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Celular torna-se o principal dispositivo de acesso à Internet, aponta Cetic.br

A pesquisa TIC Domicílios 2015 do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), realizada anualmente pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), mostra que em 2015 o telefone celular ultrapassou o computador como dispositivo mais utilizado para o acesso à Internet.

Entre os usuários da rede que correspondem a 58% da população com 10 anos ou mais, 89% acessam a Internet pelo telefone celular, enquanto 65% o fazem por meio de um computador de mesa, portátil ou tablet. Na edição anterior, eram 80% pelo computador e 76% pelo telefone celular.

Em 2015, 35% dos usuários de Internet acessaram a rede apenas pelo telefone celular, sendo que em 2014 essa proporção era de 19%. O uso exclusivo pelo telefone celular ocorre especialmente entre os usuários de classes sociais menos favorecidas e aqueles da área rural. Um exemplo disso é que, entre os indivíduos de classes DE, 28% utilizam Internet, e a maioria deles (65%) usa a rede apenas pelo telefone celular. O mesmo acontece com as áreas rurais: 34% da população dessas áreas é usuária de Internet, e a maioria dessas pessoas (56%) utiliza apenas pelo celular.

Esta realidade coloca desafios importantes para o desenvolvimento de habilidades digitais requeridas para a nova economia digital. Entre os usuários de Internet que acessam apenas por telefone celular, a proporção dos que realizam atividades online, relativas ao trabalho ou a governo eletrônico, por exemplo, é menor do que aqueles usuários que acessam a rede também por computadores.

“As atividades de maior valor agregado são justamente as mais requeridas pela nova economia digital. No entanto, elas pressupõem habilidades digitais mais complexas, que vão além do uso instrumental das aplicações corriqueiras como as de rede social ou de envio de mensagens, demandando uma maior apropriação das novas tecnologias e aplicações. Neste sentido, o computador desempenha um papel fundamental para apropriação efetiva das tecnologias digitais pelos cidadãos — o que fica mais difícil para aqueles que somente acessam a rede pelo celular. É a partir da combinação do uso de diversos dispositivos, cada um com suas peculiaridades, e de aplicativos de maior complexidade que se possibilita o desenvolvimento de habilidades digitais mais sofisticadas”, reforça Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br.

Acesso ao computador e Internet nos domicílios

Ainda de acordo com a nova edição da pesquisa TIC Domicílios 2015, a proporção de domicílios com acesso ao computador (50%) e a de domicílios com acesso à Internet (51%) permaneceram estáveis em relação a 2014. Nos domicílios da classe A, o acesso à Internet encontra-se praticamente universalizado.

Os padrões de desigualdade socioeconômica e regional destacados pela série histórica da TIC Domicílios continuam visíveis na 11ª edição da pesquisa: na classe DE apenas 16% dos domicílios estão conectados à Internet, e na área rural esta proporção é de 22%, permanecendo muito abaixo dos 56% dos domicílios de áreas urbanas. Aproximadamente 30 milhões de domicílios das classes C e DE estão desconectados, o que representa quase a metade do total de domicílios brasileiros. “A Região Sudeste tem tanto a maior proporção de domicílios conectados quanto a maior quantidade em números absolutos de domicílios desconectados, o que corrobora que, mesmo nos grandes centros urbanos, questões de infraestrutura e socioeconômicas influenciam fortemente a possibilidade de acesso. A pesquisa também aponta a presença do tablet como computador exclusivo nos domicílios de baixa renda, sugerindo que este dispositivo seria a alternativa mais barata”, explica Barbosa.

Importância cada vez maior do acesso sem fio via redes Wi-Fi

Entre os domicílios com acesso à Internet 79% tinham Wi-Fi em 2015, um crescimento de 13 pontos percentuais. Esse dado é reforçado pela presença de dispositivos portáteis como notebooks, tablets e celulares, especialmente entre os domicílios de classes sociais mais altas onde a convivência de múltiplos dispositivos é maior.

