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Perca o medo de mudar

Por Eduardo Shinyashiki

Incerteza, insegurança, processos de readaptação, risco, complexidade e o sentimento de que “isso não vai dar certo”, são algumas das tantas sensações que percorrem a mente quando se fala em mudanças.

Quantas pessoas brilhantes, inteligentes, com habilidades incríveis não alcançam seus sonhos, suas metas e objetivos simplesmente por medo de mudar, inovar, ousar ou fazer algo diferente? Quantos profissionais fantásticos nem tentam ir além por medo de errar, de não serem aceitos ou por simplesmente terem receio de não dar certo?

O sentimento é de que há um grande abismo entre onde se está e o lugar que se quer chegar. Parece que sempre há mais problemas do que soluções e que surgirão mais obstáculos do que oportunidades.

Daí então, as pessoas deixam o medo tomar as rédeas da vida, abandonando seus sonhos e objetivos. Ao invés de enfrentar as mudanças como oportunidades de crescimento, passam a resistir, criando conflitos, dor, sofrimento e uma sensação de impotência frente aos novos desafios.

Para não perder mais oportunidades por medo do novo, deixo três dicas de como se preparar para mudanças. Se fortalecidas e colocadas em prática, essas atitudes ajudam a tornar o “novo” um momento único e brilhante.

1 – Desapegar daquilo que está obsoleto

Para alcançar metas é preciso deixar de lado tudo aquilo que não nos serve mais, sendo necessário desmascarar as falsas seguranças que os hábitos nos propiciam. Metaforicamente, para encarar uma mudança precisamos “morrer” para o que já não faz sentido no momento.

2 – Desenvolver a flexibilidade

É por meio dela que podemos imaginar soluções diferentes e inovadoras e experimentá-las agindo. Entre erros e acertos aprendemos que a mudança não é algo linear, definido, mas um processo de adaptação, flexibilidade e aprendizagem contínua, onde as crenças são questionadas e as situações conhecidas são continuamente transformadas, desequilibrando a sensação ilusória de estabilidade e segurança.

3 – Fortalecer a autoconfiança

Esse é um processo de evolução pessoal, em que três pilares se conectam: reconhecimento dos próprios talentos e competências, clareza dos próprios objetivos e condução da própria vida de forma ética e coerente com os valores pessoais.

Com a autoconfiança fortalecida, as mudanças não são mais ameaças, mas fonte de crescimento, amadurecimento e evolução.

Todos os dias a vida nos dá uma grande oportunidade de fazermos algo diferente. A mudança já veio conosco desde o nascimento. Mudança é evolução. Se as transformações da vida nos confirmam que tudo tem um tempo finito, frente às mudanças precisamos ter uma postura aberta a acolhê-las, pois só assim poderemos enxergar as novas possibilidades e oportunidades de se reinventar, rever as decisões tomadas em algum momento da trajetória, mudar a rota e ir em direção aos nossos objetivos.

Perca o medo de mudar, prepare-se e colha os melhores resultados sempre!

Eduardo Shinyashiki, presidente do Instituto Eduardo Shinyashiki, mestre em Neuropsicologia e Liderança Educadora, especialista em desenvolvimento das competências de liderança organizacional e pessoal.

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Estagiários e trainees: como se dar bem em 2014

Navegar pelo site da empresa, estudar ou ter um traje apropriado não garante uma vaga em programas de estágio ou de trainee. Para que um candidato consiga uma oportunidade em um desses cargos, é preciso ir muito além dessas tarefas. “Esse tipo de candidato precisa estar muito atento ao cenário macroeconômico. O mercado espera recrutar um profissional que possa em breve ajudar sua organização a reduzir custos, planejar e conhecer todas as etapas do processo”, explica Manoela Costa, gerente da Page Talent, unidade de negócios da Page Personnel dedicada ao recrutamento de estagiários e trainees.

Veja abaixo algumas dicas da especialista para candidatos a vagas de estágio e trainee se darem bem em 2014:

1) Analise o cenário – Qual é o momento econômico? Quais são as tendências no mercado? Faça isso procurando matérias sobre o assunto, não considere apenas informações “de ouvido”. Há muitos blogs e sites conceituados, por exemplo, para auxiliar um candidato. A vaga que ele está procurando pode sim ter influência nos fatores econômicos.

2) Analisou o cenário? Agora é hora de pensar em você! No que você é bom? Como você é reconhecido por seus colegas? Pense como você pode agregar para a empresa dos seus sonhos.

3) Quais empresas você almeja trabalhar? Como elas estão no atual momento? Procure conhecê-las e entender a cultura da empresa para ir se preparado para o processo seletivo.

