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Conheça as 8 competências da Inteligência Emocional

Inteligência emocional (IE) é a habilidade de integrar pensamentos e sentimentos com o objetivo de otimizar nossas decisões. Este conceito vem sendo difundido ao redor do mundo e grandes organizações têm compreendido a importância que a IE tem tanto na vida profissional quanto pessoal.

De acordo com o CEO do Grupo Kronberg, Carlos Aldan, compreender os mecanismos do quociente emocional propicia à pessoa aprender a lidar melhor com os sentimentos em momentos de stress. “Se você usar a IE de forma eficaz, será mais capaz de influenciar os outros de maneira positiva, de se comunicar e manter-se concentrado durante momentos críticos”.

Confira o modelo das oito competências da Inteligência Emocional elaborado pela Six Seconds, a maior organização do mundo especializada em quociente emocional, representada pelo Grupo Kronberg no Brasil:

1 – Melhorar o aprendizado emocional – reconhecer com precisão sentimentos;
2 – Reconhecer padrões – identificar reações e comportamentos recorrentes;
3 – Refletir consequências – avaliar os custos e benefícios de suas escolhas;
4 – Navegar emoções – medir, aproveitar e transformar emoções como um recurso estratégico;
5 – Motivação interna – obter energia de valores pessoais em compromissos ao invés de ser conduzido por forças externas;
6 – Otimismo – ter uma perspectiva pró-ativa de esperança e possibilidades;
7 – Melhorar a empatia – reconhecer e responder apropriadamente às emoções dos outros;
8 – Buscar metas nobres – conectar suas escolhas diárias com o seu senso de propósito geral.

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O Poder de Compra dos consumidores populares

Há 20 anos não convivemos mais com a inflação galopante. Se você não sabe o que é a sensação de viver com as variações constantes de preços, decididos por quaisquer produtores, distribuidores ou intermediários que tinham autoridade sobre as mercadorias, preste atenção às pessoas vítimas do vício de drogas pesadas, como o crack, por exemplo.

Reajustar os preços era uma compulsão semelhante às que acometem os infelizes viciados. E era de tal envergadura e tão coletivo o vício que ninguém mais discutia se o preço refletia ou não o valor da mercadoria ou serviço.
Simplesmente se pagava o que estava marcado, nos bens ou serviços, porque não dava tempo de comparar um preço com o outro. E qualquer demora em decidir poderia ser fatal. Ou se perdia a mercadoria para um consumidor mais antenado (ou necessitado) ou seria obrigado a pagar um preço mais alto.

Ai chega o Plano Real em 1994. Controlada a inflação, entraram em cena os consumidores populares que antes viviam nos subterrâneos da economia. Eram homens e mulheres, os mesmos que hoje frequentam aeroportos, tem um carrinho popular, uma moto e um celular, que começaram a sair dos cortiços, das periferias e das favelas.

Completamente destreinados na arte de negociar e de pechinchar. Mas mesmo assim, às apalpadelas, aprenderam rapidamente a trocar os Reais que sobravam por frango, laticínios, mortadela e iogurte para seus filhos. Sim, com a inflação sob controle começou a sobrar uns caraminguás, que mantinham seu valor por um período bastante prolongado.

Aprenderam, rapidamente, a distribuir a compra ao longo do mês. Já não eram mais reféns de fornecedores que os obrigavam a gastar todo o salário ou renda no mesmo dia que entrava nos seus bolsos. Porque, com a inflação à toda, se deixassem para o dia seguinte, comprariam menos.

E a melhor experiência de fracionar a compra ao longo do mês é ter a possibilidade de comparar preço da mesma mercadoria hoje, com a mesma mercadoria depois de amanhã. Com a moeda estabilizada era possível além de comparar preços, e, principalmente, de acumular Poder de Compra.

Porque se muitos consumidores comprassem da mesma loja que adotasse preços mais em conta, transferiam para aquela loja ou rede a possibilidade de ampliar suas vendas, gerar mais lucratividade e, quem sabe, continuar a manter os preços mais em conta.
Por tentativas e erros e com prejuízos que se transformavam em dívidas e prestações que sobreviviam e ainda sobrevivem aos bens comprados, os consumidores populares continuam, 20 anos depois, a ser tratados como egressos dos subterrâneos da economia. Os comerciantes, lojistas, distribuidores e fabricantes ainda os tratam como reféns que compram por necessidade suas mercadorias.
Para melhorar a aceitação desse exército de desarrumados, desdentados e de alta concentração de analfabetismo funcional, os estrategistas do mercado pregaram-lhes a alcunha de “classe média”.

Mesmo sabendo que têm, individualmente, pouco dinheiro e compreensão de seus direitos de consumidores meio bamba das pernas. Mas a soma dos bolsos coletivos interessa. Mas como são feios, sujos e desinformados, chamá-los de classe média apazigua espíritos e ajuda a se sentirem importantes enquanto entregam para os lojistas e distribuidores seus reais ainda relativamente estabilizados.
Mas esses feios, sujos e vítimas do analfabetismo funcional aprendem rápido. E estão mudando rapidamente a dinâmica do mercado interno. E o Poder de Compra que aos poucos acumulam hoje atinge, aproximadamente, 600 bilhões de dólares.
E a desinformação que era a norma ao longo dos últimos 20 anos fica cada vez mais para trás. Hoje esses homens e mulheres estão conectados através de seus smartphones e redes sociais.

E desenvolveram dialetos próprios, maneiras específicas de comparar e de confirmar compras, que escapa aos grandes estrategistas ou luminares das agências de propaganda que os denominaram “classe média”.

Mas aí são outros quinhentos. E as empresas que sobreviverem ao tsunami que surgirá com o pleno exercício do Poder de Compra dos Consumidores Populares (PCCP), talvez invistam para traduzir suas estratégias de venda para um novo mercado pujante e poderoso.

E que, pasmem, fala português e que somam 40 milhões de corações e mentes, que decidem silenciosa e implacavelmente qual empresa, produto ou mercadoria sobreviverá no nosso mercado interno. E apesar de muito lojista, distribuidor ou fabricante ainda não enxergar, são esses homens e mulheres que realimentarão a renovação do mercado, aqui mesmo no Brasil. Bem pertinho da gente.

Fonte: Agência Consumidor Popular

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Pesquisa da Catho aponta que brasileiro não quer ficar acomodado em 2014

Com a chegada de um ano novo é natural fazer promessas e evitar algumas posturas do ano anterior. Pelo menos no que se refere à carreira, o brasileiro já está bem seguro do que não quer fazer de novo em 2014: ficar acomodado.

Foi o que apontou pesquisa feita pela Catho, site de empregos líder no Brasil, no fim de 2013 com 416 profissionais. Quase 70% dos respondentes, empregados e desempregados, escolheram esta como a primeira opção à pergunta: o que você promete não repetir em 2014? Trabalhar em algo que não gosta ficou em segundo lugar no ranking, seguido por trabalhar muito além do horário.

O levantamento também quis saber o que o profissional espera da carreira este ano. Os trabalhadores empregados ficaram divididos entre mudar de emprego (50,2%) e equilibrar vida pessoal e profissional (50,2%). Receber um aumento (33,7%) e ser promovido (25,1%) eram os itens seguintes. Já os desempregados querem, naturalmente, conseguir um novo emprego (73,2%). Equilíbrio entre trabalho e vida pessoal também ficou em segundo lugar (53,5%), seguido de conquistar um cargo mais alto (19,7%) e abrir o próprio negócio (16,9%).

