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Como e por que migrar para a nuvem?

Por Fernando Nunes, arquiteto de soluções da Claranet Brasil

Uma migração para a nuvem não precisa acontecer do dia para a noite. É preciso pensar cada detalhe do seu ambiente físico e aplicações, e como eles irão se comportar depois de migrados. Muitas empresas se deparam com a necessidade de expandir seu parque de TI e esbarram na limitação do data center que só é escalonável até certo ponto, exigindo maior tempo de trabalho extra, interrupção de serviços e falhas que deixam o ambiente inoperante. É aí que entra a nuvem!

Para um time de projetos, a decisão sobre um provedor de nuvem envolve questões sobre onde haverá maior escala, serviços disponíveis por região e recursos que se tornam infinitos. Mas o que isso gera além da redução de custo se comparado com o ambiente on-premise? Mais segurança, infraestrutura durável, gerenciamento de dados, crescimento do seu negócio e lucros a partir de novos clientes que verão que sua plataforma/sistema é confiável e está sempre disponível independentemente do tamanho de sua corporação.

Falhas são inevitáveis em qualquer sistema, tanto on-premise ou na nuvem, mas neste último ambiente, ao criar os serviços com redundância, realizar testes de falhas em conjunto de servidores/aplicações, torna-se possível mapear se a sua migração foi bem-sucedida. É importante lembrar que a redução de custos nem sempre é o principal fator para migrar para nuvem, mas sim a forma que se pode usar a elasticidade de servidores ou substituir um conjunto de servidores que rodam rotinas pontuais por serviços que têm uma performance muito mais rápida.

Neste processo de migração, apenas “jogar” tudo o que você tem na nuvem com o intuito de solucionar todos os problemas não é exatamente uma opção correta. É necessário estabelecer passos de evolução do seu ambiente para que ele se torne independente, a fim de que somente o seu time de DevOps tenha atividades diárias para atuar nos deploys e também para que os testes ponham em prática a correção de problemas sem parar o ambiente produtivo – o que também é chamado de entrega contínua “CI/CD”.

Para migrar de forma segura, é necessário buscar um parceiro de nuvem com know-how a fim de incorporar recursos no projeto de migração e assim usar todos os benefícios que tem a disposição. E o desafio pode ser orquestrado nas cinco etapas, descritas abaixo.

avaliação: antes de migrar qualquer servidor, seja ele produtivo ou de homologação, você precisa fazer um levantamento ou inventário de toda a sua tecnologia atual;

piloto: nesta fase, podemos eleger alguns ambientes que podem ser do mais crítico ou menos impactante e migrá-lo para nuvem a fim de analisar como se comportam, realizando uma rodada de testes com usuários que não impactem a produção;

migração de dados: durante um planejamento, muito se questiona sobre o que levar primeiro para a nuvem. O mais assertivo é levar, em primeiro lugar, todos os dados, por se tratar de um volume alto de informações. Levando os dados primeiro, nós podemos medir a performance real e toda e qualquer aplicação estará já conectada com o provedor de nuvem;

migração de aplicações: esta é a fase mais delicada do projeto, pois é neste ponto que começam a ser tomadas as decisões sobre o que levar, o que pode parar nesse primeiro momento, janela de manutenção e etc. A melhor forma de fazer esta movimentação é usar o método “lift and shift”, que consiste em mover um aplicativo ou operação de um ambiente para outro – sem recriar o aplicativo;

otimização: depois de migrado o ambiente e com tudo funcionando na nuvem, vem o trabalho onde todos os ajustes podem ser iniciados, como os de infraestrutura baseado no consumo, de conversão de servidores em serviços providos pela nuvem, entre outros., arquiteto de soluções da Claranet Brasil

Uma migração para a nuvem não precisa acontecer do dia para a noite. É preciso pensar cada detalhe do seu ambiente físico e aplicações, e como eles irão se comportar depois de migrados. Muitas empresas se deparam com a necessidade de expandir seu parque de TI e esbarram na limitação do data center que só é escalonável até certo ponto, exigindo maior tempo de trabalho extra, interrupção de serviços e falhas que deixam o ambiente inoperante. É aí que entra a nuvem!

Para um time de projetos, a decisão sobre um provedor de nuvem envolve questões sobre onde haverá maior escala, serviços disponíveis por região e recursos que se tornam infinitos. Mas o que isso gera além da redução de custo se comparado com o ambiente on-premise? Mais segurança, infraestrutura durável, gerenciamento de dados, crescimento do seu negócio e lucros a partir de novos clientes que verão que sua plataforma/sistema é confiável e está sempre disponível independentemente do tamanho de sua corporação.

Falhas são inevitáveis em qualquer sistema, tanto on-premise ou na nuvem, mas neste último ambiente, ao criar os serviços com redundância, realizar testes de falhas em conjunto de servidores/aplicações, torna-se possível mapear se a sua migração foi bem-sucedida. É importante lembrar que a redução de custos nem sempre é o principal fator para migrar para nuvem, mas sim a forma que se pode usar a elasticidade de servidores ou substituir um conjunto de servidores que rodam rotinas pontuais por serviços que têm uma performance muito mais rápida.

