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Mobile commerce ganha musculatura

Uma nova pesquisa do PayPal e da Ipsos* demonstra que o comércio via dispositivos móveis (o chamado mobile commerce) cresce perto de três vezes mais que a média de crescimento do e-commerce global tradicional. De 2013 a 2016, a média composta do crescimento do mobile commerce em de vários países está projetada em 42%, ante os 13% projetados para o e-commerce em geral. A pesquisa que investigou os hábitos de compras mobile de 17,5 mil consumidores em 22 países, incluindo o Brasil, também aponta alguns insights sobre o comportamento das compras mobile, barreiras e mercados em expansão.

“Estamos entrando no início do boom da era mobile,” afirmou Anuj Nayar, diretor sênior de Iniciativas Globais do PayPal. “No PayPal, em todo o mundo, vimos o crescimento do nosso mobile sair de menos de 1% do volume de pagamentos em 2010 para mais de 20% em 2014”.

“Isso também se reflete no Brasil, onde a média estimada de crescimento de 2013 a 2016 do mobile commerce é de 46%. O dado contrasta com a média de crescimento de compras no e-commerce de brasileiros no mesmo período prevista em 17%”, afirma Mário Mello, diretor geral do PayPal para a América Latina.

Um futuro brilhante para o m-commerce

Por enquanto, o mobile commerce é relativamente pequeno se olharmos para o percentual que ocupa frente ao total dos gastos globais em e-commerce. De acordo com a pesquisa, os smartphones respondem por 9% dos gastos online feitos por dispositivos móveis, enquanto os tablets são responsáveis por 5% das compras feitas online. Ambos são ultrapassados pelos laptops, desktops e notebooks, os quais cumulativamente somam 85% do que é gasto online.

Ainda que os valores gastos sejam baixos, a prevalência das compras feitas por dispositivos é significativa. Mas de um quarto (28%) dos consumidores online afirmaram ter comprado algo por meio de um smartphone nos últimos 12 meses e 20% informa que o fizeram via tablet. O surgimento do comércio em smartphones está sendo liderado por jovens adultos. A média global de 59% dos compradores de smartphones são pessoas que têm de 18 a 34 anos versus 44% do restante dos compradores online.

Já, no Brasil, a incidência de brasileiros que compraram online via dispositivos móveis é ligeiramente maior do que a média dos 22 países: 34% ante os 33% registrados pelo grupo de países que fizeram parte do estudo. E, entre os brasileiros, 61% dos que compram via mobile têm entre 18 e 34 anos; já, quando a amostra compreende todos os consumidores online brasileiros entrevistados, 54% estão na mesma faixa etária.

China, Turquia e Emirados Árabes dominam as compras por smartphone

China, Turquia e Emirados Árabes dominam as compras por smartphone. Os consumidores dos Emirados atribuem 24% dos seus gastos online a compras feitas por meio de smartphones; consumidores chineses estão logo atrás, com 21%, enquanto os turcos ficam em terceiro lugar, com 19%. Os três grupos também lideram no que diz respeito à densidade das compras por smartphone. Na China, mais de dois terços (68%) dos consumidores online já usaram o smartphone para fazer uma compra nos últimos doze meses. Mais da metade (57% e 53% respectivamente) dos consumidores dos Emirados e da Turquia também o fizeram.

Os consumidores que usam smartphones optam por Apps

Ao redor do mundo, 64% dos adeptos do mobile commerce compraram por meio de um app (aplicativo de celular) enquanto 52% o fizeram por meio de um browser (navegador de internet). Entre aqueles que usaram as duas plataformas, os apps são preferidos tipicamente em função de sua rapidez e conveniência. Outros fatores que contribuem para o uso de apps, em cada país, incluem: “a confirmação instantânea do pagamento”, no México; “avisos para ofertas/descontos/cupons”, na China; e “registro dos recibos digitais”, em Israel.

No Brasil, 46% dos consumidores que usam smartphones e que já compraram na internet nos últimos doze meses usando tanto browser quanto aplicativos, preferem comprar via apps. Enquanto 36% ainda optam por browsers; 18% não têm preferência. Já, quando os brasileiros que detêm smartphones e tablets são perguntados sobre os benefícios do uso de aplicativos para realizar compras, 43% alegam que os aplicativos oferecem maior conveniência; 35% avaliam que os apps são um meio de pagamento rápido.

Pesquisa de produto hoje

Atualmente, a atividade mais citada pelos compradores de smartphones em todo o mundo é a busca por produtos: “a busca pela informação do produto dá-se no meu smartphone” (36% selecionaram), “uso o meu smartphone para ajudar a localizar informação sobre lojas e estabelecimentos” (27%), e “leio comentários e resenhas de consumidores em meu smartphone” (25%).

Contudo, quando o conjunto dos entrevistados nos 22 países foi indagado como gostaria de usar smartphones no futuro, as primeiras respostas foram relacionadas a funcionalidades nascentes, incluindo opções de pagamentos. 16% selecionaram “passar o meu smartphone pela caixa registradora para pagar (a exemplo do NFC)” e 15% citaram “fazer pedidos antecipados (por exemplo, comida ou um café) por meio de um app ou um browser no meu smartphone”.

No Brasil, a busca online por informação de produtos também é a principal atividade dos consumidores ao smartphone, sendo apontada por 38% (*) dos entrevistados que têm um smartphone, mas que ainda não utilizam o dispositivo para comprar online. Em segundo lugar, 30% dos brasileiros que detêm um smartphone fizeram buscas por estabelecimentos ou negócios e o mesmo tanto leram, nos últimos doze meses, as opiniões e referências de outros consumidores em seus smartphones.

Barreiras para o mobile commerce

A principal barreira para um crescimento maior do mobile commerce no mundo é o fato de que os consumidores ainda não se deram conta das vantagens de comprar por meio de seus dispositivos em uma escala maior.

Entre aqueles que não usam smartphones ainda para comprar, as principais barreiras citadas são: “prefiro comprar online a partir de outro dispositivo (laptop ou um desktop)” (39%), “a tela é muito pequena” (34%), e “prefiro acessar a internet por meio de outros equipamentos” (28%).

Aqueles que efetivamente compram via smartphones declaram motivos ligeiramente diferentes para não o fazer com maior regularidade: “a tela é muito pequena” (34%), “prefiro comprar online de outro dispositivo (laptop, desktop)” (27%), e “preocupo-me com a segurança online de compras feitas a partir de dispositivos móveis” (21%).

No Brasil, a principal barreira para a compra por meio de um smartphone – para quem não utiliza este dispositivo -, citado por 38% dos que têm um smartphone, mas que ainda não o utilizam para comprar online, é o fato de o consumidor ainda preferir outros equipamentos na compra online, a exemplo dos laptops e desktops. Já, no caso de quem já usou o seu smartphone nas compras nos últimos doze meses, o maior obstáculo citado por 31% dos casos, é o tamanho da tela.

“Com o advento de telefones celulares de baixo custo, telas maiores em celulares e melhorias na segurança dos dispositivos móveis, as barreiras do mobile commerce deverão decrescer”, acrescentou Nayar. “Essas melhorias, combinadas às opções de pagamento digital do estado da arte como o PayPal OneTouch ficará mais fácil, seguro e intuitivo para os clientes pagarem com seus telefones móveis.”

(*) A pedido do PayPal, o Ipsos entrevistou uma amostra representativa de 800 adultos no país (de um total de 17.519 em todo o mundo – com idade de 18 anos ou mais) que possuem e/ou usam um dispositivo habilitado para usar a internet* em cada um dos 22 países (Reino Unido, França, Alemanha, Áustria, Suíça, Itália, Espanha, Holanda, Suécia, Noruega, Dinamarca, Polônia, Turquia, Rússia, Israel, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, Canadá, Brasil, México, China e Austrália). As entrevistas foram conduzidas online entre 9 de setembro e 3 de novembro de 2014. No Brasil, os trabalhos de campo foram conduzidos entre 23 de setembro e 13 de outubro em uma amostra de 800 pessoas. Os dados tiveram o seu peso calculado para representar a incidência de compradores online em todos os países, e o perfil demográfico dos usuários de internet em sete países. (*) Computador desktop, laptop, notebook, tablet, smartphone, alguns outros tipos de telefones móveis: organizador eletrônico/PDA wireless com funções de voz e funcionalidades de dados/ games com consoles com conectividade à internet (a exemplo do Wii).