Além disso, 56% dos usuários afirmam ter utilizado a Internet na casa de outra pessoa (amigo, vizinho ou familiar), fazendo deste local de acesso o segundo mais popular, especialmente entre os usuários de Internet pelo celular. No que diz respeito ao tipo de conexão utilizada pelos usuários de Internet no celular, o acesso via Wi-Fi (87%) ultrapassou o acesso via redes 3G e 4G (72%).

Cresce a proporção de usuários de serviços de Governo Eletrônico

Para a população de usuários de Internet com 16 anos ou mais, a pesquisa TIC Domicílios investiga também o uso de serviços de governo eletrônico em sete áreas, como saúde, educação, impostos e obtenção de documentos etc. Em 2015, a proporção desses indivíduos que procurou informações ou realizou serviços em ao menos uma dessas áreas foi de 59%, o que representa aumento de 9 pontos percentuais em relação ao ano anterior.

O uso desses serviços apresenta diferenças entre os usuários de Internet conforme as suas características socioeconômicas. Os usuários que mais buscaram informações ou utilizaram serviços de governo pela Internet são aqueles com alta escolaridade (81% dos que tem Ensino Superior e 61% dos com Ensino Médio) e renda (86% dos usuários com renda maior que 10 salários mínimos e 77% dos usuários com salário entre 5 e 10 salários mínimos).

Em sua 11ª edição, a pesquisa TIC Domicílios 2015 realizou entrevistas em mais de 23 mil domicílios em todo o território nacional, entre novembro de 2015 e junho de 2016, com o objetivo de medir o uso das tecnologias de informação e comunicação, o acesso individual a computadores e à Internet, atividades desenvolvidas na rede, local de acesso, frequência de uso, comércio eletrônico e governo eletrônico, entre outros indicadores.

Para acessar a pesquisa na íntegra, assim como rever a série histórica, visite http://cetic.br/pesquisa/domicilios/. Compare a evolução dos indicadores a partir da visualização de dados disponível em: http://data.cetic.br/cetic/explore?idPesquisa=TIC_DOM.

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Novo app concede prêmios aos usuários em troca de visualização de publicidade

Com a finalidade de auxiliar usuários de planos pré-pago e controle na economia de gastos, acaba de chegar ao mercado o Mobonus. Disponível para o sistema Android, o aplicativo concede bônus de celular para dados de internet, ligações e envio de SMS, para a mesma operadora, em troca de visualização de anúncios publicitários, ofertas, lançamento de produtos, downloads de jogos e aplicativos, entre outras ações.

Zhen Zhang, idealizador do Mobonus, explica que assim que instalado, o app ficará em execução no smartphone. Dessa forma, toda vez que o dono desbloquear a tela, ele visualizará um novo anúncio. Quando o usuário clica na publicidade ou realiza a ação solicitada ganha uma pontuação, que varia entre 2 e 100. “Com o acúmulo de 210 pontos já é possível fazer a troca por bônus de internet, SMS e ligações para a mesma operadora. Ou seja, as pessoas assíduas conseguirão resgatar o prêmio mais acessível em apenas dois dias”, complementa.

Estimativas de mercado apontam que clientes pré-pagos costumam inserir em média R$ 7 de crédito por semana, totalizando R$ 28 no mês. Ao utilizar o Mobonus, o usuário tem a possibilidade de reduzir em até 50% o gasto mensal na compra de créditos, uma vez que o bônus pode auxiliar no gastos com ligações e envio de SMS para a mesma operadora. “O grande diferencial é que concedemos os prêmios sem mudar a rotina das pessoas. Além disso, possibilitamos que o bônus seja transferido para terceiros, caso seja a vontade do usuário. Futuramente, a ideia é inserir no pacote de prêmios assinaturas de sites e outros produtos do gênero”, informa Zhang.

O executivo ressalta ainda a necessidade de o usuário criar um login no momento em que realizar a instalação do Mobonus, uma vez que se não estiver logado, os pontos automaticamente serão zerados ao final do dia. “Estamos muito entusiasmados com a iniciativa e esperamos alcançar mais de 2 milhões de downloads até o final do ano”, finaliza.

