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Cisco tem novo diretor da AppDynamics para o Brasil

A Cisco anunciou a chegada de João Fábio de Valentin como novo diretor regional da AppDynamics no Brasil. Ele será responsável por ajudar clientes, parceiros e provedores de serviços a melhorar a visibilidade da arquitetura e o desempenho de suas aplicações, elevando a experiência do usuário e ajudando a transformar seu negócio.

Valentin tem mais de 20 anos de experiência na área de tecnologia, atuando em empresas como Siemens, CA Technologies e IDEMIA nas áreas de professional services, managed services, consultoria, infraestrutura, DevOps, automação, biometria e meios de pagamento.

O executivo é graduado em Engenharia Elétrica pela FAAP, com MBA na Faculdade Getúlio Vargas e Especialização em Inovação pela Universidade de New York.

Empresa de inteligência de aplicativos, adquirida pela Cisco em 2017, a AppDynamics oferece informações em tempo real sobre o desempenho de aplicativos, a experiência do usuário e os resultados dos negócios, para que os clientes possam avançar mais rapidamente em um mundo cada vez mais integrado e orientado por software.

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Cisco conecta ambientes adversos e locais remotos ao limite da IoT com segurança

Indústrias químicas, refinarias de petróleo e mineradoras estão entre os ambientes de trabalho mais desafiadores. Nesses setores, a conectividade e os dados são essenciais para os negócios, pois paralisações na produção impactam o resultado financeiro e a segurança dos trabalhadores. A Cisco agora lança novas tecnologias de rede específicas para resistirem às condições rigorosas dos ambientes mais extremos e, ao mesmo tempo, fornece às equipes de TI e OT capacidades de rede baseada em intenção para dar escala e velocidade a projetos de IoT.

As inovações em IoT da Cisco incluem:

• Acesso reforçado: os switches e access points Catalyst Heavy Duty são projetados para resistirem a exposições prolongadas de poeira, água e outras condições ambientais extremas. Esses produtos, com classificação IP67, são gerenciados pelo Cisco DNA Center, que fornece gerenciamento universal, garantia de rede e segmentação entre os ambientes de campus, filial e tecnologia operacional (OT, da sigla em inglês).

• SD-WAN para o limite da IoT: O novo Cisco Industrial Router agora suporta o Cisco SD-WAN com capacidades para conectar lo cais remotos com segurança e aumentar o desempenho de aplicações. Trata-se da primeira solução SD-WAN criada para clientes industriais de IoT.

• Segurança de ambientes de OT: a Cisco anunciou recentemente sua intenção de adquirir a Sentryo a fim de oferecer uma visão inédita sobre os dispositivos de OT, permitindo que as equipes de TI colaborem e protejam essas importantes redes. Isso inclui dispositivos que rodam em infraestrutura crítica, desde companhias elétricas, refinarias de petróleo até operações de manufaturas e depósitos de distribuição.

“Uma conexão segura é a base de qualquer implantação de IoT”, afirma Liz Centoni, vice-presidente sênior e gerente geral de IoT da Cisco. “Ao levar a rede baseada em intenção para o limite da IoT, estamos ajudando as equipes de TI e OT a trabalharem juntas para reduzir a complexidade operacional, impulsionar os resultados financeiros e melhorar a segurança no trabalho.”

A rede baseada em intenção representa uma mudança fundamental em como as redes são construídas e gerenciadas. Afastando-se os métodos manuais e demorados com os quais as redes tradicionalmente são gerenciadas, essas redes modernas captam a intenção do negócio e a traduzem em políticas de rede. Com a rede baseada em intenção sendo levada a clientes na IoT, as organizações ganham a capacidade de aumentar sua escala de forma automatizada, bem como a flexibilidade de conectar sua infraestrutura legada e futura, por exemplo com o 5G, ao mesmo tempo em que conectam tudo isso com segurança graças à proteção integrada e em camadas.

Inovação no ecossistema

Para a indústria de óleo e gás, insights melhores significam tempo de funcionamento das máquinas melhorado, manutenção preditiva e risco reduzido para os trabalhadores. Por isso é que a Cisco e a Emerson estão trabalhando juntas para apresentar ao mercado uma solução conjunta que combine o estado da arte em redes sem fio com os melhores sistemas de controle de processos do setor.

“Ao integrar o novo access point resistente da Cisco ao gateway de última geração WirelessHART, da Emerson, podemos utilizar dados coletados por sensores em ativos críticos para eliminar pontos cegos e melhorar a produtividade e a segurança de suas operações”, afirma Bob Karschnia, vice-presidente e gerente geral de produtos sem fio da unidade de Soluções de Automação da Emerson.

Com as redes tornando-se cada vez mais programáveis, o ecossistema de parceiros e desenvolvedores da Cisco é crucial para a geração de inovações. O programa de desenvolvedores da Cisco, DevNet, conta com um conjunto de ferramentas para desenvolvedores a fim de impulsionar a inovação na borda da IoT. Parceiros que estão nesse ecossistema agora têm uma maneira consistente de construir e gerenciar aplicações na borda e dar a flexibilidade a mais de que os clientes precisam para viabilizarem resultados comerciais melhores. O IoT Developer Center oferece uma gama completa de materiais didáticos, ferramentas de desenvolvimento e recursos de suporte para que os parceiros possam começar já a construir soluções e aplicações.

Serviços e Disponibilidade

• O roteador Cisco IR1101 já está disponível. O switch da série Catalyst IE3400 Heavy Duty será disponibilizado no meio do ano, com os access points da série Catalyst IW6300 Heavy Duty sendo disponibilizados na segunda metade do segundo semestre.

• A Cisco Services ajuda a implantar, gerenciar, escalar e proteger as soluções da Cisco para a IoT com um ciclo abrangente de serviços técnicos, assessoria, implementação, integração de software, otimização e treinamento de TI.

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Cisco apresenta soluções para a transformação digital do setor financeiro no CIAB FEBRABAN 2019

A Cisco participa da 29ª edição da CIAB FEBRABAN 2019, principal evento do setor financeiro no Brasil, com uma série de palestras e novidades para o mercado financeiro. A empresa demonstrará soluções de Colaboração, Data Center, AppDynamics, Rede e Segurança, além de marcar presença em painéis do Congresso Ciab. O evento acontece de 11 a 13 de junho, no Transamérica Expo Center, em São Paulo (SP).

Localizado ao lado do palco principal, o estande da Cisco (B39) também destacará os 25 anos da empresa no Brasil e sua recente campanha global, “Bridge to Possible”. No espaço, que simulará o work coffee de uma agência, as soluções poderão ser conferidas por meio de demonstrações interativas em tempo real.

A soluções serão apresentadas de forma integrada por meio de uma plataforma chamada Multi-Domain Architecture, que conecta o usuário com qualquer device, rede ou aplicação, de forma segura. O objetivo é mostrar como as soluções apresentadas pela Cisco trabalham de forma interligada e permitem que as empresas tenham à sua disposição ferramentas para entregar experiências mais personalizadas e eficientes para funcionários e clientes, unindo o espaço físico ao digital e atuando como importantes agentes nas indústrias.

Os parceiros Vita IT, Veeam e Pure Storage também estarão presentes no estande da Cisco.

Principais destaques da Cisco no CIAB 2019

A Cisco trará o ‘Espaço de Colaboração’, que vai simular o que há de mais inovador nos espaços de trabalho colaborativo. De dentro de uma sala de reunião, estabelecida com o conceito de contêiner, será apresentada uma solução de room kit, com diversas possibilidades de interação em vídeo, como agendamento, start de sessões com um toque e compartilhamento wireless de informação entre participantes. Os destaques estão nas novidades em colaboração cognitiva, como a Face Recognition, que permite reconhecimento facial em salas de reunião, e o People Insight, que apresenta um resumo dos perfis e informações dos participantes de uma reunião baseados em dados que são coletados do perfil profissional e dos diretórios das empresas.

Outro destaque é o Webex Assistant, que funciona como um assistente inteligente para iniciar reuniões e fazer chamadas a partir de uma tecnologia chamada “intelligent proximity”, que reconhece quem entrou na sala de reunião e acessa o calendário pessoal e agenda de contatos do usuário. O espaço de colaboração da Cisco contará com o Cisco Webex Board 55 e Webex DX80 com soluções de contact center.

Outra tecnologia inovadora que será apresentada é um mapa de calor personalizado, da Cisco Meraki, que consegue identificar quais áreas, e, portanto, produtos, que atraem a atenção dos usuários por mais tempo, podendo assim tornar toda a experiência mais personalizada e eficiente das agências e lojas do varejo.

No pilar de Data Center, a Cisco apresentará a mudança de conceito, ‘saindo de um ponto físico único para um mundo de multiclouds, de forma simples e segura’. A empresa vai mostrar as possiblidades, tanto para cloud privada quanto pública, de acordo com a necessidade do negócio.

Já em App Dynamics, o objetivo é destacar soluções que otimizam a experiência do cliente com foco no que a Cisco pode agregar ao ambiente de negócios. As inovações permitem que a empresa conheça melhor seu consumidor e tragam benefícios em termos de negócios para a empresa e cliente, usando soluções em IA e Machine Learning. Além disso, a demonstração trará uma integração com uma solução chamada ACI, que mostra como estas soluções funcionam em uma infraestrutura de rede.

A proposta de segurança da Cisco no estande é prover uma arquitetura abrangente que ofereça visibilidade e automação, reduzindo o tempo de detecção, determinação do escopo e remediação de um ataque. Através desta estratégia, a Cisco visa promover uma postura mais efetiva de segurança e um melhor retorno de investimento comparado às soluções pontuais.

No pilar de Enterprise Network, por sua vez, será apresentado como a rede SD-WAN, da Cisco, permite montar espaços rapidamente e habilitar novas soluções que proporcionam melhor experiência para o cliente, além de colaborar com a redução de custos para as empresas.

Além disso, haverá demonstrações de novas soluções de conectividade da Cisco, como o OpenRoaming, que permite conexão automática a uma rede Wi-Fi de forma transparente e segura, e o último lançamento da Cisco para atender o novo padrão Wi-Fi 6, que está redefinindo as possibilidades para empresas, impulsionando uma nova era de experiências imersivas sem fio, que irão transformar a maneira como empresas e pessoas interagem com o mundo. Além de ser significativamente mais rápido, o Wi-Fi 6 entrega uma capacidade até 400% maior e é mais eficaz em ambientes de alta densidade, com menos uso de bateria dos dispositivos conectados e proporcionando uma experiência de usuário melhor e mais previsível.

As soluções apresentadas pela Cisco trabalham de forma integrada para permitir que as empresas tenham à sua disposição ferramentas que entreguem experiências mais personalizadas e eficientes para funcionários e clientes, integrando o espaço físico ao digital e atuando como guias para a transformação digital do setor financeiro.