Depois da expectativa para 2014 e do que não repetir no ano que chega, a pergunta era sobre promessas: “Que compromisso você pretende assumir?”. A resposta principal para esta pergunta foi investir em qualificação profissional, tanto para empregados, quanto para desempregados.

EMPREGADOS

DESEMPREGADOS

A última pergunta era sobre a empresa dos sonhos. A valorização profissional ainda é o sonho buscado pela maioria. “Importante que esta valorização não é apenas financeira. Atualmente o funcionário quer se sentir útil e desafiado e perceber que a empresa vê valor naquilo que ele exerce”, ressalta Angélica Nogueira, gerente de RH da Catho.

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Mercado de recrutamento e seleção não sabe o que é crise

Na opinião da Talent Group, empresa de recrutamento, seleção e terceirização de mão de obra, o ano do setor foi positivo, mesmo com o relativamente fraco desempenho da economia brasileira. Um indicativo desse cenário seria o nível de emprego do Brasil. No acumulado de janeiro a outubro desse ano, segundo dados do Ministério do Trabalho, a geração de colocações formais somou 1,46 milhão de vagas, representando um aumento de 18,29% em comparação com o mesmo período de 2012.

“Percebemos nitidamente que o departamento de Recursos Humanos das empresas está cada dia mais preocupado com as questões estratégicas das organizações, focando o desenvolvimento de seus funcionários e a redução do turnover, que é elevada no Brasil”, conta Luiz Carlos Manni, diretor de estratégia e marketing da Talent Group.

Ele aponta que as consultorias de R&S já são vistas como parceiras do RH para o preenchimento dessas vagas, justificando o crescimento na carteira de consultoria da Talent Group, que teve um aumento real de 36,2% em comparação com 2012.

Retrospectiva
Como não poderia deixar de ser, o mercado ainda se recente da crise financeira internacional, que teve efeitos danosos na Europa. Menos abalados, os Estados Unidos demonstram sinais de reação e a China tem registrado expansão inferior aos últimos anos.

Manni lembra que, no caso do Brasil, o governo adotou uma série de medidas para estimular a economia ainda em 2012, gerando reflexos durante todo esse ano. Alguns exemplos são a desoneração de folha de pagamento em vários setores, a redução do IOF para empréstimos de pessoas físicas e a desoneração da linha branca e de automóveis.

Dificuldades
O diretor de estratégia e marketing da Talent Group ressalta que o principal desafio enfrentado na área de R&S durante o ano foi a escassez de mão e obra. Segundo um relatório divulgado recentemente pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), as empresas enfrentam dificuldades para contratar pessoal qualificado às suas necessidades em diferentes níveis, do mais básico à gerência. A pesquisa constatou que 81% das empresas de grande porte estão insatisfeitas com a oferta de profissionais no mercado, mesma queixa apontada por 77% das médias e 64% das pequenas.

“Complementarmente, o maior desafio de empresas como a Talent Group sempre será acompanhar de perto o seu mercado e buscar a mais rápida e consistente formação de seus novos profissionais, para poder acompanhar o crescimento da demanda de seus clientes”, conta Manni.

Expectativas para o próximo ano
O mercado de R&S em 2014 deve ser marcado pela estabilidade, tanto no que diz respeito aos salários como ao número de vagas, excetuando-se os setores envolvidos mais diretamente com a Copa do Mundo. Segundo a Talent Group, as empresas continuarão a lutar pela retenção de talentos e pela contratação de profissionais com perfil adequado às suas necessidades. Nesse sentido, identificar os fatores que motivam o profissional na busca da felicidade e realização pode representar a diferença entre ter ou não ter a mão de obra necessária para os objetivos empresariais.

Nesse mercado, Manni aponta que a Talent Group encara 2014 como uma oportunidade de crescimento. “Nossa meta para 2014 é ter um crescimento de ao menos 10%, focando inicialmente no crescimento interno, já necessário para atender à atual demanda crescente do nosso mercado. Pretendemos ter uma equipe interna maior e cada vez mais forte, mais preparada, e mais coesa, o que resultará na percepção de nossos clientes, nos nossos resultados e no crescimento das parcerias”, finaliza.

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Resiliência no trabalho pode ser o diferencial para manter um cargo de chefia

A resiliência é um conceito psicológico definido como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas como choque e estresse sem entrar em surto psicológico. Para o CEO do Grupo Kronberg, Carlos Aldan, a inteligência emocional , habilidade de integrar pensamentos e sentimentos com o objetivo de otimizar decisões, auxilia os líderes a obterem o equilíbrio, o que consequentemente os mantêm em seus cargos, já que é imprescindível o bom relacionamento entre os líderes e seus liderados.

“Quando o executivo assume essa nova posição suas expectativas mudam, por isso é tão importante o alinhamento imediato dos esforços de todos em torno da visão de futuro para a organização. A grande parte dos profissionais em posições de alta liderança carece dos principais componentes da inteligência emocional, principalmente da autoconsciência”, conta o CEO.

Ainda de acordo com Aldan, quanto maior for a autoconsciência (competência que nos possibilita identificar nossas emoções, inclinações, temperamentos, comportamentos e como estes nos afetam e afetam as pessoas à nossa volta) do líder, mais rapidamente conseguirá entender as próprias expectativas e de seus stakeholders.

Portanto, os líderes que têm desenvolvido os componentes da inteligência emocional, possuem uma capacidade de resiliência mais aflorada e produzem melhores resultados na sua vida pessoal e profissional.

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Lojas virtuais preparam Saldão de Natal entre os dias 20 e 27 de dezembro

Lojas virtuais brasileiras realizam de 20 a 27 de dezembro o Boxing Week – www.buscadescontos.com.br/boxingweek – ação focada em ofertas de Saldão de Natal. O objetivo dos 8 dias de promoção é acabar com o estoque de produtos não vendidos no fim de ano, como eletrônicos, informática, roupas, acessórios, entre outros. Trata-se da última oportunidade do ano para o consumidor comprar com descontos.

“As vendas de natal funcionam um pouco diferente para o e-commerce, pois as compras devem ser realizadas com prazo suficiente para entrega antes do dia 25, por isso, o saldão nesse setor começa com mais antecedência”, conta Pedro Eugenio, CEO do Busca Descontos – site que publicará ofertas de saldão de 30 lojas virtuais.

Dentre as lojas e marcas confirmadas na ação estão Dell, Kanui, Magazine Luiza, Alice Tesla, Estadão, Rakuten, Shopfato, Mega Mamute, Lebes, entre outras.

Para aproveitar as liquidações do Boxing Week os consumidores podem se cadastrar no site www.buscadescontos.com.br/boxingweek – que reunirá ofertas de saldão de natal de 30 lojas virtuais. Quem se cadastrar também participa de sorteios para concorrer a um smarthphone Samsung Galaxy S4 ou iPhone 5S, além de acessórios de grife como bolsa de mão Michael Kors, óculos de sol Rayban e relógio de pulso Thommy Hilfiger.

