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Tag Comportamento

Ask.fm assume 3ª colocação no ranking das redes sociais no Brasil, segundo Hitwise

O Ask.fm, com 1,86% de participação de visitas, assumiu o terceiro lugar entre as redes sociais mais visitadas em junho no Brasil, de acordo com dados da Hitwise, ferramenta líder global de inteligência em marketing digital da Serasa Experian. A rede social passou à frente do Twitter (1,75%) e do Orkut (1,73%).

Facebook manteve a liderança, com 68,23% de participação de visitas no período, alta de 16,71 pontos percentuais em relação ao mês de junho de 2012. O Facebook é o primeiro colocado do ranking desde janeiro de 2012.

Em junho de 2013, o YouTube apareceu em segundo lugar na preferência do usuário de Internet, com 18,22% de participação de visitas, com alta de 0,36 ponto percentual no ano contra ano.

Em sexto lugar no ranking de maio de 2013 ficou o Yahoo! Respostas Brasil (1,55%), seguido de Badoo (1,08%), Bate-papo UOL (0,82%), Google + (0,74%) e Instagram (0,48%).

O tempo médio de visitas ao Facebook foi de 28 minutos e 45 segundos em junho de 2013, enquanto no YouTube, os usuários gastaram 22 minutos e 53 segundos na navegação em média. O Ask.fm teve tempo médio de visitas de 19 minutos e 18 segundos em junho.

Manifestações

O Facebook teve pico de participação de visitas entre Redes Sociais e Fóruns no Brasil no período das manifestações sociais. No dia da primeira manifestação (06/06), a participação de visitas alcançou 69,05% da categoria, passando para 68,47% no dia da segunda manifestação (07/06), chegando a 69,41% no dia da terceira manifestação (11/06) e alcançando o pico de 70,05% na quarta manifestação (13/06). Já na data do quinto ato (17/06), a participação de visitas do Facebook na categoria Redes Sociais e Fóruns chegou a 68,98%, atingindo 69,09% na 6ª manifestação (18/06) e 68,72% na 7ª manifestação (20/06).

Idade

Dentre a população adulta do Brasil, as pessoas que mais acessaram redes sociais no período de 12 semanas terminado em 29 de junho de 2013 têm entre 25 e 34 anos (27,23%), seguidas do grupo de 18 a 24 anos (23,22%), 35 a 44 (20,14%), mais de 55 (15,13%) e entre 45 e 54 anos (14,28%).

Distribuição demográfica

A região do Brasil que contou com a maior participação de visitas às redes sociais no período de 12 semanas terminado em 29 de junho foi o Sudeste, com 57,30%. Em segundo lugar, aparece a região Sul (18,63%), seguida de Nordeste (12,42%), Centro-Oeste (8,12%) e Norte (3,53%).

Já os estados do país com a maior participação de visitas às redes sociais no mesmo período foram São Paulo (34,34%), Rio de Janeiro (12,82%), Minas Gerais (10,07%), Paraná (7,51%) e Rio Grande do Sul (7,22%).

Na sequência, aparecem Santa Catarina (5,22%), Bahia (3,64%), Goiás (2,43%), Espírito Santo (2,15%), Distrito Federal (2,13%), Pernambuco (2,00%), Ceará (1,68%), Mato grosso (1,27%), Mato Grosso do Sul (0,99%), Pará (0,95%), Paraíba (0,86%), Rio Grande do Norte (0,77%), Maranhão (0,66%), Amazonas (0,66%), Sergipe (0,62%), Alagoas (0,52%), Rondônia (0,45%), Piauí (0,39%), Tocantins (0,26%), Acre (0,18%), Roraima (0,12%) e Amapá (0,088%).

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Brasil terá 13 milhões de assinantes de tv via internet até 2017

O Brasil detém 50% do mercado de VOD (Vídeo On Demand) na América Latina, representado por um milhão de pessoas e, segundo estimativa, até 2017 totalizará 13 milhões de assinantes de serviço online de transmissão de vídeo. Esta projeção é um estudo realizado em outubro de 2012 e divulgado agora pela Dataxis, instituto de pesquisa especializado em audiência de internet e televisão.

Em 2011, o Brasil tinha 310 mil assinantes e, já no ano seguinte, quase quadruplicou o número, atingindo a marca de 1,1 milhão de internautas. Este ano, o aumento foi para 2,48 milhões e, até o final de 2014, serão 4,2 milhões. Em média, o crescimento do alcance de serviços VOD é de 50% ao ano no país, à frente de países como México, Argentina, Chile, Colômbia, Peru e Venezuela.
“O Brasil tem um grande potencial de crescimento dos serviços de vídeo on demand, ainda que tenha limitações na oferta de banda larga, uma barreira que devemos superar com novos investimentos e com a adesão do nosso público aos serviços via web, que oferecem acesso rápido e de alta qualidade, por exemplo, como em smartphone ou tablet”, explica Antonio Barreto, CEO da DLA

Entertainment no Brasil
Em volume de transações, em 2012 os brasileiros registraram pouco mais de 21 milhões de aquisições de serviços, como exibição de filmes, transmissão de shows e eventos esportivos. Para esse ano, o número mais do que irá duplicar, saltando para 48,7 milhões de transações segundo a Dataxis.

O Brasil conta com importantes players de serviços de vídeo on demand como ClaroVideo, Now (Net), Netflix e Netmovies. O serviço de VOD existe na Europa desde 1994 e ganhou força a partir de 2005, com o lançamento de várias plataformas disponíveis para o usuário comum. Com a expansão das vendas de notebooks, tablets e dispositivos móveis, como os smartphones, o serviço de pay per view pela internet atraiu atenção de grandes operadores. Nos EUA, dos 190 milhões de internautas, 80% assinam serviços de transmissão de conteúdo via internet.

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Afece e Jungle Juice realizam Buffet Sopa Amiga em prol de alunos especiais em Curitiba

Há 10 anos a AFECE (Associação Franciscana de Educação ao Cidadão Especial) realiza anualmente o evento Sopa Amiga, e para este ano o evento que acontecerá no dia 06 de julho, sábado, terá todas as sopas de seu buffet preparadas pelo restaurante Jungle Juice. A participação deste evento é aberta o público e acontecerá as 19h30min no Buffet du Batel
localizado na Al. Dom Pedro II, 183 – Batel em Curitiba.

A AFECE é uma organização de Curitiba, que atende nas áreas de saúde, educação e assistência social. São 180 educandos com deficiência mental acentuada, associada ou não a outras deficiências, sendo a única associação do Sul do Brasil a trabalhar com esse perfil de beneficiados.

O evento Sopa Amiga consiste em um buffet com dez tipos de sopa, com o objetivo de arrecadar recursos para a manutenção dos programas da instituição. No buffet os tradicionais sabores de sopa do restaurante Jungle Juice variam entre sopa eslava, aipim com carne seca, princesa, feijão, capeletti, canja, caldo verde, carne com legumes e as opções vegetarianas: abóbora com gorgonzola e creme de milho. Durante o evento acontecerá uma animação diferenciada, com música ao vivo, atrações, brincadeiras, leilão de camisetas oficiais autografadas dos principais times de futebol paranaenses e sorteio de brindes

Os convites estão sendo vendidos na AFECE e no Jungle Juice do Alto da XV no valor de R$ 25,00 para o público geral, R$ 12,50 para crianças de 6 a 10 anos e gratuito para crianças até 5 anos. Na compra de um convite o convidado tem direito a uma sobremesa grátis oferecida pela Mondeléz do Brasil.

A 10ª Sopa Amiga que pela primeira vez esta sendo realizada em parceria com o Jungle Juice, um restaurante especializado em sopas tem o patrocínio de, Acom Sistemas, Apolar Imóveis, Helena Modas, Construtora Atenas, Grupo OM, Instituto Gui Darin, Lojas Emanuelle, Malharia Oceânica, Mannala, MGB, Mondeléz do Brasil, Perfipar e Tutti Pães e Doces.

