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Dinheiro é o mais importante para ser feliz no trabalho?

Uma rápida busca no Google sobre “felicidade” traz inúmeros resultados, desde livros – de autoria do Dalai Lama e Eduardo Giannetti a Lair Ribeiro e Gabriel Chalita –, seminários, workshops, palestras a reportagens jornalísticas sobre o tema. A questão ganhou tanta relevância que a ONU mantém, desde 1972, o indicador de Felicidade Interna Bruta (FIB), e há até uma companhia multinacional que possui seu próprio índice, que mede bimestralmente o nível de felicidade dos seus funcionários. Ou seja, querem quantificar o nível da “qualidade ou estado de feliz; estado de uma consciência plenamente satisfeita; satisfação, contentamento e bem-estar” deles, de acordo com a definição do Grande Dicionário Houaiss de Língua Portuguesa para o vocábulo.

Atualmente, o tema felicidade no trabalho é a bola da vez no mundo corporativo e uma das prioridades das áreas de Recursos Humanos. Muitas pesquisas têm sido feitas por diversas instituições exatamente para lançar algum entendimento sobre o tema que, por ser uma novidade, é bastante abstrato e até cercado de muito romantismo. Isso ocorre porque o assunto é de grande complexidade e invariavelmente é incluído entre os conceitos e melhores práticas de RH, como clima organizacional, engajamento e política de retenção de talentos profissionais.

Para tentar desvendar o significado de felicidade no trabalho, o Ateliê de Pesquisa Organizacional (www.ateliedepesquisa.com.br) divulga um estudo inédito sobre o tema. Com abordagens qualitativas (quatro grupos de discussão) e quantitativas (200 entrevistas), gestores e não gestores de companhias estabelecidas em São Paulo e no Rio de Janeiro responderam e indicaram o entendimento e a experiência que possuem da própria felicidade no trabalho. O propósito central do estudo foi conhecer e abordar, de forma dinâmica e profunda, como esses profissionais percebem e caracterizam a condição de felicidade nas empresas em que trabalham.

Em síntese ( veja mais detalhes da pesquisa, abaixo), o que a pesquisa revela sobre felicidade no trabalho para os profissionais ouvidos? Eles mesmos apontam: é ganhar dinheiro, relacionar-se com pessoas, ter desafios, trabalhar em equipe. É contar com relações seguras e confiáveis entre colegas, ser reconhecido, sentir-se motivado, satisfeito, competente e alegre na empresa, entre outros sentimentos.

Outro tema pesquisado, e também relevante, diz respeito à infelicidade no trabalho. Os participantes da pesquisa apontaram várias compreensões: ter disputas internas, sofrer pressões, ambiente tenso, colegas fingidos, adoecimentos, pouco tempo para coisas pessoais, ausência de reconhecimento e líderes inadequados, entre outros fatores.

O estudo produziu algumas conclusões. Uma delas indica os fatores individuais bastante presentes na determinação do estado de (in)felicidade dos profissionais, e também a influência dos fatores externos e coletivos, com ênfase, porém, um pouco menor do que se costuma considerar. Outra conclusão provoca uma reflexão sobre a novidade (ou não) do conceito de felicidade no trabalho, uma vez que os próprios profissionais quando a definem usam conceitos como motivação, realização no trabalho, clima e ambiente, que são velhos conhecidos da área de Recursos Humanos.
A seguir, os principais resultados e a metodologia do estudo inédito sobre felicidade no trabalho, desenvolvido pelo Ateliê de Pesquisa Organizacional.

PESQUISA “FELICIDADE NO TRABALHO” – PRINCIPAIS RESULTADOS

Felicidade em relação ao trabalho

– Para 78%, o dinheiro é um fator que se sobrepõe a todos os outros.

– Para 79% dos entrevistados, eles estão felizes ou muito felizes em relação ao trabalho; apenas 7% consideram-se infelizes ou muito infelizes.

– Para 46%, eles são os responsáveis e não a empresa pela própria felicidade no trabalho.

Mulheres vs. homens

– Entre as mulheres, 84% consideram-se felizes ou muito felizes em relação ao trabalho. – Entre os homens, 75% consideram-se felizes ou muito felizes em relação ao trabalho.

Paulistas vs. cariocas

– Os cariocas (85%) consideram-se felizes ou muito felizes em relação ao trabalho.

– Os paulistas (71%) consideram-se felizes ou muito felizes em relação ao trabalho.

– O dinheiro tem muito mais peso para os cariocas (84%) do que para os paulistas (73%).

Excesso de trabalho

– Trabalhar é importante para o crescimento pessoal e profissional, disseram 45% dos entrevistados; 44% disseram que trabalham para sentir-se realizado.

– Para 57%, trabalhar mais de 8 horas por dia é motivo de satisfação. Apenas 17% responderam que trabalhar além do horário é motivo de insatisfação.

O que deixa feliz no trabalho

– Para 49%, relacionar-se com pessoas é uma das situações que deixa feliz no trabalho. Para 41%, trabalhar em equipe é a principal situação.

– Para 68%, quando estão felizes no trabalho, sentem-se motivados.

– Para 36% (60% deles do Rio de Janeiro), nada os deixa infelizes no trabalho.

– Para 48%, a infelicidade no trabalho traz o sentimento de desmotivação.

Saúde

– A maioria dos entrevistados (63%), não tiveram qualquer problema de saúde nos últimos meses. Mas 37% deles apontaram estar sofrendo de dor de cabeça (43%), cansaço exagerado (25%) e dor de estômago (18%), entre outros adoecimentos.

Percepção dos entrevistados (Qualitativa)

Os profissionais entrevistados na etapa qualitativa expressaram sua percepção a respeito do tema felicidade e infelicidade, por meio de 80 fotos. Cada participante elegeu entre duas e três imagens que melhor representavam o sentimento de felicidade no trabalho. Depois, cada um explicava suas escolhas e associações.

– Imagens de dinheiro e sucesso foram selecionadas em todos os grupos.

– Houve total consenso de que as imagens traziam símbolos de felicidade.

Metodologia

– Entrevistados, por gênero: 40% mulheres e 60% homens.

– Faixa etária: 28 e 45 anos.

– Tempo de trabalho na empresa:8 a25 anos.

– Empresas com mais de mil funcionários (65%) e500 a1.000 funcionários (35%).

– Grau de instrução: 100% com formação superior.

– Segmento das empresas: indústria (51%), comércio (31%) e serviços (18%).

– Remuneração anual: R$ 50 mil a R$ 150 mil (84%); R$ 150 mil a mais de R$ 300 mil (16%).

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Metade dos usuários de smartphones dorme com aparelhos por perto

Atualmente, o relacionamento entre os consumidores e os seus equipamentos móveis, principalmente smartphones, ficou mais pessoal do que nunca. O Norton Report 2013, estudo da Norton, marca da Symantec, revela que o 50% dos pesquisados dormem com seus telefones ao alcance das mãos. Cerca de 25% consultam seus dispositivos durante um jantar com amigos e 49% se aborrecem caso esqueçam o seu celular depois que saiu de casa.

Em meados da década de 80, quando os PCs começaram a sua trajetória de popularização nos lares mundo a fora, esta relação dos usuários com os seus equipamentos não era tão intensa e próxima. Neste sentido, hoje, as pessoas estão mais cientes dos perigos online para computadores e seguem à risca precauções para protege-los das ameaças digitais. 70% dos entrevistas utilizam uma solução de segurança em seus computadores, é o que aponta o relatório da Norton.

