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Estudo da Salesforce mostra como as principais cidades norte-americanas usam tecnologias digitais para se conectar com seus moradores

San Antonio encabeça a lista, com a maior porcentagem de moradores que usam tecnologias digitais para se comunicar com seu governo municipal sobre serviços gerais, energia, transporte, visão do futuro e engajamento cívico

O relatório mostra que os moradores querem tecnologias digitais para se conectar com suas cidades de modos inteiramente novos, mas que hiatos na implantação da tecnologia e de awareness retardam essa adoção

A Salesforce (NYSE: CRM), líder mundial em soluções de gestão de relacionamento com clientes (CRM), divulgou o “2015 Connected Cities Report.” Baseado em um levantamento online conduzido por Harris Poll em maio a pedido da Salesforce com 3075 adultos em 15 das principais cidades dos EUA, o relatório identificou que os moradores querem usar tecnologias digitais como aplicativos de dispositivos móveis, websites e mídias sociais para se comunicar com seus governos locais sobre problemas envolvendo serviços, transporte público, segurança, uso de energia e outras preocupações cívicas. Contudo, em contraste com a demanda por tecnologias digitais, o relatório constatou que os moradores usam pouco – ou têm pouco conhecimento – de ofertas atuais em suas cidades.

Os governos locais enfrentam atualmente a inovação das tecnologias do setor privado, que avançam sobre serviços públicos. Além disso, os moradores aumentaram as expectativas sobre a qualidade e a disponibilidade de tecnologias digitais para se comunicar com seus governos locais. Com isso como pano de fundo, o levantamento “2015 Connected Cities Report” da Salesforce classificou 15 grandes cidades – Boston, Chicago, Dallas, Denver, Detroit, Houston, Indianapolis, Los Angeles, Nova York, Filadélfia, Phoenix, San Antonio, San Francisco, Seattle e Washington, D.C. – levando em conta como elas se conectam com os moradores com o uso de tecnologias digitais em seis categorias principais, incluindo os serviços gerais da cidade, engajamento cívico, segurança pública, transporte, uso de energia e visão de futuro.

Os resultados sugeriram hiatos significativos de tecnologia e conhecimento delas. Enquanto a maioria dos moradores quer serviços digitais para se conectar com seus governos municipais, muitos não estão cientes ou não usam os serviços disponíveis atualmente. Para acabar com esses hiatos, as cidades precisam melhorar a experiência do usuário de seus serviços digitais para aumentar as taxas de adoção, e também educar melhor seus moradores sobre os serviços digitais que eles têm à disposição.
O estudo foi encomendado pela Salesforce e conduzido pela Harris Poll em maio de 2015.

Principais Conclusões do “2015 Connected Cities Report”

– San Antonio ficou em primeiro lugar no relatório, devido à quantidade de moradores que usam ferramentas digitais para serviços gerais da cidade, energia, transporte, visão de futuro e engajamento cívico. Detroit ficou em último lugar, com pontuações baixas em todas as categorias, em particular para a participação cívica e visão de futuro.

– Uma porcentagem ativa de moradores de San Antonio utiliza as tecnologias digitais para interagir com o governo da cidade para denunciar um crime (39%), relatar um incêndio ou emergências relacionadas a EMT (37%), obter informações sobre interdição de estradas e ruas (58%), registrar-se para votar (36%) e receber notificação de falta de energia (38%).

– Os moradores de Detroit relataram baixo uso de ferramentas digitais para manter contato com o governo municipal em várias áreas, incluindo o pagamento de tíquetes de estacionamento/direção (20%), acesso a horários do transporte público (13%) e registro para votar (17%).

– Enquanto os moradores, de maneira geral, relataram um relativo baixo uso de ferramentas digitais para se conectar com seus governos locais, a maioria relatou que deseja se comunicar dessa forma.
– Mais de metade dos moradores gostaria que sua cidade tivesse os recursos para arquivar solicitações de serviços através de tecnologias digitais.

– 57% dos moradores gostariam de ter informações sobre segurança pública disponíveis através de tecnologias digitais.

– Quase metade (49%) dos residentes gostaria que a sua cidade fornecesse meios para pagar as contas, taxas ou multas através do uso de tecnologias digitais.

– Os moradores estão dispostos a serem participantes ativos na modernização tecnológica de suas cidades – fornecendo localização em tempo real e outras informações pessoais para seus governos locais para tornar suas cidades mais seguras, melhorar o transporte, criar uma comunicação melhor e aumentar a eficiência energética.

– 49% dos moradores estariam dispostos a compartilhar dados de localização em tempo real para ajudar a tornar suas cidades mais seguras.

– 54% dos moradores estariam dispostos a compartilhar os dados de tráfego de seus veículos pessoais para ajudar a melhorar o transporte público.

– 60% dos moradores estariam dispostos a compartilhar suas informações de contato pessoal para ajudar a melhorar a capacidade da sua cidade de se comunicar com eles.

– 68% dos moradores estariam dispostos a compartilhar o uso de água e energia de suas casas ou apartamentos para melhorar a eficiência energética da cidade.

“Na era da AirBnB, Uber e Nest, os moradores esperam se conectar com suas cidades de novas maneiras”, diz Vivek Kundra, vice-presidente executivo da Salesforce. “Os moradores não querem ficar em filas, aguardar no telefone ou enviar um formulário de papel em três partes para obter uma resposta de seus governos locais. Agora com a nuvem, mídias sociais, aplicativos de dispositivos móveis e data science, as cidades devem oferecer a mesma qualidade de serviços que os cidadãos vivenciam em suas vidas cotidianas”.

“Construir uma relação de confiança com cada um de nossos residentes é muito importante para o sucesso da nossa cidade”, afirma Rosetta Lue, Diretor Chefe de Atendimento ao Cliente da cidade de Filadélfia. “Demos prioridade ao desenvolvimento da tecnologia digital para tornar mais fácil para os residentes se comunicarem diretamente com a cidade de Filadélfia, e agora temos os recursos para responder de uma forma oportuna e eficaz.”

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Startup CaridadX cria novo conceito para doações coletivas no Brasil

 

Pr_mio_sterA iniciativa surgiu da ideia de buscar soluções tecnológicas na área social

O site de caridade entrou no ar no começo de 2014, seus co-fundadores desenvolveram um site de crowdfunding de nicho, que tem como maior objetivo associar o uso de tecnologia a um fim social. A intenção é buscar doações para pessoas que possuem algum problema de saúde ou precisam de auxílio e que dependam disso para ter uma vida melhor e mais confortável.

A ideia de criar o site surgiu do fenômeno que vem repercutindo no mundo inteiro, o conceito de crowdfunding, ou seja, financiamento pelas multidões. Esse mercado já está bem desenvolvido nos Estados Unidos, que já começou a segmentá-lo, explorando seus diferentes nichos. No Brasil esse conceito é ainda novidade, onde é possível contar nos dedos o número de sites semelhantes com essa finalidade.

O CaridadX é um projeto que foi criado seguindo os conceitos de startup enxuta, que é cada vez mais comum no mundo de novos empreendedores. A startup surgiu da iniciativa de um dos co-fundadores, Sergio Mainetti Jr, atualmente empresário na área de software e que possui uma empresa física sediada no Parque de Software de Curitiba, ele idealizou o projeto há dois anos e reuniu os outros integrantes ao grupo com os ideais que buscava para a plataforma.

O grupo atualmente é formado por quatro co-fundadores, Sergio Mainetti Jr, Luma Bonette, formada há 3 anos em Publicidade e Propaganda pela PUCPR, José Carlos de Lara Jr, formado em Ciência da Computação há 1 ano pela PUCPR e pelo professor Glauco Fürstenberger, docente dos cursos de Administração e de Marketing e coordenador adjunto da Especialização em Gestão Empreendedora da Escola de Negócios da PUCPR.

Os fundadores viram uma oportunidade de usar a tecnologia para fazer o bem, de um lado muitas pessoas precisam de ajuda e não sabem por onde ou como começar a pedir, e de outro lado estão as pessoas dispostas a contribuir com elas, porém essa interação entre ambas as partes é limitada. A solução encontrada foi criar um canal, o CaridadX, aonde as pessoas podem pedir ajuda e serem auxiliadas por qualquer pessoa no mundo a partir de uma doação ou apenas divulgação das causas online no site. Com o comprometimento e envolvimento das pessoas é possivel arrecadar valores significativos para salvar muitas vivas.

Há 18 meses o site de crowdfunding está online, ao longo desse tempo o site já arrecadou 115 mil reais que beneficiaram mais de 200 famílias, através de 2.239 doações, com um ticket médio de 49,72. Atualmente o grupo reconhece que é um mercado que está em desenvolvimento, mas envolve a cultura de doação brasileira que vem acompanhada de muita desconfiança da população ao realizar transações online e a veracidade das causas.

