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Futurecom: CommScope apresenta soluções inéditas e aborda temas como 5G, Saúde 5.0 e IoT

A CommScope, umas das líderes globais em soluções de conectividade para redes de comunicação, participará da Futurecom Digital Week, evento virtual e totalmente gratuito que será realizado de 26 a 30 de outubro, com uma ampla programação, que destaca produtos e temas como novas soluções para arquitetura de acesso distribuído (DAA), 5G, Wi-Fi 6 e 6E, IoT e a crescente demanda por conectividade, entre outros.

O evento, que terá mais de 60 horas de conteúdo disponíveis online, deve receber cerca de 10 mil visitantes virtuais.  “A Futurecom é uma ótima oportunidade para apresentarmos nossa visão sobre as principais tendências no mercado de tecnologia e nosso completo portfólio para infraestrutura de rede”, explica Adriana Antonelli, gerente de marketing para América Latina.

No dia 26/10, às 10h30, o destaque é a entrevista com o vice-presidente sênior de service providers para as regiões da América Latina e Caribe da CommScope, Marcos Takanohashi, que falará sobre os desafios nas áreas de Infraestrutura e Conectividade. No mesmo dia (26/10, às 14h20), Hugo Amaral Ramos, diretor de tecnologia da CommScope para as regiões da América Latina e Caribe, comanda o webinar A crescente demanda por conectividade e seu impacto na infraestrutura e qualidade da entrega

Já no dia 27/10, às 11h, Ramos fala ao vivo sobre o tema 5G – Interconectando tecnologias e serviços, transformando negócios. E ainda no dia 27/10, às 16h30, Ricardo Wassermann, executivo de contas da CommScope comanda um MeetUp (encontro virtual que reúne executivos do setor para debater tecnologia e gestão) sobre um tema muito relevante no cenário atual: Saúde 5.0: o paciente empoderado e protagonista do cuidado.

No dia seguinte (28/10 às 9h40), Eduardo Oliveira, executivo de contas da CommScope RUCKUS, será o responsável pelo MeetUp Governo: Importância da digitalização das instituições públicas alinhada às necessidades dos cidadãos. No mesmo horário passa a estar disponível online o podcast IoT e 5G, com o especialista Hugo Amaral Ramos, diretor de tecnologia da CommScope para as regiões da América Latina e Caribe.

Nesse mesmo dia (28/10, às 16h30) o tema será o MeetUp Promovendo maturidade para Indústria 4.0: Rumo à fábrica inteligente, em um encontro virtual com executivos do setor que terá a mediação dos executivos da CommScope Marcelo Oliveira e Lucio Marques. No dia 29/10, às 9h40, Gustavo Barros, executivo de contas da CommScope RUCKUS, fala sobre um tema extremamente importante no cenário atual no MeetUp Varejo: redesenhando a experiência do consumidor no mundo Low Touch

Além de acompanhar todas essas atividades, os visitantes virtuais poderão conhecer novos produtos da CommScope, que acabam de ser lançados pela empresa no exterior,   como os três novos equipamentos que capacitam as operadoras globais a dar o próximo passo em direção ao 10G na última milha, com o uso das mais recentes tecnologias de Remote PHY (R-PHY), Remote MACPHY e do conceito de Arquitetura  de Acesso Distribuído (DAA). Entre eles está o E6000n RD2322 RxD, que tira proveito da base instalada de nós de fibra das operadoras como a base para conduzir o poder de processamento mais próximo das instalações do cliente, com maior eficiência operacional, operações simplificadas de headend e facilidade para a virtualização.

Para ter acesso aos conteúdos exclusivos oferecidos pela CommScope no evento, visite https://commscopenofuturecom.com.br

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CommScope anuncia parceria com o Google para a oferta do Orion Wifi em locais públicos

A CommScope anunciou uma parceria com a Area 120 (divisão do Google para o desenvolvimento de novos projetos) para o lançamento do Orion Wifi, uma plataforma projetada para oferecer roaming privado e seguro para os clientes, enquanto ajuda locais públicos a acabar com as chamadas zonas mortas de telefonia celular, colaborando para aumentar a monetização de suas redes.

A CommScope, que como um dos líderes globais em tecnologia de rede, colabora com clientes e parceiros no projeto, desenvolvimento e construção das redes de comunicação mais avançadas, anuncia o suporte do controlador RUCKUS SmartZone ao Orion Wifi do Google, que permite às operadoras oferecerem uma experiência segura e estável ao conectar seus assinantes às redes Wi-Fi em locais públicos.

“O offload Wi-Fi da Operadora em locais públicos pode ser frustrante para os consumidores e ainda mais para os administradores e proprietários destes locais, uma vez que precisam negociar as taxas na tentativa de reduzir custos de roaming entre as operadoras”, afirma Ben Cardwell, vice-presidente sênior da CommScope para área de redes públicas. “O desenvolvimento desta nova plataforma para offload Wi-Fi com o Google ajuda a criar as conexões duradouras que a CommScope sempre forneceu aos consumidores, ao mesmo tempo que permite às empresas monetizarem e protegerem suas redes.”

O RUCKUS SmartZone da CommScope oferece suporte ao Hotspot 2.0, permitindo que os dispositivos detectem automaticamente e se conectem à rede Wi-Fi. Além disso, fornece segurança avançada e suporte para RadSec.

“O Orion Wifi significa mais conectividade para os consumidores, mais opções para as operadoras, maior receita e visitantes mais felizes para os proprietários de redes Wi-Fi”, afirma Raj Gajwani, diretor da Area 120, do Google. “O RUCKUS SmartZone da CommScope permite que os locais configurem facilmente o Orion Wifi com os mais altos níveis de segurança.”

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CommScope destaca novo portfólio de conectividade de ponta a ponta para banda larga 10G, 5G wireless, fibra e smart cities na Futurecom 2019

Na Futurecom 2019 (evento que acontece de 28 a 31 de outubro em São Paulo), a CommScope apresentará o portfólio mais abrangente de soluções de convergência de redes da região, com tecnologias da ARRIS e Ruckus, empresas adquiridas pela CommScope.
A empresa exibirá pela primeira vez no Brasil seu portfólio completo de soluções para redes, destacando sua capacidade de alimentar redes futuras usando uma grande variedade de tecnologias, de rede sem fio 5G a banda larga 10G, cidades inteligentes e muito mais. Ao combinar as tecnologias ARRIS e Ruckus, a CommScope oferece aos clientes um nível sem precedentes de opções de soluções para convergência de redes.