Porém, quando ingressam no ambiente móvel, os usuários ainda não tomam as medidas básicas de segurança digital: quase metade dos brasileiros (47%) não tem conhecimento da existência de soluções de segurança para smartphones e tablets. Além disso, não usam nenhum método de proteção dos dispositivos móveis, como senhas e software de segurança ou realizam backup de arquivos.

Neste contexto, os smartphones e tablets devem ser vistos como mini-computadores que possuem dados pessoais e sigilosos armazenados, o principal ativo de interesse dos criminosos virtuais. Ao todo, no Brasil, 57% dos internautas móveis foi vítima de algum tipo de crime online a partir de celular conectado à Internet. Veja baixo o infográfico que a Symantec elaborou sobre o Norton Report 2013.

Relatório completo: http://www.symantec.com/pt/br/about/news/resources/press_kits/detail.jsp?pkid=norton-report-2013

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Segmento de aplicativos móveis pode alavancar o setor de software e serviços

O mais recente estudo divulgado pela ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) com o IDC (International Data Corporation) apontou um horizonte bastante promissor para o mercado de TI nacional. O setor cresceu 41,6%, em 2012, e uma das expectativas da pesquisa é de que o Brasil seja o país que terá maior crescimento em investimentos em TI, em 2013. Crescemos 26,7% com o mercado brasileiro de software e serviços, em 2012, mas ainda continuamos respondendo apenas por 3% do mercado mundial, com um mercado formado por 86% de micro e pequenas empresas.

Apesar dos números positivos, o setor ainda tem muitos desafios a superar para manter sua evolução e tornar-se mais competitivo. Representando 42,2% dos investimentos em software no Brasil, em 2012, o segmento de desenvolvimento de aplicativos pode ser uma grande oportunidade para superar esse desafio.

Se avaliarmos a mensagem deixada pelo professor Eduardo Costa, consultor e diretor geral do ÁgoraLab, que esteve presente no ABES Software Conference 2013, em agosto, cujo o tema foi os “ Desafios e Oportunidade em Inovação e Fomento para a Indústria Brasileira de Software e Serviços”, entenderemos que a solução para iniciativas inovadoras de sucesso em TI está na compreensão das necessidades do cidadão para que a tecnologia seja colocada a serviço do ser humano.

Já somos um país de 265 milhões de aparelhos celulares, segundo dados da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) de junho deste ano. As vendas de smartphones no país subiram 110% no segundo trimestre, em relação ao mesmo período do ano passado, para 8,3 milhões de unidades, segundo levantamento do IDC Brasil. A grande demanda por esse “ device” gera um enorme fluxo de dados e com eles diversas novas necessidades dos usuários, maior oportunidade para as empresas se conectarem melhor e com novos públicos.

A recente publicação da portaria nº 87 do Ministério das Comunicações que prevê isenção de impostos sobre smartphones fabricados no Brasil, que contenham um pacote mínimo de aplicativos nacionais é um grande incentivo e oportunidade para os desenvolvedores nacionais.

Os números desse estudo apontam claramente para um mercado formado, em sua grande maioria, por pequenas empresas que necessitam de incentivo, suporte e um ambiente de negócios favorável para que possam crescer. Temos ainda um caminho longo pela frente, mas em contrapartida, contamos com um mercado em franca ascensão, com grandes demandas, que necessitam, fundamentalmente, de conhecimento local e experiência neste mercado para explorar qualquer oportunidade.

Jorge Sukarie, -presidente do Conselho da ABES e presidente da Brasoftware, um dos mais tradicionais revendedores de software, com mais de 26 anos de atuação no mercado brasileiro.

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Redes sociais: 51,4% utilizam para fins corporativos na América Latina

Pesquisa realizada pela ESET América Latina revela que o uso das redes sociais para estudar e trabalhar se aproximou ao uso para entrar em contato com amigos e familiares. A pesquisa afirma que 51,4% dos usuários da região utilizam suas redes para fins corporativos.

Embora comunicação com amigos e família (85,6%) e estudo (53,6%) serem as razões mais mencionadas de uso pelos usuários pesquisados, um pouco mais da metade (51,4%) compartilha dados corporativos e dizem que o uso para trabalho está como terceiro motivo mais importante, demonstrando que as empresas e os usuários também utilizam esses meios para desenvolver suas tarefas de trabalho diárias.

Diante da pergunta “que tipo de dados você compartilha em redes sociais?”, 49,1% afirmaram que compartilham informações de trabalho comparados a 55,3% que enviam informações pessoais e 53,4% que publicam notícias. As redes sociais podem ser utilizadas de forma positiva e proveitosa pelas empresas devido a características como massividade e instantaneidade, entre outras.
No entanto, implementar políticas de segurança adequadas para limitar o uso dessa tecnologia nos meios corporativos é fundamental para resguardar os ativos mais importantes de todo negócio: a informação.

“Na ESET América Latina acreditamos que o posicionamento que as companhias devem adotar é de respeito ao uso livre de smartphones (BYOD – Bring your own device – Traga seu próprio aparelho) e redes sociais, e da mesma forma a empresa deverá avaliar os benefícios e riscos; Além disso, é imprescindível que independentemente de permitir ou restringir uso dessas tecnologias, se adotem medidas de segurança permanentes” conta André Goujon, Especialista de Awareness & Research de ESET América Latina.

Levando em conta que 70,5% dos entrevistados usam algum tipo de dispositivo móvel para acessar as redes sociais, no caso de permitir o seu uso, a gestão de segurança implica na utilização de uma solução de segurança configurada adequadamente para as contas corporativas nas redes sociais com ativação por dupla autenticação. Em caso contrário deve se utilizar, por exemplo, um software que facilite a restrição do acesso a este tipo de serviço.

Existem muitas ameaças que podem atacar usuários de redes sociais, entre elas códigos maliciosos, phishing, scam (fraudes), publicações/posts maliciosos e identidade falsa, entre outros.

Dessa forma, 41,1% dos entrevistados confirmaram ter encontrado publicações suspeitas em suas contas. “Não necessariamente se trata de um ataque, mas é importante ter cuidado com publicações estranhas e evitar clicar nos links desconhecidos. Por exemplo, existe um malware como o Dorkbot que utiliza o chat de conversação do facebook para se propagar”, completa Goujon.

O guia completo de segurança em redes sociais produzido pela ESET América Latina está disponível em http://www.slideshare.net/ESET_Brasil/guia-de-segurana-em-redes-sociais-eset. Contém dicas úteis e orientações para se proteger nesse tipo de redes sociais.

A análise completa dos resultados da pesquisa se encontra em http://blogs.eset-la.com/laboratorio/2013/08/21/51-usuarios-latinoamericanos-utiliza-redes-sociales-fines-corporativos.

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Networking virtual já supera presencial, aponta pesquisa da Robert Half

A porcentagem de brasileiros adeptos ao networking virtual já ultrapassou a daqueles que costumam fazer o presencial (83% versus 72%), de acordo com pesquisa realizada pela Robert Half com 651 executivos brasileiros. Apesar de os números mostrarem essa nova realidade, 80% afirmaram não recomendar para oportunidades de emprego profissionais que conhecem apenas virtualmente.

