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10 dicas para aumentar as chances de conseguir um emprego

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) trimestral, divulgada no último dia 16/08, pelo IBGE, apresentou muito mais do que a variação da taxa de desemprego que hoje oscila na casa dos 13 milhões de pessoas. “A PNAD mostrou que temos uma grande sombra composta por pessoas fragilizadas pela situação crônica da falta de vagas de trabalho dos últimos três anos. São os que desistiram de procurar, os que procuram há mais de dois anos e os que trabalham menos do que podem”, analisa Marcelo Bueno, master coach e associado da SBCoaching.

O número de pessoas que desistiu de procurar emprego bateu um recorde histórico e é o maior desde a criação da pesquisa. São 4,8 milhões, 203 mil pessoas a mais que no 1o trimestre. “Isso demonstra que não temos somente um problema de falta de vagas, mas de profissionais que chegaram ao seu limite em diversos sentidos, e se tornam inertes a valores e motivadores como dignidade, propósito e objetivos”, explica Bueno.

O coaching não multiplica vagas de emprego, e, muito menos, é capaz de garantir que alguém conseguirá um emprego, se seguir suas ferramentas. Por outro lado, é uma técnica científica e validada de aumento de performance e condução de um indivíduo do ponto onde está para o que quer chegar. “Em um processo seletivo, ter conhecimento e ser preparado para desempenhar, de forma otimizada, o que há de mais forte em você, bloqueando a ação de fatores que, inconscientemente, o distanciam do seu objetivo, certamente agrega ao candidato uma enorme vantagem em relação aos demais”.

3,1 milhões estão procurando emprego há mais de 2 anos. Como será que ficam sua autoestima e autoeficácia?

Buscar emprego por um longo período gera efeitos profundos e pode desencadear um ciclo, no qual a conquista de uma vaga acaba por se tornar improvável. “Uma pessoa que foi recusada em dezenas de seleções e entrevistas, passa a duvidar da sua capacidade, dos seus talentos. Ela se torna insegura, desmotivada. Perde uma importante competência: a autoeficácia, que é a confiança em si mesmo, da capacidade de poder realizar determinada função ou tarefa. Isso, afeta sua autoestima, que, por sua vez, impacta em sua personalidade, comportamento, humor, além da forma como se relaciona socialmente”, conta Bueno.

“Não é raro, uma pessoa assim transparecer desinteresse para o selecionador. Ela não tem energia. Muitas vezes, evita o olhar direto, procura se proteger de alguma forma, inclusive, fisicamente, em sua postura ao sentar, cumprimentar, falar”, continua

O ciclo está feito. Negativas geram insegurança e baixa autoestima, que geram mais negativas. “Quando entra neste ciclo, o profissional não consegue dedicar suas energias para mostrar suas competências técnicas, o que pode oferecer ao cargo e à empresa. O coaching é perfeito para trazê-lo de volta para poder realmente competir por oportunidades de emprego”.

10 dicas com base no coaching para aumentar suas chances

Master coach da SBCoaching, com ampla experiência em atendimentos de equipes corporativas e professor de cursos de Psicologia Positiva Aplicada aos negócios e vendas, Marcelo Bueno montou uma lista de 10 dicas com base nos princípios do coaching que são úteis para todo candidato que está em busca de recolocação. “É duro ver estes dados e saber que em muitasempresas existem vagas abertas não preenchidas por ausência de candidatos com o perfil. Pode ser que uma parcela tenha a ver com uma questão mais técnica, de qualificação. Mas também há outra parcela destas vagas que poderiam estar preenchidas, caso os candidatos com o perfil estivessem preparados para a seleção e prontos para apresentar suas competências e habilidades”, finaliza Marcelo Bueno.

1. Trabalhe suas crenças limitantes. Crenças limitantes são afirmações e ideias que generalizamos e nos impedem de entrar em ação de uma forma positiva. Por exemplo: “o País está em crise”, “são “13 milhões de desempregados, eu sou só mais um”, “como eu vou arrumar emprego com tanta gente procurando?”. Troque uma crença limitante por uma crença fortalecedora. A forma como você se pergunta é que faz você pensar diferente. Como no caso, o que eu posso fazer para me diferenciar e encontrar o emprego que eu desejo? O que eu posso fazer de diferente para encontrar algo que tenha a ver com meus talentos e usar os recursos que eu tenho? O que eu já fiz de diferente no passado e que fez eu me destacar ou arrumar algum emprego? Ou seja, é sair de questionamentos que te limitam e ir para os que te fortalecem.

2. Trabalhe o seu estado emocional. Primeiro, crie uma âncora. Pense no estado emocional que você deseja, como, por exemplo, confiança. Toque, estimule uma parte do seu corpo, como por exemplo fechar a mão e apertar, tocar no pulso, bater na perna. Depois feche os olhos e recorde de uma situação em que você viveu este estado, procure relembrar os detalhes deste momento, enquanto ative a ancoragem fazendo o toque que você escolheu. Faça uma respiração profunda e repita diversas vezes este toque . Pronto, você agora tem uma âncora. Sempre que precisar ativar este estado emocional deve usar o toque, estímulo na parte do seu corpo que escolheu.

3. Construa o seu objetivo de forma específica, mensure o caminho para atingi-lo, avalie a relevância na sua vida e mensure o tempo para cada etapa. Para ser específico, você tem que projetar o que seria o seu ponto de chegada, pensar em todos os detalhes, não só do que deseja, mas como você se sentiria, como seria seu dia, como se relacionaria com seus amigos e familiares, quais seriam suas tarefas, o que i teria que não tem hoje. Quando tem o objetivo claro, você pode evoluir para a mensuração do caminho a ser percorrido para atingi-lo. Por exemplo: “quero ter um emprego em determinada função. O que eu preciso? Me vestir melhor, mudar minha postura, fazer um novo currículo, me matricular em um curso mostrando que estou aprimorando meus conhecimentos”. Por fim, é importante verificar se este objetivo é relevante em sua vida, se ele faz sentido dentro do seu propósito e, então, mensure o tempo que cada etapa do caminho deverá durar para ser executada com data exata. “Até o dia 30 de agosto, terei enviado currículo para estas empresas”.