Otimista para o Boxing Week, a loja MegaMamute.com.br acredita que suas vendas durante a ação dobrem em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com Willian Costa, a loja virtual prepara ofertas em produtos das categorias de informática, smartphones e eletrônicos.

O Boxing Week é inspirado em uma data tradicional no Canadá, Austrália e em países da Europa – que acontece no primeiro dia útil depois do natal. No Brasil, a data aconteceu pela primeira vez em 2011, quando cerca de 20 lojas ofereceram produtos com descontos.

“O Boxing Week terá oito dias de liquidação, permitindo que os consumidores tenham mais tempo para se organizar e aproveitar os saldões de Natal”, afirma Pedro Eugenio, CEO do Busca Descontos.

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Pesquisa levanta dados do comportamento mobile no Brasil

Compras pelo celular, momentos de uso do aparelho, aplicativos, navegação. Tudo isso foi explorado na mais recente pesquisa lançada pela Mobile Marketing Association, encomendada a Nielsen. O objetivo da pesquisa é o mais claro possível: entender cada vez mais o real comportamento e os principais hábitos do consumidor na esfera móvel – em detalhes. “São esses detalhes que darão ao anunciante uma condição estratégica muito mais favorável na hora de incrementar suas campanhas”, diz Fabiano Destri Lobo, Diretor da MMA para América Latina. “Em que momento seu consumidor está navegando pelo celular? O que ele busca quando acessa seu aparelho? Quais os aplicativos que mais usa e quando usa? Respondendo a essas perguntas, vamos munir as marcas com informações para que elas tomem decisõ es objetivas”, afirma.

Comunicação individual e certeira

Lançar campanhas que envolvam os dispositivos móveis já faz parte da realidade da maioria das marcas, já que os números de penetração dos smartphones e do acesso à internet pelo celular cresceram exponencialmente nos últimos anos. “Mesmo sabendo que se comunicar com o consumidor pelo canal mobile é fundamental, as marcas ainda traçam caminhos desconhecidos e é este o momento de captar o máximo possível de informação”, afirma Fabiano. “Cada marca deve conhecer o seu público específico dentro dessa população explorada na pesquisa da MMA, para traçar formatos de engajamento certeiros, já que o celular é o objeto mais individual que existe”.

Momentos

Seguindo a premissa e o próprio slogan da MMA: “Every moment is mobile” (todo momento é móvel), a pesquisa buscou informações sobre os momentos em que os consumidores utilizam mais seus celulares.
55% utilizam em momentos de espera: médico, trânsito ou cinema. 47%, antes de dormir. 36% logo após acordar. E ainda, 24% usam o aparelho enquanto assistem à TV, 21% quando estão no banheiro, 19% enquanto trabalham, 19% na faculdade e 16% durante as refeições.
“Realmente, todo momento é móvel. Estar no mobile é estar presente em todos os momentos do seu consumidor, ou seja, imprescindível”, reafirma Fabiano.

Usabilidade em Números

O smartphone é a principal forma de acesso à internet para 25% dos usuários.

Navegador ou aplicativo? Entre outras informações sobre essa comparação, a pesquisa revela que 40% consomem notícias por meio de navegador, 10% consomem por aplicativo e 24%, por ambos. 40% jogam games por aplicativos, 11% jogam no navegador e 13%, por ambos
35% entram em redes sociais por aplicativos, 19% entram por navegador e 31%, por ambos.

Facebook sai na frente como a principal ferramenta mobile de relacionamento, tendo 94% dos usuários. Whatsapp vem em segundo lugar, com 53% e Instagram com 36%. Ainda aparecem empatados o Skype e o Twitter com 35%.

Onde estou? Localização é a segunda ferramenta mais utilizada pelos usuários: 50%. A primeira são as notícias, com 54%. Música aparece em terceiro com 38%.

Comportamento em números

24% dos usuários de smartphones usam o aparelho quando veem TV. Compras pelo smartphone já se tornaram hábito: entre setembro e outubro, 13% dos donos de smartphone compraram pelo aparelho. Destes, 26% adquiram roupas ou calçados. 27% compraram ingressos.
37% admitiram que já deixaram de comprar em uma loja física após consultar o preço pelo smartphone – 22% visitaram uma loja física por influência de uma propaganda vista no aparelho

Essa e outras pesquisas realizadas pela MMA ganham versões estendidas compartilhadas com seus mais de 700 membros em todo o mundo. “Nosso programa de educação com as palestras em empresas também levanta resultados de pesquisas locais e globais. Mas no fim das contas, o que precisamos, além desses números, são lideranças engajadas no mobile. Já não tem mais volta para as empresas e marcas. Todos precisam ter presença móvel, ou não farão parte do dia a dia de seus clientes”, finaliza.

Sobre a Mobile Marketing Association

A Mobile Marketing Association (MMA) é a Associação global que tem como objetivo fomentar o crescimento do Marketing Mobile no mundo e suas tecnologias. A MMA quer derrubar os obstáculos para o desenvolvimento desse mercado, estabelecer orientações e melhores práticas para mídias mobile, educando o mercado para o uso dos canais móveis. Os mais de 700 membros representam mais de 40 países ao redor do mundo. O escritório central da MMA está localizado nos EUA e suas unidades regionais incluem América do Norte, Europa, América Latina e Ásia. www.mmaglobal.com

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O que os homens de negócios podem aprender com as mulheres

A busca por igualdades salariais continua, mas a verdade é que como profissionais de vendas, as mulheres são mais eficazes do que os homens. Segundo Cláudio Tomanini, Professor de MBA da FGV e especialista em Vendas e Marketing, isso acontece por conta das características intrínsecas da mulher, inclusive aquelas provenientes da herança pré-histórica que tornam homens e mulheres tão diferentes. “Em meus trabalhos de consultoria e palestras, instigo os homens a aprenderem mais com suas colegas e a desenvolverem características essencialmente femininas, mas que se usadas no trabalho, são armas extremamente eficazes de networking e vendas”, diz Tomanini.

Visão periférica

Por ser biologicamente programada para proteger a prole, a mulher desenvolve a visão periférica, enquanto o homem, que tinha como dever ir à caça de comida, desenvolveu a visão de mira, linear e focada em um único ponto. Para as mulheres essa é uma arma e tanto nas vendas. “Com mais pessoas em um ambiente ou em eventos sociais, as mulheres são capazes de identificar oportunidades em todo o seu redor, dosando conversas e otimizando o tempo de contato com cada interlocutor. Por isso elas são excelentes fazendo networking.”, explica Tomanini.

Mais delicadeza e atenção

O instinto feminino de cuidar, sempre com delicadeza e atenção aos detalhes (no caso de bebês, por exemplo), as torna extremamente flexíveis na hora de lidar com diferentes perfis de clientes. Vendedores agressivos costumam ter sua parcela de clientes fiéis, porém, a atenção que as mulheres dedicam às regras é imbatível e transforma seu trabalho em uma atividade super profissional.

Emoção

As mulheres são mais emotivas que os homens, o que significa que elas agem mais movidas a emoção do que razão – o contrário dos homens, que possuem o lado pragmático muito mais desenvolvido.