Quando questionados se deixaram de realizar o networking presencial depois de aderirem ao virtual, 19% responderam que sim e 81% disseram que passaram a realizar as duas formas de contato. Para Fábio Saad, gerente sênior da Divisão de Finanças da Robert Half, a conciliação das duas práticas é a mais indicada. “Muitas pessoas, por timidez, optam por fazer o primeiro contato pelas redes sociais para depois iniciar uma aproximação maior. E quando já se tem um contato pessoal, fica mais fácil estabelecer o virtual depois”, afirma o executivo.

Em relação ao meio mais eficiente de networking, 57% dos entrevistados afirmaram que o contato presencial era o melhor para ampliar e fortalecer suas redes de contato, ante 21% que optaram pelo virtual e outros 21% que disseram optar pelas redes sociais. “As três opções se complementam e os profissionais precisam apenas saber como utilizá-las corretamente para tirar o melhor de cada uma”, ressalta Saad.

A pesquisa mostra que metade dos executivos tenta realizar encontros presenciais com os amigos e conhecer novas pessoas de um a três dias por mês, enquanto 20% afirmaram que a frequência varia de três a cinco vezes e cerca de 15% fazem essas reuniões mais de dez dias por mês.

Além de ampliar a rede de contatos, parcerias e negócios, o networking é uma ótima ferramenta para profissionais em busca de oportunidade de trabalho ou recolocação no mercado. “O indicado é listar pessoas interessantes para conhecer e fazer o contato. Algumas vão ignorar e outras não. Em uma dessas tentativas pode ser que o profissional encontre um recrutador que esteja em busca de um perfil como o dele”, conclui Saad.

O levantamento da Robert Half foi realizado com 651 executivos, entre junho e agosto deste ano, sendo 82% deste total composto por gerentes e diretores, 15,3% por analistas e coordenadores e 3,7% por C-Levels. Já em relação à faixa etária, 40% dos entrevistados tinham entre 41 e 50 anos, 37% de 31 a 40, 20% com 51 anos ou mais, 2,8% entre 25 e 30 e 0,2% até 24 anos.

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Você tem medo de perder o emprego?

Por Meiry Kamia

É comum, e até esperado, que empresas que passem por processos de fusões, aquisições ou mesmo estruturações profundas, sofram mudanças no quadro de funcionários. O grande problema é quando você faz parte desse quadro. As empresas anunciam as mudanças e os problemas começam: diante do cenário de incertezas o nível de ansiedade e nervosismo aumenta, tornando as pessoas mais irritadiças. As tensões e atritos entre os funcionários crescem e, com eles, os erros no trabalho. A liderança se vê acuada tendo que lidar com funcionários insatisfeitos, irritados e pressionados por uma carga de trabalho maior, principalmente quando têm que trabalhar com pessoas novas e inexperientes.

Quando se está do lado de fora da situação a solução sempre parece mais fácil. O problema é quando se está passando pela situação. Lidar com o estresse, a frustração, a irritabilidade sua e dos colegas e, ao mesmo tempo, ter que alcançar as metas da empresa, torna-se cansativo e desgastante.

Mas saiba que é possível amenizar os efeitos negativos que um processo de mudanças no trabalho pode trazer. Veja algumas dicas para reduzir o estresse e ser feliz mesmo quando as situações externas se mostram adversas à nossa vontade.

1. Mantenha atitude positiva: atitude é uma predisposição interna, que nos ajuda a tomar decisões e que nos levam à ação. Manter uma atitude positiva nos processos de crise significa manter-se otimista. O que diferencia as pessoas que enxergam oportunidades enquanto outras só enxergam problemas em momentos de crise é justamente a forma como elas enxergam a situação e se posicionam frente a elas. Os que enxergam oportunidades são otimistas, enquanto os que só enxergam problemas são pessimistas. Problemas todos nós teremos em algum momento na vida, mas a forma como iremos passar pelas dificuldades é uma questão de escolha. Uma forma saudável de manter a atitude positiva é refletir sobre o que se ganha com a situação. Toda experiência traz um aprendizado, você pode se perguntar “que virtude estou aprendendo e/ou exercitando por meio dessa experiência?”, “será que estou tendo que aprender a ser mais paciente? Mais determinado? Mais humilde? Mais confiante? Como essa experiência me torna mais sábio e como ela me fortalece?”

2. Evite valorizar os problemas: num processo de mudança organizacional é natural que surjam mais problemas do que o normal. Entretanto, reclamar o tempo todo não ajudará a solucionar os problemas, ao contrário, quanto mais você pensar e falar sobre os problemas maiores eles se tornarão. Procure focar na solução dos problemas, pense de forma proativa e seja prático. Escolha fazer parte da solução e não dos problemas. Ao fazer parte da solução você, mesmo sem perceber, fez a escolha de ter sucesso profissional. Você deixa a sua marca no mundo pelo que faz e não pelo que tem intenção de fazer. E sempre existe um “caça-talentos” em busca de um funcionário proativo e com perfil empreendedor.

3. Não misture problemas da empresa com problemas pessoais: não permita que o medo de não conseguir pagar suas contas atrapalhem o seu desempenho no trabalho. Da mesma forma, não carregue as preocupações e chateações para dentro do seu lar. Em momentos de crise, procure focar no que tem que ser feito. Faça e pronto. Procure não “ruminar” situações. A praticidade nessas horas é importante. Foque no momento presente, se está em casa, foque nos seus familiares e curta o conforto do seu lar. Descanse. Se estiver no trabalho, foque no que tem ser feito e esqueça-se dos problemas domésticos. O estresse ocorre justamente quando a pessoa não consegue se desvencilhar dos pensamentos e preocupações, de forma que quando está no trabalho mantém o pensamento em casa, e quando está em casa pensa no trabalho. Quando isso ocorre aumenta as chances de cometer erros porque o corpo está presente, mas a mente está vagando.

4. Controle a ansiedade: as situações de mudanças causam insegurança. É normal que haja preocupações do tipo “será que serei o próximo a ser dispensado?”, “até quando durará tudo isso?”, etc. A ansiedade é causada pelo medo da incerteza do futuro. A ansiedade pode trazer pensamentos catastróficos e irreais. Há pessoas que só de pensarem em perder o emprego já se vêm debaixo da ponte e passando fome. Esse tipo de pensamento é irreal. Mas o problema é que se esse tipo de pensamento não for controlado ele pode desencadear problemas de saúde reais como síndrome do pânico, depressão, problemas cardíacos, pressão alta, etc. A ansiedade surge pela sensação de falta de controle sobre a situação. Uma das formas de amenizar a ansiedade é focar no momento presente. O momento presente dá sensação de controle e isso ameniza a ansiedade. Toda vez que os pensamentos catastróficos ameaçarem sua mente, afaste-os! Respire fundo e foque a atenção para o que estiver fazendo.

5. Faça o seu melhor sempre e confie!: mesmo sem perceber você está sendo observado. Mesmo que a empresa tenha anunciado cortes e que você esteja no meio deles, procure entregar o melhor trabalho até o período final. O mercado carece de trabalhadores proativos, com iniciativa, que entregam bons resultados. Se você faz um bom trabalho, você deixa uma marca positiva por onde passa. Sem você saber as pessoas comentam sobre você. Isso é marketing pessoal. Essas informações, com certeza, chegarão às pessoas interessadas em você. Sendo assim, a preocupação só ocorre para quem não tem certeza sobre a qualidade do seu próprio trabalho. Lembre-se: o bom trabalhador nunca fica desempregado.

Meire Kamya: Palestrante, Psicóloga, Mestre em Administração de Empresas e Consultora Organizacional. Site: www.meirykamia.com.

