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7 atitudes do profissional de alta performance

Por Claudia Santos

Diante da era da transformação nas empresas, onde a necessidade de mudanças de cultura comportamental e de estrutura se fazem cada vez mais presentes, é importante que os profissionais estejam atentos às atitudes que garantam excelência no trabalho e que o qualificam de forma positiva. As empresas precisam cada vez mais de profissionais que colaborem com vantagem competitiva diante de um cenário de maior concorrência e crise, onde somente o profissional de alta performance eleva a chances de apresentar este diferencial. Sendo assim, contam com profissionais que:

1) São proativos – Ter iniciativa é um valor importante para o profissional de alta performance. Ao fazer não só aquilo que lhe é pedido, mas sim, tudo o que precisa ser feito, o profissional demonstra que é capaz de analisar o trabalho como um todo e de pensar de forma estratégica, prevendo os próximos passos e diminuindo riscos;

2) Sabem receber feedbacks – É importante saber ouvir o retorno do seu líder sem pré-julgamentos e entender quais aspectos do seu trabalho são positivos e quais podem ser aprimorados. Trabalhando juntos e avaliando onde a mudança será melhor aproveitada, o trabalho com certeza irá render mais;

3) Busquem a excelência – Profissionais que buscam alta performance realizam as tarefas com zelo, dedicação e disciplina. Esses atributos reunidos são de extrema importância para quem busca ser o melhor naquilo que faz;

4) Aceitem bem as mudanças – Num mundo tão veloz quanto o nosso é preciso estar apto às mudanças e aos novos modos de operação. É normal ao ser humano se sentir desconfortável diante de mudanças muito bruscas, mas, ao entender que são melhorias e que os processos são adaptáveis, a alta performance no trabalho irá despontar;

5) Desenvolvam a inteligência emocional – Nem sempre é possível trabalhar apenas ao lado de pessoas que gostamos ou fazer apenas as tarefas que consideramos agradáveis. Assim como na vida social, no ambiente de trabalho também é preciso saber lidar com as situações adversas, não se deixando influenciar pelo pessimismo e outros sentimentos que não o ajudarão a crescer;

6) Trabalhem bem em equipe – Estar preparado para o diálogo, para ouvir novas ideias ou contrariedades é fundamental no ambiente corporativo. Aliado à inteligência emocional, o trabalho em equipe flui e apresenta resultados satisfatórios para o funcionário e para a empresa;

7) Orientam-se por resultados – Ao lembrar que o foco no ambiente de trabalho é cada vez mais os resultados apresentados – e não o bater cartão em horário estipulado – pensar no que se quer atingir com cada ação é outro atributo importante de quem deseja se destacar nas empresas.

Claudia Santos, especialista em gestão estratégica de pessoas, palestrante, coach executiva e diretora da Emovere You.

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RH estratégico é fundamental para tornar uma empresa competitiva – Por Cláudia Santos

Durante muito tempo, acreditou-se que o papel do profissional de recursos humanos estava ligado apenas a assuntos burocráticos, como administração de pessoal, recrutamento e seleção. Era o chamado RH operacional, visto por muitas empresas como uma área de apoio ou um gerador de despesas. Esse antigo departamento pessoal tem sofrido diversas mudanças ao longo do tempo e, com o avanço da tecnologia, o velho papel operacional está cada vez mais sujeito à automatização.

O atual cenário exige um novo posicionamento das organizações, que precisam atuar de uma forma mais ágil, inovadora e competitiva. Com as transformações das últimas décadas, o RH estratégico tem ganhado força como uma área fundamental para o crescimento das empresas. Esse novo profissional fala a língua dos negócios, conhece os objetivos e metas da empresa, participa das reuniões executivas e toma decisões em parceria com as outras áreas da companhia, como marketing, vendas, finanças e operações. Com foco em resultados, ele alia a estratégia organizacional à gestão de pessoas para, assim, promover a eficiência operacional.

Segundo David Ulrich, referência mundial em liderança e gestão de pessoas, o profissional de RH deve ser estrategista por excelência, capaz de engajar os funcionários, promover os valores da empresa, diagnosticar oportunidades e traçar metas e objetivos. Ele sabe recrutar as pessoas certas para os lugares certos e, se não for a campo entender os problemas, seja dos negócios ou das pessoas, não conseguirá gerar valor para a companhia.

O problema é que existe um gap entre o que as organizações precisam versus o que os RHs oferecem, já que eles ainda não se interessam pelos negócios e atuam de forma operacional, olhando apenas para o cenário interno. Por isso, muitas companhias têm contratado gestores com diferentes formações, principalmente devido à insuficiência de profissionais qualificados para trabalhar em conjunto com as áreas financeiras e comerciais.