A plataforma foi criada justamente para facilitar e aumentar as formas de doações, além de tornar possível o trabalho de curadoria em relação às causas submetidas. Cada campanha submetida é analisada e confirmada sua veracidade para ser publicada e ficar disponível para futuras doações.

O projeto pretende adicionar mais funcionalidades à plataforma além da opção de crowdfunding, como rifas, leilões e apadrinhamento, todas voltadas a reverter fundos para as campanhas e como resposta à exigência do mercado brasileiro que interage muito bem com essas funcionalidades.

 

Bebê Sofia

Uma das causa que gerou maior repercussão na plataforma é o caso do bebê Sofia. Ela nasceu com uma síndrome raríssima que impossibilita o funcionamento normal do intestino e precisa fazer uma cirurgia que é apenas realizada no exterior, para cobrir as despesas sua mãe buscou doações para poder realizar o transplante de intestino da filha. O custo do transplante é muito alto e no Brasil ainda não existe uma pessoa especializada no assunto, com experiência para fazer um transplante numa criança menor de 7 anos. A saída encontrada pela família foi buscar recursos através de doações, para isso procuraram fazer com que o caso da bebê fosse conhecido nacionalmente em todos os meios de comunicação.

Ao final da campanha pela plataforma foram arrecadados R$ 16.774 através de 406 doações. Além das doações no site foram feitas outras formas de arrecadação como rifas, pedágios nas ruas, leilão de artigos e depósitos diretos na conta. A família conseguiu juntar o total de 2,5 milhões de reais, necessários para o transplante e tratamento da Sofia nos Estados Unidos.

A bebê Sofia é apenas uma das muitas causas que são enviadas para site, muitas das causas são criadas por pessoas que já desistiram de recorrer ao governo. Por consequência recorrem a ajuda popular, de desconhecidos, como a única opção viável para salvar seus entes queridos que já não têm mais tempo para depender de justiça ou planos de saúde que não podem cobrir integralmente seus tratamentos.

Responsabilidade Social

No mês de maio de 2015, o grupo recebeu seu o primeiro prêmio na categoria Responsabilidade Social com o projeto CaridadX. A 10ª edição do prêmio Áster, realizado pela ESIC Business & Marketing School foi entregue à equipe, que concorreu com outras duas importantes empresas da região

O projeto espera ajudar o país a se desenvolver na área tecnológica e social, e mostrar que a população tem o poder de mudar parte de sua realidade.

 

 

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GOL anuncia internet via satélite e entretenimento de bordo

A GOL Linhas Aéreas Inteligentes S.A. (BM&FBOVESPA: GOLL4 e NYSE: GOL), (S&P: B, Fitch: B-, Moody’s: B3), a maior companhia aérea de baixo custo e melhor tarifa da América Latina, comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral o lançamento de internet a bordo via satélite e de uma plataforma de entretenimento, a mais completa da América Latina.

A GOL será a primeira companhia aérea brasileira, da América do Sul e Central a oferecer acesso wi-fi à internet durante o período de voo. A plataforma incluirá também canais de televisão, programação por streaming com filmes, desenhos, séries e jogos, conteúdo pay-per-view, música e mapa de voo. Todo conteúdo online e off-line poderá ser facilmente acessado por meio de dispositivos móveis, que pode ser um celular, tablet ou notebook do próprio cliente.

A GOL fechou parceria com a Gogo – líder em soluções de conectividade e entretenimento a bordo para o mercado aéreo mundial, para o lançamento desta plataforma de conectividade e entretenimento. Como parte do acordo, a Gogo vai equipar toda a frota da GOL com uma antena de última geração, o modelo 2Ku, IPTV, o mais novo método de transmissão de sinais televisivos e do sistema de streaming para filmes e outros.

“Desde o início das operações da empresa, há 14 anos, a GOL tem impulsionado o mercado de aviação brasileira, primeiro com a democratização do setor aéreo, e em grande parte com a liderança no lançamento de produtos e serviços inovadores e pioneiros. O lançamento de internet a bordo e entretenimento reforça o compromisso da companhia em continuar seguindo este caminho, promovendo mais opções de escolhas, dando mais acesso e oferecendo ao cliente a melhor experiência de viagem em todos os nossos voos”, reforça Paulo Miranda, diretor de produtos da GOL.

“A GOL é a primeira companhia aérea a ser atendida pela Gogo na América do Sul, e é ainda a primeira empresa a fechar acordo com o serviço de televisão, que representa a maior parceria com a tecnologia 2Ku fora da América do Norte”, diz Michael Small, presidente da Gogo.

A primeira aeronave com esta tecnologia está prevista para o primeiro semestre de 2016. A partir deste lançamento o cronograma é para que, em menos de três anos, 100% da frota GOL tenha o sistema disponível aos clientes.

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Pesquisa da Intel mostra diferenças e semelhanças entre homens e mulheres na hora de comprar tecnologia

As mulheres carregam o estereótipo de que são menos conhecedoras do mundo da tecnologia. Mas uma pesquisa do Ipsos, em nome da Intel* mostra que as mulheres possuem um apetite por tecnologia de ponta tão grande, quando não maior, do que o público masculino. As mulheres estão dando cada vez mais importância à compra de equipamentos com tecnologia de ponta, enquanto os homens demonstram um interesse um pouco maior por produtos inovadores, como os vestíveis (wearables, em inglês).

A pesquisa, realizada entre janeiro e fevereiro deste ano, com entrevistas online com mais de mil brasileiros consumidores de tecnologia, levantou informações sobre o hábito de consumo dos brasileiros e seu interesse por novos dispositivos tecnológicos. A tecnologia continua a ganhar cada vez mais importância na vida do brasileiro, que está se preocupando mais com aparelhos de alta tecnologia. Os brasileiros entrevistados demonstram encontrar satisfação plena com dispositivos que aliam desempenho ao design, como os Ultrabooks – computadores ultrafinos e leves com desempenho similar ao de um notebook tradicional. 66% dos donos de Ultrabooks se consideram muito satisfeitos com seu dispositivo. O mesmo acontece com os All in Ones, com 62% dos entrevistados relatando estarem satisfeitos com o device.

Já no caso dos tablets, 45% dos entrevistados se declararam muito satisfeitos com o dispositivo atual. “Muitas pessoas guiaram a compra de seu primeiro tablet exclusivamente pelo preço, e agora elas estão percebendo que nem todos os tablets nascem iguais, e que investir em produtos com tecnologia reconhecida é um ótimo negócio”, destaca Alan Markham, Gerente de Marketing de Produto da Intel.

O que as mulheres querem: tecnologia de ponta para trabalhar e facilitar o dia a dia

As mulheres elegem a praticidade e as facilidades que a tecnologia traz para o seu dia a dia como os aspectos mais importantes que devem ser levados em conta quando se escolhe um novo dispositivo de computação. O apetite feminino por tecnologia de ponta se espalha por diversas categorias de produtos, em especial nos dispositivos que aliam funcionalidade ao design. As mulheres entrevistadas destacam a importância de manterem-se atualizadas com as mais recentes tecnologias na hora de comprar um All in One (45%, contra 39% entre os homens), 2 em 1 (43% contra 35%), e Ultrabooks (empate técnico, com 39% para as mulheres e 40% para os homens).

“As mulheres encaram a tecnologia de forma bastante holística, levando em conta não só o desempenho dos equipamentos, mas também quesitos como praticidade e design”, diz Markham, da Intel. “O dispositivo pessoal da mulher não tem que ser apenas potente, mas também integrar-se plenamente à sua realidade – ser fino e leve o suficiente para ser carregado na bolsa, ter um design que transpire personalidade, e que dê a ela independência para trabalhar e se divertir, sozinha ou com a família”.

O interesse das mulheres por novos dispositivos tecnológicos se destaca pelo maior interessa das mulheres pelos All in Ones – a “evolução” do desktop tradicional, que integra todos os componentes no monitor, e funciona como uma grande central de informação e entretenimento dentro do lar. As mulheres entrevistadas reconhecem a importância no All in One por tornar a vida mais fácil (49%, contra 36% dos homens), como ferramenta de trabalho ou atividades profissionais (47% contra 34%) e para fins de entretenimento (32% contra 24%). As mulheres entrevistadas também estão dispostas a investir até 4% mais do que os homens na compra de um All in One.

O que os homens querem: desempenho, produtividade e inovação

Os homens não ficam atrás no apetite tecnológico, embora suas prioridades sejam um pouco diferentes das do público feminino. Os homens entrevistados demonstram estar mais antenados nas últimas tendências da tecnologia, demonstrando mais conhecimento e interesse por produtos como smart watches (32%, contra 25% das mulheres), smart bands (27% contra 21%) e Ultrabooks (71% contra 66%).

“O mercado de wearables de forma geral ainda é muito novo, e a maioria dos produtos em categorias como os smart watches ainda possuem um design muito mais próximo ao dos relógios masculinos, o que explica esse interesse maior pela categoria”, aponta Markham. “Entretanto, a Intel, em parceria com outras empresas, já trabalha em produtos vestíveis pensados também para as necessidades das mulheres, como o bracelete inteligente MICA.”