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43% das vítimas de cibercrime no Brasil são da Geração Y

A famosa Geração Y, ou Millennials, é representada por jovens que cresceram com a internet e agora estão assumindo posições no mercado. De acordo com estimativa feita em 2014 pela Catho, 70% da força de trabalho no mundo será composta pelos Millennials em 2025. Essa geração, por se sentir confiante no ambiente online, acredita estar segura ao navegar na internet. Entretanto, de acordo com o novo estudo da Norton[1], os Millennials representaram 43% das vítimas de crimes online em 2014, 4% a mais do que a Geração X.

Isso se deve ao fato de que jovens tendem a se expor mais ao crime online, pois possuem mais dispositivos e perfis sociais, e acreditarem que são imunes a qualquer tipo de ameaça digital – somente 16% acredita ser vítima em potencial. Outros dados sobre pessoas da Geração Y do Brasil, abordados no estudo, dizem que:

• 57% já teve ou conhece alguém que teve o e-mail acessado sem permissão.

• 98% se sente confiante em atualizar configurações de privacidade no celular.

• Somente 47% concorda que usar Wi-Fi público é mais perigoso do que usar banheiros públicos.

• Possui cerca de 6 dispositivos, 2 a mais do que a média da Geração Baby Boomers.

• Acredita que a probabilidade de contrair um vírus de computador é a mesma do que contrair o vírus da gripe em transportes públicos.

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App gratuito ajuda a controlar gastos com ligações pelo celular

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Mobeeli, já disponível na versão Beta, oferece esse e mais serviços como mostrar exatamente, antes da ligação, o quanto o consumidor vai gastar por minuto durante a chamada; e tem como personagem uma abelhinha superdivertida

O Mobeeli nasceu da insatisfação. É fácil perceber como o consumidor brasileiro é insatisfeito com a telefonia móvel no país e não é preciso ir muito longe. Basta entrar na internet, no Facebook, e ver as dezenas de memes que existem fazendo piada com a má qualidade de sinal; basta escutar a conversa de alguém durante o almoço, no transporte público, ou mesmo em um programa de rádio, quando um entrevistado some do ar, porque estava usando o celular; aliás, basta ter um celular.

Os idealizadores do projeto, entre eles o founder Henrique Azevedo, trouxeram de sua bagagem na vivência em outros países, a ideia de desenvolver um aplicativo que pudesse modificar a maneira como o consumidor lida com as operadoras aqui no Brasil. “Como seria impossível modificar todo o sistema e o mercado, entendemos que esta mudança tinha que vir da comunidade”, explica ele.

Mais ligações, menos custos

“O recurso principal do Mobeeli, que já está disponível em versão Beta na Play Store, é mostrar ao usuário sempre a opção mais barata, zelando pelo fator custo x benefício. Por vezes é automático que o consumidor tenha certas manias, por exemplo, ligar para um amigo pelo celular, quando poderia usar o WhatsApp ou Skype. Ou ficar usando o 3/4G na casa de um familiar, quando poderia se conectar ao roteador”, explica Henrique.

Para o usuário que tem um celular dual chip, é possível configurar os dois planos e, na hora de fazer a ligação, escolher o chip 1 ou 2 para ligar, considerando o mais barato – pois o Mobeeli exibe na tela, antes da ligação, quanto aquela ligação vai custar. Assim, o usuário, depois de digitar o número de destino, decide por qual número ligar. A barrade menu superior também permite filtrar e visualizar informações de apenas um dos chips, em uma análise individual.

Confira abaixo as principais funcionalidades do aplicativo:

Fazendo uma ligação: ao instalar o Mobeeli, o usuário cadastra o plano contratado que utiliza, seja de qual operadora for – Vivo, Oi, TIM ou Claro. Ao fazer uma ligação, o aplicativo mostra antes quanto irá custar aquele minuto em reais e quanto o consumidor ainda possui em saldo de franquia (minutos restantes no plano).

Ao encerrar suas ligações pelo aplicativo, ele ainda fica sabendo o total gasto e quanto custou o minuto daquela ligação, que varia de acordo com a operadora, região e telefone do destinatário, se fixo ou mobile.