Cisco no Congresso

Além da demonstração de suas soluções, a Cisco também participará da Congresso, abordando temas como Cidades Inteligentes, Segurança e IoT Analytics, SD-Wan, 5G e Inteligência Artificial. Confira a agenda completa:

11 DE JUNHO

14:05 – 14:35

Infraestrutura Digital na promoção do desenvolvimento social

Local: Auditório F1

Andrea Fodor, diretora de Enterprise, Cisco Brasil

Robert Baumgartner – CIO TECBAN

Moderador: Alexandre Travassos – Coordenador de projetos – Diretoria de Transformação Digital da Caixa

15:20 – 15:50

SD-WAN – Preparando sua WAN para a Era da Transformação Digital

Marco Sena, Diretor de Desenvolvimento de Negócios em Redes, Cisco América Latina

Moderador: Jeferson Luiz Ravate, Superintendente de Infra e Operações, Banco Santander

Local: Auditório A

16:00 – 17:00

Como viabilizar as transformações no mercado financeiro com o 5G

Rodrigo Uchoa, diretor de negócios para transformação digital da Cisco Brasil; Luis Fernando de Castro Bourdot, diretor de evolução tecnológica de rede da Claro Brasil; Marcia Ogawa, Sócia líder de Tecnologia, Mídia e Telecomunicações da Deloitte

Moderador: Fabio Napoli, diretor de TI do Itaú

Local: Auditório F3

12 DE JUNHO

14:05 – 14:35

Cybersegurança: O Pilar da Digitalização

Ghassan Dreibi – Diretor de Cybersegurança da Cisco América Latina

Local: Auditório F3

16:00 – 17:00

IoT e Analytics combinados e as novas possibilidades

João Peixoto, Arquiteto de Soluções, Cisco do Brasil

Eduardo Polidoro, Diretor de negócios de IoT, Embratel

Wagner Leão Costa Filho, Gerente de Soluções da Diretoria de Tecnologia do Banco do Brasil

Moderador: Ivan Brum, Diretor de Data & Analytics da Everis Brazil

Local: Auditório F2

13 DE JUNHO

13:30 – 14:00

Cidades Inteligentes como Fator de Competitividade Global

Ricardo Mucci, Diretor de Setor Público, Cisco Brasil; Sajith Kunnat – General Manager and Comercial Bussiness Ops Head – Wipro Latam

Moderador: Eduardo Takeshi, sênior solution manager da Oi

Local: Auditório F2

14:45 – 15:45

O papel da I.A. na segurança e na ética dos serviços financeiros

Laercio Albuquerque – Presidente da Cisco; Nuno Sebastião, CEO da Feedzai; Gustavo Fosse, diretor de tecnologia e automação bancária da FEBRABAN e diretor de tecnologia do Banco do Brasil

Moderador: Jorge Krug, CIO – Banrisul

Local: Auditório Febraban

A Cisco também apoiou o Hackathon Febraban, nos dias 8 e 9 de junho.

CIAB

Local: Transamérica Expo Center, São Paulo.

Data: 11 a 13 de junho| 2019

Agenda completa do evento: https://ciab.com.br/pt/congresso#programacao

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Como escalar a experiência do cliente digital no varejo 4.0

Por Eduardo Frade, Diretor de Vendas Multisector da Cisco do Brasil

A transformação digital pela qual pessoas e empresas vêm passando tem impactado diversos aspectos da relação entre ambas: a forma como trabalhamos, interagimos e, não menos importante, a forma como compramos. Se a década passada viu o surgimento e ascensão do modelo de compras online e entregas por delivery, os últimos anos e os que temos à frente apontam para outra tendência ainda mais revolucionária: o varejo 4.0.

A integração entre espaços de compras físicos e ambientes online vem ganhando cada vez mais força no varejo mundial, e o Brasil não é exceção. Um dos países que abraçou mais rapidamente o varejo online, é também um dos que caminha a passos largos para trazer soluções 4.0 para seus consumidores. O consumidor não busca mais apenas um local para comprar seus produtos preferidos, mas sim uma experiência que se adeque às suas necessidades, tornando-a mais personalizada, conectada e eficiente.

Alguns setores vêm se destacando nesse processo de integração entre o físico e o digital, criando modelos de sucesso. Os setores de moda e cosméticos são exemplos desse processo. Impulsionadas e inspirados pela forma que os consumidores usam as redes sociais para pesquisar por produtos e tendências, grandes redes têm utilizado soluções tecnológicas que levam para a loja uma experiência semelhante a que o consumidor tem em seu smartphone. Espelhos que usam realidade aumentada para projetar opções de roupas no corpo do cliente, integração constante via equipamentos mobile, serviços que notificam quando um produto favorito está em promoção ou foi reabastecido no estoque e até mesmo soluções mais simples como cupons virtuais estão ganhando popularidade.

Para que tudo isto funcione, contudo, o investimento em tecnologia não pode ser subestimado. É necessária uma infraestrutura que possa suportar e padronizar a experiência do consumidor em qualquer ponto de venda. Também é necessário aumentar o grau de automatização dos processos na jornada de investimento na modernização do varejo. O espaço do lojista é um ambiente que se torna a cada dia mais complexo e ainda é tratado com grande interação manual, ficando assim muito vulnerável a ataques e erros. Hoje, por exemplo, 95% das operações de tecnologia no espaço de uma loja são manuais, sendo elas responsáveis por 75% dos problemas relacionados à segurança de dados. Por fim, tudo isto demanda também uma maior qualificação e mudança do perfil dos profissionais de TI.

É necessário buscar soluções que integrem de forma eficiente a estabilidade e rapidez da conexão, a conversão de dados captados em soluções em prol dos clientes e por fim, a segurança destes próprios dados, a fim de proporcionar a mesma experiência de compra, como menor atrito, em qualquer ambiente. A busca por estas soluções pode sim demandar um maior investimento inicial, mas sem o qual ficaria muito difícil suportar a escalabilidade, velocidade e novos recursos no ponto de venda no longo prazo, tão importantes em um segmento tão dinâmico como o varejo. O Varejo 4.0 precisa ser conectado, personalizado e, acima de tudo, seguro.

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Cisco Connect, o maior evento para a comunidade de parceiros e clientes, chega ao Brasil pela primeira vez

A Cisco realiza a primeira edição do Cisco Connect nos dias 19 e 20 de setembro em São Paulo. O maior evento da empresa, com foco na relação com seus parceiros e clientes, contará com duas programações distintas para cada um dos dias. Na quarta-feira (19), haverá uma programação exclusiva para o ecossistema de parceiros Cisco no Brasil – o Partner Forum. Já na quinta-feira (20), o Cisco Connect receberá os clientes para discussões sobre tendências tecnológicas e o impacto que estas grandes inovações já estão tendo no nosso dia-a-dia.

Entre os principais convidados para o evento estão Michael Khoons, vice-presidente sênior global de engenharia da Cisco e Rick Snyder, vice-presidente sênior da organização de parceiros da Cisco para Americas. Khoons tem mais de 25 anos de experiência e é responsável pela estratégia tecnológica da Cisco globalmente. No dia 20, às 9h45, ele vai falar sobre a visão da Cisco para um planeta conectado, um tema cada vez mais urgente e que faz parte do DNA da Cisco como empresa, na construção de um mundo que transforme esta conexão em benefícios para a sociedade.

Além deles, também os principais executivos da Cisco no Brasi participam do evento, como o presidente da empresa, Laercio Albuquerque e Marcelo Ehalt, diretor de Canais da Cisco Brasil. Ambos serão os responsáveis pela abertura do evento para parceiros, no dia 19 às 9 horas. Laercio também fará a abertura do dia 20, na palestra “O Brasil na era da Internet das Coisas”, que vai discutir o impacto da IoT, a construção de Smart Cities e os benefícios para a qualidade de vida que virão a partir destas inovações. Os dois dias do evento também trarão sessões paralelas sobre tendências, soluções e negócios.

O Cisco Connect também conta com convidados especiais. No dia 19 a AAA Inovação, de Ricardo Amorim, Arthur Igreja e Allan Costa, apresentará o painel “Inovação e Tecnologia no mundo dos negócios”, e o dia 20 contará com a participação dos integrantes do programa Fim de Expediente da rádio CBN, Dan Stulbach, José Godoy e Luiz Carlos Medina, com encerramento da banda Ultraje a Rigor.

“A realização do Cisco Connect no Brasil é um grande marco para a Cisco no país”, afirma Laercio Albuquerque. “Nós somos uma empresa cuja missão é criar conexões, e com este evento teremos e oportunidade de solidificar e criar conexões entre nosso ecossistema de clientes e parceiros no Brasil e discutir oportunidades que a conectividade traz para o país”.

Para mais informações sobre o Cisco Connect, acesse: http://www.cisco.com/c/pt_br/training-events/connect.html.

Cisco Connect
Dias 19 e 20 de setembro
Golden Hall – WCITY São Paulo – WTC Sheraton
Avenida das Nações Unidas, 12551 – São Paulo, SP

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A evolução da segurança na nuvem em meio à transformação digital

Por Ghassan Dreibi, Diretor de Cibersegurança da Cisco do Brasil

O processo de transformação digital é um caminho sem volta. Se em nossas vidas privadas já somos pessoas completamente digitais, sempre conectadas por meio de nossos smartphones, tablets e até mesmo TVs, nas empresas este processo demanda mais tempo, investimento e, principalmente, precauções. Conforme a transição da estrutura de uma empresa para um ambiente conectado se acelera, mais necessária se torna a criação de uma arquitetura de segurança capaz de proteger dados próprios e de clientes.

O lado positivo disso é que boa parte da infraestrutura demandada pela maioria das empresas, sejam pequenas, médias ou grandes, já está à disposição em serviços de nuvem para redes corporativas. Nenhum sistema é perfeito e o escopo de brechas se expande cada vez mais, mas a proteção que é fornecida por serviços de nuvem corporativa tem tornado esta transição inevitável para companhias por conta de um fator fundamental: evolução constante, acompanhando transformações cada vez mais rápidas e impactantes em ambientes virtuais, se contrapondo a ameaças que evoluem na mesma velocidade.

Segundo dados do Relatório Anual de Cibersegurança da Cisco, divulgado em fevereiro deste ano, 27% dos profissionais de segurança disseram que estão usando nuvens privadas off-premises, em comparação com 20% em 2016. Dentre eles, 57% disseram que hospedam redes na nuvem pelo motivo de uma segurança de dados melhor; 48%, devido à escalabilidade; e 46%, por causa da facilidade de uso. A razão por conta desta tendência pode ser vista em outro dado. De acordo com os entrevistados no relatório, mais da metade de todos os ataques sofridos resultaram em danos financeiros superiores à U$ 500.000.

Os desafios, contudo, continuam a aumentar. A quantidade de dispositivos acessando redes corporativas cresce a cada dia. Se antes elas estavam restritas ao ambiente físico das empresas e seus desktops, hoje estes cenários parecem uma antiguidade. Smartphones e tablets transformam qualquer ambiente com uma conexão Wi-Fi em um local de trabalho e, muitas vezes, esta conexão não é segura. Lugares como aeroportos, cafés e hotéis trazem comodidade, mas podem comprometer a segurança de uma rede. Isto ocorre, pois é cada vez mais difícil proteger dispositivos individualmente. Quando estes endpoints são contaminadas por meio de uma conexão insegura ou por falha ou brecha em uma senha pessoal, elas podem colocar em risco toda a rede corporativa.

