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CNI apresenta aos candidatos à Presidência da República 43 propostas para estimular o crescimento do país nos próximos quatro anos

Da Agência CNI de Notícias

Os próximos governantes terão à frente grandes desafios para recolocar o Brasil na rota do desenvolvimento econômico e social sustentado. A cada ciclo eleitoral, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresenta aos candidatos à Presidência uma série de medidas consideradas fundamentais para superar obstáculos ao crescimento da economia, estimular o amadurecimento institucional e melhorar a qualidade de vida da população.

Em 2018, a indústria organizou 43 propostas para o Brasil construir, nos próximos quatro anos, uma economia mais produtiva, inovadora e integrada ao mercado internacional. “O setor produtivo está fazendo a sua parte e as propostas servem de bússola para o longo caminho ainda a ser percorrido. A agenda de reformas deve ser o carro-chefe desse novo tempo. Mais do que nunca, é fundamental que os brasileiros escolham governantes que estejam verdadeiramente comprometidos com a retomada do desenvolvimento do país”, afirma o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

Os 43 documentos para o novo governo foram elaborados com base no Mapa Estratégico da Indústria 2018-2022. Os estudos traçam diagnósticos e sugerem ações em áreas como eficiência do estado, segurança jurídica, infraestrutura, tributação, educação, meio ambiente, inovação, financiamento e segurança pública.

As recomendações foram discutidas com os presidenciáveis durante o Diálogo da Indústria com os Candidatos à Presidência da República, que reuniu cerca de 2 mil líderes empresariais nesta quarta-feira (4), no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília. A CNI apresenta as propostas da indústria aos presidenciáveis desde a eleição de 1994.

Confira a relação de documentos em https://noticias.portaldaindustria.com.br/noticias/institucional/cni-apresenta-aos-candidatos-a-presidencia-da-republica-43-propostas-para-estimular-o-crescimento-do-pais-nos-proximos-quatro-anos/

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Workshop discute panorama das fintechs no Brasil

O cenário atual de grandes transformações digitais está, cada vez mais, fortalecendo o crescimento das fintechs – startups do setor de finanças que aliam seus serviços à tecnologia. Levando em conta como esse movimento está mudando a maneira de consumir crédito, o Workshop ‘Fintechs: Uma força transformadora para o financiamento das empresas brasileiras?’, realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), propõe debater as novas possibilidades e os desafios desse modelo inovador de negócio, que busca oferecer alternativas de financiamento mais práticas e com custos menores.

O evento acontece no dia 1 de novembro, em Brasília (DF), e abre os debates com o Painel ‘Qual o potencial das Fintechs no mercado de crédito brasileiro?’, que tem como palestrante convidado Dan Cohen, CEO da fintech F(x) – leia-se FdeX –, que conecta empresas que buscam crédito a fontes de financiamento. A apresentação também vai contar com a participação de José Prado Villela dos Reis, fundador do Conexão Fintech e diretor executivo da Associação Brasileira de Fintechs, e Ciro Magalhães M. Jorge, gerente de relacionamento institucional do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), entre outros.

“É um imenso prazer poder fazer parte deste evento e debater um assunto tão importante para a economia brasileira. Hoje, vivemos um momento de transformação, com as pessoas buscando novas formas de consumo que facilitem o seu dia a dia e tragam mais benefícios com menos burocracia. E é exatamente isso que as fintechs são capazes de oferecer”, comenta o CEO da F(x) sobre o grande potencial de crescimento dessas startups.

Serviço:

Painel I – Qual o potencial das Fintechs no mercado de crédito brasileiro?

Data: 1 de novembro de 2017
Horário: das 10h às 11h

Workshop Fintechs: Uma força transformadora para o financiamento das empresas brasileiras?

Data: 1 de novembro de 2017
Horário: das 8h30 às 12h30
Local: Sede da CNI (Confederação Nacional da Indústria) – Edifício Roberto Simonsen – SBN Quadra 1, Bloco C – Salão de eventos, S2 – Brasília (DF)
Mais informações: http://www.portaldaindustria.com.br/cni/eventos/

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Jornada Digital da Fiep: tecnologia deve focar em soluções relevantes para o consumidor

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O consumidor final como protagonista e como alvo de todas as soluções é o que deve nortear os avanços tecnológicos na era da quarta revolução industrial. O tema foi debatido por especialistas nesta quarta-feira (16), em Curitiba, na Jornada para o Mundo Digital, realizada pelo Sistema Federação das Indústrias do Paraná (Fiep). O evento reuniu cerca de 850 pessoas entre industriais, lideranças empresariais e profissionais da área de tecnologia para mostrar os avanços tecnológicos que já aconteceram nas duas últimas décadas e falar sobre o que está por vir na Indústria 4.0.

