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A Difícil Tarefa de Contratar a Pessoa Certa

Em A difícil tarefa de contratar a pessoa certa, Peter Cappeli, professor de Administração da Wharton School, traz um verdadeiro manual para os candidatos a emprego e aos empregadores que precisam contratá-los. Lançado pela editora Elsevier, o livro faz parte da série profissional Wharton e mostra como algumas ideias tão repetidas por gestores e profissionais de RH, já estão ultrapassadas e precisam ser superadas.

Mesmo em um período em que as taxas de desemprego estão perigosamente altas, as empresas argumentam que não conseguem encontrar os funcionários de que precisam. Apontando para um déficit de competências, empregadores alegam que os candidatos simplesmente não têm as qualificações necessárias; e as instituições de ensino não preparam com eficácia estudantes para o mercado de trabalho. Será que realmente existe um déficit de competência? Até que ponto o processo de contratação é refém de expectativas irreais, baixos salários e softwares automáticos que processam milhares de currículos por segundo, sem entender verdadeiramente nenhum? Qual seria a melhor maneira de preencher a lacuna entre as expectativas do empregador e a realidade do candidato?

Peter Cappelli, responde as perguntas, desmitifica esses argumentos e expõe as verdadeiras razões pelas quais pessoas capazes não conseguem ser contratadas. O autor recorre aos dados das carreiras, histórias de ambos os lados da dicotomia empregador/empregado e entrevistas com profissionais de recursos humanos, ele explora as forças paradoxais que atuam sobre o mercado de trabalho e oferece soluções para superar o que já se tornou um grande impasse entre empregados e empregadores. Trata-se de uma leitura que modifica não apenas o modo de pensar sobre contratação de pessoas, mas também aponta as soluções para acelerar novamente o motor do mercado de trabalho.

“É necessário promover uma mudança; sair do dia a dia dos negócios para um novo modo de imaginar a interface empregador-empregado. Culpar as instituições de ensino ou os candidatos não é solução, e o modus operandi atual simplesmente não funciona. Como diz um antigo ditado, a definição de insanidade é repetir permanentemente as mesmas ações e esperar resultados diferentes”, informa o autor.

A série profissional Wharton traz as ideias dos líderes acadêmicos da Wharton School. Inspirada no programa de educação Executiva da Wharton e escrita por renomados especialistas, oferece por meio de leitura ágil, um conteúdo consistente e essencial sobre o conhecimento que todos os líderes precisam adquirir para alcançar a excelência no competitivo ambiente corporativo.

EDITORA CAMPUS/ELSEVIER
Categoria: Profissional Negócios
Formato: 14×21 cm
Páginas: 152
Preço: R$ 42,90

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Linkedin revela: mulheres preferem equilíbrio entre carreira e vida pessoal ao invés de altos salários

A maioria das mulheres ao redor do globo (63%) define sucesso profissional como ter o equilíbrio perfeito entre trabalho e vida pessoal, e quase três quartos das mulheres (74%) acreditam que elas podem “ter tudo”, de acordo com o estudo* O Que As Mulheres Querem No Trabalho, divulgado hoje pelo LinkedIn, a maior rede profissional do mundo.

O estudo mostra que as mulheres brasileiras se sentem confiantes sobre suas carreiras e otimistas sobre suas capacidades de terem um trabalho gratificante e vida familiar. O significante número de 88% das entrevistadas consideram suas carreiras “bem sucedidas”, enquanto 85% acreditam que podem “ter tudo”. No entanto, sobre a questão de como filhos afetarão suas ambições de carreira, as mulheres estão divididas. O estudo mostra que 68% das profissionais brasileiras atualmente sem filhos acreditam que não vai desacelerar suas carreiras quando tiverem filhos, enquanto os 32 por cento restantes acreditam que irão.

Sucesso – Antes e Agora
Globalmente, a pesquisa identificou que o significado de sucesso profissional mudou drasticamente ao longo da última década. Enquanto hoje a maioria (63%) das mulheres profissionais define como sucesso ter equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, apenas 39% delas priorizaram esse fator cinco ou dez anos atrás.
Neste mesmo período, a importância dada ao salário para definir realizações profissionais diminuiu de 56% para 45%, enquanto “ter um trabalho interessante” despontou como um medidor de sucesso, com 58%. Para 71% das mulheres profissionais no Brasil, encontrar o equilíbrio certo entre trabalho e vida pessoal agora significa sucesso, o que de cinco a dez anos atrás era de apenas 33%. Ganhar um salário alto significava sucesso a 63% das mulheres brasileiras, agora, apenas 51% tem essa visão.

O Fator Flexibilidade

Em escala global, quase dois terços (65%) das mulheres gostariam de maior flexibilidade no local de trabalho e esse índice aumenta para 83% quando se trata de mães brasileiras que trabalham. Um ambiente de trabalho flexível foi colocado como o fator determinante de sucesso para a próxima geração de mulheres profissionais, de acordo com 90% das entrevistadas brasileiras, que consideraram isso mais importante do que ter “oportunidades de liderança” (75%).

“Conforme as mulheres foram progredindo em suas carreiras, suas definições de sucesso parecem ter se transformado. As profissionais modernas não estão lutando apenas por altos cargos e salários mais altos; as profissionais de hoje estão muito mais propensas a definirem sucesso como ter um trabalho interessante e gratificante e por serem capazes de equilibrar com êxito trabalho e vida doméstica”, diz Danielle Restivo, porta-voz do LinkedIn no Brasil.

Desafios na Carreira

As mulheres ainda enfrentam barreiras significativas para a carreira no ambiente de trabalho. Sessenta e cinco por cento das mulheres profissionais no Brasil afirmam que a falta de um plano de carreira é um dos maiores desafios em suas vidas profissionais. Além disso, a desigualdade salarial e a carência de investimento em desenvolvimento profissional foram também pontos relevantes destacados pelas mulheres no Brasil, sendo que cada um desses fatores representa 47% e 62%, respectivamente. Visto de uma perspectiva global, a falta de clareza no direcionamento da carreira (51%), seguido pela falta de investimento em desenvolvimento profissional (47%), foram os desafios considerados como os maiores inibidores do sucesso profissional.

“Felizmente, as mulheres executivas no Brasil vem conquistando reconhecimento no mercado de trabalho, porém, ainda há muito a ser construído. Para que isso aconteça, é fundamental que existam planos de carreira claros e que as empresas apoiem e estimulem o desenvolvimento de seus colaboradores, não apenas para gerar valor, mas para que se sintam encorajadas e valorizadas”, afirma Nadir Moreno, presidente da UPS e membro do Comitê Executivo do LIDE Mulher.

Questões como a existência de um “teto de vidro” (11%) e machismo no ambiente de trabalho (11%) não foram percebidas como preocupações generalizadas por mulheres profissionais brasileiras. Por outro lado, poucos países resistiram a essa tendência: 45% das respondentes na Alemanha e 39% na Espanha consideraram o “teto de vidro” como um desafio significante na carreira, enquanto na Índia, mais de uma a cada três mulheres (35%) afirmaram ter vivenciado situações de machismo no local de trabalho.

Apenas um grupo pequeno de profissionais acredita que a aparência tem um papel relevante em suas carreiras atualmente, sendo que 71% das mulheres no mundo todo afirmaram o contrário e desconsideraram que isso tenha grande impacto em suas carreiras. No Brasil, 76% das mulheres concordam que a aparência é irrelevante e 64% dizem que não traz grande impacto. Ainda assim, mulheres em diversos países creem que há impacto considerável da aparência física em suas carreiras, incluindo Alemanha (26%), Estados Unidos (21%) e Cingapura (20%).

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Artplan lança campanha de venda de ingressos para o Rock in Rio

A Artplan iniciou a campanha online e offline para divulgar a venda de ingressos dos shows do Rock in Rio 2013, que começa no dia 4 de abril. A campanha será feita em três fases e circulará nas principais mídias do país. No total, serão 12 filmes diferentes com 40 versões.

Para o início da divulgação, que começou neste domingo com filmes para TV, a agência investiu em flights de mídia sequenciais e sem intervalo para anunciar as principais atrações – palcos, novidades, headliners – do evento. Nesta fase será apresentado ao público o mote “Melhor Ainda” — evidenciando que nesta edição o Rock in Rio chegará para o público ainda melhor —, em anúncios que vão circular na TV, jornal, revista, rádio e internet.