“É essa emoção que move as conquistas femininas. Elas sabem usufruir de suas realizações, gostam de assumir suas vitórias e se deleitam em querer mais, justamente por saberem aproveitar o prazer da conquista”, diz Tomanini. “Além disso, atender um cliente com emoção aumenta as chances do vendedor de proporcionar uma verdadeira experiência de compra e não uma simples transação comercial”. Ou seja, a emoção ajuda na geração de Relacionamento – fundamental para a manutenção da fidelidade do cliente.

Empatia

Condicionadas a compreender as necessidades da família mesmo antes da capacidade de verbalizar dos filhos, as mulheres têm o poder de ler nas entrelinhas das atitudes e linguagem corporal das pessoas. Essa característica possibilita que durante uma venda, a mulher consiga se alinhar mais rapidamente e objetivamente com o cliente, acertando em cheio ao ler suas reais necessidades. “Vender pelas características do produto nunca foi suficiente. É preciso vender pelas necessidades do consumidor, entendê-lo e saber o que o seu produto pode oferecer para ajudá-lo a atingir seus objetivos”, explica Cláudio Tomanini.

Saber ouvir

Mulheres sabem ouvir. Falam muito, mas também ouvem mais. “Ouvir é uma condição básica nas vendas. Como é que você vai dizer que o cliente precisa daquilo, se não sabe o que ele quer?”, completa Tomanini. “Só por isso, as mulheres já saem na frente”.

A boa notícia é que estudos recentes comprovam que tanto homens quanto mulheres podem ter comportamentos mais femininos ou mais masculinos de acordo com a quantidade de testosterona a qual são expostos durante a gravidez. A ideia de que as mulheres desenvolvem mais o lado direito do cérebro e os homens o esquerdo já não é tão contundente assim. “Ou seja, muitos homens possuem essas habilidades tipicamente femininas, e eles devem colocá-las em prática no trabalho e no relacionamento com clientes”.

Enquanto os homens aprendem a elaborar certos comportamentos e estratégias de vendas baseados em características tipicamente femininas, Cláudio aconselha todos fazerem o mesmo em suas palestras e aulas.

* Cláudio Tomanini é professor de MBA da Fundação Getúlio Vargas e autor do livro “Venda Muito Mais” (Editora Gente, 2012). Tem mais 25 anos de experiência nas áreas de vendas e marketing. Atuou em empresas como Johnson & Johnson, ADP Systems, Grupo Verdi e VR. Tomanini possui uma peculiar visão do mercado, criando novos conceitos e desenvolvendo soluções, utilizadas e adaptadas por diversas empresas e outros consultores.

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Facebook faz ajustes no feed de notícias

Facebook anunciou nesta segunda-feira (dia 2) por meio do seu blog, ajustes no seu feed de notícias, que tem o objetivo de mostrar o conteúdo certo para as pessoas certas e no momento certo. A rede social está aprimorando a ferramenta para mostrar conteúdo de alta qualidade para os usuários da plataforma, como artigos relevantes e notícias do que está acontecendo ao redor do mundo.

Em 2012, a plataforma em que os internautas mais acharam notícia, foi através do Facebook. De fato, conforme dados relatados em outubro pela própria rede social, o tráfego médio de referência no Facebook para sites de mídia aumentou mais de 170% ao longo do ano passado. Agora o Facebook está fazendo ajustes no feed de notícias para trazer conteúdo de alta qualidade para os membros da plataforma.
Para Rafael Brito, especialista em Social Media da Goomark, agência de Comunicação e Marketing para pequenas e médias empresas, o conteúdo relevante é a chave para manter o usuário conectado. “É normal ao passar do tempo as pessoas se cansarem de uma rede social, principalmente com o surgimento de outras plataformas e apps que tiram a atenção e consomem o tempo dos usuários de outra maneira. O Facebook está se preocupando cada vez mais com a qualidade do conteúdo e mostrando conteúdo de interesses, como notícias sobre seu time favorito, novela, viagens, entre outros assuntos, pode tornar a plataforma cada vez mais relevante na vida dos usuários”, diz Brito.

Will Cathcart, gerente de produto do Facebook para feed de notícias, diz que a empresa uma ferramenta para analisar simultaneamente as interações dos seus mais de 1,5 bilhão de usuários, para saber o que realmente as pessoas querem ver em seus feeds.

O Facebook já está trabalhando em cima desses ajustes, as mudanças poderão ser percebidos pelos usuários que ao clicarem em um artigo sugerido, serão sugeridos mais três outros textos relativos ao tema.

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Pesquisa revela hábitos dos brasileiros no uso de tablets

O aumento na variedade de modelos disponíveis no mercado brasileiro e a presença de produtos em todas as faixas de preço estão colocando o tablet na mão de muitos brasileiros – o produto deve ser um dos campeões de vendas neste natal. Um levantamento feito pela IPSOS, a pedido da Intel Brasil, mostrou que 47% dos brasileiros gostariam de ter um tablet, o que confirma a popularidade do dispositivo móvel. No entanto, na opinião de 80% deles o tablet não substitui o PC. Apenas 3% disseram que optariam por levar um tablet no momento em que estavam comprando um computador.

“É um fenômeno natural que a pessoa tenha mais de um dispositivo de acesso à Internet, e o tablet ganha espaço pelo uso intuitivo, mobilidade e interação com outros dispositivos”, conta Rodrigo Tamellini, gerente de smartphones e tablets da Intel América Latina. “As pessoas querem ter as mesmas experiências que elas já tem em um desktop ou notebook, e a expectativa é de que o tablet ofereça a melhor relação entre desempenho e comodidade.”

O mercado brasileiro já oferece uma gama de opções para tablets, com variados preços, tamanhos e características. Para 42% dos brasileiros, não há uma preferência clara pela marca neste segmento. De acordo com a pesquisa da Intel, 49% dos que disseram que pretendem comprar um tablet consultam antes um amigo ou alguém da família que esteja familiarizado com o dispositivo móvel. Por outro lado, 28% deles admitiram escolher o produto de acordo com a indicação do lojista.

Aliando conveniência à independência
Outro estudo realizado pela TNS a pedido da Intel mapeou quais as expectativas das pessoas antes de comprar o dispositivo, e também o modelo de uso após a compra. A pesquisa ouvir 38 mil pessoas em 43 países, entre eles o Brasil.

O PC continua sendo a peça central da vida digital da maioria dos brasileiros – é o equipamento utilizado para efetuar a maioria das atividades online, como acesso a redes sociais, assistir vídeos ou ler notícias. Entretanto, tablets estão se configurando como uma “segunda tela” onde as pessoas encontram não só mobilidade, mas também conveniência.

O acesso à Internet foi apontado como a principal razão para se comprar um tablet por 47% dos entrevistados. A possibilidade de usar o dispositivo a qualquer hora e lugar (39%) e a maior conveniência em relação ao PC (37%) também são fatores de compra decisivos. Embora atinja um público de todas as idades, o tablet tem maior popularidade entre os usuários de 16 a 24 anos. A geração Y usa o dispositivo principalmente para acessar redes sociais e e-mails.

