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Mais da metade dos brasileiros acredita que 2013 será de prosperidade econômica

Os brasileiros estão entre as populações mais otimistas em relação à economia em 2013. Resultados da pesquisa Barômetro Global de Otimismo, feita pelo IBOPE Inteligência em parceria com a Worldwide Independent Network of Market Research (WIN), realizada em 54 países, com 55.817 entrevistados, mostra que 57% da população brasileira acreditam que este ano será de prosperidade econômica, o que coloca o país como a terceira nação mais otimista. O otimismo no Brasil é superado apenas pelas populações da Geórgia (69%) e do Azerbaijão (58%) e é 60% superior à média global, que é de 35%.

As regiões Norte e Centro-Oeste foram as que apresentaram o maior índice de otimismo em relação à prosperidade econômica. Para 66% dos moradores dessas regiões, 2013 será marcado por prosperidade.

Por idade, os jovens da faixa de 16 a 24 anos são os mais otimistas em relação à prosperidade econômica do Brasil em 2013 (62%). Por nível social, as classes D/E são as que mais acreditam na prosperidade da economia (60%).

Já os brasileiros que esperam dificuldade econômica neste ano somam 12%, bem abaixo da média mundial, de 28%. Por aqui, os menos otimistas são as pessoas das classes AB, os moradores da região Sul e a população da faixa etária de 40 a 49 anos.
Entre as nações, nove das 10 mais pessimistas estão na Europa, refletindo a crise econômica do continente. Em situação delicada na zona do euro, Portugal lidera a lista, com 87% da população esperando dificuldade na economia. Único país de fora da região, o Líbano aparece em segundo, com índice de 77%. Completam o ranking França (70%), Bélgica (68%), Espanha (66%), Bósnia e Herzegovina (61%), Irlanda (60%), Alemanha (52%), Polônia (52%) e Reino Unido (51%).

Por região, a América Latina é o continente mais otimista com a economia (49%), seguida da África e sul da Ásia (47% cada). Os menos otimistas são os países do oeste (6%) e do leste (17%) da Europa.

Sobre o IBOPE Inteligência
O IBOPE Inteligência é uma organização do Grupo IBOPE que contribui para seus clientes terem conhecimento e compreensão adequados da sociedade e dos mercados onde atuam, auxiliando na tomada de decisões táticas e na elaboração de estratégias no planejamento de negócios. Seu diferencial está baseado em uma equipe multidisciplinar integrada, profissionais altamente qualificados e especialistas no conhecimento do cidadão e do consumidor.

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Tecnologia permite "conversa" de consumidores com Papai Noel pela internet

O que Papai Noel faria se precisasse atender todos que quisessem falar com ele sobre os presente de Natal? A memória dele seria capaz de armazenar as informações sobre todos os presentes e presenteados? Assim como o bom velhinho não conseguiria atender a todos os pedidos sem falhar ou se cansar, muitas empresas podem ter problemas com o excesso de demanda dos clientes. Uma solução inovadora de atendimento robotizado via chat simula a conversa de Papai Noel com qualquer pessoa que queira pedir um presente ou uma dica para presentear nas festas de fim de ano. A conversa, em tom bem humorado, serve para apresentar o Service Bot-3, chat sem atendente desenvolvido pela Tree Tools Informática.
A nova solução foi apresentada, recentemente, no Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente em São Paulo. O sistema robotizado garante redução de custos, padronização no atendimento e maior conhecimento do histórico do relacionamento do cliente com uma empresa. O diretor da Tree Tools Paulo Sérgio Cougo comemora o sucesso do lançamento da novidade: ” Nossa ferramenta garante um atendimento dentro de um padrão previamente estabelecido pelas empresas, sem o risco de sair desse roteiro definido ou de oferecer respostas imprecisas ou contraditórias”.
O ServiceBot-3 está preparado para atender os mais diversos segmentos. “Assim como na conversa com Papail Noel, o serviço de chat automatizado pode ser aplicado à realidade de qualquer empresa. Está disponível para áreas de serviços, indústrias, comércio e qualquer aplicação que demande um chat e tenha o interesse pelas vantagens de um atendimento facilitado por um robô”, acrescenta Paulo Sérgio Cougo.
Se você quer bater um papo com Papai Noel via chat sem atendente, aí vai o link:

http://www.servicebot.com.br/chat3natal/chat/chat.zul?context=2

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Dicas para efetuar uma compra online segura

Faltando menos de um mês para o Natal, os brasileiros estão em plena jornada de compras. Para fugir das filas, lojas lotadas e do risco de não encontrar o produto esperado, a cada ano que passa é maior o número de consumidores que optam pela comodidade das compras online. Um levantamento da e-bit, empresa especializada em informações de comércio eletrônico, aponta que este ano o varejo online brasileiro deve faturar cerca de R$3,25 bilhões só no período do Natal, um crescimento de 25% em relação a 2011. Na ansiedade de fechar uma boa compra, porém, muitos internautas acabam se esquecendo de um item essencial para a garantia de um bom negócio: a segurança.