O evento foi aberto pelo presidente do Sistema Fiep, Edson Campagnolo, que destacou o papel da entidade no apoio ao setor produtivo na adesão à indústria 4.0. “ Especialmente o Senai sempre foi reconhecido pela alta competência na área de educação profissionalizante. Nos últimos anos investimos também em inovação tecnológica com um reposicionamento de sua marca não só fortalecendo sua atuação como principal interlocutor da sociedade em educação profissional, mas também com capacidade de atender a indústria na área da inovação tecnológica”, destacou.

A presidente da Microsoft, Paula Bellizia, trouxe o dilema entre respeitar o legado das indústrias e buscar novas formas de contato com o consumidor. “A indústria de tecnologia não respeita a tradição, respeita, sim, a inovação. É preciso quebrar paradigmas e sempre fazer o melhor para o cliente e sem atalhos, de forma direta. Isso não tem erro”, disse Paula Bellizia. Segundo ela, a tecnologia deve empoderar as pessoas e as organizações para que elas conquistem cada vez mais. Nesta busca, de acordo com ela, a Microsoft mantém mais de 100 data centers em todo o mundo, onde investe US$ 5 bilhões ao ano.

Fazer e pensar diferente

“A transformação digital não pode ser mais do mesmo. Tem que ser algo diferente e deve acontecer em toda a organização e não mais apenas em um setor”, destacou Cassio Dreyfuss, vice-presidente de pesquisa da Gartner Research, organização de pesquisa na área tecnológica. Segundo ele, a tecnologia está disponível. “O problema é a cultura e isso não se muda do dia para a noite”, disse. Para ele, esta transformação deve estar pautada em quatro pilares: tecnologia, gestão, gente e liderança.

Dreyfus diz que a transformação digital vai acontecer num prazo de quatro a cinco anos e deve começar com o engajamento das pessoas. “É preciso engajar as pessoas, depois criar a visão e o plano. Este plano deve ser executado, monitorado e ajustado sempre que necessário”, disse. “A transformação digital prevê a mudança das organizações que trabalham no sistema de comando e controle para passar a trabalhar com liderança e colaboração”, frisou.

O prazo para implementar a digitalização e conexão dos processos pode variar, mas é algo que em breve será realidade. “A jornada digital é um caminho sem volta e sem fim. É permanente. É preciso falhar cedo e aprender rápido. É preciso ser rápido e sair na frente”, disse Rogério Martins, vice-presidente global da Whirlpool – Inovação e Desenvolvimento de Produtos de Refrigeração. Segundo ele, o tempo é o recurso mais valioso para todas as pessoas. Por isso, todas as empresas devem ter o consumidor no centro de suas atenções para promover soluções que facilitem a sua vida. “É preciso conhecer melhor o consumidor. É para ele que devemos fazer a transformação digital. Se focarmos em qualquer outra coisa que não seja o consumidor vamos nos desviar do nosso propósito. “A tecnologia sem propósito é complexidade”, disse.

No setor onde atua, Martins conta que a transformação digital viabiliza, por exemplo, o monitoramento da performance dos eletrodomésticos remotamente e consegue atuar de forma proativa com a prestação de serviços. “Não é um redesenho. É preciso repensar tudo e tudo tem que estar focado em soluções relevantes para o consumidor”, frisou.

Tecnologia e produtividade

O diretor de educação e tecnologia da Confederação Nacional da Indústria (CNI) Rafael Lucchesi informou que a indústria brasileira ainda usa a tecnologia de forma incipiente. “Embora 85% dos executivos brasileiros considerem a indústria 4.0 como algo importante, apenas 48% afirmam que fazem uso das modernas tecnologias de digitalização. “Temos que melhorar o uso da tecnologia, adotar plantas industriais inteligentes e customizadas. Segundo ele, a tecnologia pode contribuir para melhor os níveis de produtividade no Brasil. Hoje o rendimento de quatro trabalhadores brasileiros equivale a um trabalhador norte-americano. “Neste quesito estamos atrás de México e Argentina”, disse.