4. Elabore uma grade de prioridades para atuar no quadrante das coisas fáceis e que trazem grandes resultados. Não é fazer qualquer coisa. É fazer o que traz resultado para o seu objetivo. Eu não devo fazer um curso gratuito, porque ele é gratuito ou fácil de fazer. Eu devo fazer um curso, porque ele vai potencializar minha experiência e oferta profissional. Não adianta investir em ações sem impacto. Pare e pense. O que eu posso fazer que é rápido, fácil e me traga grandes resultados?

5. Trabalhe as forças e os talentos aliados com as oportunidades que tem com eles. Não é qualquer emprego que me serve. As pessoas dizem “eu aceito qualquer coisa”, “me ofereceu emprego eu estou lá”. Só que chega lá e, por não estar alinhado com as suas forças, você vai se desmotivando, não é o que você gosta, executa um trabalho ruim, é mandado embora e cai novamente no desemprego. E ainda perde a oportunidade de volta a esta empresa, por ter deixado uma imagem de um profissional ruim. Invista no que você é bom, nas suas capacidades e habilidades.

6. Mantenha sua mente positiva. Mude seu “mindset”. Trabalhe a gratidão. Quando eu trabalho a gratidão, isso me gera um bem-estar e a gratidão é algo de bom que aconteceu ou você recebeu e tem que retribuir. Isso vai te envolvendo em energias positivas para que tenha ânimo e conquiste seu objetivo. Você pode fazer isso, criando uma lista de 10 coisas pelas quais é grato. Leia essa lista todos os dias.

7. Tenha clareza sobre o seu propósito de vida. Escreva qual é o seu propósito de vida. Qual é o legado que você gostaria de deixar. Se hoje você não estivesse mais presente neste planeta, o que gostaria que as pessoas falassem de você? Este é o seu propósito. Isso é a sua força-motriz, é a motivação intrínseca que te faz acordar todos os dias e dizer que você vive por algo. Você precisa ter clareza de qual é o seu propósito. Uma forma de identifica-lo é fazer uma lista dos seus 5 principais talentos ou características. Depois, descreva os seus comportamentos que expressam eles. Em seguida, as ações que provam estes talentos. Identifique 5 principais objetivos pessoais e profissionais. Compreenda qual é o seu objetivo financeiro em 1 ano. Então, filtre para 3 talentos/ características. Eles serão sua missão, os comportamentos os meios para concretizá-la e os objetivos suas metas de vida.

8. Faça um trabalho voluntário. Martin Seligman, conhecido como pai da psicologia positiva apresentou um trabalho chamado Filantropia x Diversão, que mostrou que as pessoas ficam mais felizes quando estão praticando filantropia do que quando estão somente se divertindo. Doar algo, sem querer nada em troca, gera um alinhamento de que você acabará tendo isso de volta de outra forma. Uma forma concreta é que, com essa felicidade, você é capaz de ser a sua melhor versão e aumentar seu potencial e performance.

9. Entre em forma. Os resultados da prática de atividade física regular podem ser observados em diversas esferas. Temos ganhos fisiológicos, psicológicos e evidências que apontam a redução de depressão, e até de morte prematura. Precisamos trabalhar de forma sistêmica. A mente trabalha com pensamentos positivos, conhecimento, e o corpo tem que ter atividade para ter energia e força para sair daquele estágio de que “nada está dando certo”. Você pode procurar emprego andando, arejando sua mente no trajeto, nas imagens e paisagens que visualiza, exercitando seu corpo, se fortalecendo como um todo.

10. Nossa fisiologia é importantíssima para definir nossas ações e resultados. Perceba como está seu olhar, seu sorriso, sua expressão ao procurar emprego, qual a posição dos seus ombros e posturas que refletem uma ideia de “aqui não vai dar certo também, mas ok, é só mais um emprego”. Quando tem este tipo de pensamento, você está com uma fisiologia totalmente derrotada. Você precisa mudar esta fisiologia. Precisa erguer seu peito e se posicionar como em algum outro momento, no qual se sentiu vitorioso, alegre, entusiasmado. Com isso, você cria um foco, o que está buscando e onde quer chegar. Você se coloca como se já estivesse entrando para trabalhar naquela empresa, que, isso é importante para você e te gera um estado emocional positivo. Esse ciclo te faz ter uma ação e um comportamento totalmente diferente que te leva a atingir os resultados que deseja.

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Decifre e Influencie Pessoas: livro ensina técnicas para obter relações mais harmoniosas com as pessoas ao seu redor

Autor de diversos best sellers, como “O Poder da Ação” e “O Poder da Autorresponsabilidade”, o PhD e master coach Paulo Vieira lança ao lado do sócio fundador do CIS Assessment da Febracis, Deibson Silva, o livro “Decifre e Influencie Pessoas – como conhecer a si e aos outros, gerar conexões poderosas e obter resultados extraordinários”.

O livro apresenta uma visão que ajuda os leitores a refletirem sobre como seriam seus resultados pessoais e profissionais caso conseguissem compreender melhor quem está ao seu lado. Para isso, a obra ajuda a entender o que motiva as pessoas a agirem, permitindo uma comunicação mais profunda e eficaz com elas.

“Fato é que todos nós temos algum motivo pelo qual queremos descobrir e entender quais são os mecanismos que motivam os indivíduos a agirem como agem e a fazerem o que fazem. A verdade é que a maior parte das pessoas está perdida, não sabe como gerenciar aqueles que estão sob sua liderança, nem como lidar com as pessoas mais próximas”, explica Paulo Vieira.

Além da análise das pessoas, seja em ambiente de trabalho ou familiar, o livro ensina a olhar para nós mesmos. “A única maneira de contribuir de modo efetivo para o desenvolvimento das pessoas que estão ao seu lado é a partir do próprio autoconhecimento. Quanto mais se conhece, mais você cresce e garante melhores condições para desenvolver as pessoas à sua volta”, completa Vieira.