“Os provedores de serviços da região da América Latina e Caribe enfrentam desafios únicos, que exigem uma ampla variedade de opções de produtos de comunicação e rede”, afirma Marcos Takanohashi, vice-presidente da área de vendas das CommScope para América Latina e Caribe na CommScope. “Quando você faz um investimento em rede, é fundamental ter um fornecedor confiável que coloque o sucesso do cliente em primeiro lugar e não tente direcioná-lo para opções limitadas de um portfólio restrito. Não existe uma solução que sirva para todos. Com o nosso portfólio, que combina várias tecnologias, a CommScope possui a mais ampla variedade de conhecimento e tecnologia para guiar nossos clientes em sua jornada de convergência de redes e conectividade.”

Destaques da CommScope na Futurecom

Em seu estande (E26) na Futurecom, a CommScope apresentará opções flexíveis de tecnologia para banda larga 10G em sua área Path to 10G Broadband, destacando a sua abordagem agnóstica em relação às tecnologias, arquiteturas e implementação de convergência de redes. A CommScope mostrará como pode ajudar os provedores de serviços a fazer a transição do Integrated CCAP (I-CCAP) atual para o DAA do amanhã e fibra no futuro. O portfólio da empresa não para de crescer, oferecendo aos provedores de serviços mais opções de gerenciamento. E os especialistas da CommScope estarão na Futurecom discutindo pela primeira vez na região da América Latina três novos avanços tecnológicos.

A CommScope anunciou recentemente avanços na arquitetura, velocidade da interface e desempenho de borda que trazem opções inéditas para os provedores de serviços. As soluções incluem:

  • DAA Aggregator, uma nova arquitetura que aumenta o número de residências atendidas pelos servidores RPD (de 20 a 40 para 150 a 300);
  • Extended Soft FDD, Frequency Division Duplex (FDD) e Extended Spectrum DOCSIS® (ESD), uma combinação de software que aumenta a velocidade das interfaces, ultrapassando 1,2 GHz, reconhecida como uma versão prévia do DOCSIS 4.0;
  • DOCSIS timing protocol, para aplicações urgentes de backhaul móvel, realidade virtual e aplicativos de controle de veículos autônomos, que farão parte do portfólio da empresa de arquitetura de acesso distribuído (DAA) e de 10G. Especialistas da CommScope estarão disponíveis para discutir todas as tecnologias acima no estande da CommScope na Futurecom.

Na área Path to 10G Broadband, os visitantes aprenderão sobre essas e outras soluções que já estão abrindo o caminho para a banda larga 10G, incluindo infraestrutura E2E ativa e passiva, DAA para vídeo e dados e a premiada plataforma E6000™ CCAP (híbrida, eCore e vCore).

O estande também terá as áreas Connected Home (casa conectada) e Smart Entertainment (entretenimento inteligente), com soluções como o novo Smart Media Device (SMD) da CommScope, que combina a funcionalidade dos gadgets mais importantes da casa conectada para criar uma interface totalmente nova e unificada para os consumidores digitais. Além disso, serão exibidas novas soluções da CommScope para Android TV, que colocam a experiência de entretenimento em um novo nível de personalização, combinando TV linear com recursos baseados na nuvem e aplicativos de terceiros.

A área Converged Wireless Networks (redes sem fio convergentes) destacará o portfólio da CommScope para cidades inteligentes. Com a tecnologia Ruckus, a empresa oferece a mais ampla variedade de soluções do setor, incluindo Wi-Fi® 6, CBRS, IoT e LTE. Nesse espaço, os visitantes também poderão visualizar as soluções da CommScope implementadas em São Paulo, onde recentemente o SmartZone Virtual Controller Ruckus® e os pontos de acesso Wi-Fi foram instalados nos hotspots do Google® Station. O projeto incluiu a substituição de 120 pontos de acesso Wi-Fi em operação na capital do estado e a implementação de outros 499, totalizando 619 pontos de acesso em toda a cidade, em locais como o Parque Ibirapuera e as estações de trem da CPTM.

A CommScope também exibirá o Virtual Tool App na área Converged Seamless Connectivity do estande.


Palestras da CommScope na Futurecom

Os especialistas da CommScope foram convidados para falar na Futurecom sobre dois tópicos importantes relacionados à conectividade:

Eduardo Jedruch, Presidente da Fiber Broadband Association para América Latina e gerente regional de vendas da CommScope, apresentará a sessão 5G Networks: Fiber Network Evolution, Requirements and Options – Indoor and Metro Opportunities (Redes 5G: Evolução, Requisitos e Opções da Rede de Fibra – Oportunidades Indoor e Metro). Nessa apresentação, Jedruch focará na evolução da rede de fibra e abordará as estratégias para suportar de forma eficiente a densificação de antenas para 5G e a demanda crescente por FTTx. A palestra acontecerá no dia 29 de outubro, às 15:20, na sala Arena Ecossistema Digital.

No dia seguinte (30 de outubro), às 16:40, José Tavares, Customer Success Manager da CommScope, apresentará a sessão Virtualization and Cloud Computing: What’s Next (Virtualização e computação na nuvem: o que vem a seguir), na sala Arena Ecossistema Digital. Nesta apresentação, Tavares falará sobre a virtualização de Converged Cable Access Platform (CCAP) e sobre as soluções de baixa latência DOCSIS baseadas em software que ajudam as operadoras a alocar e aumentar a capacidade de upstream e downstream.

Para saber mais sobre as soluções da CommScope, visite o estande E26 na Futurecom.

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2019 será o ano de preparar o terreno para os smart buildings

Por Jaxon Lang

Tendências muito abordadas em 2018, Internet das Coisas, análises de dados, conectividade wireless, mobile edge computing (MEC), cabeamento e definições de novos padrões serão os principais impulsionadores de mudanças no mercado de prédios inteligentes, os chamados smart buildings, nos próximos meses. Elas serão as responsáveis pela convergência e pela tendência de preparação, conforme os prédios se transformam na base para campus e cidades inteligentes. Olhando para o futuro, 2019 será o ano da preparação e convergência, com os administradores e proprietários de edifícios estabelecendo as bases para os futuros desenvolvimentos destinados a atender às novas demandas.