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Uso da banda larga móvel cresce 30% ao ano, mas exclusão digital persiste, aponta relatório da ONU

O uso de banda larga móvel está aumentando a uma taxa de 30% ao ano, o que faz dela a tecnologia que mais cresce na história, afirmou o novo relatório de ‘Estado da Banda Larga’ da União Internacional de Telecomunicações (UIT) e da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) lançado no sábado (21).

Até o final de 2013, haverá três vezes mais conexões de banda larga móvel do que conexões de banda larga fixa, estima o relatório.

Singapura lidera o uso de banda larga móvel per capita no mundo com 123,3% de conexões. Já a Suíça lidera nas conexões de banda larga fixa per capita, com mais de 40%. A Coreia do Sul continua tendo a mais alta penetração doméstica de banda larga, com mais de 97% das casas equipadas com essa tecnologia.

O Brasil ocupa a 44ª posição no ranking mundial de penetração da banda larga móvel per capita, com 36,6%, e a 25ª posição no percentual de domicílios com internet entre os países em desenvolvimento, como 45,4% dos lares equipados com essa ferramenta.

Em termos do uso da internet, já existem mais de 70 países onde mais de 50% da população está online. Os dez principais estão todos localizados na Europa, com exceção da Nova Zelândia, que ocupa a 8ª posição e o Catar na 10ª posição. O Brasil está na 72ª posição com 49,8% da população online.

“Enquanto mais e mais pessoas estão online, mais de 90% dos habitantes dos 49 países menos desenvolvidos do mundo permanecem totalmente desconectados”, disse o secretário-geral da UIT, Hamadoun I. Touré.

“A internet e, particularmente a banda larga, se tornou uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento social e econômico e precisa ser priorizada, mesmo nas nações mais pobres do mundo. Tecnologia combinada com conteúdo e serviços relevantes podem nos ajudar a fechar as lacunas de desenvolvimento em áreas como saúde, educação, gestão ambiental e capacitação de gênero”, acrescentou.

Pela primeira vez, o relatório também inclui um novo dado, a igualdade de gênero no acesso à banda larga até o ano de 2020. Segundo a UIT, no geral, as mulheres são menos propensas a ter acesso à tecnologia do que os homens.

A agência de telecomunicações da ONU acrescentou ainda que, enquanto a diferença é relativamente pequena nos países desenvolvidos, ela é enorme nos países de baixo desenvolvimento.

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Região Sul do Brasil é a mais sensível a preços da América Latina

Com indicadores socioeconômicos que se aproximam da realidade de países desenvolvidos e com 40% dos shoppers (aquele que decide a compra) nas classes altas (A e B), o Sul do Brasil se posiciona com um consumo mais criterioso e racional que as demais localidades do país. Tal afirmativa é da nova pesquisa da Nielsen (www.br.nielsen.com), provedora global de informações e insights sobre o que o consumidor assiste e compra.

A pesquisa também destaca a sensibilidade da população do Sul em relação a preços dos produtos. “56% das marcas nacionais, que apresentaram um bom desempenho, reduzem seu índice de preço frente à categoria, reforçando tal cenário na região e, quando comparado até a outros países da América Latina, o Sul é o que possui maior elasticidade nesse quesito“, afirma Daniel Silveira, analista de mercado da Nielsen.

Com 92% da população nas classes A, B e C, o peso dos gastos em bens secundários e terciários é maior, uma vez que o consumo primário já está consolidado há alguns anos. “O volume movimentado nas cestas de consumo – predominantemente bens primários (alimentação e bebidas) – dos três estados teve uma retração maior que a média nacional, principalmente pela qualificação do consumo ocorrer em menor intensidade por aqui”, explica Silveira.

Regionalismo – 90% do varejo do Sul, considerando lojas de autosserviços, é concentrado em cadeias regionais, que colaboram com 74% do faturamento da região. Produtos de marcas regionais também se destacam, crescendo 38% acima das nacionais nos super e hipermercados, no período dos últimos 12 meses.

Nas categorias em que ganham importância, as marcas regionais são impulsionadas por distribuição, atuando com um preço próximo à média da categoria. Já as marcas nacionais destacam-se com investimentos no ponto de venda e preços competitivos, além de lançamentos que focam em atributos valorizados pelo consumidor como, por exemplo, saudabilidade.

Entretanto, existe uma tendência nacional na região: a do consumidor que compra em diversas lojas – conhecido como multicanal –, que fez com que o número de lojas crescesse 8% na localidade. O crescimento médio de canais visitados pelos consumidores sulistas cresceu 10,3%, enquanto a média brasileira retraiu 1,2%.

“A singularidade do shopper desta região exige das empresas um trabalho claro de entrega de valor agregado e que mostre uma sinergia entre custo x benefício, que deve ser comunicado”, finaliza Silveira.

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Gordura abdominal pode trazer mais riscos cardiovasculares que a obesidade

O combate à gordura abdominal não é apenas uma questão de estética. O acumulo de gordura abdominal pode estar associado ao risco de complicações cardiovasculares. Um estudo recente realizado no estado de Minnesota, nos Estados Unidos com 12,7 mil pessoas revela que ter gordura localizada na barriga é mais prejudicial à saúde do que ser considerado gordo ou estar acima do peso.

Mesmo que uma pessoa tenha um índice de massa corporal normal, ou seja, que esteja dentro do peso ideal, o risco de morrer por problemas do coração é quase três vezes maior se comparado aquelas que não têm gordura acumulada na cintura, mesmo que estejam obesas. O risco de morte por outras doenças, em geral, é duas vezes maior. Não basta mais estar dentro do peso para garantir a boa saúde, a distribuição da gordura no corpo também é importante.

Segundo o cardiologista Dr. Leopoldo Piegas, a obesidade abdominal tem chamado a atenção porque o tecido adiposo que se acumula no abdômen produz determinadas substâncias prejudiciais à saúde, principalmente ao coração. “A gordura mais prejudicial é a que se acumula no abdômen. Se a pessoa é obeso por inteiro e não tem tanta barriga, tem menos risco de sofrer com problemas cardiovasculares”, explica.

As principais causas do aparecimento da gordura abdominal são erros alimentares e o sedentarismo. Maus hábitos como consumir comida industrializada somada ao excesso de bebidas alcoólicas e refrigerantes, além da ausência de alguma atividade física podem piorar o problema.

“Medir a circunferência abdominal tem sido cada vez mais utilizado para alertar os pacientes sobre os riscos de saúde ocasionados pelo sobrepeso e a obesidade. A circunferência abdominal, acima de 80 cm para mulheres e 94 cm para homens, já caracteriza risco aumentado e cada centímetro a mais na cintura pode aumentar até 2% os riscos de problemas no coração”, acrescenta o cardiologista.

Manter uma alimentação balanceada e priorizar legumes, frutas e cereais é o primeiro passo para reduzir a gordura abdominal e evitar outros problemas de saúde. “É recomendável comer de forma fracionada respeitando as principais refeições. Além da alimentação, é importante praticar alguma atividade física. Para queimar gordura é necessário exercícios aeróbicos, como caminhada, bicicleta ou corrida, por exemplo,”, finaliza o cardiologista.

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5 dicas para um profissional chamar a atenção na Internet

A maioria dos profissionais liberais e autônomos utilizam a Internet para buscar oportunidades e serem encontrados por clientes, mas muitos não estão empregando os recursos certos para isso!