Serviço:
Afece: www.afece.org.br
Jungle Juice: http://www.junglejuice.com.br
Informações: 41 3366-5212 / marketing@afece.org.br

Pontos de venda:
AFECE – Rua Paulo Turkiewicz, 160 – Tarumã
Jungle Juice – Rua Augusto Stresser, 1800 – Alto da XV

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Seu chefe é um bom líder? Conheça seis estilos de liderança

Fonte: iG

Você já sentiu que não recebeu o reconhecimento merecido quando atingiu uma meta imposta por seu chefe ou realizou uma tarefa com sucesso? E, no entanto, quando você comete um erro, o seu líder não demora nem um minuto para criticar o seu modo de trabalho? Pois saiba que esta situação é mais comum do que se pensa.

Segundo estudo da consultoria global de gestão de negócios Hay Group, realizado a partir de um banco de dados com informações de 95 mil líderes de mais de 2.200 organizações ao redor do mundo, a maioria dos chefes cria climas desmotivadores entre seus colaboradores. No Brasil, 63% de 3.089 dos líderes pesquisados não conseguem criar um clima harmonioso em suas equipes.

A consequência da liderança inflexível é um desempenho organizacional abaixo do que seria alcançado caso a equipe fosse motivada por um chefe eficiente. A consultoria utilizou como base para o estudo a pesquisa realizada pela Universidade de Harvard, que definiu seis estilos de liderança predominantes entre os chefes – o coercitivo, o dirigente, o democrático, o afetivo, o modelador e o treinador.

OS SEIS ESTILOS

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Pesquisa global aponta que profissionais de marketing perdem oportunidades digitais

Os profissionais de marketing têm perdido oportunidades muito importantes de se aproximar dos consumidores e entregar experiências personalizadas que fortalecem a afinidade com a marca, de acordo com pesquisa divulgada pela Adobe Systems Incorporated (Nasdaq: ADBE). O estudo global chamado Click Here: The State of Online Advertising, entrevistou consumidores e profissionais de marketing em sete países, entre os Estados Unidos e as regiões da Ásia-Pacífico e Europa, e oferece novas perspectivas globais sobre a efetividade do marketing online. A pesquisa foi divulgada antes do Festival Internacional de Criatividade Cannes Lions, o maior evento para profissionais de publicidade e marketing, realizado em Cannes, na França, entre os dias 16 e 22 de junho.

O marketing digital não atende às necessidades dos consumidores
A pesquisa revelou que muitos consumidores e profissionais de marketing ainda acreditam que a publicidade online não é eficaz (consumidores 32%; profissionais de marketing 21%). Os profissionais de marketing dos EUA e Europa foram os mais indiferentes em relação à publicidade online. Consumidores e profissionais de marketing do mundo todo que responderam à pesquisa acreditam que anúncios em banners não funcionam (consumidores 49%; profissionais de marketing 36% ).

“Os banners representam muitas das piores características da publicidade que existem no espaço digital – são intrusivos e manipuladores, chamam a atenção de maneira exagerada e usam informações capturadas clandestinamente. Os consumidores percebem que agora estão no controle e não aceitam esse tipo de anúncio. Porém, além dos banners, existe muito conteúdo de marketing online que fomenta a interação do cliente, e está apenas começando a era da criatividade que explora as ferramentas que realmente funcionam”, afirma David C. Edelman, co-líder mundial de Marketing Digital e Prática de Vendas da McKinsey & Company.
“Os melhores profissionais de marketing devem focar em dados para impulsionar a relevância, em design para criar uma experiência que desperta uma sensação de bem estar ao cliente, e em entrega para realizar isso sob demanda. Quando os consumidores passam a aproveitar mais dessas experiências, eles também darão mais valor à profissão de marketing, ajudando a atrair o talento necessário para criar um círculo virtuoso”, completou.

A mídia tradicional, como a impressa ou a TV, recebeu uma pontuação maior dos consumidores e profissionais de marketing em todas as regiões nos quesitos credibilidade e eficácia entre (mídia tradicional, 94% dos consumidores; 91% dos profissionais de marketing; fontes modernas/digitais, 52% dos consumidores; 68% dos profissionais de marketing). Os entrevistados na região da Ásia-Pacífico mostram mais afinidade com publicidade impressa ou de TV (47%), seguidos pelos consumidores europeus (36%) e norte-americanos (31%). É interessante observar que as mensagens de textos, como canal de publicidade, não são consideradas irritantes na Ásia-Pacífico (34% de consumidores; 24% de profissionais de marketing) comparada com os resultados dos EUA (62% dos consumidores; 59% dos profissionais de marketing) e Europa (62% dos consumidores; 57% dos profissionais de marketing).
“O marketing digital criou uma oportunidade excepcional, mas com isso a expectativa do consumidor também aumenta. O consumidor espera uma história personalizada, um nível de confiança e transparência com as marcas que escolhe e, mais importante, uma grande experiência. Em último caso, as marcas que não oferecem isso serão desprezadas”, afirma Ann Lewnes, CMO da Adobe. “Os resultados dessa pesquisa demonstram que ainda não estamos realizando todo o potencial do marketing digital. Agora temos a tecnologia e o conhecimento para direcionar mensagens e meios de marketing relevantes e personalizados aos nossos consumidores. Seria uma pena não aproveitar disso”.

Personalização e Privacidade
Em todas as regiões, um terço dos entrevistados percebem o valor de um site que oferece recomendações personalizadas e de produtos e serviços. Os entrevistados da Ásia-Pacífico se preocupam menos com o compartilhamento de informações privadas em troca de experiências online mais personalizadas, comparado com usuários dos EUA e Europa . Mais especificamente, os entrevistados aceitam a publicidade direcionada baseada em seu comportamento (EUA 74%. Ásia-Pacífico 63%, Europa 71%). Porém, algumas ações, entre as quais solicitações para compartilhar informações pessoais, como o número do RG, foram consideradas uma invasão de privacidade (EUA 86%, Ásia-Pacífico 55%, Europa 60%).

Opinião do Marketing e dos Profissionais de Marketing
De acordo com os entrevistados, o marketing foi classificado consistentemente como uma das profissões menos valorizadas pela sociedade, apesar da visão muito positiva da profissão entre consumidores (24%) e profissionais de marketing (47%) da Ásia-Pacífico. Esses profissionais em todas as regiões (EUA 45%, Ásia-Pacífico 25%, Europa 28%) concordam que o marketing principalmente ajuda a informar os consumidores à respeito de marcas, produtos e serviços, mas, na região da Ásia-Pacífico, uma grande porcentagem de profissionais de marketing acredita que a publicidade educa (15%), reflete e molda a cultura (14%). Além disso, os consumidores dos EUA “gostam” das marcas que compram com frequência (53%) ou que oferecem promoções (46%), enquanto os consumidores na Ásia-Pacífico (33%) e Europa (26%) são mais propensos a “gostar” em função das suas aspirações ou da personalidade da marca (40%).

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O LinkedIn e as demandas do RH

“A publicação de uma vaga de diretor operacional no LinkedIn, por exemplo, vai atrair algo ao redor de 1.000 candidatos no Brasil. Se a vaga for para analistas, no entanto, a quantidade de candidatos pode superar a casa dos 5.000. Algo que parecia uma solução, ou seja, atrair muitos candidatos, tornou-se rapidamente um problema. Os currículos exigem que as áreas de RH os analisem de maneira artesanal, ou seja os imprimam e façam uma análise individualizada, tornado esse tipo de ação improdutiva”, explica Cezar Tegon, presidente da Elancers, maior empresa de sistemas de recrutamento e seleção do país, com mais de 12 milhões de currículos em sua base de dados, muitos deles de profissionais também cadastrados no LinkedIn.

A falta de ferramentas automatizadas de análise de currículos está levando ao surgimento de sistemas que lêem os dados do LinkedIn, mas trazem esses currículos para bancos de dados privativos, onde é possível uma análise automatizada das informações. Um exemplo é a solução que a Elancers acaba de lançar para as mais de 9.000 empresas que adotam suas soluções, ou seja, a possibilidade de que o candidato, ao cadastrar seu currículo no site de empresas como Volkswagen, Toyota, Gol, TAM, Azul, Martin Brower, Comgas, Ability, OI, Grupo Algar e BRF, entre muitas outras, importem as informações do LinkedIn:

“Criamos este aplicativo que permite aos candidatos importarem as informações que eles já cadastraram no LinkedIn: dados cadastrais, experiência profissional, educação e competências e especialidades. No entanto, para que as informações do LinkedIn sejam úteis para as empresas, o candidato precisará acrescentar alguns dados cruciais como endereço, salário e cargo pretendidos, CPF entre algumas outras. Estes dados são vitais para que a área de RH possa fazer uma boa análise do candidato potencial, mas eles não são encontrados no LinkedIn. Além disso, ao trazer seus dados do LinkedIn para o banco de currículos da empresa, o candidato sabe que estará sendo considerado para uma determinada vaga e para vagas futuras dentro do seu perfil. Empresas que se preocupam com o histórico dos processos e da participação dos candidatos, não fazem mais avaliações de currículos que chegam por e-mail”, assinala Tegon.