Os avanços para solucionar estas brechas têm acontecido na nuvem. Novas soluções estão sendo desenvolvidas, e algumas já estão em prática. Serviços de nuvem já conseguem detectar dispositivos vazados, permitindo ou não seu acesso a redes corporativas e evitando assim uma contaminação geral do ambiente. Há ainda outras que fazem o threat hunting (caça de ameaças) e eliminação do problema de forma autônoma e rápida, o que minimiza os danos da forma mais eficiente possível. A Cisco, por exemplo, registrou um TTD (tempo de detecção) de ameaças de 4,6 horas no período entre novembro de 2016 e outubro de 2017. Em 2015, este tempo era de 39 horas. A evolução só foi possível através do uso de tecnologia de segurança baseada em nuvem.

Mesmo que o investimento para migrar a estrutura de segurança de uma empresa para um serviço de nuvem confiável e eficaz pode parecer custoso em um primeiro momento, o retorno é cada vez mais certo, não só em relação a perdas financeiras, mas também garantindo a privacidade dos dados de funcionários e clientes. Com soluções mais completas e rápidas na detecção e contenção de ameaças, agora cabe às empresas se educarem e buscarem as alternativas que melhor se adaptem aos seus negócios, qualquer que seja sua área de atuação.

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Cisco apresenta estudo global sobre preparação digital dos países

Brasil está no estágio intermediário, denominado “Acelerar”, que inclui países que estão aproveitando a tecnologia digital e que devem continuar a investir no desenvolvimento de capital humano para aumentar o ritmo de inovação

Estamos imersos em um mundo onde o progresso tecnológico é uma constante que pode alterar o modo de fazer negócios e a vida da sociedade. Nesse contexto, a digitalização é um aspecto fundamental que permite que os países mantenham a competitividade global, aumentem o PIB, incentivem a inovação e criem empregos. Mas quão preparados estão os países para se aventurarem nesse desafio?

Esta questão deu origem ao Cisco Digital Readiness Index, estudo desenvolvido em conjunto com o Gartner Research, que mediu a preparação digital de 118 países, sendo 19 da América Latina, a partir de componentes como insfraestrutura tecnológica, capital humano, necessidades básicas e investimento governamental e empresarial.

Em geral, os países da América Latina estão em um estágio entre a preparação digital básica, denominada Ativar, e intermediária, chamada Acelerar. O Brasil está na 10ª colocação entre os países pesquisados na América Latina, no estágio Acelerar, que inclui os países que devem continuar investindo no desenvolvimento do capital humano para aumentar o ritmo e o alcance da tecnologia digital dentro e fora de suas fronteiras.

Os países no estágio Ativar estão iniciando sua jornada digital e incluem muitos países da África e alguns do Oriente Médio e Ásia. Os países no estágio Acelerar obtiveram uma pontuação intermediária, com algumas pontuações de componentes com margem para melhorias. Os países nesse estágio intermediário incluem muitos da América Latina, Europa Oriental e alguns da Ásia. Um terceiro estágio, Amplificar, dos países com o mais alto nível de preparação digital, inclui os Estados Unidos, muitos países da Europa Ocidental e alguns na Ásia, como Cingapura, Japão e Austrália.

O valor de preparação digital foi calculado com base em sete componentes fundamentais para criar um ambiente com oportunidades econômicas para todos em um mundo cada vez mais digital:

Infraestrutura tecnológica: telefonia fixa e assinaturas de banda larga; servidores de Internet, serviços de rede, gastos estimados em TI;

Adoção de tecnologia: difusão de dispositivos móveis, uso da Internet, serviços em nuvem (estimativa de gastos com TI);

Capital humano: força de trabalho total, taxa de educação de adultos, índice de escolaridade (anos de estudo), população prospectiva da futura força de trabalho (de 0 a 14 anos);

Necessidades básicas: esperança de vida, taxa de mortalidade (abaixo dos 5 anos), acesso à eletricidade;

Facilidade de fazer negócios: estado de direito e ambiente regulatório, logística e infraestrutura, serviços;

Investimento Governamental e Empresarial: investimento estrangeiro direto, exportação de alta tecnologia, sucesso do governo na promoção de TI;

Empreendedorismo: força dos direitos legais, tempo necessário para iniciar um negócio, disponibilidade de capital.
América Latina e Brasil

Segundo o estudo, a média da América Latina foi de 11,78. A média global de preparação digital é 11,96. As pontuações globais de preparação digital para os países no estágio mais alto (Amplificar) tiveram uma média de 16,83. Aqueles no estágio intermediário de preparação digital (Acelerar) tiveram uma média de 12,49, e aqueles no estágio inferior de preparação digital (Ativar) tiveram uma média de 7,91.

Neste cenário, o Brasil obteve uma média geral 11,80. Isso coloca o país 2,7 pontos abaixo da média que o classificaria na categoria Amplificar. Quando analisados os resultados de componentes específicos, o Brasil obteve resultados variados. O país tem a melhor colocação da América Latina em Investimento Governamental e Empresarial e está bem colocado na Adoção de Tecnologia e Infraestrutura Tecnológica, sendo 7º e 5º na América Latina, respectivamente. O país ocupa a oitava posição na região em Empreendedorismo, mas apenas o 17º lugar em Facilidade para se fazer negócios. Com relação ao Capital Humano, o país é o 13º na região.

“A transformação digital vai ser fundamental para inclusão social no Brasil. Saber analisar os gaps e oportunidades de melhorias é crítico para que os governos possam concentrar os esforços para acelerar essa transformação. Este estudo pretende apoiar os governos e recomendar quais as áreas prioritárias para uma economia digital inclusiva”, afirma Laercio Albuquerque, presidente da Cisco Brasil. “Os resultados apontam que o Brasil ainda tem muito potencial de desenvolvimento em seu ambiente digital e, embora sejam necessárias melhorias em alguns componentes, o país se destaca em áreas importantes, como adoção e infraestrutura tecnológica e investimento empresarial”.

Outros destaques do estudo

A partir do Digital Readiness Index, foi descoberta uma relação entre a preparação digital e o PIB per capita de cada região pesquisada. Estes índices revelam quais países estão bem preparados digitalmente e os que são menos preparados, bem como os que têm oportunidades para que os governos locais, indústria, instituições de ensino e organizações comunitárias possam trabalhar juntos e colaborar a fim de aumentar a preparação digital.

O estudo revelou que são necessárias diferentes atividades específicas, investimentos e intervenções, dependendo do estágio de preparação digital de um país, como segue:

Os países em estágio intermediário (Acelerar), como o Brasil, beneficiariam-se mais do desenvolvimento do capital humano, melhorias nas necessidades humanas básicas e avanços na facilidade de fazer negócios no país.

Países que estão iniciando sua jornada digital (Ativar) se beneficiariam principalmente a partir de intervenções voltadas para a melhoria das necessidades humanas básicas e desenvolvimento do capital humano, especialmente o aumento do conhecimento fundamental de TI.

Os países em estágio mais elevado (Ampliar) se beneficiariam mais com o desenvolvimento do capital humano, especialmente um foco em habilidades tecnológicas emergentes e especializadas.

A metodologia

A Cisco desenvolveu juntamente com o Gartner um modelo para medir a preparação digital dos países e descobrir as principais intervenções que podem ajudá-los a mover em direção à preparação digital. Este modelo, de essência holística, também pode ser aplicado aos níveis regional e estadual usando as métricas correspondentes.

Para ter pontuações comparáveis em cada país, foi essencial usar pontos de dados padronizados disponíveis para cada um deles. Usando os sete componentes, cada país recebeu uma classificação com base em pontos de dados padronizados de fontes de dados, como Banco Mundial, Fórum Econômico Mundial, Nações Unidas e Gartner, adicionadas para se criar uma pontuação total de preparação digital.

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O que você faz quando a aplicação de negócios para?

Por Diogo Tamura

O novo campo de batalha é o mundo digital. A tecnologia presente na vida das pessoas moldou um consumidor exigente e cada vez mais certo sobre o alto nível de serviço que o satisfaz. Pense bem: é o desempenho e capacidade das aplicações que definem o sucesso de uma empresa em um mundo que tenha se tornado digital. Os resultados de negócio têm relação direta com performance e estabilidade dos sistemas. Não há como lutar contra isso. As empresas, mais cedo ou mais tarde, precisarão se adequar a nova realidade. Afinal, o software está revolucionando o mundo, certo?

Caminhamos para um momento em que toda companhia será uma empresa de TI. E, nesse contexto digital, o sucesso e o fracasso de uma organização estão intimamente ligados à experiência que seu time de tecnologia consegue entregar a partir dos sistemas que chegam para os usuários, sejam clientes ou funcionários.

Pense bem (mas responda rápido): Qual é o canal de maior movimentação de um banco? Das duas uma, ou é o internet banking ou é o aplicativo que roda nos smartphones de milhões de clientes. Quer uma prova disso? Segundo dados divulgados pela Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), dispositivos móveis foram responsáveis por 34% do volume de transações bancárias em 2016. E esse percentual vai crescer.

E-commerce, companhias de utilities, governos, seguradoras e tantos outros, seguem o mesmo rumo visto em finanças e precisam entregar aplicações eficientes e rápidas para seus consumidores. Web e mobile são operações que precisam funcionar 24 horas por dia durante sete dias por semana. Se o canal digital não estiver operando, os impactos são gigantescos – tanto em termos de negócio quanto de percepção por parte dos usuários.

Aliás, vale reforçar, essa necessidade não se limita ao B2C. Pense nos efeitos de uma instabilidade na aplicação que uma seguradora oferece a seus corretores? Ou que uma grande rede de varejo pode causar sem o acesso ao seu estoque e reposição de mercadorias?

Existe aqui um paradoxo. Se de um lado as empresas necessitam oferecer uma relação simples, rápida e estável por meio das aplicações, do outro, há um desafio enorme para o time da TI trazido pela complexidade gerada por esses ambientes. Isso acontece porque a simplicidade e a funcionalidade na ponta exigem mais interconexões e correlações entre tecnologias que sustentam os sistemas. Quanto mais digital e conectada a sua empresa, mais crítico será o componente de gestão do ambiente.

O segredo para não se perder nos caminhos de sua jornada digital está em uma postura efetiva de olhar para aplicações com uma visão de negócios. As empresas costumam patinar um pouco na análise de dados digitais. As métricas mudam – assim como os perfis e as necessidades – quando você precisa acompanhar toda a jornada do cliente, quantos componentes ou serviços esse app está processando e outras informações para, a partir dessa visão analítica, tomar as melhores decisões.

Olhar o desempenho das aplicações em tempo real sob um viés de negócios ajuda empresas a se movimentarem de forma mais rápida frente a novas expectativas dos clientes e a tecnologia que define a performance dos negócios.