Dados são essenciais para a transformação

Em 2018, muito se falou sobre a importância da integração na transformação de um edifício em um verdadeiro smart building. O advento da Internet das Coisas, no entanto, significou que não se trata apenas de integração de redes e de conectividade, mas também da tecnologia que as complementa. Sensores de IoT, por exemplo, podem suportar volumes altíssimos de dados e também uma variedade de informação que não temos acesso ainda, mas que em um futuro próximo precisaremos. No fim das contas, para a transição para um smart building, será necessário o aproveitamento de todos os dados disponíveis nesses novos sistemas (muitos deles já estão implantados), e de todos os dados do sistema legado de edifícios. E então utilizar essas informações para tomar as decisões que irão otimizar a “saúde” do empreendimento e sua manutenção.

Podemos fazer algumas suposições sobre como isso irá se desenrolar, mas é impossível saber exatamente o que nos espera. O melhor conselho que podemos dar aos donos de negócios é para se adequarem e atualizarem seus sistemas e estruturas para suportar o grande volume de dados, e que também sejam flexíveis o suficiente para permitir o uso de futuros sistemas que serão lançados. Em vez de tentar adivinhar que solução analítica será adotada pelo mercado, a melhor estratégia será habilitar um prédio a gerar o máximo possível de dados, assim oferecendo hoje flexibilidade para a plataforma de análise que virá.

Conectividade wireless

Com a evolução da Internet das Coisas e a crescente geração de dados, veremos fabricantes e revendas disponibilizando dispositivos para todo o tipo de equipamento, desde conexão básica até a coleta de dados, além da convergência de tecnologias. A exigência de latência ultrabaixa em alguns desses dispositivos e de redes com fio e sem fio que permitirão seu funcionamento, vai gerar adoção cada vez maior de MEC, com a capacidade computacional e de armazenamento sendo movida cada vez mais para a borda da rede. E, embora muitos dispositivos de Internet das Coisas, como sensores, não exijam muita largura de banda, todos eles necessitarão de conectividade com redes. Veremos, portanto, um maior uso de conexões wireless dentro dos edifícios, por conexão Wi-fi ou celular, especialmente agora que o 5G está chegando. O suporte na mudança de 1 Gbps para 7-8 Gbps na taxa de transferência por usuário, que é um dos casos de uso do 5G, indica que os donos de edifícios comerciais precisam fazer o upgrade de seus sistemas Cat 5 Ethernet para o Cat6A. O sinal 5G utilizará altas frequências que não conseguem penetrar com qualidade nos edifícios, por isso é necessária uma infraestrutura Cat6A para a adesão da tecnologia 5G.

Cabeamento e padrões

As tendências wireless podem ditar o ritmo de adoção de cabeamento nos edifícios. Energia é outro item que está ditando as mudanças nos edifícios. Por exemplo, em setembro de 2018 foi apresentado o padrão mais recente para Power of Ethernet (PoE) de quatro pares, o IEEE 802.bt, que introduziu dois tipos de energia adicionais – Type 3, para mais de 55 W, e Type 4, entre 90 e 100 Watts. Como resultado, podemos esperar uma proliferação do número de dispositivos com maior foco na entrega de energia em cabeamento estruturado do que com largura de banda.

Os padrões mundiais como esses serão cada vez mais importantes no mercado global, afinal de contas, diferentes regiões possuem exigências diversificadas. Com a abordagem baseada em padrões tecnológicos e na sua implementação, porém, e com conselhos como do IEEE mantendo uma presença global e consciência cultural, será possível para os negócios competirem em um campo relativamente equilibrado, enquanto permanecem suficientemente flexíveis para acomodar diferenças regionais.

Em busca da convergência

Algumas operadoras já começaram a fazer a convergência de redes com fio e sem fio e isso continuará ao longo de 2019 e além. Com as redes wireless cada vez mais predominantes, será necessário, por exemplo, o acompanhamento com suas contrapartes com fios, componentes que tendem a ser envolvidos no backhaul. Desenvolvimentos na tecnologia PoE trarão a convergência entre a entrega de energia e largura de banda, e essa tendência também será vista nas soluções de automação dos edifícios, como o AIM (gerenciamento inteligente da automação, da sigla em inglês), na rede com fio. Enquanto essas soluções são comumente conectadas por links proprietários, podemos esperar uma mudança para a conectividade com base em Ethernet, com fio ou sem fio.

Base para o futuro

Embora muitas dessas tendências já tenham sido discutidas em 2018, podemos colocar 2019 como um ano de preparação antes que muitas delas entrem no mercado com força total. Mesmo que estejam apenas preparando o terreno para estruturas com fio e sem fio, para análise de dados, ou para o cabeamento dentro dos edifícios, decisões são tomadas hoje para empreendimentos que estarão disponíveis pelas próximas décadas. Desenvolvimentos em processos como Internet das coisas, 5G, MEC e novos padrões em PoE significam que a tecnologia está mudando rapidamente, e que nem sempre é possível ter certeza do que está por vir. Nesse cenário, é importante que essa fundação forneça flexibilidade para as tecnologia e serviços que virão a seguir.

Smart building, smart campus, smart city…

É possível ver a transformação começando em edifícios e seguindo para o campus inteligentes e para smart cities. A evolução de prédios tecnológicos para smart buildings está atingindo também a estrutura de universidades em vários edifícios ou mesmo em um mix com centros comerciais que representam o exemplo mais recente de integração em ação. Um smart building usará as informações disponibilizadas pelos sistemas, enquanto o campus inteligente usará as informações fornecidas por esses prédios. Com o uso de redes wireless ou fibra óptica na integração dos empreendimentos imobiliários que compõem essas estruturas, decisões podem ser tomadas para a comunidade como um todo, em áreas como uso da água e de eletricidade. A criação dessas redes, e a integração de cada estágio, irão gerar mais dados, permitindo a tomada de decisões mais abrangentes.

Para o setor de edifícios, 2019 será um ano de muita ação, motivado pelo impacto de tecnologias como a Internet das coisas, assim como novidades com e sem fio. Isso levará à convergência de estruturas e da tecnologia que será adotada não apenas nos prédios, mas nas universidades e nas cidades inteligentes como um todo.

Jaxon Lang, vice-presidente da CommScope

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Datacenter da CommScope ganha 5 novos membros

A Alliance do datacenter multi-tenant (MTDC) da CommScope dá as boas-vindas a cinco novos membros em sua equipe, enquanto implementa um comitê de assessoria para ajudar a melhorar a experiência para operadores e clientes. O novo comitê inclui os mais influentes líderes dos fornecedores multi-tenant na indústria mundial, como a Digital Realty e a Equinix.