Para as empresas, a possibilidade do uso de sistemas inteligentes para a análise de currículos é a diferença entre o céu e o inferno. Segundo Tegon, avaliar 1.000 currículos que chegam por e-mail, por exemplo, exigiria grandes equipes de RH, com resultados precários e pouco confiáveis:

“Já quando a análise é feita via um sistema, a empresa pode aplicar parâmetros como fluência em determinado idioma, proximidade de residência do candidato, qualificações específicas e até mesmo formação em universidades específicas para definir os candidatos que seguem para a próxima fase. Isso é feito em poucos segundos através de pesquisas por palavras chave semelhante ao Google que varrem todas as informações do currículo, permitindo que a área de RH foque naquilo que é mais importante, ou seja, selecionar o melhor candidato para determinada vaga”, assinala Tegon.

O aplicativo que importa os dados do LinkedIn para os sites de emprego das 9.000 empresas que usam o sistema de recrutamento e seleção da Elancers é útil, também, para os candidatos, uma vez que facilita o preenchimento de informações cada vez mais detalhadas e complexas:

“Uma coisa que irrita as pessoas é ter que repetir as mesmas informações em vários sites de currículos. Com a possibilidade de importação dos dados do LinkedIn, o candidato terá que acrescentar apenas aquilo que falta. Com isso, ele pode atualizar apenas o LinkedIn e, a partir daí, importar suas informações para as bases de currículos das empresas clientes da Elancers apenas clicando num botão”, explica Tegon.
Essa solução evidencia um dado pouco conhecido no mercado de trabalho brasileiro: um currículo apenas no LinkedIn não é garantia de um bom emprego. Isso porque as empresas, especialmente mais organizadas, com melhores salários e benefícios, não avaliam mais currículos que chegam por e-mail ou em papel, dada a impossibilidade de análise de milhares de currículos por vaga:
“As empresas que investiram em bons sistemas de recrutamento e seleção, que analisam perfis de candidatos, permitem a aplicação de provas online, marcam entrevistas e outros benefícios, exigem que os profissionais cadastrem seus currículos em suas bases exclusivas de currículos. Por essa razão, acreditamos que a possibilidade de importar os dados do LinkedIn para as áreas de emprego das empresas que atendemos vai ajudar os candidatos a terem acesso a vagas realmente significativas para suas carreiras”, acrescenta Tegon.

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SiteApps aumenta 'curtidas' na página do Facebook em 50 vezes

Ao instalar o SiteApps, marketplace de aplicativos para websites da Predicta, o site Kmisetas, varejista on-line para customização e venda de camisetas, conseguiu aumentar as curtidas em sua página no Facebook em 50 vezes. A média de ‘likes’ diários do Kmisetas passou de dois para cerca de 100, de acordo com o Facebook Like Report. Em dez dias, o Kmisetas passou de uma centena para mais de mil de fãs.

O resultado expressivo de engajamento de clientes foi alcançado após a instalação do “Social Media Incentive Widget”. Este aplicativo permite oferecer descontos em produtos para visitantes do seu website que curtirem sua página do Facebook. A ferramenta é ideal para sites de comércio eletrônico que querem engajar seus clientes com uma solução a custo zero e fácil de instalar. Não é preciso ter conhecimento específico de programação para usar o aplicativo, que pode ser instalado em qualquer site ou blog em menos de 5 minutos.

“O SiteApps permitiu aumentarmos exponencialmente nossa base de fãs no Facebook em tempo recorde”, comemora Allan Paul Raicher, fundador do Kmisetas. “E é difícil acreditar como foi fácil implementar essa estratégia”, acrescenta.

De acordo com Phillip Klien, diretor de Produtos e sócio fundador da Predicta, os círculos sociais de clientes estão cheios de oportunidades. “Cerca de 90% das compras on-line têm algum tipo de influência social, então, antes de gastar uma montanha de dinheiro em anúncios no Facebook, otimização de audiência segmentada, palavras-chave etc., deixe que os usuários do seu site façam o marketing para você”, aconselha Klien.

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Herman Miller apresenta o Living Office: A solução holística para os novos cenários do ambiente de trabalho

No início do século 21, somos testemunhas de um período de mudanças dramáticas: na economia global, nas estruturas e culturas das empresas, na demografia da força de trabalho, nas expectativas pessoais dos trabalhadores, e nas tecnologias e modos de trabalho. O resultado é um período de grande reflexão, com normas estabelecidas que dão lugar à perturbação e à incerteza.

Este cenário de trabalho em rápida evolução deixou muitas pessoas e empresas fora de sincronia e com suas necessidades profundamente não satisfeitas. Quase sempre os métodos estabelecidos e meios de provisão e gestão dos escritórios não são mais potencializadores e motivadores. As ferramentas e tecnologias não são otimizadas para o trabalho em mãos. Muitos locais de trabalho são—se não literalmente, então figurativamente—de outra era.

Como pioneira em oferecer soluções de design para escritórios modernos, a Herman Miller Inc. superou com sucesso este desafio. Primeiro a empresa se estabeleceu como líder mundial em design de locais de trabalho há mais de 40 anos, com seu sistema revolucionário Action Office, criando um novo paradigma de escritório dinâmico em uma era similar de transformação. Na vanguarda do setor da inovação em praticamente todos os ambientes de trabalho, a Herman Miller abraçou esta nova era de mudanças e desafios como uma oportunidade, com vistas a causar um impacto profundo e positivo nas vidas das pessoas e das empresas.

A empresa abordou esta revolução dos novos escritórios com os métodos comprovados de seu passado. Trabalhando com muitos especialistas e designers líderes no mundo todo, a Herman Miller está descobrindo novas percepções e aplicando seu vasto conhecimento sobre pessoas—como pensamos, como somos motivados, e como criamos e colaboramos—para o cenário emergente de trabalho.

Living Office

O resultado é uma abordagem diferente na gestão de pessoas e seu trabalho, das ferramentas e produtos que permitem tal trabalho, e os lugares onde as pessoas se juntam para fazê-lo. Uma integração desses elementos mais centrada no ser humano cria uma experiência de trabalho total que é mais natural e desejável, e dentro dela a oportunidade para que as pessoas e as empresas alcancem uma nova dinâmica de prosperidade compartilhada. A Herman Miller chama essa abordagem de Living Office e, na NeoCon 2013, a empresa apresentou seus novos conhecimentos e serviços, produtos e tecnologias para percepção dessa visão.

Construído com base no que é fundamental a todos os seres humanos, o Living Office ajudará tanto as pessoas como suas empresas a atualizar seus ambientes, ferramentas e gestão do ambiente de trabalho, a fim de expressarem de maneira singular e compartilhar características e objetivos.

Concepções do Living Office

O monopólio de longa data do escritório no trabalho está claramente rompido. Ferramentas móveis poderosas e redes de informações e comunicações sem interrupção permitem o trabalho em qualquer local e a qualquer momento. Em vista dessas realidades aceitas, a natureza fundamental do design do escritório está mudando. O que antes era secundário no trabalho—camaradagem, conexão, interação espontânea e expressão em grupo—tem se tornado cada vez mais algo essencial. Aproximar as pessoas, em colaboração próxima ou direta, e permitir que deem vazão ao máximo de criatividade e desempenho é o objetivo principal do ambiente de trabalho atual.

