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Black Friday com segurança nas compras on-line

Este ano, devido à Covid-19, as compras pela internet relativas à Black Friday, que acontece no dia 27 de novembro, deverão ser bem mais intensas. Para evitar dissabores e aproveitar com tranquilidade as promoções, Oscar Zuccarelli, Gerente de Segurança da Informação da Certisign, recomenda alguns cuidados importantes.

O primeiro deles é checar se a loja virtual é verdadeira. “Em épocas de alta no comércio, como a Black Friday, os ataques de Phishing crescem exponencialmente. Criminosos produzem páginas semelhantes às verdadeiras para roubar dados pessoais e financeiros. Para levarem as vítimas até esses sites, usam mensagens instantâneas, e-mails e SMS com ofertas espetaculares estimulando o clique”.

Segundo Zuccarelli, os e-commerces verdadeiros são protegidos por um Certificado Digital SSL, que garante uma navegação segura e a autenticidade do site. Para checar a presença deste protocolo de segurança é preciso conferir se o HTTP tem um S, portanto HTTPS, e depois clicar no cadeado na barra do navegador para ver se o SSL foi, de fato, emitido para a página em que você está navegando.

“Ao clicar no cadeado aparecerão as informações do domínio para qual o SSL foi emitido. A verificação é fundamental porque alguns criminosos protegem seus sites falsos com o SSL para confundir ainda mais o internauta. Se, por exemplo, você estiver na página lojaabc.com.br e o SSL foi emitido para cbaloja.com, melhor desistir da compra. A página é falsa”.

Outra dica é: ao receber uma oferta por meio de um link, não clique nele. Acesse a loja virtual diretamente do seu navegador para validar se as promoções são verdadeiras.

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O que podemos aprender com os contadores

Por Bruno Portnoi

Muitos podem não saber, mas o contador, celebrado neste 22 de setembro, têm contribuído, cada vez mais, não apenas para o aprimoramento da gestão e governança corporativa, como para a transparência e integridade, anseios irreversíveis da sociedade contemporânea. Exemplo muito claro da relevância e ampliação do significado de seu trabalho verifica-se no cenário da pandemia da Covid-19, que desestabilizou pessoas e empresas de seus eixos.

Hoje, em todas as frentes, seja atuando na preparação de balanços contábeis, no atendimento a pessoas físicas ou desempenhando a função de auditores independentes, os contadores operam cada vez mais como consultores e orientadores de boas práticas. Muito do tempo que despendiam anteriormente com tarefas manuais (como as entregas fiscais), converteu-se em conhecimento, capacidade analítica e crítica e melhor uso de suas habilidades – indispensáveis neste momento atípico que vivemos, no qual as tomadas de decisão devem ser rápidas e assertivas.

Parte desses créditos vai para o Certificado Digital, que aplica-se de maneira muito adequada e pertinente à contabilidade, conferindo praticidade e segurança no cumprimento de obrigações tributárias e acessórias de empresas, à declaração do Imposto de Renda de Pessoas Físicas, à interação com autoridades e organismos reguladores, assinatura digital de documentos, além de outros benefícios. Por meio desta tecnologia, essas interações podem ser feitas no meio virtual, com apenas alguns cliques e total respaldo jurídico.

Sem dúvidas, o cenário atual é de desafio imenso para os contadores. Felizmente, os profissionais e empresas do setor, em mais uma demonstração do grau de excelência que a atividade atingiu no País, têm conseguido fazer frente à inusitada demanda, fazendo o possível para contornar e enfrentar crise sem precedentes. Mais do que nunca a contabilidade foi sinônimo de resiliência e com certeza, depois que tudo isso passar, assim será lembrada. Diante de tudo isso, é nosso dever parabenizar os contadores por este dia e agradecer-lhes por toda a dedicação ao ofício.

Bruno Portnoi, Diretor de Marketing e Vendas da Certisign

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Certisign cria área de Inteligência Artificial sob o comando de Marcelo Câmara

A Certisign, especialista em soluções digitais, anuncia nova área de Inteligência Artificial sob a liderança de Marcelo Câmara. Com o cargo de Chief Artificial Intelligence Officer, Câmara será o responsável pelas iniciativas envolvendo esse conceito, incluindo Machine Learning e automação nos processos existentes e em novos produtos. Além disso, deve auxiliar a ampliar a cultura de dados na companhia.