Lucchesi destacou a importância de formar o trabalhador para atuar na Indústria 4.0. “Hoje 78% do emprego no Brasil é desempenhado por pessoas com qualificação técnica e apenas 3% por profissionais com ensino superior”, informou. Ele lembrou que o Senai teve papel decisivo na terceira revolução industrial formando mão de obra e agora terá também papel decisivo na quarta revolução”, disse, acrescentando que cerca de 95% das vagas abertas pelo setor industrial demandam profissionais formados pelo Senai. Segundo Lucchesi, o desafio é grande porque estima-se que 65% das crianças de hoje atuarão no futuro em profissões que ainda não existem.

O diretor da CNI citou o programa Lean Manufacturing (Manufatura Enxuta), do Senai. O programa começou com a meta de buscar um ganho de 20% de produtividade e nas 2.300 indústrias que estão sendo atendidas já conseguimos alcançar um aumento médio de 52% em cerca de dois anos do programa.

Lucchesi falou também das soluções tecnológicas que estão em desenvolvimento na rede de institutos de tecnologia e de inovação do Senai, como robôs autônomos para trabalhos em poços de alta profundidade e tintas automotivas regenerativas.

Fonte: Fiep

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Setor produtivo reage contra retirada de recursos do Sebrae

Doze entidades que participam do Conselho Deliberativo do Sebrae Nacional (CDN) enviaram uma carta ao presidente Michel Temer manifestando-se contrárias à proposta da medida provisória do Turismo, que retira recursos do Sebrae para criar a Agência Brasileira de Promoção do Turismo (Abratur), de promoção do turismo no exterior. O documento faz um alerta sobre os “prejuízos que a medida trará para o Sistema Sebrae e para a economia nacional, em decorrência da subtração de recursos que hoje são empregados diretamente nas micro e pequenas empresas para alocá-los em iniciativas que já são desempenhadas, com êxito, pelo Sistema Sebrae e por outras entidades, como a Apex-Brasil”.

Na carta, é dito que o Sistema Sebrae investe há quase 30 anos no fomento e na capacitação dos pequenos negócios na área de turismo e, que, para 2017 estão previstos 149 projetos com investimentos diretos de R$ 78 milhões nas empresas do setor. O texto cita que o Sistema Sebrae é parceiro do Governo Federal na implantação de diversas políticas públicas para gerar emprego e renda por meio do empreendedorismo. “Assim, caso a citada proposta seja implementada, além de não se garantir a efetividade aos objetivos pretendidos, comprometerá o desempenho do Sebrae, instituição que apenas no ano passado, atendeu 2,2 milhões de empresas em todo o país”.

Assinam a carta titulares e suplentes da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Associação Brasileira dos Sebraes Estaduais (Abase), Associação Brasileira de Instituições Financeiras de Desenvolvimento (Abde), Associação Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia das Empresas Inovadoras (Anpei), Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadoras (Anprotec), Banco do Brasil, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes), Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (Cacb), Caixa Econômica Federal, Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Confederação Nacional das Micro e Pequenas Empresas e dos Empreendimentos Individuais (Conampe) e a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

A MP do turismo será discutida amanhã (21), em Brasília, pelos ministérios do Planejamento, Fazenda e Turismo, e representantes do Sebrae e do Itamaraty.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

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7 previsões da CNI para a economia brasileira em 2017

Estimativas da indústria mostram que o país começará a sair lentamente da recessão. Inflação deve fechar o ano próxima do centro da meta e o consumo das famílias provavelmente terá leve alta em relação a 2016

A economia brasileira crescerá apenas 0,5% neste ano, o que é muito pouco para o país se recuperar da pior crise da sua história, avalia a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Na Economia Brasileira 2016, edição especial do Informe Conjuntural, a instituição faz o balanço de 2016 e apresenta as perspectivas para a economia e a indústria em 2017. Veja o que a indústria espera deste ano:

1. Produto Interno Bruto (PIB)

Importante termômetro da economia, o PIB é a soma de todas as riquezas produzidas por um país em um determinado período. O crescimento elevado e contínuo do PIB mostra que a economia do país está se expandindo. Mas não é isso que ocorre hoje no Brasil. Os dados oficiais só serão divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 7 de março. Mas tudo indica que o PIB brasileiro terá uma queda de 3,6% em 2016, o que aprofundará ainda mais a crise, pois em 2015 a retração foi de 3,8%. Para 2017, a CNI estima um crescimento de 0,5% em relação a 2016.

2. PIB industrial

É um dos componentes do PIB, que soma as riquezas produzidas pela indústria de um país em um período determinado. No Brasil, o PIB industrial fechará 2016 com uma queda de 3,9%. Será a terceira retração consecutiva da indústria. No entanto, em 2017, a CNI projeta uma expansão de 1,3% no PIB industrial frente a 2016.