4) Autoconhecimento: para mostrar quem você é, é preciso que você se conheça, que saiba seus pontos de melhoria e seus destaques. Antes de ir para a etapa presencial, refresque sua memória: quais foram suas conquistas? O objetivo é que você tenha sua trajetória em mente e procure extrair o aprendizado levado em cada vivência.

5) Conhecendo a si mesmo, permite você responder a uma importante pergunta: Aonde você quer chegar? Qual sua ambição de carreira? Pense como você imagina daqui alguns anos e, principalmente, o que você está fazendo de forma prática para chegar lá?

6) Faça anotações de todas essas etapas, construa um raciocínio para que você mesmo possa entender e expor a sua caminhada na entrevista ou atividade em grupo do processo. Depois de tudo isso, entenda que você está pronto, você se preparou e então seja natural; você mesmo!

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Conheça as 8 competências da Inteligência Emocional

Inteligência emocional (IE) é a habilidade de integrar pensamentos e sentimentos com o objetivo de otimizar nossas decisões. Este conceito vem sendo difundido ao redor do mundo e grandes organizações têm compreendido a importância que a IE tem tanto na vida profissional quanto pessoal.

De acordo com o CEO do Grupo Kronberg, Carlos Aldan, compreender os mecanismos do quociente emocional propicia à pessoa aprender a lidar melhor com os sentimentos em momentos de stress. “Se você usar a IE de forma eficaz, será mais capaz de influenciar os outros de maneira positiva, de se comunicar e manter-se concentrado durante momentos críticos”.

Confira o modelo das oito competências da Inteligência Emocional elaborado pela Six Seconds, a maior organização do mundo especializada em quociente emocional, representada pelo Grupo Kronberg no Brasil:

1 – Melhorar o aprendizado emocional – reconhecer com precisão sentimentos;
2 – Reconhecer padrões – identificar reações e comportamentos recorrentes;
3 – Refletir consequências – avaliar os custos e benefícios de suas escolhas;
4 – Navegar emoções – medir, aproveitar e transformar emoções como um recurso estratégico;
5 – Motivação interna – obter energia de valores pessoais em compromissos ao invés de ser conduzido por forças externas;
6 – Otimismo – ter uma perspectiva pró-ativa de esperança e possibilidades;
7 – Melhorar a empatia – reconhecer e responder apropriadamente às emoções dos outros;
8 – Buscar metas nobres – conectar suas escolhas diárias com o seu senso de propósito geral.

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Quais são as competências fundamentais do líder atual?

Na busca de maior competitividade e superação, o mundo corporativo aposta cada vez mais em lideranças capazes de influenciar pessoas, para que estas atuem de forma eficaz no negócio e nos processos de modo a alavancar os resultados organizacionais. Mas dispomos de lideranças preparadas para isso?

Há excelentes profissionais que, muitas vezes, enfatizam suas competências técnicas em detrimento das emocionais. Saber lidar com esta variável sempre presente no âmbito da liderança – a emoção – denota a verdadeira medida de inteligência do líder.

Com base em dados empíricos coletados nos programas de liderança da Fundação Dom Cabral e em uma pesquisa com 1.200 gestores sobre o ‘status das competências de liderança emocional’, a escola de negócios destaca as cinco competências fundamentais que os líderes precisam urgentemente desenvolver:

COMPETÊNCIA O QUE É?
1º Autoconhecimento Refere-se à autoanálise contínua do líder, revendo suas possibilidades, valores, pontos críticos e fortes, e avaliando o impacto de suas atitudes nas outras pessoas. É uma competência central dentro da constelação de características da Liderança Emocional.
2º Desenvolvedor de pessoas Refere-se à capacidade do líder de não só atender às necessidades dos colaboradores e demais membros da cadeia de valor da organização, mas, sobretudo, desenvolver novas lideranças e talentos no ambiente em que atua. É o líder educador, o líder transformador, o líder criador de líderes.
3º Autocontrole emocional É a capacidade do líder de reconhecer suas emoções destrutivas e impulsos e mantê-los sob controle, de modo a se manter em condições de administrar adequadamente as diversas situações de conflito e tensão.
4º Comunicador É a capacidade do líder de expressar ideias, orientações e diretrizes com clareza e assertividade, preocupando-se em perceber seu impacto sobre as pessoas e fazer os ajustes necessários.
5º Inspirador É a capacidade que o líder tem de inspirar e engajar os demais, criando um alinhamento com os valores da organização, uma visão mais ampliada e com significado acerca dos objetivos da organização, evidenciando assim que o líder é um exemplo a ser seguido.

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