Quando se fala em Internet já se imagina milhões de pessoas conectadas pelo mundo, com muitas informações circulando. Mas como ser encontrado nessa multidão de IPs e, ainda, dizer algo notável no meio de tantas informações?

Foi pensando nisso que o doutor Paulo Salem – criador do Liberalis – desenvolveu o site que ajuda profissionais liberais e autônomos a encontrarem oportunidades e, principalmente, a serem achados por elas. No Liberalis o profissional pode criar seu site profissional individual, com o seu nome no próprio endereço da página, utilizando vários recursos gratuitos ou pagando só 15 reais por mês pela versão completa. A ideia é que qualquer pessoa tenha a sua página profissional e faça dela o seu melhor cartão de visitas virtual.

Porém, como qualquer ferramenta na Web, ela precisa ser bem utilizada para ser eficaz. Mesmo com tantas facilidades técnicas, muitas pessoas se esquecem ou menosprezam detalhes básicos que ajudariam, e muito, na sua visibilidade digital. “Tenho observado que muita gente tem deixado de colocar coisas essenciais, inclusive – inacreditável – o nome!” afirma Paulo. Foi com esses dados em mãos e aproveitando a crescente procura pelos serviços do site, que Paulo separou algumas dicas importantes para aumentar a visibilidade do profissional na rede:

1. Dê (muitas) informações corretas. Quanto mais informações houver na sua página, mais fácil ficará para os clientes potenciais lhe encontrarem para resolverem problemas específicos. Lembre-se que as pessoas muitas vezes usam termos de buscas surpreendentes e às vezes nem sequer sabem exatamente o que querem. Por exemplo, uma pessoa que deseje resolver suas crises de ansiedade possivelmente buscará por informações relacionadas aos seus sintomas na Internet, e não necessariamente por um psicólogo. Porém, se um psicólogo tomou o cuidado de mencionar que é capaz de tratar o transtorno, o paciente talvez o encontre e, eventualmente, o consulte. Clientes do Liberalis já nos contaram que foram contatados por questões muito específicas, como o título de uma monografia colocada no portfolio de trabalhos!

2. Acrescente conteúdo periodicamente (em blogs, por exemplo). O próprio Liberalis dá a oportunidade de ter um blog exclusivo no qual o profissional pode escrever artigos ou comentar assuntos relacionados a sua profissão. Esse conteúdo regular tem vários propósitos. Primeiramente, ele mostra aos visitantes do site que o profissional sabe do que está falando e preocupa-se com seu ramo. Em segundo lugar, ele mantém os visitantes interessados, retornando sempre ao site e talvez algum dia contratando-o. E, finalmente, quanto mais conteúdo, maior a chance de ser encontrado numa busca orgânica do Google, pelos mesmos motivos do ítem acima.

3. Monitore os acessos. Fique ligado nos acessos que a sua página vem tendo. Isso sinaliza o sucesso ou o baixo desempenho das suas ações virtuais. Existem ferramentas gratuítas que ajudam nesse ponto. O Liberalis já inclui um monitor simples de acessos e visitantes, mas existem outras opções mais sofisticadas, como por exemplo o Google Analytics. Se o site estiver com poucos acessos, significa que está na hora de acrescentar mais conteúdo, divulgar melhor com os colegas e amigos, e talvez fazer uso de publicidade. A qualidade do site é importante para trazer mais acessos, mas não apenas por causa das buscas feitas por clientes. No Liberalis, por exemplo, damos destaque na nossa home page aos sites mais bem acabados e completos, que apenas por isso acabam tendo muito mais acessos. Pense bem: se você fosse um portal como o Liberalis, ou um buscador como o Google, você não iria tentar colocar os melhores sites na sua vitrine?

4. Faça uso da publicidade online. Há várias maneiras de utilizar-se a publicidade online, e há vários preços bem acessíveis para isso também. Por exemplo, é possível anunciar tanto no Google (AdWords) quanto no Facebook. Normalmente paga-se bem pouco por cada clique no anúncio (em torno de R$ 0.50) e pode-se focá-lo em clientes específicos, como pessoas buscando por, digamos, advogados. Mas atenção, não basta anunciar o seu site e achar que todos que clicarem nos anúncios se tornarão clientes: uma vez que a pessoa encontre o site, é preciso que ele esteja bem arrumado para motivá-la a contratar o profissional. Caso contrário, o dinheiro colocado em anúncios será jogado fora e não se converterá em negócios. No Liberalis, temos uma forma sutil de publicidade paga: os assinantes Premium são colocados em destaque dentro do nosso diretório de usuários em suas respectivas categorias profissionais.

5. Destaque-se da crescente concorrência, mas com decoro. Fique atento aos seus concorrentes e faça melhor. Coloque fotos atuais e de acordo com a imagem que queira passar. Se você é especialista em algo difícil de se encontrar, tenha certeza de divulgar o fato. Se tem algo novo a dizer, escreva um artigo e coloque online. Se formou-se numa universidade de prestígio, coloque no seu currículo. Faça do seu nome a sua MARCA. Contudo, mantenha sempre a sobriedade e o decoro. Não gabe-se das coisas, apenas relate os fatos concretos que o destacam dos demais. Além de ser uma demonstraç ão de respeito para com seus clientes e colegas, é importante para não ter problemas legais: diversos órgãos reguladores profissionais (como a OAB) exigem uma conduta ética exemplar de seus membros, o que inclui manter a seriedade na divulgação (tanto online quanto offline).

Essas dicas são importantes para profissionais que queiram aumentar sua visibilidade na Internet e consequentemente sua credibilidade diante da concorrência, por isso é fundamental não esquecer da regra mais básica e simples: a de ser verdadeiro! Mentir não “pega bem” em nenhum meio, principalmente no online, e pode colocar todos os seus esforços por terra.

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Sete coisas que podem atrapalhar sua carreira

Por Christian Barbosa

Você sabe quais são as atitudes que aos poucos podem destruir a sua carreira? Tem gente que investe um bom tempo desenvolvendo certas “competências” para se autodestruir profissionalmente. Listei sete ações, que aparentemente são atos simples, mas que são perigosos:

Falta de comunicação – Quem não se comunica, tem dificuldade em delegar ou não é claro em suas posições, pode perder a confiança e a credibilidade. Uma comunicação aberta, produtiva e honesta é essencial, desde simples delegações, reuniões até negociações que fazemos todos os dias em nosso trabalho.

Não desenvolver networking – Ninguém chega a lugar algum sozinho, por mais inteligente e brilhante que seja. A habilidade de criar e manter relacionamentos profissionais e pessoais é essencial para quem quer desenvolver uma carreira de sucesso.

Ser incapaz de fazer apresentações – A capacidade de fazer apresentações, sejam públicas ou privadas, é uma característica comum que executivos e líderes de sucesso têm. Não precisa ser perfeito nem estar totalmente confortável com a situação, o importante é fazer. Já vi gestores perderem oportunidades de crescer na carreira pelo fato de não serem capazes de apresentar projetos dentro da própria empresa.

Ser desleal – Existem certos valores que não precisam ser discutidos, mas existem pessoas que tentam crescer a qualquer custo. Quem acha que vale a pena derrubar o outro para subir, uma hora pode sofrer o mesmo. O mundo é pequeno e rápido demais. Ser íntegro, leal e honesto são coisas que deveriam ser indiscutíveis.