Para evitar futuras dores de cabeça, dicas básicas ajudam a garantir uma compra online segura. “Hoje, é preciso ter cuidado não somente com o ambiente virtual, mas com o próprio meio pelo qual a compra está sendo realizada. Em um mundo onde cada vez mais a mobilidade é realidade, a tendência é que haja um aumento nas compras realizadas também por meio de smartphones e tablets, e esses dispositivos também devem estar seguros”, afirma Patrick Faria, especialista da empresa de Segurança da Informação Módulo.

Algumas dicas vão além do aspecto tecnológico, como desconfiar de promoções muito tentadoras e ler todas as informações da oferta anunciada. Para compras na internet, o especialista ressalta que, seguindo apenas algumas dicas básicas, listadas abaixo, já é possível diminuir consideravelmente a chance de cair em uma armadilha virtual.

Dicas ao consumidor:

1) Delete e-mails que chegam para você com propagandas não solicitadas, de modo a evitar alguma possível contaminação da sua máquina por vírus.

2) Escolha lojas que você conheça e apresentem o mesmo nível de qualidade nos ambientes físico e virtual.

3) Ao entrar no site, verifique se todos os links funcionam corretamente. Muitos fraudadores lançam mão de cópias de páginas reais e nestas páginas clonadas a maior parte dos links não funciona.

4) Verifique se existe um cadeado no rodapé da página. Clique nesse cadeado para verificar a existência de um certificado digital válido, que indica que a empresa onde você está fazendo a compra segue os preceitos legais da internet no Brasil para compras online.

5) Certifique-se de que está trabalhando em um ambiente seguro sempre que for inserir informações do seu cartão de crédito ou dados pessoais, como CPF. Empresas de certificação digital possuem bandeiras disponíveis em links na página da compra. Clique nesses links para verificar se estão abrindo corretamente. Assim, é possível ter mais garantia de que as informações que você disponibilizou serão protegidas e não serão utilizadas por outras pessoas.

6) Garanta a segurança do seu dispositivo móvel. Instale somente aplicativos confiáveis, preferencialmente de lojas oficiais, habilite a função Bluetooth somente durante o período em que for utilizado e não modifique o sistema, evitando procedimentos de desbloqueio não oficiais, como o “Jail Break” do iPhone e versões modificadas de “firmware” (sistema operacional do smartphone ou tablet). Além de causarem a perda da garantia, essas alterações podem incluir vírus ou programas que permitam o controle remoto do seu aparelho, como – roubo de informações da lista de contatos, envio das coordenadas geográficas do dispositivo e envio de fotos tiradas naquele dispositivo.

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Cresce número de jovens que não estudam nem trabalham, diz Ipea

De 2000 a 2010, aumentou em 708 mil o número de jovens entre 15 e 29 anos que não estudavam, não trabalhavam, nem procuravam ocupação (“Nem, Nem”). Este dado está uma das notas técnicas do boletim Mercado de Trabalho nº 53, lançado nesta terça-feira, 4, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Produzido pelas técnicas do Instituto Ana Amélia Camarano e Solange Kanso, o estudo verificou que 8,1 milhões de jovens estavam nesta condição em 2000 (16,9% da população jovem), atingindo 8,8 milhões em 2010.

Este fenômeno teve comportamento diferenciado por sexo. Enquanto o contingente masculino aumentou em 1,1 milhões de pessoas, o de mulheres diminuiu em 398 mil. Do total de homens jovens, 11,2% encontravam-se na condição de não estudar e não trabalhar em 2010. Entre as mulheres, a proporção foi mais elevada, 23,2%.

A redução no número de mulheres jovens que não estudavam nem trabalhavam foi decorrente de um maior tempo passado na escola pelas mais jovens e de uma participação maior nas atividades econômicas pelas mais velhas. Do total que não estudavam e não participavam do mercado de trabalho, 67,5% eram mulheres, embora esta fatia venha decrescendo desde os anos 1980.

Baixa escolaridade
Se, por um lado, aumentou a quantidade de pessoas na categoria “Nem, Nem”, por outro diminuiu o número de jovens que estudavam e trabalhavam – participavam da População Economicamente Ativa (PEA). Essa redução ocorreu principalmente entre os homens da faixa etária de 15 a 19 anos.

Em 2011, tanto homens quanto mulheres que não estudavam nem trabalhavam apresentavam baixa escolaridade. Os homens tinham em média sete anos e as mulheres, oito. Os jovens que não estudavam nem trabalhavam estavam inseridos em famílias cujo rendimento médio domiciliar per capita era o menor dentre as famílias analisadas.

“É necessário políticas públicas que contribuam para uma inserção adequada desses jovens, seja na escola ou no mercado de trabalho”, conclui Ana Amélia Camarano.

Leia o boletim “Mercado de Trabalho nº 53” em www.ipea.gov.br

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Quitei.com é o primeiro site para renegociação de dívidas pela internet

O site é uma solução inovadora para o mercado de recuperação de crédito, além de ser uma forma fácil, discreta e segura de os brasileiros quitarem suas dívidas com descontos.