O lançamento do livro acontecerá no dia 15 de agosto, às 16 horas, na Arena GYM PASS, no Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas (CONARH), um dos maiores eventos de gestão de pessoas do País. No local, além de comprar o livro, os visitantes podem ter acesso à ferramenta de identificação de perfil comportamental CIS Assessment e participar da sessão de autógrafo no estande da empresa.

No evento, o master coach Paulo Vieira concederá também uma palestra magna sobre o tema “Usando as Emoções ao seu Favor”, abordando como saber comunicar sentimentos positivos é essencial para atingir grandes conquistas.

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Demitido por excesso de competência

Por Sílvio Celestino

Em processos de coaching executivo ouço histórias bizarras, mas que têm se repetido ao longo dos últimos anos.

Um problema recorrente que tenho observado em algumas empresas é o seguinte: pessoas talentosas serem pressionadas por seus pares para frearem sua competência.

Lembro-me de um executivo de TI que, juntamente com outro colega, montou uma área de vendas diretas de produtos da empresa na qual trabalhava – e originalmente somente vendia por meio de revendedores autorizados. Passados seis meses de sua atuação, o diretor de RH da empresa resolveu reduzir suas comissões sobre o faturamento. O motivo: eles vendiam tanto que passaram a ganhar mais do que o presidente da empresa – e o diretor de RH considerava isso uma distorção. Claro que ele não levava em conta que o presidente era o dono da empresa e, portanto, além do salário, recebia também o lucro, que aumentara proporcionalmente às vendas.

Recentemente observei isso acontecer com profissionais em multinacionais e em um banco, também internacional. Executivos que se destacam e são criticados por seus pares, pois os fazem parecer medíocres – na minha opinião, são mesmo.

Um ambiente desse tipo é desmotivador, apresenta inversão de valores e um estresse absurdo para quem, sendo competente, se vê sob uma chuva de críticas infundadas e maledicentes. Quem precisaria de coaching são os críticos de meu cliente, mais do que ele.

A causa disso é uma distorção do espírito de equipe.

Os líderes devem estar atentos a como os valores da empresa são definidos e expressos no cotidiano. Se quiserem que os melhores fiquem, terão de valorizá-los, e não expulsá-los de seus quadros.

Em primeiro lugar é preciso observar com atenção o que os acionistas têm demandado neste momento de grave crise econômica e financeira. Quando eles pedem algo impossível de ser feito, atraem para a empresa, especialmente para a diretoria e gerência, mentirosos e psicopatas. Pois, somente indivíduos com essas características são capazes de prometer e se comprometer com coisas impossíveis de serem feitas. E eles o fazem da maneira mais cínica possível: teatralmente.

Em segundo lugar, em momentos de crise as empresas devem focar produtos e serviços que as permitam sobreviver, enquanto criam condições para voltar a crescer o mais rapidamente possível. Para isso, precisam de pessoas competentes, corajosas e criativas. Executivos capazes de tomar decisões duras, mas aptos a preparar a empresa para o próximo ciclo. Psicopatas e mentirosos destroem o moral das pessoas, especialmente as melhores, que sairão na primeira oportunidade e, o que é pior, podem ir para os concorrentes. Quem deseja que os concorrentes sejam fortalecidos?

Por último, é preciso cuidado com os valores que fomentamos na companhia. Hoje, vejo com preocupação a ideia de pertencer a um grupo sobrepujar a competência dos indivíduos. Pois, incompetentes e pessoas de má índole podem se unir e reclamar de excelentes profissionais que estão destoando do time. E eles podem se gabar de estar preocupados com o “espírito de pertencimento”.

Portanto, quando se afirma que o time é mais importante, temos de avaliar se esse espírito de equipe, de fato, representa valores como excelência, licitude das ações e moralidade.

Afinal, mais importante do que o time são os propósitos elevados, cuja ausência causará danos à organização, principalmente no longo prazo.

O mundo e as empresas estariam em melhores condições se valorizassem os indivíduos de excelência, e não os fanfarrões, psicopatas e mentirosos de plantão.

Em momento de crise eles abundam, mas não são quem tirarão as empresas das dificuldades nas quais se encontram – embora possam falsificar números que simulem que o estejam fazendo.

Sempre dependeremos das pessoas competentes, de moral elevada e de inabalável fé para conduzir os negócios e o País. Principalmente em tempos turbulentos. São elas que precisam ser atraídas, encorajadas e desenvolvidas para que todos saiam das adversidades melhores do que quando entraram.

Sílvio Celestino, sócio fundador da Alliance Coaching

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5 cuidados para a humanização nas empresas

Em um mundo onde a tecnologia abriu canais públicos de comunicação e conexão, os recursos humanos enfrentam um novo desafio. As pessoas procuram locais de trabalho mais humanizados, onde a abertura é o padrão para a comunicação, a voz do colaborador é ouvida e os integrantes de cada equipe se sentem especiais, significativos e conectados.

Home-office, mesa de bilhar, happy hours, levar o pet para o trabalho, reuniões de feedback e folga no dia do aniversário são alguns benefícios que chamam a atenção para quem está procurando um ambiente de trabalho mais humanizado.

“Embora concentrar-se nos aspectos humanos seja fundamental para que os colaboradores se sintam valorizados, as empresas precisam tomar cuidado para não pecar pela humanização por si só, perdendo o foco do resultado, que pode fazer com que a produtividade dos colaboradores caia, ou colocar em risco o limite entre o que é vida profissional e o que é vida pessoal. Esses dois aspectos devem ser integrados, mas não misturados. Assim, a humanização deixa de ser um aspecto positivo e pode causar problemas para a empresa e para os funcionários”, explica a especialista em desenvolvimento humano Susanne Andrade, autora do best-seller “O Segredo do Sucesso é Ser Humano”.

Confira alguns cuidados importantes na hora de humanizar a empresa:

Trabalho x integração da equipe

Algumas empresas costumam organizar “happy hours” após o expediente para promover a troca de ideias, descontrair, ou até mesmo estreitar os laços entre os colegas de trabalho. “Apesar de ser uma ótima ideia, essa é uma questão à qual o empregador deve se atentar, pois como se sabe, não são todas as pessoas que sabem separar momentos de descontração e trabalho”, comenta a especialista.