(**) Os números globais citados aqui são uma média global dos 22 países pesquisados; nesse caso não houve foi calculado o peso para representar o tamanho das respectivas populações.

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Como ganhar dinheiro usando o WhatsApp

A velocidade de comunicação proporcionada pelas últimas tecnologias vem sendo utilizada, em especial nas redes sociais e aplicativos, como estratégia para melhorar os negócios. É o caso do WhatsApp, um aplicativo de bate-papo que já tem mais de 47 milhões de usuários no país e que, justamente por alcançar tanta gente, ganhou uma função para lá de lucrativa entre comerciantes e autônomos.

Márcio Ribeiro, professor de Marketing Digital da Universidade Presbiteriana Mackenzie, ressalta que o aplicativo, assim como outros, ultrapassou fronteiras das relações sociais, indo além do uso recreativo. “Uma empresa precisa estar atualizada, senão fica para trás. No cenário das novas tecnologias, abre-se espaço também para novos profissionais, qualificados por dominarem as redes sociais e aplicativos”, diz o especialista. Uma mão de obra relativamente barata para as empresas vira chance de grana extra para muitos autônomos.

A classe que mais vem ganhando com o uso do WhatsApp nos negócios, no entanto, são os comerciantes. A empresária Ana Paula Lima de Alcântara, dona da marca de roupas Manalí Store, é um exemplo de quem investe em novas tecnologias, em especial no WhatsApp, para aumentar as suas vendas. “São inúmeras as vantagens que o WhatsApp trouxe para mim. Como não possuo um site, ele serve como um canal direto entre os clientes e eu, além de facilitar possíveis desentendimentos e tirar dúvidas”, diz sobre o sucesso do aplicativo na função de aumentar as vendas. “Outra vantagem do WhatsApp é a multiplicação da mensagem. Você envia para milhares de pessoas e estas ainda podem compartilhar seu post com amigos, aumentando muito a visibilidade do seu anúncio”, defende Luiz Benjamim, CEO da SallApp, empresa especializada em maketing mobile.

Hoje vivemos em uma era em que se vendem mais tablets e smartphones do que computadores pessoais. No Brasil, só no segundo semestre de 2014, foram vendidos mais de 13 milhões de aparelhos! Segundo a consultoria de tecnologia IDC, em 2013 o país vendeu mais tablets do que notebooks e computadores de mesa. Nessa realidade tecnológica, ajustar uma ferramenta como o WhatsApp ao campo profissional faz todo o sentido. E aprender a adaptá-la ao seus negócios pode render uma boa grana!

5 passos para ganhar dinheiro usando o WhatsApp (Imagem 1)

1- Tenha sua agenda atualizada

A organização é a base do negócio. Não deixe números ‘soltos’ na sua lista de contatos. Salve o nome ou alguma descrição que faça você lembrar quem é aquele cliente. Uma das vantagens do WhatsApp é que ele possui um ícone que te mostra quais números têm o aplicativo em seu celular.

2- Faça contatos

É importante para o vendedor se colocar sempre à disposição do cliente. Mostrar-se atento aos pedidos e dúvidas do consumidor, sempre perguntando se ele precisa de algo. Outro ponto a ser destacado é a pontualidade nas respostas. Fique atento para não gerar impaciência aos clientes. Imponha horários de atendimento e seja o mais rápido e direto possível no retorno. Lembre-se também que o WhatsApp é uma rede de relacionamentos, ou seja, é preciso desenvolver uma relação com os usuários. “Antes de tudo se apresente, dê boas-vindas ao cliente e crie um relacionamento. Até porque, dessa forma, conhece melhor a pessoa, vê se ela responde às mensagens, se é de fato cliente em potencial. Só depois de criada uma relação mande seu produto ou fale de seu serviço de forma mais clara”, aconselha Luiz Benjamim, CEO da SallApp.

3- Ofereça seu serviço pelo aplicativo

O WhatsApp é um excelente meio de compartilhamento de fotos, vídeos, documentos e até localização. Use isso a seu favor. Nem sempre o cliente tem tempo de atender ligações ou responder e-mails. É uma forma de contato que acaba facilitando todo o processo de venda, afinal, ele vê seu produto assim que clica na mensagem no app. É importante, no entanto, não ser muito agressivo na hora de tentar vender seus produtos – e se lembrar que ninguém quer ficar lendo longos textos, excessivamente “marqueteiros”. “Recomendamos textos curtos, diretos e, claro, mais informais, já que o WhatsApp é uma plataforma informal”, aconselha Luiz Benjamim. E não se esqueça de fotos e vídeos. “Uma foto é vista em menos de um segundo, ou seja, você passa a imagem mais rapidamente. Vídeos também fazem sucesso, desde que curtos e atrativos”, complementa o especialista.

4- Use o WhatsApp em conjunto com outras redes

Sim, o WhatsApp é muito eficaz na tarefa de se comunicar com o cliente. Mas hoje em dia, são raros os casos de pessoas que possuem somente um meio de comunicação. Usá-lo em conjunto com outras redes sociais, como Facebook, Twitter e Instagram, fará seu leque de vendas aumentar muito.

5- Faça o chamado “Follow up”

“Follow up” (pronuncia-se fólou ap) é um termo em inglês muito usado no ramo comercial. Significa, basicamente, fazer um acompanhamento da compra e, em especial, do consumidor. Ou seja, você vende o produto e depois de um certo tempo busca saber se o cliente está satisfeito com a compra. Esse passo é importante pois serve como retorno para saber como estão seus negócios, e também para estender laços comerciais. “Acompanhando os dados você conhece melhor cada cliente e sabe o que funciona com a pessoa, o que facilita a venda e o relacionamento”, finaliza Luiz Benjamim.

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Aplicativos: perfil dos appers brasileiros

A Fábrica de Aplicativos (antigo Universo mobi) alcançou a marca de 185 mil apps desenvolvidos em sua plataforma. Para comemorar o número atingido, a startup lançou recentemente um infográfico mostrando o perfil dos ‘appers’ (criadores de aplicativos), desenvolvido a partir de um estudo junto ao seus mais de 90 mil appers, definindo algumas características dos criadores de apps no Brasil.

O levantamento mostra que grande parte deles possui renda mensal familiar em torno dos R$ 3,5 mil, sendo que somente 7% informaram renda maior que R$ 10 mil. Dos pesquisados, 30% concluíram o Ensino Médio, enquanto que 23% não chegaram a completar esta etapa. Metade dos usuários tem entre 22 e 40 anos, sendo que a maioria, 26%, tem entre 23 e 30 anos. Os homens representam 70% dos usuários da plataforma.

Veja a notícia completa em http://startupi.com.br/2015/01/infografico-perfil-dos-appers-brasileiro/#sthash.mqQa0tLx.dpuf”>“>

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LinkedIn lança Lead Accelerator e expande portifólio de Soluções de Marketing

Novos produtos oferecem uma maneira mais rápida de alcançar, cultivar e converter leads de alta qualidade

Autor: Russel Glass

O processo de compra pode ser muito longo e complexo. Como profissional de marketing e líder de negócios com anos de experiência nessa área, entendo que alcançar, cultivar e converter profissionais, de maneira eficaz, tem se tornado cada vez mais difícil.

Por isso é uma honra anunciar hoje o novo portifólio de Soluções de Marketing do LinkedIn, com destaque para o LinkedIn Lead Accelerator.