3. Consumo das famílias

É outro componente do PIB. O aumento do consumo estimula a atividade na indústria, no comércio e no setor de serviços, contribuindo para a expansão da economia. O consumo das famílias brasileiras deve ter uma redução de 4,5% em 2016. Será o segundo ano consecutivo de queda no indicador. Mas a estimativa da CNI é que o consumo pare de cair em 2017 e tenha uma leve alta de 0,2% em relação a 2016.

4. Formação bruta de capital fixo

São os investimentos feitos em um país em determinado período. No Brasil, os investimentos estão caindo desde 2014. Encolheram 13,9% em 2015 e devem ter uma queda de 11,2% em 2016. Neste ano, a CNI projeta uma expansão de 2,3% frente a 2016.

5. Taxa de desemprego

Também é um termômetro importante da economia. Uma taxa de desemprego baixa indica que as empresas estão criando oportunidades de trabalho e de renda para as pessoas. No Brasil, a taxa de desemprego não para de crescer e a média anual alcançou 11,2% em 2016. Para este ano, a previsão da CNI é que a média anual da taxa suba para 12,4%.

6. Inflação

A inflação baixa é sinal de estabilidade na economia. Facilita e dá segurança para as famílias e as empresas planejarem o orçamento, calculando desde gastos diários até compras de maior valor. Em 2015, a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) alcançou 10,7% e ficou muito acima do limite máximo de 6,5% estabelecido pelo governo. A CNI estima que a inflação fechará 2017 em 5%, próxima do centro da meta que é de 4,5% para o ano.

7. Dívida pública

O tamanho da dívida pública é um importante indicador do equilíbrio das contas do governo e da capacidade de um país em honrar seus compromissos com credores internos e externos. No Brasil, a expansão dos gastos públicos sem o correspondente aumento das receitas tem elevado a dívida pública, que deve alcançar 76,2% do PIB neste ano, conforme a projeção da CNI. Em 2014, a dívida equivalia a 57,2% do PIB.

SAIBA MAIS – Faça o download do estudo Economia Brasileira 2016 para conhecer mais detalhes da publicação.

Por Verene Wolke
Foto: Arquivo/CNI
Da Agência CNI de Notícias

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Confederação Nacional da Indústria divulga comunicado à nação

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A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e as federações das indústrias dos estados manifestam sua extrema preocupação com o agravamento da crise política e econômica que o Brasil atravessa. Os empresários, assim como todos os brasileiros, estão perplexos diante da grave deterioração do cenário político, que submete o país a uma situação sem precedentes em sua história recente.

O caos em que mergulhou a política nacional gera um quadro de profundas incertezas, que piora as perspectivas da economia, já abalada pela mais séria recessão dos últimos 25 anos. O país vem sendo duramente prejudicado pela paralisia decisória que o afastou do caminho do crescimento, provocando o aumento do desemprego, a elevação da inflação e o fechamento de empresas.

A indústria nacional não pode aceitar que disputas e desavenças políticas se sobreponham aos interesses maiores da nação.

Os efeitos da atual crise ética, política e econômica têm sido catastróficos para empresas e trabalhadores. Ninguém aguenta mais assistir ao espetáculo deprimente em que se transformou a política brasileira. Já passou a hora de, com respeito aos ditames da lei e da Constituição, darmos um basta a esse impasse para que o país possa retomar o rumo.

É imprescindível restabelecer a governabilidade. É fundamental restaurar a moralidade no trato dos assuntos públicos, adotar melhores práticas administrativas e implantar medidas favoráveis à estabilidade social, ao emprego e ao desenvolvimento.

O setor empresarial espera que as instituições brasileiras, principalmente o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF), com o apoio e a participação da sociedade, consigam encontrar, com urgência, soluções para tirar o país da crise política e econômica.

Neste momento turbulento da vida nacional, a indústria brasileira exige grandeza, serenidade e espírito público dos homens e das mulheres que ocupam os Três Poderes da República, para que o Brasil possa superar o cenário adverso, voltar a crescer e ter confiança no futuro.

Robson Braga de Andrade
Presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI)

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CNI implanta nova tecnologia para gerenciar informações dos SENAIs

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) está implantando um novo sistema para capturar informações geradas pelas atividades de ensino do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) de todo o país. O InnFluit, da Procenge, passou a gerir dados de pessoas físicas, cursos, turmas, matrículas, metas, certificações profissionais, assessoria e consultoria em educação, permitindo o cadastro, consulta, edição e emissão de relatórios, com regras de hierarquia e totalmente integrado a outros sistemas internos. A solução está rodando em fase piloto no Distrito Federal e no Paraná, mas será ampliada, em breve, para os demais estados.