Existem casos em que funcionários encerram o expediente mais cedo para começar a organizar o “happy hour”, por exemplo, ou de pessoas que se excedem no entusiasmo ou na bebida. “Deve haver um cuidado para que a confraternização não atrapalhe as atividades da empresa, e não ultrapasse o limite do tolerável em um ambiente corporativo”, comenta Susanne.

Feedback da forma adequada

Embora dar feedback seja indispensável, algumas empresas ainda hoje pecam nesse quesito. “Muitas companhias ainda utilizam o feedback como sinônimo de avaliação de desempenho, como termômetro para categorizar os funcionários entre ‘promovido’ e ‘não promovido’. Essa visão é ultrapassada e um grande equívoco, pois o feedback vai muito além disso. Ele é uma importante ferramenta para manter a equipe motivada e promove o desenvolvimento de habilidades, além dos ajustes necessários na performance”.

Para a especialista, o feedback deve ser praticado sempre que possível. “Ele ajuda nas relações humanas, tanto pelo reconhecimento quanto pelo redirecionamento de comportamento e quanto mais utilizado, mais motivados ficam os profissionais”, explica ela.

Política de home office

As vantagens do home office são inegáveis e, por isso, cada vez mais profissionais têm procurado vagas que oferecem esse benefício ao menos uma vez na semana. “São diversos motivos que podem levar alguém a procurar funções que permitem trabalhar de casa uma ou mais vezes na semana: pais que acabaram de ter bebês, profissionais que moram distante da empresa e querem evitar trânsito, economia com combustível, flexibilidade no horário de almoço, não ter que se preocupar todos os dias com o visual, entre outras razões”.

Mas, infelizmente, nem todo profissional é produtivo atuando no ambiente doméstico. “Dar aquela olhada no que está passando na TV ou ter um desejo incontrolável de tirar uma soneca pós almoço, sem disciplina para suas entregas, são algumas das armadilhas para o profissional que atua em home office”, elenca Susanne.

Por isso, esse recurso tão desejado pelos colaboradores muitas vezes não funciona para todos. “É preciso avaliar muito bem o perfil daquele profissional, seu nível de comprometimento, e também se as funções que exerce são compatíveis com o trabalho de casa. Caso contrário, pode ser um ‘tiro no pé'”, diz a especialista.

Vida profissional x vida pessoal

Hoje é muito comum encontrar empresas que proporcionam espaços de lazer dentro da própria empresa, como mesas de pebolim ou bilhar, e até mesmo vídeo game, para que seus funcionários possam “desestressar” no horário do almoço ou após o expediente.

“Apesar de ser um meio de promover a integração, deve-se tomar cuidado com esse diferencial, pois é preciso ver até que ponto irá humanizar a empresa, para acabar não virando bagunça. Além disso, esse tipo de iniciativa pode incentivar os colaboradores a ficarem até muito tarde no escritório todos o dias, participando de atividades de lazer com os colegas. Isso pode ser prejudicial, pois manter um limite entre vida profissional e pessoal é necessário e saudável. É essencial o foco no equilíbrio”.

Escritórios “pet friendly”

Permitir que os colaboradores levem seus pets ao trabalho, ao menos uma vez ao mês, é uma tendência que teve início nos Estados Unidos e acabou vindo para o Brasil. Hoje já é possível encontrar alguns escritórios no país que permitem que o funcionário leve seu cão ao trabalho.

“Apesar de algumas pesquisas apontarem que ter um animal de estimação no ambiente de trabalho alivia o estresse e melhora a produtividade, também é preciso cautela, afinal, não há quem resista a um cãozinho fazendo graça e pedindo carinho, por isso o pet pode acabar distraindo os colaboradores, ou até mesmo incomodar pessoas que têm fobia de animais. Avaliar todo o contexto é essencial”, explica.

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Autocoaching estimula o profissional e o inspira a maximizar seu potencial

De acordo com a Confederação Internacional de Coaching (ICF), o coaching é entendido como “uma parceria entre o Coach (profissional especializado) e o Coachee (pessoa orientada), em um processo estimulante e criativo que os inspira a maximizar o seu potencial pessoal e profissional, na busca de alcançar os seus objetivos e metas através do desenvolvimento de novos e mais efetivos comportamentos”.

Esse processo é indicado para qualquer profissional que vise crescer e se desenvolver em qualquer área da vida. Estudo da ICF indica que os coachees levantam como resultado deste trabalho um aumento na autoconfiança, melhoria no desempenho profissional, melhor habilidade de comunicação, aumento da eficácia na gestão de equipes, relacionamentos melhorados, melhor capacitação em gestão de negócios, maior eficiência na administração do tempo, melhor equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, e uma melhoria no bem-estar geral.

Para Bia Nóbrega, coach, mentora e palestrante que atua há mais de 20 anos em Recursos Humanos e associada à ICF e a Associação Brasileira de Coaches (ABRACOACHES), “é possível realizar um autocoaching e o primeiro passo, assim como no processo guiado por um Coach, é o autoconhecimento”. Para ela existem algumas perguntas chaves que podem facilitar esse trabalho: Quem Sou? Onde Estou? e Onde Quero Chegar? E ressalta que mesmo nesse período mais introspectivo, é importante que “esse seja um processo guiado, afinal se trata de um trabalho de reflexão estimulante que inspire a maximização das potencialidades do profissional”.

Os questionamentos são a melhor ferramenta para que os papéis tanto da vida profissional como pessoal sejam analisados e reajustados. Para os coachees são as perguntas que os ajudam a encontrar as soluções válidas para seu crescimento. “Elas emergem do processo – uma resposta levando à outra pergunta – e no geral são perguntas abertas justamente para levar à reflexão, por exemplo: O que desejo alcançar? Como posso conseguir isso? O que pode me impedir? E assim por diante”, comenta Bia Nóbrega.

A dica para fazer o autocoaching valer a pena é criar o hábito de parar para um momento de reflexão e desenvolvimento ao início ou término do dia, criando assim uma rotina para a autoanálise. Em contrapartida, o que pode atrapalhar esse processo é a indisciplina, porque é preciso ter um forte compromisso com seu autodesenvolvimento.