Compradores visitam sites e consultam suas redes para pesquisar potenciais compras. De acordo com a Forrester Research, quase 90% do processo de decisão de compra acontece muito antes de um vendedor entrar na história. Um pouco dessa realidade:

– 95% dos visitantes de um site nunca informa um endereço de e-mail

– Dos 5% que informa, apenas 20% abre os e-mails de prospecção que recebe

– Resultado: a maioria dos profissionais de marketing converte menos de 1% de todos os leads possíveis.

Mas acreditamos que existe um caminho melhor.

Apresentando as novas Soluções de Marketing do LinkedIn

Hoje damos um passo estratégico em Soluções de Marketing, com o lançamento do portifólio expandido. Agora, com um conjunto completo de produtos, que acompanham o processo de compra de ponta a ponta, oferecemos a maneira mais eficiente para profissionais de marketing alcançarem, cultivarem e conquistarem clientes dentro e fora da plataforma do LinkedIn. Acreditamos que essa nova oferta ajudará a gerar leads de melhor qualidade, que por sua vez se transformarão em potenciais negócios para as equipes de vendas.

O LinkedIn Lead Accelerator é nosso principal produto para gerar e cultivar leads, conectando empresas com os profissionais certos, na hora certa, com o conteúdo certo. Este lançamento reflete a integração do produto Multi-Channel Nurturing, da Bizo, empresa adquirida pelo LinkedIn em agosto de 2014.

Também estendemos o alcance para além da plataforma LinkedIn com o LinkedIn Network Display, que permite às marcas a oportunidade de engajar com audiências profissionais dentro e fora da plataforma em mais de 2500 sites.

Nosso portifolio recém ampliado une produtos novos e existentes para criar um conjunto mais robusto de soluções integradas. Até hoje, produtos como as Atualizações Patrocinadas ou os Display ads do LinkedIn eram utilizados separadamente. Agora, profissionais de marketing podem utilizar todas as nossas ferramentas de Soluções de Marketing juntas, criando uma experiência customizada que melhore a relação entre profissionais de marketing e potenciais clientes e entregue resultados.

Como os profissionais de marketing estão utilizando o LinkedIn Lead Accelerator:

eCornell, Lenovo, Salesforce, Samsung e VMware estão entre os mais de 100 clientes que estão obtendo benefícios e resultados positivos através do LinkedIn Lead Accelerator. Por exemplo, com o LinkedIn Lead Accelerator, a eCornell dobrou as taxas de conversão da sua página de destino, enquanto a taxa de conversão de leads qualificados de marketing da Localytics aumentou em 50%. Além disso, o custo por lead da Lenovo diminuiu 60%.

O LinkedIn Lead Accelerator estará disponível a partir de hoje em vários mercados e será vendido por assinaturas trimestrais ou anuais. O produto está disponível em inglês no momento, mas será traduzido para outros idiomas em breve.

Construindo o caminho

Nosso objetivo é ser a plataforma mais eficiente para profissionais de marketing engajarem com clientes.

Como ex-CEO da Bizo, esse momento é especialmente gratificante para mim. Eu sabia que o casamento das soluções segmentadas de conteúdo do LinkedIn com os produtos analíticos e de geração de leads da Bizo resultaria em uma oportunidade poderosa para os profissionais de marketing. Esta visão está tomando forma.

Para saber mais sobre o LinkedIn Lead Accelerator ou nosso novo conjunto de produtos, acesse a página do produto: http://marketing.linkedin.com/blog/linkedin-launches-lead-accelerator-expands-marketing-solutions-portfolio/

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Paulistanos estão cada vez mais preocupados com o futuro da economia

A confiança do consumidor paulistano registrou queda de 14,5%, ao passar de 131,7 pontos em janeiro de 2014 para 112,7 pontos no mesmo período deste ano, segundo dados do Índice de Confiança do Consumidor (ICC), pesquisa feita mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Na comparação com o mês de dezembro de 2014, houve queda de 0,2%. Para a assessoria econômica da FecomercioSP, esses dados confirmam a perda da confiança do consumidor paulistano que ocorre desde o fim do ano de 2013.

Ainda na comparação mensal, os consumidores que ganham dez salários mínimos ou mais se apresentaram mais confortáveis com o cenário econômico – passando de 108,5 para 111,3 pontos (2,6%) -, do que aqueles que ganham menos de dez salários mínimos, de 115,1 para 113,3 pontos (-1,5%).

A pesquisa também mostrou que as mulheres estão mais confiantes do que os homens, com alta no índice de 1,2% ante a queda de 1,6%, respectivamente. Ao analisar por faixa etária, os que tem 35 anos ou mais estão mais satisfeitos do aqueles que possuem menos de 35 anos ( 2,8% contra -2%).

A pesquisa ICC é composta por mais dois índices: um deles mede a satisfação do consumidor com o momento econômico atual, o Índice de Condições Econômicas Atuais (ICEA); e o outro analisa a expectativa do consumidor quanto ao cenário futuro, Índice de Expectativa ao Consumidor (IEC).

O ICEA passou de 108,7 pontos em dezembro para 110,7 pontos em janeiro. Este aumento de 1,9% pode ser atribuído aos rendimentos do 13º salário, e também à expectativa do reajuste do mínimo vigente no mês. Já na comparação com janeiro de 2014, a queda foi de -15%. Já o IEC apontou que os consumidores ainda estão pouco confiantes em relação ao futuro da economia, principalmente por causa do baixo crescimento da renda em função de inflação elevada, crédito mais caro e anúncio de aumento de impostos. O índice caiu 1,5% ao passar de 115,8 para 114 pontos. Com relação a janeiro do ano passado, o recuo foi de -14,1%.

Metodologia
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) é apurado mensalmente pela FecomercioSP desde 1994. Os dados são coletados de aproximadamente 2,1 mil consumidores do município de São Paulo. O objetivo da pesquisa é identificar o sentimento dos consumidores levando em conta as condições econômicas atuais e as expectativas quanto à situação econômica futura.

Os dados são segmentados por nível de renda, sexo e idade. O ICC varia de zero (pessimismo total) a 200 (otimismo total). Sua composição, além do índice geral, apresenta-se em: Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA) e Índice das Expectativas do Consumidor (IEC). Os dados da pesquisa servem como um balizador para decisões de investimento e para a formação de estoques por parte dos varejistas, bem como para outros tipos de investimento das empresas.

A metodologia do ICC foi desenvolvida com base no Consumer Confidence Index, índice norte-americano que surgiu em 1950 na Universidade de Michigan. No início da década de 1990, a equipe econômica da FecomercioSP adaptou a metodologia da pesquisa norte-americana à realidade brasileira. Atualmente, o índice da Federação é usado como referência nas reuniões do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), responsável pela definição da taxa de juros no País, a exemplo do que ocorre com o aproveitamento do CCI pelo Banco Central.

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Prepare o seu e-commerce para 2015

O e-commerce no Brasil cresce a cada ano e para que a receita do comércio eletrônico continue crescendo é preciso que o varejo online se prepare para 2015. As compras de final de ano, como as promoções do Black Friday e os presentes de Natal alavancaram. A Navegg reuniu algumas tendências para que 2015 seja tão bom quanto 2014 para o e-commerce brasileiro:

Auge dos mobiles

Assim como o interesse pelos produtos, a maneira de comprar mudou e com os mobiles em alta, as plataformas de compras e pagamentos online devem se adaptar a tecnologia. É importante que as páginas estejam de acordo com cada tipo de dispositivo, sem perder a qualidade nem influenciar na navegação do consumidor.

Credibilidade

Alguns internautas ainda têm receios de realizar compras onlines com medo de não receberem os produtos ou de terem seus cartões de créditos fraudados, por exemplo. Assim, pergunte apenas o necessário ao seu cliente. Remover etapas desnecessárias durante a finalização da compra e ter um sistema de processamento de pagamento que tenha um selo anti-fraude passa segurança. Além disso, é importante chat online, o qual tira as dúvidas dos usuários em tempo real.

Conteúdo interativo

O marketing de conteúdo ganhou um grande espaço em 2014.O consumidor gosta de interagir com a marca e o produto, principalmente por meio das redes sociais. Blogs com conteúdos exclusivos, vídeos, infográficos, chats, textos informativos sobre as mercadorias, entre outros, são meios importantes para o diálogo entre o cliente e a empresa.

