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Michael Page: 84% dos executivos consideram o futebol um facilitador na geração de negócios

A Michael Page, empresa líder mundial em recrutamento executivo de média e alta gestão, em parceria com a Futebol Experience, empresa especializada em marketing de relacionamento esportivo, divulga pesquisa que aponta o envolvimento e a percepção dos executivos sobre o impacto do futebol na geração de negócios.

De acordo com os dados da pesquisa, 56% dos executivos disseram possuir um alto envolvimento com futebol. 23% dos entrevistados falaram possuir certo envolvimento, 17% tem pouco envolvimento e apenas 5% dos profissionais confessaram ter nenhum envolvimento como o esporte.

O levantamento aborda ainda outra importante percepção dos executivos. 84% dos profissionais consideram o futebol um facilitador de relacionamento e para geração de negócios, contra 16% que não tem a mesma opinião.
O levantamento com foi conduzido com cerca de 460 executivos.

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Estudo revela: 64% dos funcionários de PMEs são desengajados

A liberdade de atuação em uma PME tem relação direta com o engajamento dos funcionários, afirma pesquisa desenvolvida pela MSW Research, entre outubro de 2013 e janeiro de 2014 para a multinacional da área de T&D e coaching Dale Carnegie Training.

Segundo o levantamento, 64% dos funcionários de pequenas empresas do mundo todo estão parcialmente ou totalmente desengajados. O número é menor, se comparado aos funcionários de grandes empresas (onde 71% dos colaboradores são total ou parcialmente desengajados), mas ainda assim é alarmante. Com base nos resultados da pesquisa, a Dale Carnegie Training aponta alternativas para gestores de PMEs motivarem seus funcionários.

Enquanto o engajamento, em grandes empresas, é bastante relacionado à atuação do gerente (ou do chefe direto), em pequenas companhias a inspiração do funcionário fica condicionada à sua independência e ao impacto que seu trabalho traz para os resultados da empresa.

Outro ponto apontado como um diferencial pelos funcionários engajados de PMEs é a questão da confiança. Entre os profissionais mais inspirados, a relação de confiança com o chefe e nos valores da empresa é um dos sentimentos mais importantes para manutenção da inspiração. Além disso, segundo o levantamento, 70% dos funcionários se sentiram bastante engajados, mesmo em períodos de crise porque a empresa se mostrou confiante no trabalho que eles estavam fazendo.

O ensinamento e os treinamentos em ocasiões de necessidade (quando o profissional sinaliza que tem dúvidas e precisa ser treinado ou ensinado) também são apontados como um incentivo importante ao engajamento. No Brasil, por exemplo, profissionais de PMEs têm, em média, 12 dias de treinamentos por ano. A média é boa e bastante alta, se comparada à de países como França, Inglaterra e Canadá, onde os treinamentos são de cerca de sete dias por ano.

Fonte: ABRH Nacional

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Pesquisa global mostra como as tecnologias móveis e sociais mudam os processos B2B de vendas

Empresas pagam até 30% a mais em produtos ou serviços que melhorem a experiência do cliente; mais de 80% das companhias brasileiras entrevistadas estão integrando sistemas CRM para Mídias Sociais

A Avanade, fornecedora global de soluções de tecnologia de negócios e serviços gerenciados, divulga os resultados de uma pesquisa global sobre a mudança do processo de vendas e padrões de compra de negócios e tomadores de decisão de TI. A mais recente pesquisa da companhia mostra que o movimento de “consumerização” está mudando o processo de vendas – que vai além do controle do vendedor, à medida que os compradores corporativos começam a ter os mesmos comportamentos dos consumidores finais. Com esta mudança, o valor da experiência do cliente é ainda mais importante do que o preço dos negócios.

No Brasil, este processo ainda está em andamento, já que as organizações estão apenas começando a se preocupar mais com a eficácia das soluções que estão comprando do que com o preço. “Localmente, em geral, a ação de compra de produtos e soluções de TI ainda é feito especialmente por equipes de compra. Para eles, o preço é extremamente importante e reduzir os custos é o objetivo principal”, explica Marcelo Serigo, CTIO da Avanade Brasil.

Destaques

• Agora, a experiência do cliente é um dos fatores mais importantes no processo de decisão de compra. Os clientes corporativos, incluindo os brasileiros, estão dispostos a pagar até 30% a mais por um produto ou serviço que ofereça uma melhor experiência do cliente.
• As empresas não têm mais controle sobre as informações compartilhadas a respeito de seus produtos ou serviços. Por isso, 61% dos tomadores de decisão nas empresas afirmam que sites de terceiros e feedback de parceiros de negócios, companhias do setor ou canais sociais são mais importantes do que as conversas com as equipes de vendas na tomada de decisão de compra de alguma solução de negócio. No Brasil, esse tipo de decisão é feita com base em conversas diretas com equipes de vendas (60%); pesquisa online entre os sites de especialistas (53%); feedbacks de colegas (35%) e os parceiros da rede (50%); e canais sociais da empresa (40%).
• Há três anos, o relacionamento com o cliente baseava-se em serviços de atendimento ao cliente e Call Centers. Hoje, as organizações estão recrutando novas pessoas e departamentos para gerenciar a experiência do cliente, funções realizadas principalmente pelas áreas de TI e Marketing.
• 70% dos entrevistados da pesquisa pensam que a tecnologia vai substituir a interação humana com os clientes nos próximos 10 anos. No Brasil, este número é de 80%.
• Para se antecipar à mudança, as empresas vêm fazendo novos investimentos em tecnologia, ao alterar os processos de negócio e redesenhar funções organizacionais, por exemplo. Mais de 80% das organizações mudou pelo menos um processo de negócio nos últimos três anos com o objetivo de interagir de maneira mais efetiva com os clientes. As organizações brasileiras pesquisadas estão investindo em vendas e tecnologia de apoio como o Customer Relationship Management – CRM (88,6%), os dispositivos móveis (40,9%) e os meios de comunicação social (63,6%) e de aplicativos móveis (29,5%).

“A ‘consumerização de TI’ está transformando radicalmente as formas tradicionais com que as organizações vendem produtos e serviços para outras empresas e consumidores”, diz Mick Slattery, Vice-Presidente Executivoda linha de serviço global da Avanade. “Os modelos B2B e B2C de compra estão se fundindo. Não é mais business-to-business ou business-to-consumer, é business-to-all, ou seja, negócios para todos. Aquelas que compreendem o novo perfil dos clientes estão criando relacionamentos mais lucrativos a longo prazo”.