O desenvolvimento e a homologação do novo sistema foram realizados em 30 dias e a plataforma proporcionará ao SENAI condições de ajustes permanentes de acordo com as novas necessidades que forem surgindo. Também foram implantados recursos que o sistema anterior não contemplava, como a gestão de documentos (GED) e de processos de negócios (BPM). “A área de Tecnologia da Informação da CNI gerencia mais de 120 sistemas. O InnFluit é uma plataforma sobre a qual podemos configurar e substituir os mais antigos e que não condizem mais com as demandas do SENAI e do Sistema Indústria”, comentou José Luna, diretor regional da Procenge. Para ele, a implantação do InnFluit na CNI comprova a eficiência da plataforma na integração de processos. “Ela promove a melhoria do desempenho da organização, reduz custos, duplicidades de informação e conflitos entre os sistemas. Também permite a realização de uma análise mais crítica das informações geradas e a melhoria da comunicação entre os setores da empresa, colaborando para gerar os resultados estabelecidos no planejamento estratégico do cliente”, explica.

A expectativa é que a utilização do InnFluit seja ampliada gradativamente para todo o Sistema Indústria (CNI, SESI e IEL, além do SENAI). A previsão é que o número de usuários no SENAI ultrapasse a casa dos 300 ainda este semestre.

SOBRE O SISTEMA – Grande parte das empresas ainda gerencia informações de seus procedimentos táticos e operacionais em planilhas ou por meio de softwares específicos que não se comunicam entre si. O InnFluit resolve, sob medida, problemas de automação e integração dos processos de gestão de forma mais rápida e a partir de uma metodologia ágil de concepção. Ele consegue unificar todas as operações, desde o backoffice (retaguarda) ao core business que, normalmente, não são cobertos por um ERP ou que são cobertos por vários sistemas e planilhas sem qualquer tipo de integração.

A plataforma desenha fluxos de trabalho com regras de negócio, formulários parametrizados, consultas, gráficos, relatórios e aplicar recursos multimídia. Estão disponíveis, ainda, aplicações de gestão de processos, documentos, projetos, contratos, equipes, auditorias, marketing e vendas e ocorrências. Também é possível implantar soluções personalizadas para processos específicos como gestão da qualidade (EQM), geração de relatórios, integração com sistemas legados, automação departamental, gestão de projetos (EPM), controle financeiro, indexação e busca de documentos (GED), gestão de relacionamento com o cliente (CRM), entre outras personalizadas que o cliente imaginar e precisar.

O conceito do InnFluit é baseado no desenvolvimento de fluxos ponta a ponta, mais intuitivo, atraente e aderente aos usuários que participam de toda a prototipação e implementação (co-criação). Os desenvolvedores só entram em ação quando há necessidade de integrar regras avançadas de negócios, com cálculos mais complexos. Sua implantação varia de acordo com a necessidade do cliente, responsável por apontar quais processos mais impactam na sua operação e que ele gostaria de automatizar e integrar.

A solução pode partir de sistemas especialistas já existentes ou de algum problema/falta de automatização no gerenciamento de informação (planilhas estáticas). A partir da definição destas prioridades, a plataforma evolui até atingir 100% de cobertura das áreas, departamentos e processos demandados. A plataforma também tem a capacidade de se expandir, incorporando as novas necessidades do negócio do cliente, na medida em que ele for se desenvolvendo. Entre os ganhos permitidos estão eficiência e produtividade através da resolução de problemas operacionais e redução de erros, retrabalhos e riscos.

O tempo de implementação do InnFluit varia de acordo com a complexidade dos processos do cliente. Um processo simples pode ser automatizado em duas horas e outros processos mais complexos poderão levar alguns dias.

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62% dos empresários consideram o grau de inovação no Brasil baixo ou muito baixo, aponta pesquisa da CNI

Seis em cada dez líderes empresariais que comandam negócios inovadores consideram que o grau de inovação no Brasil deixa a desejar. A conclusão está em uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), realizada com 100 executivos – responsáveis pela tomada de decisão nas companhias que realizam projetos inovadores. Quando a pesquisa questionou a opinião deles sobre este tema, 54% responderam que o grau de inovação da indústria brasileira é “baixo” e outros 8% responderam “muito baixo”; 35% afirmaram “nem alto, nem baixo” e apenas 3% classificaram como “alto”. O estudo foi divulgado nesta terça-feira (12), em São Paulo.