Estar com uma dívida é sempre um momento delicado na vida das pessoas, capaz de separar famílias, causar depressão e outras sensações que levam o indivíduo ao momento de encarar o problema e não saber por onde começar. Além disso, ser cobrado é sempre desagradável. O Quitei.com (www.quitei.com), um site criado para ajudar quem está devendo, que está no ar há apenas um mês, lançou um concurso cultural que dá 1 mil reais para a melhor história de uma dívida; e todas têm algo em comum: a procura por um recomeço.

“Atualmente, segundo a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), 59% das famílias estão endividadas e o concurso foi uma forma de juntar estas pessoas e chamar a atenção delas para uma prática cada vez mais comum das instituições credoras, os feirões de negociação, quando se é possível pagar dívidas com descontos ou refinanciar”, explica Charles Duek, CEO e fundador do Quitei.com. O site tem com o diferencial ser um serviço gratuito para os internautas que vão poder enviar propostas de negociação para seus credores e também vão ter acesso a promoções exclusivas como descontos e condições de parcelamento.

Para utilizar o serviço basta que o internauta acesse o Quitei.com. A partir do cadastro, o consumidor pode localizar seu credor e simular condições sobre a proposta de pagamento da dívida, além de ter acesso a promoções exclusivas de bancos, operadoras de telefonia móvel e fixa, empresas de TV por assinatura, provedores de banda larga, concessionárias de eletricidade e empresas de diversos segmentos. O Quitei.com também entra em contato com os credores dos clientes e apresenta as condições propostas por eles.

“A partir daí o conceito de desconto se torna atraente para ambas as partes, pois se por um lado as empresas que estão com as dívidas não pagas precisam receber, por outro lado o cliente que é o devedor quer negociar. O Quitei.com aproxima as partes e chama para uma negociação em um ambiente discreto e com atendimento 24 horas por dia, 365 dias do ano”, explica Duek. E acrescenta: “o site permite que o consumidor deixe de ser uma interface passiva e se torne o protagonista no processo de negociação do seu débito, o que é bom para todo o mercado”.

Além das empresas parceiras, os clientes que acessarem o site e não localizarem uma oferta de determinada companhia podem simplesmente cadastrá-la e futuramente uma proposta será oferecida. “O Quitei.com é uma forma de contribuir com a diminuição da taxa de inadimplência do consumidor no Brasil, uma vez que será um novo canal para os acordos financeiros, tanto para os brasileiros, quanto para as empresas que querem dialogar com seus devedores”, enfatiza o executivo.

“Do ponto de vista dos consumidores somos um serviço gratuito que oferece promoções para a quitação das dívidas, já para as empresas atuamos como um novo canal de recuperação de crédito, pois pela Internet atingimos grande parte dos brasileiros conectados. Para 2013 prevemos um faturamento de R$ 10 milhões, o que será possível devido a um forte investimento feito no sistema de cobrança que permite a integração com sistemas de todas as empresas credoras do país”, explica Marcelo Caio, diretor de marketing do Quitei.com.

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Do mesmo autor de Pai Rico, Pai Pobre: Escola de Negócios

Depois de escrever 26 sucessos que compõem a série Pai Rico, Pai Pobre (Rich Dad), Robert Kiyosaki se tornou internacionalmente reconhecido como um guru das finanças. O autor recebe centenas de cartas diariamente de pessoas que pedem conselhos sobre onde investir seu dinheiro e como ficar rico.

O assunto que Kiyosaki resolveu abordar em seu mais novo livro é o Marketing em Rede. Na introdução de Escola de Negócios, lançado recentemente pela editora Campus/Elsevier, o autor responde por que da escolha do tema e recomenda o marketing de rede como negócio.
A interessante explicação que Kiyosaki encontrou para ilustrar a importância do marketing em rede foi através da história de Thomas Edison. “Outras lâmpadas elétricas foram inventadas antes da lâmpada de Edison, mas o problema é que elas não eram práticas. Além disso, os outros inventores não conseguiam explicar como a lâmpada elétrica poderia ter algum valor comercial”, explicou o Pai Rico de Kiyosaki.

O autor segue relatando que Edison não só inventou a lâmpada elétrica, como também a General Eletric, empresa que se tornou uma das mais importantes do mundo. Isso só foi possível porque Thomas Edison enxergou a necessidade de usar um sistema em rede que compreendesse postes, pessoas capacitadas, estações de transmissão, além da lâmpada elétrica.

O livro é envolvente e busca apresentar aos leitores possibilidades de negócios para qualquer pessoa que queira compartilhar da riqueza. “O marketing de rede é, em minha opinião, um meio muito democrático de criação de riqueza. O sistema está aberto a qualquer um que tenha dinamismo, determinação e perseverança”, destaca Kiyosaki.