Este novo estudo global baseia-se em resultados de pesquisa Work Redesigned da Avanade, realizada em janeiro de 2013. As empresas líderes estão mudando seus processos de negócios para se adaptar a um novo estilo de trabalho influenciado por dispositivos móveis, ferramentas de colaboração e tecnologias sociais. Neste último estudo, a Avanade descobriu que as empresas líderes estão modificando os processos de negócios para se adaptar a um novo estilo de trabalho, influenciado pela mobilidade, ferramentas de colaboração e tecnologias sociais para atingir o novo comprador de negócios. A partir disso, é possível observar o aumento das vendas e tecnologias de apoio (44%), de funcionários que interagem com os clientes (40%) e da adição de automação para o processo de vendas (32%).

Essas mudanças trazem benefícios. A pesquisa mostra que as empresas que investem em tecnologia para oferecer um melhor serviço ao cliente e modificar papéis internos veem resultados positivos e aquelas que, de fato, realizam essas mudanças estão experimentando o aumento da fidelização de clientes (61%), das receitas (60%) e da base de clientes (60%). Clique aqui para tuitar.

O estudo também apoia as conclusões do relatório High Performers in IT: Defined by Digital, da Accenture, que constatou que as empresas de TI com alto desempenho estão focadas em alavancar as tecnologias digitais para melhorar a experiência do cliente. Enquanto que três dos principais objetivos de negócios de alto desempenho referem-se a melhorar essa prática, por outro lado, outras organizações se concentram principalmente na redução de custos e aumento da produtividade.

Para saber mais, visite: http://avana.de/CustJourney.

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Plataforma permitirá o aluguel de carros particulares. Operação inicia em Curitiba.

Procurando promover o conceito de consumo colaborativo, a startup Fleety vai implementar o aluguel de veículos particulares em sua plataforma.

A ideia é utilizar os veículos que costumam ficar parados por muito tempo e geram despesas aos proprietários.

No aplicativo, o usuário poderá disponibilizar o seu carro para aluguel ou procurar um carro que atenda as suas necessidades.

Para André Marin, 28, engenheiro eletrônico e idealizador do Fleety, o objetivo é incentivar a utilização mais inteligente dos recursos já existentes.

“Os automóveis costumam ficar parados 22 horas por dia e dar despesas de R$ 15 mil reais por ano”, afirma Marin.

“O proprietário pode alugar e rentabilizar o veículo, ganhar dinheiro extra. E o locatório vai conseguir o conforto, com o tipo de veículo e a localização que precisa”, continua Marin.

Fase de testes

Para entender o perfil do público brasileiro, a startup realizou pesquisas nas capitais na qual foi possível analisar as principais vantagens e desafios do compartilhamento de veículos.

Após analisar os dados, o Fleety decidiu iniciar suas operações em Curitiba, Paraná, em março de 2014. O plano de expansão para outras cidades está previsto para 2015.

Leia reportagem completa no Catraca Livre.

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Os efeitos milagrosos de um sono reparador

Sentindo-se menos alerta hoje? Buscando aquele copo extra de café para ficar acordado? Seus hábitos de saúde e sono podem estar contribuindo para um sono insuficiente e de má qualidade, o que pode levar a outros problemas de saúde.

Na sexta-feira, 14 de marco, 2014, será comemorado o Dia Mundial do Sono em todo o mundo. Este evento anual é uma celebração do sono e um convite para discussão sobre assuntos importantes relacionados ao sono.

A campanha, encampada pela Academia Brasileira de Neurologia, leva o tema: “Sono Restaurador, Boa Respiração, Corpo Saudável”, uma mensagem “três em um” que ressalta os fatores de risco para a síndrome da apnéia obstrutiva do sono que podem ser prevenidos. Vamos dar uma olhada em cada ponto do slogan deste ano.

Sono Restaurador

Como você sabe se você está tendo um sono restaurador?

Um sono bom e restaurador deve ser contínuo e ininterrupto, profundo e com duração adequada. Se você consegue ter todos essas características, você deve sentir-se descansado e alerta durante todo o dia.

Se estiver faltando um ou mais desses elementos, a sua concentração, produtividade, atenção e alerta irão sofrer. Você pode apresentar sonolência diurna, e esse sintoma pode ser perigoso e levar a acidentes automobilísticos.

Boa respiração

Pessoas com a síndrome da apneia obstrutiva do sono podem não perceber quantas vezes estão acordando durante a noite, mas se a sua via aérea não está suficientemente aberta, você não está tendo um sono bom.

“Quando a respiração durante o sono é um esforço, a qualidade do sono é reduzida”, diz Antonio Culebras, médico, professor de neurologia da SUNY, Upstate Medical University em Syracuse, Nova York e co-presidente do Comitê do Dia Mundial do Sono.

Um dos fatores de risco mais importantes para a síndrome da apneia obstrutiva do sono é estar acima do peso. O acúmulo extra de gordura nas vias aéreas superiores pode reduzir a abertura da garganta, enquanto um abdômen grande pode interferir com o funcionamento do diafragma. Estudos recentes têm mostrado que a perda de peso, por si só, pode reduzir a apneia do sono em algumas pessoas acima do peso.

Outro fator de risco para a apneia do sono inclui o tabagismo, que pode piorar a obstrução nas vias aéreas superiores. Parar de fumar pode reduzir a apneia do sono e prevenir as complicações da sonolência diurna. Em crianças, o aumento das amígdalas pode promover apneias e sua remoção pode ser o tratamento.

Corpo Saudável

Tornar-se saudável não apenas leva a um sono melhor – o mesmo princípio funciona inversamente. Um sono melhor leva a uma saúde melhor.

Estar alerta e descansado pode fazer você se sentir mais motivado para se exercitar regularmente e comer de forma saudável, enquanto a falta de sono pode deixar você se sentindo sonolento e cansado demais para se mover. Além disso, estudos têm demonstrado que a falta de sono por apenas alguns dias perturba os níveis hormonais e metabólicos, resultando em aumento do apetite e ingestão de calorias.

Dia Mundial do Sono 2014

O Dia Mundial do Sono é organizado pela Associação Mundial de Medicina do Sono (WASM), uma associação internacional cuja missão é promover a saúde do sono em todo o mundo. Para passos práticos para iniciar a sua jornada em direção a um sono de qualidade, confira os 10 Mandamentos do Sono da WASM encontrados no site www.worldsleepday.org.

Este ano, a WASM está enfatizando os fatores de risco da síndrome da apnéia obstrutiva do sono que podem ser prevenidos com o slogan “Sono Restaurador, Boa Respiração, Corpo Saudável.”