Vamos então mudar a pergunta do título. Sabe por que? Simplesmente porque sua aplicação não pode mais travar, parar ou falhar. Em um mundo totalmente digital, experiência do usuário, aplicativos e negócios são convergentes e inseparáveis. Cabe às empresas focarem neste cruzamento e monitorarem o impacto de cada linha de código nos resultados comerciais. Este é o momento.

Diogo Tamura é líder da operação latino-americana da AppDynamics, fornecedora de soluções APM (Application Performance Managment) adquirida pela Cisco em março de 2017.

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Cisco apresenta primeiro portfólio de serviços preditivos baseado em Inteligência Artificial

A Cisco anuncia um novo portfólio de serviços que, baseado em Inteligência Artificial, antecipa falhas de TI, reduz riscos e custos de manutenção, além de ajudar as empresas a desenvolverem as competências necessárias para transformarem seus negócios. Por meio de recursos avançados preditivos e preventivos, as novas ofertas ‘Serviços Críticos para Negócios’ e ‘Serviços de Alto Valor’ permitirão que as organizações invistam mais seus orçamentos de TI na inovação tecnológica em meio a uma crescente escassez de competências técnicas que representa uma ameaça iminente para a continuidade e o crescimento dos negócios.

“O mundo de hoje está se movendo mais rápido do que nunca e, para serem bem-sucedidas, as empresas devem ter a combinação correta de talentos e serviços de TI”, destaca Chuck Robbins, CEO global da Cisco. “Ao alavancar a Inteligência Artificial e machine learning para abordar questões críticas de TI, as novas ofertas de serviços da Cisco realmente ajudarão nossos clientes a dedicar tempo para se concentrar na crescente escassez de talentos de TI e continuarem competitivos no futuro”.

Mais do que nunca, as organizações buscam especialistas de TI a fim de criar novos fluxos de receita para seus negócios. No entanto, a falta de habilidades digitais e técnicas está colocando as organizações em risco de perder sua competitividade. O novo portfólio de serviços preditivos da Cisco, diferenciado pela experiência, inteligência e automação, ajuda a minimizar o impacto da falta de habilidades e equipe técnica para focar em aceleração da inovação.

A Cisco está trazendo duas novidades ao portfólio de serviços: Serviços Críticos de Negócios (Business Critical Services) e Serviços de Alto Valor (High-value Services). Estes dois novos serviços oferecem o poder e a inteligência da AI (Inteligência Artificial) e de machine learning para otimizar talentos de TI, conhecimentos e habilidades, além de permitir que as organizações resolvam primeiro seus problemas e, em última análise, aproximem-se de seu usuário/cliente final.

Cisco Business Critical Services

Com os ambientes tecnológicos atuais se tornando mais complexos e dinâmicos, as empresas precisam abordar esses desafios de forma mais assertiva. A Cisco traz ao mercado um novo portfólio de serviços de assinatura, Business Critical Services, que vai além da otimização básica para oferecer mais recursos incluindo analytics, automação, compliance e segurança pela tecnologia Cisco Advanced Services a fim de desenvolver um ambiente tecnológico seguro, eficiente e ágil. A novidade ajudará a minimizar a incidência de erros humanos e extrair o máximo de valor dos produtos e soluções enquanto cria uma TI segura.

Essa próxima geração de otimização de serviços capacita as empresas para:

– Reduzir a complexidade e os custos por meio da automação, orquestração e expertise técnica;

– Elevar as agilidades de negócios e transformação por meio de analytics e recursos de machine learning avançados que entregam informações críticas e recomendações de priorização em infraestrutura e aplicações e,

– Reduzir riscos com compliance automatizado e serviços de remediação, além de um robusto portfólio de segurança que inclui respostas a incidentes de ameaça.

O novo Business Critical Services ajuda ainda a reduzir o tempo de inatividade em 74%, resolver problemas em 41% mais rápido e reduzir os custos operacionais em 21%, de acordo com Cisco Optimization Services Executive Summary.

Cisco High-value Services

Para ajudar as organizações a utilizar software avançado, soluções e a rede, a Cisco está apresentando a última geração de serviços técnicos, chamados de serviços de alto valor (High-value Services). Esse portfólio foi construído com base nos serviços de suporte aos produtos Cisco, líderes da indústria, com ofertas que usam analytics, onboarding, conhecimento e escalabilidade para entregar serviços proativos e preditivos, permitindo aos clientes atingir alto valor, agilidade, a partir de seus investimentos de TI.

Suporte de software: fornece suporte para software da Cisco. Os novos recursos de serviços de alto valor incluem: opções de serviços multiníveis avançadas e premium, além de suporte (reativo) básico;

Suporte de solução: fornece suporte centralizado para hardware e software da Cisco e soluções de parceiros desde o primeiro chamado. O suporte de solução é a opção padrão de serviço para Cat 9K/DNA, aumentando a experiência do cliente e,

Suporte de rede: A Technical Services (TS) Advantage fornece suporte no nível das redes.

De acordo com pesquisa do IDC ‘Global Digital Transformational (DX) Leader 2017’, a escassez de competências digitais nas organizações foi citada como o maior desafio para implementar com sucesso a transformação digital. As empresas que pretendem fazê-la estão buscando outras fontes de talento para colocar em prática suas estratégias digitais. O IDC prevê investimentos diretos de US$ 6,3 trilhões na transformação digital no período 2017-2020. A parcela de US$ 2,6 trilhões desses investimentos está sendo orçada e investida exclusivamente em empresas de serviços de terceiros com expertise em transformação digital.

“O cenário está evoluindo muito rapidamente para algumas empresas que buscam acompanhar a transformação digital porque elas contam com os maiores fornecedores parceiros com competências, conhecimento e capacidade que ajudam a resolver essa falta de talentos. Ao explorar os recursos dos fornecedores de TI com sólido conhecimento, amplitude e profundidade de habilidades de TI, essas organizações são capazes de ganhar velocidade, ajustando-se às mudanças nas condições de mercado e, assim, se concentrando na inovação”, explica Chris Barnard do IDC.

De acordo com o recente relatório Services Landscape da Cisco sobre serviços, os principais benefícios que as organizações estão buscando em TI incluem preencher as lacunas de talentos ou habilidades fundamentais, ter acesso a conhecimentos ou recursos exclusivos e redirecionar suas equipes internas para outras prioridades. Além disso, os desafios em que os serviços de TI são mais importantes nesta abordagem permitem que esse departamento se concentre em prioridades estratégicas, em vez de se dedicar à manutenção dos sistemas e aumentar a velocidade com a qual a equipe de TI implementa novas tecnologias de apoio às prioridades de negócio.

Como segunda maior unidade de negócios da empresa, Cisco Services oferece a experiência, o talento e os recursos dos quais o cliente precisa. Cisco Services amplia a equipe e proporciona inovação, conhecimento, flexibilidade, aprendizado e dedicação à qualidade de serviço para ajudar os clientes a acelerar o crescimento dos negócios e minimizar os riscos. As ofertas de serviços abrangem todas as fases do ciclo de vida da TI – desde assessoria e otimização até treinamento e serviços técnicos para toda a arquitetura de TI.

Parceiros de canal

Parceiros são essenciais para a unidade de negócios Cisco Services. Para aqueles que já têm ou pretendem desenvolver serviços, a Cisco está ampliando seu portfólio a fim de apoiar seus parceiros na entrega de soluções aos clientes end-to-end. Com o Business Critical e High-value Services, os parceiros podem explorar mais oportunidades de que vão aprofundar seus relacionamentos e atrair novos clientes. Saiba mais aqui.

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Cisco apresenta plataforma transformacional em nuvem para gestão de data center

A Cisco anuncia uma plataforma de gerenciamento, orquestração e análise operacional que dá início a um programa estratégico de longo prazo e que visa a transformar o modelo de gerenciamento de data center. O Cisco Intersight é uma solução baseada em nuvem que simplifica operações nos centros de processamento de dados a partir de recursos analíticos.

A ferramenta permite que clientes gerenciem sistemas computacionais Cisco Unified Computing System (Cisco UCS) e Cisco HyperFlex com uma solução acessada como um serviço, a partir de cloud, aliviando a TI das tarefas de manutenção e gestão de infraestrutura local de equipamentos. A tecnologia acelera a introdução da aprendizagem de máquinas e análises operacionais para melhorar a eficiência de data centers através de mecanismos de recomendação e automação avançada.

Os data centers de hoje se tornaram organismos cada vez mais complexos à medida que as arquiteturas de aplicações se tornam mais distribuídas por meio de ambientes computacionais heterogêneos e em cloud, bem como orientadas para a borda. Soma-se a isso os modelos de desenvolvimento, que se deslocam para um processo de integração e entregas contínuas. Dessa maneira, o desafio dos sistemas e infraestruturas distribuídas em múltiplas nuvens, combinado com o acelerado ritmo de mudança trazido pela economia digital, começa a exceder a capacidade humana para gerenciar em tempo real.

O Intersight resolve esse problema, estendendo a estratégia de centro de dados baseada em intenção e contexto da Cisco para empregar análises em escala de nuvem e, assim, fazer com que a infraestrutura dos data centers seja capaz de aprender, adaptar e proteger constantemente. Essa abordagem ajuda a equipe de TI a otimizar as operações enquanto oferece e desfruta de uma experiência de usuário mais intuitiva.

Durante anos, a Cisco investe em pesquisa e desenvolvimento para criar inovações de software que melhoram tanto a operação quanto a segurança dos centros de processamento de dados. Falhas e paradas inesperadas na infraestrutura de TI podem acarretar prejuízos gigantescos para as organizações. A automação do ambiente computacional é uma forma de mitigar e reduzir riscos.

Alguns clientes participaram da prova de conceito de engenharia da plataforma Intersight, conectando milhares de servidores UCS e sistemas hiperconvergentes HyperFlex para testes e fornecendo comentários de desempenho. As empresas que testaram a solução observaram redução no tempo gasto em manutenção e otimização de infraestrutura e, com isso, puderam dedicar mais recursos para a construção de novas capacidades que habilitem oportunidades de negócio.

É sobre gerenciamento, não sobre máquinas

O avanço exponencial na quantidade de pontos e conexões para configuração de sistemas adicionada no data center, bordas computacionais, nuvem e dispositivos de Internet das Coisas (IoT) ampliou a complexidade operacional para a TI. O Cisco Intersight ajudará a construir uma ponte que habilita a evolução dos data centers a partir de três frentes:

Expertise: a soma de recursos de aprendizagem de máquina à integração aperfeiçoada da comunidade de usuários UCS e especialistas Cisco fornecem recomendações e orientações para melhorar o ambiente computacional.
Processos: melhores práticas e políticas instanciadas globalmente nos perfis de serviços do UCS e orquestração para facilitar a automação de ponta a ponta, tornando-a mais rápida e consistente.
Ferramentas: através de gerenciamento baseado em nuvem entregue, os clientes podem escalar perfeitamente seus ambientes e sistemas, tirando proveito de novas funcionalidades sem complexidade adicional e despesas gerais operacionais.

Uma nova era de gerenciamento para a nova era da computação

O Intersight foi projetado para oferecer um nível novo e superior de simplicidade e inteligência que é intuitivo desde o início e continua a aprender e evoluir ao longo do tempo.

