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Xi’an planeja tornar-se o hub de startups da China com uma série de iniciativas para recém-formados

Xi’an planeja tornar-se o hub de startups da China com uma série de iniciativas para recém-formados (PRNewsfoto/Xi’an Municipal Government)

Xi’an, a capital da província chinesa de Shaanxi, anunciou, recentemente, o lançamento de uma série de novas políticas voltadas para as startups. As políticas visam lançar mão do potencial dos recém-formados da cidade para tornar a cidade o destino favorito das startups da China. A iniciativa conta com uma série de programas de apoio, desde financiamento direto, mentoria, incubação e matchmaking.

Resumo da política:

– Processo de registro simplificado: lançamento de políticas consolidadas para simplificar o procedimento de registro de empresas, além de oferecer apoio para dedução de impostos, treinamento, mentoria e apoio para financiamentos.

– Apoio para incubação: Xi’an planeja criar 50 incubadoras, 100 centros empresariais e 500 centros de estágios em três anos para estimular que os recém-graduados abram suas empresas.

– Verbas: um novo fundo de 3 milhões de RMB em empréstimos com subsídios de juros ficará disponível para pequenas e microempresas que se qualifiquem. Os recém-formados que atenderem aos critérios também poderão candidatar-se a empréstimos de montantes menores de até 1 milhão de RMB, com parte do seguro básico coberto na negociação.

– Melhor infraestrutura: será formalmente estabelecida a Employment and Entrepreneurship Alliance (EEA, Aliança entre Emprego e Empreendimento) para estudantes universitários, que visa unir universidades, estudantes, o governo e a iniciativa privada para facilitar o apoio contínuo a negócios de pequeno e médio porte.

– Bibliotecas de projetos: serão criadas bibliotecas de projetos, municipais e distritais, para auxiliar na qualificação das startups, além da intermediação de parcerias e programas de mentoria.

– Programa de mentoria: uma equipe de 132 especialistas experientes trabalhará em conjunto com o governo, instituições e empreendedores para oferecer ainda mais orientações e promover a maior qualificação dos futuros líderes.

– Agenda de eventos: uma rede sólida de incubadoras, um grupo de experientes economistas e uma série de programas com respaldo do governo se unirão em dezenas de eventos a serem realizados ao longo do ano.

Xi’an implementará as políticas para startups por meio de um ecossistema condutivo para startups, desenvolvido para o crescimento inclusivo. Desde o lançamento da Política para Startups de Xi’an, foram concedidos mais de 272 milhões de RMB e foram criados mais de 528.000 postos de trabalho em cinco incubadoras federais e 23 distritais, em que mais de 3.123 startups foram abertas.

Entre os eventos que já ocorreram, figuram o “2018 Innovation Xi’an Entrepreneurship competition B&R Create@Alibaba Cloud Startup Contest Xi’an” e o” 2018 Star Venture Enterprise of Xi’an”. Este ano, haverá o lançamento de mais eventos, entre eles o “Star Entrepreneur of the Year Election” e o “University Maker Festival”.

A Prefeitura Municipal de Xi’an comunicará as informações sobre as mais recentes políticas para os recém-graduados através de diversos canais de notícias e mídias sociais, como a conta oficial da localidade no WeChat, em uma tentativa de envolver números cada vez maiores de jovens empreendedores potenciais nos próximos cinco anos.

Para mais informações, acesse http://cbe.xa.gov.cn/default.html.

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Missão leva startups do Brasil para roadshow com 150 investidores chineses

Uma missão organizada pela CBIPA (China Brasil Internet Promotion Agency) levará, em setembro, um grupo de 26 empresários brasileiros para apresentar seus modelos de negócio e perspectivas de expansão a mais de 150 investidores chineses, para o evento “2017 Brazil Roadshow: Beijing”. O encontro acontecerá ao mesmo tempo em que chefes de Estado se reunirão na cidade de Xiamen, durante a 9ª cúpula dos BRICS.

Desde 2008, a China é o maior parceiro comercial do Brasil e, nos últimos três anos, o capital chinês já presente em projetos de infraestrutura e commodities, passou a ter presença também entre as empresas locais de internet, como demonstram os casos do Peixe Urbano, adquirido pelo Baidu, e a 99, que recebeu US$ 200 milhões do player chinês Didi, em parceria com o Softbank. Segundo a consultoria inglesa Dialogic, até abril de 2017, o capital chinês foi responsável por 52% de todo o investimento estrangeiro feito no Brasil em projetos de compra e fusão de empresa (M&A)

De acordo com o presidente da CBIPA e CEO do Baidu no Brasil, Yan Di, parte dos investidores em Beijing já tem conhecimento prévio do cenário digital brasileiro. Em maio, o 30 investidores e empresários de tecnologia da China, cujos ativos somam US$ 190 bilhões, participaram do Chinnovation 2017, em São Paulo.

“Além de recursos financeiros, fundos chineses podem oferecer expertise e transferência de tecnologia, já que o país asiático vive um boom criativo e a ascensão modelos de negócios inovadores e validados em um mercado com 700 milhões de usuários de internet”, afirma Yan Di. Maior mercado digital do mundo, a China é também a maior fonte de venture funding global, com US$ 100 bilhões captados para aplicar em startups.