Por mais de dois anos, em seis continentes, com vários especialistas e empresas, e milhares de pontos de dados, a Herman Miller tem realizado pesquisas importantes na natureza evolutiva do trabalho e do ambiente de trabalho. No decorrer de sua pesquisa, a empresa também descobriu dados dramáticos a respeito do estado do uso e desempenho do espaço atual dos escritórios: normalmente os escritórios particulares estão com um espaço ocioso 77% do dia, enquanto as estações de trabalho estão desocupadas 60% do dia; salas de conferência raramente são usadas em sua capacidade total; e as pessoas escolhem espaços “sociais” em detrimento de áreas menos sociais.

Essas e outras concepções levaram a Herman Miller a projetar soluções baseadas em uma compreensão aprofundada das atividades diárias e dos novos padrões de necessidade em ferramentas e espaço de trabalho. Os níveis mais ricos de desempenho no ambiente de trabalho criarão maior satisfação tanto nas pessoas como nas empresas.

Criando um Living Office

A empresa identificou e definiu 10 modos de trabalho individual e em grupo, bem como 10 configurações relacionadas essenciais à experiência de trabalho mundial dos dias de hoje. A Herman Miller enfatiza que não há uma solução pronta, que sirva para todos os casos para obter um ambiente de trabalho excelente. Cada Living Office é único, com base nos diferentes objetivos, características e atividades de seus habitantes e nos ingredientes de design selecionados para atender às suas necessidades.

Ambientações

O Living Office oferece às pessoas uma variedade de espaços que são otimizados para dar suporte ao trabalho e à interação. Cada uma das 10 ambientações únicas é distinta em seus objetivos, escala e sociabilidade. Cada uma poderá ser executada de várias formas—com o portfólio mundial de produtos da Herman Miller—para alcançar os objetivos, expressar as características ou melhorar as atividades do trabalho.

Cenários

Compostos de uma seleção otimizada de configurações, cada cenário do Living Office tem como objetivo trazer à vida a estratégia de uma empresa. Para obter isso, o cenário deve capacitar e otimizar seus habitantes, oferecendo escolha e promovendo a comunidade—de modo não diferente de uma cidade vibrante. Em um Living Office, a Herman Miller prevê que as pessoas devem imediatamente compreender o que podem fazer, aonde podem ir, para que estão trabalhando e porque são como são.

Móveis

Desenvolvido com os melhores designers do mundo, os móveis da Herman Miller oferecem uma variedade incomparável de escolhas para facilitar as diversas experiências de trabalho e ambiente de trabalho—e para facilitar um Living Office. Desde cadeiras de desempenho, que dão suporte à mente e ao corpo, a sistemas adaptáveis que criam ambientes dinâmicos para interação e produtividade, elementos versáteis e atemporais da Geiger e a Coleção Herman Miller, as soluções em móveis servem como uma paleta do designer para criação de cada Living Office.

A Herman Miller também reconhece que o escritório vibrante de amanhã tem necessidades para as quais as soluções de hoje são menos do que totalmente otimizadas. A empresa contou com sua rede de criatividade mundial de designers independentes reconhecidos para todas as novas soluções.

Public Office Landscape™ projetado por Yves Behar / fuseproject

O Public Office Landscape é um sistema de componentes que oferece superfícies, estantes e cadeiras que permitem uma imensidão ambientações de trabalho—desde enclaves colaborativas de grupo, espaços de circulação a pontos de trabalho individual. Fricções no ambiente de trabalho, a partir da ausência de espaços disponíveis para reuniões a falhas técnicas incompatíveis, interrupção da produtividade. O Public foi projetado para manter um escritório no estado de “fluxo”, onde as pessoas estejam envolvidas, focadas e capazes de se movimentar livremente entre as conversas e as tarefas. A Cadeira Social do Public é o bloco de construção do sistema, fornecendo escala e linguagem de design sobre o qual todos os outros módulos estão baseados. Ela também introduz um novo nível profundo de desempenho ergométrico para cadeiras casuais, que deixam a pessoa conectada, relaxada e permite o fluxo de ideias. O Publico deve estar no mercado no final de 2013.

Metaform Portfolio™ projetado pelo Studio 7.5

O Metaform Portfolio oferece uma coleção de blocos modulares para delinear o espaço e criar uma ampla variedade de cadeiras para o Living Office. Ele vem com uma coleção de acessórios com finalidades definidas para melhorar a utilidade dos blocos. Convida à participação e proporciona produtividade, as peças leves e intuitivas do Metaform são facilmente configuradas e reconfiguradas, no momento, pelas pessoas que as utilizam, sem a necessidade de ferramentas ou regras. Considerado pelos designers como um equipamento, não um móvel, o Metaform segue os passos dos estilos, posturas, atividades e tecnologias em constante mudança. O Metaform também estimula a criatividade e produtividade com display ativo do progresso do trabalho, telas e tomadas ajustáveis para manter tudo ao alcance. O Metaform deve chegar ao mercado a partir de junho de 2013.

Locale™ projetado por Sam Hecht e Kim Colin

O Locale permite a criação de uma vizinhança de trabalho dinâmica e de alto desempenho em ambientes abertos. Em combinação e proximidade, a composição dos elementos do Locale motiva a mudança livre e intuitiva do trabalho individual para atividades colaborativas e sociais e leva a uma interação de sucesso. A sútil curvatura das superfícies do Locale mostra abertura, convida à interação e foi projetada para acomodar generosamente vários colaboradores, estilos e ferramentas de trabalho. As pessoas se movimentam e mudam de posição naturalmente devido à estrutura centralizada e às superfícies cantiléveres. Com a adição de ajuste de altura, basta pressionar um botão para permitir que a pessoa sente e foque no trabalho ou se levante para colaborar com os colegas. A ajustabilidade não está limitada à altura da superfície, as mesas, telas e cavaletes móveis podem ser utilizados, conforme a necessidade. Ao facilitar as transições físicas e experimentais, o design consistente e inteligente do Locale contribui para uma experiência de trabalho mais perfeita. O Locale deve chegar ao mercado no final de 2013.

Cada um desses designs está baseado nos comportamentos e preferências naturais, e servem como modos intuitivos e ambientações de trabalho e criação de cenários perfeitos por todo o Living Office. A Herman Miller também tem ambições futuras para ferramentas e tecnologias ainda mais complementares, atualmente em desenvolvimento.

O Futuro é Hoje

No novo cenário de trabalho, a criatividade e ideias geram valores. A humanidade é a capacidade distintiva. Os processos não criam ideias, não concebem novos produtos nem mantêm relacionamentos; pessoas sim. Por extensão, os escritórios de hoje precisam atrair, alimentar, capacitar e reter o talento que gerará inovação e execução, e trazer à vida a estratégia de uma empresa. Por sua vez, eles devem oferecer às pessoas algo que não pode ser conseguido em nenhum outro lugar: uma conexão pessoal, até mesmo espiritual com o trabalho e colegas; uma plataforma para aumento na produtividade e eficiência; e uma experiência naturalmente humana de interação e criação.
Esta é a visão do Living Office da Herman Miller; ver estes princípios ganharem compreensão e adoção universal enquanto ajudam pessoas, como indivíduos em empresas, a personalizar seus métodos, ferramentas e locais de trabalho, a fim de expressarem e compartilharem características e objetivos. O Living Office é um ambiente de trabalho mais natural e desejável que promove uma maior conexão, maior criatividade, maior produtividade e por fim, maior prosperidade para todos.

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Computadores ficaram 61% mais baratos nos últimos 10 anos

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a taxa oficial de inflação no Brasil, contabiliza um aumento de 81,04% no custo de vida dos brasileiros nos últimos 10 anos². Os computadores, entretanto, puxados por iniciativas públicas e privadas, teve uma das maiores quedas de preço entre os eletroeletrônicos na última década, com o preço médio caindo em 61,32%.
De uma forma geral, os eletroeletrônicos – TV, som e informática – foram uma das categorias com maior queda no preço na última década – 52,62% de decréscimo na média. O computador fica ainda abaixo desse índice, graças a uma série de fatores que incluem a isenção de impostos sobre os produtos de informática; aumento da fabricação local de componentes; queda do dólar; aquecimento da economia local e o próprio aumento da escala do mercado brasileiro, que hoje disputa as primeiras posições mundiais em consumo de PCs.
Como base de comparação no mesmo período, o preço do carro novo teve um aumento de 6,23% no mesmo período. Mesmo com aumento no volume de vendas e queda no IPI (Imposto sobre Produto Industrializado). “A queda de preço do computador, aliado à maior diversificação dos produtos no mercado brasileiro e um esforço conjunto de todo o ecossistema tornaram o projeto de inclusão digital do Brasil um estrondoso sucesso – nunca o computador foi tão acessível para as camadas mais baixas da população”, comentou Fernando Martins, presidente da Intel Brasil. “Dez anos atrás, ter um computador em casa era o sonho de muitas famílias na classe C. Hoje, este sonho nunca esteve tão próximo da realidade.”