Uma vez adquirido o equipamento, a atividade mais realizada pelos brasileiros é a de tirar fotos, apontada como muito frequente por 50% dos entrevistados – contra apenas 34% na média global. Acesso à internet via wi-fi e e-mails estão tecnicamente empatados como segunda atividade mais desenvolvida com 46% e 45%, respectivamente. Outras atividades preferidas pelos brasileiros são escutar música (33%), uso corporativo (33%), navegar na Internet (32%), apps de mensagens instantâneas (31%) e fazer vídeos (30%).

Embora deem valor à mobilidade, o uso principal do dispositivo se dá dentro do lar – 63% dos donos de tablets usam seus dispositivos à noite, em casa, enquanto 42% têm como local preferido para usar o dispositivo a cama, antes de dormir. As pessoas também preferem usar o tablet enquanto assistem TV (31%), no trabalho (31%), na fila ou aguardando alguma coisa (banco, consultório, supermercado, etc) e até ao mesmo tempo em que usam o telefone (19%). “Fica claro o modelo de uso como tela complementar no seu dia a dia – é todo um novo modelo de uso calcado na praticidade e no imediatismo. O consumidor quer ter a independência e a conveniência dos tablets, em especial se eles entregarem funcionalidades parecidas com as dos PCs”, comentou Tamellini.

Buscando o desempenho superior

2013 marcou a chegada de tablet com processadores Intel ao Brasil, aumentando o leque de opções disponíveis ao consumidor e trazendo equipamentos diferenciados, incluindo modelos 2 em 1 que funcionam como tablets quando o usuário deseja, e como notebook quando necessário. Na opinião de 39% dos brasileiros entrevistados, comprar um tablet com processador Intel seria a primeira opção.
Durante a Computex 2013, em junho, a Intel anunciou a próxima geração da tecnologia da Intel de 22nm para tablets e dispositivos ultraportáteis baseada na nova microarquitetura Silvermont. Com ela, as fabricantes poderão oferecer designs elegantes com 8 ou mais horas de duração da bateria e semanas em modo standby, além de ser compatível para Android e Windows 8.1. Aproveitando o progresso do processador Intel® Atom™ Z2760, os novos produtos baseados no Atom oferecerão um eficiente processamento quad core que dobra o desempenho em relação à geração anterior.

“A Intel e seus parceiros estão ouvindo o mercado e buscando entregar dispositivos que aliem comodidade, velocidade e conectividade. Com diferenciais em desempenho e em economia de bateria, os tablets equipados com processadores Intel já estão disponíveis em todas as faixas de preço e prontos para atender ao modelo de uso dos brasileiros”, enfatiza Tamellini.

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Comércio eletrônico brasileiro movimenta R$ 424 milhões no Black Friday 2013

De acordo com a ClearSale, líder brasileira em soluções para autenticação de vendas no e-commerce, as vendas da edição 2013 do Black Friday, realizado na última sexta-feira (29/11), movimentaram R$ 424 milhões no comércio eletrônico brasileiro. O montante representa um valor 95% superior ao apresentado na mesma data do ano passado, quando foram movimentados R$ 217 milhões. A previsão inicial do Busca Descontos – criador do site www.blackfriday.com.br – era de uma movimentação de R$ 340 milhões.

“O Black Friday mais uma vez superou nossas expectativas e estabeleceu o recorde de vendas na história do comércio eletrônico”, afirma Pedro Eugenio, Presidente do Busca Descontos.

Os R$ 424 milhões movimentados no Black Friday superam em 552% as vendas de uma sexta-feira comum (08/11/2013). Ainda na mesma comparação dos dois dias, o número de pedidos efetuados no Black Friday foi 432% maior.

Ainda segundo dados levantados pela ClearSale, foram efetuados 969 mil pedidos de compra pela internet no dia 29 de novembro (crescimento de 79% em relação ao Black Friday 2012), com ticket médio de 437, 9% superior ao de 2012 e 23% maior do que uma sexta-feira comum.

“Uma característica forte do dia do Black Friday, é que há uma atividade intensa dos consumidores durante a madrugada. Em um dia normal, o horário entre 3 e 6 horas da manhã representa 1% das transações do dia. No ano passado, durante o Black Friday, esse horário representou 4% do total. Mas, esse ano, os sites se estruturaram melhor e durante a madrugada se concentraram quase 8% do total de transações, explica Bernardo Lustosa, vice-presidente da ClearSale.

Consumidores da região Sudeste responderam pela maior parte das vendas (68%), seguidos de Sul e Nordeste, ambos com 12%, Centro-Oeste (6%) e Norte (2%).

Analisando o perfil socioeconômico dos compradores, os mais atraídos pelas ofertas foram os jovens e adultos de até 30 anos. Enquanto em um dia normal, esse público é responsável por 39%. Durante o Black Friday desse ano, eles foram quase metade do volume: 45%. Adultos de 31 à 40 anos responderam por 29% das compras, enquanto as pessoas de 41 anos ou mais, foram responsáveis por 26% das aquisições.

No site www.blackfriday.com.br – criado pelo Busca Descontos e que reuniu ofertas de 109 de lojas virtuais – as categorias mais procuradas pelos consumidores foram:

1 – Telefonia

2 – Eletrodomésticos

3 – Eletrônicos

4 – Informática

5 – Games

O desconto médio no preço de produtos e serviços das lojas publicados no site www.blackfriday.com.br foi de 20%. As informações são de uma análise feita pela Sieve – empresa especializada em inteligência de precificação no comércio eletrônico – que comparou a média histórica de preços nos últimos 90 dias com os preços das lojas disponíveis no site.

O levantamento considera somente os produtos e serviços publicados pelas lojas no site www.blackfriday.com.br – que reúne ofertas de 109 varejistas virtuais. Segundo as informações, as categorias que tiveram os maiores descontos foram: Papelaria (31%); Moda e Acessórios (30%); e Casa e Decoração (28%).

Tradicional data do varejo americano, o Black Friday chegou ao comércio eletrônico brasileiro em 2010. Em sua primeira edição, a data movimentou aproximadamente R$ 3 milhões de reais. No ano seguinte, em 2011, foram movimentados R$ 100 milhões, segundo o e-bit. Já em 2012, a ação rendeu R$ 217 milhões em vendas no e-commerce, de acordo com dados da ClearSale.

Black Friday nos Estados Unidos

Nos EUA, as vendas no varejo online no dia 29 de novembro representaram cerca de US$ 1,93 bilhão, de acordo com a fabricante de softwares Adobe, que analisou 400 milhões de visitas em aproximadamente de 2.000 sites de compras americanos. O resultado mostra um aumento de 39% em relação a mesma data em 2012.

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O Facebook vai dominar o mundo?

Por Luiz Alberto Ferla

Tudo indica que sim. O crescimento da rede social de Mark Zuckerberg nos últimos anos é surpreendente: já tem mais de 1,2 bilhão de usuários e é a mais popular em ao menos 127 países. No Brasil ultrapassa 76 milhões de usuários – estamos atrás apenas dos Estados Unidos e da Índia.

Os números sugerem que a América Latina – com cerca de 200 milhões de usuários ou 18% da base global – é uma região de acelerado crescimento para a companhia de Menlo Park, Califórnia. Todos os dias, 61,4% dos usuários ativos mensais nos três maiores mercados da região conectam-se à rede social. Isso representa uma audiência de 47 milhões de brasileiros, 28 milhões de mexicanos e 14 milhões de argentinos.