O CEO da CBIPA, In Hsieh, apresentará durante o roadshow o venture builder Marco Polo, programa de aceleração que replicará, no Brasil, modelos de negócio na China. “Vamos investir em startups brasileiras que trarão, aos consumidores locais, projetos inovadores e já validados na economia digital chinesa”, diz Hsieh.

Entre as empresas nacionais que se apresentarão na China, estão nomes brilhantes da economia digital brasileira, como a plataforma de frete Truckpad, o serviço de contratação de profissionais Parafuzo, o meio de pagamento BestPay, a startup Delivery Center e a Indigo, empresa global de soluções para estacionamentos. Somadas, o valor de mercado das empresas nacionais supera um bilhão de dólares.

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Prefeito de São Paulo visita sede da Hikvision

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A Hikvison, fornecedora global de soluções e produtos de videovigilância e segurança eletrônica, recebeu ontem (25), em sua sede na China, o prefeito de São Paulo, João Doria. Na ocasião, a fabricante se colocou à disposição da prefeitura para apoiar o Governo Municipal em projetos voltados à vigilância urbana.

Dentre as atividades, a multinacional, com presença em 150 países, apresentou ao prefeito e sua equipe um sistema de drones e o exclusivo projeto Smart City, que oferece uma cobertura completa para o monitoramento de cidades, do ar ao solo, com soluções inovadoras que permitem imagens em altíssima qualidade e traz funções inteligentes para gerenciamento e operação eficiente em tempo real.

“Fiquei muito bem impressionado com a capacidade tecnológica aqui apresentadas pela Hikvision e principalmente com a velocidade em que a companhia cresceu nesses dezesseis anos, atingindo presença mundial e se tornando líder desse mercado com a oferta de suas tecnologias não apenas na China, no continente Asiático, como também na Europa, Estados Unidos, América Latina, especialmente no Brasil. A Hikvision tem mais de ¼ de todos os sistemas de segurança do planeta aplicadas em diversos setores, inclusive para situações públicas”, comentou João Doria, durante a visita.

Segundo o prefeito, em menos de sete meses do seu governo, a cidade de São Paulo já conta com quase 1.500 câmeras e, até 2020, a meta é ter dez mil câmeras monitorando a capital paulista.

Para o country manager da Hikvison do Brasil, Mario Má, é um orgulho para a companhia poder contribuir para a segurança na cidade de São Paulo. “Nós estamos sempre dispostos a contribuir com a sociedade brasileira e esperamos poder ajudar a prefeitura na construção de uma cidade mais segura e moderna”, afirma.

Com 20 mil funcionários, a Hikvision registrou uma receita de US$ 4,67 bilhões em 2016, com uma taxa de crescimento de receita mundial de cerca de 27% e, atualmente, detém 23.2% do mercado global de câmeras de segurança IP. Em 2016, a Hikvison também foi listada no ranking mundial da revista Forbes, que reconhece anualmente as 100 companhias mais inovadoras do mundo. Na 91ª posição, a companhia ficou à frente de multinacionais conhecidas, como a Coca-Cola, marca avaliada em quase US$ 200 bilhões.

A Hikvision possui duas fábricas na China e um centro de montagem de produtos no Brasil. A companhia também conta com cinco Centros de Pesquisa na China, nas cidades de Hangzhou, Chongqing, Wuhan, Shanghai, Beijing, e dois novos centros na América do Norte: Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Montreal e Instituto de Pesquisa no Vale do Silício, Califórnia, EUA.

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Dahua Technology recebe o Prefeito João Dória na China

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Em visita à China, o prefeito João Dória esteve na sede da maior fabricante de soluções de segurança do país, a Dahua Technology. Na showroom da empresa, em Hangzhou, Dória discutiu alternativas para melhorar a segurança da cidade de São Paulo com o presidente da Dahua, Fu Liquan.

A conversa foi acompanhada pelo diretor geral da Dahua Brasil, Bruce Wu, que falou sobre a importância de poder colaborar com projetos para a cidade. “É uma honra receber o Prefeito João Dória para podermos dar continuidade neste importante projeto de segurança eletrônica na cidade de São Paulo”, comenta.

João Dória continuará a viagem pela China e deve voltar a São Paulo no final do mês (30). A Dahua Technology conta com sede na capital paulista e vai continuar com a colaboração com a gestão pública.

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Chinnovation reúne empresas chinesas de internet com valor de US$ 190 bi

O primeiro encontro entre empresas de internet do Brasil e da China trará a São Paulo, para evento no WTC, no dia 30 de maio, mais de 25 gigantes chinesas que planejam expandir suas operações para fora de seu país de origem. No total, o valor destes negócios supera 190 bilhões de dólares.

Entre as marcas que participarão do evento estão o gigante tecnológico Baidu (US$ 60 bi), o player de transporte urbano Didi (US$ 50 bi), que recentemente investiu na 99, o agregador de notícias Topbuzz (US$ 11 bi), o líder de apps de imagem Meitu (US$ 6 bi),o player de live streaming Kuaishou (US$ 3 bi) e o campeão de utilitários móveis Cheetah Mobile (US$ 1.5 bi). Além destes, fintechs, mídia social, empresas de game, e-commerces e serviços O2O chineses (online to offline) virão ao Brasil para apresentar seus modelos de negócio e planos de expansão.

