a variação cambial na volta da viagem. E o brasileiro aproveita melhor a viagem, fica tranquilo sabendo exatamente quanto está gastando em suas compras, o que facilita o controle dos seus gastos. Além disso, por ser pré-pago o Cartão permite que o turista carregue moeda estrangeira em diferentes momentos, assim, é possível fazer um planejamento financeiro ao escolher uma data favorável do câmbio para efetuar a recarga.

A pesquisa também aponta as necessidades fundamentais de pagamento entre os entrevistados, elas giram em torno de simplicidade e facilidade de uso e de porte, aceitação e sentimento de segurança enquanto viajam – tudo isso enquanto ainda seja rentável para o cliente. Para 64% dos pesquisados, é importante que o método de pagamento possa ser usado em mais de uma viagem, como é o caso doAmerican Express® GlobalTravel Card. Ainda, ter acesso a ofertas especiais e descontos está entre as prioridades de 63% dos turistas, demonstrando que a atividade de compras no exterior é uma das preferidas dos brasileiros.

O American Express® GlobalTravel Card trabalha bastante com esse quesito, ao sempre procurar parcerias com estabelecimentos internacionais,que proporcionem vantagens como descontos e benefícios exclusivos para as compras dos nossos Associados. O Programa de Ofertas Especiais que o Cartão oferece traz descontos de 15% a 50% nas lojas preferidas dos brasileiros, como Macy’s, Bloomingdale’s, Reebok, Premium Outlets e Universal Orlando® Resort, lojas na Madison Avenue, entre outras.

“Ao desenvolver uma nova oferta no exterior para nossos Associados, levamos em conta as escolhas que eles fazem, as lojas que mais frequentam e seus hábitos de compras. Assim, podemos fazer parcerias assertivas pois conhecemos suas preferências e entregamos benefícios que realmente os ajudam na hora de economizar”, conclui Rose.

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Empresas brasileiras evitam contratar gente muito bonita

Na contramão de estudos norte-americanos, que afirmam que as pessoas bonitas têm mais oportunidades de emprego e de promoção, uma pesquisa desenvolvida pela Elancers, com 2.075 recrutadores no Brasil, apontou que a maioria, ou 46%, evita contratar pessoas muito bonitas para as vagas disponíveis. Segundo Cezar Tegon, presidente da Elancers, maior empresa do segmento de sistemas de recrutamento e seleção de pessoas do Brasil, a pesquisa evidenciou que apenas 2% dos pesquisados admitiu buscar no mercado pessoas com beleza acima da média:

“Em nossa pesquisa, que é enviada a recrutadores em mais de 10.000 empresas que usam nosso sistema, constatamos que há pelo menos 1% de empresas que contratam, deliberadamente, profissionais considerados “feios” ou “feias”. No entanto, é evidente que a grande maioria das empresas evita pessoas muito bonitas, talvez com exceção daquelas empresas que alocam o profissional no atendimento ao público ou em áreas de vendas”, explica Tegon.

Segundo Tegon, uma das razões para a baixa contratação de pessoas bonitas pode ter a ver com o perfil dos recrutadores. Segundo um estudo de dois economistas israelenses, Bradley J. Ruffle e Ze’ev Shtudiner, apresentado em 2010 na Universidade de Londres, as mulheres bonitas têm suas chances de contratação reduzidas em até 30% em comparação às não tão atraentes pelo fato de que a seleção é feita, via de regra, por mulheres (96%), solteiras (67%) e com idade média de 29 anos:

“Mas há casos em que mulheres bonitas também são preteridas porque alguns recrutadores as consideram um ‘fator de distração’ no trabalho”, assinala Tegon.

Uma profissional de recrutamento e seleção, que prefere não se identificar, assinala que, no Brasil, é comum associarmos a beleza a pouca inteligência, um preconceito que se traduz, por exemplo, na afirmação de que as “loiras são burras”:

“Outro aspecto relevante diz respeito à contratação de pessoas que vão trabalhar, por exemplo, com diretores da empresa que são casados. Os próprios executivos descartam profissionais mulheres muito bonitas, pois temem que essas contratações possam trazer problemas ao casamento, o que já vimos acontecer algumas vezes”, explica a recrutadora.

Segundo Tegon, face aos resultados da pesquisa, os profissionais muito bonitos, sejam homens ou mulheres, precisam de uma estratégia diferenciada para conseguir um bom emprego:

“Pode parecer absurdo o que vou dizer, mas via de regra os candidatos a uma vaga são orientados a se vestir com cuidado para uma entrevista. Isso leva muitas pessoas exagerarem no visual, o que, como estamos vendo, pode ser o melhor caminho para não conseguir a vaga. O ideal é que pessoas mostrem suas qualidades, suas competências profissionais e suas qualificações, sem se preocupar tanto com questões estéticas”, alerta Tegon.