A queda no preço significa que até mesmo computadores com a mais recente tecnologia estão disponíveis a um preço acessível para a população. Enquanto em 2003 um computador com configuração básica, equipado com processador Intel Celeron de 1.3 GHz, 128 MB de memória e sistema operacional Windows XP, custava entre R$ 1.890 a R$ 2.300 no grande varejo, atualmente já é possível adquirir computadores modernos, com tela sensível ao toque e o novo sistema operacional Windows 8 por preços que começam a partir de R$ 1.300,00.
Segundo Fernando Martins, presidente da Intel Brasil, essa drástica redução no preço dos computadores é possível porque com o aumento do número de pessoas com renda para consumir tecnologia, é possível reduzir o preço ao consumidor. “Atualmente, o consumo de produtos eletrônicos e de tecnologia crescem no Brasil porque estão bem no alto da lista de prioridades de consumo das famílias”, afirma o presidente.

Acumulado jan 2003 a abril 2013

Índice geral 81,05%

TV, som e informática -52,62%
Microcomputador -61,32%
Veículo próprio 27,67%
Automóvel novo 6,23%
Compra de automóvel usado -18,58%

*fonte: IBGE

Mais acessibilidade atrai as classes C e D

Em pesquisa recente realizada pela Intel famílias das classes ABCD em que as pessoas já utilizam computadores, seja no trabalho, em LAN Houses, ou na casa de familiares e amigos – 24% das famílias ainda não possuem computador . Para essas famílias, o computador é a compra mais adequada por atender de forma completa às necessidades de todos os membros da família.

Entre essas famílias que ainda não possuem computador em casa, 46% pretendem comprar um dentro de 18 meses. Dessas, 52% consideram comprar um notebook e 48% consideram a compra de um desktop; enquanto apenas 8% pensam no tablet como o primeiro dispositivo computacional e 5% consideram a compra de um smartphone.

O computador figura como prioridade nas compras de eletrônicos dessas famílias, e seis em cada dez entrevistados declararam sua intenção de comprar um computador ainda em 2013.“O que torna o computador atraente para as famílias na classe C e D não é somente o preço, que nunca esteve tão acessível, mas também a capacidade do computador de mudar a realidade das famílias, por meio do acesso à informação, educação, lazer e cultura”, afirmou Fernando Martins. “O investimento realizado em um computador retorna de muitas maneiras, tornando a compra uma prioridade para o brasileiro médio.”

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PayPal investe na qualidade de atendimento para conquistar consumidor brasileiro

O mercado de sistemas de pagamentos no Brasil é um dos mais concorridos do mundo. A disputa por atrair e reter os novos e-consumidores do país é um dos principais desafios dos players para garantir o crescimento do volume de negócios online. Apostando na satisfação dos consumidores como a melhor forma de vencer neste mercado, o PayPal, líder mundial em pagamentos online, tem realizado uma série de investimentos para criar a melhor experiência de pagamentos pela Internet para seus clientes.

Entre os investimentos estão uma central de atendimento com 150 pessoas dedicadas à resolução de problemas e dúvidas dos consumidores, e que agora passa a funcionar em horário ampliado, de segunda a domingo, entre 08h e 22h. “O PayPal já era o único entre os principais sistemas de pagamento que oferecia atendimento por telefone aos consumidores, e agora amplia ainda mais sua capacidade de suportar nossos clientes e parceiros com um horário estendido de atendimento”, afirma Fernando Pantaleão, diretor geral do PayPal no Brasil.

A equipe de atendimento também monitora de forma ativa as dúvidas de usuários nas principais redes sociais, e conta com um aplicativo de atendimento disponível diretamente em sua fanpage no Facebook. Hoje, o PayPal tem mais de 440 mil seguidores em sua página brasileira da rede social.

Toda esta preocupação com o auxílio aos consumidores tem gerado frutos. “Temos prazos agressivos de resposta e resolução de problemas dos consumidores, o que se reflete, por exemplo, em um alto índice de avaliação no Reclame Aqui e baixo nível de reclamações no Procon”, explica Pantaleão.

Em outra frente, o PayPal também está aperfeiçoando seu programa de proteção ao consumidor para compras realizadas no Brasil e no exterior. Mais completo, o consumidor pode abrir uma disputa para ter seu pagamento devolvido não apenas caso não receba o produto adquirido, mas também se o que for enviado não estiver de acordo com a descrição realizada pelo vendedor.

“Nossa preocupação é oferecer a melhor experiência possível aos nossos usuários, antes, durante a após a utilização do nosso serviço, aumentando os índices de satisfação, recompra e retenção dos nossos clientes”, finaliza o executivo.

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Cresce 300% o número de CEOs mulheres no Brasil

A quantidade de mulheres ocupando o posto de CEO no Brasil cresceu consideravelmente no último ano, segundo o International Business Report 2013 (IBR). Os dados revelam que, em 2013, 14% das mulheres em cargos de liderança são CEOs, 300% acima do registrado no ano passado, quando apenas 3% possuíam essa posição. A movimentação no mundo mostrou a mesma tendência. Globalmente 14% das mulheres são CEOs atualmente, ante 9% apurado em 2012. A pesquisa foi feita com 12.500 empresas em 44 economias. No Brasil foram pesquisadas 300 empresas.

O País com maior número de CEOs mulheres é Tailândia (49%), seguida pela Dinamarca (45%), Alemanha (40%), Latvia (38%), Estônia (30%) e Itália (29%). Na contramão, aparecem Reino Unido, Polônia, Hong Kong e Índia (todos com 4%).
De acordo com o IBR, no Brasil apenas 23% das mulheres ocupam cargos de liderança, percentual semelhante ao resultado global (24%) e menor (3 p.p) do apresentado no passado.

Apenas 14% das companhias pesquisas revelaram ter planos específicos para contratar ou promover mulheres para cargos de liderança nos próximos 12 meses. Além disso, 33% disseram não ter nenhuma mulher em posição de liderança.
“Na prática ainda é um dilema a mulher assumir cargos de liderança, tendo em vista seu perfil multitarefas. O mercado ainda exige que as mulheres tenham um perfil masculino para chegar lá. No entanto as mulheres estão correndo atrás e buscando se aperfeiçoar cada vez mais para galgar melhores colocações dentro das empresas.”, diz Ana Claudia Oliveira, sócia da Grant Thornton Brasil.

Dentre as que estão no alto escalão no País, grande parte ocupa cargos em Recursos Humanos (32%) e como diretora de vendas e Chief Finance Officer (CFO) (ambos com 27%). A pesquisa mostrou também que apenas 13% de mulheres ocupam posição no conselho das empresas brasileiras. Ainda sim, 57% apoiam a introdução de quotas em grandes companhias abertas para participação de mulheres nos boards.

Globalmente, o setor de saúde é o que possui maior percentual de mulheres em posição de liderança (45%), seguido pelo de educação e serviços sociais (44%) e hospitalidade (41%). Os segmentos de construção e imobiliário e mineração são os que menos possuem mulheres liderando (ambos com 19%).

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Carreira: seis caminhos para a liderança

Quem não quer ser promovido ou chegar a um cargo mais alto? Liderar é o sonho de muitos, mas é possível capacitar-se para chegar à liderança? Afinal, essa habilidade precisa ser vista de forma mais ampla e exercitada todos os dias. Conheça os passos certos apresentados por especialista para se tornar um bom líder

Pergunte a um gerente o que ele almeja para a carreira em 2013. Ou até mesmo a um diretor. Sempre haverá o desejo de alcançar cargos mais altos. Faz parte da ambição do ser humano, e até do plano de carreira a desenvolver ao longo da vida. No entanto, não adianta conquistar o tão almejado upgrade sem desenvolver competências importantes, como a da liderança. Afinal, responsabilidades mais elevadas significam gerir pessoas, e esse desafio não é nada fácil.