Para saber se está funcionando é simples, de acordo com Bia “é só analisar se você tem alcançado seus indicadores, objetivos ou metas. Se sim, é porque o resultado está sendo alcançado!” Caso contrário, é necessário se aprofundar, voltando para outras questões, como: O que posso aprender com o processo? O que fiz e que funcionou? O que fiz e que não funcionou? O que não fiz e deveria ter feito? O que farei agora?”.

A coach afirma que “esse processo é válido para qualquer pessoa e qualquer questão a ser trabalhada pois como diria Herman Hesse: “Nada posso lhe oferecer que não exista em você mesmo. Não posso abrir-lhe outro mundo além daquele que há em sua própria alma. Nada posso lhe dar, a não ser a oportunidade, o impulso, a chave. Eu o ajudarei a tornar visível o seu próprio mundo, e isso é tudo”.

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Síndrome do impostor? Sete sinais de que você pode estar se boicotando

Muita gente age, fala, pensa e não faz a menor ideia de que realiza todos os dias, várias vezes, um julgamento, no qual faz a função de réu e juiz. A acusação: prática de impostura. Veredicto: impostor. Para estas pessoas, suas realizações, conquistas e feitos não são, necessariamente, tão dignas de respeito assim. Algumas se sentem indignas de serem bem-sucedidas, em qualquer coisa que seja.

“Na psicologia esse comportamento, às vezes, aparece como Síndrome do Impostor, devido a um estudo realizado em 78 pelas americanas Pauline Clance e Suzanne Imes. No entanto, posteriormente as próprias pesquisadoras o denominaram como uma experiência de impostor, visto que a maioria das pessoas passa por isso, em maior ou menor grau”, conta Liamar Fernandes, psicóloga com especialização em psicodrama e master coach da SBCoaching, com 43 anos de experiência em desenvolvimento humano.

As exigências, por performance e resultados, são cada vez maiores e não só na esfera corporativa. Este é um dos fatores de origem deste comportamento, segundo a master coach Fernanda Chaud. “A maioria das pessoas que se dedica muito para carreira e para ter uma vida considerada bem-sucedida, não valoriza suas conquistas diárias. Elas passam a enxergar tudo como normal. Querem sempre mais e tornam-se insaciáveis pelo crescimento e reconhecimento externo”.

“Nada é suficiente e a comparação com todos ao redor é um comportamento recorrente. O impostor acredita que seu valor está intimamente ligado à sua imagem e não ao que ele é. Ou seja, para ele, cargo, fama e posses são o que o tornam um alguém de verdade”, diz Liamar. “São pessoas que abrem mão do autoconhecimento e passam a utilizar máscaras para serem aceitos, podendo, inclusive, se perder de quem são. Desta forma, tornam-se muito vulneráveis ao julgamento do outro, porque eles se julgam muito”, finaliza Chaud.

Para Liamar Fernandes uma forma eficaz de combater a experiência de impostor, é pensar sobre a forma como você emprega sua energia para realizar. Identificar o processo inteiro, desde a hora que decide fazer algo até o momento que o conclui. “É importante valorizar pequenas conquistas, ou melhor, perceber estas conquistas. Compartilhar isso com o seu círculo social, interagir com as conquistas de pessoas deste círculo sem comparação. Simplesmente, celebrá-las. Ser grato pelo que você e os que você quer bem conquistam”.

7 Sinais de que você pode estar se boicotando

1. Não reconhece suas próprias conquistas;

2. Tem necessidade de falar muito sobre suas conquistas para encontrar o senso de merecimento;

3. Não busca agradar-se ou comprar algo para si mesmo, por achar que não é merecedor;

4. Possui um altíssimo nível de comparação e senso de inferioridade;

5. Foca sempre no que está faltando e não no que já tem;

6. Não confia nas pessoas e, por isso, não constrói relacionamentos mais aprofundados por medo de descobrirem suas falhas e imperfeições;

7. Tem necessidade excessiva de controle e a falta dele gera sentimento de impotência.

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Especialista ensina a identificar os sinais de esgotamento mental e como eliminá-los

Cada vez mais comum em diversos aspectos da vida pessoal e no ambiente de trabalho, o esgotamento mental tem causado cada vez mais impactos emocionais e físicos. Infelizmente, muitas vezes ele é um conceito associado à frescura ou à uma fragilidade pessoal, no entanto, o esgotamento mental tem raízes concretas no funcionamento do organismo.

O fundador da Febracis, Paulo Vieira, explica que o esgotamento mental é fruto do excesso de demanda das atividades químicas que são realizadas no cérebro e da falta de substâncias neurotransmissoras capazes de sintetizar essas atividades, resultando em estafa mental, bloqueio, ansiedade e estresse, que nem sempre recebem a devida importância. “Muitas pessoas sequer sabem que estão passando por um processo de esgotamento mental. As situações de estresse e o cansaço são normalizados, e o ciclo do esgotamento continua sendo reproduzido. O perigo dessa continuidade é o aprofundamento dos sintomas, de maneira a causar situações graves para o indivíduo, impactando na vida pessoal e profissional”, explica Vieira.

De acordo com o especialista, o esgotamento pode ser desencadeado por fatores como autocobrança, desemprego, situação financeira e sobrecarga de responsabilidades. “No âmbito do trabalho é comum ele ser desencadeado por excesso de trabalho, o que, junto com a falta de eficiência e de recursos, gera um estresse enorme. Com isso, o colaborador se sente desmotivado e sobrecarregado, perdendo todo e qualquer prazer em trabalhar. Isso pode atingir qualquer membro da empresa, seja ele o colaborador ou o gestor”, avalia.

Vieira ainda acrescenta que é importante ficar atento aos sinais listados abaixo para evitar o esgotamento mental. Além disso, ele ressalta que recorrer a ferramentas de autoconhecimento e inteligência emocional, como o Método CIS, da Febracis, podem ser alternativas importantes para este processo. Realizado há mais de 18 anos, o Método CIS já impactou mais de 350 mil pessoas. O evento é realizado todo mês em um estado diferente no Brasil.