Simplicidade pervasiva: O Cisco Intersight possui uma interface dinâmica que pode ser personalizada por atribuição e função de usuário. Como um serviço baseado em nuvem, a solução é fornecida por meio de um portal que não requer nenhum trabalho de atualização de ferramentas por parte do cliente, e a experiência é escalonada de forma fluida à medida que os usuários conectam diretamente novos sistemas para serem gerenciados através da ferramenta. A plataforma é projetada para aprender constantemente a ajudar a tornar as operações de TI diárias mais fáceis.

Conhecimento: A análise automatizada dos equipamentos é combinada com uma integração estreita com o Centro de Assistência Técnica da Cisco (TAC) melhora constantemente a assistência prestada através do mecanismo de recomendação.

Otimização contínua: A capacidade da plataforma Intersight de fornecer inteligência acionável aumentará ao longo do tempo, impulsionada pelo poder da aprendizagem em máquina baseada em nuvem. A tecnologia pode aprender com a experiência coletiva da comunidade de usuários dos servidores Cisco UCS, bem como as melhores práticas dos especialistas Cisco. Isso permitirá uma análise preditiva melhorada e a utilização de recursos a serem fornecidos através do mecanismo de recomendação.

Entrega ágil: A TI pode responder rapidamente às demandas do negócio e às mudanças frequentes, mantendo a aplicação da política necessária para garantir serviços seguros e confiáveis. O Cisco Intersight é orientado por APIs e o Cisco UCS e HyperFlex são sistemas completamente programáveis, suportando cadeias de ferramentas de desenvolvimento e operações para integração e entrega contínuas.

Proteção constante: O serviço Cisco Intersight adere aos rigorosos padrões de segurança do Cisco InfoSec e fornece políticas consistentes desde o perímetro até o ponto final, permitindo que aplicativos sejam implantados e atualizados de forma segura.

A solução estará disponível no quarto trimestre de 2017 e está integrada e projetada para potencializar as ferramentas de gerenciamento já existentes nos servidores Cisco UCS e sistemas hiperconvergentes Cisco HyperFlex. Dessa forma, os clientes podem adotar o Cisco Intersight de acordo com suas demandas atuais e futuras. O Intersight é construído em uma arquitetura extensível com uma API baseada em padrões OData e uma estrutura de conector para integrações de software e hardware de terceiros. Inicialmente, serão duas modalidades:

– The Cisco Intersight Base Edition estará disponível gratuitamente. A ferramenta inclui monitoramento e inventário global de disponibilidade, painel de controle customizável, o instalador HyperFlex para implantação rápida de clusters e a capacidade de lançar os gerenciadores de elementos UCS Manager, IMC e HyperFlex Connect.

– The Cisco Intersight Essentials Edition inclui todas as funcionalidades da edição Base, bem como a configuração baseada em políticas com perfis de serviço, gerenciamento de firmware com atualizações agendadas, verificações de conformidade de lista de compatibilidade de hardware (HCL) e recomendações de atualização, além de outros recursos.

Trazendo o gerenciamento de sistemas de próxima geração a mais de 60 mil clientes

A Cisco lançou recentemente o Cisco UCS M5, quinta geração dos servidores Cisco Unified Computing Systems. Os equipamentos já vem com o UCS Manager, solução que fornece suporte a conectores para o Cisco Intersight para todas as gerações de sistemas UCS. O Cisco UCS M5 também compõe a estrutura computacional da família de soluções hiperconvergentes Cisco HyperFlex, incluindo o HyperFlex Edge, com o Cisco Intersight fornecendo recursos de implantação de cluster baseados em nuvem a partir da modalidade Base Edition.

À medida que clientes incluem Cisco UCS, HyperFlex e Intersight em suas iniciativas de modernização de TI, a Cisco oferece um ciclo de vida abrangente de serviços para otimização, gerenciamento e aprendizado para melhorar a eficiência e reduzir riscos do data center. O portfólio de serviços aproveita a experiência global da Cisco, suportada por processos comprovados e metodologias inovadoras que ajudam clientes a acelerar e simplificar suas operações de TI.

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A evolução dos servidores e o data center digital

Por Adriano Gaudêncio, Diretor de Arquiteturas e Soluções da Cisco Brasil

O negócio de data center mudou drasticamente nos últimos anos. Ao longo desse processo, em muitos casos, a discussão se perdeu e deixou de ser orientada ao potencial da inovação desses equipamentos para uma conversa apenas focada em preço. Mas o que esperar dessa tecnologia nos dias de hoje: Será que os centros de processamento de dados viraram commodity?

Cada vez mais, o papel da tecnologia da informação se intensifica e impacta rotinas de toda organização. Foi-se o tempo da TI como suporte ou mal necessário para ocupar a posição de elemento crucial para habilitar inovações e novas oportunidades de negócios.

Nesse contexto, a resposta à pergunta do primeiro parágrafo é um sonoro “não”. O cenário complexo dos dias atuais exige plataformas computacionais consistentes, integradas e capazes de se adaptarem dentro um contexto, construídas para entregar recursos rapidamente, com altos níveis de segurança, disponibilidade total e garantir uma excelente experiência aos clientes.

O servidor é a peça fundamental no alicerce tecnológico que impulsiona a transformação digital das empresas e cumpre o papel que não pode se resumir ao de uma commodity. Esses equipamentos precisam atuar como um sistema completo, capaz de conectar e integrar todas as peças da infraestrutura, e assim funcionar como uma alavanca de crescimento.

Um verdadeiro data center digital deve ser capaz de ampliar o desempenho das aplicações, além de aumentar a segurança e a confiança por meio de múltiplas nuvens provendo uma rede que possa aprender, proteger e se adaptar, constantemente, de acordo com as demandas que movem os negócios de cada empresa.

As mudanças nos cenários de negócio têm um impacto significativo no ambiente tecnológico e criaram um “novo normal” que desafia a TI. Os líderes de tecnologia precisam pensar nos servidores de data center como ferramentas capazes de lidar com três cenários específicos:

1. Nuvens por todos os lados. As aplicações não são mais monolíticas e habitam diferentes espaços. Com isso, uma abordagem que contempla múltiplas nuvens se faz fundamental. Servidores aptos a potencializar, de forma simples e automatizada, um cenário composto por diversas nuvens públicas e privadas deixam de ser uma opção para se tornarem uma necessidade.

2. Aplicações movem negócios. Em qualquer empresa ou indústria, as aplicações são um fator-chave de sucesso. Toda nuvem ou data center construído no planeta precisa ter servidores para garantir o melhor desempenho e disponibilidade dos apps, potencializando a experiência dos usuários. Além disso, o ambiente tem que oferecer a agilidade para que times de desenvolvimento e operações entreguem inovações rapidamente que habilitarão novas oportunidades de negócio.

3. A segurança deve ser pervasiva. Esse avanço na importância dos data centers exige elevação nos níveis de proteção para diminuir falhas e reduzir superfície de ataques. A segurança das aplicações, infraestrutura, dados, usuários e dispositivos deve ser ininterrupta para barrar qualquer ameaça. E essa abordagem precisa estar intrínseca no próprio equipamento computacional, sem que isso comprometa sua performance.

Tudo isso é primordial em um momento em que as demandas estão se tornando mais diversas e complexas, conforme as aplicações de novos negócios, e as tecnologias estão cada vez mais avançadas por meio da ascensão da inteligência artificial como o cloud-as-a-service, IoT, machine learning e mobilidade. Veja alguns exemplos que dão essa dimensão aos negócios:

Atualmente, a maior parte das empresas tem implantado uma média de 13 aplicações de negócios por meio de nuvens nativas, sendo que novas já estãoacaminho;¹
Hoje em dia, há, aproximadamente, 20 milhões de desenvolvedores de software no mundo e este número deve ultrapassar 25 milhões até 2019²;
Em 2020, o consumidor terá mais interações e conversas com bots do que com seus próprios cônjuges, conforme a inteligência artificial se tornará comum na prática dos negócios³;
Como vimos, o mundo digital demanda novas formas de pensar a infraestrutura de data center, e mais do que nunca os servidores precisam suportar a inovação digital a partir do data center para quem necessita de alto desempenho, simplicidade e velocidade para além da caixa. Servidor não pode ser encarado apenas como uma commodity, mas como o alicerce para a inovação de TI e aceleração de negócios. Sua organização está preparada?

¹ – Okta Business @ Work Report
² – Estudo “Global Developer Population and Demographic” desenvolvido por Evan Corp.
³ – Pesquisa “Gartner Predicts a Virtual World of Exponential Change”
4 – The annual report on IT budgets and tech trends

Adriano Gaudêncio é Diretor de Arquiteturas e Soluções da Cisco Brasil.

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Cisco lança contrato unificado para portfólio de software da empresa

Para incentivar as organizações a simplificarem o gerenciamento de software e aproveitarem ao máximo os investimentos em tecnologia, a Cisco anuncia o Cisco Enterprise Agreement (EA), contrato único para licenças de software que irá mudar a maneira como os clientes compram, implementam e adotam as soluções da companhia.

O Cisco® Enterprise Agreement favorece empresas de diversos segmentos e tamanhos, que estão demandando formas mais simples para comprarem, utilizarem e renovarem as tecnologias de software. Isso porque, atualmente, a maior parte das organizações se esforça para gerenciar várias licenças e contratos que expiram em diferentes prazos, além de terem que lidar com desafios de compliance.

“As companhias precisam de um modelo de negócio que permita fazer compras no momento que desejarem, implementarem soluções quando for necessário e da maneira que melhor se encaixe com suas necessidades – seja na nuvem ou em um ambiente híbrido – e que ainda seja facilmente atualizável”, afirma Rosemary Arakaki, Gerente de Vendas de Software da Cisco do Brasil. “O novo modelo, Cisco Enterprise Agreement (EA), possibilita ainda que os líderes de TI deixem de ocupar seu tempo gerenciando contratos para se ocuparem com soluções que possam ser mais produtivas e que acelerem a digitalização dos negócios da empresa”, completa.

Por meio do EA Workspace, portal que permite ao cliente gerenciar e provisionar todas suas licenças adquiridas no escopo do contrato, o cliente pode gerar a cada um de seus acessos sem precisar mais dos Product Authorization Keys (PAKs) , de forma simples e rápida. Disponível nas modalidades de três e cinco anos de contrato, o Cisco EA abrange os portfólios de infraestrutura de rede, segurança e colaboração.

Crescimento planejado

Dois grandes diferenciais do Cisco Enterprise Agreement é a possibilidade de 20% de crescimento em relação ao número de usuários/dispositivos contratados durante a vigência do contrato, sem cobrança adicional. Além disso, o benefício do “True Forward”, que é um processo de ajuste anual na data de aniversário do contrato, contabiliza o consumo excedente a partir desta data até o final do contrato, considerando os valores pré-acordados na assinatura do mesmo. “Com esta maior previsibilidade, os clientes podem planejar seu consumo de software e os custos associados em um horizonte de médio para longo prazo com maior precisão”, explica Rosemary, da Cisco.