Os empresários que consideram o grau de inovação “baixo” ou “muito baixo” justificaram as respostas. Para eles, o principal motivo é que o Brasil está atrasado em relação a outros países, reflexo de defasagem tecnológica acumulada ao longo dos anos. A consequência disso é que a indústria, muitas vezes, acaba por importar ou copiar o que é feito em outros países. De acordo com os entrevistados, falta cultura de inovação nas empresas brasileiras em geral. Eles também elencaram como entraves a falta de políticas de incentivo, a dificuldade de interação entre empresas e universidades e o baixo nível de educação dos profissionais.

“A pesquisa comprova a importância do papel da inovação para a sobrevivência das empresas no mercado global e a necessidade de um esforço para criar um ambiente favorável a negócios inovadores no Brasil. Sem dúvida, a inovação é o meio mais estratégico para a indústria crescer e colher resultados mesmo em cenários adversos como o atual”, avalia o superintendente nacional do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Paulo Mól.

Paulo Mól”Os setores privado, público e a academia precisam trabalhar em conjunto para fortalecer a estratégia de inovação do Brasil” – Paulo Mól

PANORAMA – O estudo da CNI foi feito com líderes de 60 pequenas e médias empresas e de 40 grandes. Os setores abordados foram de bens de consumo e de capital, químico e petroquímico, construção civil, farmacêutico, automotivo, eletroeletrônico, têxtil, digital, energético, siderúrgico e metalúrgico, mineração, celulose e papel. Além de mostrar a relevância no faturamento, a pesquisa revela que a inovação faz parte da estratégia do negócio em 99% das empresas consultadas. Entre as motivações para inovar, os empresários apontaram, em primeiro lugar, a vantagem competitiva. Também foi citado o aumento de produtividade, de lucro e de potencial de internacionalização.

Em relação à fatia do orçamento destinada a atividades inovadoras, a pesquisa revela que as empresas de grande porte investem mais que as pequenas e médias. No primeiro grupo, a maioria (37,5%) destina mais de 5% do orçamento à inovação; 10% indicam que o investimento está entre 3% e 5% do faturamento; em outros 27,5% o percentual é entre 1% e 3%. No segundo grupo, 21,7% apontam que mais de 5% do faturamento vai para inovação; 16,7% afirmam que fica entre 3% e 5% e a maioria (31,7%) dizem que o percentual está entre 1% e 3%.

Considerando a perspectiva da inovação no Brasil, os entrevistados deram notas a determinados temas, em que zero significava “péssimo” e dez, “excelente”. Na avaliação deles, a qualidade dos cursos de engenharia pontuaram 6,1; os sistemas de financiamento 5,3; a internacionalização de empresas e o acesso à pesquisa e desenvolvimento por pequenas e médias empresas tiveram nota 4,9; marco legal ficou com 4,6; a atração de centros de pesquisa para o país e propriedade intelectual ganhou 4,4.

MÃO DE OBRA – Ao aprofundar o tema sobre recursos humanos para inovação, 89% dos entrevistados disseram que os profissionais recém-chegados ao mercado de trabalho não estão suficientemente capacitados. Importante ressaltar que 77,5% das grandes empresas e 46,7% das pequenas e médias buscam um perfil específico de profissional para fomentar inovação. Entre as características valorizadas estão pro-atividade, criatividade e habilidades de comunicação. Além disso, procuram-se profissionais das áreas de engenharia, com formação técnica, pesquisadores e doutores e programadores.

Sob outro enfoque, a pesquisa da CNI traz os modelos de financiamento das empresas entrevistadas. No grupo das grandes, a modalidade de combinação de fontes é a realidade de 67,5% das empresas. Nessa combinação, de acordo com os empresários, estão recursos próprios, recursos captados de instituições públicas e de privadas, linhas de financiamento e parcerias entre instituições. Já nas pequenas e médias, 46,7% usam recursos próprios e outros 46,7% se valem da combinação de fontes.

“No Brasil, a empresa que quer inovar tem mais oferta de financiamento por linhas de crédito. E ter crédito disponível é essencial. Porém, nesses casos, é preciso devolver esse dinheiro depois. Isso afasta, por exemplo, micros e pequenas empresas, além de novos negócios. Quando falamos em inovação de resultado significativo, falamos de inovação radical e esse é um investimento arriscado. Por isso, defendemos a ampliação de recursos para financiamento na forma de subvenção, recursos não reembolsáveis, para estimular mais projetos de inovação. Isso irá incrementar o sistema de financiamento e estimular mais investimentos privados”, argumenta Paulo Mól.