“Estou bastante entusiasmado com este desafio. A Certisign é a maior do segmento de Certificação no Brasil desde a sua criação e vamos trabalhar agora para torná-la referência, também, em identificação digital e provedora de soluções inteligentes para os atuais e novos clientes. Há uma infinidade de oportunidades que vamos avaliar, estruturar e colocar em prática ao longo dos próximos meses”, comenta.

Com mais de 25 anos de experiência em inovação, segurança da informação e inteligência artificial, o executivo ficou amplamente conhecido por seu trabalho no desenvolvimento, implementação e sustentação da BIA, a assistente digital do Banco Bradesco, case referenciado mundialmente.

Além do Banco Bradesco, Marcelo já passou por importantes instituições, como a Febraban, quando foi Diretor Setorial da área de Prevenção a Fraudes.

Time reforçado

Marcelo atuará sob o comando de Ramon Coronado, Diretor Técnico e de Operações (antes Microsoft), e, também, nos projetos de Bruno Portnoi, Diretor de Marketing e Vendas (antes Sascar, pertencente ao grupo Michelin, e Vivo) – ambos contratados há menos de um ano. “É um novo momento para a Certisign. Nós, que sempre fomos referência no mercado de Certificação Digital, estamos caminhando para nos tornarmos uma empresa ainda maior em outros setores da tecnologia, sempre pensando em oferecer ao cliente uma experiência simples e segura, além de produtos inovadores”, finaliza Bruno Portnoi.

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Black Friday 2019: especialista dá dicas de como não cair em golpes na hora das compras on-line

Não é segredo que o comércio eletrônico está “nas graças” dos brasileiros; sendo esse, certamente, um dos fatores que fizeram com que a Black Friday se tornasse uma das datas mais relevantes do varejo nacional. Segundo a pesquisa da Ebit|Nielsen, Webshoppers 40, 36% da população do Brasil é Digital Buyer, ou seja, faz compras on-line. Na mesma medida em que cresce o interesse dos brasileiros pelo e-commerce, aumenta a quantidade de mal intencionados na web, que se aproveitam de datas como esta para aplicar golpes. Oscar Zuccarelli, gerente de Segurança da Informação da Certisign, empresa especializada em Identificação Digital, dá dicas de como não cair em armadilhas e aproveitar sem medo as ofertas da Black Friday.

Identifique a presença do Certificado SSL

O Certificado Digital SSL garante total segurança no ambiente on-line, pois criptografa os dados em tráfego, impedindo-os que sejam interceptados. Os sites protegidos, que têm o SSL, exibem a letra “S” depois da palavra HTTP na barra de endereços, ficando HTTPS, e cadeado fechado. Além disso, possuem o Selo de Segurança, como o do Site Seguro, que, na maior parte dos casos, fica aplicado no rodapé da página do site.

Duvide de ofertas mirabolantes

Na época da Black Friday promoções não faltam e alguns descontos são mais convidativos do que outros. Porém, os preços devem ser dignos de desconfiança quando são extremamente abaixo do praticado no mercado. Por exemplo: se uma televisão de 50”, de LED, custa, normalmente, entre R$ 1700 e R$ 2000, dificilmente ela será ofertada por R$ 200. Por isso, é importante que o consumidor evite clicar em links ou e-mails que estejam “chamando” para estas ofertas, mesmo que, aparentemente, sejam de lojas conhecidas. O ‘Phishing’ é uma prática criminosa que consiste em divulgar ofertas em sites falsos para capturar dados.

Atente-se aos detalhes

Os criminosos utilizam não somente valores absurdos para chamar a atenção de consumidores ávidos por bons preços, mas, também, fazem cópias quase perfeitas de sites de lojas famosas. Por isso, é importante que o cliente fique atento aos detalhes da página, como o nome que está na barra de endereço, checando possíveis erros de português. Outra questão é o Selo de Segurança, pois os sites operados por fraudadores costumam ter apenas a imagem aplicada. Desta forma, é preciso que o internauta clique em cima do Selo e confira as informações do Certificado SSL emitido para o endereço web em questão.

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Certificado Digital já pode ser emitido na nuvem com validade de cinco anos

O Certificado Digital, conhecido por viabilizar transações no meio eletrônico com validade jurídica e total segurança, agora, também pode ser armazenado na nuvem e com validade de cinco anos. A novidade é uma exclusividade da Certisign, a primeira Autoridade Certificadora privada credenciada pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) como Prestadora de Serviço e Confiança (PSC), o que a autoriza emitir o Certificado neste formato.