A segunda fase vai instigar ainda mais a ansiedade do público e reforçar a vibração para a abertura de venda de ingressos. Para explorar este momento, a Artplan criou cinco filmes, com o título “Coisas que só acontecem no Rock in Rio”. Os vídeos, que serão exibidos na TV e internet, mostram momentos únicos e especiais entre artistas e público no festival de 2011, como por exemplo, quando Rogério Flausino, vocalista do Jota Quest, coloca o público do Palco Mundo para cantar em capela parte da música tema do Rock in Rio.

Já próximo ao início da venda dos ingressos, marcada para abril, um novo filme entra no ar. O material reforçará que o público não pode perder tempo para garantir seu bilhete e fará uma brincadeira a partir dos números conquistados na venda especial de Rock in Rio Card (ingresso que garante a presença na Cidade do Rock, mas ainda sem data definida), quando 80 mil bilhetes esgotaram em 52 minutos.

O Rock in Rio que chega à 13ª edição, tem início na sexta-feira 13 de setembro de 2013 e segue pelos dias 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro de 2013, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro, (Parque dos Atletas – Av. Salvador Allende, s/n), uma área de 150 mil m2.

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Tetos profissionais – Como evitar as armadilhas no desenvolvimento de sua carreira

A obra trata daquilo que o autor denomina “tetos profissionais” – também chamado por outros estudiosos de “limiar de incompetência” – ou seja, o ponto na carreira a partir do qual o profissional deixa de ser competente, por ter sido erigido a um posto incompatível com sua capacidade técnica ou personalidade, ou para o qual não estava preparado.

Tais limitações podem ser de ordem técnica, objetivas ou comportamentais, subjetivas, mas em algum momento ficarão em evidência pelas exigências da função a ser desempenhada e, nesse momento, o profissional pode passar por graves dificuldades e, até mesmo, perder seu posto de trabalho. Trata-se, portanto, de obstáculos ou armadilhas que precisam ser antevistos e avaliados criteriosamente, para que possam ser tomadas as precauções necessárias no momento certo, ou seja, ter visão de carreira e de mercado.

O autor explica cada um dos possíveis problemas, os quais poderão se tornar empecilhos em algum momento da carreira, com exemplos práticos envolvendo desde os cargos ou funções mais simples até níveis hierárquicos mais altos, e oferece dicas de como prevenir as situações descritas ou contorná-las da melhor forma, caso elas realmente se concretizem.

O AUTOR
ROBERTO CARDOSO é médico graduado pela Universidade de Brasília. Mestre em Obstetrícia e doutor em Ciências pela Universidade Federal de São Paulo – Unifesp, onde atuou como professor e colaborador. Atualmente é palestrante no meio médico e empresarial e autor de artigos médicos e capítulos de livros sobre qualidade de vida, especialmente sobre os temas gerenciamento do estresse e meditação. É membro fundador do Núcleo de Medicina e Práticas Integrativas da Unifesp, chefe do grupo BabyView, responsável por vários serviços de Medicina Fetal na Grande São Paulo.

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Confira os filmes publicitários do Novo Fusca, da Volkswagen

A Volkswagen do Brasil lança nesta segunda-feira, 25 de fevereiro, a campanha integrada do Novo Fusca. Criada pela AlmapBBDO, ela conta com dois comerciais de 45″, nos quais o público é levado a São Paulo dos anos 70, quando o Fusca era o único carro popular e o mais famoso do País. Nesta viagem no tempo, os espectadores são apresentados ao modelo de 2013, o carro do futuro. A campanha terá também mídia impressa, digital e ações diferenciadas e inusitadas durante todo o ano.

Para os brasileiros, o Fusca é mais que um carro. É um patrimônio emocional. É o modelo mais conhecido, querido e carismático do Brasil. Ele reúne milhares de admiradores, fã-clubes e tem até um “dia nacional”, comemorado em 20 de janeiro. E agora ele volta com suas virtudes originais, numa versão descolada, ousada, tecnológica e esportiva.

Para destacar essa transformação, a Volkswagen do Brasil reúne em sua campanha vários ícones brasileiros das últimas quatro décadas e volta no tempo para apresentar as novidades do Novo Fusca aos curiosos paulistanos em pleno Viaduto do Chá, no centro de São Paulo. A trilha dos comerciais é “País Tropical”, de autoria de Jorge Ben Jor. Assim como o Fusca, a música atravessou os anos mantendo-se entre as preferidas dos brasileiros, além de citar o carro em sua letra.

Entre as pessoas que se admiram diante de um carro com linhas e tecnologia totalmente desconhecidas na década de 70, estão o jogador Rivellino e o comediante Mussum em cenas registradas na mesma época. No meio de tantos contrastes, só uma pessoa parece tão moderna quanto o Novo Fusca: o apresentador Cazé Peçanha, um representante do Brasil do século 21 e que explica aos surpresos personagens o que significa cada item do modelo 2013. A assinatura da campanha é “Novo Fusca. O carro voltou”.
Bastidores da campanha do Novo Fusca

Reconstituir o Viaduto do Chá dos anos 70, lotado de pedestres com trajes e carros da época circulando não foi exatamente uma tarefa fácil. A produtora Paranoid BR, responsável pelos dois comerciais de lançamento do Novo Fusca, realizou uma longa pesquisa em busca de cenas que mostrassem como era a cidade naquela época. Foram duas semanas de trabalho antes das filmagens, realizadas nos dias 18, 19 e 20 de novembro de 2012, com cerca de 60 figurantes devidamente vestidos a caráter. Carros e ônibus que cruzam o viaduto são originais.

As cenas com Rivellino e com Mussum também foram minuciosamente analisadas porque era preciso que eles estivessem em situações que se adaptassem às dos comerciais. Rivellino, por exemplo, teria que estar dando uma entrevista. Mussum tinha de estar falando da maneira engraçada que ele criou e que se tornou famosa até hoje. Na pós-produção, alguns detalhes tiveram que ser inseridos para completar a transformação do cenário. Um deles foi o piso do Viaduto que, naquela época, era composto por milhares de mapas do estado de São Paulo em pedras portuguesas, agora substituídas por um piso liso, de cor escura.

O sucesso do Fusca
Desde o seu lançamento, o Fusca chamou a atenção e despertou a curiosidade do público, se tornando uma verdadeira paixão nacional. Mas, em 1949, quando o modelo entrou no mercado norte-americano, ele causou tanta estranheza que vendeu apenas duas unidades.

Foi graças ao esforço publicitário e à mudança dos hábitos de consumo que o Fusca se transformou em um sucesso mundial, também nos Estados Unidos. A partir daí, o modelo virou uma mania da época, passando a ser reconhecido como veículo utilitário para qualquer finalidade, inclusive por ser o mais econômico e resistente às más condições das estradas brasileiras daqueles tempos.

Com sua publicidade marcante e quase sempre cômica, as campanhas do Fusca trouxeram alguns slogans que ficaram na história, tais como: “Pense pequeno”, “A tartaruga mais veloz”, “Quer moleza, compre um Santana”, “Lave e use”, “O óbvio ululante”, entre outros. Ainda nos anos 60, uma campanha do Fusca que brincava com a suposta falta de habilidade das mulheres ao volante teve grande repercussão. Sua ousadia transformou a publicidade brasileira.

A história da propaganda do Fusca também se mistura com a história da indústria automobilística no País e até mesmo com a do povo brasileiro, que aprendeu a andar de carro com o modelo, por exemplo.

A paixão do povo pelo Fusca e seu sucesso eram tão grandes que quando foi anunciada sua saída do mercado, em 1986, houve uma grande comoção nacional e até homenagem da concorrência. Em 1993, em seu relançamento feito pelo presidente Itamar Franco – um apaixonado pelo “besouro” – diversas campanhas marcaram seu retorno, como a “Buracos, voltei”, “Surpresa”, “Confirmado: existe reencarnação” e “Sorria, ele voltou”.
As propagandas do Fusca foram uma das mais premiadas em todo o mundo, conquistando importantes reconhecimentos dos mais diversos festivais, anuários e livros editados.

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Aumenta o número de Mulheres empreendedoras no Brasil

Segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho), as mulheres trabalham cerca de 5 horas a mais por semana que os homens. A “dupla jornada” feminina é cada vez mais frequente no mercado de trabalho e para conseguir dar conta de todos os seus compromissos, as mulheres estão abandonando o mundo coorporativo e abrindo suas próprias empresas. Elas escolhem o empreendedorismo por paixão e pela flexibilidade de horários permitida quando se é dona de seu próprio tempo.