Você pode participar do Dia Mundial do Sono tornando-se um representante.

No ano passado, os representantes do Dia Mundial do Sono trabalharam localmente para difundir o conhecimento acerca dos problemas de sono realizando eventos especiais, criando e distribuindo folhetos e panfletos sobre sono, realizando eventos escolares para crianças, fazendo vídeos promocionais e traduzindo materiais do Dia Mundial do Sono para outras línguas.

Para mais informações sobre o Dia Mundial do Sono, incluindo os recursos adicionais de mídia, vá para www.worldsleepday.org.

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Estudo revela que mulheres sofrem mais com estresse do que os homens

Cada vez mais presente na sociedade moderna, o estresse se tornou uma problema comum no século XXI. Decorrente de diversas questões diárias, como trabalho, trânsito, filas e da dupla jornada de trabalho que as mulheres enfrentam no dia a dia, entre o trabalho e as responsabilidades domiciliar e familiar, o público feminino é o mais atingido. Com o pico dessas atividades, há um aumento da produção dos hormônios do estresse, entre eles cortisol e adrenalina, que atinge duas mulheres para cada homem, segundo dados do Programa Avaliação do Estresse da Beneficência Portuguesa de São Paulo, pioneiro no país.

De acordo com Armando Ribeiro, especialista em Gestão do Estresse da Beneficência Portuguesa de São Paulo, alguns dados do Programa de Avaliação, apontam que, aproximadamente, 90% das mulheres que procuram terapia têm queixas associadas à problemas no relacionamento, carreira ou família. “Pouco tempo com os filhos, demandas do casamento ou mesmo o excesso de dedicação ao trabalho, levam essas mulheres à exaustão física e emocional, aumentando as chances do aparecimento de quadros de ansiedade, pânico e depressão”, comenta Ribeiro.

Preocupação excessiva, tensão crônica, tremores, sensação de respiração curta ou sufocada, medo de perder o controle, medo de morrer ou ondas de calor são alguns dos sintomas da ansiedade relacionados ao estresse. Segundo o especialista, outro problema que tem relação com os sintomas do estresse crônico é tornar o organismo do paciente mais vulnerável as doenças relacionadas ao estresse, como hipertensão arterial, alergias, obesidade, doenças autoimune, doenças dermatológicas, doenças gastrintestinais, cefaléia e depressão.

O caminho ideal para que as mulheres não sofram com o estresse, segundo o psicólogo, é conhecer o seu nível de estresse atual, por meio de um programa de avaliação do estresse especializado, capaz de identificar as origens do seu estresse e orientar qual o melhor tratamento a seguir. Outras dicas são realizar atividades que lhe proporcionem sensação de prazer, como ler um livro, praticar esportes ou ouvir música.

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O poder das mulheres nas vendas

Por Carlos Cruz

Já foi o tempo em que as mulheres eram consideradas sexo frágil, que viviam à sombra do marido. Cada vez mais, elas assumem posições de responsabilidade e ganham destaque em todos os setores do mercado. Quando se fala em vendas, habilidade até pouco tempo explorada principalmente pelos homens, elas também demonstram ter capacidade de atuar gerando bons resultados, pois possuem características importantes, como saber como encantar o cliente, conduzir uma negociação com calma e ser flexíveis na administração dos conflitos. Obviamente, nem todas se enquadram nesse perfil, mas sugiro que aproveitem este Dia Internacional para pensar em três profissionais que admiram e buscar uma inspiração.

O bom vendedor é conhecido por ser aquele profissional que, por meio de técnicas durante o processo de vendas, obtém bons resultados e está sempre atento ao mercado e às tendências do setor. É exatamente neste ponto que as mulheres se destacam, ao enxergarem as vendas como uma opção na carreira, pois apostam na sensibilidade, atenção, disciplina e determinação. Talvez elas consigam aplicar na profissão qualidades que possuem ao conduzir uma família e administrar brigas entre filhos, por exemplo.

Um dos diferenciais mais conhecidos é o chamado instinto feminino. A mulher, quando direciona sua atenção para os clientes, pode visualizar oportunidades com mais facilidade, pois sempre está atenta aos detalhes e consegue escutar o comprador, entender suas necessidades e proporcionar um atendimento personalizado. Hoje, o mercado está mais exigente e o vendedor precisa oferecer benefícios que, de alguma forma, se conectam aos interesses dos clientes. As mulheres sabem muito bem como conseguir isso e criar oportunidades de vendas, seja por meio do modo de falar, do tratamento oferecido ou da forma de prestar realmente atenção no comprador.

Por outro lado, elas também podem atuar passivamente, deixando a decisão de compra nas mãos do cliente. Quando a mulher entende que vender está relacionado à capacidade de ajudá-lo a satisfazer uma necessidade, são desenvolvidas estratégias que fazem com que os resultados apareçam naturalmente. Neste caso, o desafio está na atuação da vendedora ao deixar que as negociações sejam conduzidas pelo o outro lado.

A determinação – fator essencial para todo profissional de vendas – também é um ponto favorável à personalidade feminina. Quando focam em uma meta, dificilmente desistem na primeira tentativa e correm atrás até esgotarem todas as possibilidades, mas sem agressividade ou impaciência. Por conta desses fatores, as negociações conduzidas pelas mulheres, geralmente, são feitas de forma sutil, para que o comprador se sinta à vontade e não veja a negociação como uma imposição. Além disso, a organização é um dos grandes diferenciais. A mulher, acostumada a fazer inúmeras coisas ao mesmo tempo, sabe como administrar o tempo, consegue se organizar e planejar cada passo a ser dado.

Carlos Cruz é vendedor profissional, treinador de vendas e diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas), atua com foco na formação profissional de vendedores e gestores de vendas. www.ibvendas.com.br

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O que é ser um profissional inovador?

Por Vanessa Scheer*

Muito se tem discutido sobre o perfil inovador dos profissionais, hoje encarado como competência estratégica básica em qualquer área de atuação. Contar com ideias novas e pensar diferente são atitudes fundamentais dentro de qualquer negócio. A criatividade é apenas o primeiro passo para que se possa inovar. Além de boas sugestões, devemos reconhecer oportunidades para poder aplicá-las e solucionar problemas. Entretanto, não é somente esta competência que deve ser valorizada. Por isso, é preciso entender melhor o que é ser inovador, dar na medida certa o peso para estes profissionais, mas não deixar de lado colaboradores que também contribuem e movem qualquer negócio: aqueles que executam suas tarefas com primor, organização, pontualidade e colocam em prática, justamente, as idéias inovadoras.