Criada em junho de 2017, a MTDC Alliance – parte da PartnerPRO™ Network da CommScope – foi formada para abordar as atuais mudanças nas quais as empresas optam por terceirizar data centers para ambientes compartilhados, não sendo necessário construir, manter e operar os seus próprios. Alugar espaço em uma MTDC permite aos proprietários de negócios aproveitar a disponibilidade, confiança e controle de custos otimizados de data centers. A Equinix foi o primeiro membro da PartnerPro Network a fazer parte da Alliance do MTDC.

Os novos membros têm vasta experiência:

Digital Realty apoia datacenters e estratégias de colocation de mais de 2.300 empresas ao redor do mundo, e seus entre seus clientes estão companhias nacionais e internacionais de todos os tamanhos.
RagingWire opera cerca de 140 mil metros quadrados de espaço de datacenter, com planos significativos de expansão em trabalhos na América do Norte.
T5 forneceu ou operou mais de 100 instalações de missão crítica contendo cerca de um milhão de metros quadrados de espaço para algumas das empresas líderes mundiais.
Cologix fornece datacenters e soluções de interconexão para 24 locais preferenciais em nove mercados de ponta estratégicos na América do Norte.
Aligned Energy é uma empresa de infraestrutura em tecnologia que oferece colocation e soluções feitas com escala para provedores de serviços gerenciados, nuvens e empresas.

O Comitê de Assessoria MTDC da CommScope ajudará os clientes a entenderem necessidades de produtos e soluções, bem como serviços que podem ser fornecidos por todos os membros. O conselho se reúne a cada semestre.

“Nosso comitê de assessoria MTDC pode ajudar os clientes a encontrarem a locação certa e o espaço que se ajusta a suas necessidades. Há muitas questões e estamos aqui para oferecer as respostas corretas para cada uma delas.”, disse Angela Haneklau, vice-presidente de vendas da CommScope.

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Como planejar a migração de data centers de alta velocidade

Por Carlos Morrison Fell

Tendências como Big Data, mobilidade e Internet das Coisas (IoT) estão gerando um enorme volume de dados. E os provedores de serviços de data centers precisam encontrar formas de suportar velocidades cada vez mais altas. Muitos data centers foram projetados para suportar tráfego de 1 GB ou 10 GB entre os servidores, roteadores e switches. Só que o roadmap Ethernet de hoje vai de 25 /40 GB a até de 100/400 GB, e dentro de alguns anos, até 1 TB. Como resultado, os operadores de data centers têm uma necessidade imediata de migrar sua infraestrutura Layer 1 para suportar velocidades mais altas, e essa nova infraestrutura também deve fornecer latência mais baixa e maior agilidade e densidade.

As tendências recentes apontam que os requisitos de banda larga continuarão crescendo de 25% a 35% ao ano, e o ponto fundamental para isso é a mudança para maiores velocidades de comutação. De acordo com um estudo recente realizado pela consultoria Dell’Oro, as receitas de switches Ethernet continuarão em crescimento até o final da década, com maiores vendas previstas para portas 25G e 100G. A mudança para 25G está bem encaminhada, já que os switches de comprimento de onda para adoção dessa tecnologia estão se tornando mais comuns. Espera-se que as capacidades desses switches continuem se duplicando, chegando em 100G até 2020 e proporcionando uma próxima geração de links de alta velocidade para switches. Uma série de fatores está impulsionando o aumento da velocidade de throughput nos data centers:

• A densidade dos servidores tem aumentado aproximadamente 20% ao ano

• As capacidades dos processadores estão crescendo

• Processadores com vários núcleos e unidades de processamento gráfico (GPUs)

• A densidade de virtualização tem crescido em 30%, o que está impulsionando as velocidades de uplink para switches;

• O tráfego leste-oeste nos data centers ultrapassou o volume do tráfego norte-sul.

Desafios da Migração

Há vários aspectos de design e evolução de cabeamento de data centers que apresentam desafios para aqueles que desejam migrar para velocidades mais altas.

Todo data center é diferente: não existe um método padrão de implantação de cabeamento. Embora os padrões sejam continuamente refinados em torno de tecnologia de cabo e conector de fibra óptica, não existe um roadmap para implementação que se adapte a todos ou à maioria dos data centers.

O ritmo das mudanças está acelerado: o movimento de 1G para 10G Ethernet levou quase uma década, mas a migração de 10G para 25G e 100G levará metade do tempo. Muitas redes foram projetadas inicialmente com infraestrutura que não é tão escalável quanto precisa ser; os especialistas poderiam antecipar um eventual movimento de 1G para 10G, por exemplo, mas, na maioria dos casos, o cabeamento que foi instalado há alguns anos está desatualizado. Os gerentes de data centers precisam atualizar a fibra ou adicionar mais fibras, e essas devem suportar avanços rápidos para 100G ou mais.

Os padrões estão evoluindo: muitos data centers usam fibra multimodo para conectar servidores e switches, mas há alguns anos o estado da arte nessa área de fibra era OM3 ou OM4. Em 2016, os órgãos de regulamentação aprovaram o padrão OM5, que tem rendimento quatro vezes maior de throughput que o OM3.

Os data centers estão se densificando: nos data centers multi-tenant, em particular, os clientes estão reduzindo o tamanho de suas implantações, consolidando a estrutura de rede em etapas menores. Como resultado, eles precisam ser capazes de expandir sua capacidade de rede dentro de um ambiente menor. Alguns sistemas de gerenciamento de cabos mais antigos e painéis de patch não suportam densidades mais altas.

A migração é cara e disruptiva: substituir o cabeamento é um grande salto, mas quando o data center também precisa de sistemas de gerenciamento de cabos de alta densidade e painéis de patch, pode ser um verdadeiro pesadelo. Em grandes data centers empresariais, onde muitas vezes há mais espaço, a migração pode ocorrer em seções, o que reduz a quantidade de interrupções provocadas pela mudança, mas essa não é uma opção nos multi-tenants, por exemplo.

Planejamento da Migração

A estratégia mais importante para a migração de alta velocidade é o planejamento em longo prazo. Muitos data centers permanecem com sua principal infraestrutura atualizada para suportar a próxima geração de switches, roteadores e servidores. O ritmo de mudança está acelerado, por isso, o melhor é fazer um planejamento longo. Escolha um ponto (400G, por exemplo), suponha que o data center exigirá mais fios de fibras do que os disponíveis hoje e compre as fibras mais recentes (multimodo ou monomodo) disponíveis, para que possam suportar a migração futura sem perder o que já foi investido.