Maior investidor estrangeiro no Brasil desde 2009, a China também enviará ao Chinnovation representantes de fundos de Venture Capital, como a Beam Capital e Grand View Capital. “Apenas estes dois fundos possuem US$ 100 milhões disponíveis para investir exclusivamente em mercados fora da China”, afirma In Hsieh, CEO da China-Brazil Internet Promotion Agency (CBIPA), entidade que organiza o evento em parceria com o Baijing, plataforma de mídia chinesa e de suporte à internacionalização de empresas asiáticas.

Do lado brasileiro, mais de 500 executivos C-Level, de empreendimentos de internet, inscreveram-se no evento, entre eles representantes de entidades que receberam investimentos chineses nos últimos dois anos, como a 99 e o Peixe Urbano.

Segundo o presidente da CBIPA e Country Manager do Baidu, Yan Di, o evento será uma oportunidade inédita de troca de informações e aprendizado entre os dois países. “A ascensão de inovações com origem na China, como os serviços de mobile payment, online to offline, utilitários móveismonetizados e a onda de inteligência artificial são novidades que devem beneficiar também a internet brasileira, além do conhecido apetite chinês por ativos brasileiros”, afirma Di.

O evento acontece no dia 30 de maio, no auditório do WTC, na Avenida das Nações Unidas, em São Paulo (SP). Mais informações podem ser encontradas no site da CBIPA: www.cbipa.com.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas diretamente por este link.

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Relatório da ONU: pagamentos pela rede social já atingem quase US$ 3 trilhões na China

Um novo documento da ONU revela que a Alipay e a WeChat Pay habilitaram US$ 2,9 trilhões de pagamentos digitais na China em 2016, representando um aumento de 20 vezes nos últimos quatro anos. Os dados mostram que pagamentos digitais, usando as plataformas e redes existentes, fornecem acesso a um leque mais amplo de serviços financeiros digitais, expandindo a inclusão financeira e a oportunidade econômica em toda a China e países vizinhos.

O novo relatório da Better Than Cash Alliance (Aliança Melhor que Dinheiro) baseada na ONU, Redes Sociais, Plataformas de E-Commerce e o Crescimento dos Ecossistemas de Pagamento Digital na China – O que Isso Significa para Outros Países, contém lições essenciais, que podem ajudar outros países a incluir mais pessoas na economia, ao fazer a transição de dinheiro para pagamentos digitais. Essa mudança pode aumentar o PIB em economias em desenvolvimento em 6% até 2025, adicionando US$ 3,7 trilhões e 95 milhões de empregos, de acordo com um relatório do Instituto Global McKinsey.

“As redes sociais e as plataformas de e-commerce estão crescendo em todas as economias, sejam grandes ou pequenas”, diz a diretora de Administração da Better Than Cash Alliance, Ruth Goodwin-Groen. “Na China, os pagamentos digitais estão prosperando nesses canais, incluindo milhões de pessoas na economia. Isso é importante porque sabemos que quando as pessoas — especialmente mulheres — ganham acesso a serviços financeiros, elas podem economizar, construir patrimônios, resistir a choques financeiros e ter mais chance de melhorar suas vidas”.

Descobertas fundamentais do relatório:

Mais pessoas têm oportunidades de economizar e investir. Plataformas como a Yu’e bao da Alibaba torna o dinheiro de investimento em diversos conjuntos de produtos financeiros mais acessíveis às populações de baixa renda. Esse produto permite a elas investir o dinheiro deixado em contas digitais, que resultam gradualmente em poupanças de longo prazo. De 2013 a 2016, a Yu’e bao cresceu a ponto de gerir US$ 117 bilhões e serve, agora, mais de 152 milhões de clientes.

As finanças digitais ajudam pequenas empresas a aumentar substancialmente seu acesso a capital. Até setembro de 2016, uma provedora, a Ant Financial da Alibaba (que opera a Alipay), havia emprestado um total de RMB 740 bilhões (US$ 107,3 bilhões) a mais de 4,11 milhões de pequenas e micro empresas e empreendedores.

Big data gerada através dessas plataformas ajuda a construir um histórico de pontuação de crédito e impulsiona o acesso ao crédito, particularmente para as populações de renda baixa, financeiramente excluídas. Por exemplo, a Sesame Credit oferece uma avaliação alternativa de capacidade creditícia, examinando o histórico de crédito, comportamento financeiro, capacidade contratual, identidade e redes sociais dos usuários.

O documento também revela que a Alipay e a WeChat estão se expandindo para além da China e investindo em grandes negócios de fintech (finanças e tecnologia) e provedoras de pagamentos. A elas se juntam outras grandes plataformas de comunicação, porque a oportunidade de usar as redes sociais e plataformas de e-commerce existentes para impulsionar os pagamentos digitais e a inclusão financeira é especialmente forte em países onde há uma alta adoção de smartphones e colaboração entre os setores público e privado:

– Na África do Sul, 78% de todo o tráfego da internet se dá através de canais móveis — uma das taxas mais altas do mundo. Entretanto, apesar do contínuo crescimento das taxas de adoção, apenas 15% dos sul-africanos declararam que fizeram uma compra através de um telefone móvel, no mês que antecedeu a pesquisa de 2016.