Sensação constante de cansaço (cansaço crônico)

É normal se sentir cansado após alguma atividade que exija muito esforço (físico ou mental), ou depois de uma sequência intensa de trabalho ou afazeres. No entanto, quando o cansaço é constante, e você se sente sempre esgotado e no seu limite, esta é uma situação que deve receber a sua atenção.

Imunidade baixa

O nosso corpo físico está diretamente interligado com o nosso emocional. Quando estamos sobrecarregados e esgotados a nossa imunidade baixa e o nosso corpo físico fica debilitado. Estar constantemente com algum problema de saúde por baixa de imunidade pode ser um sintoma de esgotamento mental.

Perda de memória

O esgotamento mental dificulta as ações neurotransmissoras, que também são responsáveis pela nossa memória. Esquecer constantemente obrigações, compromissos ou até nomes das coisas e pessoas pode estar ligado à estafa mental e não a uma questão da idade.

Baixa qualidade do sono e insônia

O estresse e a ansiedade são efeitos típicos. Com isso, nosso cérebro não consegue se desligar, trabalha intensamente e incessantemente, gerando um ciclo vicioso de esgotamento. Esse processo, muitas vezes, atrapalha a nossa capacidade de dormir e relaxar para reestabelecer as nossas funções neurotransmissoras, o que agrava ainda mais a estafa mental.

Apatia constante e generalizada

A falta de motivação e de interesse é um sintoma típico dessa situação. O que antes era razão de entusiasmo e prazer, passa a não ter mais significado. Com isso, a pessoa se torna apática, não sente vontade de se dedicar às tarefas.

Perfeccionismo

O perfeccionismo costuma ser muito valorizado, principalmente no ambiente de trabalho. No entanto, não aceitar que errar é humano e ter medo constante de cometer erros podem ser um sintoma de esgotamento mental. O perfeccionismo e o produtivismo exagerados demandam muita energia, o que pode causar ou aprofundar a estafa mental.

Descontrole

O esgotamento mental torna toda e qualquer tarefa mais difícil do que o normal, e as reações ficam exacerbadas. É normal a pessoa que está passando por esse processo se tornar reativa e perder o controle das suas emoções.

Febracis participa do CONARH 2018

Maior instituição de coaching das Américas, a Febracis participa pela primeira vez do CONARH – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas. O congresso, que reúne importantes nomes do setor e promove mais de 100 horas de conteúdo sobre gestão de pessoas e desenvolvimento humano, contará com palestra magna do Master Coach e fundador da Febracis, Paulo Vieira, sobre como usar as emoções a seu favor. A Febracis é patrocinadora do evento e espera atingir um amplo público em busca de alcançar a alta performance na carreira. O CONARH acontece entre os dias 14 e 16 de agosto, no São Paulo Expo.

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Conheça oito maneiras de melhorar o desempenho da equipe

Ser produtivo não significa estar sempre ocupado. Na verdade, tudo depende do gerenciamento e se manter de olho no tempo da forma correta. De acordo com o fundador da Febracis, Paulo Vieira, é preciso ter em mente quais são os “vilões” que roubam a produtividade. “Conhecendo essas atividades que atrapalham o desempenho individual e do time, é preciso aprender a criar hábitos saudáveis para a rotina”, indica.

Para o especialista, existem oito passos que podem ser seguidos para tornar os processos mais eficazes no dia a dia da equipe. São eles:

1- Reuniões improdutivas: cuidado com o excesso de reuniões. Elas podem mais atrapalhar a sua concentração no desenvolvimento de atividades complexas do que ajudar a resolver problemas;

2- Multitarefa: fazer muitas coisas ao mesmo tempo não é sinônimo de produtividade. Fique de olho no tempo, se programe para fazer uma atividade de cada vez com o máximo de foco e atenção;

3- Excesso de e-mails: evite se manter conectado o tempo todo ao e-mail. Ficar sempre de olho na caixa de entrada para ver se tem algo novo atrapalha o seu fluxo de trabalho. Separe dois ou três períodos do dia para se ater especificamente às mensagens;

4- Falta de planejamento: vale relembrar a importância do planejamento semanal e diário para organizar a sua rotina de trabalho, criar a sua agenda e priorizar as atividades, quebrando os grandes projetos em pequenas tarefas;

5- Apagando incêndios: sempre correr atrás do prejuízo e com tarefas urgentes significa que o planejamento não foi lá muito acertado, ou que não foi cumprido de forma eficiente. Separe as tarefas importantes para que elas não virem urgentes;

6- Atividades triviais: esse é o tipo de tarefa pequena e fácil de executar, mas sem muita importância. Elas são positivas para iniciar o dia ou retomar o ritmo após uma pausa, porém podem sabotar as mais complexas. Por isso, fique atento para não gastar todo seu tempo com elas;

7- Pausas: adote pequenos intervalos depois de um período de trabalho contínuo. Nem que seja cinco minutos de descanso ou se alongando após 1h ou 1h30 de afazeres. Trabalhar sem parar não garante mais produtividade;

8- Retrabalho: todos sabemos que a refação é uma das inimigas da produtividade. Então, para não desperdiçar o seu tempo, aprenda o que deve ser feito antes de executar.

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Qual é a diferença entre coaching e mentoria?

Na busca pelo aperfeiçoamento profissional, é natural que as pessoas recorram a diversas formas de especialização. Porém, nem sempre cursos e treinamentos são suficientes para atender às necessidades que os fariam se sentirem satisfeitos e capacitados. Neste momento, existem alguns métodos que podem auxiliar quem deseja alcançar objetivos maiores, como o coaching e a mentoria. E qual é a diferença entre eles? Como saber qual se encaixa melhor das suas aspirações?

“O Coaching se trata de um diálogo desenvolvido em várias etapas, em que envolve o coach e o cliente a fim de alcançar um objetivo específico dentro de um prazo determinado”, explica Bruno Negretti, CEO da Knowe, plataforma de mentoria e aconselhamento profissional sob demanda. “Já a mentoria é focada na formação do indivíduo com o objetivo de fazê-lo refletir e ter novos insights sobre sua vida e carreira”, complementa.