Chamadas alternativas: o grande diferencial é que se o contato de destino tiver aplicativos como Skype, Viber, Whatsapp, entre outros, ele pode direcionar a chamada para ser feita online. Ou seja, muitas vezes sem custo, especialmente se ele estiver conectado ao wifi, por exemplo.

Para celulares pré-pagos: o usuário pode informar o valor da recarga de créditos e a validade. Pode também cadastrar os bônus oferecidos pela operadora.

O melhor plano: para completar a lista de funcionalidades, o aplicativo exibe na tela qual plano seria mais econômico com base no histórico de uso.

Seu plano: o aplicativo permite também que o usuário identifique se consome realmente tudo o que seu plano de telefonia promete.

Área de estatísticas: essa seção mostra estatísticas baseadas no histórico do usuário, assim ele pode controlar os seus gastos. O módulo página se divide em:

– Minutos por tipo de ligação: informa quantos minutos foram utilizados para cada tipo de ligação, dividido em “mesma operadora”, “outras operadoras” e “telefone fixo”.

– Custo por tipo de ligação: informa o valor total gasto com cada tipo de ligação.

– Custo médio do minuto: em reais (somando todas as ligações, online, off-line e fixo).

– Progressão de consumo por mês: faz um comparativo entre o mês atual e os últimos dois.

A “abelhinha” e o mapa de qualidade

“Quer saber qual operadora tem o melhor sinal na sua casa? O mapa de qualidade da abelhinha pode ajudar! No mapa da qualidade Mobeeli, você pode identificar qual operadora funciona melhor na região que você escolher. Além disso, você também pode ver a avaliação de diversos membros da nossa colmeia. Quanto mais pessoas avaliarem, melhores serão as informações no mapa.”

Essa é a explicação da “abelhinha”, que “desenvolveu o aplicativo junto com os engenheiros”, para uma funcionalidade muito interessante, na qual por uma plataforma colaborativa, os consumidores podem avaliar a qualidade do sinal e chegar a um consenso de regiões mais afetadas por baixa qualidade. Para isso, depende do cooperativismo e que cada usuário faça suas avaliações constantemente.

Como estratégia de comunicação, da mesma forma que a ferramenta, a personagem adotada colabora a favor de sua colmeia, no caso, a sociedade brasileira. E, inclusive, usa uma linguagem mais informal.

“Queríamos mostrar que estamos do lado do consumidor. E a abelha surgiu em associação ao nome, Mo-bee-li – que remete ao mobile – e que também dá essa ideia de colaboração, como funciona para as abelhas”, finaliza Henrique.
Já disponível na Play Store, o Mobeeli tem previsão de chegar para Windows Phone e IOS até o primeiro semestre de 2016.

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Mobilidade e vendas: Uma pessoa consulta seu celular de 150 a 200 vezes por dia!

Utilizar os dispositivos móveis como uma ponte entre o mundo digital e as lojas físicas é um dos temas mais discutidos no NRF 2015. O painel “The Mobile Shift: Using Mobile Moments to Influence and Drive Commerce”, apresentado por Julie Ask, Vice Presidente da Forrester Research, foi totalmente dedicado a esta questão.

Para ela, não adianta simplesmente construir uma presença digital e esperar que as pessoas acessem. Não se pode apenas criar um destino ou um endereço eletrônico. É preciso ir atrás dos consumidores.

Segundo pesquisas da Forrester, todas as pessoas dão uma conferida no celular de 150 a 200 vezes por dia. Essas situações são o que Julie chama de “mobile moments”, ou momentos gerados pela mobilidade. Cada um desses momentos representa uma oportunidade de se conectar com o cliente, nem que seja através de simples notificações ou sinais de áudio. O problema é que a maioria das empresas não tem uma estratégia para conseguir aproveitar esses momentos. “Somente 4 % das empresas que pesquisamos têm os recursos necessários para atender as necessidades digitais do cliente”, afirma Julie. “Trata-se de uma tarefa dificílima, pois a expectativa do cliente é ter aquilo que ele quer imediatamente”.