– Na Índia, a Ant Financial e a Tencent entraram no mercado indiano de pagamentos móveis, que está passando por um rápido crescimento, sob novas regulamentações. A Ant Financial, em particular, investiu até $ 900 milhões na PayTM, com a qual compartilhou pessoal e expertise técnica. Resultado: a PayTM cresceu de 5 milhões para 200 milhões de usuários em poucos anos.

– A Indonésia foi o mercado de m-commerce de crescimento mais rápido no mundo em 2016, expandindo 155% de janeiro de 2016 a janeiro de 2017. Parte desse crescimento se deve ao lançamento, em 2015, do Instant Mobile Payments (Pagamentos Móveis Instantâneos) da BBM Pay. O popular aplicativo de bate-papo da BBM tem mais de 55 milhões de usuários na Indonésia e continua a se desenvolver.

– Na América do Sul, os mercados têm a infraestrutura necessária para desenvolver ecossistemas de pagamento similares aos da China: 59% da população sul-americana usa a mídia social e 52% se conectam à mídia social através de seus telefones móveis. Entretanto, o espaço para pagamentos digitais continua mal utilizado e nenhuma provedora de pagamentos ligou seu serviço a essas plataformas de uma maneira significativa ou vice-versa.

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121a Feira de Canton começa em Guangzhou

A 121a Feira de Canton começa em Guangzhou (PRNewsfoto/Canton Fair)

A 121a Feira de Canton começa oficialmente em 15 de abril. De 15 de abril a 5 de maio, no Complexo da Feira de Importação e Exportação da China em Guangzhou, a Feira de Canton lança novas áreas de produtos e, ao mesmo tempo, promove uma série de eventos para oferecer um panorama do atual mercado do comércio internacional.

A exposição conta com mais de 20.000 expositores de todo o mundo. Cerca de 200.000 compradores, de 210 países e regiões, devem comparecer à 121a Feira de Canton, onde poderão visitar mais de 60.000 estandes de exposição.

50 zonas de exposição, com 16 categorias de produtos, reúnem os melhores produtos do mundo

A 121a Feira de Canton irá sediar 3 fases de exposições, para cobrir setores tais como:

— Eletrônicos e aparelhos elétricos domésticos;
— Têxtil e artigos de vestuário;
— Nova energia;
— Suprimentos para animais de estimação;
— Brinquedos;
— Instalações de spa ao ar livre.

Um destaque dessa exposição são as 124 áreas designadas de produtos em 27 zonas, o que irá ajudar os compradores a encontrar o que procuram mais facilmente e melhorar sua experiência aquisição em geral.

Para mais informações sobre o layout da exposição, por favor, visite http://i.cantonfair.org.cn/en/index

Ampla cobertura de tópicos de operações transnacionais para o comércio internacional

A 121a Feira de Canton também irá sediar mais de 60 encontros e fóruns para compradores, o que os ajudará a melhorar o desempenho corporativo e de vendas em geral.

Os tópicos dos eventos são os seguintes:

— Cúpula do setor;
— Mercado internacional;
— Design criativo;
— Atribuição de marca (branding);
— Moda e tendências;
— Pesquisa e desenvolvimento de tecnologia;
— Promoção local;
— Otimização de operações corporativas.

Nesse interim, a Premiação de Design da Feira de Canton (The Canton Fair Design Awards) será realizada durante a feira. Os participantes pertencem a 98 instituições de design e 9 marcas de criação de figurinos da moda, de 12 países, que irão apresentar seus designs no local.

Para mais informações sobre a programação dos eventos http://cantonfair.org.cn/en/conference/schedule_121.shtml

“Durante os 60 anos de história da Feira de Canton, a exposição está constantemente explorando novos tópicos para os compradores, em resposta ao ambiente econômico do momento”, disse o porta-voz da Feira de Canton e vice-diretor geral do Centro de Comércio Exterior da China, Xu Bing.

“Gostaríamos que mais atores globais se juntassem a nós nessa jornada, para moldarmos juntos o setor de comércio internacional”.

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Governo chinês seleciona startup brasileira para participar de evento sobre inovação e tecnologia

O Enguia – um portal de eficiência energética especialmente pensado para atender imóveis residenciais e comerciais de pequeno porte – foi um dos cinco selecionados, entre 100 empresas brasileiras, pelo Ministério de Ciência e Tecnologia da China para participar do International Technology Transfer and Innovation Collaboration Session, evento focado em inovação e tecnologia que reúne investidores e empresários chineses e do resto do mundo.

Durante o evento, que acontecerá entre 14 e 16 de abril, em Shenzhen, na China, o Enguia irá apresentar um projeto de consultoria energética online criado para atender imóveis residenciais e comerciais de pequeno porte, que não podem arcar com os custos de uma consultoria presencial, mas que precisam saber investir em eficiência energética de maneira mais prática e inteligente.