Para transformar essa cultura, ainda predominante, o primeiro passo a ser tomado pelo profissional da área investir em uma formação ampla em escolas de negócio que contemple a gestão estratégica de pessoas. Entender sobre finanças, administração e análise de dados pode trazer novas oportunidades de crescimento na carreira, sobretudo em um momento de transformação digital que vem impactando o mercado.

Ao mesmo tempo, é preciso mudar a cultura organizacional, e a própria organização precisa dar espaço para que ele possa se envolver nas decisões e no planejamento. Hoje, uma empresa competitiva reconhece a importância do setor de recursos humanos e o CEO trabalha em conjunto com a área, aumentando o engajamento e a produtividade das equipes e, consequentemente, os resultados financeiros. É preciso superar a ideia de que o RH é um setor de apoio e passar a incluí-lo, de fato, nas decisões e nas estratégias de negócio.

Claudia Santos, especialista em gestão estratégica de pessoas, coach executiva e diretora da Emovere You

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O papel do RH nas empresas do futuro – Por Claudia Santos

O cenário futuro é desafiador para as empresas, e se reestruturar já não basta para as que querem ser competitivas: é preciso haver um alinhamento na cultura organizacional com a estratégia de negócio. Mas será que as companhias sabem qual a sua estratégia? Elas têm uma? Seus líderes estão conectados com a estratégia? Sua equipe possui as habilidades, atitudes e competências para enfrentar o momento desafiador que está chegando?

Quando falamos em alinhamento entre a cultura organizacional e a estratégia, falamos sobre rever o aspecto estrutural das organizações. Ou seja, a gestão deve ser mais horizontal e com menos níveis hierárquicos. A empresa do amanhã tem que viver, de fato, o seu DNA e a sua proposta de valor. Do contrário, será mais uma nadando no oceano vermelho, e não no azul.

Uma organização que foca e revê os seus propósitos e cria conexão direta com os propósitos dos seus colaboradores faz com que a sua equipe seja engajada. Somente com metas e processos definidos, é possível traduzir a estratégia para a força de trabalho e, consequentemente, melhorar a eficiência operacional.

A empresa do futuro não terá hierarquia, mas sim heterarquia – uma estrutura informal que muda conforme a necessidade e que, para funcionar, exige que todos os colaboradores sejam importantes. Assim como o cérebro humano não é hierárquico, as diferentes áreas e capacidades são recrutadas em combinações diferentes, conforme a tarefa. Nas organizações sistêmicas e criativas, todas as pessoas têm valor e o que as rege não é o cargo, mas sim a responsabilidade enquanto liderança mais fluída.

As companhias precisam compreender, desde já, que é necessário estabelecer um ambiente colaborativo capaz de estimular a criação e a inovação. E isso só é possível em uma cultura justa e de confiança, descentralizada, sem barreiras hierárquicas, em que se permita o erro como parte do processo evolutivo e de aprendizado.

Sabemos que a internet das coisas e a inteligência artificial já estão entre nós e ocuparão cada vez mais o papel trabalho humano, sendo a nova mão de obra para fins operacionais dentro das organizações. Organizações que, por sua vez, precisarão tornar seus processos cada vez mais eficientes, dinâmicos e ágeis, para atender tanto a velocidade oriunda dessas tecnologias quanto a pressão do mercado consumidor.

O fato é que o capital humano sempre será o motor competitivo das companhias, e esse motor só girará com força total, com um RH estratégico e inovador. O talento, a energia, o insight e a oportunidade estarão cada vez mais centrados nas pessoas. Afinal, é delas que surgem as ideias, são elas o melhor sistema de alarme e todos os riscos e todas as oportunidades estarão na força do trabalho.

A empresa é um sistema e, como tal, deve haver congruência da teoria com a prática, do que se prega como valor, propósito, missão e visão com o que se vê no dia a dia. Os colaboradores serão diferenciados somente se forem tratados como seres humanos integrais, se a companhia demonstrar que confia neles e os reconhece. Desse modo, os membros das equipes darão mais de si no trabalho e toda energia, imaginação e ideias ficarão disponíveis para todos na organização. Se um colaborador se perguntar “por que devo me dedicar a um sistema que não se preocupa comigo?”, a empresa não estará preparada para ser competitiva e para esse futuro interdependente. Pois todos sabemos que Independência hoje e no futuro é morte!

O seu RH e a sua empresa estão preparados para sobreviver nesse cenário novo que o século 21 está exigindo ou ainda estão operando no século passado? Que tal começar a criar equipe engajadas e um capital social na sua companhia?

Claudia Santos, especialista em gestão estratégica de pessoas, coach executiva e diretora da Emovere You

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