Além disso, os arquitetos de data centers devem adotar projetos de baixa latência – atualmente importante para as aplicações para mercado financeiro – e que será um requisito cada vez mais exigido para suportar serviços de IoT, como o uso de carros conectados, por exemplo. Os cabos e conectores que utilizam componentes de perda ultrabaixa oferecerão maior flexibilidade para alcançar baixa latência.

Os responsáveis pela migração devem considerar também as fibras monomodo e multimodo. A primeira delas fornece a mais alta taxa de transferência e alcance, importante em data centers maiores, enquanto a fibra multimodo é mais acessível economicamente e mais fácil de implantar.

Finalmente, escolha o provedor Layer 1 de solução de infraestrutura certo. Os maiores provedores têm operações globais, dessa forma, eles podem fornecer soluções efetivas em todo o mundo. Esses provedores também contam com times de engenheiros na área de aplicativos que vão aos data centers e fazem recomendações apropriadas sobre quais produtos devem ser instalados para que atendam por um longo período de tempo, e garantias de que suas soluções de infraestrutura podem suportar qualquer aplicativo.

Construindo para o futuro

Enquanto o roadmap Ethernet estende-se para mais de 1TB e as aplicações de data centers exigem maiores velocidades de transmissão, a arquitetura deve ser planejada para atender ao futuro. Com a infraestrutura de conectividade adequada, é possível fornecer uma base sólida para a migração de alta velocidade.

Carlos Morrison Fell é diretor de engenharia de aplicações da CommScope para as regiões da América Latina e Caribe

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Infraestrutura: conheça as tendências do setor wireless para 2018

Por Rogerio Ferro

Os leitores familiarizados com o chamado ciclo de hype sabem que novas tecnologias passam por um conhecido processo assim que elas surgem. A animação do começo leva a expectativas excessivas, que, em alguns casos, levam `a frustração geral antes mesmo que ocorra o difícil trabalho de implementação geral (se é que ele vá mesmo acontecer). Quando pensamos na tecnologia 5G, certamente existe a euforia inicial de todas as vantagens que ela trará. Também passamos pela frustração que ocorre quando pensamos “isso vai ser difícil de popularizar”. Estamos em um momento de ascensão, e acreditamos que 2018 seja um ano produtivo quando realmente começarmos a entender o que é possível fazer após o período de hype. Será ainda melhor com a aprovação pelo 3GPP do novo padrão de rádio 5G não autônomo, permitindo novos desenvolvimentos.

O ano de 2018 será de pragmatismo, um momento para entender o que é realmente possível. É por isso que a densificação, a virtualização, a otimização e a simplificação das redes continuarão em primeiro plano entre os objetivos dos fornecedores de infraestrutura de telecomunicações neste novo ano. Embora não sejam exatamente novas, essas iniciativas são importantes, pois as operadoras maximizam seus investimentos na rede e criam uma ponte para as tecnologias de próxima geração.

A medida em que se inicia 2018, a Commscope já nota o espírito de experimentação entre os clientes, com trials e provas de campo em desenvolvimento. Todos esses testes deixam claro que a tecnologia 5G traz novas dinâmicas e oportunidades de mercado, mas há desafios importantes que precisam ser superados. Em nossa perspectiva, as três áreas abaixo serão essenciais em 2018:

Convergência para novos modelos de negócio e novos usos

A convergência das redes com e sem fio é real. Muitos de nossos clientes estão se reorganizando em torno desse conceito, acabando com segmentações de negócio dentro da empresa, pois os negócios, antes separados, agora se uniram. Profissionais que tradicionalmente usavam rede fixa estão migrando para as redes sem fio, trazendo também seu conhecimento sobre conectividade de fibra óptica. Muitas operadoras direcionam a fibra para pontos mais sensíveis de suas redes para permitir arquiteturas RAN (C-RAN) centralizadas ou na nuvem e implementações de small cells em grande escala que colocam o ponto de mudança de rede de fibra mais próximo dos assinantes.

MSOs e empresas neutral host com redes de fibra estão lucrando com elas, vendendo acesso para backhaul de small cells. Algumas estão até construindo e alugando suas próprias redes de small cells para operadoras sem fio. Parcerias improváveis estão se formando entre empresas de cabo, provedores de rede sem fio e neutral hosts. O mercado está dinâmico, e isso pode criar ansiedade, mas também abre novas oportunidades.

Há também convergência de espectro licenciado e não licenciado com a abertura de novas frequências, como 3,5 GHz, uma das bandas globais da tecnologia 5G. O Citizen Broadband Radio Service (CBRS) nos Estados Unidos, fornecerá o serviço a usuários licenciados e não licenciados e permitirá novos casos de uso, como redes LTE privadas e SWN/WOAN. Um fabricante pode implementar uma rede LTE privada na frequência de 3,5 GHz para controlar via rede sem fio robôs em uma fábrica. Ou um neutral host pode usar uma rede LTE em um estádio ou centro comercial e vender capacidade para provedores de serviços. Muitos negócios e usos novos envolvem a frequência de 3,5 GHz.

A estrada para a tecnologia 5G é formada por redes LTE

Para o mercado celular tradicional, o objetivo da banda larga móvel aprimorada ainda está relacionado à evolução da LTE. Com agregação de operadoras e implementação em campo comprovadas, a rede LTE está alcançando velocidades muito altas com downloads e uploads acima de 100 Mbps. Na verdade, já surgem sites LTE em “Gigabit”. A latência da rede LTE geralmente fica abaixo de 20 milissegundos em muitas partes da rede. Nos próximos anos, ela continuará a ter um papel fundamental na estrutura de apoio da “rede das redes”. Um dia, a rede 5G se tornará a principal tecnologia macro, mas provavelmente começará como um aprimoramento da capacidade para áreas exigentes, com altas concentrações de usuários, além de gerar novos usos de aplicações verticais.