Para Rosana Correa, uma das fundadoras do projeto, o evento é uma excelente oportunidade para as empresas criarem negócios juntas, além de partilhar experiências. “Pequenos consumidores não podem pagar com os custos da consultoria presencial em eficiência energética ou não sabem como colocar os projetos em prática. Nosso objetivo com o Enguia é realizar um diagnóstico detalhado e personalizado sobre o consumo de energia do cliente, apresentando seu Plano Personalizado de Redução do Consumo, para ajudá-lo neste processo”, explica Rosana.

Projeto Enguia – como funciona

O Enguia será um site responsivo e o usuário poderá optar por baixar também o aplicativo. Diferente dos competidores internacionais, o projeto traz planos personalizados e específicos para cada cliente, além de um Plano de Redução de Consumo que será traçado em conjunto com as concessionárias de energia.

Funciona da seguinte forma: o usuário realiza um rápido cadastro e, em poucos cliques, a plataforma já consegue informar ao cliente sobre seus dados de consumo de energia. Entre ar-condicionado, iluminação, chuveiro elétrico, equipamentos, eletrodomésticos e outros, ele poderá saber onde gasta cada quilowatt consumido.

Em seguida, o usuário preenche um formulário para que a plataforma possa construir o Plano Personalizado de Redução do Consumo, sob medida para cada imóvel, negócio ou família. Tais informações são trabalhadas e uma lista de intervenções é revelada com seus custos iniciais, as economias geradas e seus respectivos tempos de retorno. Vale ressaltar que o usuário também será informado sobre as emissões reduzidas por suas ações de eficiência energética.

Sobre o Evento

A Conferência sobre o Intercâmbio Internacional de Profissionais (CIEP), que acontece de 14 a 16 de abril, tem sido realizada com sucesso há 14 anos consecutivos e é o único intercâmbio internacional da China com profissionais de organizações estrangeiras para a formação de especialistas.

O evento – que atende especificamente a especialistas estrangeiros na China – tem como principal objetivo criar boas oportunidades para troca de experiências, network e inovação em tecnologia.

O 14º CIEP terá 16 sessões, incluindo exposições e feiras, recrutamento de talentos, Fórum, treinamento de talentos, discussão em painel, entre outras programações.

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São Paulo sedia primeiro encontro do mercado de internet entre Brasil e China

A agência de promoção de negócios digitais entre Brasil e China, CBIPA – China Brazil Internet Promotion Agency realiza, no dia 30 de maio, no WTC, em São Paulo, o maior encontro já feito entre executivos da indústria de internet dos dois países, o Chinnovation 2017.

Dezenas de executivos de grandes companhias online, analistas financeiros, investidores e gestores de fundos de investimento estarão em São Paulo, na data, para apresentar cases de inovação da indústria digital chinesa e para identificar oportunidades de parcerias e investimentos no Brasil. Entre os brasileiros, participarão 400 fundadores de empresas de tecnologia e chief experience officers (CXOs) de startups de sucesso para troca de experiências, networking e aprendizado com seus pares asiáticos.

Maior parceiro comercial do Brasil desde o início dos anos 2000, a China é também o maior mercado de internet do mundo, não só em número de usuários, mas também em itens como fonte de capital de risco e faturamento com comércio eletrônico e pagamentos móveis.

Veja, abaixo, alguns números de mercado sobre o desenvolvimento da indústria chinesa de internet:

– Maior mercado online do mundo: 700 milhões de usuários

– Maior e-commerce do mundo: U$ 3.1 tri (182 vezes mais que o Brasil)

– Maior mercado de mobile payment: 200 Mi de usuários que movimentam U$ 235 Bi

– Maior fonte de venture funding do mundo: U$ 100 bilhões só em 2016

– Sede de 4 das 10 maiores empresas de internet do mundo (capital aberto na NASDAQ)

– Sede de 4 das 10 maiores unicorns do nundo (startups com valor de mercado superior a US$ 1 bilhão).

A agenda do evento conta com um dia todo de debates e palestras de especialistas chineses e brasileiros, seguidos por outros quatro dias de reuniões entre as partes. Segundo In Hsieh, CEO da CBIPA, há negociações avançadas não só com fundos chineses e grandes empresas online daquele país, como também com autoridades dos dois governos. “Há um grande interesse tanto do governo do Brasil quanto de autoridades chinesas em colocar as parcerias digitais entre os dois países no mesmo nível em que as colaborações na área de commodities e infraestrutura atingiram, nos últimos anos”, diz Hsieh.

De acordo com Yan Di, country manager do Baidu no Brasil e presidente da CBIPA, o evento permitirá destravar investimentos bilaterais no setor digital e abrir centenas de oportunidades para empresas nacionais. “O Brasil é o quinto maior mercado mundial em número de usuários conectados e um parceiro natural para empresas chinesas, embora ainda exista carência de conhecimento mútuo entre as partes, lacuna que o Chinnovation e a CBIPA ajudarão a preencher”, afirma Di.

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É possível construir um “negócio da China” aqui no Brasil?

Por Zhen Zhang

Enquanto a China é o segundo país com maior quantidade de empresas unicórnio – aquelas de capital privado e que valem mais de 1 bilhão de dólares -, outros países, como o Brasil, lutam diariamente para serem os próximos a despontar e crescer nesse ranking, atraindo capital e desenvolvimento para a região. Talvez por isso o termo “negócio da China” seja tão utilizado por aqui como sinônimo de sucesso.