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E-commerce: Dicas para site seguro e estável na temporada de compras de fim de ano

Ano após ano, vemos que a tendência de compras online vem ganhando mais destaque, especialmente em países como Brasil, México e Chile, que já criaram suas próprias versões de Black Friday e Cyber Monday. Agora, com as festas de fim de ano, crescem também as vendas, e as lojas de e-commerce devem possuir mais do que um site com design visual atraente.

Os sites precisam de uma infraestrutura de tecnologia que suporte a demanda dos usuários, sobretudo em períodos em que o acesso aumenta e o negócio não pode de forma alguma sofrer instabilidade, e comprometer o resultado do negócio. Os Controladores de Entrega de Aplicativos ou ADC (Application Delivery Controllers), como o Citrix NetScaler, garantem em picos de acesso o desempenho, segurança, balanceamento e optimização da rede, e contam ainda com o benefício de poder ser contratado no modelo sob demanda – “As a Service”.

José Parada, gerente de vendas de rede para a América Latina & Caribe, da Citrix, aponta algumas recomendações dessa tecnologia para as lojas de e-commerce que estão se preparando para receber um alto tráfego de compradores neste fim de ano:
• Prepare o servidor: Certifique-se de seu servidor Web está pronto para esta temporada e que o ADC está instalado nos servidores. O tráfego do site deve primeiro passar pelo ADC antes de chegar aos servidores web;

• A importância de um ADC: Um ADC como NetScaler da Citrix pode ser crucial para o bom funcionamento do site em todas as situações que geram um grande tráfego de usuário.

Características do ADC:
• Capacidade de otimizar e distribuir corretamente o tráfego para servidores web;
• Recursos de segurança avançados que podem detectar algum tipo de ameaça hacker;
• Capacidade de proteger servidores e aplicações de hospedagem dos dados críticos;
• Resistência a grandes ondas de tráfego, além de suportar intenso tráfego de entrada;
• Suporte para as mais recentes tecnologias da Web 2.0, porque cada vez mais pessoas estão comprando dispositivos móveis, não só PC.
• Apoiar fatores de autenticação, como a do cliente. Acrescentando mais uma camada de autenticação você está protegendo o seu negócio e seus clientes.

“As empresas devem estar preparadas para o inesperado, porque uma promoção com apelo popular pode gerar tráfego que exceda as expectativas”, disse José Parada, acrescentando que “de fato, os consumidores devem estar atentos ao fazer suas compras online, verificando se o site tem um selo de segurança e não solicitou informações adicionais necessárias para fazer a transação. “

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Gestão de empresa é gestão do sujeito, não do objeto

Por Moisés Fry Sznifer

Muito por conta do que foi praticado durante décadas nas escolas, ainda há o resquício nas corporações de privilegiar o racional e deixar à míngua o emocional. Todavia, as universidades estão começando a entender que o que sentimos tem tanta relevância quanto o que pensamos. Talvez, o maior exemplo dessa mudança seja dado pela Harvard Business School, a qual alterou o layout de suas salas de aula, substituindo os auditórios por mesas para conversas em grupo. Este novo formato faz com que o professor deixe de ser o responsável por ensinar e passe a ser um facilitador da aprendizagem.

As instituições de ensino passam por uma rápida transformação, proporcionando ganho aos são os alunos, pois estes sairão mais preparados para o mercado de trabalho e aptos para se tornarem futuros líderes dentro das corporações. A tendência que começa a ser seguida faz com que a formação e a metodologia de um profissional não estejam mais em questão. Elas são pressupostas. O empregador não questiona o que é sabido sobre finanças e economia ou quais as habilidades para se resolver problemas técnicos. Ele escolhe as pessoas que estão mais habilitadas a lidar com a inteligência emocional, as atitudes e o trabalho em grupo, fatores fundamentais para a qualificação de um possível líder.

Essa evolução no processo de formação faz com que os novos gestores tratem e sejam tratados como sujeitos. Mas o que fazer com os profissionais mais antigos, que ainda enxergam “objetos” dentro do ambiente corporativo? Essas pessoas têm de buscar um desenvolvimento, seja por autoconhecimento ou com ajuda externa, para aprender a lidar com as emoções, e não mais lutar para eliminá-las. Emoções são processos neurológicos inerentes e inevitáveis pelo ser humano, que há de lidar com elas para não ser seu “escravo”. Assim como a batida de nosso coração, elas ocorrem inconscientemente, sem a necessidade de nosso comando.

Para se adequar a essa nova tendência, o profissional de administração de empresas deve buscar constantemente o desenvolvimento da capacidade de sentir, criar, evoluir, inovar, para não se tornar obsoleto em relação aos concorrentes. Seguindo três passos primordiais, certamente, ele terá um avanço quase que imediato: conheça a si mesmo; saiba cuidar dessa pessoa que você é e conhece; e respeite sua emoção e seu sentimento, para que não fique só restrito à razão.