Segundo a Rede Mulher Empreendedora, uma plataforma digital que possui uma base de mais de 15 mil mulheres cadastradas, dirigida por Ana Fontes , a opção das mulheres por se dedicar aos seus próprios negócios é cada vez mais comum: 69% das mulheres estão acima de 31 anos , 84% tem nível superior ou pós graduação , 62% estão no ramo de serviços , 64% tem negócio de 1 a 3 anos , 74% de 1 a 5 empregados provando que são micro empreendedoras numa fase muito produtiva da vida, que há alguns anos atrás estariam investindo em MBA’s ou mesmo em cursos de aperfeiçoamento. Isso não quer dizer que não existam mulheres que buscam por isso, mas essa pesquisa mostra que a preferência pelo negócio próprio vem crescendo entre elas.

Ana Lúcia Fontes é graduada em propaganda e pós-graduada em marketing pela ESPM e Relações Internacionais pela USP. Participante do PDE da Fundação Dom Cabral. Atua na área de marketing há mais de 20 anos . Palestrante e Consultora de marketing, foi uma das participantes do programa 10.000 Mulheres da FGV /Goldman Sachs. Professora de empreendedorismo e mentora de competições de negócios. Atualmente empreendedora do , Rede Mulher Empreendedora e da Virada Empreendedora.

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Conecte-se nas redes sociais sem perder a produtividade

Por Christian Barbosa

Frequentemente discutimos se é possível ser produtivo no trabalho e ainda utilizar as redes sociais ao mesmo tempo. Será que é realmente prejudicial passar algum tempo no Facebook ou Twitter? Recentemente a Page Talent, unidade de negócios da Page Personnel dedicada ao recrutamento de estagiários e trainees, decidiu pesquisar o assunto entre os jovens. O levantamento feito pela empresa apontou que 45,2% usam as redes sociais no trabalho. Desse percentual, 42% permanecem conectados por cerca de uma hora diariamente. Além disso, um terço dos entrevistados reconheceu que a atividade pode atrapalhar na produtividade.

Para que você consiga ficar conectado sem prejudicar o seu trabalho sugiro dez ações que ajudarão a salvar seu tempo.

1 – Seja seletivo nas suas redes – Quantidade de redes não é qualidade. Para que participar de redes sociais que não são relevantes? O ideal é focar nas principais, na qual seus amigos e interesses estão localizados.

2 – Cancele e-mails de notificações – Todas as redes permitem configurar o aviso de recebimento de e-mails, o melhor é cancelar todos, assim você comanda a rede e acessa quando quiser. Caso contrário, vai ser difícil controlar a vontade de saber o porquê você foi “taggeado” na foto da seu amigo.

3 – Determine um foco nas redes – Quem tenta agradar a gregos e troianos ao mesmo tempo se complica com um dos lados. Crie uma estratégia para cada rede que você tiver. Por exemplo, se for utilizar o Twitter para fins profissionais, não misture com assuntos pessoais. Muitas empresas utilizam as redes sociais na hora de contratar um profissional e vai pegar muito mal se tiver fotos suas bêbado depois da balada. Mantenha coerência no perfil que você definir, com fotos, textos e comentários.

4 – Determine horários – Não sou contra ver seu Facebook durante o horário de expediente, sou contra o abuso desse uso. Caso queira acessar as redes no trabalho para fins pessoais, utilize seus horários antes ou após o expediente e seu horário de almoço. Eu costumo ver e responder minhas redes no final do dia, em casa.

5 – Siga poucas pessoas, mas relevantes – Para que seguir gente que não tem nada a ver ou que o conteúdo se tornou irrelevante? Faça uma dieta de pessoas que você segue, repare nos próximos dias quem não tem agregado valor e simplesmente deixe de seguir esta pessoa.

6 – Utilize agregadores – Existem sites e softwares que permitem centralizar suas redes sociais ou atualizar a partir de um único post.

7 – Seja relevante nas suas redes – As pessoas gostam de seguir pessoas que fornecem um conteúdo relevante, na medida certa e com periodicidade. Aquele chato que posta muito e de uma vez só, acaba perdendo seguidores. E o que publica posts dizendo que acordou de mau humor também não agrega.

8 – Aproveite seu tempo de espera – Eu gosto muito de atualizar minhas redes quanto estou no aeroporto ou esperando para começar um evento. Aproveitar esse tempinho é muito válido desde que seu celular ou tablet estejam habilitados para tal. Existem centenas de softwares para esses dispositivos que mandam muito bem.

9 – Rede social não requer “real time answer” – Não sinta-se obrigado a responder uma mensagem na mesma hora em que a pessoa te enviou. Se fosse urgente de verdade, ela encontraria outra forma de falar com você. Se você cria esse péssimo hábito de responder assim que chega, além de acostumar mal as pessoas, vai perder muito tempo desnecessariamente.

10 – A vida existe lá fora – Não é porque a vida social se tornou digital que você vai se esconder atrás de um computador em seus relacionamentos. É preciso reservar um tempo para estar junto com os amigos e família presencialmente.

*Christian Barbosa – Maior especialista no Brasil em administração de tempo e produtividade, é CEO da Triad PS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo. Ministra treinamentos e palestras para as maiores empresas do país e da Fortune 100. Autor dos livros A Tríade do Tempo; Você, Dona do Seu Tempo; e Estou em Reunião; e co-autor do Mais Tempo, Mais Dinheiro. Sua mais nova obra: Equilíbrio e resultado – Por que as pessoas não fazem o que deveriam fazer?
www.triadps.com.br e www.maistempo.com.br

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2013 será o ano das compras via celular, indicam pesquisas e especialistas em tecnologia móvel

Pesquisa da indústria móvel revela que 2013 deve ser o ano das lojas móveis. Especialista do setor acredita que isso se deve a mudança de cultura e comportamento do usuário mais aberto em sua experiência de compra
De acordo com a Juniper Research, que anualmente faz 10 previsões de tendências para a indústria da mobilidade, em 2013 um dos destaques é o comércio virtual. Segundo a consultoria, o dado ficou na quarta colocação e afirma que a tendência do ano é que o varejo abrace a estratégia de loja móvel e com isso, impulsione o mercado de mobile commerce (m-commerce).

Um dos pontos positivos para o m-commerce é a rápida evolução no mercado dos gadgets, telas maiores, melhor resolução, internet de qualidade à disposição e também aplicativos que facilitam o sistema de compras. “Hoje é viável consultar um mapa no celular, pesquisar lojas e comparar preços. Os consumidores estão incorporando naturalmente esses recursos em suas vidas e apresentam um comportamento mais aberto para a experiência de compra”, explica Vander Guerrero, CEO da Zenvia, empresa líder em mobilidade corporativa.

Outro fator que impulsiona as compras são as mídias sociais, principalmente com a publicidade nos sites de relacionamento que ativam consumidores virtuais de todas as idades. “Naturalmente o avanço da internet e da comunicação móvel permite a evolução das soluções de compras virtuais. É importante entender o m-commerce como todas as atividades relacionadas com a experiência de compra, desde uma busca a uma loja até a transação em si”, reforça Guerrero.

A tendência é Investir em recursos que consigam explorar o valor único da mobilidade. “Um exemplo é o uso de notificações SMS para aumentar a transparência e a confiabilidade em uma compra virtual, temas bastante sensíveis para a expansão do e-commerce”, conclui o executivo.

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CVC anuncia novos negócios em nichos estratégicos

Com o tema “Juntos podemos mais”, a operadora de viagens CVC abre hoje o 19º Workshop & Trade Show CVC, o maior evento privado do turismo nacional, em que apresentará até amanhã, para um público visitante estimado em 10 mil agentes de viagens, novidades em produtos turísticos e tendências para o setor em 2013 e 2014.

Ao lado da CVC, cerca de 500 expositores do turismo nacional e de 20 diferentes países também apresentam suas novidades para 2013 e 2014, de todos os elos da cadeia produtiva do turismo: companhias aéreas, redes hoteleiras, empresas de receptivo, locadoras de automóveis, parques de diversão, secretarias e órgãos oficiais de promoção de destinos turísticos, nos âmbitos nacional, internacional, municipal, estadual e federal.

Realizado há quase 20 anos, o evento consiste em uma feira de exposições, com programação paralela de reuniões setoriais encabeçadas pelas mais expressivas entidades do turismo – uma delas será comandada pelo Ministro do Turismo, Gastão Dias Vieira, que falará hoje sobre o tema da infraestrutura hoteleira da cidade de São Paulo para a Copa do Mundo no Brasil, em parceria com a ABIH – Associação Brasileira da Indústria Hoteleira.

Outra grande novidade é que a partir deste ano o evento contará também com programação especial de treinamento para os agentes de viagens, totalizando 40 palestras com informações relevantes sobre produtos CVC.