Achar que sabe tudo – Aqueles que acham que sabem de tudo e não precisam mais aprender, conseguiram descobrir a forma perfeita de enterrar a carreira. Aprender é uma constante, nunca acaba. Eu tive a maior lição de humildade e sabedoria da minha vida, quando um CEO de uma multinacional se dispôs a passar 4h comigo para um treinamento de produtividade. Ele não estava apenas aprendendo a ser produtivo, estava dando uma lição de como liderar: pelo próprio exemplo.

Marcar território – Existem aqueles que querem dominar todos os lugares que convivem. E, com certeza, você deve conhecer pessoas que “marcam território” no trabalho. Geralmente fazem coisas estúpidas ou inexplicáveis querendo mostrar ou dizer quem é que manda ou quem esta ali há mais tempo.

Improdutividade – Sem dúvida uma coisa que deixa uma marca na carreira é a falta de produtividade. É quem está sempre atrasado, não entrega, cheio de e-mails, desorganizado, perdido e que coloca todo mundo na urgência. Você chamaria uma pessoa assim para gerenciar uma equipe?

Competências são desenvolvidas com treinamento, mentoring, coaching, atitudes e oportunidades. Você cria padrões de comportamento que dizem muito sobre você e sobre sua carreira. Pare e pensa, será que a sua carreira estacionou porque a empresa não o enxerga ou será que são as suas competências que andam enterrando você?

Christian Barbosa – Maior especialista no Brasil em administração de tempo e produtividade, é CEO da Triad PS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo. Ministra treinamentos e palestras para as maiores empresas do país e da Fortune 100. Autor dos livros A Tríade do Tempo; Você, Dona do Seu Tempo; e Estou em Reunião; e co-autor do Mais Tempo, Mais Dinheiro. Sua mais nova obra: Equilíbrio e resultado – Por que as pessoas não fazem o que deveriam fazer?

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LinkedIn apresenta o "Dia de Levar os Pais ao Trabalho", uma campanha global que aproxima gerações

LinkedIn, a maior rede professional da internet, anunciou hoje a campanha Dia de Levar os Pais ao Trabalho (Bring In Your Parents Day), um evento global que acontecerá em 7 de novembro de 2013. O LinkedIn incentiva os profissionais a convidarem seus pais para uma visita ao local de trabalho de seus filhos, para que possam conferir com seus próprios olhos e compreender melhor o que eles realmente fazem todos os dias. Os pais podem ser uma parte valiosa da rede de contatos de um profissional, tendo enfrentado desafios e importantes lições ao longo da carreira. Contudo, um em cada três pais admite que não tem familiaridade com o trabalho dos filhos e, então, acham complicado dar os conselhos corretos para suas carreiras. O Dia de Levar os Pais ao Trabalho, do LinkedIn, é uma maneira de ajudar a diminuir essa lacuna, reunindo pais e filhos no ambiente de trabalho, para que, dessa forma, aprendam uns com os outros.

“Considerando todas as novas profissões que foram criadas nos últimos anos, é compreensível que muitos pais realmente não entendam o trabalho dos filhos”, diz Pat Wadors, Vice-Presidente de Talentos no LinkedIn. “Criamos o Dia de Levar os Pais ao Trabalho para que profissionais de todo o mundo possam mostrar aos seus pais um pouco do que eles realmente fazem no trabalho e, em troca, aprendam lições valiosas e tenham ainda mais a admiração dos pais.”

Em uma recente pesquisa global, o LinkedIn descobriu que dois terços dos pais querem aprender mais sobre o trabalho de seus filhos, e metade dos pais pesquisados acreditam que seria benéfico para a carreira de seus filhos se tivessem melhor entendimento do trabalho deles. Carreiras como Produtos de Rádio, Gerente de Mídias Sociais, e Designer de Moda estão no ranking das 15 profissões menos entendidas pelos pais.

No Brasil, as 15 profissões menos compreendidas pelos pais são:
1. Atuário – 72%
2. Designer de IU (interface de usuário) – 68%
3. Subeditor – 65%
4. Produtor de radio – 64%
5. Gerente de time de esportes – 64%
6. Cientista de dados – 60%
7. Designer de moda – 60%
8. Gerente de mídias sociais – 59%
9. Técnico de laboratório – 56%
10. Assistente pessoal – 52%
11. Banqueiro de investimentos – 52%
12. Gerente de relações públicas – 52%
13. Sociólogo – 51%
14. Piloto – 50%
15. Bombeiro – 49%

O Dia de Levar os Pais ao Trabalho, do LinkedIn, será realizado em 14 países – Inglaterra, Estados Unidos, França, Holanda, Suécia, Alemanha, Itália, Espanha, Brasil, Austrália, Índia, Canadá, Cingapura e Hong Kong – e incentiva organizações ao redor do mundo a participarem desta ação. Empresas como a fabricante de software Mindjet, o banco de investimentos líder mundial Deutsche Bank, Regus, a maior fornecedora global de locais de trabalho flexíveis, e Trulia, a líder de venda online para compradores de imóveis residenciais, vendedores, locatários e profissionais do setor imobiliário, já estão participando. Pais, funcionários e empresas podem descobrir como se juntar ao LinkedIn pelo site www.LinkedInBringInYourParents.com.br. Participe das conversas no Twitter usando as hashtags #LinkedIn #BIYP.

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EDP oferece serviço de carregamento de celular durante o Rock in Rio

A EDP no Brasil, empresa do Grupo EDP Energias de Portugal, oferecerá um ponto exclusivo de recarga para celulares e ipad com acesso à internet aos frequentadores da área vip do Rock in Rio 2013. O estande estará localizado no acesso do primeiro para o segundo andar.

Considerado um dos maiores festivais de música do mundo, o Rock in Rio se tornou referencia no cenário musical ao longo de quase 30 anos de história. Em 12 edições realizadas, foram reunidas mais de seis milhões de pessoas. O evento teve inicio no Rio de Janeiro, mas conquistou espaço em Portugal e na Espanha.

Serviço:

Data: de 13 a 22 de setembro

Local: Cidade do Rock – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro

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Como pequenas soluções podem contribuir para grandes reduções de custos

Algumas práticas foram criadas nas empresas e ninguém sabe dizer quem foi ou porque a regra foi criada assim. O fato é que, por comodismo, hábito ou resistência a mudanças, muitas empresas não se dão conta de que possuem grandes “ralos”, com uma série de desperdícios e custos desnecessários que comprometem a lucratividade. Muitas vezes, pode ser uma simples compra de papelaria ou cafezinho – pequenas despesas que acumulam milhões ao longo dos anos.

Para fazer uma boa revisão nos custos das empresas, Fernando Macedo, especialista em redução de custos da ERA – Expense Reduction Analysts, consultoria de origem inglesa que está no Brasil desde 2009, dá algumas dicas:

1- Cotações com fornecedores

Quando a equipe de compras está acostumada a fazer a famosa “cotação com 3 fornecedores para escolher o melhor”, cuidado! Este é um processo vicioso e nem sempre eficiente, principalmente se os fornecedores são sempre os mesmos. Faça um rodízio entre os colaboradores que realizam cotações periodicamente. Caso alguém se sinta incomodado com isso, aumente a vigilância, pois pode estar havendo favorecimento de fornecedores em sua empresa.

2- Compras repetidas

Não é difícil encontrar empresas cujos departamentos têm autonomia para compras isoladas ou contratação de serviços e dis ou mais departamentos compram a mesma coisa em momentos diferentes e com fornecedores diferentes. O ideal é centralizar as compras para ganhar no volume e diminuir a margem de preços. Estabelecer uma política de pagamentos mensais no lugar de pagamentos a cada compra também ajuda a ter mais controle.