– Moisés Fry Sznifer é professor dos programas de mestrado e doutorado da FGV e professor visitante da UC Berkeley, nos Estados Unidos. Além disso, é fundador e CEO da Idea Desenvolvimento Empresarial, que há mais de 25 anos atua nas áreas de estratégia e desenvolvimento organizacional. Moisés tem mestrado e PhD pela Universidade de Grenoble, na França, em Businesses e Economics.

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Pesquisa aponta a importância do conteúdo para as marcas no relacionamento com e-consumidores

A Hi-Mídia, empresa de mídia online especializada em segmentação e performance, e a M.Sense, especialista em estudos sobre o mercado digital, realizaram uma série de pesquisas intitulada Content Marketing, que faz um mapeamento do comportamento dos usuários na internet e avalia a importância do conteúdo nas estratégias de marketing das empresas, tanto como gerador de audiência quanto como fonte de informação na tomada de decisão de compra dos consumidores.

Foram ouvidas 3.820 pessoas das cinco regiões do país, sendo 847 respondentes sobre publicidade online (julho e agosto de 2012), 1.177 respondentes sobre conteúdo e interação com blogs (setembro de 2012) e 1.796 respondentes sobre internet mobile (maio e junho de 2012). A amostra segue aproximadamente a distribuição de região, sexo e classe social dos usuários de internet no Brasil. A metodologia adotada foi a de pesquisa quantitativa online por meio de questionário estruturado.

Dispositivos de acesso à internet

Não é possível falar em estratégia de conteúdo sem mencionar as mudanças quem vem ocorrendo no acesso à internet no Brasil. Os computadores (desktops e laptops) são a principal porta de acesso. Os laptops já estão inseridos nas classes A e B (penetração superior a 80% na classe A e superior a 70% na classe B). A classe C se apresenta como um novo e potencial mercado (49% dos portadores de laptop na classe C afirmam que esse é o equipamento de que mais sentiria falta se não pudesse mais utilizar).

Já os smartphones apresentam crescimento significativo em todas as classes. Vinte e cinco por cento dos portadores de smartphones compraram o primeiro aparelho nos seis meses anteriores à pesquisa e 38% pretendem trocá-lo em até seis meses. Na classe C, 74% usam aparelhos convencionais. Estima-se que a penetração de smartphones entre os usuários de telefonia móvel no Brasil chegue a 61% até 2016. Os principais fatores são a queda nos preços dos aparelhos e a necessidade do uso da internet móvel. A aquisição de tablets está limitada aos que já são usuários de smartphones, dada a ordem de prioridade de compra analisada na pesquisa.

Consumo de Mídia

No tempo livre, as principais atividades dos entrevistados são ler assuntos de que gostam na internet (45%), assistir a programas na TV fechada (43%) e acessar as redes sociais (34%). Enquanto a leitura de conteúdo na internet ocorre com igual importância em todas as classes, assistir a TV fechada, praticar exercícios, ler livros ou jornais e revistas decrescem com a renda.
A pesquisa quantifica o uso concomitante das mídias, principalmente TV e internet (68%). Mais do que usar as duas ao mesmo tempo, existe uma interação entre elas, como os comentários nas redes sociais sobre programas de TV, notícias e eventos esportivos. Dentre os usuários que acessam a internet enquanto assistem a TV 82% checam e-mails, 69% acessam as redes sociais e 65% lêem conteúdos de interesse.

De acordo com Bruno Maletta, responsável pela pesquisa na M.Sense, o uso de várias mídias ao mesmo tempo fragmenta a atenção do consumidor, aumentando a relevância da estratégia de conteúdo pelas empresas e possibilitando explorar a interação entre elas. “É fundamental para o anunciante estar em várias mídias que façam sentido para o consumidor, bem como produzir um conteúdo que o atraia. Para isso, entender cada vez mais os hábitos do consumidor é tão importante quanto entender a forma como ele usa o produto anunciado”, afirma.

Blogs

Entre as categorias de conteúdos, a maior parte dos entrevistados busca em blogs assuntos referentes à saúde/alimentação (21%), tecnologia (19%) e cultura (19%). Trinta por cento das mulheres priorizam assuntos de saúde/alimentação, enquanto 30% dos homens preferem posts de tecnologia.

Ao optar pela leitura de um blog, 35% consideram um fator positivo não ter que se cadastrar ou pagar para ter acesso ao conteúdo, 34% levam em consideração o fato de serem pessoas que escrevem como indivíduos comuns (proximidade) e 31% preferem blogs por conta do conteúdo mais específico e especializado.

“São fatores de sucesso a facilidade no acesso, a credibilidade e a veracidade das informações, a aproximação entre quem escreve e quem lê, a exclusividade do que é postado e a qualidade do conteúdo”, afirma Julien Turri, CEO da Hi-Mídia.

Conteúdo Pago

Ao se deparar com um conteúdo pago na internet, 49% saem da página sem considerar pagar para acessar o conteúdo. Apesar disso, 44% pagariam dependendo do preço ou da dificuldade de encontrar o conteúdo em outro meio e 7% pagariam pelo conteúdo que lhes agradasse.