Chamado remoteID, e disponível com as validades de 12, 36 e 60 meses, ele é mais uma opção para o armazenamento do Certificado Digital, e a grande vantagem em relação aos demais tipos está em sua facilidade de uso. “O remoteID pode ser acessado de forma rápida, segura e de qualquer lugar e a qualquer hora, proporcionando ao titular mobilidade e praticidade”, explica Maria Teresa Aarão, Diretora de Inovação em Produtos e Mercados da Certisign.

Segundo a executiva, a possibilidade de poder gerenciar o ciclo de vida do Certificado e rastrear em qual dispositivo foi utilizado também são diferenciais. “Também é possível redefinir a senha, acompanhar a validade, entre outros detalhes importantes, como a possibilidade de adquirir a versão de cinco anos “.

Mobilidade

O Certificado na nuvem, de acordo com Maria Teresa, é, principalmente, ideal para quem assina grandes volumes de documentos e que, portanto, precisa ter a tecnologia disponível 24 horas por 7 dias da semana sem ter que carregar consigo mídias. Para usar o remoteID, é necessário apenas que o usuário tenha acesso a uma conexão de internet.

“Por estar na nuvem, o titular pode usá-lo sempre que necessário, sem ter que se preocupar de estar com seu computador ou celular, por exemplo. De qualquer dispositivo, ele acessa o Certificado e pode dar andamento ao processo em questão. E o melhor: sem instalar drivers ou realizar atualizações. É prático, seguro e dinâmico”.

Autenticação de segundo fator

Para os usuários da tecnologia, que são temerosos em relação à segurança do armazenamento na nuvem, ela explica que o remoteID tem duplo fator de autenticação. “Além da senha PIN, o acesso ao Certificado é controlado também por um código de tokenização, assim como ocorre nos aplicativos de banco”.

Nas empresas

Por fim, a diretora destaca que as empresas de todos os segmentos podem se beneficiar com esse novo modelo da tecnologia, principalmente aquelas que possuem colaboradores circulando entre diferentes filiais, como os hospitais e companhias de engenharia, por exemplo. “O remoteID resolve a questão da mobilidade e da disponibilidade. Um médico, por exemplo, pode acessar seu Certificado de diferentes unidades de um mesmo hospital”.

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Novo serviço biométrico é capaz de validar a identidade de 70 milhões de pessoas e reduzir fraudes

Especialista em identidade digital, a Certisign lança, no CIAB Febraban, o “Certibio FaceCheck” que permite a validação de identidade de pessoas por meio da biometria de face. O evento acontece entre 12 e 14 de junho, no Transamérica Expo Center.

“Os principais benefícios do Certibio FaceCheck são a redução de fraudes de identidade e a maior conveniência para os consumidores, no momento de executar uma transação”, explica Igor Rocha, diretor da Certibio. “A falsificação de documentos é um crime cometido contra todas as classes sociais e quando uma pessoa tem sua identidade comprometida, o prejuízo não é apenas financeiro. Sua reputação de bom pagador também fica manchada”, pondera.

O Certibio FaceCheck usa o número do CPF como referência e compara a foto da pessoa, tirada ao vivo, com a foto existente no cadastro de motoristas habilitados, retornando um percentual de similaridade que indica se o CPF informado pertence mesmo ao indivíduo consultado.

O novo serviço é resultado de uma avançada tecnologia de biometria de face desenvolvida pela Certisign e de um acordo de cooperação técnica estabelecido com o Serpro. Também conta com avançado recurso de liveness detection, que dificulta a utilização de fotos e vídeos com imagens de face para burlar o sistema.

O executivo da Certisign salienta que o serviço não acessa nenhuma informação das pessoas. “O indivíduo, ao ser consultado, precisa informar seu CPF e permitir que sua foto seja tirada. A resposta é tão somente um percentual de similaridade”, acrescenta.

O uso dessa tecnologia deverá diminuir os prejuízos de comerciantes e instituições financeiras, reduzindo de modo significativo a possibilidade de êxito dos falsificadores que usam documentos de cidadãos de bem para fraudar as operações. Os consumidores também ficarão mais protegidos contra o uso indevido de suas identidades para a aquisição ilegal de bens e serviços e transações financeiras.

Trata-se ainda de um passo importante para viabilizar operações totalmente digitais, como abertura de contas bancárias online, crediário no e-commerce e empréstimos pessoais via aplicativos, que exigem uma identificação segura e confiável das pessoas.