Personalização

Entregar o produto de acordo com os gostos e necessidades do cliente é um grande diferencial das marcas. A coleta de dados de audiência para a realização de campanhas personalizadas é hoje uma das principais estratégias do marketing digital. Com a segmentação dos consumidores em grupos de acordo com o seu perfil e comportamento de compra são realizadas mensagens direcionadas como o lançamento de um novo smartphone para aqueles que são aficionados por tecnologia. Soluções como Navegg E-commerce te ajudam a realizar esse tipo de tarefa.

Sobre a Navegg: Fundada em 2008 é a maior plataforma de gestão de dados de audiência da América Latina para publishers e anunciantes. Geramos dados de audiência acionáveis em mais de 250 milhões de usuários e processamos mais de 10 bilhões de eventos de dados por mês. Em parceria com mais de 110 mil sites extraímos a intenção de compra, o interesse de cada usuário e dados demográficos.

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Aquisição de imóveis por brasileiros nos EUA traz aumento de 45% na procura por soluções sucessórias

O brasileiro está investindo mais em imóveis nos EUA. Segundo dados recentes do Censo de Capitais Brasileiros no Exterior, do Banco Central, em cinco anos (entre 2008 e 2013), o número de investimentos em imóveis no exterior triplicou. E o maior número de aquisições foi em território americano, com 31% do total.

Com o alto índice de pessoas investindo em imóveis na terra do Tio Sam, a procura por soluções sucessórias também cresceu expressivamente. Em 2014, a Drummond – empresa que assessora brasileiros em transações internacionais, constatou um aumento de 45% na procura por planejamentos eficazes que possam reduzir o impacto fiscal e tributário em caso de falecimento do investidor brasileiro.

A legislação americana prevê impostos para transferência de um imóvel de pessoa física em caso de falecimento, o que pode atingir cerca de 40% do valor de mercado da propriedade. “Muitos pensam que é apenas registrar o imóvel no nome do filho para protegê-lo de impostos de transmissão, mas essa nem sempre é a saída mais adequada e segura”, aponta a consultora tributária especialista em trâmites internacionais Melissa Fernandes, da Drummond.

Segundo Melissa, se a ideia é gerar renda com o imóvel adquirido, alugando-o, por exemplo, e também trazer mais segurança quanto à exposição do patrimônio em caso de processos judiciais, uma das sugestões cabíveis é que a aquisição seja feita em nome de uma pessoa jurídica, abrindo-se uma empresa. “Cautela e precaução são palavras de ordem nesse momento. As quotas de uma pessoa jurídica, em muitos casos, são de propriedade de empresas estrangeiras – fora do território americano, e no caso de morte do sócio, a exposição ao imposto de sucessão é reduzido, uma vez que o imóvel é propriedade de uma empresa, e não de uma pessoa física” aponta Melissa, que complementa “É bom salientar que as quotas dessa empresa devem estar em nome de uma pessoa jurídica estrangeira, caso contrário o não residente estará exposto ao imposto de sucessão da mesma forma”.

Porém, se a intenção for utilizar o imóvel como residência (caracteriza-se residente fiscal o indivíduo com mais de 183 dias – consecutivos ou não, em território americano), sem a intenção de gerar renda, é indicado, por exemplo, adquirir o bem como pessoa física. Nesses casos, o imposto de sucessão é determinado a nível federal, e varia de acordo com a residência fiscal do herdeiro. E, também, a nível estadual- apenas quando ativo estiver no estado – e que varia de local para local. Em New York, por exemplo, pode ser de 5% até 16%.

Isso quer dizer que a abertura de uma empresa no exterior para a aquisição do imóvel é sempre o mais indicado?

Não necessariamente, aponta Melissa. “Empresas fora dos EUA possuem um custo maior de manutenção, e obrigações acessórias – como registros anuais junto às agências reguladoras americanas. Da mesma forma, adquirir imóvel como pessoa física também pode ter custos elevados. Ou seja, é necessário analisar todos os aspectos tributários, estudando de forma global o cenário e pontualmente cada caso. Não há uma fórmula pronta eficaz. O que existe é o desenvolvimento de um planejamento que consiga compreender todas as motivações e causas para a compra do imóvel nos Estados Unidos, e para cada uma delas, há efeitos que devem ser estudados ”, conclui a especialista tributária.

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Banco do Brasil apresenta novo autoatendimento pela internet, celular e tablet

A partir de hoje, 21, o Banco do Brasil oferece novas soluções para o autoatendimento via internet, celular e tablet, com visual totalmente reformulado e com várias novidades.

O aplicativo do BB para dispositivos móveis passa a ter a opção “Fale Conosco”, solução inédita que permite aos clientes, correntistas ou não, registrar dúvidas, sugestões e reclamações via celular e tablet. Esses registros são tratados por equipe especializada e os clientes recebem resposta no próprio aplicativo, o que representa atendimento inovador no mercado bancário.

Para os clientes que usam os modelos de smartphone iPhone 5s e 6, outra novidade está no login de acesso à conta corrente, que agora pode ser realizado via Touch Id (sensor de impressão digital), facilidade que permite acessar a conta com toda segurança, apenas com um toque, utilizando a digital cadastrada no smartphone.

Uma função exclusiva do app do Banco do Brasil, que já existe e continua na nova versão, é a importação de boletos bancários recebidos por e-mail. Com apenas um toque no anexo recebido, o cliente abre o boleto pelo aplicativo do BB e o pagamento é agendado. Recentemente, o BB já havia inovado com o desenvolvimento de aplicativo que permite aos clientes simular as condições para financiamento de veículos.

Dentre as inovações apresentadas no novo autoatendimento do BB pela internet, destacam-se a “Minha Página”, disponibilizada logo após o login do cliente, que passa a ter opção de consulta rápida de valores disponíveis para movimentação, distribuição das aplicações e evolução do saldo em conta corrente em forma gráfica, além da nova barra de menu, que permanecerá fixa durante toda a navegação.

“Com o novo autoatendimento, o Banco pretende proporcionar ao cliente uma experiência única, independente do canal utilizado, sempre com a possibilidade de personalização. As inovações e aperfeiçoamentos facilitam a navegação, fortalecem o relacionamento do BB com os clientes e permitem uma expansão ainda maior do número de transações online.”, afirma Gueitiro Matsuo Genso, Diretor de Clientes Pessoas Físicas do BB.

Um vídeo que ilustra detalhes do lançamento está disponível no Youtube.

Evolução dos números do autoatendimento BB

O BB tem investido fortemente na oferta de soluções sofisticadas e diferenciadas em operações bancárias, buscando se destacar como um banco inovador e moderno. Essas ações têm gerado resultados positivos como, por exemplo, o aumento significativo de transações realizadas via autoatendimento pela internet e pelos dispositivos móveis.

Em 2014, esses canais de autoatendimento processaram mais de 3,6 bilhões de transações, representando 43% do total realizado no Banco do Brasil, excluídas as operações de saque. Se incluídas as transações realizadas nos caixas eletrônicos, mais de 90% das transações realizadas pelo Banco são automatizadas. Vale destacar o crescimento e aceitação do autoatendimento via celular, que já é mais acessado pelos clientes do que a solução pela Internet, o que evidencia a conveniência e praticidade desse canal.

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Bom atendimento fideliza clientes

Por Ricardo Barbosa*

Atualmente, os consumidores vão as compras e esperam um atendimento de qualidade para que haja bons negócios. Apenas com nossas experiências pessoais, já se pode notar a enorme defasagem existente na área de atendimento.

Dentre os principais erros que observamos está a má vontade no atender, confusão em relação aos pedidos, erros nos valores e falta de informações sobre os produtos, todos esses detalhes podem em maior ou menor grau prejudicar a sua empresa.

Toda organização necessita de um cuidado especial no atendimento ao público, sendo fundamental que a área de recursos humanos se atentem a esta questão, levando aos seus profissionais qualificação para o atendimento.