A tecnologia 5G definitivamente será usada para equipamentos de Internet das Coisas (IoT) e em aplicações de baixa latência. Estas aplicações surgirão primeiro na manufatura industrial, que faz uso de robôs coordenados via rede sem fio com latência ultrabaixa. A verdadeira promessa dessa tecnologia é uma combinação de alta velocidade, baixa latência e dispositivos de baixa potência. Mudanças na arquitetura permitirão que as operadoras selecionem opções de fronthaul que otimizem e forneçam o melhor desempenho de latência ou throughput da rede. Veremos isso acontecer em etapas, com usos específicos em mercados verticais. Mobilidade celular, logística, manufatura e saúde terão seus requisitos específicos.

O desafio das small cells…

O setor inteiro tem falado sobre esse desafio há um certo tempo, mas as small cells ainda são muito difíceis de serem implementadas. A aquisição do site é um grande desafio. Estamos começando a ver um volume maior de projetos, mas que ainda demoram mais do que o desejado. Processos de zoneamento que levam 12 meses ou mais são muito longos. Nossa esperança para 2018 é um movimento real, com esforços em todo o mundo, para padronizar e acelerar implementações de small cells.

Todos também sabem dos desafios das bandas de ondas milimétricas. A propagação do sinal diminui consideravelmente nas frequências mais altas. O acesso fixo sem fio em mmWave é um bom exemplo de uso de Massive MIMO e antenas ativas. Antecipamos o surgimento de antenas ativas em 2018 para bandas acima de 6 GHz para aplicações fixas sem fio e de baixa mobilidade. Desta forma, as antenas tradicionais com capacidades de bandas múltiplas e beamforming ainda são fundamentais para as redes sem fio. Isso também é uma questão de aquisição de sites, mais especificamente uma questão de aquisição de espaço na torre. As torres estão lotadas. Se as operadoras quiserem adicionar novos espectros ou tecnologias, elas precisam encontrar espaço. Normalmente, isso significa substituir antenas de bandas de frequência atuais, além de adicionar outras novas. Qualquer dispositivo que for instalado na torre hoje deve ser adequado para atender a múltiplos propósitos e estar pronto para futuros requisitos.

É claro que muitas outras discussões tecnológicas estão em andamento no universo sem fio. Em 2018, veremos progressos significativos na definição da tecnologia 5G, tanto como um padrão quanto para implementações do mundo real. O ciclo de hype inicial se acalmou, o que é um passo necessário para o discernimento prático de como todos nós vamos tornar a rede 5G uma realidade.

Rogerio Ferro é diretor de vendas wireless da Commscope para a América do Sul

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CommScope recebe o prêmio Network Transformation 2017

A CommScope, empresa líder na área de soluções para infraestrutura de redes, anuncia a conquista do prêmio Layer123 Network Transformation Awards, na categoria “melhor lançamento”, pelo seu desenvolvimento de antenas compactas de painel plano em frequências licenciadas. A premiação internacional reconhece os casos de sucesso no avanço da indústria, reconhecendo a inovação focada em redes de trabalho definidas por software (SDN) e virtualização de funções de rede (NFV).

Até agora, as antenas compactas de micro-ondas de painel plano não eram compatíveis com as redes backhaul móveis, devido aos custos e problemas de rendimento associados a elas. Porém, a CommScope modificou esse panorama com o lançamento de modelos menores e de maior ganho, antenas de painel plano que não só satisfazem as especificações de rendimento ETSI Classe 3, como as superam em muitas áreas, com padrões de radiação típicos de Classe 4 e uma eficiência extremadamente alta.

“As implementações de cabos de fibra para backhaul continuarão crescendo, e essa é uma área de negócio forte para a CommScope”, destaca Derren Oliver, diretor de desenvolvimento comercial da unidade de Microwave Systems na CommScope.

Com a evolução do 5G as operadoras estão densificando suas redes e implementando células pequenas em áreas urbanas. Estas áreas representam desafios para o retorno de micro-ondas, devido às diferentes arquiteturas e gargalos wireless.

Por esta razão, o mercado atual de telecomunicações está cada vez mais competitivo. Tentam inovar em soluções que resolvam os desafios que o futuro apresenta e esse é um trabalho no qual a CommScope foi reconhecida.

“Diferente de qualquer outra antena plana atualmente disponível no mercado, os novos modelos da CommScope têm alta eficiência de abertura (ganho) e tipicamente padrões de radiação de Classe 4 em bandas de frequência licenciadas, além de também minimizar o impacto estético em áreas urbanas. Estão disponíveis em tamanhos nos quais é possível integrar facilmente pacotes de rádio de micro-ondas”, acrescenta Oliver, da CommScope.

O Network Transformation Awards destaca as pessoas e empresas mais inovadoras da indústria, reconhecendo seus maiores sucessos na tarefa de impulsionar a transformação das redes no último ano. Os concorrentes são julgados de forma independente por um grupo analistas de destaque, convidados pelo “SDN NFV Congress Analyst Partners”, e são avaliados em função dos critérios publicados utilizando um sistema de pontos ponderados para garantir consistência, profundidade e rigor na análise.

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CommScope premia os parceiros de maior destaque no ano, durante o CALA Partner Challenge

Pelo décimo ano, a CommScope, empresa global e líder no mercado de soluções de infraestrutura, realizou seu encontro anual CALA Partner Challenge. O local escolhido para a edição 2017 foi a Praia do Forte, na Bahia, onde 45 de seus revendedores e 5 de seus distribuidores mais importantes da região se reuniram com o objetivo de manter uma colaboração próxima e reconhecer seu trabalho conjunto, tendo em vista os desafios futuros.

“Realizar o Partner Challenge a cada ano é de suma importância para nós. Desta forma podemos continuar fortalecendo nossa relação com os parceiros de negócio e, trabalhando juntos, os estimulando a não só oferecer produtos, mas ir além para que possam apoiar os clientes com soluções completas”, comentou Matias Fagnilli, diretor de vendas da CommScope para a região do Caribe e América Latina. “Da mesma maneira, os parceiros que vão ao evento podem conhecer em primeira mão a estratégia para o próximo ano, além de se manterem em dia com tudo o que virá no futuro.”

Durante o evento, que acontece em um momento de evolução dinâmica da tecnologia, dos modelos de negócio e do desenvolvimento do mercado na América Latina, salientou-se a importância para a CommScope de trabalhar muito próximo a seus parceiros, algo diferente do que é feito no setor, e que destacou a empresa em toda região.