Rocha destaca que, ao reduzir o número de fraudes, a ferramenta poderá contribuir, a médio e longo prazo, para baratear o custo das operações de crédito no Brasil. Atualmente, parcela considerável dos juros aplicados em empréstimos ou financiamentos visa cobrir eventuais prejuízos provocados pelas fraudes nessas operações.

O Certibio FaceCheck está disponível para integração com os Aplicações Web e App’s dos clientes através de SDK para Android e iOS, API e Webservices. Há também um App pronto que permite fazer a validação de identidade em smartphones Android e iOS.

Para mais detalhes acesse a página www.certibio.com.br.

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Certificado digital reduz consumo de água

Implementada em 2006 a emissão de notas fiscais eletrônicas contribuiu para econômia de cerca de 180 bilhões de litros de água

Comemorado em 22 de março, data oficial da ONU, o Dia Mundial da Água estimula e destaca soluções para racionalizar o consumo e preservar os mananciais hídricos. Entre as criações empresarias, está o Certificado Digital, documento de identidade no meio eletrônico, que permite migrar processos físicos para o digital sem o uso do papel, que demanda muita água para a sua produção. Nesta linha, um dos principais casos de sucesso está a implementação da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), que aconteceu em 2006, a qual utiliza a Certificação Digital para garantir a autenticidade das informações e eliminou o uso do papel no processo.

Os números

Para cada sulfite ou A4 que deixa de ser utilizado, por meio da substituição de um documento impresso por um digital, são economizados 10 litros de água, que seriam necessários para a produção da folha, conforme dados do Water Footprint Network (WFN). Voltando a questão das notas fiscais, segundo informações do site da nfe.fazenda, desde a sua implementação, foram emitidos 18 bilhões de documentos digitais, o que representa a economia de 72 bilhões de folhas de papel, já que a versão impressa, em média, tinha quatro vias.

Na ponta do lápis

Esse volume, multiplicado pelos 10 litros por folha calculados pelo WFN, significa uma economia de 180 bilhões de litros, ou 180 milhões de metros cúbicos de água.

Tecnologia pode ser usada em outros processos

De acordo com Julio Cosentino, vice-presidente da Certisign, Autoridade Certificadora líder na América Latina, o Certificado Digital também pode ser usado para assinatura de documentos. “A cada uso ele gera uma assinatura digital que tem o mesmo valor jurídico da manuscrita. Ou seja: contratos, procurações, petições, entre outros documentos, podem ser formalizados sem papel e sem caneta. Além de contribuir com a preservação do meio ambiente, a tecnologia proporciona às empresas que a adota eficiência operacional e redução de custos, afinal processos digitais são mais ageis e menos custosos”.

Dia Mundial da Água

A data foi instituída na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento de 1992, passando a ser comemorada oficialmente em 1993. Seu objetivo é disseminar a consciência sobre a importância da água e a necessidade de conter o desperdício e usá-la de modo racional.

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TI brasileira participa do MWC 2018

Com os objetivos de gerar novos negócios e também mapear tendências e inovação em Internet das Coisas (IoT), o Brasil estará presente uma vez mais ao Mobile World Congress (MWC). O maior encontro mundial da indústria móvel começou ontem (25) em Barcelona, na Espanha, e prossegue até a próxima quinta-feira, 1º de março.

Em mais uma ação do Brasil IT+, iniciativa de cooperação desenvolvida pela Softex e pela Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), 17 empresas de software e serviços de tecnologia da informação estarão presentes ao evento pelo quinto ano consecutivo.

“O MWC projetará para o mundo a proposta de valor das soluções móveis desenvolvidas no Brasil e que estão totalmente aderentes às últimas tendências em BI, Big Data e inteligência artificial, pilares da revolução tecnológica d IoT”, destaca Ruben Delgado, presidente da Softex. Ele acompanhará a delegação nacional e também o Secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Thiago Camargo.

Os visitantes do estande Brasil IT + encontrarão um portfólio robusto e diversificado integrado por soluções de segurança e criptografia produtos de conteúdo para operadoras e plataformas de mídia digital. O espaço contempla sala de reuniões para encontros formais e um longe para encontros casuais e apresentações rápidas.

Irão compor o pavilhão brasileiro no MWC 2018 BRQ, Bwtech, Certisign, Control Informática, EiTV, EveryTI, Icaro Tech, MT4, MC1, Navita, RocketChat, Senior, Sikur, Tokenlab, Vortigo, W5 e a Wavy, recentemente criada pelo Grupo Movile.