Guilherme Paulus, presidente do Conselho de Administração da CVC e presidente executivo interino da operadora, explica que todo início de ano a CVC reúne o mercado para apresentar suas grandes apostas para as temporadas que estão por vir, reforçando a essência da companhia em inovar constantemente.

“2013 não será diferente dos anos anteriores: a CVC ampliará sua atuação em novas frentes de negócios com novas parcerias estratégicas, o que envolve o desenvolvimento de produtos exclusivos, a ampliação de canais de vendas e de distribuição de produtos no Brasil e o fomento de oportunidades que visam enriquecer a experiência de viagem dos consumidores brasileiros,” adianta Paulus.

O empresário reforça que a CVC continuará investindo em nichos complementares às viagens de lazer, como Esportes e Entretenimento, que no ano passado teve novidades como “Vai Corinthians”, agência oficial do Corinthians em parceria com a CVC, e o Rock in Rio, cuja venda de pacotes é exclusividade da CVC – nas edições 2012 em Madri e Portugal e, agora, em 2013, para a edição no Brasil.

Uma das novas frentes que a CVC passa a atuar é voltada ao segmento de Viagens de Formatura para Estudantes. Embora já realizasse viagens pontuais para este público, a CVC estreia um canal de vendas dedicado ao atendimento de alunos do 2º grau, para a formatação de viagens de formatura – e também venda de pacotes através da rede de agências exclusivas e multimarcas CVC no Brasil.

A programação para formandos se inicia com o tradicional destino de Porto Seguro (BA), com três tipos de roteiros para embarques em julho, setembro e outubro de 2013, incluindo passagens aéreas, hospedagem com café da manhã e jantar, passeios culturais, visitas às praias, festas como a “Pool Party com DJ” e traslados. Como diferencial, a CVC insere na programação sua completa assistência aos formandos com reforço adicional para conforto de pais e alunos: equipe de segurança particular, que acompanha os grupos em todas as festas noturnas, e carros de apoio com assistência permanente.

Guilherme Paulus também acrescenta que, ao seguir a tendência de segmentação e demanda por produtos que promovam experiências aos viajantes, a CVC amplia suas bases de negócios em torno das viagens de lazer para consolidar sua liderança também junto a diferentes perfis de público.

Maior operadora de viagens da América Latina, a CVC conta com uma rede formada por 740 agências de viagens exclusivas, 8.000 agências multimarcas e um canal de internet que recebe 4,5 milhões de visitas por mês. Embarcou 3,112 milhões de passageiros em 2012, em viagens pelo Brasil e exterior, e ultrapassou, pela primeira vez em sua história, a marca dos 3 milhões de clientes atendidos durante um ano.

ESPORTES, LAZER E ENTRETENIMENTO

Na área de Esportes, depois de acompanhar o Corinthians até o Mundial de Clubes no Japão, tendo organizado uma operação que levou mais de 2.000 torcedores em jogos do time paulista e já lançar a programação de pacotes 2013 para os corintianos, a CVC também começa a formatar roteiros específicos que envolvem eventos ou atividades esportivas, como para jogos de basquete da NBA, cujas etapas ocorrerão em Orlando (EUA) agora em março e abril, e para a Disney Cup – Copa Internacional da Disney de Futebol Juvenil (também em Orlando/EUA, em julho 2013), por exemplo.

Já na área de Entretenimento, uma das novidades é a parceria da CVC com a Santarena, empresa responsável pela organização dos maiores eventos country do Brasil – tais como os que acontecem em Barretos, Jaguariúna e Americana (SP). Serão formatados roteiros de viagens para os eventos organizados pela Santarena, incluindo eventos internacionais como o Built Ford Tough World Finals, realizado pela Professional Bull Riders (PBR), e que acontecerá em Las Vegas (EUA), entre 23 e 27 de outubro de 2013.

Segundo Sandro Sant’Anna, vice-presidente de canais de vendas da CVC, “com estas parcerias, a operadora oferece novas oportunidades de viagens aos brasileiros, além das ocasiões de férias e feriados, convidando-os a conhecerem novas culturas e a terem novas experiências, o que também amplia consideravelmente as oportunidades de vendas aos agentes de viagens multimarcas e exclusivos”, explica.

NOVIDADES EM DESTINOS TURÍSTICOS – TEMPORADAS 2013 E 2014

Fabio Godinho, vice-presidente de produtos e marketing da CVC, também acrescenta que outra importante frente estratégica da CVC envolve a ampliação e a renovação de seu portfolio de produtos, que hoje já soma mais de 900 opções em turismo aéreo, terrestre e marítimo, para brasileiros que desejam viajar pelo Brasil ou exterior, para qualquer continente.

Neste sentido, a CVC passa a operar destinos como Bahamas (arquipélago próximo ao Estado da Flórida, nos EUA) e Chicago (EUA), com lançamentos de roteiros sob medida para brasileiros, além de oferecer agora o roteiro “Esqui na Alemanha, Áustria e Suíça”.

Ao passo que estreia novidades, a operadora ainda lança, no evento, suas programações clássicas de Férias de Julho 2013 em Bariloche e Caribe, a nova Temporada dos Circuitos Europeus, com roteiros que partem do Brasil o ano inteiro para todos os países do continente europeu.

Já no turismo doméstico, além das programações tradicionais de Férias de Julho, Baixa Temporada, Natal e Réveillon 2013, até o Verão 2014 no Brasil, a CVC já começa a comercializar a programação “Natal Luz 2013” (em Gramado, na Serra Gaúcha) e o Carnaval em Salvador 2014, com venda antecipada de pacotes com abadás. Este ano, a equipe de Produtos Nacionais também dará importante ênfase ao calendário de eventos regionais, para a formatação de pacotes exclusivos para Paixão de Cristo (em Nova Jerusalém, em março de 2013), Festival de Parintins (no Amazonas, em junho de 2013), entre outros festivais.

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Currículo: o primeiro passo para conseguir o primeiro emprego

Para ingressar no mundo do trabalho de hoje, o jovem precisa estar orientado sobre as etapas de um processo seletivo. Eventuais dificuldades na hora de confeccionar um currículo é um dos principais dilemas dos jovens na busca do primeiro emprego.

Para sanar estas dúvidas, a coordenadora da área de Triagem e Encaminhamento do Espro, Luciana Koyama, responde às principais dúvidas dos jovens e dá dicas para que eles se dêem bem durante o processo de seleção. Confira e esclareça suas dúvidas de como preencher o currículo, quais os dados de maior importância, qual a estrutura mais utilizada e outras informações básicas, que fazem a diferença na hora da triagem do selecionador.

Um currículo profissional deve conter os dados essenciais do candidato, tais como: nome, dados do endereço onde reside, formação acadêmica ou escolar, experiência profissional – mesmo que informal, sem registro em carteira – e cursos que tenha realizado como, por exemplo: informática, idiomas e profissionalizante.

Definir os objetivos profissionais é importante, porém não é um fator determinante na hora da escolha, pois o jovem pode não ter vivência profissional e o selecionador fará a entrevista de acordo com o perfil do candidato.
Para aqueles que não têm experiência profissional é importante, neste momento, destacar a disposição e entusiasmo e, principalmente, os motivos que o levam a querer o primeiro emprego.
Os jovens sempre questionam se é importante colocar foto em um currículo. Isso é bem relativo e depende do selecionador e do processo do qual ele está participando. A foto pode ajudar quando o selecionador recebe muitos currículos ao mesmo tempo e precisa analisar os dados sem a presença do candidato. Se optar por inserir foto, é importante que ela seja recente.
No caso de jovens, o ideal é que o currículo tenha apenas uma página. O diferencial está no conteúdo e nas experiências significativas que venham compor a carreira.
É importante que ele siga a seguinte estrutura:
• Dados pessoais;
• Dados residenciais;
• Dados escolares;
• Cursos extracurriculares, como: pacote Office, Corel Draw e Técnicas Administrativas – sempre citar a instituição de ensino;
• Experiência Profissional.

Sobre o Espro
Com a missão de promover a inclusão social por meio de ações socioeducativas, mediação de acesso e integração ao mundo do trabalho, o Espro – Ensino Social Profissionalizante é uma organização sem fins lucrativos que se dedica à formação de jovens a partir de 14 anos, em situação de vulnerabilidade social, incluindo pessoas portadoras de deficiência, para o mundo do trabalho, com o objetivo de promover sua formação ética e cidadã.

Com mais de 33 anos de história, O Espro ajuda a unir o potencial dos jovens às necessidades do mercado. Por isso, oferece gratuitamente, em todo o Brasil, cursos de Formação para o Mundo do Trabalho, além de Programas de Aprendizagem, de acordo com a chamada Lei da Aprendizagem (lei 10.097/00), e de Estágio, tornando-se Agente de Integração.