Segundo o estudo da Forrester, 21 % dos clientes querem fazer tudo pelo celular. Daqui a dois anos, esse número vai subir a 50 % dos consumidores”. Os varejistas têm esse grande desafio pela frente. Mas, por outro lado, precisam entender como as necessidades de um determinado cliente também muda de acordo com o tem. Tome-se o caso de alguém que tenha uma viagem marcada de avião. Duas semanas antes, através de seu aplicativo, a pessoa reserva sua passagem. Dois dias antes, por exemplo, é possível trocar o assento ou pedir um upgrade. No dia da viagem, a necessidade passa a ser diferente – descobrir onde estão as lojas e lanchonetes no aeroporto ou mesmo a direção certa para o portão de embarque. Já durante o voo, aquela pessoa quer saber a que horas o avião vai pousar e outras informações.

Todos esses pontos de contato precisam ser trabalhados pelas empresas. Os benefícios, segundo Julie Ask, são os seguintes:

+ O Marketing mobile estimula compras por impulso – a Wtso, revendedora digital de vinhos, criou uma estratégia de mensagens eletrônicas e chegou a aumentar suas vendas em 70 % durante as ações.

+ A influência que vem dos usuários de smartphones é importantíssima. O impulso online pode elevam o fechamento da venda em 15 %.

+ As promoções em dispositivos móveis podem mexer seriamente com o comportamento dos consumidores. Uma fabricante de artigos esportivos recentemente mandou uma mensagem eletrônica aos frequentadores de um shopping, avisando que eles teriam direito a um desconto de 99 % sobre qualquer produto da loja. Havia, porém, uma pegadinha: o desconto iria diminuir à razão de um ponto percentual por segundo, o que provocou uma correria no local. O recorde foi de um rapaz que conseguiu um desconto de 87 %.

Para Marcos Gouvêa de Souza, diretor geral da GS&MD, os movimentos relativos ao crescimento inexorável das ações de marketing dos dispositivos móveis fazem parte de um processo mais amplo. “Estamos nos primórdios da Ominiera, um processo disruptivo que se iniciou com o surgimento dos multicanais dentro do varejo. Esse processo avança para uma transformação estrutural da sociedade e dos mercados com aumento da vantagem competitiva das empresas, marcas e negócios que estabelecem, cultivam e praticam a cultura do omnirelacionamento nos ambientes tradicional e digital”, afirma. “Estar nesse jogo já não é uma questão de escolha”.

A GS&MD ainda realizará os pós- NRFs nas seguintes datas:

03 de fevereiro – Rio de Janeiro

05 de fevereiro – São Paulo

10 de fevereiro – Recife

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Como bloquear contatos no e-mail e telefone e se livrar do spam

A internet nos permite nos comunicar com outras pessoas no mundo, enquanto tivermos acesso à Web. Há muitos benefícios, mas também muitos incômodos, um deles é alguém indesejável entrar em contato com você.

Mas existem tecnologias capazes de bloquear pessoas indesejáveis que tratam de contatá-lo on-line e no seu telefone. Quer saber como podemos bloquear pessoas on-line e no telefone?

Controles do Spam de correio eletrônico incorporado

Se você utiliza um serviço de e-mail popular, como Gmail ou Yahoo, há uma opção para bloquear um endereço de e-mail específico para que não possa contatá-lo novamente. Colocando um correio eletrônico como Spam, o remetente será bloqueado automaticamente, além de ser enviado ao fornecedor de correio eletrônico para que possam investigar mais a fundo as mensagens daquele endereço.
Você também pode criar filtros no Gmail e Yahoo, assim os e-mails de contatos não desejados são enviados a uma pasta ao invés de ser eliminados diretamente.

Funcionalidade de bloqueio de contatos nos telefones celulares

Com o iOS7, a Apple incorporou o bloqueio de chamadas e mensagens. Ao fazer clique em qualquer contato, seja o remetente da mensagem de texto ou chamada, os usuários de iPhone podem recorrer a ‘Bloquear contato’ para impedir futuros textos ou chamadas desse contato. Era uma característica muito esperada. “Uma das maiores reclamações feitas por muitos usuários de iOS da introdução de iMessage e FaceTime com iOS 5 foi a incapacidade de bloquear contatos”, escreveu o escritor técnico sênior de CNET Jason Cipriani. Apple respondeu de forma clara aos desejos de muitos deles com esta útil característica.