Dentre os pontos fundamentais estão:

Cuidados na comunicação verbal – Essa precisa ser persuasiva e objetiva, tem que se preocupar com uma boa dicção para cativar o ouvinte;

Cuidado com comunicação escrita – Muitas pessoas pensam apenas na fala, mas e-mails se tornam cada vez mais sinônimos de negócios e infelizmente, há quem trate essa comunicação com negligência. Um único cuidado poderia evitar a maioria dos problemas: ler o que acabou de escrever;

Otimizando reuniões de negócios – Se o atendimento ao cliente for em uma reunião, essa deve ser otimizada, com pauta e tempo definido;

Conheça o que vende – Para uma boa venda é fundamental conhecer o assunto com a maior profundidade que puder, esclarecendo dúvidas que possam aparecer e melhorando o diálogo com o cliente;

A prática leva a perfeição – Não deve haver timidez e a prática deve ser constante. Todas as oportunidades para se falar diante das pessoas deve ser aproveitadas.

Acredite em você – É fundamental identificar seus pontos positivos e ter confiança, mostrando-se pró-ativo em relação à venda.

Em caso de dificuldades e desconfortos, o profissional se sentirá melhor com um roteiro das informações que irá expor, o importante é falar um pouco mais devagar para não deixar que seu desconforto seja percebido.

*Ricardo M. Barbosa – é diretor executivo da Innovia Training & Consulting, além de Engenheiro de Produção formado pela Universidade Paulista – UNIP, pós-graduado em Gestão de Projetos pela Fundação Vanzolini da Universidade de São Paulo – USP, especialista em Project Management pela Fundação Getúlio Vargas – FGV/SP e possui o certificado pelo PMI (Project Management Institute) como PMP (Project Management Professional), Professor de programas de pós-graduação em conceituadas instituições de ensino, Consultor em Gestão de Projetos há 15 anos e já atuou como executivo em grandes empresas como Ernst & Young Consulting; Wurth do Brasil; Unibanco; Daimler Chrysler.

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A escolha do cliente: click, call ou face?

Por Marco Antunes*

A comunicação entre clientes e empresas no Brasil nunca esteve tão online como nos dias atuais. É uma revolução causada pelo crescente uso de meios digitais, incluindo as mídias sociais, por ambas as partes, e também pela grande mobilidade tecnológica dos quase 120 milhões de smartphones e tablets utilizados pelos brasileiros. As marcas, expostas em ambiente virtual, automaticamente proporcionam às companhias um canal poderoso de contato e isso modificou o comportamento dos clientes, que passaram a ter um papel mais atuante. Se antes as pessoas se conectavam à internet apenas para ler notícias, conversar com seu círculo de amizade e postar novidades, agora utilizam esses meios para estarem mais próximos das empresas, interagindo, compartilhando ideias, expondo elogios e também fazendo críticas, cobrando respostas imediatas e, muitas vezes, viralizando opiniões e experiências boas ou ruins que tiveram com as organizações.

Essa nova forma de relacionamento com os clientes fez com que as empresas passassem a investir em equipes especializadas no atendimento digital, especialmente nas redes sociais. Uma estratégia indispensável e eficaz, já que são ambientes coletivos que se tornam cada vez mais o canal predileto de contato para resolução de questões, em geral, de baixa complexidade. No Facebook, por exemplo, considerada a rede de maior alcance do mundo, com 1,35 bilhão de usuários mensais e 864 milhões de visitas por dia, a participação brasileira é de 89 milhões de pessoas por mês e 59 milhões de acessos diários com média de permanência de 29,7 horas por mês – sete horas a mais do que a média mundial. A dimensão desses números exprime a importância de as companhias estarem dentro das redes sociais se comunicando o tempo todo com seu público e clientes em potencial, de forma interativa, ágil e personalizada.

Definitivamente, as mídias sociais são extremamente valiosas para estreitar o relacionamento entre empresas e clientes. Elas não concorrem, mas sim complementam as opções de canais disponíveis ao lado dos tradicionais call center (telefone), chat e e-mail, que continuam sendo peças-chave para casos de maior complexidade. A SulAmérica, por exemplo, vem trabalhando para integrar todas essas frentes sob o conceito Click Call Face, que preza pela pluralidade comunicativa, explorando o que cada um deles tem de melhor a oferecer e contemplando a rapidez e a mobilidade tão necessárias a uma companhia de seguros, cujo contato com os clientes muitas vezes se dá em situações de urgência.

A tendência que estamos aplicando é que o canal online, o “click”, seja a primeira opção de segurados, corretores e prestadores para a solução de questões mais simples – ou seja, estimulamos o autosserviço -, passando para o atendimento telefônico, o “call”, se a dúvida ou reclamação persistir, até chegar ao presencial, o “face”, para casos de maior complexidade, quando nenhuma das etapas anteriores suprir as necessidades em questão.

Esse novo conceito permite que os clientes, corretores e prestadores possam entrar em contato e interagir com a SulAmérica quando e como quiserem, seja por chat, e-mail, whatsapp, call center, páginas no Facebook e Twitter, portais de atendimento ao cliente, corretor e prestadores e até via aplicativo mobile desenvolvido pela companhia. Este último utilizado atualmente por 400 mil segurados de Saúde, com funcionalidades como geolocalização da rede de prestadores e acompanhamento de validação prévia de procedimentos, que fizeram diminuir a procura pelo call center em 60 mil ligações em 2013.

As demandas externas, portanto, não podem ser centralizadas em um único canal de atendimento, e sim integradas aos mais diversos meios de contato para facilitar o acesso das pessoas às companhias. Não cabe mais às empresas definir como e quando irão se comunicar, pelo contrário, é preciso ter claro na estratégia corporativa que esta escolha agora é dos clientes.

Marco Antunes é vice-presidente de Operações e Tecnologia da SulAmérica.

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Salesforce apresenta o relatório State of Marketing 2015 e revela prioridades para profissionais de marketing

Salesforce [NYSE:CRM], a empresa da Customer Success Platform e líder mundial em soluções de gestão de relacionamento com clientes (CRM), apresentou hoje o relatório State of Marketing 2015. Com base em uma pesquisa com mais de 5.000 profissionais de marketing de todo o mundo, a segunda edição anual deste relatório descobriu que esses profissionais planejam aumentar os investimentos em publicidade e marketing nas mídias sociais, mensagens mobile com base em geolocalização e, aplicativos para mobile e email marketing, em um esforço para criar jornadas relevantes para os consumidores. Além disso, 84% dos entrevistados disseram que planejam aumentar ou manter os orçamentos de marketing em 2015, com social e mobile marketing no topo da lista de prioridades. O download do relatório completo (em inglês) pode ser feito através do link: www.salesforce.com/form/marketingcloud/2015-state-of-marketing.jsp.

Seguem abaixo os principais destaques do relatórioState of Marketing 2015:

• A jornada do consumidor agora é crítica para o sucesso dos negócios. Há uma transição real do marketing focado em campanhas para jornadas do consumidor 1:1 personalizadas. De acordo com pesquisa recente da Salesforce e LinkedIn ,86% dos profissionais de marketing de nível sênior dizem que é fundamental criar uma jornada do consumidor relevante em todos os pontos de contato e canais. No relatório State of Marketing 2015, os entrevistados citaram ferramentas de apps para mobile, marketing analytics e gestão de relacionamento com clientes (CRM) como as tecnologias que são mais eficazes para a criação de uma real jornada do consumidor.

• Os orçamentos para as mídias sociais estão crescendo mais do que qualquer outro canal de marketing digital. Há uma grande mudança na forma como os profissionais de marketing veem as mídias sociais: 64% deles agora enxergam essa plataforma como um facilitador decisivo para produtos e serviços, 25% a mais do citado no relatório State of Marketing 2014. 70% dos profissionais de marketing disseram que vão aumentar os gastos com publicidade nas mídias sociais.