Em termos de construção de marca para os clientes, isso tem uma relevância enorme já que não há outro meio que tenha essa capacidade de chegar a tanta gente em um só dia. Nem mesmo a televisão.

É, o mundo está mudando… E as pessoas também. Durante muito tempo as relações aconteciam de forma linear, baseada nos meios de comunicação, principalmente rádio e TV. Hoje, a grande massa de informação consumida linearmente passou a ser trocada de forma matemática, com base no conhecimento das multidões, por meio dos buscadores.

Ainda assim, os comportamentos no mundo não mudaram. As pessoas continuam casando, tendo filhos, querendo ser felizes, querendo se engajar em causas nobres. O que mudou foi a maneira como contam as novidades sobre elas para os amigos. Tudo vai para a internet, um espaço democrático, onde todos têm o direito de se manifestar. Ali é possível assumir quem somos, o que pensamos, o que gostamos, sem medo. Isso faz com que a Internet seja construída com base na relação real dos amigos na Internet. E a opinião sincera de um amigo vale muito!

Quem ainda não entende muito bem esta relação são as empresas – algumas ainda tropeçam na divulgação de suas marcas. Pensam que basta apenas marcar presença nas redes sociais, sem estratégia. É um engano que pode custar caro para muitas marcas. É preciso que as empresas e organizações façam a si mesmas duas perguntas, antes de inovar e postar em suas páginas no Facebook: Por que isso é importante? Por que precisa ser compartilhado?

Um bom exemplo de campanha digital no Facebook, para um público segmentado, desenvolvida pela Talk2 foi para a Imaginarium, que culminou com mais de 600 mil fãs. A empresa queria construir uma presença digital que fizesse jus ao esmero encontrado nos seus produtos e buscou na web um meio de fortalecer esse branding irreverente. Uma estratégia, um plano de marketing digital com público, missão, metas e linguagem a ser adotada, surpreendeu: centenas de milhares de fãs fortaleceram a marca e a Imaginarium ficou gigante no mundo digital.

É isso que acontece quando as marcas entendem o que deve e o que não deve ser feito nas redes sociais. Pensando nisso, a empresa Talk2, que pertence ao DOT digital group, lança um eBook sobre como potencializar comercialmente o uso do Facebook http://materiais.talk2.com.br/facebook_estrategico, mostrando o que é importante nessa relação empresa/consumidor. O conteúdo vai auxiliar as organizações a conhecer melhor seus negócios e questionar a maneira como estão lidando com os clientes, fornecedores, funcionários e acionistas.

*Luiz Alberto Ferla é presidente do DOT digital group (Knowtec, Talk2, TechFront, DDBR, KeepingUp, IEA, SocialBase, Suite Plus) e Líder Empresarial 2012 (Fórum de Líderes).

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Dicas para não errar nas compras do Black Friday

No dia 29 de novembro acontece no comércio eletrônico brasileiro o Black Friday Brasil 2013, ação realizada pelo portal Busca Descontos que vai reunir diversas ofertas de produtos e serviços com descontos. As ofertas das mais de 120 lojas participantes estarão disponíveis a partir da 0h do dia 29/11 no site oficial da ação: www.blackfriday.com.br.

Pedro Eugenio – CEO do portal Busca Descontos e idealizador do Black Friday no comércio eletrônico brasileiro – preparou algumas dicas sobre como o consumidor poderá se preparar para aproveitar o BlackFriday.com.br da melhor maneira possível.

1 – Vá ao lugar certo

As ofertas das 120 lojas participantes do Black Friday Brasil estarão reunidas no site oficial da ação: www.blackfriday.com.br. Todas as ofertas de produtos e serviços disponíveis no site passam por um filtro rigoroso, para que sejam publicadas somente ofertas realmente atrativas para o consumidor. O acesso ao site oficial do evento é uma maneira de fugir das possíveis ‘ofertas maquiadas’, além de comprar apenas em lojas que possuem boa reputação no comércio eletrônico.

O consumidor terá apenas 24 horas para aproveitar o dia mundial dos descontos. Programe-se com antecedência, o Black Friday Brasil começa às 0h do dia 29 de novembro e termina às 23h59.

2 – Faça uma lista

Quais os itens que você está procurando? Faça uma lista de tudo aquilo que você pretende comprar e prepare um Top 10 dos seus produtos mais desejados. Isso ajuda a se organizar e não se perder em meio a grande quantidade de ofertas no dia da ação.

3 – Crie um orçamento e fuja das dívidas

Saiba quanto você pretende gastar para cada item que deseja. O BlackFriday.com.br é uma ótima oportunidade para comprar, mas evite excessos que podem exceder o limite do cartão de crédito e te deixar pagando pelos próximos meses.

4 – Fuja dos horários de pico

Os picos de acesso ao site do Black Friday e das lojas participantes acontece nas duas primeiras horas da promoção, entre 0h e 2h, e na hora do almoço, entre 12h e 14h. A grande quantidade de visitantes simultâneos pode causar lentidão no acesso. Caso isso aconteça, tente acessar o site em outro horário.

5 – Compare os preços

Antes de comprar, compare os preços dos produtos em oferta com os de outras lojas participantes do BlackFriday.com.br. Certifique-se de entender a especificação detalhada para realizar uma comparação válida. Não compre nada sem antes ter certeza de que o preço está realmente em conta.

6 – Saiba identificar quais produtos estão em promoção

Vale lembrar que se uma loja participa do Black Friday, isso não significa que todos os seus produtos estão em promoção. A loja escolhe alguns produtos ou categorias que terão descontos para o Black Friday. Outros produtos podem continuar com os preços originais. Para procurar somente por produtos que estejam com desconto, o consumidor deve ir direto para o site www.blackfriday.com.br, ou ainda acessar hotsites montados especialmente para a ação no site das lojas.

“O Black Friday funciona como um mega outlet online. Isso quer dizer que somente alguns produtos vão estar com descontos, e não a loja toda. Nem sempre o produto que você deseja está disponível, por isso, para fazer grandes negócios, você precisa ser flexível e procurar os itens que tem maiores descontos”, orienta Pedro Eugenio, CEO do Busca Descontos e idealizador do Black Friday no Brasil.

6 – Selo Black Friday Legal

A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, em trabalho conjunto com o portal Busca Descontos, criou um Código de Ética para o Black Friday. As lojas virtuais que aderirem ao texto se comprometem a anunciarem ofertas reais na ação. Caso a empresa não cumpra o acordo, a mesma poderá sofrer suspensões.

As ofertas das lojas que aderiram ao Código de Ética serão identificadas com o ”Selo Black Friday Legal”, que indica a credibilidade das promoções. Fique atento!

7 – Denuncie ofertas irregulares

O consumidor que encontrar alguma promoção com qualquer tipo de irregularidade ou desconto irreal, pode fazer sua denúncia no link “Reclame Aqui”, do site oficial do Black Friday – www.blackfriday.com.br. As reclamações serão direcionadas para o site ReclameAqui, especializado no recebimento de reclamações e termômetro para a reputação de empresas.