O público masculino vê na tecnologia um grande aliado para a produtividade, o trabalho e os estudos, e avalia a importância dos diversos dispositivos computacionais de acordo com os recursos que estes equipamentos trazem para o dia a dia. Os homens dão mais importância aos recursos de produtividade e trabalho dos computadores 2 em 1 (50% contra 44% das mulheres), Ultrabooks (56% contra 51%), tablets (44% contra 31%) e smartphones (52% contra 36%). Os homens entrevistados também estão mais propensos a investir mais em tecnologia do que as mulheres, em especial quando o assunto é dispositivos móveis. Na média, os homens entrevistados investem até 23% mais do que as mulheres na compra de um novo tablet e até 20% mais na compra de um novo smartphone.

Metodologia da Pesquisa

*O estudo foi coordenado pela empresa Ipsos para a Intel. No Brasil, os resultados apresentados mostram informações dos últimos três estudos realizados (março de 2014 a fevereiro de 2015), com mais de 3 mil consumidores e potenciais consumidores de bens tecnológicos, que pertencem a um painel, por meio de questionário online.

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América Latina, um mercado em crescimento para o eCommerce

Nos próximos três anos, latino-americanos de maior poder aquisitivo* amadurecerão enquanto consumidores digitais e devem superar, inclusive, a média de gastos online do mercado dos EUA

O comércio eletrônico na América Latina demonstra um crescimento acelerado; estima-se que, em 2018, sejam superados US$ 100 bilhões, o que representará um aumento de 177% com relação a 2014.

É o que ressalta novo estudo do IDC patrocinado pelo Paypal sobre eCommerce na América Latina, que pesquisou as tendências dos consumidores digitais em seis países da região: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru. Este relatório analisou as respostas de aproximadamente 1.800 internautas para conhecer os hábitos online das pessoas com maior poder aquisitivo (classes A e B).

“A América Latina se torna um mercado cada vez mais importante com relação ao comércio eletrônico, devido aos benefícios obtidos pelos consumidores com as compras online, a uma maior conectividade e a um aumento na confiança sobre os métodos de pagamento”, comenta Mario Mello, diretor geral do PayPal para a América Latina,

Em alguns anos, os atuais consumidores serão compradores online maduros, o que contribuirá com o crescimento do mercado. Dentre os internautas latino-americanos** que responderam às entrevistas da pesquisa, um terço deles havia comprado na internet em 2012; em 2018, esta proporção deverá crescer para a metade.

Para 2018, as projeções apontam que os países que mais gastarão online serão Brasil, México e Chile. Isto parte de uma análise sobre o consumo online médio dos compradores nesses países. O consumo online médio nos três países foi de US$ 413, ante os US$ 1.500 dos consumidores com maior poder aquisitivo. Deste último grupo (classes A e B) espera-se que as compras excedam US$ 2.300, um valor que supera a média de gastos online dos norte-americanos em 2014 (US$ 1.980).

Atualmente, o Brasil concentra metade do mercado de comércio eletrônico. Para 2015, os consumidores típicos dos Estados Unidos têm projetado aumentar o valor de suas compras em somente 3%, enquanto a Colômbia apresenta a maior taxa de crescimento (83%), seguida por México e Brasil com aproximadamente 30%, Peru (25%), Chile (22%) e Argentina (19%).

O que os latino-americanos compram online?

Os latino-americanos* preferem comprar online porque representa uma boa alternativa para aquisições pessoais, além de obter acesso a uma maior oferta de produtos e formas de pagamento. Os entrevistados também falaram sobre suas preferências ao fazer compras por eCommerce, nas quais a maioria o faz a partir de um laptop. No entanto, os mexicanos (quase um terço deles) são líderes em compras a partir de smartphones e os colombianos (quatro em cada dez) preferem os tablets.

Vestuário, utensílios domésticos e equipamentos eletrônicos são os produtos com maior demanda. Nesse sentido, os colombianos são os mais apaixonados por vestuário (69%), os brasileiros preferem utensílios domésticos (68%), equipamentos eletrônicos (67%) e cosméticos (54%), enquanto mexicanos estão mais inclinados a comprar CDs e DVDs de música (41%).

Ao adquirir serviços online, as reservas relacionadas ao turismo (passagens de avião, ônibus, hotéis, tours e aluguel de carros, entre outros) são as mais solicitadas, especialmente pelos colombianos. Os brasileiros, por sua vez, optam por ingressos para entretenimento; enquanto os mexicanos são os principais consumidores de conteúdo online da região, além de liderarem as compras de aplicativos, software, jogos online e downloads de vídeos e música.

Quanto às faixas de gerações, surpreendentemente tanto a Geração Z (18 a 24 anos), a Geração dos Millennials e a Geração X compartilham do gosto pela aquisição de vestuário. A segunda preferência para a Geração Z e a Geração dos Millennials são os equipamentos eletrônicos, enquanto para a Geração X e maiores de 45 anos os utensílios domésticos são os mais apreciados. Reservas de viagem somente ocupam o primeiro lugar para maiores de 45 anos, enquanto representam a terceira opção para as Gerações Z e X.

Barreiras para o eCommerce

Apesar do franco crescimento do comércio eletrônico, alguns elementos ainda representam impedimento para uma maior aceleração. Entre os países analisados, os temas de segurança e privacidade (37%) iniciam a lista de barreiras, seguidos pela limitação no uso de formas de pagamento (16%). No que se refere à fraude, a Colômbia parece ser o país mais preocupado (59%), seguida pelo Peru (42%) e México (37%). Além disso, o estudo também demostrou que outros 30% de mexicanos e brasileiros não dão importância ao tema.

O ponto forte da forma de pagamento

Mesmo que, na América Latina, os cartões bancários sejam a principal forma de pagamento para compras online, existe uma evolução sobre as plataformas de pagamento, entre as quais, PayPal é a mais reconhecida da região, colocando-se como um elemento que aumenta a confiança relacionada às compras via Internet.

A confiança nas plataformas de pagamento aumenta devido às suas vantagens: segurança para ambas as partes (compradores e vendedores), controle por meio de uma plataforma unificada, assim como benefícios exclusivos (pagamento a prazo, sem juros, e promoções exclusivas aos usuários).

O PayPal se posicionou na América Latina como uma das principais ferramentas para reduzir a insegurança relacionada ao eCommerce, já que fornece grande confiabilidade. O PayPal constitui-se na forma de pagamento eletrônico favorita de quase 50% dos mexicanos, enquanto que para 40% dos latino-americanos** de maior renda é o método escolhido para prevenir fraude em suas transações online. Em termos de idade, para 32% da Geração dos Millennials e para quase 30% dos consumidores da Geração Z e X representa a primeira opção para o pagamento online.

América Latina* cada vez mais conectada

Em 2012, pouco mais de 42% da população dos seis países entrevistados possuía acesso à Internet. Estima-se que em 2018, 60% da população esteja conectada. Este fenômeno será favorecido pelo fato de que a geração Z terá, pouco a pouco, uma maior incursão nas compras pela Internet, considerando-se que são pessoas que nasceram em um mundo online e no qual terão um desenvolvimento natural. É previsto que, dentro de três anos, seis em cada dez cidadãos estejam conectados à Internet, sendo o Chile o país com a maior penetração (71%), seguido pela Argentina (68%) e Colômbia (66%).

Atualmente, os latino-americanos passam, em média, quase 25 horas por mês na Internet, o que representa sete horas a menos que a média global. No entanto, no caso das pessoas com maior poder aquisitivo, esta média aumenta para 380 horas ao mês (considerando-se todas as conexões, desde dispositivos como smartphones, tablets, computadores de escritório, laptops, consoles de videogames ou smart TVs). Neste sentido, os colombianos passam o maior tempo conectados (420 horas mensais), seguidos pelos mexicanos (423 horas) e brasileiros (422 horas). Este longo tempo de conexão deve-se aos dispositivos que possuem acesso ininterrupto à Internet, sem que haja consulta contínua por parte do usuário, a exemplo dos smartphones, assim como dos computadores que são utilizados no trabalho durante pelo menos oito horas diárias.

Dispositivos móveis ganham terreno sobre os fixos

Considerando-se como equipamento fixo um PC, laptop, console de videogame e SmartTV, estes ainda possuem uma leve supremacia sobre os móveis, como ocorre no caso da Argentina (53%), Brasil (63%), México (56%) e Peru (57%). São exceções o Chile (55%) e a Colômbia (52%), com predisposição à mobilidade. Todavia, sete em cada dez usuários preferem acessar o Facebook a partir de seu smartphone, oito o utilizam para a comunicação via Skype, Whatsapp ou Viber; enquanto que sete optam por seu laptop para ver conteúdo multimídia, em sites como o YouTube. No que se refere ao comércio eletrônico, os laptops (69%) continuam sendo o meio preferido para se fazer compras online, seguidos pelos tablets (29%), smartphones (24%) e Smart TV (6%). O lar (84%) continua sendo o ponto predominante para conectar-se, seguido pelo local de trabalho (61%) e espaços públicos (20%).