• Os profissionais de marketing estão integrando dispositivos móveis em sua estratégia global de marketing. Os profissionais de marketing estão cada vez mais focados em garantir que estejam alcançando seus clientes com interações 1:1 em tempo real através de dispositivos móveis. 68% relatam que integraram mobile em sua estratégia global de marketing, 48% a mais do que no relatório do ano passado. 65% planejam gastar mais com notificações push em celulares, com um aumento de 32% ano-sobre-ano. 58% possui agora uma equipe dedicada ao mobile marketing, 35% mais do que em 2014.

• O email é o motor do marketing digital. 73% dos profissionais de marketing concordam que o email é fundamental para o seu negócio, e 92% relatam que o email gera retorno sobre o investimento (ROI). 47% dos participantes da pesquisa citaram as taxas de click-through como a métrica-chave para medir o sucesso das campanhas de email marketing, enquanto 43% identificaram a taxa de conversão como a métrica-chave.

“O futuro do marketing é construir jornadas do consumidor relevantes para os clientes, através de interações entre vendas, serviços e marketing. É mais importante do que nunca conectar-se com cada pessoa que interage com a sua marca, e personalizar as jornadas com base em suas interações e preferências”, disse Scott McCorkle, CEO da Salesforce Marketing Cloud, Salesforce. “Nosso relatório State of Marketing 2015 mostra que este será o ano em que as empresas vão ‘ligar os pontos’ de maneira adequada e implementar uma abordagem verdadeiramente multicanal para personalizar o engajamento de cada cliente.”

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Mobilidade e vendas: Uma pessoa consulta seu celular de 150 a 200 vezes por dia!

Utilizar os dispositivos móveis como uma ponte entre o mundo digital e as lojas físicas é um dos temas mais discutidos no NRF 2015. O painel “The Mobile Shift: Using Mobile Moments to Influence and Drive Commerce”, apresentado por Julie Ask, Vice Presidente da Forrester Research, foi totalmente dedicado a esta questão.

Para ela, não adianta simplesmente construir uma presença digital e esperar que as pessoas acessem. Não se pode apenas criar um destino ou um endereço eletrônico. É preciso ir atrás dos consumidores.

Segundo pesquisas da Forrester, todas as pessoas dão uma conferida no celular de 150 a 200 vezes por dia. Essas situações são o que Julie chama de “mobile moments”, ou momentos gerados pela mobilidade. Cada um desses momentos representa uma oportunidade de se conectar com o cliente, nem que seja através de simples notificações ou sinais de áudio. O problema é que a maioria das empresas não tem uma estratégia para conseguir aproveitar esses momentos. “Somente 4 % das empresas que pesquisamos têm os recursos necessários para atender as necessidades digitais do cliente”, afirma Julie. “Trata-se de uma tarefa dificílima, pois a expectativa do cliente é ter aquilo que ele quer imediatamente”.

Segundo o estudo da Forrester, 21 % dos clientes querem fazer tudo pelo celular. Daqui a dois anos, esse número vai subir a 50 % dos consumidores”. Os varejistas têm esse grande desafio pela frente. Mas, por outro lado, precisam entender como as necessidades de um determinado cliente também muda de acordo com o tem. Tome-se o caso de alguém que tenha uma viagem marcada de avião. Duas semanas antes, através de seu aplicativo, a pessoa reserva sua passagem. Dois dias antes, por exemplo, é possível trocar o assento ou pedir um upgrade. No dia da viagem, a necessidade passa a ser diferente – descobrir onde estão as lojas e lanchonetes no aeroporto ou mesmo a direção certa para o portão de embarque. Já durante o voo, aquela pessoa quer saber a que horas o avião vai pousar e outras informações.

Todos esses pontos de contato precisam ser trabalhados pelas empresas. Os benefícios, segundo Julie Ask, são os seguintes:

+ O Marketing mobile estimula compras por impulso – a Wtso, revendedora digital de vinhos, criou uma estratégia de mensagens eletrônicas e chegou a aumentar suas vendas em 70 % durante as ações.

+ A influência que vem dos usuários de smartphones é importantíssima. O impulso online pode elevam o fechamento da venda em 15 %.

+ As promoções em dispositivos móveis podem mexer seriamente com o comportamento dos consumidores. Uma fabricante de artigos esportivos recentemente mandou uma mensagem eletrônica aos frequentadores de um shopping, avisando que eles teriam direito a um desconto de 99 % sobre qualquer produto da loja. Havia, porém, uma pegadinha: o desconto iria diminuir à razão de um ponto percentual por segundo, o que provocou uma correria no local. O recorde foi de um rapaz que conseguiu um desconto de 87 %.

Para Marcos Gouvêa de Souza, diretor geral da GS&MD, os movimentos relativos ao crescimento inexorável das ações de marketing dos dispositivos móveis fazem parte de um processo mais amplo. “Estamos nos primórdios da Ominiera, um processo disruptivo que se iniciou com o surgimento dos multicanais dentro do varejo. Esse processo avança para uma transformação estrutural da sociedade e dos mercados com aumento da vantagem competitiva das empresas, marcas e negócios que estabelecem, cultivam e praticam a cultura do omnirelacionamento nos ambientes tradicional e digital”, afirma. “Estar nesse jogo já não é uma questão de escolha”.

A GS&MD ainda realizará os pós- NRFs nas seguintes datas:

03 de fevereiro – Rio de Janeiro

05 de fevereiro – São Paulo

10 de fevereiro – Recife

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Excelência do Customer Engagement em um Mundo Digital

* Greg Sherry

A era da mídia social coloca os consumidores na posição de comando e conduz a mudanças significativas na natureza das relações entre empresas e consumidores. Agora, os clientes se engajam com as empresas por inúmeros canais, incluindo websites, celulares, mídias sociais, e-mails, textos etc. As empresas que irão se destacar dos concorrentes serão as que estiverem aptas a entender como engajar clientes e melhorar as experiências em todos os canais, por meio de uma entrega rápida, fácil, consistente e personalizada dos serviços em todos os pontos de contato o tempo todo.

Essa tendência está impulsionando a necessidade de otimizar o engajamento dos clientes que, ao contrário da experiência, engloba o relacionamento constante com produtos ou marcas, no lugar de uma experiência em um único ponto do tempo. Com a meta de construir um diálogo elaborado com os clientes, que produza algum nível de envolvimento emocional com determinada marca, produto ou serviço, as empresas podem impulsionar o faturamento e as economias de custos.

Para fazerem isso, as empresas precisam perceber o valor que pode ser obtido da reunião e da análise dos dados – sejam estruturados ou não estruturados – entre os canais, e sua capacidade de proporcionar inteligência acionável em relação aos sentimentos dos clientes e sua jornada em geral. Algumas empresas já estão cientes disso e recebem insights das iniciativas de engajamento dos clientes – ao mesmo tempo, realizam grandes economias de custos.

Com os gastos de mão de obra muito altos e os atacadistas e varejistas com margens de lucro restritas, a eficiência operacional tornou-se um fator crucial para a rentabilidade. Por exemplo, um dos maiores varejistas do mundo do setor de noivas, com mais de 300 lojas na América do Norte, precisava de uma forma para entender o universo das noivas e atender rapidamente às necessidades dos clientes, suas percepções e sentimentos sobre as linhas de produtos e a política (footprint) das lojas. Tendo isto em mente, a empresa criou um programa de voz do cliente para engajar os usuários – e, ao mesmo tempo, reunir ideias e feedback sobre uma série de tópicos.

Ao utilizar os dados coletados nas pesquisas com clientes antes de lançar o projeto, o varejista descobriu que, dar o nome de uma joia de “ampliada” (extended) no lugar de “tamanho-plus” (plus-size) levaria um apelo melhor a um número maior de mulheres. A empresa realmente dobrou o potencial de mercado dessa nova linha de joias ao fazer mudanças sutis em seu posicionamento com base no feedback dos clientes nos canais de interação. A empresa também aprendeu como reunir melhor e analisar o feedback dos clientes e, agora, conclui os projetos de pesquisas três ou quatro vezes mais rapidamente do que antes. Também realizou mais de US$4 milhões em economias de custos como resultado de ideias recolhidas das iniciativas de engajamento dos clientes.