Segundo Eduardo Shinyashiki, presidente da Sociedade Cre Ser Treinamentos e especializado no desenvolvimento das competências de liderança, essa habilidade pode ser adquirida, aprendida, aprimorada e treinada e, mesmo tendo dons naturais, talentos e potenciais de liderança não são suficientes se não forem aperfeiçoados, direcionados, treinados e colocados a serviço de um objetivo.

O especialista aponta, então, as seis características essenciais para ser um líder que faz a diferença nas empresas, e conquistar, em passos mais largos, o lugar ao sol.
1) Saber liderar a si mesmo: que significa cuidar e fortalecer as competências pessoais para manter o foco e para que as interferências não desviem do resultado e da realidade desejada.
2) Ter atenção ao capital humano: para o líder, reconhecer as experiências e competências das pessoas da sua equipe é fundamental à concretização de resultados. A valorização de um ideal, um sonho, a capacidade de estimular nas pessoas entusiasmo, criatividade, dedicação, o sentimento de pertencer a algo, enfim, os valores chamados intangíveis, que não se medem em números ou com calculadoras, são considerados essenciais na construção e na manutenção de equipes sólidas e bem sucedidas.
3) Inspirar a equipe: Isso acontece quando se consegue partilhar com os colaboradores uma identidade comum que direciona atitudes e catalisa energias. O líder indica a direção e verifica a rota, transmite a missão e o significado da tarefa e das ações, orientando e, consequentemente, harmonizando os objetivos e metas individuais com a coletiva, sendo este equilíbrio a principal fonte de impulso para o sucesso da equipe.

4) Fazer acontecer: o foco do líder é manter vivas nos colaboradores as extraordinárias forças criativas, inovadoras e sinérgicas capazes de fazer planos saírem do papel. É por meio de atitudes e palavras motivadoras e inspiradoras que ele consegue manter a equipe focada nos objetivos, criando um equilíbrio que contribui para ultrapassar os limites individuais e, juntos, alcançar os resultados escolhidos.

5) Estar aberto a aprender: o líder precisa estar atento e aberto ao novo, às mudanças dos contextos, à analise dos cenários e sempre disposto a aprender. Isso permite se reinventar quando necessário e inovar, criando as estratégias adequadas para alcançar as metas.

6) Alcançar a maestria na comunicação: a comunicação é uma habilidade fundamental para alguém que lidera pessoas com a finalidade de uma maior compreensão, entendimento e alinhamento com os colaboradores. Por meio de uma comunicação eficaz, o líder fortalece nas relações interpessoais e no seu time um contexto de cooperação e integração. Aprimorar e potencializar a comunicação verbal e não verbal, permite compreender, reconhecer e acompanhar os critérios pelos quais o ser humano pensa, age e decide.

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No e-commerce, roupas, joias, calçados e eletrônicos são os mais desejados para o Dia dos Namorados

O Dia dos Namorados está chegando e deve movimentar o e-commerce brasileiro. Uma pesquisa realizada pelo MercadoLivre com mais de 2 mil internautas mostrou que a maior parte dos participantes pretende comprar pela internet o presente para celebrar a data. Na opinião de 40% das mulheres e 52% dos homens respondentes, o comércio online será o local escolhido para fazer as compras por oferecer mais opções, ser mais barato e cômodo. Em segundo vêm os shoppings, na preferência de 20% do total.

“Como podemos notar, a internet tem se popularizado cada dia mais e se tornado uma alternativa para a compra de produtos principalmente por sua praticidade e variedade de produtos apresentados. E essa pesquisa que realizamos em nossa plataforma aponta e reforça ainda mais essa tendência do mercado atual. É interessante ver que mais da metade daqueles que vão presentear, comprarão por meio das ofertas do comércio eletrônico” declara Leandro Soares, diretor de marketplace do MercadoLivre.

Quando questionadas sobre o que elas pretendem ganhar, 30% das entrevistadas apontaram as peças de roupa como o presente ideal. As joias têm a preferência de 26% delas e os calçados 25%. Os smartphones ficaram logo atrás com 23% dos votos. Já os homens preferem ganhar produtos tecnológicos e eletrônicos. Do total, 25% deles gostariam de ser presenteados com um smartphone, 22% esperam receber um presente eletrônico, enquanto 18% optariam por um tablet, e outros 14,5% por videogames. Mas as roupas também fazem sucesso com eles; 21% dos entrevistados citaram o item.

Na hora de escolher o presente para eles, elas disseram que vão presenteá-los, em sua maioria com roupas, 36%, e calçados 17%. Já 21% deles pretendem surpreendê-las com joias, 20% com roupas e 13% com calçados. Mas apesar do interesse pelos presentes, o romantismo ainda marca presença. Quando perguntados como agradariam seus amados, 45% dos participantes da pesquisa disseram que pretendem comprar um presente, além de sair para jantar na data. E para provar que vale celebrar o amor, somente 5% disseram que não comemorarão a data.

O levantamento teve como a maioria dos seus respondentes jovens na faixa dos 18 aos 34 anos. Eles representaram uma parcela de 60% dos entrevistados. Das mulheres que participaram 35% pretendem gastar até R$ 100 para presentear os amados. Já 29% deles esperam gastar entre R$ 101 e R$ 200 com mimos para as amadas. Além disso, a preferência do pagamento a vista foi unânime (mais de 45% do sexo feminino, e 40% do sexo masculino) e eles pretendem comprar os presentes com uma semana de antecedência.

Os Imperdíveis
Aproveitando a ocasião e o provável aquecimento nas vendas, o MercadoLivre desenvolveu uma página especial para os apaixonados com sugestões de presentes para eles.

Além disso, o site terá a promoção ‘Os Imperdíveis’. A página que ficará no ar somente nos dias 4 e 5 de junho e contará com promoções com até 40% de desconto. Para ter acesso às promoções as pessoas deverão entrar na página por meio do link: www.mercadolivre.com.br/osimperdiveis

“As datas comemorativas continuam sendo a melhor época para o comércio brasileiro, e o MercadoLivre enxerga essas ocasiões como uma grande oportunidade de movimentar a plataforma também. A promoção ‘Os Imperdíveis’ já acontece mensalmente com o intuito de levar tráfego e alavancar as vendas do usuário do MercadoLivre, além de oferecer uma gama de produtos diferenciados para os compradores com descontos especiais. Para essa edição especificamente, as ofertas serão todas relacionadas ao Dia dos Namorados“, declara Soares.

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Chefias são um dos principais problemas nas empresas brasileiras

No mundo do RH brasileiro costuma-se dizer que existem várias razões pelas quais uma pessoa escolhe uma empresa para trabalhar: salário, proximidade de casa, carreira desafiadora, oportunidade de estudo e até os benefícios como plano de saúde, possibilidade de viajar, entre muitas outras. Mas há só uma razão pela qual as pessoas resolvem deixar o emprego: a péssima relação com os chefes.

Segundo um levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), na década entre 2001 e 2010, a taxa de turnonver (saída de empregados das empresas por iniciativa da empresa ou do empregado) saltou de 45% para 53% ao ano. Isso significa que, para algumas empresas, em dois anos haverá uma troca quase que completa do número de empregados, o que provoca efeitos dramáticos no bom andamento dos negócios e na própria competitividade das empresas. Apenas para se ter uma ideia da magnitude desse número, nos Estados Unidos, segundo dados do Departamento de Trabalho (Bureau of Labor Statistics) em 2010 o turnover naquele país foi estimado em 3,5% no setor privado.

A perda de profissionais pode ser explicada por várias razões, mas segundo Eduardo Carmello, Diretor da consultoria Entheusiasmos e um dos 5 palestrantes no segmento de gestão de pessoas mais importantes do país, segundo o Top of Mind do jornal O Estado de São Paulo, essa elevada sangria de profissionais das empresas brasileiras tem muito a ver com o despreparo das chefias:

“De modo geral, os chefes nas empresas brasileiras se formaram há 15 ou 20 anos, em meio a uma realidade empresarial muito diversa da atual. É comum que as empresas coloquem em posição de chefia ou alguém da família controladora do negócio ou um bom técnico, alguém que fez carreira no âmbito operacional da empresa. Ocorreque nenhum destes dois perfis profissionais garantem os requisitos para alguém ser um bom chefe”, explica Carmello.