Sobre a Hi-Mídia (www.hi-midia.com.br)

Fundada em 2005 e com 100 funcionários, possui sede no Rio de Janeiro e escritório comercial em São Paulo. Especializada em venda de mídia online, é focada em segmentação e performance. É a maior rede de verticais do Brasil, com 450 sites, e possui mais de 25 mil parceiros de mídia de performance. A ad network atende mais de 300 agências de publicidade no Brasil. Recentemente, criou uma área de inteligência, em parceria com a M.Sense, para desenvolver estudos sobre o mercado digital, seus usuários e sua relação com as marcas.

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Novo tipo de família no Brasil provoca impactos econômicos e mudanças de comportamento social

O livro “Sem filhos por opção – casais, solteiros e muitas razões para não te filhos”, dos autores Edson Fernandes e Margareth Moura Lacerda, lançado pela editora nVersos, é o único do gênero publicado no Brasil com dados econômicos, sociais e históricos da família brasileira, além de entrevistas com casais, solteiros e a experiência contada pelo próprio casal de autores, que optou por não ter filhos.

A obra mostra que essa nova opção de família no país, tem causado impactos na economia. Os casais de dupla renda conhecidos como casais “Dinks”, sem filhos, tem um poder de compra de R$ 168 bilhões por ano, trazendo uma renda de pelo menos 70% maior em relação aos casais com filhos e um alto padrão de consumo.

Setores da economia também são apontados no livro. O mercado imobiliário, por exemplo, está criando imóveis adaptados a esse tipo de casal: algumas pousadas se especializam em receber casais sem filhos; as agências de viagens preparam pacotes especiais apenas para os cônjuges e o mercado de tecnologia vê nos casais sem filhos consumidores promissores.
Cultura, viagens exóticas, alta gastronomia, decoração, jardinagem, artes, literatura, importados, eletrônicos e tecnologia de ponta, cuidados com o corpo e a mente, e uma variedade de serviços e produtos especiais caracterizam o elevado estilo de vida dos casais sem filhos – especificamente os no estilo Dinks.

Novos tempos, nova família
A obra “Sem filhos por opção – casais, solteiros e muitas razões para não ter filhos” faz um estudo do novo cenário da família brasileira e suas perspectivas. De acordo com a pesquisa realizada, em 40 anos o Brasil terá 172,7 idosos para 100 crianças de 0 a 14 anos de idade, quase dois idosos para uma criança. O dado indica que haverá um grande mercado consumidor de pessoas na terceira idade e novos modos de comportamento social surgirão, apontando uma realidade análoga a alguns países da Europa.
Casal sem filhos é o segundo maior arranjo familiar no país, e é a forma de constituir família que mais cresceu nos últimos anos. “Um novo Brasil está se formando e novas formas de comportamento social e futuro econômico se consolidam, sobretudo para a geração mais jovem!”, comenta o autor Edson Fernandes.

Como veremos a seguir, no trecho extraído do livro:
“É uma mudança cultural, e já estamos entrando nela! Eles são jovens, nasceram no mundo da tecnologia, estão conectados aos meios digitais, possuem amplo acesso às informações e inúmeros amigos no universo virtual,(…) e uma parcela considerável irá adotar um estilo de vida sem filhos, neste momento questionando a maternidade e a paternidade. Não se trata apenas de uma geração de jovens, mas da continuidade da existência humana e como ela vai decidir seu destino.”
Sobre os autores: Edson Fernandes é doutor em Comunicação, professor universitário, escritor e pesquisador. Margareth Moura Lacerda é psicóloga, pedagoga e filósofa e trabalha na área de Recursos Humanos.

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Passe pelo período de festas sem problemas financeiros

O período de Natal e Réveillon se aproximajunto e, com as comemorações, chegam os gastos com presentes e ceias. Para fugir dos problemas financeiros,o educador financeiro Reinaldo Domingos preparou algumas orientações, que permitem que a felicidade se mantenha por um bom tempo.

Orientações para compra de presentes:
• Antes de comprar é preciso saber quem quer presentear. Faça uma lista para que não se esqueça de ninguém;
• Procure descobrir o que a pessoa que você irá presentear realmente está necessitando;
• Evite presentear todos com produtos caros, analise caso a caso, priorize pessoas mais próximas e opte por presentes tipo lembranças (você não é o Papai Noel);
• Caso não tenha dinheiro é preciso conversar com as pessoas e mostrar o problema, Se as pessoas querem o seu bem, não é o presente que fará a diferença;
• Caso a família tenha diversos filhos, procure juntar todos para dar um presente coletivo;
• Compre com antecedência e pesquis. Estas ações com certeza farão grande diferença no orçamento. Procure promoções e sites de compra coletiva, mas cuidado para saber se o site realmente é confiável;
• Ao decidir o que deseja comprar, procure modelos similares que tenham as mesmas funcionalidade. Muitas vezes, pagamos muito pela marca e status. Mas cuidado com a qualidade, pois o barato pode sair caro;
• Se for possível, deixe algumas compras para depois do Natal, aproveitando as grande liquidações, os descontos são interessantes;
• Certifique-se que, em caso de problemas ou erros de tamanho ou no modelo, o produto possa ser trocado. Muitas vezes se dá um presente que se perde, como um livro repetido;
• Lembre que o Natal é uma data importante e não deve ser interpretada como data comercial e sim como data de união e família.