Olhando para além dos canais de engajamento, a qualidade da jornada dos clientes e o nível de interação que a empresa pode impulsionar frequentemente dependem de recursos internos pesados. Hoje, tornou-se importante engajar os funcionários para que as empresas obtenham um entendimento maior da jornada dos clientes, assim como definir melhor e priorizar melhorias para ajudar a otimizar o engajamento dos clientes.

Para entregar uma experiência mais consistente nos canais, as empresas que quiserem otimizar o engajamento dos clientes devem priorizar a avaliação da jornada dos clientes para entender onde há silos, onde as interferências entre grupos são ineficientes, onde os pontos de contato com os clientes são desnecessários e onde as expectativas não foram estabelecidas com precisão ou entregues. Essa priorização da jornada,ao invés de focar exclusivamente nos canais e nos pontos de contato individuais, pode oferecer uma visão mais holística e um entendimento mais profundo do contexto mais amplo das interações.

No atual mundo digital competitivo, as empresas que melhor engajarem os clientes e oferecerem serviços rápidos, fáceis, consistentes e personalizados serão as vencedoras. Ouvir a voz do cliente e se engajar com eles para ajudar a impulsionar os negócios e melhorar a experiência dos clientes levará à excelência omnicanal do engajamento dos clientes.

* Greg Sherry é Vice-presidente de Marketing da Verint

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Como alcançar resultados durante o ano

Chegar ao final do ano com o sentimento de missão cumprida é o desejo de muitas pessoas. Contudo, não são poucas as que renovam a promessa de realizar uma série de itens, mas a cada ciclo se deparam com a frustração de ver muitos daqueles propósitos só na teoria. A situação é mais comum do que se imagina. Afinal, quem nunca prometeu algo que acabou nunca sendo realizado?

Para evitar que esses desejos caiam no esquecimento a psicóloga e consultora da SBA Associados, Giovana Tensini de Aguiar, afirma que a palavra chave é planejamento. “Costumo dizer que somos mais executores que planejadores. Ou seja, realizamos aquilo que nos pedem ou que sabemos que devemos fazer, mas não planejamos e, aí, muita atividade importante acaba ficando de fora”, explica.

Giovana tem bastante experiência quando o assunto é planejamento. Ela possui mais de 20 anos de atuação em tecnologia do desenvolvimento do capital humano, além disso, é especialista em psicodrama, professora e atende diversas empresas como consultora. De acordo com a profissional, para quem deseja um ano de mais realizações, a dica é se perguntar: “Qual é o meu objetivo pessoal e profissional?”
Depois de refletir sobre o assunto, Giovana diz que é hora de anotar tudo. “Colocar os objetivos no papel parece desnecessário, mas é maneira mais fácil para fazer o planejamento e cumpri-lo”, aponta. A consultora também explica que é importante se lembrar das variáveis que influenciam esse cronograma, por isso ele não deve ser engessado.

Pensar em como executar os objetivos é outro item muito importante. “O que eu vou fazer para chegar onde eu quero?” é outra pergunta essencial. Por exemplo, quem visa fazer um intercâmbio, deve se preocupar em aprender um segundo idioma ou, quem deseja passar em um concurso público, deve se organizar para estudar algumas horas diariamente, seja em casa ou em um cursinho.

Feito isso, Giovana explica que é preciso definir datas para cada ação e acompanhar semanalmente o planejamento para que nada fique para trás. “Estabelecer prazos e acompanhar essas datas é muito importante para que os desejos se tornem realidade. Se algo não estiver saindo como o planejado é hora de rever o planejamento. Postergar ações não é a primeira opção. Isso deve ser feito somente se necessário”, aponta Giovana.

Dica

Para chegar ao final de 2015 se sentindo mais realizado, lembre-se, então, das três perguntas: Qual meu objetivo? Como vou fazer isso? Para quando quero isso pronto? Depois, não se esqueça de anotar tudo e, claro, cumprir os prazos.

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Mercado brasileiro de PCs registra queda de 25% no 3º trimestre de 2014

Estudo IDC Brazil PCs Tracker Q3 aponta que entre julho e setembro foram vendidos cerca de 2.6 milhões de notebooks e desktops, volume que faz o Brasil despencar para 7ª colocação entre os maiores vendedores de computador do mundo

Entre julho e setembro deste ano, o Brasil vendeu cerca de 2.6 milhões de PCs, resultado 25% menor se comparado com o mesmo período de 2013. Os dados fazem parte do IDC Brazil PCs Tracker Q3, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado e consultoria nas indústrias de tecnologia da informação, telecomunicações e mercados de consumo em massa de tecnologia. Segundo o estudo, 62% das vendas no terceiro trimestre de 2014 foram de notebooks (aproximadamente 1.6 milhão) – queda de 23% na comparação com o terceiro trimestre de 2013, e 38% foram de desktops (cerca de 974 mil) – queda de 28% na comparação com o terceiro trimestre de 2013. Os números estão de acordo com as projeções da IDC e, segundo a consultoria, levaram o Brasil para a 7ª colocação entre os maiores vendedores de PCs no mundo. No segundo trimestre do ano passado, o Brasil já havia passado do 4º para o 5º lugar, e, neste t erceiro trimestre foi ultrapassado por Reino Unido e Índia.

“Já esperávamos um terceiro trimestre ‘desafiador’, pois as eleições impactam diretamente o mercado de PCs, não só pelas compras do setor público mas também nos investimentos das empresas de uma forma geral”, afirma Pedro Hagge, analista de pesquisa da IDC Brasil. Outra questão que puxou as vendas para baixo, segundo o analista da IDC Brasil, foi a concorrência com outros produtos. “Antigamente, o PC era o único dispositivo que permitia o acesso à internet. Atualmente, o acesso está disponível em tablets e smartphones, que são produtos mais baratos”. Além disso, segundo Hagge, “os notebooks e desktops têm uma vida útil maior do que a de outros dispositivos, o que retarda o processo de troca”.

Para o 4º trimestre de 2014 a expectativa é que o volume de vendas cresça na comparação com o 3º trimestre, porém, ainda longe de ser um desempenho como o registrado em anos anteriores. “Neste período de Black Friday e Natal, vemos um movimento de fabricantes e varejistas focando em outros produtos, como tablets e smartphones”, diz o analista da IDC Brasil. Para 2015, a consultoria estima que o mercado apresente uma leve recuperação e cresça 1%. “2014 representa um divisor de águas para os PCs. O aumento é pequeno, mas sair desse cenário de queda já é algo importante, pois estamos com o mercado em declínio há três anos seguidos”.

A chegada dos ‘conversíveis’
Segundo o analista da IDC, uma tendência para os próximos anos que merece ser destacada é a de notebooks conversíveis. Apesar de poucas unidades vendidas neste 3º trimestre, a IDC Brasil acredita que até 2018 essa categoria representará 8% das vendas de notebooks.

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Audiência do e-commerce dispara na Black Friday e supera até redes sociais

O número de brasileiros que visitaram os sites de varejo durante a Black Friday mais que dobrou em relação aos dias anteriores, indica a pesquisa NetView, da Nielsen IBOPE. Na sexta-feira 28 de novembro, 10,6 milhões de pessoas navegaram em sites de varejistas a partir de computadores de casa ou do local de trabalho. O número foi 114% maior do que os 4,7 milhões verificados na sexta-feira anterior (dia 21). Na véspera da Black Friday, a audiência das lojas de varejo já era de 8 milhões de usuários únicos.

Além das lojas de varejo, outros tipos de sites de comércio eletrônico também cresceram. Os comparadores de preços chegaram a 4 milhões de visitantes únicos no dia da Black Friday, ou 239% mais do que o 1,2 milhão da sexta-feira da semana anterior. As páginas que oferecem cupons e compras coletivas atingiram 2,1 milhões de usuários únicos no dia 27, número 97% maior do que o da semana anterior. No consolidado de todas as subcategorias, o comércio eletrônico registrou 11,7 milhões de usuários únicos no dia da Black Friday.