O perfil de um bom profissional hoje é muito diferente daquele valorizado anos atrás. Quem tinha MBA, por exemplo, era quase uma sumidade dentro da empresa, assim como aquele que falava inglês fluentemente. Há algum tempo as empresas têm outras exigências. Querem profissionais que tenham não só conhecimento de diferentes línguas e boa formação acadêmica, como também flexibilidade – ponto este fundamental na avaliação de sua carreira – para se adaptar às mudanças em relação ao mercado e ao negócio. Importante ainda possuir uma visão multicultural, saber entender e encarar desafios como um fator positivo e estar alinhado com os valores da empresa. Porém, todas estas características só têm r eal valor se a pessoa consegue, ao mesmo tempo, entregar bons resultados.

É importante que as empresas invistam nesses profissionais inovadores, pois ao oferecer treinamentos sistemáticos estará estimulando-os cada vez mais, uma vez que é importante ampliar seus conhecimentos do negócio.
Inovar não é puramente ser um “Professor Pardal”, com idéias mirabolantes de novos processos e sistemas. Sim, claro, isso traz resultados substanciais para qualquer carreira e negócio. Mas o ser inovador é também aquele que consegue melhorar processos simples do dia a dia. Aperfeiçoar o que já é feito.

Inovar é não se conformar e se questionar sempre, positivamente. É desempenhar seu papel com um olhar crítico e questionador para enxergar possibilidades de mudança naquilo que já é feito, muitas vezes automaticamente. Ser inovador não é somente um talento nato, trata-se sim de uma competência que pode e deve ser desenvolvida. E isso pode ser feito de formas simples como, por exemplo, buscar atividades complementares, lendo com certa constância, viajando. Ou simplesmente escolher um dia da semana para mudar sua rotina, se abrindo para novas experiências. Ações simples que refrescam a cabeça e abrem as janelas da percepção.
Inovar é um processo que funciona em equipe. Por isso, o individualismo não deve ser valorizado. Em processos criativos o dono da idéia é o time. Até porque não basta apenas criar, mas também saber como concretizar. Ter capacidade de execução e transformar as possibilidades em realidade é parte fundamental de qualquer projeto.

Por isso, uma empresa não vive só de profissionais inovadores e é preciso equilibrar este peso. E aquele que trabalha diariamente para desenvolver processos rotineiros, sistemáticos ou justamente por em prática os projetos diferenciados? Executar corretamente tem muito valor para qualquer operação. E executar com questionamento, ou seja, como fazer melhor e dar mais resultados, já abre possibilidades para inovar também. Até porque não são todos os profissionais que atuam em áreas com espaço para o desenvolvimento de projetos diferenciados.

Em suma, criatividade é pensar coisas novas, inovação é fazer coisas novas e valiosas, e dar um novo olhar para o que já é feito. Fazer melhor é garantir mais produtividade, mais eficiência, menos custos, em qualquer cargo e área de uma empresa. Contar com profissionais inovadores é fundamental, mas ter, manter e valorizar aqueles com grande capacidade de execução também é primordial. Ambos os perfis são complementares e sem eles nenhuma empresa terá o crescimento esperado.

* Vanessa Scheer, formada em psicologia; pós-graduada em administração de recursos humanos; MBA em excelência gerencial pela FAAP; Personal e Professional Coach pela sociedade Brasileira de Coaching, consultora especializada em gestão de recursos humanos em escritórios de advocacia e departamentos jurídicos empresariais; responsável por vários cursos pessoais e empresariais, ministrados em todo o Brasil pela Central Prática, diretora executiva do Grupo Smax.

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Turista brasileiro fecha viagem 52 dias antes do embarque

O turista que compara as diárias dos meios de hospedagem, investiga o transporte para os principais pontos de interesse e consulta os restaurantes do local antes de sair de casa, tem grandes chances de economizar algum dinheiro sem perder o melhor da viagem.

A melhor estratégia para controlar os gastos inclui, especialmente, um boa pesquisa dos serviços turísticos e antecedência para fechar negócio. A boa notícia é que boa parte dos viajantes já faz a lição de casa, de acordo com um estudo do Ministério do Turismo. O turista brasileiro planeja a viagem cerca de 100 dias antes da data prevista e reserva os serviços, como hotéis e passagens, 52 dias antes do embarque.

Algumas cidades brasileiras se destacam nesse quesito. Entre as 11 capitais monitoradas, os moradores de Goiânia são os mais precavidos: programam o passeio com 120 dias de antecedência. Em compensação, quando o assunto é fechar negócio, os brasilienses saem na frente: compram os serviços 78 dias antes da data da viagem.

A maior parte dos entrevistados que se autodeclararam turistas afirma que viaja menos do que gostaria (80,6%). Entre os viajantes mais frequentes destacam-se os moradores de Curitiba: 3,3 vezes por ano, seguidos pelos cariocas e moradores de Recife, ambos com uma média de 3,2 viagens por ano.

Os passeios turísticos estão entre as cinco prioridades de investimento pessoal, ao lado dos estudos, moradia, poupança e negócios próprios, segundo o estudo. O alto grau de satisfação com o destino turístico (95,1%) explica o elevado índice de retorno a roteiros já conhecidos: a maioria (57,4%) afirmou que a última viagem foi para um destino que já conhecia.

Os hotéis (45,1%) e as pousadas (22,2%) correspondem aos meios de hospedagem preferidos, assim como os destinos de praia (45,1%) e as pousadas (22,2%) referem-se aos meios de hospedagem preferidos. Paga-se à vista (63%) pelos serviços relacionados ao turismo, comprados, em sua maioria, fora de pacotes (78%).

A atividade turística aparece associada principalmente ao descanso e à tranquilidade (30%), mas também à diversão (24,8%) e a belezas naturais (12,5%). O atrativo de maior peso, no entanto, é justamente a beleza natural (33,9%) do território.
Foram entrevistados 2.322 pessoas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Salvador, Recife, Fortaleza, Brasília e Goiânia.

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PayPal e Samsung permitem que consumidores façam pagamentos somente com a impressão digital

PayPal e Samsung anunciaram uma parceria que permitirá aos usuários do Samsung Galaxy S5 efetuar pagamentos utilizando apenas a impressão digital. A biometria não exige que os usuários do smartphone lembrem-se de suas senhas ou detalhes de login e o PayPal vai ser a primeira empresa global de pagamentos a apoiar a tecnologia de autenticação de impressão digital móvel da Samsung.

Samsung é uma das fabricantes de celulares mais confiáveis do mundo, com forte presença em mais de 150 países. Ao usar a autenticação de impressão digital em vez de um login e uma senha, os consumidores têm uma experiência de compra ainda mais segura e transparente, em milhões de estabelecimentos que aceitam PayPal.