RUMO E MODELO – Apesar da expectativa de baixo crescimento para o país, os representantes das empresas estão otimistas quanto ao volume de recursos para inovação nos próximos cinco anos: 57% responderam que pretendem “aumentar” ou “aumentar muito” os investimentos. Outros 39% afirmaram que a tendência é permanecer como está.

Aos empresários, foi perguntado o que deve ser feito para aumentar a inovação na indústria brasileira. No que compete ao governo, eles disseram que, em primeiro lugar, é preciso simplificar tributos. Em seguida, citaram a necessidade de conectar empresas a universidades e a centros e pesquisa e desenvolvimento, além de investir em educação e facilitar a importação de equipamentos e tecnologia.

Os líderes empresariais também listaram ações que precisam ser tomadas pelo setor produtivo. A mais importante delas foi estimular a cultura e a capacitação de profissionais inovadores, ter mais visão estratégica e ousadia, aumentar investimentos em pesquisa e desenvolvimento e novas tecnologias, além de estreitar o relacionamento com universidades.

O estudo mostra ainda quais são as referências mundiais em inovação para os empresários brasileiros: os Estados Unidos aparecem como modelo principal. Depois, foram citados Alemanha, Coreia do Sul, Japão e China. “Essas são nações que consolidaram um ambiente favorável à inovação e, assim, estimulam os investimentos privados. Elas servem de inspiração. Aqui, os setores privado, público e a academia precisam trabalhar em conjunto para fortalecer a estratégia de inovação do Brasil”, conclui Mól.

Fonte: Agência de notícias da CNI

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Sistema Fiep e CNI lançam pedra fundamental das novas instalações do Instituto Senai de Inovação do Paraná

Os presidentes da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, e do Sistema Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, lançaram, em Curitiba, a pedra fundamental das novas instalações do Instituto Senai de Inovação (ISI). Inaugurado oficialmente em setembro, quando entraram em operação os primeiros laboratórios, o ISI do Paraná é voltado para a área de Eletroquímica e faz parte de uma rede de 25 institutos que serão instalados pelo Senai em todo o país para alavancar a competitividade da indústria brasileira. No total, serão investidos R$ 50 milhões para a construção e aquisição de equipamentos da nova sede.

O presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, destacou a agilidade com que o Sistema Fiep implantou o ISI em Curitiba, o primeiro inaugurado no país. “Fico feliz em ver a forma competente e ágil com que o Paraná está conduzindo estes investimentos”, declarou. “Um dos obstáculos para a competitividade da indústria brasileira é a questão da tecnologia e inovação. Percebemos que esta era uma área na qual poderíamos agir sem a dependência do poder público”, afirmou Andrade, justificando o motivo que levou a CNI a lançar o projeto.

Ele destacou ainda que o Senai vem investindo fortemente na qualificação dos profissionais que vão atuar nos institutos. “Não basta apenas colocar recursos, construir prédios e comprar máquinas. Precisamos de pessoas, por isso buscamos no mercado profissionais da melhor qualidade para conduzir esses investimentos”, disse.

Integração

Robson Braga de Andrade ressaltou também que a intenção é que os 25 ISIs que serão implantados atuem em rede, atendendo indústrias de todo o país, independente da localização geográfica da empresa. Na região Sul, a busca por uma efetiva integração entre os ISIs já acontece. Tanto que a solenidade desta quarta-feira contou com a presença do presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), Glauco José Côrte. Na terça-feira (4), também com participação dos presidentes da CNI e da Fiep, foi inaugurado em Joinville o primeiro ISI em território catarinense, que se dedicará a pesquisas na área de Sistemas de Manufaturas. A aproximação vai facilitar o acesso de indústrias do Paraná e Santa Catarina a esses institutos.

A integração pode ocorrer também com outros setores da sociedade. O secretário municipal de Meio Ambiente de Curitiba, Renato Lima, que na solenidade representou o prefeito em exercício da capital, Paulo Salamuni, afirmou que o ISI instalado na cidade pode contribuir para o desenvolvimento do município. “Curitiba tem o desafio de ser modelo de desenvolvimento sustentável. E não há como ser modelo de desenvolvimento sustentável sem aplicar da melhor maneira o conhecimento. Quem quer estar na ponta, tem que ser inovador, e aqui (no ISI) está por excelência o desafio da inovação. Vejo toda a possibilidade de cooperação e coordenação entre essas iniciativas”, declarou.