Neste processo de migração, apenas “jogar” tudo o que você tem na nuvem com o intuito de solucionar todos os problemas não é exatamente uma opção correta. É necessário estabelecer passos de evolução do seu ambiente para que ele se torne independente, a fim de que somente o seu time de DevOps tenha atividades diárias para atuar nos deploys e também para que os testes ponham em prática a correção de problemas sem parar o ambiente produtivo – o que também é chamado de entrega contínua “CI/CD”.

Para migrar de forma segura, é necessário buscar um parceiro de nuvem com know-how a fim de incorporar recursos no projeto de migração e assim usar todos os benefícios que tem a disposição. E o desafio pode ser orquestrado nas cinco etapas, descritas abaixo.

– avaliação: antes de migrar qualquer servidor, seja ele produtivo ou de homologação, você precisa fazer um levantamento ou inventário de toda a sua tecnologia atual;

– piloto: nesta fase, podemos eleger alguns ambientes que podem ser do mais crítico ou menos impactante e migrá-lo para nuvem a fim de analisar como se comportam, realizando uma rodada de testes com usuários que não impactem a produção;

– migração de dados: durante um planejamento, muito se questiona sobre o que levar primeiro para a nuvem. O mais assertivo é levar, em primeiro lugar, todos os dados, por se tratar de um volume alto de informações. Levando os dados primeiro, nós podemos medir a performance real e toda e qualquer aplicação estará já conectada com o provedor de nuvem;

– migração de aplicações: esta é a fase mais delicada do projeto, pois é neste ponto que começam a ser tomadas as decisões sobre o que levar, o que pode parar nesse primeiro momento, janela de manutenção e etc. A melhor forma de fazer esta movimentação é usar o método “lift and shift”, que consiste em mover um aplicativo ou operação de um ambiente para outro – sem recriar o aplicativo;

– otimização: depois de migrado o ambiente e com tudo funcionando na nuvem, vem o trabalho onde todos os ajustes podem ser iniciados, como os de infraestrutura baseado no consumo, de conversão de servidores em serviços providos pela nuvem, entre outros.

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Unisys lança Programa de Trainee internacional para as áreas de Cloud Computing e Consultoria

A Unisys Brasil,em parceria com a Cia de Estágios, lança seu novo Programa de Trainee, o Eagles Trainee Program, com vagas para a operação da companhia em São Paulo. As oportunidades são direcionadas para graduados entre dezembro de 2015 e junho de 2017, nos cursos de Engenharia da Computação, Ciências da Computação, Matemática, Estatística e outras áreas correlatas à Tecnologia da Informação.

As inscrições tiveram início no dia 03 de abril e podem ser feitas somente pelo site: www.ciadeestagios.com.br/unisys.O prazo final para registro dos candidatos vai até o dia 07 de maio.

“Estou muito entusiasmada em lançar esta iniciativa começando pelo Brasil, por tratar-se de um mercado no qual a Unisys está investindo nas áreas de Cloud Computing e Consultoria de TI para o crescimento e a diversificação de seus negócios”, explica Laura Lafayette, Diretora Sênior de Recursos Humanos da Unisys para América Latina.

“O Programa de Trainee é importante porque desenvolve e capacita os profissionais contratados para que possam trilhar uma trajetória de sucesso na indústria de tecnologia. Trata- se de uma oportunidade muito interessante para os candidatos, por prever uma experiência internacional que os concederá ainda mais bagagem para o início de suas carreiras”, completa Laura.

O processo de seleção será realizado em cinco etapas:

1- Inscrições online pelo site www.ciadeestagios.com.br/unisys

2- Testes online de inglês e raciocínio lógico;

3- Dinâmica de grupo;

4- Painel com o Board da Unisys

5- Entrevistas individuais com os finalistas.

Ao fim do processo seletivo, dois profissionais serão contratados pela Unisys Brasil. Os candidatos finalistas terão os currículos cadastrados no banco de talentos da empresa, para que possam participar de oportunidades futuras. Para mais informações, basta acessar o hotsite www.ciadeestagios.com.br/unisys.

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Komatsu escolhe a BT para fornecer sua infraestrutura global de TI

A BT anuncia contrato com a Komatsu, empresa internacional fabricante de equipamentos de mineração e construção, para criar uma nova infraestrutura global de TI cobrindo 26 localidades em 15 países da Europa, Ásia-Pacífico e América do Sul.

A BT irá projetar, implementar e gerenciar uma rede híbrida resiliente, combinando o serviço BT IP Connect Global com serviços híbridos (hVPN) para locais menores, permitindo aos funcionários que trabalham nos escritórios da empresa a utilização da Internet para acessar com segurança a rede corporativa.