Um resumo por país

• O Brasil se sobressai como principal mercado da região, não somente por concentrar a metade do valor de ecommerce do mercado, mas por possuir os consumidores que mais compram, em termos de frequência, volume e valor.

• Colômbia se apresenta como o país com a maior projeção de crescimento das seis economias para 2018; possui a maior taxa de aumento de internautas, de compradores online e de aumento em seu valor de mercado, assim como o maior crescimento em gastos online por usuário, com 21%.

• Por sua vez, o México é o país que demonstra o maior número de pessoas que gastaram mais de US$ 10.000 nos últimos 12 meses, e que esperam manter uma média de gasto similar para o próximo ano.

• O Chile é o país com os mais altos índices de acesso à Internet. Espera-se que esta base de usuários seja capitalizada por meio do aumento generalizado de suas compras online, passando do quinto lugar em 2014 ao terceiro lugar com maior gasto por comprador para 2018, sendo superado somente pelo Brasil e pelo México. É importante ressaltar que os consumidores chilenos são aqueles que têm mais confiança para inserir o número de seu cartão de crédito na Internet.

• Os argentinos apresentam a maior tendência para comprar em lojas de seu próprio país e são aqueles que mais utilizam a Internet para a realização de trâmites governamentais (60% dos entrevistados desse país), o que gera uma alta expectativa no sentido de que deverão integrar o comércio eletrônico como parte de suas principais atividades online.

• Os internautas do Peru são os consumidores mais abertos a mudar sua percepção com relação ao eCommerce. Para eles, o desenvolvimento das plataformas de pagamento representará um acelerador para que se sintam muito mais seguros para fazer compras online, fomentando assim o desenvolvimento do comércio eletrônico no País, o qual se estima que terá as taxas mais altas de crescimento (de 30%) para 2018 na América Latina.

O IDC entrevistou 1.798 pessoas na América Latina, nas principais cidades dos seguintes países: Brasil: 402 pessoas; México: 387; Argentina: 276; Colômbia: 230; Chile: 267, e Peru: 236, entre dezembro de 2014 e janeiro de 2015.

(*) A amostra teve como base os consumidores dos setores com maior poder aquisitivo (A/B), os quais são considerados a partir das seguintes rendas por domicílio: Brasil: 3.600 dólares (US); México: 3.700 US; Argentina: 800 US; Chile: 3.500 US, Colômbia: 2.500 US, e Peru: 2.400 US.

(**) Considerando os seis países entrevistados.

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Especialistas da Serasa Experian dão dicas para as lojas virtuais aumentarem as vendas no Dia dos Namorados

O Dia dos Namorados, que será comemorado em 12 de junho, é uma das principais datas comemorativas para o comércio no Brasil. Em um cenário em que os consumidores estão mais cautelosos, diante do quadro atual de inflação, juros altos e desemprego em ascensão, estar preparado para chamar a atenção do cliente é essencial.

Como nessa ocasião muitos consumidores recorrem a internet para encontrar o melhor presente para o seu par, os especialistas da Serasa Experian prepararam uma lista de dicas para que as empresas de e-commerce impulsionarem o faturamento nesta data, sem esquecer da segurança. “Toneladas de e-mails e mensagens atolam as caixas de entrada das pessoas na época de datas comemorativas. Mas isso não basta. É necessário ter planejamento, segurança e usar técnicas de diferenciação para atrair e agradar clientes em potencial e evitar prejuízos”, explica Juliana Azuma, superintendente de Marketing Services da Serasa Experian.

Confira as dicas abaixo:
1- Política de preço: Fator extremamente preponderante para a decisão de compras, o e-commerce precisa focar no valor do produto para ter sucesso no Dia dos Namorados. Com uma solução de precificação inteligente é possível monitorar a concorrência e ter insights sobre as melhores oportunidades de subir ou baixar os preços.

2- Controle interno: Gerenciar vendas e estoque são requisitos primordiais para definir promoções e não perder oportunidades de negócios. Para isso, conte com um bom software de gestão e sistema de backoffice.

3- Atendimento multicanal: Ter um bom relacionamento com o consumidor é essencial. Para isso, é imprescindível estar presente em diversos canais para atender o cliente da forma que ele precisar.

4- Segmente e personalize: O cliente quer customização na hora de receber um e-mail marketing. Então jamais erre o nome dele. Além disso, cuidado para não oferecer produtos inadequados para aquele consumidor.

5- Conecte-se às redes sociais: os botões de compartilhamento e likes podem aumentar a taxa de cliques nas ofertas enviadas por email em relação às mensagens que não possuem. Pode parecer uma dica óbvia, mas deve ser sempre levada em conta no momento de criar uma nova peça para e-mail marketing.

6- Marketing digital: Não basta apenas montar uma boa estratégia de preço, tecnologia de ponta e canais de atendimento, é preciso trazer o cliente para dentro de casa. Invista em posicionamento, SEO, links patrocinados, redes sociais e e-mail marketing e aumente a chance de sucesso de vendas.

7- Blindagem de segurança: Independentemente do porte do comércio eletrônico, é importante utilizar um certificado digital de servidor para garantir que os dados inseridos na transação (como número do cartão, por exemplo) sejam protegidos por protocolos de segurança SSL (Secure Sockets Layer), que estabelecem uma conexão criptografada na transmissão das informações do consumidor. Lojas que possuem este certificado podem ser identificadas, pois têm o http do endereço acompanhado de um “s” no final (https). Há ainda certificados que ativam um destaque em verde na barra do navegador, sendo facilmente reconhecido pelo visitante do site. Um ambiente seguro gera menos interesse de fraudadores e mais confiança do consumidor.

8- Anti-fraude: estudo feito pela Serasa Experian apontou que a maioria das fraudes no comércio eletrônico ocorrem durante a madrugada, entre 1 hora e 5 horas da manhã. Por isso, instituir o boleto como única forma de pagamento neste período diminui a chance da loja ser vítima de golpes.

9- CPF não basta: No e-commerce, não basta avaliar o risco de fraude apenas com a consulta ao CPF utilizado na compra. É preciso levar em conta outros fatores como o dispositivo utilizado pelo comprador (computador, tablet, smartphone ou TV), cidade, estado e até país de onde vem a compra. Para isso, há ferramentas antifraude específicas que criam regras capazes de apontar fatores suspeitos como, por exemplo, o uso de sites de tradução para realização da compra, que pode indicar fraude internacional. A ferramenta emite um alerta quando o comportamento suspeito é identificado

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LinkedIn analisa carreira de recrutador no Dia do Profissional de Recursos Humanos

Estudo compara as gerações de recrutadores e revela a evolução da profissão, habilidades e a força de suas atuais ferramentas

Qual é o perfil e habilidades dos recrutadores modernos? Para celebrar o Dia do Profissional de Recursos Humanos, comemorado em 03 de junho, o LinkedIn, a maior rede profissional do mundo, analisou como eram os recrutadores antigamente e traçou um paralelo entre as diversas gerações até os dias de hoje. Clique aqui e confira o infográfico.

A principal diferença entre os profissionais do passado para os de agora são as ferramentas utilizadas na busca por candidatos. O avanço da tecnologia revolucionou essa área. Enquanto nos anos 40 existiam apenas as agendas de contato, os cartões de visita e máquinas de escrever, atualmente a principal ferramenta dos recrutadores é a internet e as redes sociais, o que trouxe mais assertividade e rapidez nas contratações e, principalmente, capacidade de segmentação em alta escala. Isso significa que, hoje em dia, é muito mais fácil encontrar o profissional certo para preencher uma vaga sem, obrigatoriamente, ser uma pessoa conhecida ou próxima dos contatos do recrutador.

“Ao analisarmos como os recrutadores atuavam em cada geração, podemos enxergar que, até os anos 2000, a principal busca e triagem estavam entre os profissionais ativos, ou seja, aqueles que buscam ativamente por recolocação ou uma oportunidade”, afirma Bernardo Brandão, gerente de Soluções de Talentos do LinkedIn para a América Latina. “Com os avanços da internet e das redes sociais profissionais, o perfil mudou e, atualmente, temos também um forte contato com profissionais passivos. Esses profissionais, por mais que não estejam procurando novos empregos, são abertos a conversas e possíveis negociações”.

De acordo com Bernardo, o recrutador deixou de atuar de modo meramente operacional e focado somente na seleção dos profissionais que se candidatavam a uma vaga para ser um profissional estratégico, que utiliza os canais digitais e as redes social profissionais para promover a marca empregadora das suas empresas, aplicando os conceitos de marketing em recrutamento e conhecendo profundamente o negócio da empresa, além de trabalhar em parceria com as áreas de negócio, marketing e comunicação, transformando-se em um conselheiro estratégico para as organizações.