Desde que cheguei ao Brasil, em 2012, foram inúmeras as vezes que me perguntaram se estou aqui para fazer um “negócio da China”, e minha resposta é sempre a mesma: O mercado brasileiro, apesar de ter cerca de 7 vezes menos pessoas que meu país de origem, tem potencial para acolher dezenas de unicórnios que venham a surgir e nos mais diversos segmentos. Sendo assim, quem souber empreender no país oferecendo soluções que esse público precisa vai conseguir criar um negócio bilionário, seja ele da China, do Brasil, da Índia ou qualquer outra nacionalidade.

Na verdade podemos dizer que o que mais contribui hoje para o sucesso de um empreendedor, além de seu esforço e dedicação diários, é a experiência que traz em sua bagagem de vida pessoal e profissional e a facilidade de se adaptar com agilidade a diversas situações, algo muito valorizado por investidores asiáticos. Até meus 18 anos vivi em uma pequena cidade na China, mas assim que pude eu saí para conhecer o mundo e afirmo que essa experiência de conviver com diferentes culturas e aprender a pensar fora da caixa contribui muito para o sucesso do empreendedor.

Por ser espacialmente e culturalmente tão distante da China, a América Latina sempre foi uma região que me atraiu. Quando tive a oportunidade de fazer um intercâmbio internacional a partir da faculdade que eu cursava na Itália, o Brasil foi minha primeira opção, diferente do restante da turma de classe que preferiu instituições europeias ou nos Estados Unidos. Quando acabei meus estudos, decidi ficar aqui. Além de ter sido conquistado pela cultura e pelo povo, eu via muitas oportunidades de negócio no mercado brasileiro e desde então tenho desenvolvido soluções que facilitem o cotidiano do usuário de tecnologia.

Mesmo que atualmente o país esteja com sua economia estagnada e tenha uma população inferior à da China ou da Índia, o Brasil se apresenta como um local propício para o surgimento de empresas gigantes de tecnologia. Isso porque a renda per capita nacional é mais alta do que os países citados e o povo brasileiro realiza muitas transações online e via cartão de crédito. Já em outros países às vezes é necessário educar o consumidor e criar a cultura de compra online.

Esse comportamento do brasileiro cria o cenário ideal para o crescimento de novos negócios digitais e é nisso que me baseei para criar a Mobocity. Muitas startups brasileiras têm surgido nos últimos anos e o nível de profissionalismo só tem crescido, assim como o mercado B2B tem se preparado para elas. Já temos associações, coworkings e mídias especializadas nesse segmento, o que ajuda a criar uma base de sustentação para os empreendedores. Portanto afirmo que é só questão de tempo até começarem a surgir os primeiros unicórnios.

Zhen Zhang, empreendedor chinês, CEO da Mobocity, startup criada no Brasil e com equipe nos dois continentes.

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Mobocity marca presença no Tela Viva Móvel 2016

Acontece hoje e amanhã, a 15ª edição do Tela Viva Móvel, um dos maiores eventos do país focado em conteúdo para dispositivos móveis. Na oportunidade, a Mobocity – empresa inovadora que cria soluções para o mercado de comunicação destinadas ao público de massa – será uma das companhias que participam amanhã do painel “A China descobre o Brasil”, a partir das 16h.

Zhen Zhang, CEO da empresa, que mora no país há quatro anos, pretende falar sobre os principais motivos que levam as organizações chinesas de tecnologia a aportarem investimentos no mercado nacional. “Os brasileiros, de forma geral, gostam de conhecer e testar novas tecnologias. Tanto é verdade, que a consultoria App Annie acaba de apontar que o Brasil é o terceiro maior mercado em número de downloads de aplicativos no mundo, o que sem dúvida se torna uma grande vantagem competitiva no momento da tomada de decisão”, afirma.

Ainda de acordo com o executivo, a apresentação também destacará o momento em que foi definido o lançamento da Mobocity, além de detalhar os benefícios de seus aplicativos Mobobox, app que, entre outras ações, identifica a operadora de telefones fixo e celular, e Mobonus, aplicativo que oferece aos usuários a possibilidade de ganhar prêmios em troca de visualização de anúncios publicitários, leitura de notícias, downloads de aplicativos e games.

Além de Zhen Zhang, o painel “A China descobre o Brasil” também contará com a presença de Flávio Tâmega, diretor de desenvolvimento de negócios da Cheetah Mobile; Alan Constâncio da Silva, head de cloud strategic marketing da Huawei; e Ludmilla Veloso, diretora de marketing da Meitu na América Latina.

15ª edição Tela Viva Móvel

Painel: A China descobre o Brasil
Quando: 4 de maio, às 16h
Onde: WTC Events Center
Endereço: Av. das Nações Unidas, 12551 – Brooklin Novo, São Paulo/SP

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Apple encerra 2015 como marca líder de smartphones nos Estados Unidos e na China

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Os últimos dados de vendas de smartphone da Kantar Worldpanel ComTech para o último trimestre de 2015, encerrado em dezembro, mostra um crescimento constante do Android nos Estados Unidos e nos EU5 (grupo dos cinco maiores mercados da Europa, que inclui Reino Unido, Alemanha, França, Itália e Espanha), onde o Android alcançou 59% e 71% respectivamente.