Para Bruno, a mentoria prioriza o desenvolvimento e a evolução contínua, além de ser realizada por um profissional com mais experiência na área, que se empenha para passar conhecimentos ao interessado. “Enquanto isso, o coaching segue uma metodologia que pode ser de curto, médio ou longo prazo com o estabelecimento de metas, além do coach não ser necessariamente da mesma área que o cliente”, exemplifica.

“Os dois métodos podem ajudar o profissional a se desenvolver e alcançar importantes resultados para sua carreira. Neste momento, é preciso que a pessoa compreenda em qual momento da trajetória profissional se encontra para saber escolher qual metodologia mais se enquadra nas suas ambições”, recomenda Bruno.

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Conheça 10 sinais de pessoas com Inteligência Emocional desenvolvida

A forma como mantemos o controle emocional e gerenciamos as emoções (nossas e das pessoas que nos cercam) é o cerne da Inteligência Emocional (IE). A habilidade para lidar com os sentimentos faz com quem a pessoa possa ter um bom relacionamento com sua família, amigos, colegas, subordinados e superiores. A Febracis, a maior instituição de coaching das Américas, aponta 10 características de pessoas com alta IE. Confira:

1- Você é um bom líder
Todos os líderes, independente do seu modo de liderar, possuem uma característica em comum: Inteligência Emocional. Ter controle emocional é essencial para os bons líderes, que devem saber lidar com situações delicadas, dar feedbacks construtivos, ser produtivos, trabalhar bem sob pressão e ter foco em resultados.

2- Você conhece suas fraquezas e forças
Ter autoconsciência, por meio do autoconhecimento, é fundamental para se desenvolver profissionalmente e para saber conduzir com equilíbrio a vida pessoal. Ser honesto consigo mesmo sobre quem você é permite que você se autodesenvolva em busca da melhoria constante.

Assim, uma pessoa com controle emocional sabe identificar suas fraquezas e forças e tem capacidade de analisar criticamente esse quadro, agindo de forma a explorar da melhor forma cada aspecto da sua personalidade.

3- Quando você está chateado, sabe exatamente o porquê disso
É muito comum vermos pessoas tristes e, ao perguntá-las o que está acontecendo, elas dizerem que nem mesmo sabem o porquê de estarem assim. Isso significa falta de autoconhecimento e de capacidade de análise, que, ao fim, mostra que a pessoa não desenvolveu sua IE.

Portanto, se você sabe exatamente o que lhe deixa chateado ou triste (e consegue identificar a raiz desse problema), isso mostra que você tem controle emocional.

4- Você se dá bem com a maioria das pessoas
Se você tem facilidade em manter relacionamentos interpessoais e se dá bem com quase todo mundo, isso é sinal de equilíbrio. Quando o indivíduo está bem em seu interior, as pessoas ao seu redor aproximam-se com mais facilidade, sem que sejam gerados atritos e desconfianças.

5- Você se importa muito em ser uma pessoa boa e moral
Um aspecto muito essencial da IE é o desenvolvimento de uma identidade moral. A identidade moral relaciona-se com a imagem que desejamos construir de que somos pessoas éticas e que se preocupam com os demais.

Assim, se você ajuda as pessoas ao seu redor, doa seu tempo ou bens para pessoas necessitadas, é ético no seu trabalho e relações e pratica aquilo que discursa, você provavelmente tem a IE desenvolvida.

6- Você é bom em ler as expressões faciais das pessoas
Você percebe quando seu colega de trabalho chega na empresa e se mostra chateado com algo? Você consegue identificar quando a sua esposa está revoltada com alguma situação? Percebe quando seu filho está tentando esconder algo de você?

Ser capaz de identificar como as outras pessoas estão se sentindo faz parte dos atributos daqueles indivíduos com uma boa inteligência emocional.

7- Você supera muito bem os obstáculos
Se você é capaz de se erguer facilmente frente aos problemas e erros cometidos, isso diz muito sobre o seu controle emocional. Indivíduos que lidam bem com os obstáculos que encontram diariamente sabem que há algo que todos devemos fazer o tempo todo: seguir em frente.

Uma pessoa resistente não fica presa às emoções e situações negativas, pois sabem equilibrá-las com outros sentimentos positivos. Ou seja, esse indivíduo costuma dizer “estou triste que isso aconteceu”, “mas sou muito grato por conta desses outros fatores”.

8- Você confia no seu instinto
Você se sente confiante em seguir sua intuição? Ou faz justamente o contrário do que o instinto indica? Se você tem a capacidade de confiar em si mesmo e nas suas emoções, não há qualquer motivo para não escutar a sua voz interior que lhe diz qual é o melhor caminho a seguir.

9- Você sabe se automotivar
Desde pequeno você sempre foi ambicioso e trabalhador, correndo atrás dos seus sonhos e objetivos, mesmo sem ser recompensado por isso? Se você consegue focar sua atenção e energia nos seus objetivos de forma constante e motivada, sem que precise de alguém lhe dando forças para isso o tempo todo, você é uma pessoa com muito controle emocional.

10- Você sabe dizer não
A autorregulação é um dos componentes da IE. A autorregulação é a capacidade da pessoa em se disciplinar e evitar hábitos ruins, sabendo tolerar o estresse e controlar seus impulsos. Além disso, o indivíduo com esse controle emocional sabe dizer não para manter seu foco e suas prioridades.

Mas, afinal, como desenvolver a Inteligência Emocional?

Desenvolver a IE para ter mais controle emocional é possível e indicado tanto para quem já tem certo domínio deste tipo de inteligência quanto para quem ainda está descobrindo como desenvolvê-la. Uma das maneiras é considerar um processo de coaching, como o Método CIS. Considerado o maior curso de Inteligência Emocional das Américas, o próximo treinamento do CIS será realizado em São Paulo (SP), entre 4 e 6 de maio no São Paulo Expo, e deve receber cerca de 4 mil pessoas.

O objetivo é desenvolver os participantes para aprofundarem em temas como controle das emoções, mudança de crenças e IE, com o propósito de quebrar as barreiras que nos afastam dos objetivos que desejamos alcançar.