3- Redução de água

Pouca gente lembra, mas o custo da água mensal é o mesmo também para o esgoto. Uma redução inteligente da água também reduz o custo do esgoto e é possível utilizar o sistema de reaproveitamento da água de maneira bem simples. Numa escola, por exemplo, foi possível coletar a água após o uso em bebedouros e pias de lavagem das mãos e reutilizá-la nos vasos sanitários gerando economias de 12,5%. Para mais informações sobre a reutilização de água para economia nas empresas, basta buscar orientação no serviço de abastecimento de água e esgoto de cada cidade .

4- Redução de Energia Elétrica

Dependendo do porte da empresa, é possível optar por tarifas diferenciadas e é necessário um planejamento para isso. Mas é possível reduzir bem esse custo, com a instalação de sensores de presença, células fotoelétricas para acionamento sem a luz do dia, relés de tempo, etc.

5- Limpeza

Se o serviço for terceirizado, esteja atento ao escopo do trabalho contratado e respectiva equipe comprometida. Às vezes, as empresas optam por contratar serviços noturnos, encarecendo os contratos de limpeza, enquanto em certas horas do dia o fluxo de pessoas circulando é menor e a limpeza poderia ser feita bem mais em conta. Caso o serviço seja desenvolvido por funcionários da empresa, fique atento aos turnos de trabalho e áreas de maior circulação de pessoas. Nunca tente economizar suprimindo o encarregado ou supervisor.

6- Material de escritório

Esse é o item normalmente quase esquecido quando se fala em redução de custos, por ser formado de diversos materiais de baixo custo unitário. A possibilidade de reduzir o volume de itens pode ser feita agrupando-os por similaridade e gerando processos de compra em lotes e períodos regulares. Os custos com “tonners” ou terceirização de impressoras podem esconder armadilhas, portanto é importante a correta avaliação dos volumes de cópias P&B e/ou coloridas, aliada aos níveis de qualidade.

7- Telecomunicações

A grande vilã do desperdício nas empresas. Alguns cuidados básicos para reduzir as tarifas: 1)evite ligar de telefone fixo para móvel, é sempre mais caro; 2) cuidado com promoções milagrosas, verifique todas as exceções para não ter decepções; 3) procure sempre identificar o perfil de consumo da sua operação, cuidado ao comparar apenas o valor total da conta na hora de avaliar propostas; 4) não confunda telefonia móvel com serviço de rádio; 5) nunca contrate planos corporativos de telefonia móvel em função da hierarquia, tenha em mente que nem sempre os gerentes e diretores da empresa estão em trânsito gerando receitas.

8- Cafezinho

O cafezinho é uma tradição cultural e nem sempre recebe a devida atenção. Existem muitos fornecedores com boas propostas comerciais e é possível conseguir ainda melhores negociações, se a política da empresa autorizar a inclusão de itens complementares em equipamentos de auto-serviço, tais como: achocolatados, sucos, etc.

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IDG NOW: Instagram atinge marca de 150 milhões de usuários

Fonte: IDG NOW

O Instagram anunciou nesse domingo, 8/9, que superou a marca de 150 milhões de usuários no mundo. No anúncio em seu blog oficial, a rede social de fotos e vídeos curtos lembra que a comunidade continua a surpreender ao compartilhar imagens tão distintas como protestos no Egito ou “a viagem” da vida das pessoas.

Com esse número, o Instagram ganhou cerca de 50 milhões de novos usuários em seis meses, já que havia registrado a marca de 100 milhões de usuários no final de fevereiro deste ano.

Por fim, o Instagram agradece aos novos fãs e nota que agora mais de 60% de todos os seus usuários são de fora dos Estados Unidos.

Comprado pelo Facebook em 2012 por cerca de 1 bilhão de dólares, o Instagram lançou há alguns meses um recurso de vídeos curtos, com até 15 segundos de duração, para concorrer com o rival Vine, do Twitter.

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8 aplicativos que aumentam a sua produtividade

Fonte: Universia Brasil

As redes sociais, hoje em dia, têm sido um dos maiores motivos da falta de foco de muitos funcionários. Se você está sentindo que precisa melhorar a sua concentração, veja a lista de 8 aplicativos que podem ajudar:

1 – StayFocused
Este aplicativo está disponível para usuários do Chrome. Você instala como uma extensão, e você pode cadastrar quais são os sites que você mais acha que diminuem a sua produtividade. Depois disso, você limita a quantidade de tempo que você pode ficar nesses sites por dia e, após atingir esse limite, o aplicativo bloqueia o acesso.

2 – LazyMeter
É uma lista de afazeres online que representa o seu avanço em uma tarefa, além de permitir que você risque as tarefas terminadas. O site possui uma interface gráfica que facilita a sua visão de como está indo o seu trabalho e quais metas ainda faltam serem atingidas. Você pode acessar o aplicativo do seu computador ou do seu smartphone.

3 – Wonderlist
Outra lista de afazeres online. Permite que você crie uma agenda de tarefas a serem realizadas, e ainda divide as tarefas em “áreas” da sua vida. Dessa forma, ela se torna uma ótima ferramenta para aqueles que sempre se esquecem se fizeram uma coisa, ou não.

4 – LeechBlock
É uma extensão para o Firefox, similar ao StayFocused. Também permite que você selecione quais sites deseja bloquear, além de mostrar quanto tempo do seu dia você desperdiça nas suas redes sociais e outros sites de entretenimento.

5 – Lumosity
Se você acha que a sua capacidade de atenção está diminuindo e que você não tem mais a memória que costumava ter, essa ferramenta pode ser uma boa saída. Ele disponibiliza jogos e testes online que prometem desenvolver a sua capacidade de focar em coisas e aumenta a sua memória.

6 – Fit Brains
O Fit Brains é um site que promete desenvolver o seu cérebro, aumentar a sua memória e melhorar a sua capacidade de manter o foco. Além disso, o site mostra onde você tem falhado e criar exercícios específicos para o seu cérebro.

7 – Self Control
Este aplicativo gratuito é uma maneira de realmente focar no que você precisa, pois ele bloqueia o seu navegador para receber informações de certos sites. Ele é ótimo caso você tenha um deadline quase impossível ou precise bloquear a internet para desenvolver um projeto.

8 – Focus Booster
Outro aplicativo gratuito que irá ajudar na sua concentração. Ele utiliza uma técnica que promete manter o seu foco – 25 minutos produtivos, com 4 pausas de 5 minutos entre eles. Após as 4 pausas, você pode ter um descanso mais longo.

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Turismo: Abav abre em clima de otimismo

O ministério do Turismo (MTur) esteve presente na abertura 41ª Feira de Turismo das Américas, a Abav (Associação Brasileira das Agências de Viagem), no Centro de Exposições do Parque Anhembi, em São Paulo. A cerimônia de abertura foi mediada por Rosana Jatobá e teve apresentação típica do estado do Amazonas, dos bois Caprichoso e Garantido, manifestação encenada na cidade de Parintins há mais de 100 anos.