“Ao liderar o Fast IDentity Online Alliance no ano passado, nós previmos que a indústria logo iria evoluir para além das senhas, e este anúncio nos leva a um passo mais perto da realidade”, disse Hill Ferguson, Chief Product Officer do PayPal”. Ao trabalhar com a Samsung, aproveitamos a tecnologia de autenticação de impressão digital do novo dispositivo, e fomos capazes de demonstrar que o consumidor não precisa enfrentar um dilema entre segurança e conveniência. Com um simples toque, é possível acessar sua conta PayPal de forma segura para fazer compras e pagar com a conveniência que os dispositivos móveis permitem”.

PayPal oferece uma carteira virtual que fica disponível na nuvem e não armazena informações pessoais no dispositivo. Os clientes podem pagar apenas com o toque, já que o software FIDO Ready ™ comunica o sensor de impressão digital do celular e o serviço na nuvem. A única informação compartilhada com o PayPal é uma chave criptografada exclusiva que permite verificar a identidade do cliente, sem ter que armazenar qualquer informação biométrica em servidores da companhia.

“Estamos muito animados sobre a nossa relação com o PayPal e como isso vai trazer uma das soluções de pagamento online mais confiáveis do mundo para um mercado mais amplo como o mercado móvel”, disse Hankil Yoon, vice-presidente sênior de Estratégias de Produtos Móveis da Samsung. “Juntos, esperamos oferecer aos nossos clientes uma experiência perfeita e segura nas compras e pagamentos online”.

A partir de abril, a autenticação de impressão digital PayPal no Samsung Galaxy S5 estará disponível em 26 mercados no mundo, incluindo Austrália, Brasil, Hong Kong, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos.

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Profissionais latino-americanos buscam domínio de um novo idioma e pós-graduação em 2014

Estudar um novo idioma, fazer uma pós-graduação e promover uma viagem de intercâmbio são alguns dos planos que os profissionais da América Latina pretendem colocar em prática neste ano. É o que revela pesquisa realizada pela Page Personnel, uma das maiores empresas globais de recrutamento especializado de profissionais técnicos e de suporte à gestão, parte do PageGroup. De acordo com o levantamento, que procurou identicar quais eram os planos de desenvovilmento de carreira para este ano, metade dos profissionais latino-americanos pretendem aprender outra língua em 2014.

“Com a falta de profissionais qualificados no mercado de trabalho, buscar mais qualificação é uma iniciativa mais que necessária para quem pretende conquistar novos objetivos na carreira. Esses dados mostram que as pessoas estão preocupadas com seu desenvolvimento e dispostas e mudra esse quadro”, explica Roberto Picino, director da Page Personnel.
Para elaborar o estudo, a Page Personnel consultou, em dezembro e janeiro, 800 profissionais que atuam no Brasil, Chile e México e ocupam cargos de analista, assistente, técnico, gerente e coordenador.

Aprender um novo idioma é o desejo de metade dos profissionais da América Latina. No Brasil, 53% informaram que pretendem adquirir novos conhecimentos de outra língua, percentual um pouco superior ao verificado no Chile (49%) e México (48%).
A pós-graduação foi o segundo item mais mencionado para evolução profisisonal, com 34% de menções. Os brasileiros também são os que mais desejam participar de um curso de extensão universitária (42%). Na sequência aparecem os mexicanos, com 32%, e chilenos, com 29%.

Melhorar o relacionamento e ampliar a rede de contatos é um tema importante nos planos dos três países pesquisados. Há 28% que planejam reforçar, melhorar e intensificar suas relações com colegas de trabalho e profissionais de suas áreas de atuação. Os mexicanos são os mais entusiasmados com esse quesito, com 34% de aceitação. Os brasileiros vêm logo atrás, com 30%, seguidos pelos chilenos, com 20%.

Investir mais em coaching está nos planos de 15% dos latino-americanos. Os mexicanos estão acima da média da região, com 20% de citação. Com 18% aparecem os brasileiros e, com 7%, os chilenos.
Quando a questão aponta sobre não ter nenhum plano para este ano, quem mais indicou não ter nada programado para 2014 foi o profissional chileno (4%). Brasileiros e mexicanos apresentaram o mesmo percentual: 2%.

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Brasileiros insatisfeitos reclamam mais na internet

As reclamações nas redes sociais sobre experiências insatisfatórias por parte dos consumidores continuam muito elevadas em todo o mundo. É o que releva a pesquisa Accenture Global Consumer Survey, realizada há nove anos pela empresa de consultoria, tecnologia e outsourcing, e que em 2013 entrevistou 12 mil consumidores em 32 países (500 deles no Brasil, equivalentes a 4% da pesquisa global) – a maior amostragem de todas as edições desde que este estudo começou a ser realizado, em 2005.

De acordo com os dados da edição 2013 da pesquisa, 39% dos consumidores de países emergentes que responderam a consulta escreveram posts negativos em alguma rede social, sobre a experiência que tiveram com as empresas, 1% a menos do que em 2012. E exatos 88% contaram aos familiares e amigos sobre a experiência ruim que tiveram como clientes, 3% a menos do que na edição anterior.

Já entre os consumidores brasileiros a insatisfação é ainda mais elevada. Os dados da pesquisa da Accenture relativos ao nosso país estão acima da média, com 42% dos entrevistados postando reclamações sobre alguma experiência ruim em suas relações de consumo nas redes sociais. A média global para esse item é de 29%. O meio on-line também foi o mais utilizado pelos entrevistados, em 2013, para buscar informações. Mais de um terço dos consumidores em todo mundo também informa utilizar uma ou mais fontes on-line para aprender sobre os produtos e serviços das empresas e acessar os sites por meio do telefone celular ou tablet. Isso acontece com mais frequência nos mercados emergentes do que nos mercados maduros.

Um dado importante trazido pelo levantamento e que pode interessar muito às organizações, é sobre a percepção dos consumidores em relação às atitudes das empresas em função do uso crescente da tecnologia no seu relacionamento com os clientes. Mais da metade dos consumidores em mercados emergentes (54%) diz acreditar que as empresas estão efetivamente usando interações em dispositivos móveis para fornecer aos clientes experiências aprimoradas e adaptadas, contra 32% dos consumidores dos mercados maduros com a mesma percepção. E exatos 70% dos entrevistados em todo o mundo fizeram uso de (pelo menos) um canal on-line para obter um serviço ou fazer contato com o “suporte ao cliente” de determinada empresa.