O tráfego de voz, um item crítico para a Komatsu, envolvendo cerca de 1.100 funcionários, será roteado com o serviço de SIP trunking centralizado do portfólio One Voice da BT – substituindo os serviços de voz tradicionais pela tecnologia de voz sobre IP. Os maiores clientes da BT têm reduzido seus custos em até 34% com os serviços One Voice.

Pertence ao escopo dos serviços da BT melhorar o desempenho das aplicações de uso corporativo da Komatsu – entre elas o tráfego de voz – por meio do BT Connect Intelligence, medindo-se a qualidade do serviço em termos de resultados de negócios, e não de acordo com os tradicionais SLAs (Service Level Agreement).

É importante para a Komatsu que seu novo provedor possa integrar serviços de data center e de nuvem, já que a empresa pretende migar para a nuvem, nos próximos anos, uma série de aplicações corporativas.

Numa primeira fase, a BT Advise, equipe de serviços profissionais da BT, consolidará a infraestrutura de TI da Komatsu em dois data centers da BT. Os serviços de datacenter BT Compute que a BT prestará à Komatsu compreendem telehousing, acesso à Internet e balanceamento de carga, aprimorando a distribuição da carga entre diferentes equipamentos.

Para Chris Borremans, CIO da Komatsu Europa, “o acordo com a BT representa o início de uma jornada rumo a serviços flexíveis e baseados em nuvem, voltados ao suporte de ​​nossas operações, clientes e funcionários em todo o mundo. Acreditamos que a BT seja a integradora de serviços de nuvem certa para trabalhar conosco em um roadmap capaz de tornar realidade nossa visão”.

Fabrice De Windt, CEO da BT para o Benelux, comenta: “estamos muito orgulhosos de a Komatsu nos haver escolhido para prover sua infraestrutura global de TI, iniciando assim uma ambiciosa jornada de transformação digital que se apoia em nossa estratégia Cloud of Clouds de portfólio. E estamos certos de poder demonstrar como nossos serviços e recursos globais irão colaborar decisivamente na geração de grandes resultados de negócio para a Komatsu”.

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Uso de ‘Analytics as a Service’ simplifica a gestão e agrega valor aos negócios

Mark Loucks, cientista de dados sênior da Unisys, indica as inúmeras possibilidades para as empresas aumentarem suas receitas com o uso de soluções de ‘Analytics as a Service’. Baseadas em nuvem, essas ferramentas permitem não apenas a análise de grandes volumes de dados em milissegundos, mas também por meio de algoritmos de Machine Learning fazer com que o sistema aprenda e gere resultados cada vez mais assertivos.

“O crescente uso de dispositivos móveis e a ampla difusão da Internet das Coisas (IoT) alavancou a geração de informações, que podem ser avaliadas de forma cada vez mais qualitativa para que se transformem em insights para apoiar a tomada de decisão. Estes dados permitem às organizações entenderem as preferências de seus consumidores e são uma verdadeira mina de ouro para as companhias. Trata-se de uma questão essencial para a promoção da transformação digital”, comenta Loucks.

Machine Learning é um tipo de inteligência artificial que fornece aos computadores a capacidade de aprender por meio de padrões e regras pré-estabelecidas, sem a necessidade de que sejam programados para tal. A análise dos dados coletados por quaisquer dispositivos conectados permite a criação de padrões preditivos com base nas preferências e no comportamento dos usuários.

Sobretudo para as indústrias que trabalham com risco, como finanças e varejo, a aplicação de variáveis de probabilidade, com o uso da análise de ambiente e padrões comportamentais, pode gerar resultados com índices acima de 90% no pagamento integral de empréstimos, por meio da promoção de ações assertivas direcionadas a estes clientes.

A Unisys oferece soluções de data analytics para diferentes setores econômicos, utilizando metodologias de mercado e modelos preditivos desenvolvidos por seu grupo de cientistas de dados. Entre elas se destaca a plataforma de cyber analytics, que identifica anomalias na rede e antevê possíveis ameaças à segurança com base na utilização de algoritmos de Machine Learning. Além desta, está o uso de beacons, pequenos sensores que permitem a captura de informações em tempo real, para análise da atividade em um fluxo de pessoas. Sua aplicação é bem ampla e pode cobrir diferentes localidades, desde aeroportos até supermercados, shoppings centers ou agências governamentais que prestam atendimento a cidadãos.

A nova realidade da TI mostra que as soluções de Analytics e Big Data já desempenham um papel de destaque. De acordo com a IDC, esse mercado movimentou mundialmente US$ 122 bilhões em 2015 e atingirá a cifra de US$ 187 bilhões em 2019.

“A Unisys sempre busca desenvolver soluções que tragam eficiência aos negócios de nossos clientes. Trabalhar com analytics traz uma mudança fundamental baseada na previsão orientada por dados, o que garante às empresas melhor desempenho e ganhos em competitividade”, conclui Mark Loucks.

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