No Android, a forma mais fácil de bloquear números específicos é através da lista de auto rejeitar. Para acessar: telefone >>menu>> ajustes de chamada >> rejeitar ligações >> lista de rejeitados. Aqui, você pode adicionar números de telefone para bloquear selecionando o botão ‘Criar’, e em seguida ‘Salvar’ para guardar a lista. Aqui, também pode selecionar a opção de bloquear todas as chamadas de números desconhecidos, que frequentemente são ligações Spam.

Função Anti-Spam via PSafe Internet e Psafe Total

A funcionalidade incorporada anteriormente citada é útil para bloquear e-mails ou números de telefone específicos, mas é recomendado ir além do mínimo necessário para bloquear incômodos contatos não desejados. Alguns contatos utilizam várias contas de e-mail ou números de telefone para entrar em contato com você. A função anti-Spam no PSafe Internet e Psafe Total para Android combate bloqueando automaticamente todo Spam de SMS e chamadas. Esta é uma das várias funcionalidades úteis do PSafe, uma suíte de segurança que também proporciona proteção anti-phishing, monitores de memória/largura de banda e tecnologia alarme antifurto.
Com os conselhos anteriores, você economizará tempo mediante o bloqueio de números e correios eletrônicos que estão consumindo seu dia.

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Celular: a porta de entrada para a Internet

A 13ª edição do F/Radar, estudo sobre internet realizado pela F/Nazca Saatchi & Saatchi em parceria com o Instituto Datafolha, constatou que 41 milhões de pessoas acessam a Internet pelo celular hoje no Brasil. Estima-se que 3,8 milhões de brasileiros tenham tido seu primeiro contato com a Internet pelo dispositivo móvel, número que deve continuar crescendo em 2014.

Segundo a pesquisa, os principais motivos apontados pelas pessoas que não acessam a internet hoje, mas pretendem “entrar” na rede, são o fato de não possuírem um computador (47%) e acharem a internet algo “difícil ou complicado”. O celular tende a ser um solucionador nos dois casos.

O estudo aponta que adquirir um celular com acesso à internet hoje se prova uma alternativa mais econômica em relação aos computadores de mesa, tanto na aquisição do aparelho como no valor do plano de dados. Dos brasileiros que acessam a internet pelo celular, 63% o fazem com o plano pré-pago, ainda mais econômico que o pós-pago. Já 19% dos brasileiros sequer possuem um plano de dados, ou seja, seu acesso à internet está condicionado ao uso do wi-fi nos locais em que se encontra.

Os consumidores também apontam a facilidade de manuseio do aparelho e a conveniência de acessar a internet em qualquer lugar como os maiores motivos para o acesso à rede pelo celular, o que deve motivar futuros internautas a se aventurarem na rede pelo dispositivo.

O F/Radar também traça um perfil do usuário de internet móvel no país. Dos internautas que utilizam celular e tablet para se conectarem, 54% são do sexo masculino, 68% possuem entre 16 e 34 anos, 48% são da classe A/B e 54% completaram o ensino médio.

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Pesquisa da Accenture mostra que o impacto da mobilidade nos negócios pode ultrapassar o da Internet nos anos 90

Empresas dos mercados emergentes, como o Brasil, investem mais em tecnologias móveis
A Accenture, empresa global de consultoria de gestão, serviços de tecnologia e outsourcing, lançou um estudo que mostra o desafio das lideranças de Tecnologia da Informação (TI) para entender e posicionar a mobilidade dentro dos negócios, principalmente, nos mercados emergentes. As lideranças desses países, inclusive do Brasil, consideram o tema como prioridade número um para alavancar os negócios.

Dois terços (67%) dos Chief Information Officers (CIOs) e outros profissionais de TI consultados acreditam que a mobilidade impulsionará seus negócios no mesmo nível ou, até ultrapassar, o impacto realizado pela Internet na década de 1990. A pesquisa também descobriu que mais de dois terços (69%) dos entrevistados consideraram alocar mais de 20% do orçamento discricionário para promover capacidades de mobilidade para os negócios, ainda neste ano – com um forte contraste entre os executivos dos mercados emergentes (94%) e os que atuam nos países maduros (35%).