Quando os consumidores desistem da marca

No Brasil, 62% dos entrevistados disseram que o preço é o principal motivo para escolherem uma nova empresa – 4% menos do que em 2012 – mas ainda é o motivo mais forte para migrar de fornecedor. Mas entrevistas com todos os consumidores (dos 32 países) trouxeram um dado alarmante para as organizações: o processo de mudança motivado por experiências negativas acontece em todos os setores e é percebido com maior preocupação nos mercados emergentes, onde quatro em cada cinco consumidores (81% do público entrevistado) revelaram ter optado pela mudança em função de uma experiência negativa de compra.

Os dados globais da pesquisa também mostram que os consumidores estão cada vez mais desmotivados com o nível de serviços oferecidos. Em uma escala de zero até cinco – onde cinco significa extremamente frustrante – 96% dos entrevistados revelaram frustração acentuada, com respostas entre os níveis três e cinco, por terem de contatar uma empresa diversas vezes pelo mesmo motivo. Destes, 65% disseram estar extremamente frustrados. 96% também se dizem igualmente frustrados (respostas entre os índices três e cinco) por serem colocados em espera por um longo período.

Para 60% da amostragem total é “extremamente frustante” ter uma promessa não cumprida pela empresa. Perceber que não pode confiar em como a empresa irá usar os seus dados pessoais é o segundo item considerado “extremamente frustante” por 54% dos entrevistados.

Bancos, varejo e provedores de serviço de internet são os segmentos com maior rejeição – tornando as empresas destes setores mais vulneráveis.

Sobre a pesquisa
A Accenture Global Consumer Survey é uma pesquisa anual que avalia as atitudes dos clientes para marketing, vendas, práticas de serviço ao cliente e comportamentos dos consumidores em resposta às práticas das empresas. A pesquisa de 2013 inclui respostas on-line de mais de 12.000 clientes em 32 países: Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, Chile, China, República Checa, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Irlanda, Itália, Japão, Malásia, México, Holanda, Noruega, Filipinas, Rússia, Cingapura, África do Sul, Coreia do Sul, Espanha, Suécia, Turquia, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e os Estados Unidos. Os entrevistados foram solicitados a avaliar as suas experiências com até quatro empresas em 10 setores: hotéis e hospedagem, prestadores de seguro geral e contra acidentes e danos à propriedade, produtos de consumo ao varejo, fabricantes de produtos eletrônicos, bancos, prestadores de serviços de internet, fornecedores de cabo e serviços via satélite, empresas de telefonia fixa, telefone móvel e gás e utilidades elétricas.

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O que os homens de negócios precisam aprender com as mulheres

A busca por igualdades salariais continua, mas a verdade é que como profissionais de vendas, as mulheres são mais eficazes do que os homens. Segundo Cláudio Tomanini, Professor de MBA da FGV e especialista em Vendas e Marketing, isso acontece por conta das características intrínsecas da mulher, inclusive aquelas provenientes da herança pré-histórica que tornam homens e mulheres tão diferentes. “Em meus trabalhos de consultoria e palestras, instigo os homens a aprenderem mais com suas colegas e a desenvolverem características essencialmente femininas, mas que se usadas no trabalho, são armas extremamente eficazes de networking e vendas”, diz Tomanini.

Visão periférica
Por ser biologicamente programada para proteger a prole, a mulher desenvolve a visão periférica, enquanto o homem, que tinha como dever ir à caça de comida, desenvolveu a visão de mira, linear e focada em um único ponto. Para as mulheres essa é uma arma e tanto nas vendas. “Com mais pessoas em um ambiente ou em eventos sociais, as mulheres são capazes de identificar oportunidades em todo o seu redor, dosando conversas e otimizando o tempo de contato com cada interlocutor. Por isso elas são excelentes fazendo networking.”, explica Tomanini.

Mais delicadeza e atenção
O instinto feminino de cuidar, sempre com delicadeza e atenção aos detalhes (no caso de bebês, por exemplo), as torna extremamente flexíveis na hora de lidar com diferentes perfis de clientes. Vendedores agressivos costumam ter sua parcela de clientes fiéis, porém, a atenção que as mulheres dedicam às regras é imbatível e transforma seu trabalho em uma atividade super profissional.

Emoção
As mulheres são mais emotivas que os homens, o que significa que elas agem mais movidas a emoção do que razão – o contrário dos homens, que possuem o lado pragmático muito mais desenvolvido.
“É essa emoção que move as conquistas femininas. Elas sabem usufruir de suas realizações, gostam de assumir suas vitórias e se deleitam em querer mais, justamente por saberem aproveitar o prazer da conquista”, diz Tomanini. “Além disso, atender um cliente com emoção aumenta as chances do vendedor de proporcionar uma verdadeira experiência de compra e não uma simples transação comercial”. Ou seja, a emoção ajuda na geração de Relacionamento – fundamental para a manutenção da fidelidade do cliente.

Empatia
Condicionadas a compreender as necessidades da família mesmo antes da capacidade de verbalizar dos filhos, as mulheres têm o poder de ler nas entrelinhas das atitudes e linguagem corporal das pessoas. Essa característica possibilita que durante uma venda, a mulher consiga se alinhar mais rapidamente e objetivamente com o cliente, acertando em cheio ao ler suas reais necessidades. “Vender pelas características do produto nunca foi suficiente. É preciso vender pelas necessidades do consumidor, entendê-lo e saber o que o seu produto pode oferecer para ajudá-lo a atingir seus objetivos”, explica Cláudio Tomanini.

Saber ouvir
Mulheres sabem ouvir. Falam muito, mas também ouvem mais. “Ouvir é uma condição básica nas vendas. Como é que você vai dizer que o cliente precisa daquilo, se não sabe o que ele quer?”, completa Tomanini. “Só por isso, as mulheres já saem na frente”.
A boa notícia é que estudos recentes comprovam que tanto homens quanto mulheres podem ter comportamentos mais femininos ou mais masculinos de acordo com a quantidade de testosterona a qual são expostos durante a gravidez. A ideia de que as mulheres desenvolvem mais o lado direito do cérebro e os homens o esquerdo já não é tão contundente assim. “Ou seja, muitos homens possuem essas habilidades tipicamente femininas, e eles devem colocá-las em prática no trabalho e no relacionamento com clientes”.

Enquanto os homens aprendem a elaborar certos comportamentos e estratégias de vendas baseados em características tipicamente femininas, Cláudio aconselha todos fazerem o mesmo em suas palestras e aulas.