Também participaram do lançamento da pedra fundamental das novas instalações do ISI do Paraná empresários de vários setores da indústria paranaense e diretores da Fiep.

Sobre o ISI do Paraná

O ISI do Paraná foi o primeiro a ser inaugurado no Brasil, em setembro de 2013. Nos primeiros laboratórios, já em funcionamento no Campus da Indústria, em Curitiba, foram investidos R$ 15 milhões, principalmente para aquisição de equipamentos de última geração. A pedra fundamental lançada nesta quarta-feira é da nova sede, que deverá ser entregue até 2015. Com investimento previsto de R$ 50 milhões – cujas obras devem ser iniciadas nas próximas semanas –, o novo prédio terá 10 mil metros quadrados, sendo que 2 mil metros quadrados serão destinados aos laboratórios do Instituto.
Com foco em Eletroquímica, o ISI tem como objetivo desenvolver soluções que fortaleçam a competitividade e a produtividade, principalmente nos segmentos de energia, construção civil, petroquímico, mineral e metalmecânico. Para 2014, a intenção é que o instituto realize ao menos cinco projetos de alto impacto, além de outras pesquisas, sempre em parceria com indústrias. Após a inauguração da nova sede, esse número deve dobrar para ao menos dez projetos de alto impacto ao ano.
Inéditos no Brasil e na pesquisa aplicada à indústria, os primeiros equipamentos para o ISI do Paraná já foram adquiridos. Ao todo, serão 36 aparelhos, escolhidos com a consultoria do Instituto Fraunhofer IPK, da Alemanha, que atenderão às áreas de nanotecnologia, energia, petróleo e gás, baterias e acumuladores de energia, corrosão, biocorrosão, sensores, tintas industriais e novos materiais.

Fonte: Sistema Fiep

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CNI-IBOPE: queda dos juros faz avaliação do governo bater recorde

A redução das taxas de juros fez a aprovação do governo Dilma Rousseff subir de 56% da população em março, mês do último levantamento, para 59% em junho, nível mais elevado desde o início do mandato. A informação é da pesquisa CNI-Ibope, divulgada nesta sexta-feira, 29.06, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Mantiveram-se estáveis, entre uma pesquisa e outra, a maneira de governar da presidente Dilma Rousseff, aprovada por 77% da população em março e em junho, e a confiança nela, estabilizada em 72% nos últimos três meses. O percentual de 77% de aprovação do modo de governar da atual administração é superior ao dos dois mandatos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no meio do ano (72% no segundo mandato e 51% no primeiro) e de Fernando Henrique Cardoso (31% na primeira gestão e 54% na segunda).

Saldo positivo – A ação do governo para diminuir os juros levou a avaliação da política das taxas de juros, uma das nove áreas de atuação do governo pesquisadas, subir 16 pontos percentuais entre março e junho, passando de 33% para 49% da população. Paralelamente, a desaprovação às taxas de juros recuou de 55% para 41%. “Com isso, o saldo entre aprova e desaprova tornou-se positivo pela primeira vez no governo Dilma”, assinala a pesquisa CNI-Ibope.
Diz a pesquisa que “a melhora na avaliação da população brasileira com respeito ao governo Dilma aparenta estar ligada à área econômica”. Segundo o levantamento, registraram melhora nos últimos três meses nas nove áreas avaliadas, além dos juros, combate à inflação (de 42% para 46% de aprovação) e impostos (ainda que a desaprovação continue com percentual elevado, caiu de 65% para 61% e a aprovação aumentou de 28% para 31%).

O gerente da Unidade de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca, que divulgou o levantamento, disse que o expressivo aumento das medidas econômicas do governo entre as notícias mais lembradas pela população comprova a influência da condução da economia na avaliação positiva do governo.

De 4% em março, as notícias sobre medidas econômicas foram lembradas por 12% da população em junho, perdendo somente para o noticiário sobre o contraventor Carlinhos Cachoeira, citado por 18%. “As ações do governo para atenuar a desaceleração da economia tiveram impacto na sociedade”, completou Fonseca.

Pioraram, contudo, as avaliações das políticas de saúde (66% da população desaprova, maior percentual de desaprovação, que pertencia aos impostos, contra 63% em março) e educação, na qual o índice de desaprovação subiu de 49% para 54%. As áreas do governo melhor avaliadas são o combate à fome e à pobreza, com 57% de aprovação, meio ambiente, com 55%, e combate ao desemprego, com 53% de aprovação.

A pesquisa CNI-Ibope foi realizada entre os dias 16 e 19 deste mês com 2002 pessoas em 141 municípios e tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos

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