“Com isso podemos destacar que as habilidades de recrutamento, triagem, entrevista, aquisição e gestão de talentos foram ampliadas e aprimoradas com o passar do tempo. E com o grande volume de candidatos, os recrutadores modernos precisam ter um olhar mais clínico para conseguir recrutar, não só profissionais técnicos, mas também aqueles adaptáveis a diferentes situações e de valores similares ao de sua empresa ou cliente”, explica.

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Tendências de uso de aplicativos móveis no Brasil

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Com mais de 190 milhões de usuários de celulares e contando com quase 40 milhões de smartphones ativos no Brasil, o país consolida-se como a quinta potência no uso de aparelhos móveis e, com isso, número de aplicativos baixados também é superior a outros países.

No mercado mundial de smartphones, o Brasil encerrou 2014 com o quinto maior volume de vendas, registrando 38,8 milhões de unidades ativas, de acordo com eMarketer, empresa especializada em pesquisas envolvendo o mercado digital. A China, que lidera o ranking, mantém 436,1 milhões de unidades, seguido de longe pelos EUA (com 143,9 milhões), Índia (76 milhões), Japão (40,5 milhões) e Rússia (35,8 milhões). A pesquisa também aponta 2 bilhões de usuários de smartphones em 2016.

Outro estudo, esse desenvolvido pela CA Technologies, com 1,450 empresas líderes em seus respectivos setores, em 13 países, entre eles Brasil, indica que as organizações que estão inseridas na Economia dos Aplicativos, por meio do desenvolvimento de novas estratégias baseadas em conceitos modernos de TI, como o DevOps (desenvolvimento de TI orientado à operação de negócios), Gerenciamento de Nuvem e Mobilidade, por exemplo, estão obtendo resultados significativamente melhores de negócio do que as companhias que ainda não se adaptaram a este novo paradigma de mercado, ao criar ou terceirizar a criação de aplicativos móveis.

Neste estudo, a CA Technologies mostra que, no mundo, 50% das empresas entrevistadas afirmaram que já percebem o impacto da Economia dos Aplicativos em suas respectivas indústrias. Como resultado desse panorama, 25% destas organizações também disseram que estão aumentando os seus investimentos para se adaptarem à nova realidade. No Brasil, 37% das companhias entrevistadas disseram que sentem de forma significativa os efeitos da Economia dos Aplicativos, entre elas, 28% responderam que estão aumentando os investimentos para se adaptarem ao novo contexto.

Outra pesquisa, mais recente, realizada pela revista Meio & Mensagem mostra que os dados de mobilidade superam expectativas e o setor se torna um dos mais rentáveis. A pesquisa mostra também que 84% dos consumidores usam até 10 apps diariamente, sendo social medias os mais usados. Atualmente, estão disponíveis 1,3 milhões de aplicativos na Google Play, sendo que entre os 20 mais baixados estão três bancos e, claro, o aplicativo da PSafe, que configura entre os mais baixados desde início do ano passado. Isso mostra que os usuários estão mais dispostos a aceitar as novas tecnologias e mover valores pelos gadgets, já que 67% já fizeram alguma transação de e-commerce por celular. A expectativa é de que até 2018 seja movimentado US$28,4 bilhões por este comércio.
Em uma pesquisa realizada pela PSafe, que conta com mais de 30 milhões de downloads do aplicativo PSafe Total Android, mostra os apps mais baixados na loja de aplicativos seguros Total Apps:

Destaques
1. Dieta & Saúde – Emagrecer
2. Caça-Palavras
3. OLX – Classificados Grátis
4. Bom Negócio – Classificados Grátis
5. Mercado Livre

Games
1. Meu Malvado favorito
2. Pou
3. Meu Tom Falante
4. Street Skater 3D
5. Caça-Palavras

APPs
1. ZapZap
2. Whatsapp Messenger
3. Me diga a operadora
4. Rdio Music
5. PicsArt – Photo Studio

E as funções mais utilizadas pelos usuários do PSafe Total Android são: Cofre 21% / Antifurto 15% / Verificação 7% / Total APPs 7% e Limpeza 6%

Entretanto, é muito importante lembrar que o uso dos aplicativos móveis pode ser uma porta de entrada para vírus e malwares, como alerta a PSafe. Dessa maneira, é recomendado sempre usar um antivírus. O PSafe Total Apps, por exemplo, ainda pode servir de cofre para todos os apps que o usuário desejar proteger, assim como otimiza o celular. Além de ser gratuito, aplicativo ainda conta com função antifurto.

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Pesquisa constata que um quarto dos usuários não entende os riscos de ameaças móveis

Apesar da grande popularização dos dispositivos móveis, os usuários ainda subestimam os riscos que correm ao se conectarem. Segundo uma pesquisa realizada pela Kaspersky Lab e pela B2B International, 28% dos usuários sabem nada ou muito pouco sobre malware móvel. Infelizmente, esta falta de conhecimento é benéfica aos cibercriminosos.

A pesquisa mostra que, dentre os aparelhos com sistema Android, somente 58% dos smartphones e 63% dos tablets estão protegidos por alguma solução antivírus enquanto, no geral, 31% dos smartphones e 41% dos tablets nem sequer estão protegidos por uma senha. A conduta despreocupada dos usuários talvez se deva ao fato de que 28% deles não sabem da existência de ameaças cibernéticas dirigidas a dispositivos móveis e 26% sabem, porém não se preocupam com elas.

Para piorar o cenário, dentre os Androids desprotegidos, 18% contém as informações que os criminosos mais querem encontrar: senhas dos cartões de banco, senhas de e-banking e outros dados financeiros. 24% dos mesmos usuários armazenam as senhas das redes sociais, e-mails pessoais e de trabalho, VPN (rede privada virtual) e outros recursos sensíveis. Mesmo os usuários que não se preocupam em proteger seus dispositivos com senhas, armazenam em seus smartphones e-mails pessoais (49%), e-mails de trabalho (18%), e “dados que não querem que ninguém veja” (10%).

Ainda de acordo com a pesquisa, usuários de Android enfrentam ameaças online com mais frequência do que os usuários de Windows*. Estes últimos têm mais conhecimento dos perigos da internet e 90% deles costumam proteger seus dispositivos. Desta forma, a pesquisa descobriu que, em um período de 12 meses, 41% dos usuários de smartphones e 36% dos usuários de tablets possuem aplicativos maliciosos; as contas de serviço de 18% dos usuários de smartphones e de 24% dos usuários de tablets foram hackeadas, enquanto os ciberataques financeiros afetaram 43% dos usuários de smartphones e 50% dos usuários de tablets. Contabilizando todos os sistemas de diferentes plataformas móveis, a média de ataques soma 31% (aplicativos maliciosos), 14% (invasão de contas de serviços online) e 43% (ciberataques financeiros) – significativamente menor do que apenas os valores da plataforma Android.

“O fato das ameaças para dispositivos móveis crescerem não surpreende, já que os dispositivos estão fazendo cada vez mais e muitas pessoas passaram a utiliza-los. É claro que isto atrai os fraudadores. Para que não se tornem vítimas, aconselhamos que os usuários protejam seus dispositivos contra ciberameaças, especialmente se armazenam dados financeiros”, explica Victor Yablokov, Diretor da área de Produtos Móveis da Kaspersky Lab.

A solução Kaspersky Internet Security para Android protege os dispositivos que operam com o sistema operacional contra ciberameaças conhecidas e novas. Além da proteção antimalwere e anti-phishing, também inclui as tecnologías Anti-Theft (antiroubo) e Privacy Protection (proteção da privacidade). A solução não afeta de maneira significativa o desempenho do sistema nem a duração da bateria.

Para aumentar o conhecimento sobre estas ameaças, a Kaspersky Lab produziu um vídeo sobre a evolução do perigo móvel. Para mais informações, leia o relatório O inimigo em seu telefone” no blog Securelist, que traz dados sobre ameaças móveis e seus diferentes tipos e métodos de infecção.

* Este dado se refere a usuários que citaram um dispositivo com uma plataforma como seu principal dispositivo para conectar-se a internet. Devido ao fato de que algumas pessoas podem utilizar vários dispositivos com diferentes plataformas ao mesmo tempo, podem enfrentar as ameaças mencionadas no texto em qualquer dos dispositivos.

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Internet banking é o principal alvo de ataque de cibercriminosos no Brasil

A ESET – fornecedora de soluções de segurança da informação –acaba de divulgar os resultados de sua mais recente investigação intitulada “CPL malware no Brasil: Entre trojans bancários e e-mails maliciosos”. O estudo reafirma a ascendência dos trojans (Cavalo de Troia) bancários no país e também aponta como os cibercriminosos utilizam um tipo especial de arquivos executáveis, os CPL (Control Panel Application), para propagar ameaças e como essa tendência tem evoluído nos últimos anos.