Cláudio Tomanini é professor de MBA da Fundação Getúlio Vargas e autor do livro “Venda Muito Mais” (Editora Gente, 2012). Tem mais 25 anos de experiência nas áreas de vendas e marketing.
Atuou em empresas como Johnson & Johnson, ADP Systems, Grupo Verdi e VR. Tomanini possui uma peculiar visão do mercado, criando novos conceitos e desenvolvendo soluções, utilizadas e adaptadas por diversas empresas e outros consultores.

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Estagiários e trainees: como se dar bem em 2014

Navegar pelo site da empresa, estudar ou ter um traje apropriado não garante uma vaga em programas de estágio ou de trainee. Para que um candidato consiga uma oportunidade em um desses cargos, é preciso ir muito além dessas tarefas. “Esse tipo de candidato precisa estar muito atento ao cenário macroeconômico. O mercado espera recrutar um profissional que possa em breve ajudar sua organização a reduzir custos, planejar e conhecer todas as etapas do processo”, explica Manoela Costa, gerente da Page Talent, unidade de negócios da Page Personnel dedicada ao recrutamento de estagiários e trainees.

Veja abaixo algumas dicas da especialista para candidatos a vagas de estágio e trainee se darem bem em 2014:

1) Analise o cenário – Qual é o momento econômico? Quais são as tendências no mercado? Faça isso procurando matérias sobre o assunto, não considere apenas informações “de ouvido”. Há muitos blogs e sites conceituados, por exemplo, para auxiliar um candidato. A vaga que ele está procurando pode sim ter influência nos fatores econômicos.

2) Analisou o cenário? Agora é hora de pensar em você! No que você é bom? Como você é reconhecido por seus colegas? Pense como você pode agregar para a empresa dos seus sonhos.

3) Quais empresas você almeja trabalhar? Como elas estão no atual momento? Procure conhecê-las e entender a cultura da empresa para ir se preparado para o processo seletivo.

4) Autoconhecimento: para mostrar quem você é, é preciso que você se conheça, que saiba seus pontos de melhoria e seus destaques. Antes de ir para a etapa presencial, refresque sua memória: quais foram suas conquistas? O objetivo é que você tenha sua trajetória em mente e procure extrair o aprendizado levado em cada vivência.

5) Conhecendo a si mesmo, permite você responder a uma importante pergunta: Aonde você quer chegar? Qual sua ambição de carreira? Pense como você imagina daqui alguns anos e, principalmente, o que você está fazendo de forma prática para chegar lá?

6) Faça anotações de todas essas etapas, construa um raciocínio para que você mesmo possa entender e expor a sua caminhada na entrevista ou atividade em grupo do processo. Depois de tudo isso, entenda que você está pronto, você se preparou e então seja natural; você mesmo!

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Aprenda a lidar com os 4 estilos básicos de diferentes personalidades no ambiente corporativo

Entender os diferentes tipos de personalidade é essencial para líderes e colaboradores aprenderem a lidar com estilos diferentes de pessoas, o que possibilita melhores resultados nas interações corporativas. É o que afirma Ariadne Pavanelli, gerente de desenvolvimento do Grupo Kronberg, empresa especialista no Brasil em inteligência emocional (IE).
“É essencial entendermos que todos os estilos são predominantes, mas somos capazes de transitar entre eles, o que é recomendável para que obtenhamos melhores resultados em nossas interações. Os quatro tipos básicos de personalidades não têm como objetivo definirem estereótipos, mas sim, trazer o conhecimento das diferenças e de como cada estilo tende a se mostrar”, explica Lucia Ariadne.

Confira as especificações para cada tipo de personalidade, elaboradas pelo Grupo Kronberg:

1 – AMÁVEL – Fala de forma suave, é um bom amigo e ouvinte, evita conflitos e não tem o costume de queixar-se. Gosta de trabalhar em equipe e considera que o relacionamento com pessoas é algo muito importante. Não gosta que o pressione ou o apresse.Geralmente cores suaves e harmonizadas.
Em sua sala: geralmente tem fotos de família, da empresa, colegas, denotando que relacionamentos são importantes.
Como trata-lo? – Use abordagens pessoais, com declarações referentes a amigos e família/grupo. Demonstre interesse por ele (é mais fácil aceitarem sua ideia se gostarem de você). Usar frases como: Isso será muito bom para o grupo, todos vão aproveitar muito!

2 – EXPRESSIVO – É bem-humorado, enérgico, impulsivo e gosta de ouvir elogios. Como não gosta de ser manipulado, aprecia um de tratamento que possua emoção e muita empolgação, pois encara os desafios desta forma. Não gosta de regras, regulamentos e ênfase aos detalhes. Geralmente estão rodeados de cores vivas, se vestem de forma exuberante.
Em sua sala: Estilo alegre, sempre com sua própria personalidade em destaque, estilos modernos.
Como trata-lo? – Demonstre entusiasmo por suas conquistas e sempre os parabenizem por elas. Se quiser algo dele, não entre diretamente no assunto, podem sentir que estão sendo manipulados. Você conseguirá mais fazendo-o se sentir especial.

3 – ANALÍTICO – Dá detalhes das informações que passa pausadamente, em tom baixo e inflexivo. Não costuma conversar sobre assuntos pessoais e quando fala de negócios, necessita de fatos que os comprovem. É organizado, centrado e detalhista. Não toma decisões de forma rápida, não gosta de desorganização e bagunça.
Em sua sala: escritório bem arrumado, coisas organizadas, absolutamente tudo no lugar. Cores sóbrias e dificilmente informações que remetem à vida pessoal.
Como trata-lo? – Fale com inflexão baixa, ofereça detalhes nas informações e seja discreto. Pese sempre as alternativas, mostrando o que ganham com isto. Questões como custo x benefício são extremamente valorizadas. Vê progressão lógica no raciocínio e pensa muito antes de tomar uma decisão. Dê tempo para ele se decidir, mas demonstre segurança com fatos comprováveis.

4 – DOMINANTE – É direto nos assunto e as vezes acaba sendo confundido como uma pessoa ríspida e grosseira. Totalmente focado nos resultados finais, não liga para os meios que serão utilizados para chegar até eles e é objetivo em suas conversas, também gosta de controlar as situações. Gostam de entusiasmo, iniciativa e confiança. Não gosta de ouvir que está errado ou que não tem controle sobre a situação em questão.
Em sua sala: paredes cobertas de prêmios, condecorações, denotando orgulho com as realizações.
Como trata-lo? –Seja objetivo sem perder o foco de seus interesses. Demonstre segurança em suas colocações e em seu tom de voz, porém deixe-o sentir que tem o poder por decidir. Esta personalidade precisa ter o controle das situações.