“Agora mais do que nunca é interessante destacar a diferença do desempenho do iOS em comparação com a Apple. Como uma fornecedora, a Apple foi capaz de voltar ao topo das listas classificativas nos EUA e na China, enquanto o iOS tem lutado para voltar à cota de mercado vista em 2014 ao lado de uma série de mercados, especialmente nos EUA”, relatou Carolina Milanesi, chefe de pesquisa na Kantar Worldpanel ComTech. “A lealdade a Apple nos Estados Unidos está em seu nível mais alto desde 2012, reforçando o fato que a retenção de clientes não é um problema. No entanto, a aquisição de Android caiu de 13% no último trimestre de 2014 para 11% no mesmo período de 2015, e os que compraram um smartphone da Apple pela primeira vez contribuíram para que os números de vendas globais fossem de 20% para 11% no mesmo período”.

“Na China urbana, a Apple recuperou seu título de marca de smartphone mais vendida com uma cota de 27% e teve os três principais modelos no topo do mercado”, comentou Tamsin Timpson, diretor de visão estratégica da Kantar Worldpanel ComTech Asia. “Huawei se manteve como o mais vendido dentro do ecossistema Android, fisgando 34% das vendas. Xiaomi está agora distante no segundo lugar no ranking, com 10 pontos percentuais abaixo de Huawei.”

“O mercado norte-americano continua sendo bastante competitivo, pois a penetração de smartphones alcançou 65% entre os usuários de telefonia móvel e 84% entre as vendas globais de telefones móveis”, observou Milanesi. “O conjunto de novos compradores disponíveis está encolhendo e a ampla gama de preços do Android ajuda a arrebatar consumidores tardios que procuram seu primeiro smartphone. Durante o trimestre, 31% dos usuários de Android migraram para smartphones, ligeiramente inferiores em relação os 34% registrados no mesmo período de 2014. Esta tendência está impactando tanto o ecossistema Android quanto marcas que oferecem preços mais competitivos, como a Huawei, LG, ZTE e Alcatel, gerando um crescimento na participação do mercado, em detrimento de marcas como Samsung e HTC”.

“Entre os cinco maiores mercados da Europa, a cota de iOS cresceu consideravelmente trimestre após trimestre, mas as vendas não foram suficientes para mostrar o crescimento ano a ano”, disse Dominic Sunnebo, diretor de negócios da Kantar Worldpanel ComTech Europa. “Mais uma vez, a participação do Android foi impulsionada por um ótimo desempenho nos mercados mais conscientes de preço da Espanha e da Itália. O Android registrou também um crescimento ano após ano no Reino Unido pela primeira vez ao longo de 2015, como também aconteceu com Samsung, LG e Huawei”

“Enquanto o entusiasmo pela aquisição de smartphones continua a minguar e os mercados maduros se aproximam da saturação, os fornecedores estão buscando outras formas de impulsionar o crescimento e os lucros”, disse Milanesi. “No entanto, os smartphones não vão desaparecer tão cedo e terão um papel importante no que está por vir, desde VR, wearables até o lar conectado. Fornecedores que querem permanecer nesse negócio precisam continuar desenvolvendo e oferecendo mais serviços atraentes e recursos que promovam engajamento ou terão que encarar o risco de se tornarem irrelevantes no amplo ecossistema que os smartphones estão criando.”

Para ver o resumo dos dados em uma versão HTML e um arquivo PDF opcional, por favor, visite: www.kantarworldpanel.com/global/News/Apple-Ends-2015-as-Leading-Smartphone-Brand-in-U.S.-&-China

Sobre dados de participação do mercado de smartphone OS da Kantar Worldpanel ComTech

Os dados de participação do mercado de smartphone OS da Kantar Worldpanel ComTech fornecem aos meios de comunicação e às empresas acesso aos dados mais atualizados sobre as vendas e a participação dos sistema de operação em smartphones. Essas informações são baseadas em pesquisas extraídas dos painéis de consumo globais da Kantar Worldpanel ComTech. ComTech é o maior painel de pesquisa e rastreamento sobre dados de consumo de telefonia móvel do mundo, conduzindo mais de um milhão de entrevistas por ano apenas na Europa. ComTech rastreia o comportamento em relação à telefonia móvel – incluindo compra do telefone, contas em relação ao tempo de conexão (airtime), fonte de aquisição e utilização. Ele também oferece dados adicionais para promover uma compreensão do que impulsionou as mudanças no mercado e as dinâmicas da percepção dos consumidores. Todos os dados de consumo neste release excluem as vendas da empresa.

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Obtenção de capital para inovação em tecnologia cresce na China e cai nos Estados Unidos, aponta KPMG

Em comparação com o ano anterior, um estudo realizado pela KPMG apontou que um número maior de líderes empresariais do setor de tecnologia na China disse que o capital é amplamente acessível em suas empresas visando a incentivar a inovação em tecnologia. O levantamento também apontou que nos Estados Unidos esse número apresentou uma queda no mesmo período. A pesquisa “Inovação em Tecnologia 2014” foi realizada, mundialmente, com 768 entrevistados para identificar as tendências de inovação, as tecnologias disruptivas e o escopo da mudança.