Flexibilidade e Visibilidade

O Cisco Enterprise Agreement permite que os clientes unifiquem o gerenciamento e administração das licenças de software de diferentes arquiteturas: Colaboração, Infraestrutura de Rede e Segurança.

Considerando que atualmente as empresas estão passando por um momento em que o número de contratos de software cresce a cada dia, gerando maior complexidade na administração e manutenção das licenças e um gasto adicional indireto correspondente a 25% do orçamento, acreditamos que este novo modelo de negócio irá possibilitar que nossos clientes se beneficiem de mais simplicidade, otimizando processos operacionais e ganhando mais tempo para que se concentrarem no uso da tecnologia a favor do crescimento do seu negócio”, finaliza a Gerente de Vendas de Software da Cisco do Brasil.

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Relatório Anual de Cibersegurança da Cisco 2017 prevê novos ataques de “Destruição de Serviço”.

O Cisco 2017 Midyear Cybersecurity Report, aborda a rápida e cada vez mais estruturada evolução das ameaças, com a previsão de um crescente potencial de ataques de “destruição de serviço” (DeOS). Esses tipos de ameaças são capazes de eliminar os backups e redes de segurança das empresas, que são, justamente, os meios necessários responsáveis por restaurar os sistemas e dados após um ataque cibernético. O estudo destaca ainda que, com o advento da Internet das Coisas (IoT), as principais indústrias estão oferecendo mais operações online e, com isso, tornando-se mais vulneráveis a ataques.

Os casos recentes de ciberataques como o WannaCry e o Nyetya mostram a rápida disseminação e o grande impacto que esses incidentes podem causar já que, a princípio, parecem típicos casos de ransomware, mas, na verdade, acabam sendo muito mais destrutivos. Os ataques de “destruição de serviço” (DeOS) – termo usado pela Cisco para definir essas ameaças – podem ser muito mais prejudiciais, já que não possibilitam a recuperação de dados pelas empresas.

“Os criminosos estão se tornando cada vez mais criativos na maneira como estruturam seus ataques. Com isso, empresas de todos os setores estão em uma corrida constante contra os cibercriminosos. A garantia da segurança começa com o fechamento das brechas mais óbvias e se torna uma prioridade comercial, como parte essencial do processo”, explica Ghassan Dreibi, Gerente de Desenvolvimento de Negócios de Segurança para LatAm, da Cisco.

A Internet das Coisas continua a oferecer novas oportunidades para cibercriminosos, pois com mais dispositivos conectados, há mais brechas de segurança, que são responsáveis pelo crescente número de ameaças. A recente atividade de botnet de IoT (rede de robo criada com dispositivos de IoT infectados) já indica que alguns hackers podem estar se preparando para uma ameaça cibernética de alto impacto e em larga escala que poderia interromper a própria internet.

Medir a eficácia das práticas de segurança em relação a esses ataques é crítico. A Cisco rastreia a melhoria na redução do “tempo de detecção” (TTD), a janela de tempo entre uma invasão e a detecção da ameaça. “Detectar uma ameaça com rapidez é fundamental para restringir o espaço operacional dos hackers e minimizar os danos causados pelas invasões”, completa o especialista da Cisco. Desde novembro de 2015, a Cisco diminuiu a média de tempo de detecção (TTD) de pouco mais de 39 horas para cerca de 3,5 horas do período de novembro de 2016 a maio de 2017. Esse índice é baseado na telefonia remota obtida dos produtos de segurança da Cisco implantados no mundo todo.

Cenário de ameaça: o que está em alta e o que não está

Os pesquisadores de segurança da Cisco assistiram a evolução do malware durante o primeiro semestre de 2017 e identificaram mudanças na forma como os criminosos estão adaptando suas técnicas. A Cisco percebeu o crescente número de vítimas de ataques que foram ativados por meio de abertura de links ou arquivos suspeitos. Os hackers estão desenvolvendo malwares sem necessitarem de arquivos que permaneçam na memória do dispositivo e que são mais difíceis de detectar ou rastrear, pois são eliminados logo que o dispositivo é reiniciado. Os criminosos dependem ainda de infraestrutura anônima e descentralizada, como um serviço de proxy Tor, para camuflar as atividades de comando e controle.

Enquanto a Cisco identificou um considerável declínio nos kits de exploração, outros ataques tradicionais estão ressurigindo:

• Os volumes de spam aumentam significativamente, pois os criminosos se dedicam a outros métodos testados, como e-mail, para distribuir malwares e gerar receita. Os pesquisadores de ameaça da Cisco antecipam ainda que o volume de spam com anexos maliciosos continuará aumentando enquanto que o cenário do kit de exploração continua em declínio;

• Spyware e adware, que muitas vezes não são considerados pelos profissionais de segurança por serem mais incômodos do que de fato prejudiciais, são formas de malware que persistem e trazem riscos para a empresa. A pesquisa da Cisco avaliou 300 companhias ao longo de um período de quatro meses e descobriu que três famílias de spyware prevalentes infectaram 20% da amostra. Em um ambiente corporativo, o spyware pode roubar informações de usuários e empresas, enfraquecer a conduta de segurança de dispositivos e aumentar os casos de malware;

• Evoluções no ransomware, como o crescimento do Ransomware-as-a-Service, acabam facilitando para os criminosos a realização desses ataques, independentemente do conjunto de habilidades. A Ransomware vem chamando a atenção da mídia e, segundo divulgações na imprensa, gerou mais de US$ 1 bilhão em 2016 de prejuizo no mundo, mas isso pode ser direto para algumas organizações, que enfrentam uma ameaça ainda maior e pouco difundida. O comprometimento de e-mail corporativo (BEC), um ataque em que um e-mail é projetado para enganar as empresas e transferir dinheiro para criminosos, está se tornando altamente lucrativo. Entre outubro de 2013 e dezembro de 2016, US$ 5,3 bilhões foram roubados via BEC, de acordo com o Internet Crime Complaint Center.

Diferentes setores da Indústria enfrentam desafios comuns

À medida que os criminosos continuam aumentando a sofisticação e a intensidade dos ataques, as empresas de diferentes setores da indústria são desafiadas a manterem os requisitos fundamentais de segurança cibernética. Quanto mais a Tecnologia da Informação e a Tecnologia Operacional convergem rumo à Internet das Coisas, as companhias têm que lidar mais com visibilidade e complexidade. Como parte do estudo de benchmark de capacidades de segurança, a Cisco entrevistou cerca de 3.000 líderes de segurança em 13 países e descobriu que, em todas as indústrias, as equipes de segurança estão cada vez mais subjugadas pelo volume de ataques. Isso leva muitas empresas a se tornarem mais reativas para que se mantenham protegidas.

• Mais de dois terços das companhias estão investigando alertas de segurança. Em certas indústrias (como saúde e transporte) esse índice é próximo de 50%;

• Mesmo nas indústrias mais responsivas (como finanças e saúde), as empresas estão mitigando menos de 50% dos ataques que sabem serem legítimos;

• As violações são uma forma de chamar a atenção dessas empresas. Em todas as indústrias, tais ataques conduziram para modestas melhorias de segurança em pelo menos 90% das organizações. Algumas indústrias (como do setor de transporte) que são menos sensíveis, a taxa de melhoria cai para 80%.

• Setor público – De todas as ameaças investigadas, 32% são identificadas como ameaças legítimas, mas apenas 47% são eventualmente remediadas;

• Varejo – 32% dos entrevistados do setor disseram que perderam receita devido a ataques no ano passado com cerca de um quarto de clientes perdedores ou oportunidades de negócios;

• Fabricação – 40% dos profissionais de segurança de manufatura disseram que não possuem uma estratégia formal de segurança, nem seguem práticas padronizadas de política de segurança da informação, como ISO 27001 ou NIST 800-53;

• Utilidades – Os profissionais de segurança disseram que ataques direcionados (42%) e ameaças persistentes avançadas, ou APTs (40%), foram os riscos de segurança mais críticos para suas empresas e,

• Saúde – 37% das empresas de saúde disseram que ataques direcionados são riscos de alta segurança para suas organizações.

Conselhos da Cisco para as empresas

Para combater os ataques cada vez mais sofisticados, as empresas devem assumir uma posição proativa em seus esforços de proteção. Com isso a Cisco Security recomenda:

• Manter a infraestrutura e as aplicações atualizadas, para que os invasores não possam explorar fraquezas conhecidas publicamente;

• Combater a complexidade por meio de uma defesa integrada;

• Envolver a liderança executiva desde o início do processo para garantir visibilidade completa dos riscos, resultados e restrições orçamentárias;

• Estabelecer métricas claras e usá-las para validar e melhorar as práticas de segurança;

• Avaliar o grau de conhecimento de segurança dos funcionários com treinamento baseado em função ao invés de padronizado e,

• Definir a defesa com uma resposta ativa. Não ativar o “configure e esqueça”, controles ou processos de segurança.

Para o MCR de 2017, um grupo diversificado de 10 parceiros de tecnologia de segurança foi convidado a compartilhar dados, os quais em conjunto, concluem o cenário de ameaça. Os parceiros que contribuíram para o relatório incluem Anomali, Flashpoint, Lumeta, Qualys, Radware, Rapid7, RSA, SAINT Corporation, ThreatConnect e TrapX. O ecossistema de parceiros de tecnologia de segurança da Cisco é um componente chave da visão da empresa para trazer uma segurança simples, aberta e automatizada para os clientes.

Sobre o relatório

O Cisco 2017 Midyear Cybersecurity Report analisa os métodos de inteligência de ameaças mais recentes coletados pela Cisco Collective Security Intelligence. O relatório fornece informações sobre a indústria seguindo dados e as tendências de segurança cibernética a partir do primeiro semestre do ano, juntamente com recomendações acionáveis para melhorar a conduta de segurança. O estudo se baseia em dados de um amplo rastreamento, totalizando uma inclusão diária de mais de 40 bilhões de pontos de telemetria. Os pesquisadores da Cisco traduzem a inteligência em proteções em tempo real para os produtos e ofertas de serviços que são imediatamente entregues globalmente aos clientes da Cisco.

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Cisco destaca a transformação digital no setor financeiro durante o Ciab Febrabran 2017

A Cisco, líder mundial em Tecnologia, participa do Ciab 2017, congresso referência na América Latina em tecnologia da informação para o setor financeiro. A companhia, que é uma das patrocinadoras do evento, apresentará as principais soluções tecnológicas voltadas ao mercado financeiro, em prol da continuidade da digitalização dos bancos e da segurança cibernética. O evento acontece entre os dias 06 e 08 de junho, no Expo Transamérica, em São Paulo.

“Adaptar-se às transformações digitais que o mundo está passando é um ponto crucial para as empresas se destacarem em seus segmentos. A digitalização é um processo de evolução contínua que oferece às instituições financeiras a oportunidade de reinventarem modelos de negócios para que inovem e melhorem a oferta de seus serviços. Este é o momento certo para essas empresas ganharem competitividade e liderança no mercado“, afirma Marcus Luz, diretor de vendas, do segmento de Enterprise, da Cisco do Brasil.