O palestrante cita como exemplo da ineficácia dessas lideranças, que leva ao êxodo de profissionais, o modo como os tipos mais comuns de chefias brasileiras chamam a atenção de sua equipe quando as coisas não vão bem. “Via de regra, eles temem personalizar a crítica e reúnem todos em uma sala, tanto os de bom quanto os de mau desempenhos. Esses chefes acham que aqueles de mau desempenho vão vestir a carapuça e os de bom desempenho não vão se importar com as críticas. Mas a verdade é que os de bom desempenho se sentem desprestigiados e terminam buscando outras oportunidades e os de mau desempenho simplesmente ignoram as críticas”, comenta o especialista.

De modo geral, as empresas não compreendem os elevados custos provocados pela perda de profissionais. Seja demitindo ou acatando um pedido de demissão, as empresas têm custos com a saída de trabalhadores. No entanto, os custos do turnover não param por aí: a empresa terá que investir tempo e dinheiro na busca de um novo profissional e, adicionalmente, gastar ainda mais no treinamento dessa pessoa. Outro custo invisível no processo: as perdas de produtividade decorrentes do período em que a empresa fica sem o profissional, assim como o período em que o substituto está sendo preparado.

Os dados do turnover de empregados no Brasil, dramáticos por si só, ajudam a explicar outro fenômeno: segundo um estudo publicado pela revista Exame em outubro de 2012, o trabalhador brasileiro gera em média perto de US$ 22.000,00 de riqueza por ano, enquanto o norte americano gera cerca de US$ 100.000,00, ou quase cinco vezes mais. Essa brutal diferença de produtividade, alerta Carmello, se explica por várias razões, como acesso a tecnologias mais modernas, melhor infra-estrutura de telecomunicações e, também, pelo elevado turnover no Brasil, que faz com que as empresas tenham que conviver com profissionais pouco experientes toda vez que um profissional melhor qualificado sai em busca de melhores oportunidades.

Segundo Luciana Tegon, Presidente da Tegon Consultoria, empresa especializada em recrutamento e seleção e programas de trainees para grandes empresas brasileiras, a alta rotatividade de profissionais afeta, também, os programas de recrutamento de jovens talentos:

“Em média, as empresas que fazem programas de trainees no Brasil perdem até 50% dos jovens selecionados a duras penas em até 18 meses após a contratação”, explica Luciana.

Segundo ela, as razões para essa perda tão elevada de jovens que entram para assumir posições de chefia no futuro se devem ao desencanto dos jovens com a cultura da organização. Muitos profissionais recém-saídos das faculdades decidem trabalhar em uma grande empresa em função de sua marca e da força que transparece. No entanto, assinala Luciana, assim que começam a trabalhar na empresa eles percebem que estão diante de uma cultura centralizadora, burocrática, engessada, que não vai permitir o avanço na carreira esperado. Muitos jovens se decepcionam, também, com as proibições que lhes são impostas como bloqueio ao uso de Internet, horário de trabalho inflexível, entre outras.

“O resultado é que mais da metade dos trainees contratados pelas grandes empresas deixam as organizações antes de se passarem dois anos. As perdas para as empresas são imensas, uma vez que elas precisam recomeçar as contratações do zero”, finaliza Luciana.

Eduardo Carmello é palestrante, consultor e Diretor da Entheusiasmos, consultoria em gestão de talentos. É reconhecido pelo Top of Mind do jornal O Estado de S. Paulo como um dos cinco mais importantes palestrantes em gestão de pessoas do Brasil, tendo aparecido no Top 5 nos últimos 5 anos.

Luciana Tegon é Presidente da Tegon Consultoria, empresa especializada em recrutamento e seleção para grandes empresas, bem como pela gestão de programas de trainees baseados na adaptação à cultura da empresa.

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Excesso de faltas = Empresa Doente

Não é força de expressão, considerarmos o Absenteísmo Médico Elevado – a popular falta de assiduidade – como uma “Doença Institucional”, da qual padecem empresas dos mais variados ramos da economia. É uma doença silenciosa que vai consumindo as energias da empresa sem que ela se dê conta disso. Uma doença que atenta contra a imagem da empresa junto à sociedade e ao INSS. Sendo então penalizada duplamente por isso. Primeiro, porque paga pelo trabalho não executado e tem de repor o faltante com outro trabalhador e segundo, acumula o ônus da Doença não curada, persistente e muitas vezes objeto de ação judicial.

O Dr. Armando Lepore Junior, diretor Médico da SAFE Saúde e Segurança – parceira da Pactum Consultoria Empresarial – destaca que essa doença tem cura. Em alguns pontos anacrônico, o ordenamento legal brasileiro existe e deve ser usado a favor da empresa em sua plenitude. Dotada de um Serviço Médico atuante, ético e preparado, a empresa pode “se tratar deste mal”, o remédio às vezes pode ser amargo, mas pode curar. E depois de passada a fase mais dolorosa da doença, o monitoramento constante garante a longevidade do processo, afastando as recaídas. Lepore ressalta que “se a empresa investe em prevenção, um bom nível de comunicação interna e uma equipe médica capacitada, são a melhor vacina contra esse mal.”

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PROTESTE aconselha consumidor a não gastar ainda com o 4G

A PROTESTE Associação de Consumidores e a Associação dos Engenheiros de Telecomunicações (AET) enviaram nesta segunda-feira (29), à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), um ofício por meio do qual questionam os primeiros passos da internet móvel com tecnologia de quarta geração (4G) no Brasil e pedem esclarecimentos.

Para a entidade, a Anatel não deveria permitir a comercialização de planos que se dizem 4G, mas cuja cobertura ainda é restrita. Tem aparelho sendo vendido que sequer opera na banda de 2,5GHz, que é adequada ao 4G, pois tem grande capacidade para tráfego de dados, mas tem pouca abrangência.

De acordo com a PROTESTE, o lançamento do 4G pode ser caracterizado como propaganda enganosa porque aparelhos e planos mais caros acabarão por ser operados em frequências destinadas ao 3G. “Ou seja, depois de assinar o contrato de fidelidade com a operadora e se dar conta da limitação, o consumidor que precisa transmitir e receber grande quantidade de dados se sentirá enganado”, observa Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da PROTESTE.

A frequência com mais abrangência é a do 700 MHz, cujas regras para operação ainda estão em discussão por meio de consulta pública. Ou seja, o aparelho que não operar no 2,5 GHz, irá funcionar na rede 3G, até que a rede dos 700 MHz esteja implantada.

Como há equipamentos sendo vendidos como 4G que não operam na frequência de 700MHz, quando esta frequência estiver sendo utilizada pelas teles, o consumidor vai ter que trocar de aparelho, sendo que já pagou caro pelo que comprar agora. Não é aconselhável o consumidor investir em uma tecnologia ainda cara, compatível com poucos celulares e disponível ainda em poucas regiões de algumas cidades.

Há dúvidas sobre em quais faixas de frequência funcionará o serviço, que começou a ser oferecido semana passada pelas operadoras, de olho nas vendas para o Dia das Mães. Inicialmente o 4G funcionará na frequência de 2.5 Ghz, com baixo desempenho para locais fechados, o que implicará na necessidade de utilização de outras faixas de frequência relativas ao 3G e 3G Plus para se obter as velocidades prometidas.

As associações também pedem no Ofício para a Anatel informar em quais cidades e sites estão instaladas as antenas capazes de servir de infraestrutura para suporte do 4G. Pelo cronograma definido pela Agência, as operadoras têm até amanhã para por em operação as redes de 4G nas seis cidades que vão sediar a Copa das Confederações entre 15 e 30 de junho.

A PROTESTE constatou que foram homologados pela Anatel 11 modelos de aparelhos que operam na frequência de 700 Mhz, que seria adequada para o 4G. As operadoras e fabricantes estão oferecendo modelos de aparelhos, a preços superiores a R$ 1.800,00, como compatíveis com a nova tecnologia, mas que ou não operam na frequência 2.5GHz, ou não operam na frequência dos 700 MHz.