No estudo realizado este ano, 78% dos líderes empresariais do setor de tecnologia da China disseram que a obtenção de recursos financeiros para a inovação em tecnologia está disponível em comparação com os 68% apresentados na pesquisa do ano anterior. O mesmo aumento pode ser verificado em toda região da Ásia-Pacífico com 64% este ano contra 56% apresentados em 2013. As respostas da pesquisa na região da Europa, Oriente Médio e África (EMEA) também mostraram uma mudança já que 51% disseram que a obtenção de recursos financeiros para inovação em tecnologia é amplamente acessível em suas empresas, em comparação aos 48% do ano anterior.

Já nos Estados Unidos, apenas 40% dos entrevistados disseram que o capital para a inovação em tecnologia era amplamente acessível, em comparação com aproximadamente metade dos participantes da pesquisa de 2013
“As constatações da pesquisa condizem com a atividade que estamos vendo nos principais mercados do mundo inteiro. As empresas, de forma global, independentemente do local onde elas estão, estão mudando seus investimentos em inovação tecnológica para os mercados da região Ásia-Pacífico e de outras regiões para buscar oportunidades de crescimento. Aqui no Brasil, os recursos para financiamentos em inovação tecnológica com taxas mais atraentes são feitas pelo BNDES e FINEP”, disse o sócio da KPMG no Brasil, Marcelo Gavioli. “Conforme especificamos em nosso relatório, existem diversas razões para que a mudança seja feita, incluindo incentivos do governo, adoção dos serviços em nuvem, inovações atraentes em mídias móveis e sociais nesses mercados e ecossistemas emergentes correspondentes”.
“A acessibilidade de capital para ajudar a estimular a inovação na China reflete que o consumismo no país está estimulando as empresas de tecnologia a ser mais inovadoras para atender a demanda do consumidor,” disse líder da prática de tecnologia da KPMG na China, Edge Zarrella. “Particularmente, devemos estar atentos à inovação em aplicativos móveis e em aplicativo de Data Analytics”.

Os Estados Unidos, a China e o Japão são os mais promissores em termos de inovação
Os respondentes continuaram a acreditar, assim como em anos anteriores, que os Estados Unidos (30%) e a China (24%) são os mais promissores em termos de avanços importantes na tecnologia disruptiva que causarão um impacto global. Contudo, o Japão passou da quinta para a terceira posição (9%) da lista, seguido por Israel (8%) e Coreia e Índia (ambos com 6%). Esses países também estão no topo da lista de cidades que deverão ser vistas como os principais centros de inovação em tecnologia nos próximos quatro anos. Quando foi solicitado que identificassem as cidades, além do Vale do Silício, os líderes empresariais do setor selecionaram essas dez principais cidades: Xangai, Tóquio, Pequim, Nova Iorque, Seul, Londres, Mumbai, Tel Aviv, Hong Kong e Boston, Nova Deli e São Francisco (havendo um empate entre essas três últimas cidades).
“Os centros de tecnologia emergentes do mundo inteiro estão gradualmente descobrindo como reinventar o modelo americano para as inovações disruptivas. Essa cultura criativa atraente e que assume riscos pela qual os Estados Unidos ganha o respeito do mundo inteiro poderá nunca desaparecer,” disse Matuszak.

Outras constatações da pesquisa

A pesquisa sobre inovação deste ano também identificou o aumento de impressoras 3D, Internet das Coisas (Internet of Things – IoT) e TI em biotecnologia/saúde como tecnologias disruptivas. Elas estão entre aquelas que estão crescendo gradativamente e ganhando força, quebrando assim paradigmas dentro dos setores e possibilitando novos modelos de negócio. As constatações também destacaram o contínuo impacto dos serviços móveis e dos serviços na nuvem e o estável aumento dos dados e da análise lógica (Analytics) e da inteligência artificial.

Sobre a Pesquisa Global de Inovação em Tecnologia 2014 da KPMG

Realizada no período de julho a setembro de 2014, ela contou com a participação de 768 executivos de negócio do mundo inteiro, cujas organizações tinham como foco o espaço tecnológico, 25% dos respondentes estavam na região das Américas, 47% na região da Ásia-Pacífico e 28% na região da Europa, Oriente Médio e África. Dos respondentes, 17% estavam localizados nos Estados Unidos e 14% na China.

Links da pesquisa:

https://techinnovation.kpmg.chaordix.com/survey/2014

https://techinnovation.kpmg.chaordix.com/static/docs/TechInnovation2014-Part1.pdf

https://techinnovation.kpmg.chaordix.com/static/docs/TechInnovation2014-Part2.pdf

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Feira de Cantão, na China, impressiona empresários brasileiros por organização

O empresário Carlos Drechmer, da empresa de tecnologia Acom Sistemas, esteve na edição 2012 da gigantesca Feira de Cantão na China. Ele viajou acompanhado de outros empresários brasileiros para entender melhor o modelo chinês de produção e de fazer negócios. Ele conta que os chineses conseguem realizar um evento empresarial muito grande e também muito organizado. Mas alerta que o empresariado brasileiro não pode enxergar os produtos chineses apenas como oportunidades para simples aumento de margens de lucro no Brasil. Acompanhe a entrevista em vídeo.

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