Entre os resultados que podem ser alcançados com a adoção de processos cada vez mais automatizados estão: o aprimoramento para lidar com os desafios regulatórios do setor financeiro; retenção da força de trabalho qualificada e maior personalização no relacionamento com o cliente. “A proteção de dados e sistemas no mercado financeiro é um ponto fundamental, já que ataques cibernéticos podem causar prejuízos significativos”, acrescenta Luz.

Demonstrações no stand

No estande (B31), além de vídeos, a Cisco fará demonstrações de produtos que contribuem para acelerar o processo de “Transformação Digital”, destacando sua plataforma de analytics, data centers, UCS e Hyperflex, além de soluções de segurança e a Digital Network Architecture (DNA), arquitetura que congrega virtualização, automação, análise, gerenciamento de serviços em nuvem e uma programação aberta e extensível, garantindo alta capacidade de automação de seus serviços, proteção dos dados e agilidade de resposta, com a melhor eficiência em seu consumo de banda. “Esta arquitetura ajuda as empresas em sua jornada de transformação digital por oferecer análises de dados em tempo real, além de possibilitar a redução de custos e ampliar a segurança”, completa o executivo.

As demonstrações abordarão tópicos como: experiência do cliente, sobre a jornada do atendimento no agência; transformação do espaço de trabalho, por meio da ferramenta de colaboração e segurança digital, com foco em fraudes e ciberataques, além da agilidade de TI na infraestrutura de data center (cloud e analytics).

Palestras e painel

Com o tema “Ser Digital”, os especialistas da Cisco também participarão de uma série de palestras durante o evento. Para encerrar o Ciab, Laercio Albuquerque, presidente da Cisco do Brasil, participará do painel “Reinvenção Digital em Serviços Financeiros”. Veja a programação completa abaixo.

Cisco no Ciab 2017

Painel: O Futuro das Agências e as Agências do Futuro

Palestrante: Andrea Fodor, Gerente Regional de Vendas da Cisco

6/6/2017 – 15h30 às 16h45
Auditório: G3

Painel: Plataformas Digitais: a conversão de serviços para Cloud Computing

Palestrante: Marcelo Moreira, Gerente Sênior de Engenharia para Cloud e Manager Services da Cisco América Latina

6/6/2017 – 17h15 às 18h30
Auditório: G1

Painel: Micro serviço – desacoplamento de arquitetura

Palestrante: Rodrigo Espinha, Consultor de DC para mercado financeiro

8/6/2017 – 11h30 às 12h45
Auditório: G1

Painel: IoT – A Inteligência dos Dispositivos

Palestrante: Ghassan Dreibi, Gerente de Desenvolvimento de Negócios de Segurança para LatAm.

8/6/2017 – 14h às 15h15
Auditório: G2

Painel: Reinvenção Digital em Serviços Financeiros

Palestrante: Laercio Albuquerque, Presidente da Cisco do Brasil

8/6/2017– 14h às 15:15
Auditório FEBRABAN

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O verdadeiro papel de um data center na transformação digital – Por Adriano Gaudêncio

Transformação digital não é apenas mais uma buzzword. Multicloud, Big Data, DevOps, IoT, contêineres, mobile… A tecnologia avança rápido e cada nova descoberta promete revolucionar negócios e gerar novos fluxos de receitas. A onda que se forma há algum tempo chega agora a um ponto importante em sua trajetória. As mudanças trazidas pelas novas tecnologias fazem com que empresas de diferentes setores enfrentem pressões competitivas sem precedentes. E essa jornada rumo ao digital começa com data center.

Para crescer – ou mesmo sobreviver – as organizações precisam se adaptar constantemente às mudanças trazidas pelas forças de mercado. A infraestrutura de TI cumpre papel crucial no movimento de digitalização da economia, e precisa estar preparada para impulsionar as inovações que permitirão às organizações avançarem suas iniciativas de negócio.

Mas quais são e onde estão as dificuldades desse processo digital? O data center será o gargalo ou a alavanca desse movimento em sua organização? Destravar todo o potencial do digital requer um ambiente tecnológico simples, ágil, automatizado e seguro.

A transformação digital está intimamente atrelada à forma como as companhias se relacionam ou querem se relacionar com seus consumidores e à rapidez com que conseguem responder a novas demandas. Responder as pressões do mercado requer adaptação das empresas a uma nova abordagem tecnológica e isso só é possível com uma arquitetura moderna que começa na camada de infraestrutura.

É hora de os líderes de TI repensarem suas abordagens de infraestrutura para atender demandas de transformação digital trazidas pelas áreas de negócio de suas empresas. Isso consiste, entre outras tarefas, maximizar o desempenho de aplicações, garantir agilidade operacional, estimular inovações incrementais ao negócio e mitigar riscos. Isso só será possível a partir de quatro premissas fundamentais:

1. Capacidade de análise é tudo. Medir o desempenho de um processo ou aplicação com visibilidade granular e em tempo real são elementos fundamentais em um mundo em constante mudança. Somente a partir de uma compreensão ampla de tudo que se passa em seu ambiente de TI será possível responder as mudanças no comportamento dos sistemas e remediar eventuais anomalias sem perda de performance, o que é de suma importância para garantir a satisfação dos clientes de sua organização.

2. Simplicidade é igual a velocidade. Garantir o alinhamento e coesão de todos os componentes da infraestrutura (servidores, storage e rede) permite um modelo mais ágil, bem como um ambiente de desenvolvimento e entrega contínua de aplicações. Os novos níveis de exigência em temas como velocidade e eficiência, combinados com recursos analíticos integrados à abordagem, permitem aos líderes de TI serem mais efetivos na entrega de inovações que suas organizações demandam.

3. Automação acelera negócios. Integrar analytics com interfaces programáveis abertas cria oportunidades para ampliar a automação de rotinas, facilitando que a tecnologia esteja alinhada aos negócios para responder de maneira rápida aos requerimentos de negócios. Além disso, ao definir e preservar uma política unificada através de elementos de rede, computação, armazenamento e segurança, a empresa poderá entregar recursos tecnológicos sob demanda, provisionando um modelo de TI quase que self-service aos profissionais das áreas de negócio.

4. Proteja o agora. Mitigar riscos de segurança e garantir um modelo eficiente de compliance não deve afetar a agilidade da TI. Uma arquitetura de políticas de proteção e requerimentos de conectividade em um data center moderno precisam ser traduzidos, quase que automaticamente, de uma forma que atendam a requerimentos dinâmicos de negócio. A TI precisa de capacidade para monitorar e analisar todos os ativos pois, dessa maneira, conseguirá concentrar-se no que há pela frente, sem precisar perder tempo no que já está pronto.

Um data center moderno precisa ser capaz de integrar esses quatro elementos: análise, simplicidade, automação e proteção. Essa abordagem de arquitetura ajudará sua empresa a estabelecer fundamentos para rodar as engrenagens da transformação digital. Apenas com uma estratégia bem desenhada as empresas conseguirão tirar o máximo proveito de seus ambientes tecnológicos.

Adriano Gaudêncio, diretor de arquiteturas e soluções da Cisco do Brasil.

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Tráfego global de dados móveis crescerá sete vezes até 2021

O alto crescimento do número de smartphones, assim como, usuários móveis, tráfego de vídeo, a velocidade da rede 4G e a Internet das Coisas (IoT) devem elevar o volume do tráfego de dados móveis em sete vezes nos próximos cinco anos. Esta é a conclusão da última edição do Cisco Visual Networking Index (VNI) Global Mobile Data Traffic Forecast, que apresenta as projeções de crescimento mundial do tráfego móvel. Segundo o estudo, até 2021, a população global terá mais telefones celulares (5,5 bilhões) do que contas bancárias (5,4 bilhões), água canalizada (5,3 bilhões) e telefones fixos (2,9 bilhões).

Até 2021, a Cisco projeta que o tráfego de dados móveis atingirá os seguintes marcos:

– O tráfego de dados móveis vai representar 20% do tráfego IP total — em relação a apenas 8% do tráfego IP total em 2016;

– 1,5 dispositivo móvel per capita. Quase 12 bilhões de dispositivos móveis conectados (em relação a 8 bilhões e 1,1 per capita em 2016), incluindo módulos M2M;

– A velocidade de conexão nas redes móveis triplicará de 6,8 Mbps em 2016 para 20,4 Mbps até 2021;

– Conexões máquina-a-máquina (M2M) vão representar 29% (3,3 bilhões) do total de conexões móveis — acima do patamar de 5% (780 milhões) em 2016. M2M será o tipo de conexão móvel com crescimento mais rápido, já que aplicações de Internet das Coisas (IoT) ainda continuam ganhando força em ambientes empresariais e de consumo;

– 4G suportará 58% do total de conexões móveis até 2021 — acima do nível de 26% em 2016, e será responsável por 79% do tráfego total de dados móveis;

– O número total de smartphones (incluindo phablets) será mais de 50% dos dispositivos e conexões globais (6,2 bilhões) — acima de 3,6 bilhões em 2016;

– No Brasil, o tráfego de dados móveis terá um crescimento duas vezes mais rápido que o tráfego IP entre 2016 e 2021; e 77% das conexões móveis no País serão conexões “inteligentes” até 2021, em relação a 52% em 2016.

A explosão do volume de aplicações móveis e a adoção de conectividade móvel pelos usuários finais estão impulsionando o crescimento do 4G, que logo será seguido pelo crescimento do 5G. A previsão da Cisco e de outros especialistas da indústria é de implantações em larga escala de infraestruturas de 5G com início até 2020. “As operadoras de telefonia móvel precisarão contar com recursos inovadores para proporcionar alta velocidade, baixa latência e provisionamento dinâmico que se esperam das redes 5G para acompanhar as novas tendências de serviços móveis com crescentes demandas dos assinantes e de aplicações de IoT”, explica Hugo Baeta, diretor do segmento de operadoras da Cisco Brasil. A Cisco projeta que as redes 5G serão responsáveis por 1,5% do tráfego total de dados móveis até 2021 e gerarão 4,7 vezes mais tráfego do que a conexão média 4G e 10,7 vezes mais tráfego do que a conexão média 3G.

Outras tendências e projeções para tráfego de dados móveis

1. Crescimento do tráfego de dados móveis global

– Até 2021, o tráfego global de dados móveis atingirá 49 exabytes por mês ou 587 exabytes anualmente;
– A taxa anual prevista de 587 exabytes de tráfego de dados móveis para 2021 é equivalente a:
122 vezes mais do que todo o tráfego móvel global gerado apenas 10 anos antes, em 2011.
– 131 trilhões de imagens (por exemplo, MMS).

2. Alto crescimento do vídeo móvel ao vivo

– O vídeo móvel vai crescer 8,7 vezes entre 2016 e 2021 e terá a maior taxa de crescimento entre quaisquer categorias de aplicação móvel. Representará 78% de todo o tráfego móvel até 2021;
– Vídeo móvel ao vivo crescerá 39 vezes entre 2016 e 2021. Representará 5% do tráfego total de vídeo móvel até 2021;
– No Brasil, o tráfego de vídeo móvel crescerá 6,8 vezes entre 2016 e 2021, uma taxa de crescimento anual de 47%.