Com sede no centro de São Paulo, o Espro também possui sete filiais e 64 unidades de atendimento em todo o Brasil. Além disso, atende mais de 22 mil jovens por ano e conta com mais de 650 empresas parceiras.

Os jovens podem se inscrever pelo site www.espro.org.br.

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E-commerce: um único clique também faz o consumidor mudar de loja

Prático e responsável por movimentar bilhões de reais na economia brasileira, o comércio eletrônico – ou e-commerce – está cada vez mais presente em nosso cotidiano. Diferentemente de anos atrás, o ato da compra, hoje em dia, está longe de ser associado apenas à vitrine de uma loja ou à ida a um shopping center. O produto ou serviço desejado também está na internet, a um clique de se tornar nosso. Engana-se, no entanto, quem acha desnecessária uma boa preparação para atrair o consumidor “do outro lado da tela”.

Segundo o especialista em vendas e palestrante, Marcelo Ortega, a organização e o detalhamento do procedimento de aquisição do produto são fatores fundamentais em uma página virtual voltada para este serviço. “A loja eletrônica tem por objetivo facilitar a vida do consumidor, e suas vantagens não podem estar relacionadas apenas ao conforto. É fundamental que o passo a passo para a compra esteja bem esmiuçado e claro, a página deve estar organizada de forma atrativa e nenhuma informação sobre o produto ou serviço pode ser omitida”, explica ele.

Dados divulgados recentemente pelo IBOPE Media apontam que o Brasil possui 94,2 milhões de internautas, sendo o quinto país com a maior quantidade. De acordo com o mesmo instituto de pesquisa, ainda assim, apenas 20% dos usuários de internet fazem compras online. O motivo: 69% deles não se sentem seguros, e outros 26% não confiam na qualidade do produto ou serviço. Assim como nas compras presenciais, o consumidor gosta de ser bem tratado no e-commerce. Mais importante que “empurrar” algo a quem está diante do computador, é fidelizá-lo para que ele volte sempre à mesma página na web.

“O vendedor tem de ser responsável e cumprir com o que está sendo prometido na propaganda, seja referente à qualidade do item, aos prazos para entrega ou ao acompanhamento pós-venda”, alerta Ortega. “É importante que isso esteja bem claro na mente de quem utiliza o comércio digital para vender: a mesma facilidade que leva o internauta à compra pode afastá-lo; um único clique também faz com que ele mude de loja quando não está satisfeito”, finaliza.

* Marcelo Ortega – Vendedor, treinador, consultor e palestrante internacional. Autor de livros como o best-seller “Sucesso em Vendas”, lançado pela editora Saraiva, em 2006. Site: www.marceloortega.com.br

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Storytelling – decifrando uma das maiores tendências da próxima década

Por Alfredo Castro*

Claro que já sabemos que há quatro gerações trabalhando juntas… que cada geração possui características distintas em relação às outras… que a nossa sociedade vem mudando muito rapidamente…e por aí vamos!

Mas, você já ouviu falar do conceito de “storytelling” aplicado no ambiente empresarial?
Esta técnica está em alta exatamente por conta dos novos desafios no local de trabalho, gerados pela transformação que a tecnologia nos trouxe (é a nova tendência para os próximos anos, para os quais devemos nos preparar).

Quanto mais utilizarmos mídias sociais, mais necessitaremos incorporar técnicas de “storytelling” para motivar, liderar e trabalhar com as novas gerações. Então vamos ver, de forma bem resumida, como podemos entender esta nova tendência no mundo corporativo.

Vamos começar pelo termo “Storytelling”, que significa, numa tradução bem livre, a capacidade de contar histórias. Esta “contação” de histórias deve ser feita de uma tal forma que consiga envolver o interlocutor no assunto que estamos abordando. Ela é aplicada, de forma natural, desde que fomos socializados, lá na nossa infância. A diferença é que não nos damos conta de que, se estudarmos o “storytelling” de uma forma mais estruturada, conseguimos obter maiores resultados quando tivermos que conversar, convencer ou compartilhar algo com outra pessoa. “Storytelling”, portanto, significa a capacidade de uma pessoa, ou de um grupo, em transmitir eventos em narrativa na forma de sons, palavras, imagens, com o objetivo de compartilhar, consolidar ou ensina r elementos importantes de sua cultura. É uma das competências mais antigas da humanidade, presente em todos os grupos de seres humanos, desde as cavernas até o “clip” com o qual aprendemos o que significa, por exemplo, facebook. Um filme, uma propaganda, uma reunião de trabalho possuem uma narrativa estruturada e conseguem envolver o público participante como mecanismo de educação, entretenimento, preservação da cultura e como meio para incutir valores morais. Cada história possui elementos obrigatórios: contexto (cenário), enredo e personagens, bem como o ponto de vista narrativo. Numa história geralmente encontramos pelo menos um desafio (uma tarefa difícil de ser realizada) que é enfrentado por um personagem extraordinário, num determinado contexto. Este personagem envolve o interlocutor porque demonstra comportamentos marcantes (emocionantes) que o farão lembrar desta “história” por muito tempo.

Por exemplo, no ambiente de trabalho, você já vivenciou alguma situação na qual passou ao colega uma “lista” do que deveria ser feito… mas ele não conseguiu realizar o trabalho de forma adequada? O que aconteceu é que o “storytelling” não foi aplicado, isto é, a falta de uma “narrativa” não gerou o engajamento do seu colega, e neste caso ele terá menos chance de lembrar-se e, provavelmente, não conseguirá se “envolver” nem repetir comportamentos adequados para a realização daquele trabalho. Conclusão: compartilhar uma lista do que deve ser feito não é suficiente!

Por outro lado, quando contamos fatos para um colega de tal forma a explicar um procedimento e damos como exemplo uma situação que aconteceu, digamos, semana passada, estamos nos valendo do “storytelling” para enriquecer e consolidar tal fato. Isto é “storytelling”!

O colega lembrará dos comportamentos que contamos, se envolverá com a “história” e conseguirá repetir os comportamentos “aprendidos” porque eles vieram juntos com a emoção na narrativa, possibilitando um resultado satisfatório. Se conseguimos criar um marco emocional na outra pessoa de tal forma que ela consiga vivenciar e memorizar, através do exemplo, o procedimento que deve ser adotado no trabalho, então fizemos uso positivo do “storytelling”.

De forma prática, estamos falando de uma poderosa ferramenta para compartilhar conhecimento, que vem sendo utilizada pelo ser humano muito antes do que qualquer mídia social. Mas, em tempos de conectividade, sai na frente quem melhor engajar seu interlocutor – então você e eu necessitamos conhecer mais – usando tais técnicas. Por isso o líder moderno necessita incluir no seu processo de desenvolvimento as técnicas de “storytelling” – tenho feito isto na maioria dos programas de treinamento que realizo.

Um bom líder que consiga envolver e explicar ao seu liderado como deve ser feito um determinado procedimento, ou como deve agir diante de determinadas situações, e, ao invés de usar uma lista de ações que devem ser feitas, ele usa um exemplo (uma história) na qual aqueles procedimentos foram aplicados, conseguirá maior eficácia porque engaja o outro através da história.

Como a maioria da bibliografia sobre “storytelling” está publicada no idioma inglês, vou explicar um detalhe para que não haja confusão: existem duas palavras – “history” e “story” – com significados diferentes. A primeira está relacionado com fatos históricos e descreve fatos passados (como o descobrimento do Brasil, ou, na empresa, o lançamento de produtos no ano passado). Entretanto, a segunda palavra (“story”) é a que significa uma estrutura narrativa, geralmente ligada à ficção (mas não necessariamente), e que pode retratar algo que ainda vai acontecer quanto algo que já aconteceu. Em português, depois da reforma ortográfica, o correto é escrever “história” para ambos os casos.

O mais importante aqui é entender que no ambiente corporativo quando usamos uma narrativa, tanto poderemos estar contando algo do passado, para que ele sirva de modelo para o futuro, quanto poderemos estar contando histórias para criar um novo futuro. No ambiente empresarial as histórias devem ser bem coerentes e bem contadas – senão passa a valer o dito popular “quem conta um conto aumenta um ponto”.