A audiência diária dos sites brasileiros é uma novidade que está sendo apresentada ao mercado brasileiro pela empresa Nielsen IBOPE. A pesquisa NetView, da Nielsen IBOPE, desde o ano 2000, informa ao mercado a audiência mensal da internet no Brasil e, a partir de outubro de 2014, introduziu a consolidação dos dados diários de audiência da internet brasileira. A disponibilização da pesquisa com dados diários ainda está em formato beta, em testes e recebendo ajustes, e deverá ser disponibilizada aos clientes no início de 2015.

A audiência das lojas de varejo no dia da Black Friday chegou a superar o total de usuários dos sites de redes sociais. No dia 28 de novembro, os sites da subcategoria Redes Sociais/Comunidades foram visitados por 10,2 milhões de usuários únicos, ou 452 mil usuários a menos que os sites dos varejistas. A subcategoria Buscadores ficou em 10,6 milhões de usuários, que foi o mesmo patamar das lojas de varejo. Já os portais lideraram a audiência do dia 28, com 12,9 milhões de visitantes únicos.

No consolidado do mês de novembro de 2014, os sites da subcategoria Lojas de Varejo foram visitados em casa ou no trabalho por 41,4 milhões de pessoas, ou 16% mais do que os 35,5 milhões do mês anterior. A maioria das lojas de varejo registrou crescimento expressivo da audiência no mês, mas o maior aumento foi dos sites de e-commerce estrangeiro, principalmente os chineses. Esses sites que vendem produtos por importação chegaram a 21,5 milhões de usuários únicos no Brasil em novembro, o que significou um aumento de 33% sobre os 16,2 milhões de outubro.

O que mais se destacou em novembro foi a navegação em mais de um site para fazer comparação de preços. Em algumas lojas, mais de 70% dos visitantes também navegou nas páginas do concorrente. As páginas com celulares smartphones foram as mais procuradas em novembro, mas também se destacaram livros, eletrodomésticos, notebooks, televisores, roupas, calçados, móveis e decoração. Nos sites estrangeiros, a maior procura foi por roupas e relógios femininos.

Total da internet
O total de pessoas com acesso em casa ou no trabalho, que é atualizado trimestralmente, chegou a 101,5 milhões, um aumento de 11,7% sobre o número anterior. Já o total mensal de usuários ativos, que são os que efetivamente fizeram uso do computador com internet, atingiu 71,9 milhões em novembro, ou 11,2% mais que o número do mês de outubro.

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17 milhões de consumidores devem ir às compras de última hora neste Natal, estima SPC Brasil

O jeitinho brasileiro de deixar tudo para a última hora deve prevalecer mais uma vez neste Natal. Se depender do consumidor, os corredores das lojas e dos shoppings vão ficar lotados nesse fim de ano. Um estudo realizado pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pelo portal de educação financeira Meu Bolso Feliz em todas as capitais brasileiras estima que 17 milhões de consumidores vão deixar para comprar os presentes faltando uma semana para o Natal − no ano passado, este número era de 16,5 milhões de pessoas.

A pesquisa também mostra que apenas 5% dos entrevistados disseram que vão deixar de comprar o presente para aproveitar as liquidações de início de ano. Este percentual sobe para 13%, quando analisados apenas os consumidores com mais de 50 anos e cai para 0% entre os entrevistados de 25 e 34 anos.

Perfil do gasto

Neste ano, o gasto médio do presente de Natal aumentou de R$ 86,59 em 2013 para R$ 122,40 em 2014. Por outro lado, o número médio de presentes comprados deve permanecer estável: 4,3 presentes por consumidor. De acordo com o estudo, a pessoa mais presenteada neste Natal deve ser a mãe, com 56% das intenções, seguida pelos filhos, com 53% das intenções, e pelo cônjuge, com 52%. As roupas (77%), os calçados (50%) e os perfumes (45%) devem ser os presentes mais comprados e também os mais desejados pelo consumidor. Veja as listas completas aqui.

Comprar de última hora é um mau negócio

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, deixar as compras natalinas para a última hora não é uma boa opção para quem pretende gastar menos. “Se o consumidor deixa para comprar em cima da hora, acaba não tendo tempo para pesquisar preços e, consequentemente, desembolsa mais. Sem mencionar o risco dele não encontrar o produto desejado e ter que optar por um bem mais caro, comprometendo o orçamento”, explica Kawauti.

Os especialistas do SPC Brasil alertam para o que consumidor, movido pelo estresse e pela empolgação, não acabe fazendo compras sem necessidade. “Na pressa por garantir todos os itens da lista e para não deixar ninguém sem presente, o consumidor acaba dando menos importâncias aos detalhes e cede às compras impulsivas. Sem falar no estresse ocasionado pelas longas filas nos caixas e pela dificuldade para encontrar vaga nos estacionamentos”, adverte. O ideal, segundo a economista, é fazer uma lista de todos os presenteados e levar o dinheiro contado que se quer gastar. Dessa forma, não há perigo de exceder o valor previsto.

IPTU, IPVA e material escolar

A economista lembra que após os gastos com as festas de fim de ano, os consumidores são obrigados a arcar com o pagamento de compromissos sazonais de alguns tributos como IPVA, IPTU, seguro do carro e material escolar, o que juntos pressionam o orçamento doméstico.

“Uma dívida feita sem planejamento pode comprometer o orçamento de muitos meses. O efeito imediato das compras impulsivas e não planejadas realizadas no período natalino é a inadimplência, pois somente depois que as contas de início de ano chegarem é que o consumidor vai se dar conta de que o salário não será suficiente para cobrir a soma de todas as parcelas dos presentes comprados”, alerta a especialista.

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Um quarto dos computadores no Brasil possui malware instalado no navegador

Um estudo feito a partir da base de usuários do Baidu Antivírus no Brasil apontou que 26% dos PCs no país possuem pelo menos um plug-in malicioso instalado em seus navegadores. Plug-ins deste tipo podem ser usados para furtar dados de usuários, redirecionar links digitados corretamente para endereços suspeitos ou mesmo infectar o sistema operacional da vítima, explorando vulnerabilidades encontradas no PC. A pesquisa aponta, ainda, que apenas 10% dos usuários brasileiros se preocupam em checar se os plug-ins anexados ao seu browser possuem algum tipo de função maliciosa.

A mesma análise mostra que há um risco acentuado do usuário infectado ser vítima de golpes no mês de dezembro, tradicional período de compras em que crackers tentam se aproveitar do boom de acessos a serviços de e-commerce para aplicar golpes online.

Para incentivar que os usuários de internet façam a checagem de plug-ins maliciosos e outras pragas em seus computadores com maior frequência, o Baidu organizou uma ação que premiará com iPhones 6 e viagens para a Disney os usuários que conferirem a segurança de seu PC por meio do recurso de “Verificação Rápida” disponível na nova versão do Baidu Antivírus.

Ao contrário de processos de verificação completa, que podem demorar até várias horas, a “verificação rápida” checa as rotinas mais comumente exploradas por crackers e, de acordo com o laboratório de desenvolvimentos do Baidu, é capaz de encontrar e eliminar até 96% dos plug-ins maliciosos distribuídos no Brasil.

Como participar – Não usuários do Baidu Antivírus devem instalar o software e quem já o utiliza deve fazer apenas uma atualização simples no link abaixo. A cada dia, quem fizer uma “Verificação Rápida” desde hoje até o dia 21 de dezembro receberá um código para concorrer a um iPhone 6 e outros prêmios. Os vencedores serão conhecidos em janeiro e terão os prêmios enviados para suas casas.

O link abaixo permite baixar a atualização que dá direito a concorrer a prêmios ao mesmo tempo em que o usuário mantém seu PC protegido no período crítico das compras de Natal: http://antivirus.baidu.com/pt/lp/quickscan/index.php?from=brpr.

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