A Associação alerta a Agência para a necessidade de se orientar os consumidores a respeito dos aparelhos e suas características quanto à adequação às diferentes frequências e ao risco de adquirirem equipamentos caros que deverão ser trocados num curto espaço de tempo, uma vez que há aparelhos vendidos atualmente, configurados para as faixas já leiloadas – de 2,5 giga-hertz (GHz) – que não poderão ser usados na frequência de 700 mega-hertz (MHz), com previsão de ser leiloada no ano que vem.

Sequer foi encerrado o processo de regulamentação dos termos de uso das radiofrequências na faixa de 698 MHz a 806 MHz (Consulta Pública 12, com prazo de contribuições que se estende até dia 5 de maio). Isto significa que ainda será preciso aguardar a edição da norma pela Anatel, o período de consulta pública para o edital de licitação destas radiofrequências e, posteriormente, a licitação em si. Só então as operadoras vencedoras começarão a operar.

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Soluções tecnológicas podem elevar vendas em 50%, aponta pesquisa da Motorola Solutions

Segundo pesquisa de comportamento de consumo na América Latina da Motorola Solutions, Inc. (NYSE: MSI), 65% das vendas não realizadas poderiam ser evitadas se o vendedor contasse com alguma solução tecnológica que permitisse pedir o item desejado a outra filial ou oferecer a entrega no domicílio do consumidor. Desse modo, o estudo revelou que as lojas poderiam aumentar os lucros ao proporcionar melhor serviço, visto que 39% dos pesquisados indicaram que gastariam até 50% a mais nas lojas com um melhor atendimento, enquanto 21% estariam dispostos a gastar 10% a mais.

Como reforço disso, os resultados demonstram que 23% dos consumidores que entram numa loja saem sem completar a compra em sua totalidade. Dessas vendas não concretizadas, apenas 38% dos compradores realizam sua compra na mesma loja, enquanto 47% vão para a concorrência. Esses resultados fazem com que cada vez seja mais notória a necessidade dos varejistas de adotar tecnologias para aumentar a produtividade e eficiência de seus negócios.

A pesquisa de comportamento de consumo da Motorola Solutions para a América Latina (Holiday Shopper Survey) foi desenvolvida para revelar as experiências e atitudes no que diz respeito à utilização de determinadas tecnologias dentro da loja, com o intuito de melhorar a experiência de compra dos clientes. O estudo, realizado pelo segundo ano consecutivo, foi feito no México e no Brasil em dezembro de 2012. As pesquisas, efetuadas pela Research Now, incluíram mais de 430 consumidores e 115 supervisores de lojas.

Pontos importantes

• Os consumidores que não concretizaram suas compras em uma loja deixaram de gastar aproximadamente US$ 108 no México e US$ 162 no Brasil.
• Do total de consumidores que não concretizaram suas vendas, 62% não regressam à loja original.
• Quase três quartos dos consumidores pesquisados acreditam que os postos de informações ajudam os vendedores a oferecer um melhor serviço aos clientes.

“A experiência de compra dos consumidores pode ser aprimorada significativamente com a incorporação de soluções tecnológicas, pois elas permitem ao vendedor contar com informações em tempo real e realizar a venda de maneira mais efetiva. O estudo realizado para a Motorola Solutions demonstra claramente que o serviço de atendimento ao cliente tem relação direta com a decisão de compra. Por isso, os vendedores devem contar com todas as ferramentas necessárias para oferecer a melhor qualidade de serviço possível e garantir que as vendas sejam concretizadas”, diz Miguel Martinez Noguerol, vice-presidente Corporativo de Vendas e Operações, América Latina e Caribe
Sobre a Motorola Solutions A Motorola Solutions é provedora líder mundial em soluções e serviços de comunicação de missão crítica para governos e empresas. Com suas inovações e tecnologia de comunicação, ajuda seus clientes a fazerem o seu melhor, nos momentos que realmente importam. A Motorola Solutions opera na Bolsa de Valores de Nova York como “MSI”. Para mais informações, acesse: www.motorolasolutions.com.

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Pesquisa da Intel revela o papel do computador na vida das mães brasileiras

Uma pesquisa realizada pela Intel no Brasil levantou dados sobre o papel do computador e demais itens de computação na vida da mulher brasileira em diversos estados de sua vida. Os dados demonstram a capacidade dos computadores assumirem um papel crítico na vida das mães durante a criação dos filhos e o manejo da dinâmica familiar.
O estudo qualitativo acompanhou o dia-a-dia de famílias brasileiras em São Paulo e Recife para traçar um perfil de como essas famílias se relacionam com a tecnologia. Foram acompanhadas famílias em vários estágios da vida: sem filhos, com filhos pequenos, com filhos adolescentes e com filhos adultos. Os dados demonstraram que as mães consideram o computador um item fundamental em todas as etapas do desenvolvimento familiar, funcionando hora como ferramenta de suporte à renda familiar, hora como elo de comunicação entre a família.

Figura 1 – Papel do computador na vida das mães nos diferentes estágios da vida familiar

Acesso a computadores e Internet é fundamental

“A família brasileira já está plenamente inserida na vida digital. Mesmo nas casas onde ainda não temos um computador, o acesso à internet em LAN Houses, telecentros, empregos ou casas de amigos e familiares já transformou o computador em uma ferramenta indispensável para auxiliar as mães durante a vida.” afirma Maô Guimarães, Gerente de Pesquisa da Intel. “Entretanto, o papel do computador muda radicalmente durante a vida dessa família, fazendo o papel de ferramenta de trabalho, de lazer, e principalmente de educação dos filhos.”

Para as mães, o computador funciona como uma central de informação sobre a criação dos filhos, ferramenta para troca de experiências e conhecimento com outras mães na família ou no círculo de amigos, e também como ferramenta de educação e socialização dos filhos pequenos. Os filhos adolescentes tornam-se o foco da preocupação das mães, que acreditam que ter um computador disponível no lar dará aos pais maior controle sobre o que os filhos fazem na Internet. O computador também funciona como uma ferramenta de lazer simples, de fácil acesso e barato, realizando hoje um papel que em décadas passadas cabia à TV.

Quando os filhos estão adultos, o computador torna-se uma das principais ferramentas de contatos entre a mãe e os filhos, em especial quando estes estão estudando/trabalhando em outra cidade. O computador se transforma no centro da vida social e também do lazer de muitas mães, ajudando a diminuir a sensação de solidão e abandono familiar. Neste estágio, as mães estão retomando sonhos antigos e veem no computador uma ferramenta poderosa de realização pessoal. “Neste estágio, a mãe considera cumprida a sua missão de educar e preparar os filhos, e ela finalmente pode usar o seu computador em benefício próprio: buscando novos e velhos amigos nas redes sociais, descobrindo novos caminhos para a vida e sentindo-se muito mais conectada e informada sobre o mundo” complementa Maô.

Computador como ferramenta de educação para toda a família

As mães fazem a associação entre o computador, a educação e o emprego em todas as etapas da vida. O acesso à internet e à ferramentas de computação possui um papel que vai muito além da educação apenas dos filhos: é uma fonte de informação, emprego e estudo também para as próprias mulheres. As mulheres com filhos pequenos ou adolescentes entendem que o computador é uma ferramenta indispensável para a educação dos filhos, tanto como ajuda nos trabalhos escolares como ferramenta para pesquisas e busca do conhecimento por conta própria, sob a orientação dos pais.

Se durante a criação dos filhos a mãe está disposta a realizar sacrifícios em prol da educação da nova geração, a mulher sem filhos ou com filhos adultos ainda vê o computador como item essencial para a sua própria educação, preparação profissional e eventual fonte de renda adicional.

Realização pessoal das mulheres

Educação, trabalho, cultura e autonomia pessoal são os valores que as mulheres esperam conseguir quando adquirem um computador para a família. O dispositivo é altamente reconhecido como um meio para que a mulher alcance a realização pessoal e profissional, melhorando a autoestima, e transformando-se em uma fonte de felicidade e realização.

computadores são fontes de felicidade e realização para as mulheres
“Com a posse de um computador, muitas mães esperam ter maior acesso à educação, às oportunidades de trabalho, ao lazer e aos serviços e facilidades que a sociedade oferece. Muitas mulheres acreditam que a compra de um computador é como uma transição para um novo patamar de vida, agora mais inseridas e participativas socialmente”, afirma Maô Guimarães.

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