“Projetamos cerca de U$ 30 milhões em negócios para empresas participantes nos próximos 12 meses, o que representa um retorno de 80 vezes sobre o investimento aportado pelos envolvidos nesta ação do Brasil IT+”, conclui o presidente da Softex.

Reuniões de negócios já estão pré-agendadas com players globais que visitarão o estande. A agenda contempla também visitas à Qualcomm e à operadora de telefonia francesa Orange e a apresentação de conteúdos da Oracle, Ericson e Banco do Brasil, além de representantes do MCTIC e do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) explicando o Plano Nacional de IoT.

Considerado o principal encontro mundial da indústria de comunicação móvel, o MWC recebeu no ano passado mais de 108 mil visitantes e tem confirmada a participação de 2.300 expositores de 40 países.

Brasil IT+ no Mobile World Congress

Data: 25 de fevereiro a 1 de março
Local: Fira Gran Via – Av. Joan Carles I, 64 – Barcelona
Estande: Hall 8.1 E11

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Formalização de negócios por meio da assinatura digital – Por Roni de Oliveira Franco

Com a correria do dia a dia, cada minuto que conseguimos economizar do nosso tempo e o dedicamos a outra tarefa, seja profissional, seja pessoal, é importante. Falar assim parece clichê? E é, mas não deixa de ser a mais pura realidade em todo o mundo. Hoje, tudo o que é feito e pensado para otimizar o tempo, sem prejudicar a rotina empresarial, é muito valorizado.

E, por isso, muitas empresas estão mudando um processo que parece ser simples, mas que demanda bastante tempo de vários profissionais, o de assinatura de contratos. Você pode estar pensando: vários funcionários? Sim, porque a assinatura manuscrita não envolve somente o signatário. Ela demanda a compra, a impressão, o manuseio, a assinatura em si, o envio físico à outra parte interessada e o armazenamento do documento. E como essas companhias estão otimizando suas rotinas? Migrando esse processo para o digital.

As corporações, cada vez mais, usam o Certificado Digital para assinar contratos e demais documentos. E se a assinatura é feita por meio do Certificado, não há todas as etapas mencionadas referentes ao processo físico. Isso porque a cada uso do Certificado é gerada uma assinatura digital que tem mesmo valor jurídico da manuscrita garantido pela legislação brasileira. Ou seja: o papel dá espaço ao arquivo eletrônico e a caneta para o Certificado Digital.

Certo. Mas como uma empresa pode formalizar um contrato com uma outra que não tem Certificado Digital? Cerca de 25% das companhias, até mesmo as pequenas, já têm Certificado, porque o utilizam para o envio das obrigações fiscais. Esse dado deixa claro que migrar da assinatura manuscrita para a digital é muito mais uma questão de hábito do que de tecnologia.

Já pensou que maravilha poder formalizar um contrato estando na China e o seu parceiro aqui no Brasil? Ou ainda em alto mar? Com o Certificado é possível. Em 2013, durante uma travessia pelo atlântico, o velejador Beto Pandiani assinou digitalmente um contrato de patrocínio. Ele acessou o portal de assinaturas e com poucos cliques realizou a transação.

Outro exemplo importante é o da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), que modernizou o sistema de assinaturas dos Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado (CCEARs) por meio do portal de assinaturas, onde esses e outros documentos podem ser assinados digitalmente via o Certificado Digital.

Em seis meses, foram assinados, aproximadamente, cinco mil contratos, que envolveram 141 empresas. O uso do Certificado Digital e do portal geraram uma economia de 35% devido à redução do uso de papel, deslocamentos e autenticações. E não parou por aí. A eficiência operacional melhorou também: antes, a formalização de um contrato demorava, em média, quatro dias e, agora, apenas um.

Quando o Certificado Digital é utilizado para a formalização de contratos o ganho é enorme para todos. As empresas envolvidas na transação reduzem custos e melhoram sua eficiência operacional. E qual é valor de conquistar isso em tempos de crise? Imensurável.

Roni de Oliveira Franco é diretor Administrativo da Certisign.

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Certisign lança serviço de assinatura eletrônica

A Certisign, empresa líder em Certificação Digital na América Latina e especialista em Identificação Digital, lança ao mercado o serviço de assinatura eletrônica, modalidade que viabiliza a formalização de transações no meio digital, sem caneta e papel, mas com validade legal.