Numa empresa a cultura é passada de funcionário a funcionário através das histórias, que se modificam, adaptam, ganham força e constróem a percepção de realidade, dando forma às culturas empresariais. Minhas dicas sobre “Storytelling” no ambiente corporativo:

– Histórias são tão fortes (e lembradas) que passam a ser repetidas e orientam o dia a dia empresarial: por isso o líder precisa saber e cuidar das histórias que passam de pessoa em pessoa;
– Se contar uma história é encadear eventos de maneira lógica, é importante criar espaços de troca e compartilhamento entre as pessoas, para que elas contribuam com o conhecimento coletivo de forma positiva;
– Uma boa história no ambiente de trabalho, que deve ser repetida, precisa ser coerente, retratar “personagens” que possuam características do grupo e geralmente está relacionada a um processo de mudança, uma quebra de rotina bem sucedida.
– Um bom líder valoriza as histórias da sua equipe, estimulando o compartilhamento, mas valoriza aquelas que refletem eventos extraordinários e resultados satisfatórios. É melhor repetir poucas histórias de sucesso, do que ficar dizendo ao grupo para evitar as histórias de fracasso (elas poderão ser mais lembradas do que as positivas…);
– Cuidado para não exagerar, e contar apenas histórias nas quais os protagonistas não têm nada que ver com os membros da equipe – parecerá impossível obter os resultados extraordinários descritos nestas histórias, já que os personagens não serão reconhecidos pelo grupo;
– Valorize as histórias da própria empresa. Cuidado com a citação da concorrência (ou de antagonista que pode ser visto como um super vilão, estereotipado), porque o grupo poderá memorizar o que “não fazer”, ao invés de vivenciar o que deve ser feito;
– Uma história no ambiente profissional deve conter elementos que estão presentes também nas histórias da ficção, isto é, eventos com começo, meio e fim, passando por pelo menos um “clímax”, que gera expectativa e emoção. Uma das grandes diferenças, no entanto, é que a história corporativa pode contar com o “personagem corporativo”, que não é um ser humano, mas possui valores e uma missão a buscar. No mais, o componente emocional deve existir, pois é isto que gera envolvimento e comprometimento das pessoas que ouvem a história e aplicam seus ensinamentos no dia a dia corporativo.
Portanto, é hora de começar a conviver com o “Era uma vez” no seu ambiente de trabalho de forma mais consciente, estruturada e profissional. Com as redes virtuais cheias de histórias, games e aventuras, será impossível trabalhar sem se tornar um bom contador de histórias. Você está pronto?

*Sobre Alfredo Castro

Um especialista em desenvolver equipes. Assim pode ser definido Alfredo Castro, profissional com formação em Engenharia e pós-graduação em Finanças. É Lead Assessor da ISO 9000 e possui especialização em Qualidade, Psicologia e Eficiência Organizacional pela DDI, American Supplier Institute e Euroquest (EUA). Atua também como professor de cursos de MBA da FIA/USP, palestrante e escritor, além de prestar consultoria pela MOT – Treinamento e Desenvolvimento Gerencial, da qual é diretor-sócio.

Castro é membro do Advisory Committee da ASTD (American Society for Training and Development) em Washington e preside o Conselho da entidade no Brasil. É também diretor técnico da ABTD – Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento –, membro de comissões do IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa – e membro do Conselho de Administração de algumas organizações no Brasil e no exterior.

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Padronização de atendimento não atrai cliente. Encantamento e ações diferenciadas, sim

“O desafio das empresas é criar experiências marcantes e memoráveis, já que a prestação de um bom serviço, a pontualidade e de acordo com os padrões passaram a ser commodities”, é o que explica Beatriz Cullen, diretora do IBHE (Instituto Brasileiro de Hospitalidade Empresarial), idealizadora da pesquisa sobre “Hospitalidade Empresarial”.

Realizada pelo quarto ano consecutivo pelo IBHE, a pesquisa aponta que o consumidor brasileiro ainda preza pelo preço, sim, mas que já considera este fator uma premissa básica em qualquer relação comercial. Assim como respeito e confiança, que já não podem ser considerados como “diferenciais competitivos”, pois não o são. “O desafio das empresas é criar experiências memoráveis, já que a prestação de um bom serviço, a pontualidade e de acordo com os padrões passaram a ser commodities”, explica. “É preciso encantar, surpreender, e ser hospitaleira em todas as áreas e pontos de contato do cliente com a empresa”, diz Beatriz.

A executiva explica que em relação aos anos anteriores, houve uma mudança significativa na escolha dos itens mais importante para os clientes na hora de se relacionar com uma empresa. “Respeito” e “Confiança” continuam como os itens mais escolhidos, mas com a introdução do atributo “Encantamento”, foi possível perceber que a hospitalidade passou ser percebida também como um meio de proporcionar experiência memorável. Esta mudança aponta a Hospitalidade como algo que faz a diferença num ambiente corporativo que cada vez mais está se tornando igual, sempre com os mesmos produtos e serviços. “A atenção diferenciada nas relações de consumo começa a trazer mudanças profundas nos resultados das empresas, e a busca pela diferenciação tende a ser cada vez mais emocional, o que faz com que os relacionamentos mudem”, diz Beatriz.

Um outro ponto importante observado na pesquisa foi o crescimento na escolha da opção SAC/Call Center como área responsável pela prática da hospitalidade. “No entanto, fica difícil imaginar as ações de hospitalidade restritas somente à área que cuida dos clientes num momento onde ele já comprou ou utilizou um produto/serviço da empresa”, contrapõe a executiva. Em 2010, 80% achavam que a hospitalidade deveria permear toda a empresa, mas em 2012 este número caiu para 67%. Beatriz Cullen considera a estratégia de “encantar” o cliente apenas depois que ele utilizou o serviço arriscada, uma vez que as chances de conquistar o cliente seriam maiores se abrangesse todos os pontos de contato da empresa, e não apenas o SAC/Call Center.

Hospitalidade e gentileza caminham juntas, é fato, e são atributos que devem estar presentes em qualquer profissional, independentemente do nível hierárquico. Basta acreditar que é possível fazer a diferença em qualquer organização, onde o ambiente regado ao cuidado e atenção com o outro abre portas, constrói pontes, facilita a vida e com certeza, traz mais alegrias e conquistas. “O simples fato de ser gentil já é uma gentileza e o verdadeiro benefício da gentileza está em ser gentil”, alerta a executiva.

Números

A pesquisa, realizada por meio de questionário eletrônico entre agosto e outubro de 2012, contou com a participação de mais de 400 respondentes, sendo 71% do sexo feminino e 29% do sexo masculino, que ocupam cargos de gerente (25%), diretor/superintendente (15%), coordenador (13%) e analista/assistente (22%), entre outros cargos.

Para a maioria dos entrevistados, quando perguntados sobre o que melhor caracteriza a hospitalidade empresarial, respeito e confiança aparecem no topo da lista, com 26% e 20% (ante os 34% e 23%,do ano anterior, respectivamente). “Esta variação indica que tais valores ainda são muito importantes, mas com o acréscimo do quesito ‘Encantamento’ à pesquisa, tivemos uma mudança significativa, visto que a hospitalidade passou ser percebida também como um meio de proporcionar experiência memorável, muito além de um serviço padrão”, aponta a diretora. O novo quesito obteve 14% das menções dos respondentes. Em seguida, temos Acolhimento (16% – ante 19% do ano passado), Gentileza (13% – ante 10%), Atenção (8%, mesmo índice de 2011), Bem-estar (1%, ante 4% do ano passado) e Cumplicidade (2%, ante 3% do ano anterior). Nota-se, assim, que “Encantamento” fez com que alguns respondentes mudassem suas percepções, mais latente considerando os dois últimos quesitos mencionados.

Assim como em 2012, quando questionados sobre como a hospitalidade pode ajudar a empresa, os respondentes endossam mais uma vez que o relacionamento com o cliente fica muito melhor quando se investe no tema (32%). A novidade em 2012 foi a introdução do atributo “se diferenciar dos concorrentes”, com 20% das escolhas. “Praticar a hospitalidade passou a ser vista como uma boa estratégia na criação do vínculo e valor, bem como uma fonte geradora de bons negócios”, diz Beatriz.
Para 67% dos entrevistados, a hospitalidade empresarial é um meio efetivo de aproximar pessoas e consolidar relacionamentos (ante os 49% do ano anterior). Mas por onde esses relacionamentos começam a ser construídos? Em todas as áreas da empresa, certo? Sim e não. Sim, porque continua liderando as citações, mas com decréscimo nos 3 últimos anos (80% em 2010, 73% em 2011 e 67% em 2012), e não, porque na maioria das vezes o maior e principal contato entre empresa e cliente se dá por meio dos SAC/centrais de atendimento, que, ao contrário do item acima, vem crescendo ano após ano, com 12%, 13% e agora 17% nas menções dos entrevistados.