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IDG NOW: uso de aplicativos móveis cresceu 115% em 2013, diz pesquisa

O uso de aplicativos móveis cresceu mais 115% no mundo em 2013, de acordo com dados da empresa de pesquisas mobile Flurry.

Para chegar a esse número, a Flurry, que rastreia cerca de 400 mil aplicativos, leva em conta quando um usuários abre um app e inicia uma sessão.

Como esperado, pelo sucesso de aplicativos novos como WhatsApp e o SnapChat, que teria recusado uma oferta de 3 bilhões de dólares do Facebook, o setor de apps sociais e de mensagens foi o que mais cresceu em 2013 em relação ao ano anterior: 203%.

Em segundo lugar, aparece o segmento de apps de produtividade, com aumento de 149% no período. A Flurry também destaca o desempenho dos games, com crescimento de 66%. Já o setor de apps de notícias e revistas online aparece em último lugar, com crescimento de apenas 31% na temporada.

Outro lado

No entanto, como aponta o The Next Web, é preciso ficar atento a um ponto em meio a esse crescimento geral. Um porta-voz da Flurry ouvido pelo site afirma que a taxa de crescimento de downloads de apps pode estar diminuindo, “ainda que em uma base muito maior (de aplicativos)”.

Fonte: IDG NOW

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60% das empresas na América Latina acreditam que BYOD é ameaça para segurança corporativa

A maioria das empresas considera a tendência Bring your own device (BYOD), em que os funcionários usam seus dispositivos móveis pessoais no trabalho, como uma ameaça crescente para a companhia. Mesmo assim, a porcentagem que toma medidas para minimizar essas ameaças é relativamente pequena, de acordo com os resultados da Pesquisa de Riscos Globais de Segurança Corporativa de TI de 2013, realizada pela B2B International em colaboração com a Kaspersky Lab. Essa pesquisa envolveu entrevistas com representantes de empresas em 24 países, incluindo Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru.

Globalmente, os entrevistados do Japão expressaram a maior preocupação em relação a essa tendência crescente e as ameaças associadas: 93% concordaram que o BYOD é uma ameaça para suas empresas. As empresas da América do Norte (69%) também mostraram um alto nível de preocupação, assim como os do Oriente Médio (65%),da Europa Ocidental (62%) e América Latina (60%). As empresas Russas foram as menos preocupadas, com 57% dos participantes reconhecendo a ameaça que as políticas BYOD representam.

Ao mesmo tempo, a maioria das empresas não planeja introduzir nenhuma medida de proibição contra o uso de dispositivos pessoais no local de trabalho. Pelo contrário, cerca de 31% dos entrevistados globais disseram que pretendem incentivar o uso de smartphones e tablets, já na América Latina essa porcentagem chega a 39%. 34% disseram que não acreditam que medidas proibitivas impediriam os funcionários de usar seus próprios dispositivos, na região latino-americana esse índice fica em 33%.

No entanto, o percentual de empresas que pretendem restringir o uso de dispositivos pessoais para fins de trabalho está em ascensão: o número de entrevistados na região que relatam planos para impor restrições cresceu de 22% em 2012 para 23% em 2013. A porcentagem de empresas que pretendem impor restrições mais severas contra o uso de dispositivos pessoais no trabalho subiu de 4% para 5%.

É fácil ver por que as empresas se preocupam cada vez mais com as ameaças que os dispositivos móveis representam: a pesquisa também mostra que o uso indevido desses dispositivos é uma causa frequente de incidentes de segurança de TI, resultando na perda de dados críticos da empresa. Quase 21% (2% a mais que em 2012) dos entrevistados na América Latina disseram que suas empresas sofreram vazamentos de dados confidenciais por meio de clientes de email para dispositivos móveis, mensagens de texto e outros canais disponíveis para os proprietários de smartphones e tablets.

Mas relativamente poucas empresas estão adotando produtos de software especializados para se proteger contra essas ameaças. Cerca de 38% das empresas usam soluções antivírus para integrar, proteger e gerenciar os dispositivos móveis na rede corporativa, e apenas 20% usam soluções de Gerenciamento de Dispositivos Móveis.

Conforme o BYOD torna-se mais comum e aumenta o número de incidentes envolvendo dispositivos móveis, assegurar o gerenciamento centralizado desses dispositivos e mantê-los seguros tornou-se uma necessidade importante e relevante. É igualmente importante que as soluções que executam essas funções sejam fáceis de usar, fáceis de gerenciar e fáceis de integrar na rede corporativa.

O Kaspersky Security for Mobile está disponível como uma solução direcionada ou como um componente do Kaspersky Endpoint Security for Business. Um agente móvel é instalado em nível de dispositivo para oferecer proteção avançada contra ameaças de malware, enquanto o Gerenciamento de Dispositivos Móveis faz com que a configuração segura dos dispositivos móveis seja simples e direta. Os dados corporativos podem ser isolados e criptografados em um contêiner no dispositivo pessoal e, graças às funções de Localização, Bloqueio e Limpeza Remota, esses dados poderão ser apagados, caso o dispositivo seja perdido ou roubado. Um único console administrativo unificado significa que todos os endpoints corporativos, incluindo dispositivos móveis BYOD, podem ser gerenciados em conjunto em uma única plataforma de segurança integrada.

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Endividamento de famílias brasileiras cai em 2013

Veja nesta edição do Informativo Semanal de Economia Bancária da FEBRABAN análise do perfil do endividamento das famílias da Confederação Nacional do Comércio (CNC), que corrobora a importante melhora dos indicadores de inadimplência e de atrasos, seja pela atuação dos bancos no saneamento das suas carteiras e na concessão de crédito em linhas menos arriscadas, seja pela própria melhora da situação financeira da população, como novos aumentos reais da renda e redução do comprometimento da renda. O percentual de famílias que informam na pesquisa não ter condições de pagar as dívidas teve melhora importante. Pela média anual, 6,9% das famílias disseram não ter condições de pagar as dívidas, ante 7,1% na média de 2012, 8% em 2011 e 8,8% em 2010. No dado mensal, o porcentual atingiu 6,5% em Dez/13, de 7% em Dez/12 e no segundo menor patamar dos últimos quatro anos, acima apenas de Mar/13, quando atingiu 6,3%. Como vemos abaixo, os números mensais de 2013 são consistentemente menores que os dos anos anteriores.

A despeito da metodologia totalmente diferente, o movimento corrobora os dados de inadimplência e atrasos do Banco Central, que mostraram um recuo consistente em 2013.

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