“Somos especialista em identificação digital e, por isso, ampliamos o nosso portfólio de serviços ofertando mais essa possibilidade aos nossos clientes e futuros clientes”, explica Maria Teresa Aarão, diretora de Inovação em Produtos e Mercados da Certisign.

A assinatura eletrônica é gerada a partir da grafia de uma assinatura na tela de um dispositivo (computador, celular e tablet) e tem eficácia probatória de acordo com as evidências colhidas, como a geolocalização, voz, imagem, entre outros critérios. Segundo Maria Teresa, ela é indicada para formalizar transações com baixo risco financeiro e de curto prazo.

O novo serviço está disponível em duas modalidades: por meio do portal de assinaturas, onde o cliente pode submeter o arquivo e realizar a transação, ou via API (Application Programming Interface), indicado para empresas que desejam integrar a tecnologia em seus sistemas.

Benefícios

A assinatura eletrônica permite migrar processos realizados no meio físico para o digital, como o de assinatura de recibos de entrega, aceite de propostas, contratos de serviços e financiamentos, entre outros.

“Todo documento que implique o consentimento e que formalize uma situação a qual já tenha sido registrada por sistema, telefone, SMS, e-mail, ou qualquer outro meio eletrônico, pode ser assinado eletronicamente. Como consequência, há redução de custos e melhora a eficiência operacional, pois não é preciso imprimir vias e mais vias de papel, transportar documentos, ter espaço para o armazenamento físico, entre outros”.

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Entrega da RAIS: Certificado Digital é necessário para empresas com mais de 11 funcionários

No dia 17 de janeiro começa a temporada de entrega da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais), ano-base 2016. As informações devem ser transmitidas até o dia 17 de março e as empresas que possuem mais de 11 empregados precisam utilizar o Certificado Digital ICP-Brasil e-CPF ou e-CNPJ para o envio dos dados. Para as demais, a utilização do Certificado é facultativa.

Certificado precisa estar válido

De acordo com Leonardo Gonçalves, diretor de Varejo e Canais da Certisign, para evitar contratempos é preciso checar a data de validade do Certificado Digital. “Por se tratar de um documento de identificação, o Certificado tem validade, assim como a CNH e o passaporte. Se expirado, ele perde totalmente as funcionalidades”.

Quem é obrigado a enviar a RAIS

Entre os obrigados a enviar a RAIS, segundo informações do site RAIS.GOV, estão: todos os empregadores, conforme definidos na CLT; todas as pessoas jurídicas de direito privado, inclusive as empresas públicas domiciliadas no País, com registro, ou não, nas Juntas Comerciais, no Ministério da Fazenda, nas Secretarias de Finanças ou da Fazenda dos governos estaduais e nos cartórios de registro de pessoa jurídica; empregadores urbanos pessoas físicas (autônomos e profissionais liberais) que mantiveram empregados no ano-base; entre outros.

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3 passos para formalizar contratos no meio eletrônico

Assinar contratos no meio eletrônico sem caneta e papel já é uma realidade. Veja 3 passos para o migrar o processo de assinatura de contratos da sua empresa para o digital.

1. Qual escolher: assinatura digital ou eletrônica?

Depende. “A escolha está relacionada ao nível de risco e valor da operação”, explica Maria Teresa Aarão, diretora de Inovação em Produtos e Mercados da Certisign, Autoridade Certificadora especialista em Identificação Digital.

A assinatura digital é indicada para formalizar contratos com alto risco financeiro e de longo prazo. Já a eletrônica pode ser usada para formalizar acordos com baixo risco financeiro e de curto prazo.

2. Entende as diferenças entre as assinaturas

Assinatura digital: é gerada a partir do uso do Certificado Digital ICP-Brasil e tem valor jurídico assegurado pela legislação brasileira – Medida Provisória 2200-2.

Assinatura eletrônica: é gerada a partir de um clique ou da assinatura manuscrita na tela touch de um dispositivo móvel e tem eficácia probatória de acordo com as evidências colhidas no momento da captura.

3. Opte por uma boa plataforma

Por trás do upload do documento e da assinatura é preciso ter um sistema robusto com múltiplas funcionalidades para usufruir de todos os benefícios de ter o processo no digital. O Portal de Assinaturas é uma opção. A plataforma permite a criação de fluxos, envia notificações, gera evidências da assinatura, controla integridade dos documentos e das assinaturas, entre outras funcionalidades. É possível experimentar gratuitamente e assinar documentos, por exemplo, por meio do Certificado Digital no celular, mais conhecido como mobileID.

Fonte: Certisign

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