Quando questionados se “para uma empresa ser hospitaleira ela precisa ser percebida pelos colaboradores como uma boa empresa para se trabalhar”, 98% dos respondentes afirmaram que sim, uma vez que os resultados são sempre melhores quando existe a percepção de cuidado com colaboradores internos, ambiente e processos, por meio de uma comunicação clara e transparente.

“Todos devem ganhar nessa troca e a atenção precisa estar voltada aos detalhes para que seja prazeroso fazer parte desta organização”, pondera a diretora. E para que isso ocorra é fundamental que o topo da pirâmide esteja alinhado com a proposta da empresa, em outras palavras, que os líderes tenham atributos ligados à hospitalidade. Entre os atributos mais citados para um líder tiveram destaque: respeito pelos outros (29%), ser confiável (19%), ser prestativo (16%), gentil (10%) e ter bom humor (8%).
Pelo quarto ano consecutivo, a maioria dos respondentes considera que o bom atendimento, a cordialidade e o cumprimento de prazos é premissa básica de qualquer empresa no exercício de suas atividades, mas a forma de como nos sentimos ao nos relacionarmos com determinada empresa é o que faz toda a diferença. “Para criar um ambiente hospitaleiro, a experiência com a empresa deve ser marcante, mas não precisa ser nada grandioso: basta ser fácil de ser percebido e simples de ser sentido”, diz Beatriz.

Empresas que se destacaram

No ranking das empresas consideradas hospitaleiras, pelo quarto ano consecutivo a empresa Fleury, empresa de medicina e saúde, foi a mais citada (29%, ante os 25% em 2011). As justificativas foram quanto ao tratamento diferenciado, a preocupação com os clientes, com o acolhimento e com os pequenos detalhes. Ocupando a segunda posição, a Natura foi citada como a empresa que atende às expectativas dos consumidores, por sua abordagem com o cliente, respeito no relacionamento e bom atendimento. Em terceiro lugar no ranking ficou a Porto Seguro, indicada pelo atendimento gentil, empático e rápido, que se destaca pela qualidade de serviços e valores agregados. Já na quarta posição tivemos empatadas as empresas Hospital Albert Einstein e TAM (que esteve em segundo lugar em 2011), seguidas por Grupo Pão de Açúcar, Accor Hotéis, Disney e Nestlé.

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Mudança de comportamento é essencial para quem vai dirigir um veículo blindado

No último dia 31 de janeiro, o apresentador de televisão Raul Gil foi vítima de um assalto a mão armada, na zona Sul de São Paulo. O apresentador estava em seu carro blindado, parado em um dos faróis da movimentada Avenida Juscelino Kubitschek quando foi abordado por dois motoqueiros que pediram para tirar fotos. Simpático, ele abaixou o vidro do carro, mas não esperava que um terceiro motoqueiro aparecesse com um revolver logo em seguida e levasse joias e o relógio do apresentador. O caso mostra que, para que a blindagem automotiva seja realmente efetiva, o usuário desse tipo de serviço também precisa ter um comportamento diferenciado.

“Dirigir ou estar a bordo de um carro com a proteção blindada implica mudança de atitude. O primeiro passo é eliminar costumes como o de andar com portas destravadas e vidros abertos. Parece mentira, mas muitos se sentem tão seguros dentro de um blindado que acabam descendo os vidros, mesmo que parcialmente. Uma abertura mínima torna a blindagem completamente ineficaz, como no caso do apresentador Raul Gil”, afirma o especialista Rogério Garrubbo, da Concept Blindagens, uma das maiores empresas do setor no país.

De acordo com Garrubbo, ao contrário do que muitos proprietários de blindados pensam, o fato de estar a bordo ou principalmente, guiando um veículo reforçado requer ainda mais atenção por parte do motorista. “A segurança deve ser sua preocupação frequente. É importante, por exemplo, que esteja atento ao seu redor, sempre dando um espaço maior do que o normalmente dado entre o seu carro e o da frente. Essa ação viabiliza uma manobra de fuga em caso de ataque”, explica o especialista da Concept. A empresa oferece curso especial de direção para quem decide recorrer à blindagem.

O motorista também deve estar devidamente treinado para não se deixar levar pelo fator surpresa e nem ficar em choque em uma eventual abordagem. O tempo de reação deve ser o mais veloz possível. Desde a recuperação do susto, passando pela análise do cenário ao redor e da rota possível de fuga até a aceleração do carro em busca da evasão da zona de perigo. Garrubbo, porém, faz o alerta. “O sucesso da ação só será possível se o condutor confiar totalmente na blindagem de seu veículo. Daí a extrema importância de fazer o serviço com empresas sérias, devidamente regularizadas no Exército, que é o órgão responsável pela fiscalização do segmento”, diz.

“No setor de blindagem, não é raro encontrarmos empresas oferecendo o serviço com preço muito abaixo do praticado no mercado. Desconfie dessas. Quem procura pelo serviço de blindagem quer proteção, acima de tudo. Justamente por tal interesse, não deve ter o fator preço como determinante na escolha da blindadora. Mais importante que economia é a qualidade do serviço e a certeza de estar efetivamente protegido”.

O especialista da Concept também orienta que interessados na blindagem automotiva procurem se cercar de informações antes de qualquer procedimento. Uma visita ao site da Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin) – www.abrablin.com.br – pode ser de grande valia para tirar dúvidas sobre o assunto.

Frota blindada
De acordo com o último levantamento da Abrablin, foram blindados no país 4.275 veículos no primeiro semestre de 2012, um aumento de 4,92% na comparação com o mesmo período de 2011. A pesquisa também traz o perfil do usuário de blindagem. A maioria (65%) continua sendo composta pelo sexo masculino. Desse universo, 27% estão na faixa etária que vai de 40 a 49 anos. Já com relação às mulheres usuárias da proteção balística (35%), a maior parcela, ou 25%, está na faixa de 50 a 59 anos. Do número total dos usuários, 75% são executivos/empresários; 9%, artistas/cantores; 7%, juízes; 6%, políticos; outras ocupações (3%) completam o perfil.

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Cuidados com o Coração no Verão

No início do ano sempre vem à tona a preocupação com a saúde e a vontade de mudar os hábitos. Realmente esse é um bom período para fazer um check-up e repensar alguns excessos cometidos. “Pessoas acima de 40 anos ou que tenham histórico familiar de doenças cardíacas precisam realizar uma avaliação clínica para verificar os níveis de colesterol e a pressão arterial, além de exames como eletrocardiograma, teste ergométrico e ecocardiograma para avaliar o seu ritmo cardíaco e a sua capacidade física”, salienta Dr. Marcelo Queiroga, presidente da SBHCI – Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista.

Já para aqueles que têm mais de 30 anos o médico sugere um check-up a cada dois anos. “Também é importante no período do verão ter uma alimentação balanceada, rica em vegetais, verduras e carnes magras, deixando de lado frituras e alimentos ricos em gorduras e muito açúcar”, explica o médico.

Além desses cuidados com a alimentação é muito importante o consumo de água para diminuir o risco de desidratação e também a prática de exercícios físicos. “Com a proximidade do Carnaval e como janeiro e fevereiro são meses de férias e de muito calor, as pessoas abusam muito no consumo de bebida alcoólica. Minha orientação é o consumo consciente e também saber sempre alternar o drink com um copo de água para evitar a desidratação”, orienta Dr. Queiroga.

Dicas para manter a saúde do Coração
– Tomar uma vez por dia chá verde, que tem componentes que ajudam o metabolismo;
– O verão é uma boa época para o consumo de peixes que são ricos em proteínas e têm baixas calorias. Os mais indicados são o salmão, truta e bacalhau porque estão associados à redução da incidência de doenças cardiovasculares;
– Beber bastante água durante os treinos na academia. Se possível a cada 20 minutos de exercícios físicos;
– Para recuperar a energia após os exercícios físicos tomar vitaminas de frutas, água de coco e sucos naturais;
– Ter pelo menos 6 horas de descanso todas as noites.
– Praticar exercícios físicos pelo menos duas vezes por semana. As caminhadas podem ser antes ou após o expediente do trabalho.