A previsão do portal Busca Descontos é de que as vendas online na data gerem R$ 340 milhões, o que representa um crescimento de mais de 50% em relação ao Black Friday Brasil de 2012, quando foram vendidos R$ 217 milhões, segundo a ClearSale. De acordo com a previsão do portal, mais de 850 mil pedidos de compra devem ser realizados no dia 29.

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Samsung apresenta nova linha de tablets Galaxy Tab 3

Ter a liberdade de acessar conteúdos online em qualquer lugar, horário e ter sempre suas músicas, filmes e jogos preferidos é a proposta da Samsung com a sua nova linha de tablets, a Série Galaxy Tab 3. Os três modelos disponíveis (7, 8 e 10.1 polegadas), chegam ao Brasil para entreter jovens e adultos.

Com mais de 10 produtos tablets em seu portfólio, a Samsung busca sempre desenvolver produtos para os mais diversos perfis de consumidor. Segundo Roberto Soboll, Diretor de Produtos de Telecom da Samsung Brasil, “os tablets caíram no gosto dos brasileiros, pois unem a mobilidade de um smartphone com a usabilidade semelhante a um notebook e a nova linha Galaxy Tab 3, além da conectividade e mobilidade garantidas, conta com ótimo desempenho, item já característico dos produtos da marca”.

Galaxy Tab 3 – 7 polegadas: Presença nas redes sociais 24 horas por dia
O Galaxy Tab 3 – 7 polegadas é o companheiro ideal para quem adora ficar 24 horas ligado nas redes sociais e se diverte compartilhando e enviando mensagens o tempo todo para seus amigos. Os 9.9 milímetros de espessura e 7 polegadas de tela, faz com que esse tablet se encaixe perfeitamente nas mãos. E, pesando apenas 300 gramas, ele pode ser levado para qualquer lugar.
Colocar um título poderoso de conteúdos aqui – A fim de garantir ainda mais diversão, o Galaxy Tab 3 – 7 polegadas vem com conteúdos exclusivos disponíveis na Samsung Apps. Os usuários poderão ter acesso, por seis meses, a sete revistas da Editora Abril e por três meses, a cinco revistas da Editora Globo, além de poder baixar cinco livros digitais da Saraiva, totalmente grátis. Outro benefício incrível é o acesso a 50 GB no Dropbox, por dois anos, para armazenar todos os conteúdos que quiser, sem custo nenhum.
A diversão se estende ainda mais com os aplicativos Game Hub, Video Hub e Learning Hub, que reúnem jogos, filmes e conteúdos de ensino, especialmente selecionados e o Samsung Apps, uma loja integrada, que reúne os melhores aplicativos disponíveis no momento.
Além disso, o Galaxy Tab 3 – 7 polegadas traz câmera traseira de 3 MP e câmera frontal de 1.3 MP, sistema operacional Android 4.1 (Jelly Bean) e processador Dual Core 1.2 GHz, permitindo baixar e compartilhar jogos, aplicativos e vídeos de forma mais rápida e fácil.

Galaxy Tab 3 – 8 polegadas: Mais entretenimento e conectividade
Com 7.4 mm de espessura e pesando apenas 316 gramas, o Galaxy Tab 3 8.0 foi desenvolvido para oferecer conveniência ao levá-lo a qualquer lugar. Com design compacto e leve, ele é de fácil manuseio e altamente portátil. Seus aplicativos proporcionam maior produtividade durante a navegação, atendendo as necessidades de quem está sempre conectado à Internet, seja para o trabalho, diversão e, acima de tudo, prezam por produtos que trazem portabilidade total, aliada à tecnologia de última geração.
O aplicativo Modo Leitura ajusta automaticamente o brilho, as cores e contraste assim que você abre um e-Book, tornando a leitura mais agradável e confortável. Já com recurso o Multitela, é possível dividir as tarefas, abrindo dois aplicativos na tela, simultaneamente. Aumentando a produtividade do Galaxy Tab 3 8.0.
Prezando pela praticidade, o aparelho possui a função Smart Remote, que possibilita controlar, diretamente do tablet, diversos equipamentos eletrônicos diferentes como TV (independente da marca), Home Theather, DVD e até mesmo o ar condicionado. O Story Album é ideal para organizar suas fotos de uma forma simples e divertida em uma linha do tempo.
Além disso, o Samsung Galaxy Tab 3 8.0, oferece o Group Play, aplicativo para compartilhar músicas, fotos, documentos com seus amigos, criando uma rede de compartilhamento simultâneo, Som ao vivo com Dolby Surround, que reproduz a experiência do cinema em seu tablet, trazendo o som cristalino e efeitos de áudio e, por fim, o Pop up Play, que possibilita assistir a um vídeo em Full HD enquanto navega na Internet, escreve um SMS ou e-mail, tudo ao mesmo tempo.
O Galaxy Tab 3 8.0 funciona por meio do sistema operacional Androd 4.2 (Jelly Bean), tem processador Dual Core 1.5 GHZ, e traz câmera traseira de 3 MP e câmera frontal de 1.3 MP, proporcionando transições rápidas e suaves, com funções inteligentes e alta velocidade de conexão.

Galaxy Tab 3 – 10.1 polegadas: Diversão para toda família
Para os mais tradicionais que também gostam de desfrutar das experiências tecnológicas, o Samsung Galaxy Tab 3 10.1 reúne todos os aplicativos oferecidos nos modelos 7 e 8 polegadas, com o benefício de maior conectividade, praticidade e interação em um único aparelho. Deste modo, você pode se divertir com a família compartilhando músicas, fotos e documentos por meio do Group Play, rever imagens organizadas no Story Album e acessar arquivos de forma segura no Dropbox.
Também, é possível assistir a um vídeo pelo Pop up Play, enquanto controla os diversos equipamentos eletrônicos do ambiente pelo Smart Remote. Tudo com o Som ao vivo com Dolby Surround, que traz a experiência do cinema em seu tablet. É diversão de verdade.
Com apenas 7.95 mm de espessura e pesando só 512 gramas, o Samsung Galaxy Tab 3 10.1 possui melhor aderência à mão e aproveitamento do display, uma vez que a linha de comando na tela viraram botões funcionais físicos. O modelo possui processador Dual Core de 1.6 GHz e câmera traseira de 3 MP e câmera frontal de 1.3 MP.
Disponibilidade
A linha Samsung Galaxy Tab 3 já está disponível em toda rede varejista do País, incluindo as mais de 46 lojas Samsung espalhadas pelo Brasil. Os preços dos aparelhos variam conforme as versões (3G ou Wifi), e podem ser encontrados pelo valor sugerido a partir de R$ 1099,00 para o modelo de 7”, a partir de R$ 1399,00 o de 8” (somente na versão 3G) e a partir de R$ 1299,00 a versão 10.1 da linha.

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Em 2017, seu smartphone será mais inteligente que você, afirma o Gartner

De acordo com o Gartner, líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, os smartphones poderão, em breve, prever o próximo movimento do consumidor, sua próxima compra ou interpretar as ações, baseados no que sabem. Estes insights serão realizados com dados individuais reunidos, usando computação consciente – a próxima etapa da Computação em Nuvem pessoal.

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Evento em Curitiba apresenta grandes oportunidades para quem quer trabalhar com aplicativos móveis

Dia 26 de novembro, na Universidade Positivo, você pode conhecer casos de sucesso de startups e empresas maduras que se especializam em aplicativos móveis. Vai saber também quais são as tendências e onde estão as oportunidades do mercado nos próximos anos com palestras de especialistas do setor.