Para conseguir que as vítimas executem os arquivos maliciosos e tenham suas máquinas infectadas, cibercriminosos utilizam e-mails falsos como principal via de propagação. Assim fazem os usuários acreditarem que o anexo na mensagem é um documento com informação útil.

Entre as principais ferramentas para realizar o ataque estão documentos como um orçamento, fatura ou recibo; informações uma dívida ou situação bancária; documentos digitais usados no Brasil, como boleto bancário ou Nota Fiscal Eletrônica ou supostas fotos, vídeos e arquivos multimídia.

Uma vez que o trojan bancário é executado no equipamento, um cavalo de troia é descarregado de algum servidor e a URL se encontra com o CPL, em formato de texto simples ou criptografado. A partir desse momento, o trojan busca uma forma de persistir no sistema infectado e, em seguida, começa a coleta de dados bancários da vítima. Se as credenciais de acesso estiverem disponíveis, screenshots ou qualquer outra informação bancária serão enviadas para o cibercriminoso.

“Durante a investigação, os especialistas da ESET notaram que o Brasil possui um ecossistema de cibercrime diferente do resto da região da América Latina”, afirma Camillo Di Jorge, Country Manager da ESET no Brasil. “A maneira como as ameaças são desenvolvidas e distribuídas demandam uma dedicação dos cibercriminosos, que geram os seus ataques de forma personalizada, levando em conta as diferentes formas de operações eletrônicas”, diz.

A análise ainda revelou que o Brasil está entre os três países na América Latina onde mais cresce o uso serviços bancários. Além disso, metade dos usuários de redes sociais no país afirmam já terem feito pelo menos uma transação on-line durante o ano 2013. “Acreditamos que o aumento de transações online estimula os cibercriminosos investirem, ainda mais, esforços em suas campanhas ataque”, finaliza.

Para ajudar os internautas e empresas, a ESET preparou uma lista com dicas de como aumentar a segurança durante a navegação na internet.

Para usuários:

• Não abra anexos de e origem duvidosa.

• Informar ameaças que chegam em sua caixa de entrada para ajudar a prevenir que outros usuários sejam afetados.

• Analisar anexos com uma solução de segurança.

Para as empresas:

• Bloqueio em anexos de e-mail servidores com extensões:.com, .cpl, .exe, .js, .vbs, .vbe entre outras.

• Tenha uma solução de segurança nos Endpoints que permita detectar estas ameaças.

• Conscientizar os usuários sobre segurança da informação para evitar que abram arquivos de e-mails falsos.

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Estudo da Oracle destaca a importância dos aplicativos móveis para os “millennials”

Pesquisa revela que as pessoas nascidas entre 1980 e 2000 são menos propensas a usar produtos ou serviços de uma empresa após experiência ruim com um aplicativo

Uma recente pesquisa realizada pela Oracle revela que quase 55% dos millennials – pessoas nascidas entre 1980 e 2000 – disseram que ficariam menos propensos a usar os produtos de uma empresa após uma experiência insatisfatória com um aplicativo móvel. De acordo com o relatório Millennials and Mobility: how businesses can tap into the app generation, 39% desses entrevistados também não recomendariam os produtos ou serviços de uma empresa após uma experiência ruim com o app e 27% admitiram que poderiam, inclusive, dar uma opinião negativa dos produtos e serviços da empresa.

Essas descobertas reforçam que quando as empresas não conseguem proporcionar uma experiência interessante com seus aplicativos móveis para clientes efetivos e potenciais, essa deficiência se reflete nos valores da marca, levando a empresa a correr o risco de desagradar a geração millennial e perder os consumidores para a concorrência, caso essa última tenha uma oferta de um app mais convincente.

Suhas Uliyar, vice-presidente de Gerenciamento de Produtos e Estratégia Móvel da Oracle, afirma que “uma experiência interessante e personalizada para o usuário tornou-se a nova arma na batalha para atrair e reter os clientes da geração millennial. As empresas que não conseguem agregar valor aos clientes com uma experiência móvel conveniente, funcional e relevante, têm pouca chance de alcançar a liderança”.

O relatório também mostra que os millennials não se interessam por comunicações e contatos não solicitados na forma de avisos por push que não sejam relevantes às suas necessidades específicas, mas gostam de receber suporte com valor agregado.

Entre os entrevistados, 73% afirmam que gostam de adquirir produtos ou serviços de uma empresa usando um aplicativo móvel. Do mesmo modo, 71% gostam de gerenciar o faturamento de serviços e 65% apreciam a capacidade de sinalizar problemas ou reclamações para uma empresa usando um aplicativo móvel. Mais da metade (56%) prefere não receber avisos por push e a mesma porcentagem raramente age motivada por esse tipo de aviso, embora quase 50% admitam que essas notificações sejam personalizadas.

“A capacidade de gerenciar faturas ou sinalizar problemas com serviços para uma empresa usando um aplicativo móvel implica em uma relação de consentimento entre o cliente e a marca ou o fornecedor do serviço. A história é completamente diferente no caso dos avisos por push. As organizações terão de prover serviços com base em aplicativos que distingam a fronteira entre a eficiência e a invasão se quiserem explorar a afinidade dos jovens no uso de aplicativos móveis e tablets sem desagradá-los”, ressalta Suhas Uliyar.

A pesquisa da Oracle revelou também que, embora os jovens usem tablets em uma escala considerável, os smartphones continuam sendo o dispositivo preferido para acessar os aplicativos móveis. Por exemplo, 61% dos millennials fizeram upload de conteúdo de mídia usando um aplicativo para smartphones — quase o dobro dos que fizeram a mesma operação usando um tablet (35%). Quando se trata de transferir dinheiro para um amigo, 48% usaram um aplicativo para smartphones, enquanto 22% recorreram a aplicativos pelo tablet para fazer o mesmo tipo de transação.

“Fica claro que há muito espaço para inovação quando se trata de aplicativos para tablets e smartphones de formatos maiores, e as empresas que atenderem esse apelo estarão bem posicionadas para aproveitarem oportunidades em um mercado ainda em amadurecimento. Entretanto, os aplicativos para smartphones e tablets não devem ser desenvolvidos de modo independente um do outro. Muitos millennials possuem vários dispositivos conectados e as empresas terão de fornecer uma experiência consistente e de alta qualidade no aplicativo em todos esses dispositivos se quiserem agregar valor aos clientes”, conclui o vice-presidente da Oracle.

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Estudo da Salesforce mensura o impacto dos wearables no desempenho dos negócios

O relatório inédito produzido pela Salesforce Research mostra que o sucesso com o uso dos wearables motiva 86% de seus adotantes e aumentar o gasto com esses dispositivos no ambiente corporativo

A Salesforce (NYSE: CRM), líder mundial em soluções de gestão de relacionamento com clientes (CRM), lançou hoje um novo relatório, sobre a pesquisa “Colocando Wearables para trabalhar: Insights sobre a Tecnologia dos Wearables em Negócios”, o qual confirma que, como um dos segmentos mais inovadores da tecnologia, os wearables, também conhecidos como dispositivos vestíveis, são vistos como uma plataforma estratégica para melhorar o desempenho dos negócios, e são uma área em expansão de investimento. O estudo realizado pela Salesforce Research demonstra como os profissionais que adotam os wearables estão planejando incorporar esses dispositivos em processos de negócios do dia-a-dia, para melhorar a produtividade e conectividade entre os funcionários e os clientes.

O estudo revela informações-chave a partir de cinco áreas pesquisadas: significado estratégico, áreas projetadas de crescimento, tendências de evolução dos dispositivos, o impacto dos insights de dado e a importância de um ecossistema de aplicativos em expansão. Conclusões específicas incluem:

Os wearables nas empresas são estratégicos para o sucesso empresarial

– Setenta e nove por cento dos adotantes desses dispositivos concordam que os wearables são ou serão estratégicos para o sucesso futuro da empresa.

– Setenta e seis por cento relatam melhorias no desempenho nos negócios desde a implantação dos wearables em suas empresas.

– Oitenta e seis por cento dos adotantes planejam aumentar seus gastos com wearables nos próximos 12 meses.

O uso de wearables nas empresas deverá triplicar nos próximos dois anos

– Quatro das cinco principais áreas de crescimento estão ao redor da melhora da experiência do consumidor. Os quatro casos de uso dos wearables que ajudam a melhorar a experiência do consumidor incluem: acesso em tempo real a dados de clientes, instrução ou diretrizes para trabalho de campo hands free, analytics a alertas corporativos e treinamento remoto do consumidor.

– O uso de wearables pelos consumidores está sendo liderado pela integração com dispositivos móveis e programas de fidelidade, aplicações de ponto de venda e experiências imersivas dos consumidores.