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Microsoft lança campanha para incentivar jovens a aprender programação

A Microsoft lança no Brasil a campanha #EuPossoProgramar, que tem o objetivo de estimular o aprendizado da linguagem de programação entre jovens de 12 a 25 anos. O curso preparado para incentivar crianças e adolescentes a darem os primeiros passos no universo da tecnologia está disponível no site www.eupossoprogramar.com. O conteúdo foi desenvolvido em parceria com entidades como Code.org e OIJ (Organização Ibero-Americana da Juventude), entre outras.

Com a campanha #EuPossoProgramar, a Microsoft reafirma seu compromisso para que o aprendizado de programação e a capacitação na área de tecnologia sejam um caminho para milhares de jovens terem acesso a melhores oportunidades no futuro. A iniciativa é parte do YouthSpark, programa global de cidadania da Microsoft com foco na juventude.

De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a taxa de desemprego entre jovens brasileiros de 16 a 24 anos foi de 13,8% em agosto deste ano ante uma taxa de 5% entre a população geral do conjunto de seis regiões metropolitanas do país. A campanha #EuPossoProgramar ocorre também nos demais países da América Latina, onde 22 milhões de jovens não estudam e nem trabalham, segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho).

“Um dos principais objetivos da Microsoft é promover a programação como parte fundamental do currículo escolar e a integração da tecnologia ao processo educacional. Por essa razão, incluímos o tema na Agenda Final de Políticas para a Juventude Pós-2015, em um trabalho realizado com a OIJ”, diz Hernán Rincón, presidente da Microsoft para América Latina. “Estamos confiantes de que a linguagem do código em breve será parte do currículo de muitas escolas na América Latina, tornando possível um crescimento ainda maior da região “, afirma.

Para marcar o lançamento da campanha no Brasil, a Microsoft organiza hoje um evento com jovens de escolas públicas, privadas e ONGs parceiras. O encontro será na sede da empresa no país, em São Paulo, e contará com a presença de empreendedores como Vinicius Gracia, cofundador do aplicativo Easy Taxi, e Douglas Almeida, CEO do Stayfilm, rede social brasileira que cria filmes únicos e surpreendentes. Ambos contarão suas experiências com o aprendizado de programação.

“A iniciativa YouthSpark já atingiu no Brasil mais de 10 milhões de pessoas e foi responsável por transformar a vida de alguns jovens brasileiros. Queremos que essas histórias se multipliquem e que o aprendizado da linguagem de programação seja uma via para que mais crianças e adolescentes tenham um futuro melhor no país”, afirma Katia Gianone, diretora de comunicação e cidadania da Microsoft Brasil.

Qualquer jovem pode se beneficiar com o aprendizado de computação básica, independentemente da profissão que planeja seguir no futuro. A programação permeia hoje os mais diversos aspectos do dia a dia e, segundo especialistas, pode ser considerada a alfabetização do século 21. Aprender os princípios básicos de programação pode ajudar jovens a desenvolver habilidades de pensamento crítico, lógica e solução de problemas e, dessa maneira, se destacar em diversas áreas, incluindo o empreendedorismo.

Veja abaixo alguns dos principais benefícios ligados ao aprendizado de programação:

1.- Desenvolver habilidades para resolver problemas lógicos; estimula a criatividade e pensamento crítico, habilidades do século 21 necessárias em qualquer setor.

2.- Aumento das oportunidades de emprego. Atualmente, não há mão de obra suficiente para suprir a demanda no setor de tecnologia.

3.- Aumento da capacidade de adaptação ao estilo de vida atual. O mundo depende cada vez mais de tecnologia. Para atingir seu pleno potencial, os jovens precisam ter ampla compreensão de como a tecnologia funciona e de como fazê-la funcionar para eles.

4.- Faz com que o empreendedorismo se torne uma opção concreta. As grandes empresas têm surgido graças ao conhecimento da linguagem de programação. Os empreendedores são capazes de capitalizar seu conhecimento para a criação e o crescimento de seus negócios.

“Estamos muito animados com o fato de poder trabalhar com a Microsoft para derrubar os mitos sobre programação, um campo fundamental para todos os estudantes, seja qual for a carreira que desejam seguir. Sei que uma hora programando pode ser o suficiente para inspirar alunos a aprenderem mais, abrindo infinitas possibilidades para o resto de suas vidas”, disse Hadi Partovi, da Code.org. A entidade liderada por Partovi tem diversos outros cursos para quem quiser aprender mais sobre programação.

Fonte: Microsoft Brasil

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AMD participa da Brasil Game Show com computadores para gamers e ação interativa com impressão 3D

De 8 e 12 de outubro, a AMD – fabricante de processadores e placas gráficas – participa da BGS (Brasil Game Show), maior feira de eletrônicos da América Latina, que acontece no Expo Center Norte, na cidade de São Paulo. A empresa preparou uma série de atrações para o evento, entre elas, computadores de alto desempenho para gamers e uma ação, na qual os participantes podem concorrer a miniaturas em 3D.