O evento é voltado a empresários de TI e Comunicações, Agências de Publicidade, alunos universitários e associados da Cenetic – Central de Negócios de Tecnologia da Informação e Comunicações de Curitiba, responsável pela organização.

Nos próximos dias, você vai acompanhar notícias sobre o mundo móvel e sobre startups que nascem voltadas para crescer desenvolvendo aplicativos para smartphones, tablets e dispositivos de uso corporativo.

Para mais informações e inscrição:

http://cenetibr.acessotemp.net/eventos/

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5 motivos para melhorar o desempenho profissional

Um profissional que faz bom uso da inteligência é capaz de contagiar o ambiente de trabalho e influenciar nos resultados financeiros da organização, segundo Carlos Aldan, CEO do grupo Kronberg.
Para ilustrar a ideia, Aldan destaca cinco motivos para melhorar o desempenho profissional:
1- Destaque no mercado – Funcionários e líderes que permitem oportunidades de escolhas e mudanças de comportamento aprendem a gerenciar suas emoções e o estresse. Dessa maneira, conseguem manter o foco nas prioridades, otimizando os resultados.

2- Bom relacionamento com os colegas de trabalho – Por saber administrar as emoções, o profissional adquire a capacidade de driblar o contágio negativo, tanto os próprios, quanto dos outros, criando assim um ambiente harmonioso e suscetível a melhores lucros.

3- Sucesso – Estudos comprovam que as pessoas mais bem-sucedidas dentro de uma definição ampla de sucesso (não somente na esfera profissional, mas também física, espiritual, realização, conquistas e legados), detêm índices mais desenvolvidos de Inteligência Emocional. Os líderes que produzem resultados de 25 a 30% superiores à média, também têm em comum índices avançados de Inteligência emocional.

4- Sem datas de validade – Inteligência emocional, independentemente do esforço consciente para aprimorá-la, para a maioria das pessoas, melhora com o resultado das experiências de vida. É possível aprimorar conscientemente todos os componentes da Inteligência Emocional independente da faixa etária.

5- Autoconfiança – Exercitar a Inteligência Emocional também prepara o indivíduo para enfrentar com mais resiliência as inevitáveis adversidades, retrocessos e perdas na vida. A identificação, o constante aprimoramento e a aplicação de competências, forças de caráter, valores e compromissos nos permite aumentar a motivação intrínseca. Quanto maior a motivação intrínseca, maior nossa autoconfiança.

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HSM Expomanagement é marcado por debates sobre sustentabilidade e tecnologia

A ExpoManagement 2013, maior evento de gestão da América Latina, teve início na manhã desta segunda-feira com a presença de especialistas, executivos e empresas dos mais diversos setores da economia de todo país apresentando os conceitos mais atuais, cases inspiradores e práticas de sucesso do mundo corporativo. O evento acontece entre hoje e quarta-feira (6/11), no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

A primeria palestra do dia foi de Paul Dickinson, especialista em sustentabilidade, diretor e fundador do Carbon Disclosure Project (CDP), entidade que trabalha de perto com as maiores empresas do mundo para reduzir as emissões de carbono e melhorar a gestão da água no planeta. Dickinson iniciou sua fala apresentaqndo o trabalho do CDP, que possui o maior banco de dados com informações sobre sobre mudanças climáticas do mundo. Para o especialista, sustentabilidade é o nome que damos para problemas que o governo não consegue solucionar. “Algumas pessoas acreditam que a sustentabilidade é uma prioridade menor, mas estamos falado do futuro que deixaremos para as próximas gerações. Desta forma, eu acredito que as corporações podem e devem ser a solução para os problemas climáticos”, afirma.

Para Dickinson, negócios e política hoje são a mesma coisa. “Os negócios são a nova democracia mundial. Qualdo as pessoas compram um produto ou investem em uma empresa, elas também estão votando no mundo que elas desejam para si mesmas e para seus filhos”. Ele também acredita que os riscos apresentados pelo aquecimento global são, na verdade, uma enorme oportunidade para que o mundo dê um novo salto tecnológico. “A sustentabilidade não é um peso. Os consumidores querem cada vez mais fazer negócios com empresas façam parte da solução, e não do problema, e é aí que residem as oportunidades de negócios do futuro. Estamos experimentando uma evolução no capitalismo, em que passamos da necessidade de maximizar o valor para os acionistas shareholders a necessidade de maximizar o valor das ações que desempenhamos” finalizou.

Wesley Batista, presidente global do Grupo JBS, maior empresa privada do Brasil e líder mundial em processamento de carne bovina, ovina e de aves, abordou os desafios de liderança que uma empresa familiar de atuação global enfrenta. Para o executivo, nada substitui ter as pessoas certas nos lugares certos. “Esse é o segredo da boa gestão de um grupo tão grande. Acreditamos que a simplicidade é essencial, não só na forma de ser, mas na forma de agir.” Ele lembra que o maior desafio do JBS é ser a maior empresa do setor sem sem perder a essência – ser simples e eficiente.

“Muitas empresas começam de uma forma simples e quando crescem, criam uma burocracia que por vezes traz problemas sérios para a sobrevivência da organização. Lutamos muito para evitar que isso aconteça, para não aumentar a burocracia, para não criar feudos.”

Mas Batista também acredita que para que a governança nas empresas seja algo real e palpável é preciso que as estruturas atuem de fato. “Em muitas empresas o que se vê são estruturas criadas desnecessariamente, o que serve somente para satisfazer uma necessidade dos executivos, e que no fim das contas acaba por não produzir resultados palpáveis para a empresa” finaliza.

A presidente e CEO da IBM, Ginni Rometty, apresentou uma palestra sobre a importância do Big Data para as empresas do século 21. De acordo com a executiva, “estamos finalmente presenciando a convergência de multiplas tecnologias. Atualmente 2,7 bilhões de pessoas estão conectadas à internet e um quarto da população mundial utiliza alguma rede social. Cerca de 80% de todos os dados existentes foram criados nos últimos 2 anos”. Ela diz que há tanta informação sendo criada diariamente que é impossível que as pessoas tenham condições de analisar todos os dados disponíveis.

Segundo Rometty, o principal desafio desta nova era de tecnologia será filtrar as informações relevante nesse mar de dados. Ela acredita que estamos vendo a criação de uma ‘tecnologia mais inteligente’, que irá transformar as empresas, sua natureza e suas atividades com base em três características fundamentais:

A maior parte das decisões serão tomadas com base em dados e na análise de informações;
As empresas irão infundir inteligência em tudo o que fazem, e na forma com que fazem;
O ‘valor’ deverá ser entregue diretamente aos indivíduos, e não mais para grupos.

“Sou bastante esperançosa sobre o futuro e acredito que a informação vai ser o principal recurso natural do século 21. Mas há uma diferença fundamental entre esse recusro e aqueles que movimentaram a economia das nações em séculos passados: a produção de informação é ilimitada. Tudo o que precisamos é de uma forma eficiente de refiná-la. E é isso que as empresas mais inteligentes do mercado já estão fazendo em todo o mundo”

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