“O evento girou em torno do compartilhamento de visão, estratégia e táticas para que, junto com a comunidade de canais e distribuidores possamos oferecer não apenas a melhor tecnologia, mas o melhor serviço e suporte para os usuários finais. Também nos familiarizamos com as mudanças que estão acontecendo nos centros de computação, redes corporativas e mercados verticais de rápido crescimento e investimento, tudo com a finalidade de estar preparados para os novos desafios”, acrescentou Carlos Morrison Fell, diretor de engenharia para a região do Caribe e América Latina na Commscope.

Para Matias Fagnilli e Carlos Morrison Fell, um dos aspectos mais relevantes que o Partner Challenge tem é a possibilidade de compartilhar a estratégia global corporativa da empresa, tanto de estrutura interna, capacidade de inovação e manufatura, como seu programa de desenvolvimento de parceiros de negócio e seu foco local para América Latina, por meio do qual os parceiros de negócio tornam-se consultores de confiança para os clientes.

“Este ano contamos com a presença de mais de 100 participantes de 45 de nossos parceiros de países como México, Argentina, Brasil, Colômbia e Costa Rica; além de cinco dos principais distribuidores, que compareceram como patrocinadores e compartilharam toda sua experiência de trabalho com os clientes de maneira mais próxima. É importante assinalar que, para que os parceiros possam comparecer a este evento, devem atender a certos requisitos ao longo do ano e alcançar objetivos determinados”, acrescentou Matias Fagnilli.

Durante o encontro foram entregues os CALA Awards 2017 aos parceiros que mais se destacaram em diversas categorias: Newcom como ‘Partner com o rendimento de treinamento que mais se destacou’; PGCOM, como ‘Partner com a implementação mais bem-sucedida imVision’; ERA Telecomunicações como ‘Partner com os rendimentos mais altos’; e RETO como ‘Partner com o desempenho que mais se sobressaiu no processo de garantias”, entre outros.

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CommScope abre centro de tecnologia avançada, com recursos de realidade aumentada e robótica

As demandas tecnológicas têm aumentado em velocidade acelerada na indústria. Para enfrentar este desafio, a CommScope, líder mundial em soluções de infraestrutura para redes de comunicações, inaugurou um novo Centro de Tecnologia de Manufatura Avançada em suas instalações de Kessel Lo, na Bélgica. O centro é fruto de uma aliança recente com a Yaskawa, maior provedor de robôs do mundo, e tem como objetivo impulsionar a adoção de tecnologia robótica e de maior automatização aos processos de manufatura.

A criação deste novo Centro de Tecnologia de Manufatura Avançada permite à CommScope desenvolver competências e tecnologia automatizadas de produção, em um ambiente de laboratório, por meio da colaboração com universidades, parceiros de conhecimento e provedores. O objetivo é colocar em prática o desenho de novos equipamentos e ferramentas de automação para implementar mundialmente em locais de manufatura.

“À medida que olhamos para o futuro, a natureza da manufatura evolui de forma rápida e nossos clientes esperam personalização e entrega quase imediata de produtos de qualidade”, destaca Chris Story, Senior VP de Abastecimento Global da CommScope. “A fábrica digital transformou a manufatura novamente em um tema de grande apelo. A CommScope vê a crescente proliferação da automatização flexível como uma parte chave da inovação para nossos clientes.”

Este centro inclui um laboratório de mecatrônica de apoio à robótica para desenvolver ferramentas automatizadas de inspeção de qualidade e de suporte para realidade aumentada, e também permitirá o design de ferramentas para facilitar operações delicadas e de alta precisão. A aliança com a Yaskawa e sua tecnologia, que inclui o robô colaborativo Motoman HC10 e o sistema Industry 4 utilizado para gerenciar seus equipamentos de robótica, são peças fundamentais para que este Centro de Tecnologia de Manufatura Avançada consiga alcançar seus objetivos.

“A manufatura contribui com mais de seis trilhões de euros* para a economia mundial, enquanto a demanda de mão de obra altamente qualificada, tecnológica e inovadora continua crescendo”, ressalta Eddie Mennen, diretor geral de Yaskawa Benelux. “A Yaskawa está colaborando com a CommScope para modernizar as tecnologias de produção necessárias para responder de forma eficiente em mercados que mudam rapidamente, como a eletrônica e a alta tecnologia”.

Os robôs de alta precisão facilitam a consistência e a exatidão de processos que não podem ser alcançadas pelo trabalho humano, especialmente para tecnologias como a conectividade de fibra óptica e circuitos.

O novo espaço será apresentado durante as visitas pelas instalações para mostrar aos clientes como a CommScope está trabalhando para inovar as operações de manufatura e será uma parte chave da aquisição de talento.

“Contar com lugares como este Centro de Tecnologia de Manufatura Avançada é uma parte chave para desenvolver e testar tecnologia, enquanto inovamos em robótica, o que será um grande apoio no esforço em acrescentar maior automatização à nossa rede global de manufatura, bem como apoiar nossas operações em busca de melhorar a qualidade, eficiência e velocidade”, concluiu o Senior VP de Abastecimento Global da CommScope.

*Hennik Research, Annual Manufacturing Report 2017. The Manufacturer.

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CEO da CommScope é nomeado Líder Empresarial do Ano

Eddie Edwards, Presidente e Diretor Executivo da CommScope, foi escolhido o Líder Empresarial do Ano pelo Conselho Empresarial da famosa Universidade Lenoir-Rhyne, fundada em 1891 e localizada em Hickory, na Carolina do Norte – Estados Unidos. Sua visão estratégica e seus reconhecidos sucessos na liderança transformaram-no em um modelo para os líderes da indústria, bem como para os estudantes da Universidade, o que o coloca como a escolha ideal para o prêmio.

“Agradeço ao Conselho Empresarial por este reconhecimento, bem como pela liderança e papel que desempenha na comunidade”, mencionou Edwards. “Hoje, ao receber este reconhecimento, aplaudo também a equipe global da CommScope, cuja paixão pela inovação e o suporte que dão aos nossos clientes levaram a nossa empresa ao sucesso.”

Como Diretor Executivo, Eddie Edwards foi fundamental em diversas aquisições recentes da empresa, ajudando a transformar a CommScope em uma empresa com uma presença global extremamente forte. “Sob a liderança do Sr. Edwards, a CommScope desenvolveu algumas das melhores redes de comunicação do mundo. Estamos muito contentes de acrescentá-lo à nossa prestigiosa lista de Líderes Empresariais do Ano”, explica Dr. Robert E. Allen, diretor executivo da Universidade Lenoir-Rhyne (LRU).