3. Crescimento em Realidade Virtual (RV) e Realidade Aumentada (RA)

– RV mergulha os usuários em um ambiente simulado. RA é uma sobreposição entre tecnologia e mundo real;
– Aplicações de realidade virtual estão se somando à adoção de wearables, tais como headsets. O volume de headsets de RV vai crescer de 18 milhões em 2016 para aproximadamente 100 milhões até 2021 — um crescimento de quase cinco vezes;
– Globalmente, o tráfego de RV vai crescer 11 vezes, de 13,3 petabytes/mês em 2016 para 140 petabytes/mês em 2021 e,
– Globalmente, o tráfego de RA vai crescer sete vezes entre 2016 e 2021, de 3 petabytes/mês em 2016 para 21 petabytes/mês em 2021.

4. Dispositivos wearable conectados no mundo impulsionam o crescimento M2M

– A Cisco estima que haverá 929 milhões de dispositivos wearable no mundo, um crescimento de quase três vezes em relação ao total de 325 milhões em 2016;
– Globalmente, o número de dispositivos wearable com conexões de celulares incorporadas chegará a 69 milhões até 2021 — acima do patamar de 11 milhões em 2016;
– No Brasil, o número de dispositivos werable será de 15 milhões até 2021 – em 2016 eram 5 milhões. E o tráfego M2M no País crescerá 11 vezes entre 2016 e 2021, uma taxa de crescimento anual de 63%.

5. Tráfego de dados móveis transferido para redes Wi-Fi

– Em 2016, 60% do tráfego total de dados móveis foi transportado via Wi-Fi; até 2021, a parcela será de 63% globalmente, e 68% no Brasil.
– Em 2016, o tráfego transferido mensalmente (10,7 EB) excedeu o tráfego mensal móvel/celular (7,2 EB).
– Globalmente, o total de hotspots Wi-Fi públicos (incluindo homespots) crescerá seis vezes entre 2016 (94 milhões) e 2021 (541,6 milhões).
– O tráfego Wi-Fi de dispositivos móveis e apenas de dispositivos Wi-Fi, juntos, vai representar quase metade (49%) do total do tráfego IP até 2020, um crescimento em relação ao patamar de 42% em 2015.

6. Crescimento mundial de tráfego de dados móveis (2016 – 2021)

– Oriente Médio e África terão crescimento de 12 vezes (de 7,3 exabytes/ano em 2016 para 88,4 exabytes/ano em 2021);
– Ásia-Pacífico terá crescimento de sete vezes (de 37,3 exabytes/ano em 2016 para 274.2 exabytes/ano em 2021;
– América Latina terá crescimento de seis vezes (5,4 exabytes/ano em 2016 para 34.8 exabytes/ano em 2021; sendo que no Brasil, o tráfego de dados móveis crescerá cinco vezes (1,8 Exabytes em 2016 para 9,4 exabytes em 2021)
– Europa Central e Oriental terão crescimento de seis vezes (11,1 exabytes/ano em 2021 para 63.0 exabytes/ano em 2021);
– Europa Ocidental terá crescimento de seis vezes (8.8 exabytes/ano em 2016 para 50.3 exabytes/ano em 2021)
– América do Norte terá crescimento de cinco vezes (16.9 exabytes/ano em 2016 para 76.8 exabytes/ano em 2021)

Metodologia de previsão do Cisco Mobile VNI

A previsão do Cisco® VNI para tráfego global de dados móveis (2016-2021) se baseia em previsões de analistas independentes e estudos de uso de dados móveis no mundo real. Sobre essa base são colocadas estimativas da Cisco para a adoção de aplicações móveis, relatórios de uso e velocidades de transmissão. Elementos essenciais, tais como a velocidade de banda larga móvel e poder computacional de dispositivos, também são considerados nas projeções do Cisco VNI.

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Cisco anuncia novos líderes em Transformação Digital e Centro de Inovação

Rodrigo Uchoa

Rodrigo Uchoa

Com o objetivo de acelerar e contribuir com a transformação digital e inovação no Brasil, a Cisco anuncia Rodrigo Uchoa como novo Diretor de Negócios para Transformação Digital. O executivo vai trabalhar em colaboração com os segmentos de vendas, negócios, o Centro de Inovação e o ecossistema de parceiros Cisco, na definição e coordenação das iniciativas estratégicas de digitalização para os principais segmentos de mercado no Brasil.

Em sua nova posição, Uchoa será responsável por impulsionar o crescimento e inovação da Cisco e dos clientes estratégicos e entidades do Governo. O especialista também vai integrar e orientar as iniciativas com o Centro de Inovação da Cisco, localizado no Rio de Janeiro e continuará a se reportar ao presidente da empresa no país, Laercio Albuquerque.

Uchoa tem mais de 25 anos de experiência no setor de Tecnologia e Comunicações (TIC), sendo 17 deles na Cisco Brasil. Nos últimos quatro anos foi responsável pela coordenação geral do patrocínio da Cisco aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, incluindo o projeto de tecnologia, ativações de marketing e das iniciativas de desenvolvimento de negócios e projetos de legado dos Jogos. Antes da Cisco, o novo diretor de negócios passou por grandes empresas de tecnologia e telecomunicação, desenvolvendo atividades na área de planejamento e engenharia de redes de comunicação, Internet e serviços avançados. Rodrigo Uchoa é graduado em Engenharia da Computação pela Universidade Federal de Goiás, com mestrado em Telecomunicações e Sistemas Distribuídos pela PUC Rio de Janeiro.

Leandro Barbeita

Leandro Barbeita

Um recurso importante da Cisco no processo de transformação digital do País e da América Latina, o Centro de Inovação também conta com um novo líder: Leandro Barbeita, que será responsável por impulsionar a co-inovação dos clientes, trabalhando em colaboração com as equipes de vendas, desenvolvimento de negócios, engenharia e canais de toda América Latina.

Graduado em Sistemas de Informação com especialização em Negociação e MBA em Gestão Estratégica de Negócios, ambos pela FGV, Barbeita tem mais de 16 anos de experiência no setor de Tecnologia e está na Cisco há cinco anos, trabalhando desde o início do projeto do Centro de Inovação. O especialista era responsável pelos programas e iniciativas de inovação do Centro no Brasil e na América Latina, focado na transformação dos negócios dos clientes através de soluções inovadoras desenvolvidas com startups, fundos de venture capital, institutos de P&D, entre outros parceiros de inovação. O executivo substitui Nina Lualdi que assumirá novas funções na Cisco, nos Estados Unidos.

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Cisco anuncia duas novas soluções para comunicação colaborativa

A Cisco, líder mundial em Tecnologia, anuncia hoje a chegada de duas novas soluções: Cisco Spark Board e Cisco Spark Meetings. As novidades, como todas as ferramentas de colaboração da Cisco, ajudam a aumentar a produtividade das equipes de forma segura, além de reduzir os custos com comunicação e deslocamentos.

Apesar das pessoas estarem mais conectadas do que nunca, ainda existem salas de reunião com recursos ultrapassados, difíceis de usar e que geralmente precisam de manutenção com frequência. Não é raro haver técnicos nas salas de reunião, apenas para garantir que a complicada aparelhagem conecte os principais executivos e clientes numa reunião importante. Situações que o Cisco Spark Board e o Cisco Spark Meetings possibilitam acabar de vez.

O Cisco Spark Board é um hardware especialmente desenvolvido para a transformação digital das salas de reuniões. É um inovador dispositivo de apresentação wireless, desenhado para resolver o problema das reuniões improdutivas e projetado para a melhor experiência de comunicação em nuvem. Além disso, a Cisco também desenvolveu um novo software que se encaixa perfeitamente ao Cisco Spark Board e que dá vida a todos os dispositivos conectados à reunião: é o Cisco Spark Meetings. Espaços físicos e virtuais agora estão conectados de forma simples, fácil e rápida, tudo na nuvem e com muita segurança.

Entre os recursos do Cisco Spark Board estão:

1. Apresentação wireless que funciona para todos, em todo lugar:

A equipe de trabalho terá acesso a todos os Cisco Spark Board da empresa, não importa em que lugar do mundo. Com apenas um clique será possível compartilhar dados ou conversar, sem qualquer necessidade de configurar uma conexão Bluetooth ou acessar uma rede Wi-Fi especial. É o compartilhamento de tela que funciona. Dessa forma, o Cisco Spark Board cria uma rede global de espaços de trabalho que pode ser acessada de qualquer lugar do PC, Mac, tablet ou celular.

2. Quadro interativo digital editável:

O Cisco Spark Board estabelece um nível elevado de funcionalidades, com a opção de conteúdo compartilhável, editável e com a segurança de ter seus dados criptografados. É o quadro interativo que todo o time pode colaborar em tempo real, a partir de qualquer dispositivo. Outra vantagem da solução é que o Cisco Spark Board salva automaticamente todos os dados, apresentações e conversas no espaço compartilhado pelo time.

3. Dispositivo de conferência em alta definição:

O Cisco Spark Board oferece áudio e vídeo em alta definição. Sua câmera 4K permite uma visão ampla da sala e a tecnologia VoiceTrack garante que as mensagens chegarão cristalinas a todos os participantes. A configuração é tão simples quanto montá-lo na parede e conectá-lo. Para os parceiros Cisco, esses lançamentos ampliarão o mercado de videoconferências. Já para os clientes, haverá um salto de qualidade e produtividade jamais visto.

Cisco Spark Meetings

As reuniões são apenas uma das muitas interações das equipes de trabalho em cada projeto. E todos precisam da melhor experiência possível neste contínuo fluxo de informações. A outra novidade anunciada hoje, o Cisco Spark Meetings, é a versão portátil do Cisco Spark Board, disponível em dispositivos como desktop, celular, tablet e Cisco Spark Board.

Ao desenvolver uma nova roupagem aos recursos do Cisco WebEx, o Cisco Spark Meetings cria uma nova forma de reunir equipes para tomadas de decisão. Tudo isso por meio da integração de hardware, software, aplicativos e nuvem. E, por estar disponível na plataforma Cisco Spark, oferece a segurança e confiabilidade que o ambiente corporativo necessita.

Faça um tour da nova experiência do usuário baseada em atividades para ver como isso torna mais fácil do que nunca fazer as coisas acontecerem. A experiência será a mesma em todos os dispositivos, com um salto na produtividade.

“O mercado corporativo vive um momento de repensar sua linha de produtividade e comunicação. A tecnologia tem mostrado cada vez mais que não é custo, mas investimento necessário para reduzir custos desnecessários. Agora, soluções como Cisco Spark Board e Cisco Spark Meeting favorecem empresas que possuem unidades em diferentes regiões a manterem a comunicação entre suas equipes na tomada de decisão e aproveitamento do tempo”, afirma Adriano Gaudêncio, diretor de arquiteturas e soluções da Cisco do Brasil.

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