Campanha Coração Alerta
A SBHCI e a SBC – Sociedade Brasileira de Cardiologia – uniram-se para promover a Campanha Coração Alerta. No site www.coracaoalerta.com.br , a população tem acesso às matérias e vídeos que, de maneira informativa, abordam temas relacionados à saúde do coração e os riscos de doenças cardíacas. Além disso, o conteúdo é divulgado por meio dos perfis nas redes sociais: Facebook www.facebook.com/CoracaoAlerta e Twitter www.twitter.com/CoracaoAlerta

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Range Rover Evoque ganha versão Sicilian Yellow Limited Edition

O Range Rover Evoque está se preparando para a primavera do hemisfério nortecom o modelo de sua nova edição limitada Sicilian Yellow Limited Edition, que estreou mundialmente nesta quinta-feira, 10, no Salão do Automóvel de Bruxelas, na Bélgica. Baseado no Evoque 2013 Dynamic Plus, a nova versão do Evoque conta com uma série de características únicas que lhe dão o verdadeiro aspecto impressionante. As encomendas do Range Rove Evoque Sicilian Yellow Limited Edition já podem ser feitas, mas as entregas do modelo só começam a acontecer em Maio. No Brasil está prevista a chegada da versão preta com teto amarelo no segundo semestre deste ano.

O Evoque consolidou-se como o veículo mais desejado da marca britânica e um dos modelos mais requisitados em todo o mundo, tendo vendido mais de 100 mil unidades ao redor do mundo com apenas um ano no mercado. Sua nova versão oferece aos clientes variadas opções de estilos, o que reforça o seu apelo global.

O novo Evoque Sicilian Yellow Limited Edition está disponível em outros mercadados nas versões coupé e 5 portas, com opção de duas cores exteriores exclusivas para a edição limitada do modelo, baseadas no novo Black Design Pack. As opções incluem exterior na cor Sicilian Yellow contrastando com teto em Santori Black, ou exterior em Santori Black e teto e retrovisores na cor Sicilian Yellow. Os acabamentos internos contam com costuras contrastantes na cor amarela nos bancos, área de armazenamento central e painéis das portas.

A versão Ranger Rover Evoque Limited Edition Sicilian Yellow estreia o Black Design Pack, que incluirá o spoiler traseiro esportivo, faróis dianteiros escurecidos e faróis de nevoeiro, além de luzes traseiras claras, rodas de 20 polegadas em preto brilhante, detalhes em Santorini Black e finalizações de escape escuras.

“O Evoque Sicilian Yellow Limited Edition é a oportunidade perfeita para apresentar o modelo em 2013 e continuar a história de sucesso do veículo. Tal combinação de cores atribui-se ao estilo já exclusivo do Evoque. Isto, combinado com o lançamento do Black Design Pack, vai oferecer aos clientes opções ainda mais atraentes e originais”, afirmou o diretor global da Land Rover John Edwards.

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Gastos de consumidores em dispositivos móveis triplicam em 2012

A Adyen (http://www.adyen.com/), empresa global de pagamentos, divulga dados coletados a partir de 12 meses de análise de pagamentos que mostram que, até o fim deste ano, mais de 10% de todas as transações processadas pela empresa são realizadas utilizando dispositivos móveis. Essas informações apontam para uma tendência contínua de crescimento dos pagamentos via mobile, em comparação com 3,7% dos pagamentos de 2011 sendo feitos desta forma.

Mensalmente, a Adyen analisa o número de pagamentos, retirados de uma amostragem de dez milhões de transações, para identificar quais foram originadas em dispositivos móveis em comparação com o número total de pagamentos processados. Os dados mostram que o iPad continua sendo o dispositivo mais utilizado para pagamentos, com 41% de todos os pagamentos realizados via mobile. O iPad é seguido de perto pelo iPhone, com 36% de share. Pagamentos feitos através de dispositivos Android ficaram com 21% e Blackberry registrou menos de 1% de todos os pagamentos via mobile.

A Adyen também mensurou a taxa de conversão de todos os pagamentos processados nos últimos 12 meses, calculando a porcentagem de pagamentos realizados com sucesso em comparação com o número total de transações iniciadas. Dispositivos da Apple novamente apresentaram os índices mais altos, com 56% de todos os pagamentos feitos por iPhone concluídos, seguido de perto pelo iPad, com 49%. Os smartphones Android apresentaram taxa de conversão de 42%, enquanto tablets com o mesmo sistema tiveram menos de 23% de conversão. Transações com Blackberry tiveram as taxas mais baixas, com apenas 6%.

“Nos últimos 12 meses, vimos o mercado de e-commerce começando a se estabilizar e, ao mesmo tempo, os tablets estão claramente se tornando mais populares para navegação e compras em dispositivos mobile”, analisa Roelant Prins, CCO da Adyen. “No entanto, percebemos novas tendências no horizonte que devem trazer novas abordagens aos pagamentos em dispositivos móveis. Por exemplo, com um número crescente de varejistas buscando fazer parte do e-commerce multicanal, veremos uma maior interação entre canais mobile e on-line, o que irá racionalizar e simplificar a experiência mobile para os compradores.”

No Brasil, os varejistas ainda esbarram em longas discussões sobre a regulamentação do mercado de pagamentos móveis. Em nota recente, o Banco Central ressaltou a importância de um modelo de pagamentos via mobile inovador e que aumente a conveniência e segurança para o consumidor na compra via celular. “Esta é exatamente a proposta da Adyen. Desenvolvemos uma solução que traz benefícios claros para os varejistas, por ser uma solução totalmente integrada e pronta para a operação multicanal, mas também torna o processo extremamente simples e seguro para o consumidor”, explica Jean Christian Mies, Diretor Geral da Adyen na América Latina.

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E-mail corporativo: você sabe usá-lo?

Por Renato Grinberg

Que a tecnologia trouxe grandes benefícios para a vida dos profissionais, ninguém tem dúvida. O problema é que junto com ela vieram algumas dificuldades corporativas com o seu mal uso. Ao mesmo tempo em que a internet permite maior agilidade e circulação de informações, não saber como lidar com ela pode gerar falta de foco e produtividade para o profissional.

O e-mail corporativo é o maior dos exemplos e alvo das reclamações de pessoas que recebem muitas mensagens ao dia e afirmam que poucas delas são realmente úteis e aproveitadas. Não estamos falando somente de SPAMs e correntes que pessoas enviam para toda sua rede de contatos, até mesmo as mensagens relevantes para o trabalho podem gerar confusões e lotar as caixas de entrada sem necessidade.

A organização das mensagens eletrônicas é o primeiro passo para quem quer dominar essa ferramenta e não deixar que ela tome conta de você. As que não tem importância devem ser descartadas e as demais organizadas em pastas para melhor localização e livramento de espaço. Isso não significa que devemos ter milhares de pastas do lado esquerdo da tela, mas é necessário criá-las com os nomes certos. Repare, geralmente os e-mails que não encaixam em nenhuma delas não precisam ser guardados.

Outro motivo que causa insatisfação são mensagens longas e que demandam muitos minutos da atenção. Se você é uma das pessoas que gostam de escrever bastante, lembre-se de que, com o acúmulo de atividades que as pessoas tem hoje, junto com a correria do dia-a-dia, dificilmente terão vontade de ler até o fim. Seja sucinto e objetivo no corpo do e-mail e procure não passar de três ou quatro linhas. Se o assunto for realmente extenso, jamais ultrapasse o campo visual da “janela” do e-mail. Se o leitor tiver que “rolar” a tela do computador, a mensagem está realmente excessiva.

Tudo hoje é resolvido por e-mail. Agendamento de reuniões, ata desses encontros, envio de informações, comunicado interno, orçamentos, questões atemporais e até urgências. Mas você está enviando suas mensagens da maneira adequada e sabe quem está endereçando? Preste muita atenção se o endereço do e-mail é realmente o da pessoa para quem você deseja enviar. Na pressa, acontece muitas vezes de mandar a mensagem a alguém com o mesmo primeiro nome devido ao preenchimento automático. Depois de escrever, volte ao início e confirme todas as informações para evitar problemas.

E-mails são importantes sim e nos proporcionam maior comodidade, mas não deixe que eles prejudiquem sua comunicação. Alguma vez já presenciou alguém enviando uma mensagem para o colega de trabalho que está ao lado, mas em outro computador? Quantas vezes você mesmo já fez isso? Antes de enviar uma mensagem eletrônica, pense se realmente é a melhor opção, às vezes uma conversa por telefone irá resolver seu problema de maneira muito mais rápida e eficaz. No escritório, as conversas pessoais têm maior impacto e geram resultados melhores. Portanto, use o e-mail com moderação.

* Renato Grinberg é diretor Geral da Trabalhando.com.br e especialista em mercado de trabalho. Aos 35 anos, Grinberg tem em seu currículo passagem por várias multinacionais, como a diretoria Geral da Latin American Multichannel Advertising Council (LAMAC), além de uma carreira internacional tendo trabalhado em empresas como a Sony Pictures e Warner Bros. em Los Angeles. Renato é formado em Música e Filosofia pela FAAM, pós-graduado em administração de empresas pela UCLA e possui MBA pela University of Southern California, Marshall School of Business

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