O espaço MOK by AMD está localizado dentro do estande da PlayTV na rua F estande F01. Nele os visitantes podem experimentar uma máquina equipada com o processador AMD FX 9590 de 5GHz e a placa gráfica AMD R9 295X2, considerados os mais rápidos e potentes do mundo, rodando o jogo Alien: Isolation em três monitores integrados. O local ainda apresenta três computadores equipados com a recém-lançada APU A10 7800, rodando os jogos Fifa 15, Sniper Elite III e Plants vs Zombies: Garden Warfare. Todas as máquinas contam com gabinetes, teclados, mouses e headsets da Coolermaster.

“A BGS representa uma excelente oportunidade para nos aproximarmos, ainda mais, do público gamer, que hoje representa uma importante fatia dos consumidores AMD e para o qual a empresa tem dedicado esforços para lançar o que há de mais avançado em placas gráficas e processadores, voltados a garantir a melhor experiência para jogos”, pontua Roberto Brandão, Diretor Geral da AMD Brasil. “Pelo segundo ano seguido, optamos por participar do evento em parceria com a PlayTV, com quem também vamos realizar uma série especial de matérias específicas sobre as tecnologias AMD”, acrescenta.

Outra atração programada pela AMD na BGS é uma ação interativa com os visitantes. Todos os usuários que postarem no Facebook e Instagram fotos com a hashtag #AMDNABGS concorrem a miniaturas próprias em 3D. Ao todo, a empresa vai entregar oito miniaturas de participantes durante o evento – duas por dia – escolhidas a partir das melhores imagens postadas nas redes sociais e transformadas em miniaturas por meio de uma impressora 3D.
Além disso, todos os visitantes da BGS que postarem fotos com a hashtag #AMDNABGS podem imprimir as imagens no stand da AMD.
Para saber mais sobre o evento, acesse: http://www.brasilgameshow.com.br/

AGENDA
Data: 08/10 – apenas para Imprensa e Business e 9 -12/10 para o público geral
Hora: 13h às 21h
Local: Expo Center Norte – Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo – SP, 02055-000
Estande: Rua F estande F01

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Entrevista de emprego sem sair de casa

Depois de lançar a entrevista de emprego via Hangout, em março, a Elancers, empresa especializada em sistemas de recrutamento e seleção, apresenta mais uma novidade para auxiliar as empresas nos processos seletivos. Agora, os recrutadores poderão entrar em contato e entrevistar os candidatos por meio do Skype, o que desobriga o interessado em uma vaga a se deslocar para participar de processos de seleção. Segundo Cezar Tegon, presidente da Elancers, a novidade vai facilitar a vida das áreas de RH na hora de encontrar o candidato ideal para uma vaga:

“Muitos profissionais de RH já fazem entrevistas por Skype. O diferencial de nossa ação é que integramos o Skype à plataforma de recrutamento e seleção que disponibilizamos para nossos clientes, o que permite entrevistar os candidatos, de forma online, com apenas um clique a partir da plataforma Elancers”, explica Tegon.

Segundo Tegon, o contato visual com o candidato desde o primeiro momento permite avaliar rapidamente a adequação daquele profissional à empresa que oferece a vaga. Além disso, a entrevista via Skype permite que as empresas avaliem bons candidatos que estão atualmente empregados e que não conseguiriam deixar o emprego no horário de trabalho. Essa possibilidade amplia a oferta de candidatos e, principalmente, daqueles bons candidatos que já estão empregados.

Como Funciona
As empresas que utilizam o sistema da Elancers podem escolher os melhores candidatos a uma determinada vaga utilizando filtros por palavras chaves. Dessa forma, mesmo recebendo milhares de currículos, o recrutador vai avaliar somente aqueles que se enquadram em determinado perfil pré-selecionado. Um dos requisitos pode ser, inclusive, o fato do candidato poder ser acessado via Skype, o que caracteriza um profissional que sabe usar as novas tecnologias:

“Se o profissional pré-selecionado informou seus dados de acesso ao Skype, o recrutador poderá acessá-lo por essa ferramenta com apenas um clique. Nessa hora o sistema abre o programa de teleconferência e o profissional de RH pode contatar a pessoa na hora ou adicioná-lo para contato futuro”, explica Tegon.

Com este novo recurso, as áreas de recrutamento e seleção das empresas conseguem realizar mais entrevistas, agilizando o processo de recrutamento e seleção. Já disponível para uso imediato para as mais de 10.000 empresas que utilizam a plataforma da Elancers, a entrevista via Skype também pode ser utilizada pelas empresas que usam a plataforma BOL Empregos.

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