“Nosso método consiste em unir o pensamento racional às emoções, fazendo uma reprogramação de crenças para que as pessoas possam alavancar todo o seu potencial de ação. A essência do treinamento não é mudar o indivíduo para o que ele não é, mas desenvolver tudo o que ele já tem”, afirma o Master Coach, PhD em Business Administration, fundador da Febracis e também desenvolvedor do Coaching Integral Sistêmico (CIS), Paulo Vieira.

Realizado há mais de 18 anos, o Método CIS já impactou mais de 350 mil pessoas. O evento é realizado todo mês em um estado diferente no Brasil. A última edição, em Brasília, contou com uma grande novidade: foi transmitida ao vivo para alunos na sede da Febracis em Boston (EUA).

Método CIS – São Paulo
Data: 4 a 6 de maio
Local: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP
Ingresso individual: R$ 1.700 para os três dias. ** Também há pacotes para grupos.
As inscrições podem ser feitas pelo site lp.febracis.com.br/metodo-cis/. Cada ingresso adquirido será revertido na doação de 1kg de alimento para a ONG Banco de Alimentos.

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Física quântica x coaching de vida – Por Marco Tulio da Costa

A física quântica é uma ciência de possibilidades, maior estudiosa das relações entre partículas atômicas, demonstra que cada estado dos corpos se dá de acordo com a velocidade da agitação dessas partes. Entendemos como formas de energia, além dos corpos, o som, a luz, o pensamento e a energia espiritual. Todos esses em uma crescente de velocidade energética, respectivamente. Tudo é energia.

Sabendo que tudo é energia, inclusive nosso corpo, delimitamos então que somos manifestação dela. Nós vibramos em certa velocidade: o corpo em uma, o pensamento em outra… E é nessa vibração do pensamento em alta velocidade que podemos influenciar pessoas e o mundo, atraindo exatamente o que estamos conectados, gerando realizações condizentes com tal emissão.

Essa ciência estuda e comprova fenômenos que oferecem caminhos e soluções para que o indivíduo viva em equilíbrio, com saúde física e mental, em várias dimensões. Ela interage com o mundo e, apesar de pouco compreendida, revoluciona conceitos e traz recursos para que tenhamos mais qualidade de vida.

Com caminhos nada óbvios ou de difícil percepção, a física quântica trata do poder energético que emitimos ao universo e como o universo nos devolve essa comunicação. Para os estudiosos dessa área, nós influenciamos o mundo através do que emitimos, seja através de palavras, atitudes ou até mesmo pensamentos. Eis que as respostas são estimuladas por nós mesmos.

Ou seja, de uma forma mais sucinta e objetiva, somos fruto do que pensamos. Quando temos pensamentos e atitudes negativas, nossa vida será cercada de reflexos desse padrão vital emitido. Em contrapartida, se emanamos positividade, vitalidade, alegria, prazer e bem-estar, grandes realizações serão alcançadas, reflexo da energia que emitimos. É assim com fatos e pessoas: atraímos o que propagamos.

O coaching, conforme seu posicionamento, quer tornar o coachee leve, feliz e realizado. Para isso pode-se utilizar dos conhecimentos da física quântica no intuito de energizar e potencializar as atitudes e pensamentos do cliente, em busca da excelência de seus resultados, conforme a meta estabelecida.

No processo de coaching, sabemos da grande responsabilidade que temos de construir nosso próprio resultado. Temos a consciência de que nossos comportamentos refletem no alcance das metas. A questão do empenho, da disciplina, de querer superar obstáculos, crenças limitantes… aqui não seria diferente. Positividade e boas energias concorrem para o nosso sucesso. E é nesse ponto que a física quântica entra com força total.

Se pensamento se transforma em resultado, se somos ímãs do que emitimos, o coaching vai auxiliar nesse fluxo energético do pensamento. É importante demonstrar ao cliente a importância do seu posicionamento de vida. Dessa vez com o apoio de uma ciência tão minuciosa e respeitada: a física quântica, que trata das frequências constatáveis no encefalograma, a partir de sinais magnéticos.

Pensamento poderoso: Você é o arquiteto da sua vida. Você é seu próprio escultor.

Vale ressaltar que ser omisso, ficar “em cima do muro”, também te trará respostas no automático. Está tudo interligado. Eis a hora de praticá-la! A mente não distingue o que é imaginação ou realidade. Visualizar é um forte caminho para materializar, então pense positivo, pense na abundância.

Além desses argumentos sobre a física quântica, vale trazer exemplos de algumas leis que têm total compatibilidade e usabilidade no coaching:

A lei da causação dependente nos diz que muitas coisas são apenas sintomas, como visto anteriormente. Observar superficialmente não é tratar. Os problemas normalmente não são tratados ou resolvidos nos níveis em que foram criados. Já a lei da descontinuidade trata da movimentação dos elétrons, que nem sempre se dá de forma contínua. Eles podem desaparecer de uma órbita, surgindo em outra diversa. Na rotina prática podemos observar curas que não se dão por tratamentos convencionais, ou mudanças inesperadas de algumas situações de nossas vidas. A lei da não-localidade, introduzida por Einstein, demonstra que podem acontecer coisas entre dois seres, ou duas coisas, em locais diversos. Percebe isso quando pensa em alguém que não vê há tempos e essa pessoa te liga? Ou quando alguém sente uma dor e descobre que um ente querido teve um problema naquela região dolorida?

O que queremos dizer, por fim, é que todos nós devemos considerar a importância do conhecimento dos diferentes níveis da consciência do ser humano, promovendo a compreensão e a aplicação dessas possibilidades tão ricas de pensar e viver a vida de maneira saudável, positiva e realizadora. Vamos utilizar nossos recursos internos em busca do sucesso de nossos objetivos. Somos sim, responsáveis por nossos resultados.

Marco Tulio é professor da Fundação Getúlio Vargas nas áreas de Empreendedorismo, Programação Neurolinguística, Gestão de pessoas, Liderança, Comunicação, Negociação e Estratégia de Empresas. Atualmente, também é coach, professor e palestrante, prestando serviços de consultoria e treinamentos em todo o território nacional nas áreas de liderança, comunicação, negociação, gestão e vendas.

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