Reinaldo Domingos, educador financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira e Editora DSOP, autor dos livros Terapia Financeira, Eu Mereço Ter Dinheiro, Livre-se das Dívidas, Ter Dinheiro Não Tem Segredo, das coleções infantis O Menino do Dinheiro e O Menino e o Dinheiro, além da coleção didática de educação financeira para o Ensino Básico, adotada em diversas escolas do país, Apostila de educação financeira para o ensino EJA e Jovem Aprendiz

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Para empreender mudanças

Por Marco Land

Mudar faz parte do ser humano. Mudamos de casa, de emprego, de roupa e de opinião. Assim como na vida, a transformação é processo constante nas corporações, onde acontecem em velocidade cada vez maior. E com a necessidade das empresas de mudar, aumenta a necessidade de uma competência de líderes e gestores: a capacidade de gerir as mudanças.

Os departamentos de RH hoje valorizam e procuram por gestores com experiência em comandar e gerenciar mudanças, tais como fusões, aquisições, reestruturação de áreas de negócios e grandes implantações de soluções de TI. Gerenciar alteração é uma competência essencial para os líderes contemporâneos.

As mudanças nas organizações são modificações nas estratégias, processos, práticas e sistemas. Mas só ocorrem quando os profissionais se conectam a elas e realmente a tornam realidade. É alcançada quando é adotada por cada um dos profissionais envolvidos. Os gestores precisam estar aptos a conhecer este processo e lidar com suas equipes fornecendo o propósito que vai conectar os colaboradores à mudança.

O êxito nos projetos se dá quando as pessoas efetivamente estiverem engajadas e comprometidas com a meta.

Pessoas e as organizações possuem limites para absorver alterações, pois a velocidade e necessidade delas só vêm aumentando. O líder que utilizar uma abordagem focada em pessoas irá ajudar a melhorar a capacidade de gestores e colaboradores para lidar com muitos projetos. Muitas mudanças atualmente são instaladas e não implementadas, acabando por criar um “gap” entre a solução idealizada e a realizada, ocasionando perda de valores (tangíveis e intangíveis) para a empresa.

Segundo a consultoria britânica Changefirst®, cerca de 70% das iniciativas de mudança falham em alcançar o que foi prometido. A maioria dos gestores envolvidos em projetos não está preparada para atuar como agentes transformadores ou desconhecem processos necessários para conduzir pessoas a produzir os resultados esperados pela modificação na organização.

Em gestão de mudança, o desafio é fazer com que a jornada entre o estado atual e o estado futuro seja mais gerenciável e menos difícil para os gestores e pessoas diretamente envolvidas.

No entanto, é comum a maioria das pessoas tentar manter o status quo ou resistir à alteração, pois a sensação de perda de controle é inevitável. Se a resistência não for tratada, as pessoas não serão capazes de se adaptar ao novo. Não conseguirão caminhar através da “curva de aceitação” e comprometer-se com a mudança. Esta competência de lidar com estes processos precisa ser estimulada e criada nos gestores.

Uma metodologia que ajude a construírem o comprometimento com a jornada da transformação, desde os estágios iniciais até o nível de “apropriação do novo estado gerado por ela”, é fundamental para o sucesso em projetos deste tipo. Mudanças muitas vezes falham quando surge uma lacuna entre o que a alta direção anuncia e as subsequentes ações e comunicações departamentais que são adotadas no dia a dia.

Não podemos ignorar os gestores locais, dos departamentos e das filiais de negócios. Os gestores da organização precisam trabalhar o alinhamento dos gestores locais com o propósito da modificação que foi criado no nível organizacional.

Os gestores no Brasil ainda precisam se preparar melhor para empreender transformações criando clima de cooperação entre os envolvidos, para conseguir sucesso em projetos desse tipo. Avaliar e desenvolver a eficiência e eficácia dos líderes da mudança deve passar a ser um procedimento padrão nas organizações.

Esta competência que vem se transformando através do tempo será um diferencial fundamental para a carreira destes gestores. Na Europa e Austrália, por exemplo, um gestor de projetos que possui formação e competência comprovada em gestão de mudança é muito mais valorizado pelas organizações. Em breve, o mesmo deve ocorrer no Brasil, em razão do crescimento e amadurecimento das organizações por aqui.

Marco Land, Diretor de Novos Negócios da Dextera Consultoria.

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Os 'quases' da vida: Quais são os seus?