A pesquisa ainda apontou que 48% dos entrevistados dos mercados emergentes têm uma estratégia para mobilidade amplamente desenvolvida, enquanto apenas 12% dos entrevistados nos países maduros alegaram ter estratégias encaminhada no mesmo nível.

De acordo com Renato Improta, líder da área de Mobilidade da Accenture, a maioria dos CIOs, agora, reconhecem o potencial da mobilidade para transformar seu negócio e esse fato pode ser notado a partir do crescente gasto com mobilidade dentro do orçamento de TI. “A mobilidade hoje não é simplesmente uma extensão do legado de TI, é uma nova e complexa forma de realizar negócios”, finalizou Improta.

O estudo também apontou algumas áreas de preocupação, que podem atrapalhar a adoção de aplicações móveis pelas empresas, 50% dos entrevistados citaram a segurança como o principal fator que as impede de atender suas prioridades em mobilidade. Custo e orçamento ficou em segundo lugar (43%), enquanto a interoperabilidade com os sistemas atuais ou a falta de compreensão sobre os benefícios da tecnologia ficou em terceiro (26%).

A pesquisa ainda consultou os desenvolvedores de aplicativos móveis e, segundo eles, nenhum dos sistemas operacionais mais utilizados para smartphones é visto como totalmente seguro. Entretanto, mais de metade (53%) elegeu o sistema operacional da Apple iOS como o melhor nessa categoria, enquanto o sistema operacional do Google Android ficou em segundo lugar, com 24%.

Os resultados do estudo mostram os desafios criados pela fragmentação do mercado, com um número variado de plataformas e dispositivos móveis em uso. Os desenvolvedores de aplicativos avaliaram essa fragmentação como difícil de gerir e rentabilizar. Já para os profissionais de TI, ela dificulta a capacidade da empresa para acomodar uma das tendências mais fortes da mobilidade – funcionários que desejam utilizar seus dispositivos móveis no trabalho e rodar aplicações corporativas neles.

Nesse cenário, os profissionais de TI e desenvolvedores de aplicativos têm planos diferentes para gerar receita. Na área empresarial, 42% dos profissionais indicaram que querem melhorar o trabalho em campo ou a prestação de serviços ao cliente com acesso instantâneo às bases de dados corporativos, informações relevantes de negócio e processamento de transações. Os desenvolvedores de aplicativos citaram downloads (41%), aplicativos para compras (29%), publicidade tradicional (24%) e inscrições (20%) como formas de rentabilizar aplicativos idealizados para os consumidores.

Outro dado interessante é que cada vez mais os profissionais de TI, que atuam em mercados emergentes, têm foco em soluções móveis – quando comparados com aqueles que atuam em mercados maduros. Nos países latino-americanos e asiáticos, 93% e 81%, respectivamente, indicaram que a mobilidade gerará novas receitas significativas, mas apenas 66% dos europeus e 56% dos norte-americanos entrevistados têm a mesma opinião. Da mesma forma, metade dos mexicanos e chineses, bem como 40% e 32% dos entrevistados indianos e brasileiros, respectivamente, concordaram que o impacto da mobilidade nos negócios pode ser maior do que o causado pela onda da Internet em 1990. A pesquisa concluiu, ainda, que apenas um em cada cinco (20%) entrevistados do Reino Unido e Estados Unidos concordaram.

De acordo com o estudo da Accenture os profissionais de TI devem criar uma estratégia global de mobilidade empresarial. Para que isso seja possível, a Accenture recomenda uma abordagem que inclui três elementos: tecnologia, requisitos de negócio e gestão.

“As empresas precisam desenvolver uma lista abrangente dos projetos de mobilidade que têm em curso e esclarecer os objetivos, acelerar e padronizar as iniciativas, além de inovar para criar vantagens competitivas”, explicou Improta. “As empresas devem rever a sua estratégia para mobilidade a cada seis ou 12 meses (ao invés de cliclos de 12 a 18 meses), para garantir que estão fazendo suas apostas sobre as tendências certas”.

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