Questionado pela jornalista sobre os impactos da alta do dólar e da inflação, o ministro do Turismo, Gastão Vieira, afirmou que o setor pode ajudar o país a navegar pela turbulência do mercado. De acordo com Pesquisa Anual de Conjuntura Econômica do Turismo, encomendada pelo MTur, o clima é de otimismo entre as 80 maiores empresas do segmento.
O faturamento dessas empresas cresceu 13,1%, contra 0,9% do PIB do país. A previsão dos empresários é um aumento de mais 7,5% este ano. “Estamos hoje aqui para celebrar o otimismo do turismo brasileiro como um instrumento fundamental para o Brasil fazer frente à crise econômica”.

O ministro pediu engajamento do setor à campanha de São Paulo para a Expo 2020, algo que pode coroar uma década histórica de crescimento. Dois eventos que seguem, a Copa e as Olimpíadas, vão colocar o Brasil em evidência no cenário internacional e aumentar a demanda de turistas no país.

De acordo com o secretário nacional de Políticas de Turismo, Vinicius Lummertz, o país tem como meta se tornar a terceira maior economia de turismo no mundo. “Temos todas as condições de atingi-la. Atualmente o turismo representa 3,7% do PIB do Brasil. Em nível mundial a participação gira em torno de 9%. Essa diferença é uma grande oportunidade para nós”, disse.

Ministério do Turismo na Abav

O MTur investiu R$ 5,5 milhões em 10 mil metros quadrados para promover programas oficiais do governo e, em parceria com a secretarias e órgãos de turismo, divulgar destinos de 25 estados brasileiros.

Ainda hoje o ministro do Turismo, Gastão Vieira, lança o programa Viaja Mais Melhor Idade, um projeto destinado a movimentar o mercado interno brasileiro com descontos e vantagens exclusivas para idosos, às 17h. “O programa vai movimentar o mercado interno de viagens, principalmente na baixa temporada, por meio de descontos e vantagens exclusivas”, explicou o ministro Gastão Vieira.

O ministro também assina um acordo da Associação Brasileira de Agência de Viagens, a Abav, um termo de cooperação com a Secretaria de Turismo de Portugal. O objetivo é qualificar 50 estudantes brasileiros em turismo e hotelaria em um projeto-piloto inédito do MTur que deve ser estendido também a outros países.

“O Ministério do Turismo montou uma programação ampla e diversificada, porque entende a importância de estar presente e apoiar um evento que reúne os principais atores do setor”, afirmou o secretário Nacional de Políticas de Turismo, Vinicius Lummertz.

Ainda na quarta-feira (04) às 13h, o diretor de Estudos e Pesquisas do MTur, José Francisco Lopes, falou sobre o tema Turismo em Números, onde serão abordadas pesquisas sobre a Copa das Confederações e da Jornada Mundial da Juventude. Às 18h, o tema em foco será acessibilidade e práticas de consumo sustentável no turismo, apresentado por Wilken Souto, coordenador geral de Segmentação do MTur.

Na quinta-feira (5) haverá uma apresentação sobre a desburocratização do setor turístico (13h), apresentada por Jair Galvão, coordenador geral de Serviços Turísticos, e uma palestra sobre o Viaja Mais Melhor Idade (16h), com o coordenador geral de Segmentação, Wilken Souto.

Na sexta-feira (6), o secretário nacional de Políticas Públicas, Vinicius Lummertz, participa de reunião com membros de Câmaras Temáticas do Conselho Nacional de Turismo (9h30), a coordenadora de comunicação digital do MTur, Tatiana Lobão, aborda a influência das mídias sociais na escolha de destinos de viagens (12h30) e Jun Yamamoto, coordenador geral de Regionalização, fala sobre as novas diretrizes do programa de regionalização do MTur (15h).

No sábado (7), o coordenador geral de Turismo Sustentável e Infância, Adelino Neto, aborda as estratégias para enfrentar a violência sexual contra crianças e adolescentes no turismo (16h).

A Abav nunca esteve tão grande. Este ano serão 2.700 expositores espalhados por mais de 50 mil metros quadrados. Pela primeira vez a feira será aberta ao público (7 e 8 de setembro). Entre os espaços da feira, destaque para a Vila de Saber, onde ocorrerão 200 palestras, seminários e cursos em 12 salas.

ASCOM / MTur

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Para presidente da Netshoes, e-commerce é o futuro das vendas no Brasil

O presidente da Netshoes Márcio Kumruian afirmou que o sucesso de seu negócio está ligado ao planejamento e à qualidade dos serviços. Com 15 milhões de visitantes por mês, a Netshoes tem a tecnologia como grande aliada para o crescimento expressivo da empresa, que em 2007 migrou as vendas completamente para a internet. “Entendemos que, se os visitantes em nosso site tiverem uma experiência positiva, certamente isso será convertido em vendas e, consequentemente, na fidelização de novos clientes”, sustentou durante Workshop LIDE JOVEM, realizado em São Paulo com a presença de 125 empresários.

De acordo com Kumruian, um dos pilares que sustentam a empresa é o serviço, o que inclui um ótimo atendimento ao cliente. “O SAC da Netshoes opera 24 horas por dia, 7 dias por semana. Se o cliente pode comprar em qualquer horário, ele deve ser atendido em nosso SAC também em qualquer hora do dia ou da madrugada”, explicou. A empresa despacha 40 mil itens por dia e registra entre 4 e 4,5% de taxa de retorno ou devolução de produtos, enquanto nos Estados Unidos a média do e-commerce é de 40%.

Rodrigo Nasser, principal executivo de gestão de tecnologia da Netshoes, acredita que o desafio das vendas digitais está na experiência de compra. Em 2009, a empresa trouxe a melhor tecnologia de e-commerce para o Brasil. Uma novidade implementada recentemente pela empresa foi o Netshoes Click, aplicativo com tecnologia militar, que identifica modelos de tênis a partir de fotos captadas por um smartphone ou tablet e oferece opções iguais e similares ao consumidor.

Com faturamento anual de mais de R$ 1 bilhão e atuação no México e na Argentina desde 2011, Marcio Kumruian revelou que tem intenção de expandir os negócios para os Estados Unidos ou Europa, mas reconheceu que a concorrência é forte. “Abrimos escritório na Califórnia, para ficar mais perto do Vale do Silício e temos uma parceria com a Virginia Tech. Mas a entrada no mercado americano é difícil, principalmente por conta dos preços e da gama de esportes divulgados por lá”, afirmou o executivo, que também pretende lançar produtos com marca própria, investindo em tecnologia e preços mais atraentes.

Questionado sobre a possibilidade de reabrir lojas físicas, o dono do maior site brasileiro de compras de artigos esportivos foi direto: “Não penso nisso. Apesar do e-commerce não estar 100% estruturado no País, essa modalidade de negócio ainda tem muito espaço para conquistar”.

Marketing e Copa do Mundo
A Netshoes registra uma alta margem de lucros sobre os produtos – de 40 a 50% – e hoje 10% da receita são destinados para o marketing da empresa. Em 2009, o fundo americano Tiger Global Management comprou 30% das ações da Netshoes. “Utilizamos parte desse dinheiro para duas frentes importantes para a empresa: tecnologia e marketing”, detalhou Kumruian, acrescentando que nos próximos cinco anos planeja priorizar o investimento em tecnologia, uma vez que a marca já está bem consolidada no mercado e as oito mil reviews por semana deixadas pelos usuários atendem os consumidores.

Já para a Copa do Mundo, a empresa prepara uma série de ações. “Trabalharemos a presença dos estrangeiros no Brasil, faremos entrega expressa em até quatro horas nas cidades com jogos, vamos fazer algumas surpresas em hotéis e outras brincadeiras”, revelou Kumruian.

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