Por Eduardo Shinyashiki

Sua vida é do jeito que sonhou ou planejou? Muitas pessoas tendem a determinar sua felicidade baseada na definição e nos ideais dos outros, e não de si mesmo. Elas criam empecilhos para tomar as rédeas da vida e realizar sonhos: seja por medo, pela famosa rotina ou pela comodidade de não buscar transformações. E assim que acabam vivendo no “quase”: quase conseguindo uma promoção, quase abrindo seu próprio negócio, quase emagrecendo, quase encontrando o amor de suas vidas, quase sendo felizes.

Para incentivar as pessoas a correrem atrás do que realmente desejam e saírem dessa “quase” vida, escrevi o livro “Transforme seus sonhos em vida – Construa o futuro que você merece”, lançado pela Editora Gente, em que falo mais sobre o que é preciso para viver efetivamente a felicidade com que se sonha. As pessoas tendem a se basear nos conceitos impostos pela sociedade. O viver no “quase” pode ocorrer por medo do fracasso, por se colocarem na posição de vítima ou por criarem filtros negativos criados a partir de vivências limitantes, em vez de visualizarem as experiências anteriores por outra perspectiva.

Portanto, é muito importante viver o presente e criar agora as raízes que consolidarão o futuro planejado a partir de seus sonhos. Mas para se chegar ao objetivo, existem sete fases de expansão do poder pessoal:

1. Ouvir sua voz interior

– evitar nossos diálogos internos, que mostram a autocrítica, e ficar em silêncio para conseguir perceber esse chamado e nossos desejos;

2. Reconhecer seus sonhos e objetivos

– descobrir o que se quer e focar nessa conquista, sem subestimar ou superestimar os obstáculos do caminho;

3. Ter foco, atenção e concentração

– não deixar que os desvios necessários para o caminho o tirem de seu objetivo principal;

4. Exercitar a mente

– visualizar seu objetivo para que fique fixado na mente, porém sempre se abrindo a novas maneiras de atingi-lo, que podem ser mais eficientes;

5. Visão em ação

– saber avaliar tudo que precisa ser feito para se chegar ao objetivo proposto;

6. Comprometer-se com a mudança

– utilizar seu próprio poder pessoal para realizar mudanças e transformações na sua vida;

7. Redecidir

– sempre que necessário verificar a rota e, se necessário, retomar o caminho anterior, ou mesmo criar um novo para seu objetivo.

Podemos concluir que é possível, sim, viver a integração corpo-mente, equilibrar amor e razão, emoção e planejamento da própria vida, para ter foco nos sonhos e atitudes para realizá-los.

* Eduardo Shinyashiki é palestrante, consultor organizacional, escritor e especialista em desenvolvimento das Competências de Liderança e Preparação de Equipes. Presidente da Sociedade Cre Ser Treinamentos. Colabora periodicamente com artigos para revistas e jornais. Autor dos livros: Viva como Você Quer Viver e A Vida é Um Milagre, Editora Gente, disponíveis em AudioLivro pela Editora Nossa Cultura. Para mais informações, acesse www.edushin.com.br.

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Como mandar no seu chefe

Muitas vezes convivemos com pessoas complicadas para trabalhar, difíceis de “decifrar”, ou brilhantes, mas inacessíveis. Como mandar no seu chefe, publicado no Brasil pela Editora Saraiva, mostra como enfrentar um chefe problemático por meio de classificações dos diversos tipos de chefes e ainda dá dicas para tornar sua vida profissional mais satisfatória e produtiva.

Todos os tipos de chefes podem nos trazer experiências inestimáveis que nos farão progredir na carreira, e esse livro nos capacitará, com técnicas e astúcia, a lidar com qualquer tipo de chefe e a se sobressair na empresa.

Conheça os diferentes tipos de chefes:
• O Intimidador – É um tipo agressivo, que dá ordens e controla tudo. Pode produzir ótimos resultados, mas também pode se tornar uma pessoa difícil em ambiente de trabalho;
• O Bonzinho – É consistente, calmo, comunicativo, mas tem problemas com riscos ou com qualquer outra coisa que estrague seus planos;
• O Caleidoscópio – Personalidade concentrada em acumular e consolidar o poder. Extremamente brilhante e sagaz, possui facilidade em deixar ressentidas as personalidades controladoras;
• O Estrela – Cheio de energia, dramático e voltado à ação, não tolera burocracia ou qualquer outra coisa que exija paciência. Sua impulsividade pode causar problemas ao grupo;
• O Cientista – Altamente lógico e aberto ao feedback, também pode agarrar-se teimosamente a uma teoria nada racional, podendo ficar distraído e com difícil comunicação nesse estado;
• O Umbigo – Tem um grande ego que precisa ser alimentado e, com isso, pode levar o grupo a decidir e executar com velocidade e capacidade, mas também pode perturbar o ânimo das pessoas, já que esse chefe faz tudo girar ao seu redor.

Sobre o Autor:
Gonzague Dufour é executivo de recursos humanos e trabalhou em empresas como Bacardi e Phillip Morris. Trabalhou em diversos lugares, tais como Europa Oriental, Oriente Médio, África, França e Estados Unidos. Atuou na área de fusões, aquisições, liderança e troca de administração. Trabalha na Bacardi desde 2009.

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