Os smartwatches estão vencendo corrida da tecnologia de wearables corporativos

– Para as pessoas que participaram da pesquisa, os smartwatches terão o maior impacto e a taxa de adoção mais rápida nas empresas. De fato, 62 por cento estão usando, pilotando ou planejando usar smartwatches no ambiente corporativo nos próximos dois anos. Casos de uso de smartwatches incluem:

Inteligência aumentada de vendas: para uma equipe de vendas que trabalha remotamente ou on-the-go, os representantes de vendas podem usar inputs de recursos de fala em sua língua para enviar informações diretamente do smartwatch a um sistema de CRM.

Oferecer uma experiência VIP ao consumidor: representantes de serviço ao consumidor usando um smartwatch em um ambiente de varejo, por exemplo, pode ser alertados sobre as preferências dos consumidores-chave, permitindo que eles propiciem uma experiência high-touch altamente personalizada.

– Cordões digitais e óculos inteligentes ocupam o segundo e terceiro lugares por seu impacto esperado sobre empresas.

Propicie experiências integradas on-site: crachás e cordões RFID podem ser implantados em um resort para transacionar pagamentos e gerenciar o acesso a quartos ou áreas VIP. Os dispositivos também geram dados, os quais podem ser analisados para a obtenção de insights sobre o melhor fluxo de tráfego dentro de um local de um evento ou em determinados momentos do dia.
Minimize o tempo de inatividade para o serviço de campo: os óculos inteligentes podem fornecer suporte imediato aos representantes de serviços de campo remotos. Por exemplo, um técnico em uma plataforma de petróleo pode se conectar a diagramas técnicos pelos óculos inteligentes, que mostram os passos necessários para um reparo.

Os dados gerados pelos wearables serão um game-changer para uma empresa

– Hoje, somente oito por cento dos adotantes de wearables afirmam que estão completamente prontos para obter insights para ações a partir do volume de dados de funcionários e consumidores gerados pelos wearables. Quando o uso desses dispositivos nas empresas acelerar, o afluxo de dados gerados pelos wearables irá ajudar as empresas a tomar decisões informadas em tempo real.

Uma expansão do ecossistema de aplicativos corporativos vai estimular a adoção da tecnologia dos wearables

– Trinta por cento dos adotantes citam a falta de aplicações de negócios como um desafio primário na implantação de wearables.

– Quando o ecossistema de aplicativos crescer e novo hardware permitir cenários de negócios mais complexos, o número de empresas que adotam os wearables irá aumentar dramaticamente.

“Os wearables são a próxima fase da revolução dos mobiles. Como os smartphones antes deles, a chave do sucesso para os wearables nas empresas está totalmente relacionada com aplicativos corporativos matadores”, diz Lindsey Irvine, Diretora Global de Parcerias Estratégicas da Salesforce. “Esta pesquisa demonstra a enorme oportunidade para os casos de uso de wearables para impulsionar negócios de valor significativo”.

O relatório também destacou a forma como as empresas podem tornar-se mais bem preparadas para incorporar os wearables em seus negócios, como a adoção de políticas que apoiam o Bring-Your-Own-Wearables (BYOB). Enquanto 54% das empresas já têm uma política de BYOB, mais 40% das empresas estão planejando implantar uma política de BYOW no futuro.

O estudo, realizado pela Salesforce Research e conduzido entre 27 fevereiro e 1 março de 2015, centrou-se em mais de 500 profissionais que adotaram a tecnologia dos wearable em empresas de vários portes, que disseram que estavam usando, guiando ou planejando implantar a tecnologia wearable nos negócios dentro dos próximos dois anos.

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Detonaweb eleva vendas em 30%

A Detonaweb, realizada pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e patrocinada pela Braspag apresentou resultados positivos após 4 anos de hiato da primeira promoção online do e-commerce brasileiro.

Segundo estimativas da Câmara, as lojas participantes da Detonaweb atingiram 50% de crescimento em relação ao mesmo período de 2014. O crescimento orgânico do comércio eletrônico é, em média, 20% em função da expansão do mercado, sem promoções. De acordo com Gastão Mattos, CEO da Braspag, “a expectativa do setor se manteve este mês, ou seja, quem aderiu à campanha apresentou um crescimento bastante significativo, 30% superior à média do mercado”.

“A Detonaweb é uma vez mais a prova de que o esforço comprometido do varejo online e o reconhecimento do consumidor brasileiro são uma combinação virtuosa para o incremento e desenvolvimento da economia”, diz Ludovino Lopes, presidente da camara-e.net. Segundo ele, a Detonaweb agregou volume de venda e demanda para os lojistas participantes, evidenciando a importância de ações como esta para fomentar o setor.

“O relançamento da Detonaweb superou nossas expectativas. Certamente podemos afirmar que o Brasil agora possui uma mega liquidação online no 1º semestre”, completa Gerson Rolim, diretor de comunicação da entidade.

Criada em 2003 pela camara-e.net, a Detonaweb é considerada a primeira promoção do e-commerce no país. Inicialmente chamada de Liquidaweb, a campanha foi realizada anualmente até 2011. Em 2015 a campanha foi retomada entre 14 e 16 de abril para comemorar os 20 anos de e-commerce no Brasil, sendo também uma oportunidade para antecipar as compras para o dia das mães. Neste retorno, participaram somente lojas associadas ao Comitê de Varejo da camara-e.net: Americanas.com, Dafiti, eFácil, Magazine Luiza, Marisa, MercadoLivre, Saraiva, Shoptime, SouBarato e Submarino.

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Segurança da Informação: Consultcorp alerta sobre ameaças internas e externas

A empresa curitibana Consultcorp, especializada em segurança da informação, realizou eventos com revendas parceiras para tratar de oportunidades de negócios no Brasil com a crescente preocupação a respeito da segurança de informações estratégicas no ambiente empresarial. Veja reportagem em vídeo do Valor Agregado.

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Profissão promissora, analista de negócios é essencial para empresa ganhar competitividade

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Profissional que está sendo absorvido em grande escala em um mercado empresarial ávido por empreendedores organizacionais, o analista de negócios não é um trabalhador tradicional e, tão pouco, fácil de achar. Mas ele atua em uma área promissora e em franca expansão no país e no mundo. Segundo uma pesquisa da empresa de recrutamento e seleção Catho, esse profissional é procurado por 42% das companhias. “Elas o procuram porque ele possui não só a visão técnica do negócio, mas se relaciona com os setores estratégico e operacional da empresa, auxiliando-os a entender seus problemas e a encontrar soluções que mais agreguem valor. Para isso, utiliza conceitos e técnicas reconhecidos globalmente”, destaca Fabrício Laguna, coordenador do Capítulo São Paulo do International Institute of Business Analysis (IIBA), uma associação sem fins lucrativos que tem como missão desenvolver e manter padrões para a prática de análise de negócios e a certificação de profissionais.

Trocando em miúdos, o analista de negócio é responsável por desvendar as verdadeiras necessidades da organização, não simplesmente seus desejos explícitos. Trabalha como facilitador da comunicação entre as várias unidades organizacionais. É comum que assuma um papel central na tradução das necessidades das unidades de negócio em funcionalidades desenvolvidas pelas áreas de TI. “Ele atua como um consultor interno, responsável por investigar os sistemas de negócios e seus processos, propondo melhorias e soluções”, argumenta Laguna, o primeiro brasileiro a receber o certificado do IIBA. Além dele, apenas outros 11 profissionais em todo o país têm o certificado.

Em um mercado em crise, como o atual, o analista de negócios é de fundamental importância. Sua atuação pode ajudar a organização a investir nas iniciativas mais adequadas para redução de custos, aumento de produtividade e melhoria da qualidade do resultado entregue ao cliente. Por isso também é um profissional que tem se tornado mais bem remunerado no mercado de trabalho.
Valorização reflete-se nos salários – O IIBA SP apresenta uma pesquisa que identifica as médias salariais dos analistas de negócios que atuam em 13 Estados e no Distrito Federal. A participação no levantamento foi maior em São Paulo, que teve o primeiro capítulo do IIBA no Brasil, seguido pelo Rio de Janeiro (Capítulo Rio de Janeiro), Rio Grande do Sul (Capítulo Porto Alegre), Minas Gerais (Capítulo Belo Horizonte) e Pernambuco (Capítulo Recife).

Segundo a pesquisa, efetuada em 2014, o rendimento do profissional que trabalha com análise de negócios chega a R$ 30.000,00 para um profissional sênior. O estudo também apresentou a média salarial para analistas em diferentes estados. São Paulo e o Distrito Federal apresentam rendimentos acima da média nacional.

Segundo Fabrício Laguna, do IIBA São Paulo, é muito importante que o analista de negócios compreenda sua área em diferentes aspectos:

Estratégico – definir direção, política, objetivos e macroprocessos de negócio;

Operacional – analisar e especificar a implementação do modelo de negócio por meio de requisitos, regras, processos e sistemas de informação;

De acordo com Laguna, conhecendo os aspectos fundamentais do negócio, o analista está em uma posição privilegiada para conectar as soluções operacionais aos objetivos estratégicos. É válido salientar que a análise de negócio nem sempre necessitará envolver a tecnologia da informação na definição de uma solução de um problema de negócio. Ainda assim esse profissional pode recorrer aos recursos de TI para implementar soluções visando melhor atender as necessidades da empresa.