Antes de exercer a função de Diretor de Operações, Eddie Edwards foi vice-presidente executivo de Desenvolvimento de Negócios e Gerente Geral da área de Wireless Network Solutions. Em 2011 foi nomeado CEO da empresa e Presidente do Conselho Diretivo. Hoje a CommScope se encontra entre uma das maiores empresas da Carolina do Norte, empregando aproximadamente 1.900 pessoas no estado, e mais de 20.000 em todo o mundo. Em 2016, Edwards foi reconhecido também com o Prêmio Louis V. Gerstner, Jr. à Excelência, pelo Grupo Carlyle, prêmio que reconhece a cada ano um CEO que represente excelente liderança, perspicácia nos negócios e excelência na gestão.

A Universidade Renoir-Rhyne reconhece a cada ano um homem ou uma mulher que exemplifique os dons da liderança dentro do seu negócio, bem como dentro da comunidade que o cerca. Este prêmio, selecionado por um comitê da universidade entre uma série de candidatos, é patrocinado pelo Conselho Empresarial da Universidade e foi criado em 1983 para promover uma melhor compreensão da LRU e seus programas dentro da comunidade empresarial, para proporcionar oportunidades únicas de aprendizagem para estudantes e empresas e para apoiar os programas da LRU.

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Geração Y dá mais importância à conexão com internet do que a serviços básicos

Integrantes da chamada Geração Y, com idade entre 15 e 35 anos, preferem ficar sem encanamento, aquecimento e ar condicionado, transporte pessoal e TV a cabo do que sem conexão com internet e eletricidade para carregamento dos dispositivos conectados. É o que indica o relatório da pesquisa “Sua rede: agora atendendo à Geração Y”, realizada pela CommScope, multinacional do setor de telecomunicações presente em 130 países, que emprega aproximadamente 25 mil pessoas, em parceria com a Censuswide.

O estudo foi administrado em quatro grandes áreas metropolitanas – São Francisco, São Paulo, Londres e Hong Kong – verificando a opinião de integrantes da Geração Y e da Baby Boomers (idade entre 51 e 70 anos), com o objetivo de identificar características do comportamento das pessoas em relação à conectividade. Apesar de a preferência por tecnologia estar no topo das preocupações de ambas as gerações, no caso da Geração Y, serviços básicos não aparecem entre as três principais. Ao serem questionados sobre o que não poderiam ficar sem, os mais jovens elegem eletricidade, internet e Wifi, respectivamente. Na hierarquia de necessidades dos Baby Boomers, o encanamento é o terceiro colocado.

O relatório final evidenciou que em vez de tratar a internet como uma “ferramenta”, “base de conhecimento” ou “um meio para determinado fim” — visões mais provavelmente feitas pela Geração X ou Baby Boomers — a Geração Y vê a internet como uma parte indistinguível da sua identidade individual e do tecido social de suas vidas. Muito parecida com o ar ou a água, ela se tornou essencial para quem eles são, principalmente para aqueles com até 20 anos.

Composta por aproximadamente 2,5 bilhões de pessoas – 86% delas em mercados emergentes como Brasil, China e Índia –, estima-se que a Geração Y compreenderá 75% da força de trabalho mundial, com mais de US$ 8 trilhões em renda disponível em 2025. Uma geração muito mais exigente em termos de qualidade e rapidez de conexão do que suas antecessoras, que impõe diversos desafios aos setores de telecomunicação e TI.

“São pessoas que veem a conectividade como uma commodity. Centralizadas na qualidade do serviço em detrimento da fidelidade à marca ou da relação empresa/cliente, elas podem migrar para qualquer provedor que lhes ofereça a combinação mais forte de serviços, flexibilidade, velocidade e confiabilidade. Isso poderia resultar em uma diminuição da lealdade do comprador, tornando mais difícil para os provedores de desempenho ineficiente se manterem competitivos, acarretando em mais fusões e incentivando uma maior cooperação e parcerias”, avalia Sylvio Peres, vice-presidente de vendas para Caribe e América Latina da CommScope.

O estabelecimento desta geração como principal usuário das redes, aliada a evoluções tecnológicas como a internet das coisas, que permitirá a conexão de todo tipo de dispositivo por meio da internet, vai exigir o aumento de tamanho e eficiência tanto da estrutura física das redes quanto da qualidade e confiabilidade de conexão.

“A rede cabeada no Brasil, assim como na América Latina de uma maneira geral, cobre cerca de 20% do território. As características geográficas, muito variadas de região para região, dificultam a chegada a locais mais distantes, como as zonas rurais. Para que a expansão seja economicamente viável para operadoras de telefonia e provedores de internet, talvez a melhor solução seja a implantação de células pequenas e antenas que transmitam o sinal sem fio, garantindo baixa latência e alta velocidade de conexão. O principal objetivo da CommScope ao desenvolver esta pesquisa é tentar auxiliar estes atores a ajustarem seus serviços para atender esta demanda, a criarem uma estrutura de rede à prova de expansões futuras”, afirma Peres.

Uma segunda etapa da pesquisa foi realizada nas regiões metropolitanas de Bogotá e da Cidade do México. Dados preliminares sugerem que, em comparação com as duas cidades da América Latina, a Geração Y paulista se mostra mais apegada aos smartphones: 78% das pessoas que participaram da pesquisa em São Paulo afirmaram que não podem passar um dia sequer longe dos dispositivos, contra 69% na Cidade do México e 68% na capital boliviana. O número supera também a média das outras três regiões pesquisadas.

Alguns indicadores da pesquisa

– Três a cada quatro pessoas da Geração Y (74%) concordaram que não poderiam sobreviver um dia inteiro sem o seu smartphone, em comparação com apenas metade (51%) da geração Baby Boomers.

– Quase 3 em cada 4 pessoas da Geração Y (73%) concordam que preferem desistir da TV a cabo ou via satélite do que de seu smartphone, em comparação com apenas 2 entre 5 pessoas (42%) da geração Baby Boomers.

– Metade da Geração Y (50%) concorda que eles devem ter o último modelo de smartphone, comparado com pouco mais de um quarto (27%) da geração Baby Boomers.

– Dois terços (67%) da Geração Y concordaram ou concordaram totalmente que a mídia social é a sua principal forma de comunicação social, em comparação com apenas um terço (35%) da geração Baby Boomers.

O relatório completo da pesquisa está disponível em pt.commscope.com/millennials.

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