Laguna afirma que a análise de negócio ocorre durante todo o ciclo de vida de uma solução de negócio. “Na concepção de um negócio são definidas as necessidades e escolhida a melhor forma de atender a essas necessidades. Durante o desenvolvimento da solução, a análise de negócios possibilita a comunicação clara e o entendimento mútuo dos requisitos. E após a solução implantada, é possível validar o alcance das metas esperadas desde o início”, explica.

Conferência na capital paulista em maio – Algumas das principais organizações do país estarão reunidas no dia 15 de maio, no Auditório da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), para compartilhar suas experiências na 5ª Conferência de Análise de Negócios, promovida pelo IIBA SP. “Ela tem importante participação no mercado nacional. Muitas empresas que vêm ao evento mudam sua forma de atuar. A maior parte dos conferencistas vem em busca de integrar suas áreas de tecnologia aos negócios”, justifica Laguna. O evento, que será realizado das 8h30 às 18h00, tem o apoio da Poli e da Fundação Vanzolini.

Serviço:
5ª Conferência de Análise de Negócios do IIBA – SP
Quando: 15/05/2015
Horário: 08:30 h – 18:00 horas
Local: Auditório Romeu Landi da Escola Politécnica na Universidade de São Paulo (USP)
Endereço: Avenida Prof. Luciano Gualberto, travessa 3, nº 380
Edifício Eng. Mário Covas Júnior – 1º andar

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Empreendedorismo no e-commerce muda mercado de trabalho no Brasil

Índice aumentou dez pontos percentuais nos últimos três anos impulsionado também pela democratização das lojas virtuais

Acontece em São Paulo o VTEX Day – encontro que reúne os principais profissionais do e-commerce para discutir tendências e práticas do mercado. Um dos temas abordados é o empreendedorismo digital, segmento que cresce exponencialmente a cada ano e abre portas para brasileiros tornarem-se empresários – na maioria das vezes com baixíssimo investimento inicial. Uma pesquisa realizada pela Loja Integrada, plataforma de e-commerce que hospeda 150 mil lojas, apurou que mais de 60% dos lojistas investiram até mil Reais no novo negócio.

Para explicar o cenário que impulsiona o avanço do empreendedorismo digital o CEO da Loja Integrada, Adriano Caetano, vai apresentar no VTEX Day a palestra “Nunca foi tão fácil abrir um e-commerce”. Tecnologias que permitem a criação de uma loja virtual em poucos minutos sem conhecimento técnico democratizaram o acesso ao comércio digital – e esse movimento reflete na economia do país.

De acordo com a recém-lançada pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizada no Brasil pelo Sebrae e pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), três em cada dez brasileiros são empreendedores. Em 10 anos, o empreendedorismo cresceu de 23% em 2004 para 34,5% em 2014, sendo que metade desta porcentagem corresponde a empreendedores que entraram no mercado nos últimos três anos. Acompanhando os índices acima, o comércio eletrônico brasileiro cresce mais de 20% ao ano, diferente de toda a economia do país.

A trajetória da Loja Integrada comprova a tendência. Fundada em maio de 2013, a expectativa da então startup era chegar ao final daquele ano com 5 mil lojas cadastradas – alcançaram mais de 35 mil. Atualmente, a plataforma já conta com mais de 150 mil lojas, a grande maioria de micro empreendedores digitais.

Serviço:

Vtex Day – 10 de abril
WTC – World Trade Center
Avenida Nações Unidas, 12551

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Firefox para Android ultrapassa 100 milhões de downloads

A Mozilla está orgulhosa em anunciar que a versão para Android do Firefox acaba de ultrapassar a marca de 100 milhões de downloads na Google Play e vem recebendo avaliações dos usuários acima de 4 estrelas. Com personalização, fácil configuração de pesquisa e compartilhamento adaptável, além de tutoriais de privacidade e painel de complementos na página inicial, o navegador da marca cria uma experiência de uso que ultrapassa a simples navegação. Isto tudo para permitir que os usuários tenham maior flexibilidade e controle de suas vidas online.

O Firefox para Android é o navegador móvel disponível atualmente com maior nível de customização e conta com uma grande quantidade de recursos para proteger a privacidade online e agilizar o acesso aos conteúdos favoritos dos usuários. O objetivo da Mozilla sempre foi entregar um produto que as pessoas amassem e que refletisse seus valores, que são promover a abertura, inovação e oportunidades na web. Ao escolher e usar o Firefox como o navegador padrão no Android, os usuários estão reforçando essa missão e incorporando a cultura da Mozilla como parte de suas vidas digitais.

“Criamos a versão móvel do nosso navegador para o Android visando permitir que o usuário tivesse o poder do Firefox em qualquer lugar. Não chegaríamos aqui o apoio dessas pessoas. Agradecemos a todos que fizeram a experiência Android possível e aos usuários que nos ajudam a trazer novos recursos para mais pessoas a cada dia”, comemora Karen Rudnitski, gerente de produto sênior para o Firefox Mobile.

Em comemoração aos 100 milhões de downloads, a organização listou os 10 fatos mais importantes que ajudaram a moldar a versão do Firefox para Android:

– 29 março de 2011: lançamento do Firefox para Android com o Firefox Sync para integrar a experiência entre qualquer dispositivo ou plataforma.

– 26 de junho de 2012: versão para Android ganha atualização dinâmica para acesso à Web mais rápido e recurso “Do Not Track” para aumentar a privacidade.

– 19 fev 2013: Firefox disponibiliza temas leves para o Android e oferece maior personalização do navegador.

– 17 de setembro de 2013: QuickShare é lançado para o Firefox no Android para conferir mais opções de compartilhamento de conteúdo web nas redes sociais.

– 29 de outubro de 2013: Firefox para Android se torna o primeiro a introduzir o Guest Browsing para fornecer recursos de privacidade adicionais.

– 07 de novembro de 2013: Firefox para Android passa a ser pré-instalado no Kobo Arc Tablets e smartphones Gigabyte GSmart Simba SX1.

– 10 de dezembro de 2013: Firefox para Android introduz novos recursos de personalização do histórico, Top Sites, favoritos, lista de leitura e páginas de tela inicial, permitindo acesso facilitado aos conteúdos que o usuário deseja ver.

– 14 de outubro de 2014: Mozilla lança uma maneira rápida e fácil de enviar vídeos do Firefox para Android direto para a TV por meio de streaming através do Roku e Chromecast.

– 10 de novembro de 2014: Mozilla incorpora o DuckDuckGo como uma opção de pesquisa pré-instalada.

– 9 de abril de 2015: Firefox para Android ultrapassa 100 milhões de downloads.

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Mulheres representam 90% da operação de call center em home office

As mulheres cada vez mais contribuem ou desejam contribuir com a renda familiar. Muitas, no entanto, não conseguem estruturar uma rede de apoio aos filhos e acabam optando por ficar em casa.

Mas, como ser multitarefa já é uma das qualidades femininas, poder aliar trabalho e família é totalmente possível mas privilégio de poucas. A Home Agent, empresa inovadora de terceirização de call centers em sistema home office, trouxe luz ao dilema de tantas profissionais. 90% da operação da Home Agent são mulheres e 70% delas têm filhos. 100% delas se declaram felizes com a escolha. O modelo implantado pela empresa possibilita o trabalho em casa, com qualidade e tempo para a família. Cerca de 70% já deixou de participar de processos seletivos por conta da distancia. “Nossos atendentes recebem todo treinamento e material necessário para a qualidade as operações funcionarem em casa. Eles têm à disposição seu próprio ‘mini call center’ pronto para atender os clientes&rdquo ;, afirma Fabio Boucinhas, CEO da Home Agent.

“Ao lado da família a preocupação com problemas cotidianos é menor e a qualidade de vida é maior, sem perder tempo com o estresse do trânsito a empresa e os clientes só têm a ganhar, pois o atendimento oferecido pelo operador terá muito mais qualidade”, explica o CEO. Trabalhando em casa as mulheres economizam cerca de 4 horas do seu dia, horas que são perdidas no trânsito. “Se pararmos para calcular, em um ano ela ganha 60 dias que podem ser melhores dedicados ao trabalho e à família. Mães mais presentes são mais felizes e consequentemente mais produtivas”, acredita Fabio.

Pesquisa realizada pela Home Agent aponta que 50% das mulheres se sentiam culpadas por trabalhar fora e 95% acreditam que a família se sente mais segura com a mãe/mulher em casa. O sistema de trabalho home Office possibilita acima de tudo dias melhores para o funcionário e para os que estão ao seu redor.

Na soma final, todos saem ganhando, a empresa tem menos faltas de funcionários, o cliente tem mais qualidade no atendimento, o colaborador trabalha mais feliz e os filhos têm por perto a mãe em tempo integral.

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